
foto: reprodução
O lançamento do perfume associado ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) está agendado para ocorrer nesta quinta-feira (30). O responsável pela criação é Agustin Fernandez, conhecido por sua proximidade com Michelle Bolsonaro.
Nas redes sociais, Fernandez compartilhou uma foto dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
A nova fragrância, intitulada “Mito”, está gerando grande expectativa entre os interessados. Embalagens em tom azul foram apresentadas no perfil de Fernandez, com a caixa mostrando uma imagem do ex-presidente segurando um frasco, acompanhado do nome “Jair Bolsonaro” em letras douradas. O produto será oferecido em um frasco de 100 ml.
Em uma das postagens, Fernandez alertou seus seguidores sobre possíveis golpes, destacando que a compra deve ser feita exclusivamente através do link disponível em sua biografia ou na da ex-primeira-dama.
O maquiador de Michelle Bolsonaro afirmou que a fragrância será apresentada em uma “tour” pela jornada do mito, enfatizando seu valor sentimental.
A primeira fragrância associada a Bolsonaro foi lançada em 21 de março deste ano, coincidindo com seu 69º aniversário. Após o lançamento, Fernandez teve que usar suas redes sociais para alertar sobre vendas falsas do produto, que naquela época estava sendo comercializado por R$ 159,90.
Informações TBN

Mesmo após entrar em acordo com o Governo Federal, a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes) informou que a categoria irá continuar com a paralisação das atividades em universidades e institutos federais por tempo indeterminado.
Assembleias foram realizadas nesta terça-feira (28) e a categoria teve maioria de votos para manutenção da greve. Os professores reivindicam reajuste salarial de 7,06% em 2024, de 9% em janeiro de 2025 e de 5,16% em 2026. Entretanto, o governo negou o aumento deste ano, oferecendo 9% em 2025, e 5,16% em 2026.
Com a proposta, a classe de trabalhadores decidiu manter os protestos para o reajuste salarial, que já dura mais de 50 dias sem aulas em 63 instituições espalhadas pelo Brasil. Dentre elas, estão a Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb).
Segundo publicação da Folha de São Paulo, a votação pela manutenção do estado de greve já era prevista, visto que o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), negou a proposta do governo para negociação salarial. A divergência com a Proifes indica que as instituições têm posturas distintas em relação às demandas.
*Metro1
Foto: UFBA

Prefeito Colbert Filho é recebido pelo presidente do TCM O prefeito Colbert Martins filho realizou uma visita institucional ao presidente do Tribunal de Contas do Município, Francisco de Souza Andrade Netto, nesta terça-feira (28). O gestor feirense esteve acompanhado pelo procurador geral do Município, Antônio Augusto Graça Leal, e pelo presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Carlos Alberto Moura Pinho.
*Secom/PMFS
A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) dará continuidade às discussões com vistas a elaboração do Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR) e implementação da Lei Aldir Blanc 2 no município.
Participam destas escutas, agentes culturais e membros da comunidade em geral. O objetivo é colher ideias e sugestões sobre o uso dos recursos da Lei para o fortalecimento da cultura local.
Segundo o secretário da pasta, Jairo Carneiro Filho, o Ministério da Cultura prorrogou por 60 dias o prazo para cada município lançar no sistema o seu PAAR.
“Fomos informados dessa prorrogação e, diante do resultado positivo das escutas, vamos ampliar as reuniões para mais localidades com o objetivo de consolidar a elaboração do PAAR”.
As datas dos próximos encontros e respectivas localidades serão divulgadas a partir de segunda-feira (3), sendo 18 de junho a data da reunião do Conselho de Cultura para finalizar as escutas.
*Secom\PMFS

O único senador do PT que votou a favor da derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no projeto de lei sobre à “saidinha” temporária de presos, Fabiano Contarato (ES), disse que não apoiou a decisão do petista, porque “não acha razoável” a quantidade de benefícios já existentes aos presidiários.
Segundo ele, os benefícios passam “a certeza de impunidade” para famílias de vítimas por homicídio. Nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional rechaçou o corte do chefe do Executivo ao texto, que buscou abrir uma brecha para permitir permissão de visita de presos aos parentes.
Ao Estadão, Contarato afirmou que a quantidade de benefícios existentes na Lei de Execução Penal e no Código Penal “não é razoável”.
– Passa para as famílias das vítimas de qualquer crime não a sensação, mas a certeza de impunidade. Por isso que votei pela derrubada do veto. Vamos considerar que uma pessoa, então, foi condenada a nove anos. Com um sexto ela já sai para o regime aberto. A cada três dias que trabalha ela ganha um, por remição da pena de trabalho, e com um terço da pena hoje ela já sai de vez do livramento condicional – disse Contarato.
E completou:
– A pessoa já tem inúmeros benefícios, tanto no Código Penal quanto na Lei de Execução Penal, e com a saída temporária de forma indiscriminada, 35 dias em cinco vezes por ano. Como explica isso para uma mãe cujo filho foi morto por disparo de arma de fogo que o culpado vai ficar pouco mais de dois anos preso? Não é razoável.
Por 314 votos pela queda, 126 pela manutenção e duas abstenções, os deputados preferiram retomar o texto original aprovado na Casa. No Senado, 51 parlamentares acompanharam a posição da Câmara, 11 votaram em favor da “saidinha” e um senador se absteve.
Entre os deputados, 56 petistas apoiaram a manutenção do veto. Apenas uma deputada foi contra a decisão de Lula: Maria do Rosário (RS), histórica defensora das pautas que envolvem os direitos humanos. O Estadão procurou a parlamentar, mas não obteve retorno.
Delegado de polícia por 27 anos, Fabiano Contarato foi eleito senador pelo Espírito Santo em 2018, pela Rede Sustentabilidade. Em dezembro de 2021, ele deixou o partido pelo qual venceu o pleito e ingressou no PT. Entre 2022 e 2023, ele foi líder da sigla de Lula no Senado.
*AE
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Uma procissão saindo às 17h da comunidade Umbuzeiro até a sede do distrito Governador João Durval Carneiro, seguida de missa na Igreja Nossa Senhora dos Remédios abrem a programação da Festa do Vaqueiro de Ipuaçu, nesta sexta-feira (31).
A programação prossegue no sábado (1º) e domingo (2) com a realização de shows. Entre as atrações confirmadas Canindé, Neném do Acordeon, Dr. Edy, Balanço Gostoso, Jaldo Rodrigues, A Vaqueirama, Carla Sanchez, Regi Vaqueiro, Malícia sem Vergonha, Moises Almeida, Netto Britto, 100 Parea e Alan Fernandes.
Essa é a XXIII edição do evento que tem o apoio da Prefeitura de Feira de Santana. A festa atrai grupos de municípios da região, como Tanquinho, Santa Bárbara, Santanópolis e Irará.
*Secom/PMFS

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, enalteceu a ação do Congresso Nacional que, em sessão conjunta de deputados e senadores, derrubou vetos do presidente Lula (PT) como ao que restabelecia as saidinhas da prisão. “Por maioria maiúscula, conseguiu-se derrubar vetos do presidente da República a medidas legais muito sérias, uma delas da saidinha”, disse Roma, nesta quarta-feira (29), em entrevista à Rádio Abelha Dourada FM, de Itiúba.
O dirigente partidário e ex-deputado federal destacou que, ao contrário dos parlamentares, o governo está desconectado da realidade e dos sentimentos do povo brasileiro. “O parlamentar brasileiro anda na rua, os parlamentares estão em sintonia com o que ocorre com a vida dos cidadãos. O PT é bom de propaganda, mas na Bahia, onde já são cinco governos do PT, os números só pioram”, mencionou Roma, ao falar, por exemplo da violência. O PT, salientou João Roma, “sabe fazer política demagógica, populismo e querer jogar com a plateia”.
O presidente do PL também criticou o aumento de 4% dado pelo governo estadual aos servidores. “É um contrassenso, pois é o mesmo PT que diz que defende o servidor e o cidadão necessitado. Quando chega a hora de valorizar o servidor, faz cara de paisagem, usa todo tipo de desculpa”, comentou Roma, ao falar sobre o argumento do governo estadual de que precisaria prezar pelo equilíbrio financeiro. Na mesma sessão em que aprovou somente 4% de aumento ao funcionalismo estadual, o governo conseguiu mais um empréstimo de R$ 2 bilhões – o governo Jerônimo Rodrigues já soma R$ 6 bilhões em empréstimos.
João Roma diz que estas ações equivocadas do governo têm reflexos na economia e na insegurança que se alastra pelo estado. “Na Bahia, não se encontra oportunidade de trabalho. O crime organizado está se instalando e encontrando solo fértil; até em cidades pequenas, se encontram facções e grupos criminosos. E o PT ainda queria aprovar saidinha. Esse é o reflexo da falta de sintonia entre a população e o governo”, pontuou Roma.
O ex-ministro da Cidadania ainda informou que cumprirá agenda em Itiúba, ao lado da deputada federal Roberta Roma, na sexta-feira (1º). O presidente estadual do PL está focado em fortalecer o partido nos principais municípios baianos para que, em 2026, haja uma representação de prefeitos e vereadores, além de diretórios municipais da sigla, que levem as propostas do partido para os baianos. “Estamos trabalhando para que, em 2026, a Bahia seja motivo de orgulho para o Brasil”, disse Roma, que pretende disputar o governo estadual daqui a dois anos.

A Expo Campo Forte, organizada pelo Governo do Estado, Prefeitura de Anguera e a Secretaria de Agricultura, terá início nesta quarta-feira (29) no município de Anguera. O prefeito Mauro Vieira publicou um vídeo em suas redes sociais para reforçar a importância da Expo e convidar a população.
O evento promete ser um encontro para a troca de conhecimentos, inovação e fortalecimento de laços entre produtores, fornecedores e a comunidade em geral do setor agrícola.
“É com grande alegria e satisfação que anunciamos o início de um dos eventos mais aguardados do ano: a Expo Campo Forte. Amanhã, dia 29, daremos início a este grande evento, que celebra a força e a diversidade do setor agrícola de nossa região”, afirmou o prefeito Mauro Vieira.
Veja o vídeo:
Papéis da varejista caíram 6,54% nesta terça-feira (28/5). Reunião vai analisar acusações de ex-donos do Kabum contra CEO da varejista

As ações do Magazine Luiza registraram a maior queda do pregão da Bolsa brasileira (B3) desta terça-feira (28/5). Elas caíram 6,54%, cotadas a R$ 12,69, no dia em que o Ibovespa, o principal índice da B3, recuou 0,58%, fechando aos 123.779 pontos.
Essa, contudo, não é a única má notícia para a empresa. O tombo dos papéis ocorreu na véspera de uma assembleia extraordinária de acionistas, prevista para acontecer às 16 horas desta quarta-feira (29/5). Nela, os ex-donos do Kabum, os irmãos Thiago e Leandro Ramos, querem que a varejista mova uma ação de responsabilidade contra o CEO da companhia, Frederico Trajano.
Embora os dois fatos não estejam relacionados, um não ajuda o outro. No caso da queda das ações, Lucas Lima, analista da VG Research, considera que elas desceram a ladeira basicamente por dois motivos.
Um deles, diz Lima, é o fato de o varejo como um todo estar sendo pressionado pela alta na curva de juros americana e brasileira. Esse setor da economia precisa de crédito para vender seus produtos e sair da lama. Se as taxas de juros sobem, o crédito não vem – e as expectativas dos investidores desabam, puxando as ações.
Além disso, afirma o analista, os papéis do Magalu “ainda devem estar reagindo” ao agrupamento (o mercado usa o jargão “grupamento”) na proporção de 10 para 1, levado a cabo no pregão de segunda-feira (27/5). Nesse processo, 10 ações são reunidas numa só e seus valores, somados.
Na sexta-feira (24/5), os papéis fecharam cotados a R$ 1,32, com queda de 7,04% no dia, fazendo com que, com o ajuste, cada um passasse a valer R$ 13,20 após o pregão. Em geral, o agrupamento reduz a volatilidade dos papéis e afasta a possibilidade de uma companhia virar uma “penny stock” na Bolsa – como são chamadas as ações que valem menos de R$ 1.
De acordo com dados levantados pelo analista Einar Rivero, da Elos Ayta Consultoria, as ações do Magazine Luiza caíram 42,74% nos últimos 12 meses, sendo 9,63% em 2024. Nesta semana, a queda foi de 6,89%.
No caso da assembleia extraordinária de acionistas, a perspectiva é de novas turbulências. Ela foi convocada a pedido dos irmãos Ramos, os ex-donos do Kabum, a plataforma de e-commerce focada em tecnologia e games. A dupla vendeu a empresa para o Magalu em julho de 2021, mas desde o início do ano passado contesta o negócio na Justiça. Além disso, os irmãos detêm ações ordinárias que representam 1,014% do capital social da companhia.
E toda a munição que poderá ser usada contra Frederico Trajano pelos ex-donos do Kabum na assembleia se tornou pública na sexta-feira (24/5), a partir das 18h59. Isso porque, nesse horário, a empresa publicou os documentos relacionados à convocação do encontro extraordinário de acionistas no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Eles incluem uma carta enviada pelos irmãos ao conselho de administração da varejista, com data de 3 de maio, e uma declaração da dupla, de 29 de abril. No primeiro documento os Ramos afirmam que Trajano cometeu fraude contábil que teria resultado em um ajuste acumulado no patrimônio líquido de R$ 829,5 milhões. Dizem ainda que, após o início das atividades de integração das companhias, alertaram o CEO do Magalu e outros diretores da varejista a respeito de uma “grave deficiência no controle contábil de estoque”.
Eles afirmam ter alertado os executivos sobre um problema no lançamento contábil do preço de entrada das mercadorias no Magazine Luiza. Segundo os Ramos, ao contrário do que ocorria no Kabum, esse processo não era automatizado no Magalu, mas realizado manualmente por quem tinha interesse pessoal em que ele fosse registrado o menor valor possível da transação. Isso porque as bonificações para os funcionários eram tanto maiores quanto menor o preço pago pelas mercadorias.
Os Ramos dizem também que Fred, como é conhecido no mercado, teria agido de forma intencional para deixar prescrever um crédito fiscal de R$ 39 milhões, em valores atualizados, que havia sido reconhecido a favor do Kabum. Acrescentam que a medida teria sido tomada para “satisfazer um desejo pessoal de vingança” contra eles.
Em carta enviada ao conselho de administração do Magalu, responsável pela convocação da assembleia extraordinária, Fred Trajano contestou todas as acusações. Ele afirmou que os ataques dos Ramos eram o “mais recente exemplo das condutas que têm sido adotadas por seus autores, em sua cruzada para obter da companhia vantagens que não lhes são devidas por força dos contratos celebrados quando da venda do Kabum”.
Em relação à questão contábil, Trajano disse que “todos os fatos foram exaustivamente publicados e as conclusões devidamente comunicadas aos acionistas e ao mercado em geral em novembro de 2023”. “A pretensão de reabrir artificialmente esse assunto é a prova cabal de que a autuação dos antigos acionistas do Kabum visa exclusivamente ao seu próprio (e indevido) interesse”, diz.
A respeito do crédito tributário, Trajano diz que ele só “não foi apresentado à Receita Federal porque os vendedores do Kabum se omitiram em apresentar à companhia os elementos necessários à formulação do pedido de reconhecimento. Diz o CEO do Magalu que, como eles “eram os únicos beneficiários do reconhecimento do crédito, tudo leva a crer que sua omissão se deveu à impossibilidade de cumprirem a obrigação que lhes cabia”. “Não conseguindo demonstrar a veracidade do crédito, sua reação decorre apenas de sua frustração por não obterem um pagamento que a companhia, no interesse de seus verdadeiros acionistas, corretamente não realizou”, acrescenta.
Informações Metrópoles

A Câmara dos Deputados aprovou, nessa terça-feira (28/5), a suspensão dos trechos do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a regulamentação de posse e colecionismo de armas e clubes de tiro. O projeto também autoriza a instalação de clubes de tiro a uma distância inferior a 1 km de escolas públicas ou privadas.
Poderão ser colecionadas armas automáticas de qualquer calibre, longas semiautomáticas de uso restrito, bem como armamentos do mesmo tipo, marca, modelo e calibre utilizados pelas Forças Armadas – eram proibidos no decreto. O projeto ainda passará pelo Senado.
A sessão se aproximava do fim quando a proposta foi incluída como item extra devido a uma articulação entre deputados e governo, não estando na pauta original.
A atividade de colecionamento não estará mais restrita a pessoa jurídica qualificada como museu, segundo a nota. Foi retirada, do texto, a definição do rol sobre armas de pressão por gás comprimido ou por ação de mola, com calibre superior a seis milímetros.
Projeto também suspende critérios para progressão de nível e concessão de registro para Colecionadores de Armas, Atiradores e Caçadores (CACs). A relatora da sessão foi a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).
Certificado de Registro
A relatora do projeto, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), propôs a exclusão do artigo que exigia que os atiradores comprovassem, a cada 12 meses, a participação em treinamentos ou competições em clube de tiro para a concessão do Certificado de Registro.
“Tal exigência é socialmente inviável, especialmente para atiradores amadores que têm outras ocupações. A imposição de participar de inúmeros eventos com inúmeras armas ao mesmo tempo contraria os princípios da segurança pública e da promoção do desporto”, destacou a parlamentar.
Informações Metrópoles