Governador afirmou ao bahia.ba ofertar recomposição inflacionária de quase 4%; docentes reivindicam aumento de até 42,6%, com base no IPCA

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou nesta terça-feira (30) que não “tem uma fábrica de dinheiro” ou “vara de condão” para conceder o reajuste salarial pleiteado por professores das universidades estaduais da Bahia —Uneb, da Uefs, da Uesb e da Uesc. Os índices reivindicados vão de 42,2% e 42,46%, com base no IPCA, a depender da classe.
Jerônimo informou, no entanto, que enviará à Assembleia Legislativo um projeto de lei com ganho inflacionário de quase 4% e aumento no valor do vale-alimentação dos docentes.
“Nós sentamos com os movimentos, todos eles. Da saúde, da educação, da segurança pública, e chegamos num bom arranjo. Nós chegamos com categoria recebendo 7% de aumento e uma inflação de quase 4%. Então quase que dobramos o valor do desgaste salarial por causa da inflação. Eu tô cumprindo uma receita de cuidado para que eu não possa dar um aumento que eu não possa cumprir e, depois, nós ficarmos em situação de não poder pagar salário”, disse o governador ao ser questionado pelo bahia.ba durante uma agenda no Vale dos Lagos, em Salvador.
“Além de garantir reajuste salarial, estamos melhorando o tíquete-refeição. É um valor que não é tributado, e um valor líquido, na conta do servidor. Estou consciente e firme que nós enviaremos para a Assembleia o projeto de lei. Conversamos com os deputados, tiramos a dúvida se vamos continuar ouvindo [os professores]. Mas é o que eu posso fazer. Eu não tenho uma fábrica de dinheiro. Eu não tenho uma vara de condão mágica pra poder fazer um compromisso e depois não cumprir”, acrescentou o governador.
Na lista em que reivindica aumento nos vencimentos, a categoria também cobra a reestruturação das carreiras do magistério superior e a recomposição orçamentária das universidades e institutos federais.
Informações Bahia.ba

com César Oliveira
Tema: Os ministros do STF
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Evento esportivo promete agitar as avenidas Getúlio Vargas e Noide Cerqueira
No dia 5 de maio, Feira de Santana será palco da sexta edição de um dos maiores eventos de corrida de rua do Norte/Nordeste: a Meia Maratona União Médica. O evento, que comemora os 10 anos da RG+, tem como objetivo levar diversão e muito esporte para os participantes.
A largada e chegada acontecerão na Avenida Getúlio Vargas, na praça da Prefeitura de Feira de Santana. A prova, chancelada e autorizada pela Federação Baiana de Atletismo, consiste em um circuito de 21 km (percurso oficial) e circuitos alternativos de 10 km e 5 km. A largada está marcada para às 6h30.
Segundo Ricardo Cedraz, da RG+, a Meia Maratona União Médica está cada vez mais se solidificando e atraindo o interesse de atletas profissionais e amadores de diversos municípios baianos e de outros estados. “A Meia Maratona de Feira União Médica é uma prova tradicional no calendário da Bahia, que conta com atletas profissionais e amadores. Uma mega estrutura é montada e o evento é pensado para a performance dos atletas. Hidratação, percurso plano, pacers, tudo para extrair o melhor dos atletas. Hoje, 30% dos 1.500 atletas que participam são da capital e cidades do interior, o que ajuda a movimentar a economia da cidade, na ocupação de hoteis, consumo em restaurantes e bares”, pontua Ricardo Cedraz.
Apoio da União Médica
A União Médica, patrocinadora oficial, está presente mais uma vez no evento, estimulando a prática de atividades físicas e apoiando as opções de lazer para a população.
Percurso e Premiação
No percurso oficial de 21 km, haverá premiação em dinheiro e troféus do 1º ao 5º lugar na classificação geral, tanto no masculino quanto no feminino. Além disso, em todas as faixas etárias, no percurso de 21 km, os atletas receberão troféus para o 1º lugar e medalhas de pódio para os 2º e 3º colocados. A classificação geral da prova oficial terá a seguinte premiação:
1º lugar: troféu + R$1.000
2º lugar: troféu + R$600
3º lugar: troféu + R$400
4º lugar: troféu + R$300
5º lugar: troféu + R$250
Para efeito de premiação na faixa etária, as categorias incluem sub-23, 23 a 29 anos, 30 a 34 anos, 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59 anos, 60 a 64 anos e 65 a 99 anos. Além disso, há categorias especiais, como Cadeira Tradicional, Cadeira Especial Triciclo e Intelectual/Visual (com guia obrigatório), bem como Amputados de membros superiores. Os vencedores nessas categorias receberão troféus e prêmios em dinheiro.
Na prova de 10 km e 5 km, os 5 primeiros colocados de ambos os sexos na classificação geral receberão troféus. Não haverá premiação por faixa etária.



A Justiça de São Paulo negou pela terceira vez o pedido de prisão contra Fernando Sastre de Andrade Filho. Ele é o condutor do Porsche que se envolveu no acidente que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, em 31 de março.
Segundo informações do portal g1, o juiz Roberto Zanichelli Cintra, da 1ª Vara do Júri, aceitou o pedido do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para torná-lo réu por homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima. No entanto, Fernando Sastre vai responder em liberdade.
O juiz ainda vai marcar uma audiência de instrução para ouvir as testemunhas do caso. O magistrado também vai interrogar o acusado. Depois, o condutor do Porsche vai ser levado a júri popular. Se condenado, a pena pode ultrapassar os 20 anos de prisão.
O laudo pericial indicou que o Porsche estava a mais de 114 km/h, quando o motorista causou o acidente. A via tem limite de 50 km/h.

Fernando Sastre foi liberado do local poucos minutos depois da ocorrência. Na ocasião, alegou que precisaria passar por atendimento médico em um hospital particular.
Os policiais não fizeram o teste de bafômetro. Em depoimento, o dono do Porsche negou que tivesse bebido antes de dirigir. No entanto, testemunhas afirmaram que ele havia consumido álcool.
Imagens das câmaras das fardas dos policiais que atenderam à ocorrência mostram o momento em que um bombeiro afirma que Fernando Sastre aparentava estar embriagado.
Informações Revista Oeste

Apesar do alto volume de vencimentos, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em março e ultrapassou a marca de R$ 6,6 trilhões. Segundo números divulgados nesta terça-feira (30) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 6,595 trilhões em fevereiro para R$ 6,638 trilhões no mês passado, alta de 0,65%.
Em abril do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 6 trilhões. Mesmo com a alta em março, a DPF continua abaixo do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de fevereiro, o estoque da DPF deve encerrar 2024 entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões.
A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 0,67%, passando de R$ 6,319 trilhões em fevereiro para R$ 6,362 trilhões em março. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 12,28 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis corrigidos pela Selic (juros básicos da economia). A dívida, no entanto, subiu por causa da apropriação de R$ 55,25 bilhões em juros.
Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 10,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.
No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 168,72 bilhões em títulos da DPMFi, o volume mais alto desde janeiro deste ano. A maior parte desse total (R$ 117,18 bilhões) ocorreu para trocar títulos corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia) que venceram no mês passado.
Com o alto volume de vencimentos em março, os resgates somaram R$ 182,09 bilhões, pouco mais de cinco vezes o valor registrado em fevereiro, quando os resgates tinham atingido R$ 35,79 bilhões.
No mercado externo, com a leve alta do dólar, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 0,21%, passando de R$ 276,14 bilhões em fevereiro para R$ 276,73 bilhões em março. O principal fator foi o avanço de 0,26% da moeda norte-americana no mês passado. O dólar só começou a disparar em abril, influenciado pelo atraso no início da queda dos juros nos Estados Unidos.
Pelo segundo mês seguido, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) subiu. Essa reserva passou de R$ 885 bilhões em fevereiro para R$ 887 bilhões no mês passado.
Atualmente, o colchão cobre 6,95 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,211 trilhão da DPF.
Por causa dos vencimentos de títulos vinculados à Selic, a proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos caiu levemente, de 42,64% em fevereiro para 41,77% em março. O PAF prevê que o indicador feche 2023 entre 40% e 44%. Esse tipo de papel ainda atrai o interesse dos compradores por causa no nível alto da Taxa Selic, mas o percentual pode cair nos próximos meses por causa do ciclo de queda nos juros básicos da economia, que começou a ser reduzida em agosto de 2023.
A emissão de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) mudou a composição da DPF. A proporção desses papéis subiu de 23,14% em fevereiro para 23,86% em março. O PAF prevê que o indicador feche 2024 entre 24% e 28%.
Nos últimos meses, o Tesouro tinha voltado a lançar mais papéis prefixados, por causa da diminuição da turbulência no mercado financeiro e da perspectiva de queda da Taxa Selic nos próximos meses. No entanto, uma eventual volta das instabilidades no mercado pode comprometer as emissões, porque esses títulos têm demanda maior em momento de estabilidade econômica.
A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu levemente, passando de 29,77% para 29,95%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 27% e 31%.
Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública oscilou para baixo, passando de 4,44% para 4,43%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2024, entre 3% e 7%.
O prazo médio da DPF subiu de 4,07 para 4,11 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.
As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 29,3% de participação no estoque. Os fundos de pensão, com 23,3%, e os fundos de investimento, com 22,9%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.
A participação dos não residentes (estrangeiros) subiu, de 9,8% em fevereiro para 10,2% em março. O percentual repetiu o recorde recente observado em outubro do ano passado. Os demais grupos somam 14,4% de participação.
Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).
Fonte: Agência Brasil

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não descarta a possibilidade de construir campos de detenção em território norte-americano para imigrantes que estejam no país ilegalmente caso retorne à Casa Branca, de acordo com uma entrevista à revista Time publicada nesta terça-feira.
Trump foi questionado sobre se construiria novos campos de detenção como parte de sua promessa de campanha de realizar a maior deportação de imigrantes ilegais.
“Eu não descartaria nada”, disse Trump. “Mas não haveria tanta necessidade deles” porque, segundo ele, o plano é deportar os imigrantes que estão nos EUA ilegalmente de volta para seus países de origem o mais rápido possível.
“Não vamos deixá-los no país”, disse Trump. “Vamos levá-los para fora.”
Trump tem feito das travessias ilegais na fronteira entre os EUA e o México um ponto central de sua campanha contra o presidente Joe Biden, que está concorrendo a um segundo mandato de quatro anos. A imigração é uma das principais questões para os eleitores, de acordo com pesquisas de opinião.
Trump disse que usaria tropas da Guarda Nacional para ajudar em seus esforços planejados de deportação, mas também não descartou o envio de forças militares ativas para ajudar.
“Não creio que eu tenha que fazer isso. Acho que a Guarda Nacional seria capaz de fazer isso. Se eles não puderem, então eu usaria os militares”, disse ele.
Trump foi questionado sobre a Lei Posse Comitatus de 1878, uma legislação posterior à Guerra Civil que proíbe o uso das Forças Armadas contra civis.
“Bem, esses não são civis. São pessoas que não estão legalmente em nosso país. Isso é uma invasão de nosso país”, disse Trump.
Na segunda-feira, Biden e o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador disseram que seus governos logo tomarão medidas para diminuir as travessias ilegais na fronteira sul, ao mesmo tempo em que abordarão os problemas econômicos e de segurança que levam as pessoas a migrar.
Trump tem usado uma terminologia desumanizadora para descrever os imigrantes ilegais nos EUA, chamando-os de “animais” ao falar sobre supostos atos criminosos e dizendo que eles estão “envenenando o sangue do nosso país”, uma frase que tem sido criticada como xenófoba e ecoando a retórica nazista.
Em resposta às críticas, Trump disse que não tinha ideia de que o ditador alemão Adolf Hitler havia usado linguagem semelhante.
Informações UOL

MICROGEN IMAGES/SCIENCE PHOTO LIBRARY/GettyImages
É amplamente reconhecido que o sono desempenha um papel fundamental na saúde e no bem-estar. Estudos extensos têm documentado a relação entre a qualidade e a quantidade do sono e diversos aspectos da saúde humana. Quem já teve uma noite mal dormida pode atestar como isso afeta a energia e o humor no dia seguinte.
De acordo com um relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA de 2023, aproximadamente 18% dos adultos americanos usam algum tipo de medicamento para auxiliar o sono. Esse número é significativo e levanta questões sobre a eficácia e segurança desses medicamentos.
Conversei com a Dra. Leana Wen, especialista em saúde da CNN, para obter insights sobre o sono e seus tratamentos. Ela ressaltou que a deficiência de sono pode levar a problemas de saúde graves, como diabetes e pressão alta, e pode afetar negativamente o sistema imunológico e o funcionamento cognitivo.
Quanto aos tratamentos médicos para o sono, a Dra. Wen destacou que muitos medicamentos têm efeitos colaterais significativos e podem causar dependência. Ela enfatizou a importância de uma avaliação individualizada para determinar a melhor abordagem de tratamento para cada pessoa.
A discussão também abordou o uso de suplementos como a melatonina, que tem sido uma opção popular para melhorar o sono. Embora possa ser útil para algumas pessoas, a Dra. Wen alertou que os suplementos não são regulamentados da mesma forma que os medicamentos prescritos e podem variar em qualidade e pureza.
Além dos tratamentos farmacêuticos, a Dra. Wen destacou a importância de considerar medidas não farmacêuticas, como ajustes no estilo de vida e ambiente de sono. Ela recomendou manter uma rotina regular de sono, criar um ambiente propício para dormir e evitar estimulantes antes de dormir.
A discussão também incluiu a recente tendência do “mocktail da garota sonolenta”, uma mistura de suco de cereja azeda e magnésio, que tem sido promovida como um remédio natural para o sono. Enquanto a Dra. Wen não considera essa mistura como uma solução baseada em evidências, ela reconheceu que pode ser segura e eficaz para algumas pessoas.
Em resumo, a discussão destacou a complexidade do sono e a importância de uma abordagem individualizada para o tratamento. A Dra. Wen enfatizou a necessidade de consultar um profissional de saúde para avaliar as opções de tratamento mais adequadas a cada indivíduo.
Informações TBN

Vinicius Jr comemora gol do Real Madrid diante do Bayern de Munique na Liga dos Campeões
Imagem: MICHAELA STACHE/AFP
Bayern de Munique e Real Madrid empataram por 2 a 2 nesta terça-feira (30), na Allianz Arena, em Munique, no jogo de ida da semifinal da Liga dos Campeões.
Vinicius Jr fez os dois gols do Real. O brasileiro abriu o placar aos 24 minutos do primeiro tempo, e marcou mais um, de pênalti, aos 39 da etapa final.
Leroy Sané e Harry Kane (pênalti) balançaram as redes pelo Bayern. O time alemão marcou aos gols 8 e aos 13 minutos do segundo tempo, respectivamente.
O jogo de volta acontece no Santiago Bernabéu, na quarta-feira da próxima semana (8). A outra vaga na decisão será disputada entre Borussia Dortmund e PSG, que realizarão a primeira partida de sua semifinal amanhã (1).
Ajustes pontuais nas escalações. O Bayern chegou à partida com mais dúvidas sobre o time titular. Musiala e Sané, desfalques nos últimos jogos por problemas físicos, voltaram ao onze inicial. A principal surpresa promovida por Thomas Tuchel foi a saída de Alphonso Davies. Mazraoui assumiu a lateral esquerda. No lado do Real Madrid, as mudanças foram na defesa. Carlo Ancelotti pôs Lucas Vázquez no lugar do suspenso Carvajal, e Nacho entrou na zaga, empurrando Tchouaméni para o meio-campo e Camavinga para o banco.
Só deu Bayern nos primeiros minutos minutos. O time da casa fez uma ‘blitz’ no início da partida, trocando passes sem grandes dificuldades e atacando com velocidade. Lunin foi forçado a trabalhar com 39 segundos de jogo, e Sané e Kane criaram outros lances de perigo. O Real conseguiu cadenciar o confronto a partir dos 15′.
Vini Jr comandou um Real Madrid letal na etapa inicial. O bom início do Bayern não se traduziu em vantagem. Já os Merengues precisaram de muito menos para se colocarem em boa situação. Vinicius abriu o placar — após excelente assistência de Kroos — na primeira finalização de sua equipe no jogo. O time de Ancelotti melhorou após o 0x1, retendo melhor a posse de bola e cedendo menos espaços defensivamente.
Virada-relâmpago do Bayern. O time de Tuchel voltou do vestiário reorganizado, com entrada de Raphael Guerreiro no lugar de Goretzka. O panorama da partida parecia inalterado até a individualidade de Sané aparecer. O camisa 10 empatou o jogo após arrancada pela direita e embalou sua equipe. Logo depois, os bávaros tiveram pênalti claro a seu favor, e Kane concretizou a virada.
Vini Jr tirou o Real do buraco. A partida se encaminhava para vitória do Bayern até o camisa 7 do Real assumir o protagonismo novamente. O brasileiro participou das melhores jogadas ofensivas, entre elas a que gerou o gol de empate. Ele arrancou pela esquerda, colocou Rodrygo em posição favorável para sofrer pênalti e converteu a cobrança aos 39′. Vinicius foi o grande nome merengue no jogo.
39 segundos. Esse foi o tempo necessário para o Bayern criar sua primeira grande chance no jogo. Os alemães trocaram passes com tranquilidade, de Neuer ao campo de ataque. Kane recebeu e fez pivô para Sané. O alemão bateu de primeira, e Lunin salvou com o pé esquerdo.
Passando pelos mesmos pés. Sané, mais uma vez acionado por Kane, teve nova chance aos 6 minutos. A bola escapou na tentativa de domínio, e o atacante do Bayern perdeu vantagem na velocidade que tinha contra Rüdiger. O alemão chutou forte, e a bola passou por cima do gol.
Direto do meio-campo. Kane tentou fazer um golaço aos 8′. Goretzka desarmou Bellingham no círculo central, a bola sobrou para o inglês e ele não perdeu tempo. Lunin, adiantado, observou a bola passar por cima da trave.
0x1, Vinicius Jr aos 24′ do 1ºT. O Real trocou passes no campo de defesa e acelerou na hora certa. Kroos carregou com liberdade, fez ótimo lançamento rasteiro para o campo de ataque e Vini Jr se movimentou nas costas de Kim Min-jae. O brasileiro saiu cara a cara com Neuer e finalizou com frieza, no canto esquerdo do goleiro.
Bayern voltou a assustar. ‘Tímidos’ após ficarem em desvantagem, os bávaros chegaram aos 41′. Musiala sofreu falta de Nacho na entrada da área. Kane bateu forte no canto do goleiro, e a bola passou a centímetros da trave.
Perto de abrir 2 a 0. O Real chegou aos 8 minutos do segundo tempo. Em contra-ataque iniciado por Nacho, a bola passou pelos pés de Vinicius Jr e Bellingham até chegar a Kroos. O camisa 8 chapou de primeira, e Neuer espalmou.
1×1, Sané aos 8′ do 2ºT. Gol na individualidade. O camisa 10 do Bayern recebeu na ponta direita, passou por Mendy e acertou chute muito forte no canto esquerdo de Lunin.
2×1, Kane aos 12′ do 2ºT. O Bayern aproveitou o embalo e não demorou a virar o placar. Musiala foi derrubado por Lucas Vázquez na área, e o árbitro Clement Turpin viu pênalti na hora. Kane deslocou Lunin, cobrou rasteiro no lado direito do goleiro e marcou.
Desvio providencial. O Bayern teve boa oportunidade para fazer o terceiro aos 21′. Guerreiro cruzou para Kane, que dominou e bateu de esquerda. A bola parecia ter o caminho das redes, mas tocou em Rüdiger e saiu pela linha de fundo.
Neuer barrou Vini. O brasileiro levou a melhor no um contra um do primeiro tempo, mas dessa vez o goleiro alemão se sobressaiu. Aos 33′, Modric acertou passe sensacional para Vinicius Jr nas costas de Kim Min-jae. O camisa 7 chutou de pé esquerdo, e o arqueiro defendeu com o braço.
2×2, Vinicius Jr aos 39′ do 2ºT. O camisa 7 saiu driblando pela esquerda, tocou para Rodrygo e viu Kim Min-jae fazer pênalti. Vini foi para a cobrança e converteu: bola de um lado, goleiro do outro.
Competição: jogo de ida da semifinal da Liga dos Campeões
Data: 30 de abril de 2024, às 16h (de Brasília)
Local: Allianz Arena, em Munique, Alemanha
Árbitro: Clement Turpin (França)
Cartões amarelos: Mazraoui e Kim Min-jae (Bayern de Munique); Kroos e Lucas Vázquez (Real Madrid)
Gols: Vinicius Jr, aos 24’/1ºT e aos 39’/2ºT; Sané, aos 7’/2ºT; e Kane, aos 12’/2ºT
Bayern de Munique: Neuer; Kimmich, Kim Min-jae, Dier e Mazraoui; Laimer e Goretzka (Raphael Guerreiro); Musiala, Müller (Gnabry) e Sané (Alphonso Davies); Harry Kane. Técnico:Thomas Tuchel
Real Madrid: Lunin; Lucas Vázquez, Rüdiger, Nacho (Camavinga) e Mendy; Valverde, Tchouaméni, Kroos (Brahim Díaz) e Bellingham (Modric); Valverde, Vinicius Jr e Rodrygo (Joselu). Técnico: Carlo Ancelotti
Informações UOL

Em 2024, o risco Argentina apresentou uma queda significativa, passando de 1.888 pontos em janeiro para 1.143 em abril. Essa medição, realizada pela empresa de serviços financeiros J. P. Morgan e divulgada pelo portal Infobae, representa uma redução de 745 pontos, equivalente a quase 40%.
O risco país é um indicador que reflete a confiança do mercado na economia de um país e em sua capacidade de honrar pagamentos.
Esse indicador leva em consideração questões políticas, sociais e fiscais. Quando o risco país é baixo, há maior probabilidade de atrair capital estrangeiro, com diversos investidores direcionando recursos para os títulos do país.
Os analistas da consultoria Quantum examinaram essa mudança no cenário econômico argentino, considerando também o setor financeiro global.
Um dos fatores relevantes foi a taxa livre de risco dos títulos dos Estados Unidos, que aumentou de 3,8% para 4,6% ao ano durante os primeiros quatro meses do governo de Javier Milei.
Essa queda no índice demonstra que, sob a gestão de Milei, há maior confiança na capacidade da Argentina de cumprir seus compromissos financeiros.
Consequentemente, o país tende a atrair mais investimento estrangeiro. Quando Milei assumiu a Casa Rosada, anunciou um choque de gestão, com corte de subsídios e redução da máquina pública.
No primeiro resultado fiscal de seu governo, houve um superávit de US$ 620 milhões, algo que não acontecia desde agosto de 2012.
Informações TBN

Lula da Silva (PT) não se importa se há mais de dois anos o presidente russo, Vladimir Putin, comete atrocidades em série na Ucrânia e ameaça a paz na Europa como nunca alguém o fez desde o final da Segunda Guerra Mundial. E, apesar das sanções comerciais que o país sofre por parte do Ocidente, o líder petista estreita a cooperação entre as duas nações.
A análise sobre os países que conseguem manter a Rússia de pé é tema da página de opinião do jornal O Estado de S. Paulo desta terça-feira, 30. Em seu editorial, o veículo afirma que Moscou está distante do eventual colapso que, na visão dos países sancionadores, talvez pudesse levar ao fim da guerra ou à responsabilização de Putin por seus crimes.
“A China é a grande responsável pela vitalidade desse regime delinquente, mas, desafortunadamente, parte considerável do fôlego de Putin tem vindo do Brasil”, afirma a publicação.
O Estadão lembrou que, neste terceiro mandato presidencial de Lula, o Brasil expandiu os laços econômicos com a Rússia. Somente em 2023, a meta de trocas comerciais entre os dois países, que integram o Brics, superou os US$ 10 bilhões pela primeira vez em duas décadas. O volume de negócios com Moscou chegou a US$ 11,3 bilhões, em diesel e fertilizantes.

Para o Estadão, o que Lula busca ao fazer essa parceria com um criminoso de guerra é o fortalecimento da aliança antiocidental chamada “Sul Global”. Imbuído desse “espírito megalomaníaco”, o petista “mal disfarça o desejo de ser proclamado líder”. Mesmo que isso custe caro à política externa do Brasil.
“O que está em curso é a união de um punhado de ferozes ditaduras em busca de ajuda mútua contra os Estados Unidos, a União Europeia e tudo mais que possa ser interpretado pelos autocratas como ameaças a seus desígnios liberticidas”, avaliou o jornal. “É a esse tipo de aliança que o Brasil deveria pertencer? É a isso que Lula da Silva pretende rebaixar o país?”, questionou.
Informações Revista Oeste