
Adquiridos pela Empresa Rosa, 6 novos ônibus articulados serão integrados à fase experimental em sete linhas do sistema Bus Rapid Transit (BRT-2). A entrega dos veículos foi feita pelo prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins nesta quarta-feira (28). Os articulados irão contemplar os corredores das Avenidas João Durval Carneiro e Ayrton Senna.
Todos os ônibus possuem ar-condicionado e suspensão a ar preparados para transportar até 150 passageiros. Os veículos especiais possuem 23 metros de comprimento.

“Esses veículos são verdadeiros “papa-filas” por transportarem, em horários de pico, uma enorme quantidade de pessoas com conforto e segurança, reduzindo assim, o tempo de espera do passageiro”, afirmou o prefeito Colbert Filho.
Os ônibus BRT possuem espaço reservado para dois cadeirantes e acompanhantes, plataformas elevatórias de acessibilidade, cinco portas para embarque/desembarque e mais dez assentos reservados às mulheres no primeiro vagão – do projeto piloto Primeiro as Damas.

Segundo o secretário de Mobilidade Urbana, Sérgio Carneiro, mais 11 bairros da área Norte de Feira de Santana passam a ter ônibus BRT climatizados, sendo: Mangabeira, Alto do Rosário, Conder, Conceição I, Conceição II, Conceição III, Agrovila, Centenário, Ponto Central, Centro e Jardim Europa.
Veja o vídeo:

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) abriu um novo inquérito para apurar movimentações financeiras suspeitas em uma conta bancária na Inglaterra, atribuída ao empresário Alexandre Correa, ex-marido de Ana Hickmann; e Claudia Helena dos Santos, ex-assistente pessoal da apresentadora. As cifras em análise se aproximam de R$ 1 bilhão, informou o site F5, nesta segunda-feira, 29.
A investigação foi iniciada depois de a defesa de Ana Hickmann entregar documentos relevantes. Alexandre Correa e Claudia Helena dos são acusados de falsificar assinaturas para obter empréstimos e desviar parte do patrimônio da apresentadora durante o período em que esta última era sócia de Alexandre Correa em sua empresa.
O Deic analisa os documentos apresentados e aguarda a chegada de laudos periciais para concluir o caso. “O caso é investigado por inquérito policial na 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas do Deic”, diz a nota.
A conta bancária em questão, no Barclays Bank em Londres, teria recebido um depósito inicial de R$ 500 milhões. Outras quatro movimentações volumosas ocorreram ao longo de dois anos, todas de recebimentos sem retiradas.
Em 16 de janeiro de 2021, foram recebidos R$ 200 milhões; em 11 de março de 2022, US$ 12 milhões (R$ 61,8 milhões); em 10 de maio de 2022, R$ 15 milhões; e em 31 de agosto de 2022, US$ 33 milhões (R$ 170,1 milhões).
Ao todo, a movimentação financeira teria alcançado R$ 946,9 milhões. A defesa de Ana Hickmann destacou que alguns dos depositantes na conta respondem a processos por golpes em outros estados do Brasil.
Alexandre Correa nega a existência da conta no exterior e afirma estar sendo vítima de uma campanha difamatória por parte de Ana Hickmann. “Se estivesse todo esse dinheiro na conta, estaria passando esse sofrimento todo, aguentando todo esse desaforo? R$ 500 milhões? Ah, por favor, né?”, declarou.
O empresário também expressou sua indignação ao saber da nova investigação, afirmando: “Só pode vir da autofágica e mitomaníaca da Ana Hickmann”, disse. “Não tem outra fonte. Somente essa louca que quer que eu seja dizimado em praça pública. Com tudo o que me acusaram até agora, continuo no mesmo lugar, com rede social ativa, com passaporte à disposição. No ano passado, ofereci meu sigilo bancário para abrir. Chega! Paciência tem limite. Que bobajada. Que coisa de gente tosca, limitada.”
Alexandre Correia ainda chamou a apresentadora de “boia-fria” e “retardada mental”. “Desculpa, perdi a paciência”, admitiu. “Quero ver alguém elencar um valor a mim. Quero ver mesmo. São 195 dias vivendo esse massacre. Estou de saco cheio, irmão!”
Informações Revista Oeste

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), analisou o pedido de um homem preso em Minas Gerais por roubo com uso de arma. Ele teve suas autorizações para saída temporária e trabalho externo revogadas. Depois de recorrer ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) sem sucesso, o caso chegou ao STF.
O ministro afirmou que a legislação só pode retroagir se beneficiar o réu. Como a lei que restringiu as saídas temporárias de presos não é vantajosa para quem já estava cumprindo pena, não pode retroagir.
“Assim, entendo pela impossibilidade de retroação da Lei nº 14.836, de 2024, no que toca à limitação aos institutos da saída temporária e trabalho externo para alcançar aqueles que cumprem pena por crime hediondo ou com violência ou grave ameaça contra pessoa — no qual se enquadra o crime de roubo —, cometido anteriormente à sua edição”, argumentou Mendonça.

A nova lei proibiu a saída temporária ou o trabalho externo para condenados por crime hediondo ou cometido com grave ameaça. Contudo, Mendonça garantiu o benefício a um detento, e a decisão vale apenas para esse caso específico.
Mendonça considerou que o caso pedia uma decisão excepcional. O magistrado afirmou que a praxe da Corte é não analisar um habeas corpus antes do esgotamento das instâncias inferiores.
“Faz-se necessária a incidência da norma vigente quando da prática do crime, somente admitida a retroatividade de uma nova legislação se mais favorável ao sentenciado”, avaliou.
Informações TBN

O setor público consolidado, composto por União, Estados, municípios e estatais, registrou um déficit nominal de R$ 1,043 trilhão no acumulado de 12 meses até abril. Esse valor representa um recorde na série histórica, que teve início em 2002. O Banco Central divulgou esses resultados nesta quarta-feira, 29 de maio de 2024.
Esse déficit nas contas públicas superou pela primeira vez o pico registrado durante a pandemia de covid-19, que era de R$ 1,017 trilhão.

O resultado nominal do setor público consolidado é calculado como o saldo entre receitas e despesas, incluindo o pagamento dos juros da dívida. De acordo com o BC, o déficit de R$ 1,043 trilhão corresponde a 9,41% do Produto Interno Bruto (PIB).
Uma das principais razões para esse déficit maior é o aumento das despesas com os juros da dívida, que totalizaram R$ 776,3 bilhões no acumulado de 12 meses até abril. Esse valor também é um recorde na série histórica iniciada em 2002.
A taxa básica de juros, conhecida como Selic, permaneceu em patamares elevados por um período prolongado, o que contribuiu para o encarecimento da dívida pública e, consequentemente, para o aumento do déficit nominal.

O Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, manteve-a em 10,50% ao ano. Esse nível é considerado restritivo, indicando que está acima do nível neutro. O objetivo é controlar a inflação e as expectativas futuras.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, destacou que existem incertezas em relação ao cenário externo, possibilidade de mudança na meta de inflação e dúvidas sobre a credibilidade do arcabouço fiscal.
Por outro lado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que a meta de inflação é bastante rigorosa e que há “fantasminhas” tentando disseminar a ideia de que a situação econômica do Brasil não está boa.
Além disso, a piora no saldo do resultado primário, que exclui o pagamento da dívida pública, contribuiu para o déficit. Esse saldo negativo atingiu R$ 266,5 bilhões no acumulado de 12 meses até abril.

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que engloba o governo federal, o INSS e os governos estaduais e municipais, também aumentou. Ela atingiu 76% do PIB, representando o maior patamar desde abril de 2022. Durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), houve um aumento de 4,3 pontos percentuais nesse indicador, totalizando R$ 8,4 trilhões.
Em termos corrigidos pela inflação, o déficit está abaixo do pico registrado durante a pandemia de covid-19, quando atingiu R$ 1,293 trilhão. No entanto, ainda está no maior patamar desde o acumulado de 12 meses até março de 2021.

Quanto ao déficit primário, que exclui o pagamento da dívida, ele também está no maior nível desde julho de 2021.

Com informações e imagens de Poder 360

As injeções para emagrecer estão se tornando cada vez mais populares em todo o mundo. No entanto, sem a devida prescrição médica, essas injeções podem aumentar o risco de efeitos colaterais indesejados. Por isso, a nutricionista Emma Beckett listou três alimentos comuns que podem ser alternativas naturais aos medicamentos injetáveis: abacate, nozes e ovos.
Segundo Beckett, o consumo de alimentos ricos em “gorduras boas” pode estimular a produção de GLP-1 pelo corpo. Esse hormônio regula o apetite e promove a sensação de saciedade. Assim, esses alimentos se tornam uma opção potente para quem busca emagrecer, sem os efeitos adversos associados às injeções de semaglutida.
“Os nutrientes que desencadeiam a secreção de GLP-1 são macronutrientes. Existem evidências de que, ao escolher alimentos ricos nesses nutrientes, os níveis desse hormônio podem aumentar”, explicou a profissional em entrevista ao site Diabetes.co.uk.
Beckett enfatizou que seguir uma dieta saudável, rica em nutrientes que estimulam a produção de GLP-1, pode ajudar a saciar a fome e contribuir para a perda de peso. “Esses alimentos podem incluir gorduras benéficas, como abacate ou nozes, ou fontes de proteína magra, como ovos.”
É importante lembrar que medicamentos como Wegovy e Ozempic, comercializados para controlar o diabetes tipo 2, também ganharam popularidade como soluções rápidas para perda de peso. No entanto, o uso com fins estéticos deve ser feito com acompanhamento médico, pois pode apresentar riscos.
Informações TBN

Após uma série de efeitos colaterais estranhos associados ao Ozempic, incluindo a criação do meme “cabeça de Ozempic”, o uso desse medicamento ganhou mais um possível evento adverso bizarro.
Usuários do remédio na Inglaterra relatam ter se tornado mais impulsivos após começarem a aplicá-lo. Alguns culpam o Ozempic pelo “desejo intenso” de participar de aventuras sexuais ou praticar jogos de azar. Esse comportamento imprudente foi até associado à vontade de pedir divórcio.
Um artigo publicado em 22 de maio no Quarterly Journal of Medicine, escrito pelo professor de medicina molecular Raymond Playford, da Universidade de West London, registrou esses casos e relacionou o uso do remédio a impactos na personalidade.
Playford sugere que remédios como o Ozempic, que replicam a ação do hormônio GLP-1 no organismo, podem resultar em alterações cognitivas na tomada de decisões dos usuários.
Mas como o Ozempic pode afetar o cérebro dos usuários?
Embora a pesquisa tenha sido apenas observacional, baseada nos relatos dos participantes a médicos, a explicação encontrada por Playford é que o remédio pode levar a um aumento de dopamina no cérebro, o hormônio da felicidade.
“As alterações metabólicas decorrentes do déficit calórico e da rápida perda de peso, combinadas com os efeitos diretos da droga na função cerebral, podem estar gerando impactos na tomada de decisões e aumentando o risco de distúrbios do controle dos impulsos”, sugere o texto.
Para o pesquisador, as farmacêuticas que desenvolveram drogas desse tipo, especialmente a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, e a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, deveriam investir em pesquisas para entender o impacto dessas drogas no equilíbrio cerebral.
Caso a impulsividade seja confirmada, Playford acredita que as fabricantes têm o dever de alertar os usuários sobre os impactos do uso. As advertências atuais se concentram principalmente em problemas de motilidade intestinal, como inchaço, náusea e refluxo ácido.
Embora estudos tenham sido conduzidos sobre o impacto do remédio na cognição, o especialista ressalta que eles se concentraram no curto prazo, durante as doses iniciais. Portanto, as alterações de personalidade a longo prazo podem ter sido ignoradas.
No ano passado, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) iniciou uma investigação sobre os remédios que simulam o GLP-1, devido a possíveis conexões com depressão grave, incluindo desejos de autolesão e suicídio. No entanto, a relação entre esses quadros ainda não foi confirmada.
Informações TBN

A Shein disse ver a decisão da Câmara dos Deputados de taxar em 20% compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 260)como um “retrocesso” e citou riscos para os consumidores brasileiros com o fim da isenção do imposto de importação. O trecho foi incluído na forma de “jabuti” (matéria estranha ao texto principal) no Projeto de Lei (PL) nº 914/2024, que cria o Programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover).
Em meio a polêmicas e mudanças no relatório, o projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara na noite de terça-feira (28/5).
“A Shein vê como um retrocesso o fim do De Minimis – regime tributário que, há mais de 40 anos, garantia a isenção de imposto de importação para compras internacionais até USD 50 –, uma vez que ele nunca teve função arrecadatória. A decisão de taxar remessas internacionais não é a resposta adequada, por impactar diretamente a população brasileira”, disse a empresa asiática, em nota.
A varejista ainda afirmou que seguirá dialogando com o governo e as demais autoridades para encontrar alternativas. Segundo a empresa, consumidores das classes C, D e E representam cerca de 88% de seu público.
De acordo com a Shein, com o fim da isenção, a carga tributária que recairá sobre o consumidor final passará a ser de 44,5% – o que, com a isenção, mantinha-se em torno de 20,82%, devido à cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no valor de 17%. E cita um exemplo:
“Ou seja, um vestido que o consumidor da Shein comprava no site por R$ 81,99 (com ICMS de 17% incluso), agora custará mais de R$ 98 com a nova carga tributária, formada pelo imposto de importação de 20% mais o ICMS de 17%.”
Em meados do ano passado, o Ministério da Fazenda lançou o programa de conformidade Remessa Conforme. As empresas de comércio eletrônico que aderiram ao programa têm isenção do imposto de importação, de caráter federal, nas remessas de pequeno valor — aquelas até US$ 50 — destinadas a pessoas físicas. Acima desse valor, é aplicado o imposto de 60%.
Sobre as compras de qualquer valor, segue incidindo a alíquota de 17% do ICMS, de competência estadual, que foi acordado pelas secretarias de Fazenda estaduais.
A empresa ainda destacou o crescimento do e-commerce no Brasil e no mundo, especialmente após a pandemia, e citou estudos que apontam que esse comércio, no geral, representa entre 10% e 15% do varejo nacional. “Enquanto isso, a parcela do e-commerce de plataformas internacionais não alcançaria mais do que 0,5% do varejo nacional, de acordo com estudo de 2024 da Tendências Consultoria”.
O Mover cria incentivos fiscais para descarbonização da indústria de veículos e é de interesse do vice-presidente Geraldo Alckmin(PSB), também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
Os deputados incluíram alguns dispositivos no texto substitutivo do relator da proposta, como a taxação das compras internacionais de pequeno valor.
Inicialmente, a emenda proposta pelo relator do texto na Câmara, deputado Átila Lira (PP-PI), apenas acabava com a isenção; depois, estipulou-se a taxação de 25%. O assunto dificultou a construção de acordo para aprovar a matéria, mas o governo acabou cedendo e aceitou a emenda com a redução de alíquota para 20%.
De um lado, o lobby das varejistas nacionais pressionou a aprovação da matéria. De outro, diferentes partidos políticos se posicionaram contra a taxação, por vê-la como uma medida que pode afetar a popularidade perante clientes dessas plataformas.
Depois de concluída a análise na Câmara, o projeto será votado no Senado Federal na próxima semana, conforme anunciou nesta quarta o presidente daquela Casa, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL) vai relatar o projeto.
Informações Metrópoles

O placar de vetos que derrotou o governo em diversas questões indica que a relação entre o Executivo e o Congresso Nacional vai se deteriorar ainda mais com as eleições municipais e a sucessão no comando das duas Casas. Na terça-feira (28), as sessões do Congresso mostraram um panorama do que está por vir:
Os líderes do Congresso alertam que a relação vai piorar se o governo não melhorar a articulação política, o que inclui a substituição de Alexandre Padilha e líderes do governo. Críticas também vêm do Judiciário, onde há preocupações com a equipe do governo no Congresso.
A articulação, no entanto, não explica tudo. O Congresso, de perfil conservador, aproveita para se reafirmar em pautas como segurança pública e costumes, pressionando o Executivo e influenciando a sucessão nas presidências de Câmara e Senado. Com a proximidade das eleições municipais, parlamentares consideram o impacto de suas decisões nas campanhas, o que pode levar aliados do governo a votar com a oposição.
Para especialistas, o governo pode contar com o atual Congresso para pautas econômicas de fácil defesa, mas está isolado em outras frentes, com perspectivas negativas para 2025 e 2026.
Informações TBN

foto: Reprodução
A revelação de que um importante diretor do SBT foi flagrado por uma camareira fazendo sexo com um subordinado em um camarim do SBT ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (29/5). O programa Mulheres, da TV Gazeta, revelou que o camarim em questão pertence a Patrícia Abravanel, filha de Silvio Santos e substituta do pai no Programa Silvio Santos. O SBT, no entanto, não confirmou a informação.
Entenda a confusão
Após a demissão de Dudu Camargo do SBT por supostamente defecar em um camarim, surgiu outra polêmica envolvendo um diretor da emissora. Segundo relatos, uma funcionária flagrou o diretor fazendo sexo com um subordinado em um dos camarins durante o expediente. O SBT está investigando o caso.
De acordo com o site TV Pop, o diretor foi visto em um ato sexual com um subordinado durante o horário de trabalho. A página afirma ter um vídeo do incidente, que se espalhou rapidamente entre os colaboradores da emissora.
O site também relatou que este não é um caso isolado. No ano anterior, durante a festa de fim de ano do SBT, o mesmo diretor foi visto em uma situação semelhante com um funcionário mais jovem.
O que diz o SBT?
Em nota à imprensa, o SBT informou que seu departamento de compliance está investigando a denúncia sobre o incidente no camarim. A emissora afirmou que, devido ao compromisso de confidencialidade, não pode divulgar detalhes da investigação para proteger seus colaboradores.
Quem é o diretor?
Embora o nome do diretor não tenha sido revelado, o TV Pop forneceu algumas informações: ele está no canal há mais de 20 anos, é responsável por conteúdos infantojuvenis e trabalha diretamente com uma das filhas de Silvio Santos. Além disso, está envolvido em um documentário sobre a vida do Dono do Baú.
Informações TBN

foto: Reprodução
Câmeras de segurança registraram a execução do empresário e pré-candidato a vereador Edgar dos Reis (Avante), conhecido como Edgar do Fort, de 43 anos, na noite de sexta-feira (24/5) no Guarujá, litoral de São Paulo.
Nas imagens, é possível ver um carro modelo Peugeot branco estacionando na esquina das ruas 1º de Junho e Caraguatatuba, no bairro Sítio Paecara. Dois homens saem do veículo e começam a atirar contra o prédio onde Edgar estava. Em seguida, um terceiro homem sai do carro e se junta aos atiradores. Após vários disparos, os três retornam ao veículo e fogem.
De acordo com a namorada de Edgar, ele estava em um escritório em frente à sua casa de eventos quando foi atingido. Socorrido pelo Samu, Edgar foi levado ao Hospital Santo Amaro, mas não resistiu. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o Peugeot branco foi encontrado incendiado na rua Iguapé, no bairro Vila Áurea.
O assassinato de Edgar ocorreu perto do local onde o jornalista Thiago Rodrigues foi assassinado em dezembro de 2023. Thiago foi baleado por um ciclista enquanto estava em um evento na casa de shows de Edgar. Um dos suspeitos do assassinato do jornalista é Cristiano Lopes Costa, conhecido como Meia Folha, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Guarujá.
Informações TBN