
Em uma recente pesquisa da CNN, o presidente Trump aparece à frente de Biden em uma corrida eleitoral. Os dados mostram que Trump lidera Biden por 49% a 43% em uma disputa direta.
Quando incluídos candidatos de terceiros partidos, a liderança de Trump sobre Biden aumenta ainda mais, com o ex-presidente recebendo 42% dos votos, enquanto Biden recebe 33%.
Além disso, a pesquisa também revelou a opinião do público sobre o sucesso das presidências de ambos os políticos. 55% dos entrevistados consideram a presidência de Trump um sucesso, enquanto apenas 39% acreditam que a presidência de Biden é um sucesso.
Esses números indicam uma clara preferência por Trump neste momento.
Informações TBN

Mais de 200 pessoas foram detidas neste sábado (27) em quatro universidades dos Estados Unidos durante protestos pró-Palestina.
Segundo o jornal “The New York Times”, os manifestantes foram detidos na Universidade Northeastern, na Universidade Estadual do Arizona, na Universidade de Indiana e na Universidade de Washington em St. Louis, enquanto a polícia tenta conter o crescimento no número de protestos nas faculdades dos EUA.
Com isso, o número de manifestantes detidos desde o início dos protestos, em 18 de abril, chega a 700. A onda de protestos atinge algumas das universidades de maior prestígio dos EUA, como Columbia, Harvard e Yale.
Os manifestantes são contra a atuação de Israel na guerra contra o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza — e pedem para que as instituições de ensino cortem laços com Israel e também com empresas que, segundo os alunos, viabilizam a guerra.
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Estudantes que tentavam montar acampamento em universidade no Missouri (EUA) foram detidos neste sábado (27) — Foto: Christine Tannous/St. Louis Post-Dispatch via AP
Parte da comunidade universitária se incomodou com os protestos: alunos e professores judeus afirmam que as manifestações têm se tornado antissemitas, e que eles têm medo de pisar nos campi.
Shai Davidai, um professor da faculdade de administração da Universidade Columbia, em Nova York, afirmou que foi impedido de entrar em uma parte do campus. Davidai é um judeu israelense americano.
O epicentro desse movimento é a Universidade Columbia, em NY, onde há um acampamento de ativistas com bandeiras palestinas e mensagens de solidariedade a Gaza.
Neste sábado, na Universidade de Washington, em St. Louis, mais de 80 detenções foram feitas e o campus foi fechado à noite, de acordo com um comunicado das autoridades da universidade.
A nota, segundo o jornal “The New York Times”, acrescenta que a polícia do campus ainda estava processando as detenções.
Jill Stein, candidata do Partido Verde às eleições presidenciais de 2024, estava entre os manifestantes detidos, juntamente com o seu coordenador de campanha e outro integrante da equipe, disse um porta-voz da campanha.
Na manhã de sábado, na Universidade Northeastern, em Boston, no estado de Massachusetts, os manifestantes montaram um acampamento no Centennial Common do campus esta semana e atraiu mais de 100 apoiadores. A administração pediu aos manifestantes que saíssem, mas muitos estudantes não obedeceram à ordem de retirada.
Policiais do estado de Massachusetts chegaram ao local, ainda na madrugada de sábado, e começaram a prender os manifestantes, algemando-os e desmontando várias tendas.
Dezenas de estudantes são presos em manifestações pró-Palestina, nos EUA
Eles disseram que prenderam 102 manifestantes. Não ficou claro quantos dos presos eram estudantes. A universidade informou que os alunos que mostrassem suas carteiras de identidade universitárias estavam sendo libertados.
Por volta das 11h de sábado, a maior parte do acampamento foi liberada.
A detenção em massa em Northeastern foi a segunda repressão na manhã de sábado contra manifestantes em um campus de Boston em menos de uma semana. Na manhã de quinta-feira, policiais da cidade prenderam 118 pessoas no Emerson College depois que os manifestantes se recusaram a sair do acampamento e formaram uma barricada.
Policiais prendem estudante durante manifestação na Universidad de Emory, nos EUA, em 25 de abril — Foto: Mike Stewart/AP
Na Universidade Estadual do Arizona, a polícia escolar prendeu 69 pessoas na manhã de sábado depois que elas montaram um acampamento não autorizado, o que viola a política da universidade.
A universidade afirmou que os manifestantes criaram um acampamento e que o grupo foi instruído várias vezes a se dispersar.
Na Universidade de Indiana, onde a polícia universitária prendeu 33 pessoas em um acampamento no início desta semana, o campus e a polícia estadual prenderam mais 23 manifestantes no sábado. As autoridades disseram que um grupo “ergueu inúmeras tendas e toldos na noite de sexta-feira com a intenção declarada de ocupar o espaço universitário indefinidamente.”
Universidades de todo o país usaram estratégias diferentes na semana passada para reprimir os protestos. Algumas recuaram e procuraram diminuir as tensões, enquanto em outras faculdades, como a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Emory, a polícia correu para desmantelar acampamentos e prender estudantes e membros do corpo docente.
Em Harvard, o acesso ao seu histórico Harvard Yard ficou com acesso restrito, permitindo a entrada apenas daqueles que apresentassem carteira de identidade universitária. A universidade também suspendeu um grupo pró-Palestina, mas mesmo assim o grupo e seus apoiadores montaram um acampamento no pátio.
Projetos avaliados por Lira na área de segurança pública foram apresentados por governadores do Sul e do Sudeste em março deste ano

O tema da segurança pública tem sido um dos grandes desafios do governo federal no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expectativa é que, ao longo dos próximos meses, o debate se estenda para o Congresso Nacional.
Esse é um dos desejos de governadores de diversos estados e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em entrevista à Globo News na última quinta-feira (25/4), Lira foi questionado se a Câmara se mobilizará para tratar de temas ligados à atuação de milícias, operações e abordagens policiais, e proteção de fronteiras.
“Recebi os governadores do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), com aqueles projetos que vão ser pautados agora. Fazem respeito à progressão de pena e à questão de como as apreensões e prisões são feitas. Enfim, tratam ali de uma infinidade de questões. Mas a segurança pública que, como venho dizendo publicamente, vai ser tema de muita relevância neste ano — lógico que ali, misturada durante o período [de tramitação] da reforma tributária, por todo o clima de insegurança e de despesa que isso dá ao Estado e que isso dá ao cidadão, às pessoas, às empresas”, respondeu Lira.
Os projetos mencionados por Lira foram apresentados pelos governadores do Cosud em março deste ano. O grupo também entregou os textos ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.
O consórcio reúne os chefes dos Executivos de Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. O grupo elaborou quatro minutas de projetos que tratam sobre audiências de custódia, abordagens policiais, monitoração eletrônica e qualificação do crime de homicídio.
Procurados pela reportagem do Metrópoles, líderes partidários afirmaram que o presidente da Câmara ainda não abriu o debate sobre as propostas nem pediu consulta às bancadas.
O Metrópoles também apurou que o presidente do Cosud, Ratinho Jr. (governador do Paraná), não teve agendas com Lira para tratar do tema nos últimos dias. No entanto, Ratinho apresentou entusiasmo em relação ao compromisso do presidente da Câmara em debater o combate à criminalidade no país.
A expectativa é que os itens sejam pautados ao longo do ano. A tarefa é um desafio, já que o Congresso Nacional ficará mobilizado para a tramitação da regulamentação da reforma tributária, além das movimentações para as eleições municipais deste ano.
1 — Audiências de custódia
A primeira minuta elaborada pelos governadores busca endurecer os procedimentos relacionados à audiência de custódia. O texto propõe que a prisão seja convertida em preventiva se:
Na justificativa do projeto, os governadores alegam que as propostas podem dar “mais efetividade à atuação do Estado”.
2 — Abordagens policiais
O grupo também apresentou uma minuta de projeto para tratar de abordagens policiais, ampliando o escopo de situações em que uma autoridade policial pode realizar buscas. A legislação atual permite as buscas pessoais, independentemente de mandado no caso de prisão, ou quando houver suspeita de que a pessoa porta arma ou objetos que constituam corpo de delito, ou ainda em caso de buscas domiciliares.
A redação proposta pelos governadores autoriza as abordagens com base em situações circunstanciais, “como comportamento, tempo, lugar ou outras que despertem no policial uma percepção de ameaça às pessoas, ao patrimônio e à ordem pública, as quais deverão ser relatadas à autoridade policial quando do efetivo registro de ocorrência”.
O texto também veda a atuação com base em preconceito de “qualquer natureza”, como raça, etnia, gênero, orientação sexual ou culto.
3 — Monitoração eletrônica
Os governadores também propuseram normas para o compartilhamento de dados de monitoração eletrônica de presos entre forças policiais, mesmo que não haja autorização judicial. O objetivo, segundo o Cosud, é “otimizar as rotinas de prevenção à criminalidade na atuação policial e qualificar a investigação”.
A ideia é autorizar e regular o compartilhamento de dados de tornozeleiras eletrônicas registradas nos órgãos do Poder Executivo, para que forças de segurança possam utilizar as informações sem autorização da Justiça. O compartilhamento abrangeria as polícias civis, militares, Federal e Rodoviária Federal.
4 — Qualificadora por ordem ou a mando de organização criminosa
O último projeto busca incluir, entre as qualificadoras do crime de homicídio, a hipótese de prática por meio de uma organização ou associação criminosa. A ideia é criar normais mais rigorosas para a concessão da progressão de regime e para o livramento condicional.
Informações Metrópoles
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Montagem – Palco do show da Madonna em Copacabana — Foto: TV Globo/Reprodução e Evan Agostini/Invision/AP
Madonna no Rio: 3 aviões vão transportar 270 toneladas de equipamentos
Com equipe e estrutura dignas de uma rainha, a cantora Madonna traz uma equipe de 200 pessoas e 270 toneladas de equipamentos, que começaram a chegar ao Rio neste domingo (28). Dois dos três aviões que trazem o material já pousaram no terminal de cargas do Aeroporto Galeão.
Todo o aparato será levado para Copacabana, na Zona Sul da cidade, em 30 caminhões. No local está sendo montado o palco da última apresentação da pop star na turnê Celebration Tour, no sábado (4).
Essa é a 4ª vez que a Madonna se apresenta no Brasil. A última foi há 12 anos. ela já apresentou ao país a turnê ‘The Girlie Show’, em 1993, a ‘Sticky and Sweet Tour’, em 2008 e a ‘MDNA’ em 2012.
Desta vez, a apresentação nas areias de Copacabana será a única da cantora em toda a América do Sul, e os fãs brasileiros poderão ver de pertinho – seja nas areias da praia ou no conforto de casa – a diva pop interpretar os maiores hits da sua extensa carreira.
A apresentação no Rio será o encerramento da turnê mundial e o maior show da carreira da artista. O DJ norte-americano Diplo foi anunciado como convidado especial.
Como tradição, a cantora promete não só um espetáculo em termos musicais, mas também visuais. do cenário ao figurino, o show da artista é repleto de glamour.
A apresentação vai durar 2 horas, e quem quiser evitar a multidão poderá ouvir a apresentação atrás do palco, já que haverá torres de som dos 2 lados da boca de cena.
A Prefeitura do Rio de Janeiro e o governo do estado deram detalhes, nesta quinta-feira (25), do plano operacional para o megaevento. A previsão de público aumentou, e as autoridades esperam 1,5 milhão de pessoas nas areias de Copacabana — antes era 1 milhão.
A estrutura está sendo montada em frente ao Copacabana Palace, voltada para o Leme. Os organizadores estimam que atrás do palco e da área de serviço, em direção ao posto 6, esteja menos cheio.
Haverá DJs tocando a partir das 19h. Às 20h, assume o DJ Diplo. Madonna subirá ao palco às 21h45. o show deve terminar às 23h45 — se a rainha não quiser esticar.

A múmia de um monge budista foi encontrada dentro de uma estátua de Buda de mil anos. A descoberta, que ocorreu há quase dez anos, até hoje chama a atenção e é envolta em mistérios.
A múmia foi descoberta em 2015, quando um comprador da estátua a levou a um especialista para restauração. Pesquisadores levaram o objeto milenar para o Centro Médico Meander, na Holanda. Lá, foi feita uma tomografia computadorizada que revelou que a estátua de 1,2 metro de altura escondia os restos mortais de um monge mumificado.
Os exames revelaram que a múmia era de um homem, com idade entre 30 e 50 anos, que foi mumificado e provavelmente mantido em um mosteiro durante 200 anos antes de ser coberto por papel machê para fazer a estátua banhada em ouro, segundo a CBS News.
Os órgãos do monge haviam sido removidos e substituídos por pedaços de papel com caracteres chineses antigos e outros materiais, de acordo com o History Channel.
A múmia estava sentada na posição de lótus, sobre panos também cobertos de inscrições chinesas. Acredita-se que ela seja do monge budista chamado Liuquan, um membro da Escola Chinesa de Meditação que teria vivido por volta do ano 1100.
O monge praticou a automumificação para se preparar para a vida após a morte, segundo a CNN. O processo de automumificação envolve ser enterrado vivo dentro de uma câmara enquanto medita. Essa é uma tradição conhecida em países como Japão, China e Tailândia.
Roubo e coleção
A múmia estava exposta no Museu Drents e pertencia ao colecionador holandês Oscar van Overeem.
Os moradores da cidade chinesa de Yangchun acreditam que a estátua do Buda foi roubada do local em 1995. Já Oscar van Overeem disse que a comprou por 40 mil euros (cerca de R$ 223 mil na cotação atual) em 1996 de outro colecionador, que por sua vez a adquiriu de um amigo artista chinês no final de 1994 ou início de 1995, segundo o Daily Mail.
Em 2018, a cidade reivindicou ao colecionador a devolução da estátua. Conforme relatado pelo El País, ele argumentou que a peça não era a mesma reivindicada pelos chineses, mas pensou em colaborar para sua devolução. Depois disso, o holandês teria doado a estátua a um empresário chinês.

CCJ aprovou texto na última semana, com forte apoio da oposição; especialistas avaliam medida como inconstitucional. Texto está pronto para plenário, mas sem data para votação.
Após restrições impostas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à legislação que flexibilizava o porte e a posse de armas de fogo, a oposição na Câmara dos Deputados– alinhada ao ex-presidente Jair Bolsonaro– tenta avançar na política armamentista conferindo poder aos estados para legislar sobre o tema.
Um projeto aprovado nesta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) autoriza estados e o Distrito Federal “a disporem de forma específica sobre a posse e o porte de armas de fogo, para fins de defesa pessoal, práticas desportivas e de controle de espécies exóticas invasoras”.
CCJ discute se estados podem legislar sobre armas
Se a proposta se tornar lei, os estados que decidirem fazer legislação específica sobre o assunto precisarão comprovar que têm condições de fiscalizar os donos das armas.
O texto em análise também define que as futuras autorizações estaduais só garantiriam o uso ou a posse das armas dentro de seu território.
A votação na CCJ foi apertada, o que indica que o debate tende a ser dividido. O texto também passou pela Comissão de Segurança Pública e está pronto para ser pautado no plenário, mas ainda não há uma data definida para a votação e o presidente da Câmara, Arthur Lira(PP-AL) não se manifestou.
O modelo proposto é semelhante ao adotado nos Estados Unidos, onde cada estado define sua própria legislação sobre o tema. Apesar disso, especialistas apontam que, por lá, o controle de armas é frágil.
“Nos Estados Unidos, existem estados onde sequer se analisam antecedentes criminais para a compra de arma de fogo”, diz Roberto Uchoa, membro do conselho do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Em outros é permitida venda para adolescentes. Isso faz com que quem queira comprar uma arma consiga, se deslocando para outros estados”.
Ele diz que o projeto traz a “pior ideia que já tiveram sobre fiscalização e controle de armas de fogo em décadas”.
“Em termos de segurança pública isso vai ser muito negativo, porque com o controle centralizado a gente já tem um problema de desvios de armas do mercado legal para o ilegal, imagina cada estado podendo decidir requisitos para liberação, tipos de arma, será o descontrole total”, afirma Uchoa.
Exército deu licença de CAC para condenados por tráfico e homicídio, diz TCU
Para a professora de Direito Constitucional da FGV, Eloisa Machado, o texto é inconstitucional e dificultaria o controle da circulação de armas.
“Se for autorizado que cada estado tenha uma legislação específica, na prática a gente pode ter um cenário de caos normativo, com pouco controle da circulação destas armas e um impacto negativo para segurança pública”.
A professora alerta para uma tentativa de esvaziar a política de controle de armas no Brasil. “Nos últimos 4 anos isso foi feito por uma série de decretos emitidos pelo ex presidente Jair Bolsonaro, e agora há essa tentativa também por parte dos seus seguidores de criar um atalho e um buraco no Estatuto do Desarmamento”.
A preocupação com a fiscalização também foi mencionada em nota técnica divulgada pelo instituto Sou da Paz. Além de ver a proposta como inconstitucional, o Sou da Paz afirma que em países em que é possível adotar legislações estaduais sobre o tema, os efeitos para segurança pública são negativos, incluindo o aumento no número de armas roubadas.
“Além dos impactos sobre a circulação geral de armas de fogo no país e sobre indicadores criminais, permitir que as unidades da federação adotem diferentes normativas relacionadas à posse e ao porte de armas acrescenta um fator de grande complexidade à fiscalização dessas regras e ao cotidiano do policiamento, dada a natureza do livre trânsito entre divisas estaduais”, afirma o Sou da Paz.
Durante a votação do projeto na comissão, deputados falaram sobre a possibilidade de questionamento da constitucionalidade da medida caso seja aprovada – o PSOL já afirmou que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) se o texto se tornar lei.
A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) disse que o argumento é o artigo 21 da Constituição, que aponta como prerrogativa da União legislar sobre o armamento ao apontar que “compete à União autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico”.
Para o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), se mais armas entrarem em circulação, mais mortes ocorrerão e as políticas serão enfraquecidas.
“[É ] Mais um retrocesso baseado na perniciosa concepção americanóide do cada cidadão uma arma”, afirmou.
O líder do maior bloco da Câmara, Aureo Ribeiro (SD-RJ), defende maior flexibilização do porte de armas, mas acredita que isso não pode ocorrer através dos estados. “Acho que a gente tem que flexibilizar os armamentos para alguns setores, mas acho que não pode ser por estados”, afirma.
Ele acredita que o projeto pode não ser pautado no plenário por ir de encontro à Constituição. “Vou me posicionar para nem colocar em plenário um projeto como esse. Temos que resolver o problema do Brasil e não de estados específicos”, disse o líder.
Presidente da CCJ e autora do projeto, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) justificou a apresentação do projeto como necessário em razão das dimensões do Brasil e as “realidades diferentes nos vários Estados da Federação”.
“No atual cenário deste ano de 2023, no qual o novo Governo Federal vem impondo fortes limitações a este segmento de armas de fogo, sinalizando com outras séries de restrições a serem implementas, todas as iniciativas para evitar este retrocesso normativo são bem-vindas, desde que promovidas pacificamente, e dentro da legalidade”, diz ela.
Informações G1

A vida de Donny muda quando ele conhece Martha (Jessica Gunning), uma jovem que entra no bar sem dinheiro para pagar um chá. Com pena da moça, ele oferece a bebida de graça e inicia uma conversa para confortá-la.
A conversa dá início a um calvário na vida de Donny. Martha começa a visitá-lo no trabalho todos os dias, e o que parecia apenas uma amizade normal torna-se obsessão. Ao pesquisar o nome da moça na internet, ele descobre que Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas.
Engana-se quem pensa que “Bebê Rena” é apenas mais uma série true crime. Ao abordar a obsessão de Martha e suas consequências no psicológico de Donny, Richard Gadd faz um estudo de personagem sobre como traumas do passado envolvendo abuso sexual e manipulação podem afetar a mente humana de alguém em frangalhos.
Gadd reforçou que sua obra não tem a intenção de “demonizar” Martha. A série faz uma reflexão sobre como pessoas traumatizadas podem encontrar uma conexão através de uma relação quase tóxica, ultrapassando os limites do aceitável para encontrar algum tipo de conforto em mundo nada confortável.
Não há heróis ou vilões em “Bebê Rena”.Martha pode ser uma stalker, mas o texto de Gadd deixa claro que Donny, apesar do terror da perseguição, nunca se coloca como vítima —ou, talvez, não no sentido literal da palavra. O resultado é uma obra surpreendente, daquelas que fazem o espectador sentir angústia e aflição, mas sem a capacidade de tirar os olhos da tela.
Informações UOL
Apesar de ter começado o Campeonato Brasileiro com duas partidas consecutivas em casa, o Vitória não conseguiu conquistar os seus primeiros três pontos na competição. Neste domingo (28), o Leão terá uma nova oportunidade diante do Cruzeiro no Estádio Mineirão. A bola rola às 16h, pela quarta rodada da Série A.
Para o confronto, o técnico Léo Condé terá uma série de desfalques: o zagueiro Camutanga, os laterais Felipe Vieira e Raúl Cáceres, o volante Rodrigo Andrade, o meia Dudu, os atacantes Everaldo e Iury Castilho e o centroavante Luiz Adriano – todos no departamento médico. Recuperado de lesão, o lateral-esquerdo Patric Calmon estará à disposição do treinador.
O Rubro-Negro abre a zona de rebaixamento em 17º com um ponto. Na 13ª posição, a Raposa tem quatro somados.
Metro1
Um homem foi preso na Avenida Presidente Dutra por policiais militares ao fugir em um veículo roubado, na noite de sábado (27). Segundo informações obtidas pelo Acorda Cidade através da Polícia Militar, um Chevrolet Ônix havia sido roubado no município de Alagoinhas e seguiu em direção a cidade de Feira de Santana. Uma guarnição da 66ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) fazia rondas pelo local e tomou conhecimento do fato através de um grupo de WhatsApp.
Ao avistarem o veículo com as mesmas características do que havia sido roubado, a guarnição se aproximou e foi surpreendida com disparos de arma de fogo, por um dos ocupantes do veículo. Foi iniciada então uma perseguição policial e na ação, um dos suspeitos pulou do carro em movimento, enquanto que o motorista, permaneceu em fuga.
Na tentativa de fugir, o condutor perdeu o controle da direção e invadiu a via contrária, colidindo com um Volkswagen Gol. Após a colisão, o veículo roubado começou a pegar fogo e o condutor foi detido.
O Corpo de Bombeiros esteve no local e debelou as chamas. O suspeito foi encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Rua Nova e posteriormente conduzido à delegacia. Não foram encontrados documentos ou armas no veículo.
O Chevrolet Ônix foi apresentado no Complexo Policial do bairro Jomafa.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

Um paciente que está em recuperação após ter sido baleado foi novamente atingido por disparos de arma de fogo dentro do Hospital Municipal de Brumado, por volta das 11h30 deste domingo (28). De acordo com informações do site Achei Sudoeste, parceiro do Acorda Cidade, dois homens chegaram à unidade hospitalar fingindo estar passando mal. Os dois adentraram o espaço de capacete e foram alertados pelo porteiro a tirar o objeto da cabeça, o que não aconteceu. Os homens então localizaram o paciente em recuperação e o alvejaram.
Vários pacientes e profissionais que estavam no hospital ficaram em pânico e se trancaram em salas ao ouvir os disparos. Os homens conseguiram fugir. O 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionado e realiza rondas em buscas dos suspeitos. O caso está sendo registrado na Delegacia Territorial de Brumado.