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Uma esperança, a chance de recuperar a minha saúde. A fala partiu de Carla de Jesus Ramos, moradora de Várzea Nova e uma das pacientes em tratamento de hemodiálise em busca por uma vaga na fila do transplante renal. Carla está entre os 49 pacientes atendidos no mutirão pré-transplante realizado neste sábado, 27, pela Santa Casa de Feira de Santana.

A instituição é mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara, um dos principais centros transplantadores da Bahia. Durante todo o dia, os pacientes de várias regiões do estado foram atendidos no mutirão que possibilita o encaminhamento deles para a fila do transplante renal. A maioria enfrenta doenças renais crônicas.

A nefrologista Fernanda Albuquerque explica que o mutirão foi pensado para dar as melhores condições de indicação do paciente para a fila do transplante. “Eles passam o dia inteiro com a gente, fazem todos os exames necessários e já passam por consulta médica. A ideia é facilitar o acesso e que, desta forma, eles tenham acesso mais rápido à lista de espera”, destaca a médica, que é coordenadora do serviço de transplante da Santa Casa de Feira.

Antônio da Silva de Oliveira, morador de Cansanção, está em tratamento de hemodiálise na cidade de Euclides da Cunha há dez anos. Ele conta que o mutirão pode ser a nova chance de ganhar um rim novo. “Muda muita coisa na vida da gente ter saúde”, afirma. Há anos, Antonio não pode trabalhar: “além da tontura, sinto muito cansaço”, relata.

Todos os pacientes foram submetidos a exames laboratoriais, ultrassons diversos, eletrocardiograma, raio X, ecocardiograma e passaram pela consulta com a médica nefrologista, além da avaliação com a enfermeira e a assistente social.

“Com todos os exames prontos fica muito mais fácil e ágil ativá-los na lista de espera do transplante renal”, defende a doutora Fernanda Albuquerque. É uma forma de garantir um acesso mais rápido e humanizado a estes pacientes que, em geral, precisam viajar por oito, nove ou dez horas somente para fazer os exames, explica a médica.

Referência em transplante renal, a Santa Casa de Feira de Santana presta assistência a pacientes de 18 clínicas referenciadas – cada uma delas localizada numa macrorregião do Estado. Tem gente que veio do norte, da Chapada Diamantina e até mesmo do sul. “Aqui recebemos pessoas oriundas de mais de 100 municípios de toda a Bahia”, atesta Karina Ataíde, supervisora do serviço.

Desde a implantação do serviço, no ano de 2015, a Santa Casa de Feira de Santana já realizou 409 transplantes. Em 2023, foram 29 cirurgias transplantadoras.


Nos primeiros quatro meses de 2024, o Brasil registrou 158.382 casos prováveis de chikungunya e superou a marca do ano passado

Foto mostra o mosquito aedes aegypti em close - Metrópoles

O Brasil registrou 158.382 casos prováveis de chikungunya em 2024, segundo dados do Painel de Arboviroses, com informes diários de dengue, zika e chikungunya, do Ministério da Saúdeatualizado nessa sexta-feira (27/4). O número supera a taxa total de 2023, 158.061.

Apesar da alta nos registros da doença, o percentual não bateu o recorde da série histórica. O maior número de casos da doença foi detectado em 2016, com 277.882, seguido por 2017, com 185.593.

Até o momento, 80 mortes pela doença foram confirmadas desde janeiro e 102 seguem em investigação. Durante todo ano passado, foram 122. De acordo com o Ministério da Saúde, o recorde de vidas perdidas pela chikungunya foi registrado em 2016, com 318.

Minas Gerais é a unidade da federação com a maior incidência da doença, com 486,5 casos para cada 100 mil habitantes. Seguido por Espírito Santo (206,8), Mato Grosso (181,2) e Mato Grosso do Sul (129).

Pessoa deitada com uma das mãos na cabeça enquanto olha para um termômetro- Metrópoles - dengue

Estar atento aos sinais e saber identificar as distinções é importante para um diagnóstico e tratamento precisos, pois, apesar do que se pensa, essas doenças são perigosas e podem matar boonchai wedmakawand/ Getty Images

Na dengue, os sinais e sintomas duram entre dois e sete dias. As complicações mais frequentes, além das já mencionadas, são dor abdominal, desidratação grave, problemas no fígado e neurológicos, além de dengue hemorrágica Uwe Krejci/ Getty Images

Além disso, dores atrás dos olhos e sangramentos nas mucosas, como a boca e o nariz, também podem acontecer em pacientes que contraem a dengue SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images

Os sintomas da zika são iguais aos da dengue, só que a infecção não costuma ser tão severa e passa mais rápido. Há, no entanto, um complicador caso a pessoa infectada esteja grávida Sujata Jana / EyeEm/ Getty Images

Nestas situações, a doença pode prejudicar o bebê em formação causando microcefalia, alterações neurológicas e/ou síndrome de Guillain-Barré, no qual o sistema nervoso passa a atacar as células nervosas do próprio organismoDIGICOMPHOTO/SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images

Já os sintomas da chikungunya duram até 15 dias e, segundo especialistas, provoca mais dores no corpo, entre as três doenças Peter Bannan/ Getty Images

Assim como a infecção pela zika, a chikungunya pode resultar em alterações neurológicas e síndrome de Guillain-Barré Joao Paulo Burini/ Getty Images

Apesar de não existirem tratamentos para as doenças, há medicamentos que podem aliviar os sintomas, bem como a indicação de repouso total. Além disso, aspirinas não devem ser utilizadas, pois podem piorar o quadro do paciente Milko/ Getty Images

Caso haja suspeita de infecção por qualquer um dos vírus, é importante ir ao hospital para identificar do que se trata e, assim, iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível FG Trade/ Getty Images

Mosquitos Aedes aegypti dentro de um tubo transparente - Metrópoles

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Transmissão da doença

Assim como a dengue e zika, a chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A principal forma de prevenção das doenças é eliminar água armazenada que pode se tornar possíveis criadouros do mosquito, como em vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas e piscinas sem uso ou em manutenção.

Os principais sintomas são:

  • Febre
  • Dores intensas nas articulações
  • Edema nas articulações
  • Dor nas costas
  • Dores musculares
  • Manchas vermelhas pelo corpo
  • Coceira na pele generalizada ou localizada nas palmas das mãos e plantas dos pés
  • Dor de cabeça
  • Dor atrás dos olhos
  • Conjuntivite não-purulenta

Em casos de suspeita da doença, a indicação é procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou posto de saúde mais próximo.

Informações Metrópoles


O corpo de Anderson Leonardo será velado neste domingo (28/4), na capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade de Sulacap, no Rio de Janeiro

Anderson Leonardo

O velório de Anderson Leonardo, do Molejo, será realizado neste domingo (28/4), das 11h às 15h30, na capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade de Sulacap, no Rio de Janeiro.

A informação foi confirmada no perfil oficial da banda no Instagram. O cantor morreu nesta sexta-feira (26/4), aos 51 anos, em decorrência de um câncer. Não foi divulgado se a cerimônia de velório será aberta ao público.

Relembre os grandes hits do Molejo, comandado por Anderson Leonardo

O cantor Anderson Leonardo, vocalista do grupo Molejo, morreu, nesta sexta-feira (26/4), aos 51 anos. Ele estava internado desde o dia 24 de março e lutava contra um câncer inguinal, na região da virilha, desde outubro de 2022.

Nos últimos meses, o artista deu entrada várias vezes no hospital por conta de complicações da doença. Em uma das passagens pela unidade de saúde, ele foi diagnosticado com embolia pulmonar.

O quadro de Anderson Leonardo se agravou, na quinta-feira (25/4) e ele voltou para a UTI. O estado de saúde dele era considerado gravíssimo. O músico chegou apresentar melhora, mas foi sedado logo em seguida. Ultimamente, ele também estava tratando de uma insuficiência renal.

Anderson Leonardo estava à frente do Molejo desde o início dos anos 1990 e emplacou diversos hits com a banda, como Cilada, Brincadeira de Criança, Voltei, Samba Diferente e Dança da Vassoura.

Informações Metrópoles


Legislativo e Executivo travaram embate sobre a prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores e a folha dos municípios

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) preside sessão especial em homenagem aos 200 anos de fundação do Senado Federal, no plenário - Metrópoles

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), criticou a atuação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em meio ao embate quanto à prorrogação da desoneração da folha de pagamento. “A admoestação do ministro Haddad, por quem tenho respeito, é desnecessária, para não dizer injusta com o Congresso”, disse em nota divulgada neste sábado (27/4).

“Uma coisa é ter responsabilidade fiscal, outra bem diferente é exigir do Parlamento adesão integral ao que pensa o Executivo sobre o desenvolvimento do Brasil”, afirmou.

Pacheco ainda frisou que, sob o prisma da despesa, “não nos esqueçamos que teto de gastos, reforma da Previdência e modernização de marcos legislativos, como o do saneamento básico, são obras do Congresso”. “Sem contar a pauta de 2023 que cumprimos em favor de uma arrecadação recorde do estado brasileiro”, observou.

Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, publicada neste sábado, Haddad afirmou que o Congresso Nacional precisa ter responsabilidade fiscal.

Prorrogação da desoneração

Nos últimos dias, Legislativo e Executivo travaram embate quanto à prorrogação da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e a folha dos municípios.

A Advocacia-Geral da União (AGU) judicializou a questão, e o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar que suspendeu lei aprovada pelo Congresso. O ministro entendeu que, sem indicação do impacto orçamentário, poderá ocorrer “um desajuste significativo nas contas públicas e um esvaziamento do regime fiscal constitucionalizado”.

A decisão, então, foi levada a julgamento no plenário virtual. Antes de a apreciação ser interrompida por pedido de vista do ministro do STF Luis Fux, quatro ministros referendaram o voto do relator. São eles: Flávio Dino, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

Ainda na noite de sexta, o Senado Federal pediu ao STF que reveja decisão do ministro Cristiano Zanin que suspendeu a prorrogação. O pedido destacou que todos os parlamentares, ao votarem, estavam plenamente informados acerca do impacto da medida, ou seja, dos gastos tributários decorrentes da desoneração.

“O legislador votou pela aprovação da norma – e, ainda, pela derrubada do veto integral –, com plena consciência e responsabilidade acerca dos custos da política pública que pretendeu ver mantida (e ampliada), compreendendo que os méritos da proposta justificam a sua promulgação”, observou.

Informações Metrópoles


Reprodução/InfoMoney

Javier Milei, o atual presidente da Argentina, conseguiu realizar o que muitos consideravam inalcançável para uma nação assolada por inflação descontrolada: ele estabilizou a moeda do país.

De acordo com informações da revista Exame, dados da Bloomberg indicam que o peso argentino valorizou 25% em relação ao dólar nos últimos três meses, uma métrica conhecida como blue-chip swap, frequentemente utilizada por investidores e empresas. Essa valorização supera os ganhos de todas as outras 148 moedas monitoradas pela agência em relação ao dólar. O feito é ainda mais notável considerando que a menor depreciação cambial na Argentina na última década foi de 15%.

Desde que assumiu a presidência em dezembro, Milei tem se esforçado para controlar os gastos públicos, numa tentativa de conter uma inflação que atingiu quase 300% ao ano. Milei, que orgulhosamente se refere aos seus cortes de gastos como “os maiores da história da humanidade”, representam quase 4% do PIB do país. Esse ajuste agressivo é tão significativo que as autoridades do Banco Central estimam que seja maior que 90% de todos os cortes realizados globalmente nas últimas décadas, segundo a Bloomberg.

Com a valorização do peso, o Banco Central argentino tem conseguido adquirir dólares diariamente no mercado para reabastecer suas reservas internacionais. Atualmente, a maioria das autoridades monetárias ao redor do mundo está fazendo o movimento oposto para valorizar suas moedas frente ao fortalecimento do dólar.

Informações TBN


Fernando Moreno/AGIF

Neste sábado (27), uma transação surpreendente entre Ronaldo Fenômeno e Pedro Lourenço agitou o cenário do futebol brasileiro. Ronaldo, que é o atual proprietário da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Cruzeiro, confirmou a venda para Pedro Lourenço.

Foto: Reprodução/Terra.

Ronaldo, um ícone do Cruzeiro, assumiu o clube em dezembro de 2021, durante um período de instabilidade financeira e futebolística, quando o clube estava na Série B do Campeonato Brasileiro. Sob a liderança de Ronaldo, o Cruzeiro não só subiu da Série B como campeão, mas também conseguiu se manter na elite do futebol brasileiro em 2023, apesar de algumas dificuldades. Além disso, o clube conseguiu se classificar para a Copa Sul-Americana.

Com informações do site BolaVip, Ronaldo Fenômeno adquiriu a SAF do Cruzeiro com o objetivo de resgatar o clube de uma situação desastrosa. Ele cumpriu seus objetivos e desempenhou um papel crucial na recuperação do Cruzeiro, que estava na Série B desde 2020.

De acordo com o portal “No Ataque”, Pedro Lourenço, proprietário da rede de Supermercados BH, chegou a um acordo com Ronaldo para a compra da SAF neste sábado (27). A mudança de gestão entre os dois será oficializada na segunda-feira (29).

Pedro Lourenço assumirá a SAF de forma gradual. No momento da compra, Ronaldo assinou uma cláusula contratual que impede a venda para terceiros antes de um período de 60 meses ou de alcançar R$ 350 milhões em investimentos adicionais. Até que essas cláusulas sejam cumpridas, Lourenço será sócio minoritário do clube, e Ronaldo poderá transferir totalmente o controle do clube para ele. Este é o fim de um ciclo muito benéfico para o Cruzeiro, que agora aguarda seu novo proprietário.

Informações TBN


Declaração é a primeira desde que o presidente do país – que não faz parte do governo – defendeu reparar o Brasil por escravidão, massacre de indígenas e saques contra o Brasil. Neste sábado, Marcelo Rebelo de Sousa disse que o cancelamento de dívidas e oferta de financiamento são formas de compensação.

Primeiro-ministro de Portugal Luís Montenegro — Foto: Pedro Nunes/Reuters

Primeiro-ministro de Portugal Luís Montenegro — Foto: Pedro Nunes/Reuters 

O governo de Portugal declarou que “não esteve e não está em causa nenhum processo ou programa de ações específicas” relacionado a reparação às ex-colônias. 

Em nota, o governo afirma que “as relações do povo português com todos os povos dos Estados que foram antigas colônias de Portugal são verdadeiramente excelentes, assentes no respeito mútuo e na partilha da história comum”. As informações foram divulgadas pelo jornal português Público neste sábado (27). 

O posicionamento é o primeiro desde que o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, admitiu reparar o Brasil por conta da escravidão, das mortes de indígenas e dos saques durante a era colonial. Entre os séculos 15 e 19, seis milhões de africanos foram sequestrados, transferidos a força pelo Atlântico em navios portugueses e vendidos como escravizados, principalmente para o Brasil. 

A fala de Rebelo de Sousa – o primeiro a admitir reparação histórica – foi rebatida por parlamentares da Aliança Democrática, coalização de centro-direita que governa Portugal. O líder do Chega, partido de extrema-direita, chamou o ato de traição. 

Neste sábado (27), Rebelo de Sousa voltou ao assunto e disse que o cancelamento de dívidas, a oferta de financiamento às ex-colônias e a facilitação da mobilidade dos cidadãos desses países são formas de compensação. 

“Não podemos colocar isso debaixo do tapete ou na gaveta. Temos a obrigação de pilotar, de liderar esse processo”, afirmou. “Mas a reparação é pagar uma indenização? Não, é uma realidade que já começou há 50 anos (…) Toda a nossa cooperação foi, durante 50 anos, além de uma construção do presente e do futuro, uma forma de reparação.”

Para o presidente, o processo de reparação não se resume, necessariamente, ao pagamento de indenização aos países envolvidos. Ele alega que essa é uma realidade que começou há 50 anos, usando como exemplo o perdão de dívidas a países colonizados, além de linhas de crédito, financiamentos e outros programas vinculados às ex-colônias. 

Foram mais de quatro séculos de era colonial, quando países como Brasil, Angola, Moçambique, Benin, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, além de partes da Índia estavam sob domínio português. 

Em Portugal, o governo e a presidência da República são instituições diferentes. O governo é formado por parlamentares e liderado por um primeiro-ministro. O presidente da República é chefe de Estado e nomeia o primeiro-ministro a partir da indicação do parlamento. 

Portanto, o poder do presidente acaba sendo mais simbólico e, na prática, é o premiê quem governa o país. Para que alguma medida de reparação seja efetiva, a proposta deve passar pelo Parlamento. 

Inquérito contra o Banco do Brasil

O debate sobre reparação não é exclusividade de Portugal. No Brasil, o Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito civil público inédito para investigar o envolvimento do Banco do Brasil em crimes ligados à escravidão e tráfico de africanos no século 19

A ação conta com a pesquisa de 14 historiadores de 11 universidades que apontam a relação da instituição com o mercado escravagista. Entre os apontamentos, o inquérito fala sobre a presença de alguns um dos maiores traficantes de escravizados da época na relação de fundadores e acionistas do Banco do Brasil.

Informações G1


O pré-candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil) conquistou o apoio de mais lideranças religiosas e políticas na manhã deste sábado (27). O anúncio foi feito durante o lançamento da pré-candidatura de Jorge Oliveira, do Partido Renovação Democrática (PRD), a vereador de Feira de Santana, no auditório da Faculdade Anísio Teixeira (FAT).
Diante de centenas de pessoas que lotaram o auditório, diversas lideranças religiosas e políticas, a exemplo do bispo Roque Mamona, muito conhecido em Feira de Santana pelo seu trabalho ligado a várias associações evangélicas no município, anunciaram oficialmente apoio a José Ronaldo na caminhada para retornar à Prefeitura de Feira de Santana.
Ex-vereador de Feira de Santana, Jorge Oliveira pretende retornar à Casa da Cidadania defendendo bandeiras a favor da família, do desenvolvimento social e de um governo municipal que garanta a manutenção do crescimento e desenvolvimento de Feira de Santana.


Foto: Tiago Caldas/EC Bahia

Neste sábado (27), o Bahia recebe o Grêmio, às 21h, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O histórico do confronto não é favorável para o Esquadrão – dos últimos 10 jogos contra a equipe gaúcha, o time baiano venceu apenas um. Porém, o Tricolor contará com a força da torcida na Arena Fonte Nova, local em que ainda não perdeu com a equipe principal.

Mais uma vez, o treinador Rogério Ceni terá a maioria dos jogadores à disposição para a partida. Apenas o lateral-esquerdo Ryan e o volante Acevedo seguem em recuperação de lesão.

O Bahia é o nono colocado com quatro pontos. Já os gaúchos estão em quinto e somam seis na tabela.
*Metro1


Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

A Bahia possui 1,6 milhão de eleitores com títulos cancelados (excluindo óbitos). Os dados foram divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) na última quinta-feira (25). Diante desse quadro, o TRE-BA realiza plantões para regularização nesta sábado (27), das 8h às 14h, nas 19 zonas eleitorais de Salvador e em todas do interior do estado.

A iniciativa contemplará os Cartórios Eleitorais de Salvador e do interior do estado. As unidades do TRE-BA nos SACs não participarão do plantão. Para ser atendido nos postos de atendimento da Justiça Eleitoral é importante apresentar um documento oficial com foto e comprovante de residência atualizado, emitido há no máximo três meses.

Antes de comparecer ao cartório ou a um posto de atendimento da Justiça Eleitoral, o TRE orienta que se consulte a situação cadastral no site do TRE-BA, pelo (71) 3373-7000 ou ainda enviando uma mensagem para o WhatsApp n mesmo número. 

O título de eleitor é cancelado quando o cidadão para quem o voto é obrigatório, com idade entre 18 e 70 anos, deixa de votar por três eleições consecutivas e não justifica as ausências. O título também é cancelado quando o eleitor não comparece à revisão do eleitorado, promovida pela Justiça Eleitoral, em seu município.
*Metro1