
O Rio Grande do Sul iniciou a semana em alerta máximo devido ao volume das chuvas, com crescimento elevado do nível dos rios, risco de deslizamentos e quedas de temperaturas. O Vale do Taquari e o Guaíba podem ultrapassar novamente o nível de 5,5 metros nas próximas 24 horas, registrando outra cheia histórica.
Na manhã desta segunda-feira (13/5), o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), disse em entrevista à Globonews que “temos de contar com a possibilidade de ter mais destruição nas próximas horas”.
Boletim mais recente divulgado pela Defesa Civil estadual aponta que o número de mortes subiu para 147, com 447 municípios afetados pelas chuvas e enchentes. Mais de 500 mil pessoas seguem desalojadas. O estado chegou a ser atingido por dois tornados com o avanço da frente fria.
Até o momento, 76 mil pessoas foram resgatadas e 127 continuam desaparecidas. Não há óbito em investigação, segundo o boletim. Além disso, 806 pessoas ficaram feridas por causa das chuvas que assolam o estado.
Na orla do Guaíba, foram feitas barricadas nas ruas mais próximas para evitar o aumento da água em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
O estado corre contra o tempo para construir ou reconstruir a infraestrutura a fim de conter as inundações. O vice-governador afirmou que, para isso ser feito, é necessário o repasse de recursos do governo federal e a flexibilização no pagamento da dívida de cerca de R$ 90 bilhões do estado com a União.
“Uma infraestrutura inteira, que foi construída durante muitas décadas, e agora precisa ser reconstruída. Não estamos falando de obras novas”, destacou Gabriel Souza.
Na última quinta-feira (9/5), o governo anunciou a antecipação de pagamentos do Bolsa Família, auxílio gás e da restituição do Imposto de Rendapara moradores do estado.
Informações Metrópoles

Cinco dias depois de assumir seu quinto mandato, o presidente russo, Vladimir Putin, implementou alterações importantes em seu governo. Ele demitiu o ministro da Defesa, Serguei Choigu, e o secretário do Conselho de Segurança, Nikolai Patruchev, ambos considerados seus aliados próximos. Andrei Belousov, um economista inexperiente no setor de defesa, foi nomeado como o novo chefe da área.
Tais mudanças chamam atenção devido ao momento crítico da invasão da Ucrânia pela Rússia. Recentemente, Moscou lançou uma nova ofensiva ao norte. Serguei Choigu, que ocupava o cargo havia 11 anos, foi visto ao lado de Putin no desfile do Dia da Vitória, evento no qual o presidente mencionou os riscos de um conflito global com o Ocidente.
Apesar de sua demissão, Choigu não foi completamente removido do círculo de influência, pois foi realocado para o lugar de Patruchev no Conselho de Segurança, um órgão consultivo importante liderado por Putin. O Kremlin confirmou essa mudança em um comunicado, que também reafirmou a posição de Valeri Gerasimov como chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
A nomeação de Belousov para liderar o Ministério da Defesa indica uma possível militarização da economia russa, que já elevou seus gastos com defesa para até 7% do Produto Interno Bruto.
Belousov, que anteriormente ocupava o cargo de vice-primeiro-ministro da área econômica, pode estar preparado para liderar o país em uma guerra prolongada, conforme os últimos discursos de Putin.
As críticas à gestão da guerra por Choigu e Gerasimov foram severas, especialmente após a retirada desastrosa das tropas russas de Kiev, em 2022. A manobra resultou em um ataque fracassado liderado pelo mercenário Ievguêni Prigojin, posteriormente morto em um atentado.
A reorganização do gabinete, que ainda inclui o discreto primeiro-ministro, Mikhail Michustin, ocorreu de forma inesperada e surpreendeu analistas. Mudanças semelhantes também aconteceram na Ucrânia, onde o ministro da Defesa e o chefe das Forças Armadas foram substituídos recentemente devido a crises no campo de batalha.
Cientistas políticos russos ainda estudam as implicações dessas alterações na administração de Putin.
Informações Revista Oeste

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta semana o futuro do pedido de salvo-conduto para Jair Bolsonaro.
De autoria do advogado Djalma Lacerda, que não é representante oficial do ex-presidente, o habeas corpus (HC) é uma garantia para que Bolsonaro não seja preso, por suposta tentativa de golpe de Estado.
Em um dos inquéritos do STF, o ex-presidente é investigado em virtude do que seria uma incitação à ruptura institucional. No entanto, ainda não há acusação contra Bolsonaro, tampouco mandado de prisão.
Iniciado em 10 de maio, o julgamento no plenário virtual já tem dois pareceres: o do relator do caso, Nunes Marques, que votou por rejeitar o HC, e o da ministra Cármen Lúcia, que acompanhou o juiz do STF.

No STF, Bolsonaro figura como investigado em um dos inquéritos que apura o 8 de janeiro. O ex-presidente teria incitado o protesto, que terminou com a depredação dos prédios dos Três Poderes.
Conforme Djalma, que rebateu o teor da investigação, Bolsonaro “está sendo alvo de severas investigações levadas a cabo contra sua pessoa”.
Ao rejeitar o HC, Nunes Marques observou que Bolsonaro e sua defesa não se manifestaram oficialmente sobre esse pedido.
“É preciso ressaltar que não há nos autos qualquer manifestação de interesse ou de ciência do paciente autorizando a defesa técnica apresentada pelo impetrante”, argumentou o ministro do STF.
Informações Revista Oeste

Para 55% da população, o presidente Lula (PT) não merece mais uma chance como presidente em 2026. O resultado está presente na primeira pesquisa Genial/Quaest sobre a próxima eleição presidencial, divulgada nesta segunda-feira (13). A opinião é maioria tanto entre os homens (59%) quanto entre as mulheres (52%). Em contrapartida, são 42% aqueles que aprovam uma nova chance para o petista.
No critério por idade, a avaliação de que o presidente não merece um novo mandato é majoritária entre os grupos de 16 a 34 anos (57%) e de 35 a 59 anos (57%). No intervalo de 60 anos ou mais, a opinião foi expressa por 48% dos consultados, mesma porcentagem dos que apoiam uma nova chance.
O Sudeste é a região com maior rejeição a um novo mandato do presidente, 63%, seguido pelo Sul (59%) e Centro-Oeste/Norte (58%). Na análise por escolaridade, a opinião contrária a uma nova chance é majoritária entre os que têm ensino médio completo ou incompleto (61%) e ensino superior incompleto ou mais (63%). A maior oposição na divisão por renda foi registrada entre os que receberam mais de cinco salários mínimos, 66%.
No grupo que considera dar mais um mandato para o presidente Lula, 86% avaliam o atual governo como positivo. Já naqueles que são contra uma reeleição do petista, apenas 11% avaliam a atual gestão como positiva.
O presidente tem apoio para um novo mandato no Nordeste (60%), entre os que estudaram até o ensino fundamental (54%) e os que recebem até dois salários mínimos (54%). Entre os que votaram em Lula no segundo turno da eleição de 2022, essa também é a opinião majoritária (74%).
A pesquisa Genial/Quaest realizou 2.045 entrevistas presenciais e tem margem de erro estimada de 2,2 pontos percentuais. A coleta ocorreu entre os dias 2 e 6 de maio, com brasileiros com 16 anos ou mais, em todos os estados.
*AE

O Serasa oferece um programa de perdão de dívidas destinado a auxiliar indivíduos que enfrentam incertezas econômicas. Essa iniciativa visa não apenas aliviar o peso das dívidas, mas também possibilitar que os consumidores restabeleçam sua saúde financeira.
Como Funciona o Programa?
Como Participar?
Importante:
Informações TBN

Por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) expandiu as operações no Rio Grande do Sul para auxiliar não só em resgates, mas na segurança dos abrigos que recebem atingidos pelas enchentes. O efetivo da corporação no local chegará a 300 até a próxima semana.
A Força também está colaborando com o Corpo de Bombeiros em operações de salvamento nas cidades de São Leopoldo e Canoas. Os agentes oferecem apoio ao policiamento ostensivo em diversas localidades, como Porto Alegre e Nova Santa Rita. Neste momento, as operações estão focadas no patrulhamento e salvamento embarcados, reconhecimento terrestre, além de abordagens terrestres e aquáticas para resgate de pessoas e animais ilhados.
Na sexta (10), o governador Eduardo Leite (PSDB) disse que o estado vai auxiliar a prefeituras nos abrigos. Já a Polícia Civil informou que faz rondas nos maiores abrigos durante 24 horas, e que as menores estruturas são monitoradas em ações pontuais. Policiais militares aposentados também foram convocados para reforçar a segurança em abrigos.
*Metro1
Foto: Ministério da Justiça / Divulgação

Morreu na madrugada deste domingo (12), a deputada federal Amália Barros (PL-MT), vice-presidente do PL Mulher. A morte foi divulgada pelas redes sociais da parlamentar.
Amália estava internada desde o dia 1° de maio para retirada de um nódulo no pâncreas. A deputada teve complicações e passou por quatro procedimentos médicos.
Nascida em Mogi-Mirim, no interior de São Paulo, a parlamentar de 39 anos estava em seu primeiro mandato. Ela se tornou conhecida nacionalmente após conseguir apoio para aprovar, antes mesmo de entrar para a política, o projeto que deu base para a Lei nº 14.126/2021, que classifica a visão monocular como deficiência sensorial.
Amália perdeu à visão aos 20 anos em decorrência de toxoplasmose, infecção causada por um protozoário propagado por animais ou insetos. Após 15 cirurgias, ela precisou retirar o olho em 2016 e passou a usar prótese.
Sua história de vida serviu como inspiração para que ela entrasse na luta e conseguisse que as pessoas monoculares tivessem os mesmos direitos e benefícios previstos na legislação para a pessoa com deficiência.
Desde então, ela abriu um instituto social, ajudou milhares de pessoas e lançou o livro Se Enxerga, onde conta sua emocionante trajetória de vida.
Eleita em 2022 com 70 mil votos pelo Mato Grosso, Amália Barros se tornou presidente da Frente Parlamentar da Pessoa com Deficiência e assumiu a Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD), de Comunicação (CCOM) e a Comissão Externa de Intervenção na Saúde Pública do Município de Cuiabá (MT).
A deputada também é vice-presidente nacional do PL Mulher, que tem como presidente a sua madrinha política, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
*Pleno.News
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (Cemaden) emitiu alerta de risco muito alto riscos hidrológicos e geológicos no Rio Grande do Sul neste domingo (12).
Os aletas referem-se as possíveis consequências das fortes chuvas, sejam elas hidrológicas: como inundações e alagamentos; ou geológicos: como deslizamentos de terra e desabamentos.
Segundo o órgão, as regiões que possivelmente serão afetadas são: Noroeste; Centro-Ocidental; Nordeste; Sudeste; Sudoeste Rio-Grandense e Metropolitana de Porto Alegre.
*Metro1
Foto: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

Por mais simples que possa parecer o ato de lavar o pênis, o fato é que a falta de higiene faz com que milhares de homens precisem amputar o órgão ao redor do mundo. No Brasil, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, semanalmente nove homens têm o pênis amputado em decorrência de câncer — o que poderia ser evitado com limpeza regular.
Ao não higienizar o pênis de forma correta, há um acúmulo do que é conhecido como esmegma, uma secreção de cor branca que se forma naturalmente na pele com o acúmulo de oleosidade. Nos homens, costuma aparecer embaixo do prepúcio, a pele que cobre a cabeça do pênis.
De acordo com o urologista e sexólogo Celso Marzano, conhecido como Dr. do Sexo, essa sujeira, em excesso, eleva o risco de diversos malefícios, além de câncer.
“A falta de higienização pode aumentar o risco de infecções genitais, como inflamações do prepúcio e infecção urinária”, explica.
Para realizar a higienização correta é simples. Basta apenas água e sabão neutro, atentando-se para “esticar” a pele do pênis para baixo, deixando a glande exposta e lavando bem a região. Homens com fimose precisam ter ainda mais atenção nesse momento.
Por fim, o especialista afirma que o ideal é que essa higienização fosse feita após o sexo.
“Com ou sem camisinha, não é indicado dormir ou ficar com sêmen ou secreção vaginal no pênis. Se for secreção anal, pior ainda. Tem que lavar”, frisa.
Informações Metrópoles

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alertou sobre a possibilidade de chuvas intensas no Rio Grande do Sul, que podem causar inundações e deslizamentos de terra em várias partes do Estado neste domingo, 12.
O Lago Guaíba, já com nível 1,58 metros acima do normal, alcançou 4,58 metros, representando uma grande preocupação. O lago recebe água das bacias dos Rios Jacuí, Taquari-Antas, Caí, Sinos e Gravataí, o que eleva o risco de piora da situação em Porto Alegre.
Guardas municipais de São Paulo e Porto Alegre estão auxiliando no resgate de pessoas presas nos prédios do Centro Histórico da capital, uma das áreas mais afetadas. Brigadistas intensificam esforços para convencer os moradores a evacuar, principalmente nos bairros mais prejudicados, como São João.
De acordo com o Cemaden, há também uma grande chance de deslizamentos de terra, especialmente em áreas de encostas e rodovias nas regiões nordeste e centro-ocidental do Estado, bem como na região metropolitana de Porto Alegre e na Serra Gaúcha, devido às chamadas “quedas de barreira”.
A situação em Porto Alegre é crítica, com água alcançando dois metros em algumas partes do centro, conforme reportagem do jornal Estadão. Locais emblemáticos, como o Mercado Público, estão submersos, revelando a vulnerabilidade urbana a condições climáticas extremas.
Na estação rodoviária e nas estações de trem, a interrupção das atividades diárias é evidente, com vagões isolados pela água. No bairro São João, apesar dos esforços dos voluntários, muitos moradores estão relutantes em deixar suas casas, mesmo com medidas como o corte de fornecimento de água e alimentos para incentivar a evacuação.
Informações Revista Oeste