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Mais de 161 mil pessoas usaram o benefício federal para destravar as dívidas com as instituições financeiras

Foto: Ministério da Fazenda

A Bahia contabilizou 161,6 mil negociações da Faixa 1 do Desenrola, programa lançado pelo Governo Federal em julho de 2023 para combater a crise de inadimplência que se abateu sobre o país em função da pandemia de covid-19. A Faixa 1, que teve início em outubro, contemplou pessoas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico.

No estado, as negociações na Faixa 1 envolveram um valor original de R$ 784 milhões em dívidas e 143.954 pessoas participaram. O processo resultou em 289.958 contratos revistos. A partir das negociações, o total caiu para R$ 110,2 milhões, dos quais R$ 15,8 milhões foram pagos à vista e o restante (R$ 94,3 milhões) foi acordado de forma parcelada. A Bahia foi o quarto estado com maior número de contratos negociados na Faixa 1 do programa.

Ao todo, o Desenrola beneficiou 15 milhões de pessoas com a negociação de R$ 53 bilhões em dívidas e reduziu a inadimplência entre a população que mais precisa de apoio. A Faixa 1 teve adesão de cinco milhões de pessoas com a negociação de mais de R$ 25 bilhões em débitos. O programa foi encerrado em 20 de maio.

“O programa foi um verdadeiro sucesso, por diminuir o endividamento da população mais vulnerável e reduzir o ritmo de crescimento da inadimplência como um todo. Além disso, precisou de aporte relativamente baixo do governo: R$ 1,7 bilhão dado como garantia caso as pessoas não paguem o refinanciamento”, afirmou o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto.

Informações Bahia.ba


Foto: Reprodução.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou na última sexta-feira (31) para ratificar suas decisões preliminares que interromperam leis em Ibirité (MG) e Águas Lindas de Goiás (GO). Essas leis proibiam o uso de linguagem neutra em escolas públicas e privadas, editais de concursos públicos e em atividades culturais, esportivas, sociais ou publicitárias financiadas com dinheiro público.

A sessão de julgamento, realizada virtualmente, teve início na sexta-feira e se estenderá até o dia 10 de junho. Os ministros registram seus votos por meio de um sistema eletrônico, sem a necessidade de debate entre eles.

Moraes defende que a responsabilidade de legislar sobre as normas da educação nacional pertence à União, e não aos municípios.

“Os municípios não dispõem de competência legislativa para a edição de normas que tratem de currículos, conteúdos programáticos, metodologias de ensino ou modos de exercício da atividade docente”, afirmou.

“A eventual necessidade de suplementação da legislação federal, com vistas à regulamentação de interesse local, jamais justificaria a edição de proibição a conteúdo pedagógico”, completou.

Informações TBN


Foto: Reprodução.

O show do cantor Luan Santana, previsto para a noite deste sábado (1º) durante a Divinaexpo, não foi realizado por problemas de saúde do artista. A informação foi divulgada neste domingo (2) pela assessoria de Comunicação do Sindicato Rural de Divinópolis, organizador do evento.

Segundo o sindicato, ao chegar no aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis, o artista teve um mal súbito, “necessitando imediatamente o transporte aéreo para o hospital Albert Einstein em São Paulo, onde o Luan Santana segue internado, sob cuidados médicos”.

O que diz o sindicato

“Devido a um problema de saúde, o show do Luan Santana que aconteceria na noite de hoje, 1° de junho, na Divinaexpo, não foi realizado.

Ao chegar no aeroporto Brigadeiro Cabral, em Divinópolis, o artista teve um mal súbito, necessitando imediatamente o transporte aéreo para o hospital Albert Einstein em São Paulo, onde o Luan Santana segue internado, sob cuidados médicos.

A direção do evento destaca que foi tão surpreendida quanto o público, uma vez que estava tudo pronto para recebê-lo, inclusive toda a equipe do cantor já estava presente nas dependências da Divinaexpo.

Mais informações serão divulgadas em breve.”

Créditos: G1.


Decisão inédita do Tribunal de Justiça de São Paulo alegou que haveria riscos de vida para a gestante e inviabilidade de vida extrauterina de todos os embriões

grávida - gestão - aborto flórida
Depois do procedimento de fertilização in vitro, dois embriões se dividiram e originaram cinco fetos | Foto: Pexels/Pixabay 

Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP)autorizou uma mulher grávida de quíntuplos a realizar um aborto parcial. A decisão, tomada na última terça-feira, 28, ocorreu depois de a mulher realizar um procedimento de fertilização in vitro, no qual dois embriões deram origem a cinco fetos. 

As alegações para o procedimento são supostos riscos de vida para a gestante e a inviabilidade de vida extrauterina de todos os embriões.

Contexto da decisão judicial 

O TJSP concedeu a ordem para a redução do número de embriões. Depois do procedimento de fertilização in vitro, dois embriões se dividiram e originaram cinco fetos. A situação foi descrita como “absolutamente excepcional”.

A decisão, assinada pelo juiz relator Luís Geraldo Lanfredi, contou com a participação dos desembargadores Moreira da Silva, Marcelo Semer e Xisto Albarelli Rangel Neto. “Concedo a ordem a fim de autorizar a redução gestacional da paciente”, escreveu Lanfredi.

Riscos e considerações médicas sobre o aborto

O procedimento de fertilização teve início em março, quando dois embriões foram transferidos para o útero da mulher, o que resultou em uma gravidez de quíntuplos. 

Em abril, um ultrassom confirmou a situação. Médicos alertaram sobre os altos riscos de mortalidade para a mãe e para os bebês.

Outro médico confirmou o laudo em 2 de maio e destacou estudos científicos que indicam o risco de morte para a gestante e os embriões. O profissional recomendou a realização do aborto antes das 12 semanas de gestação.

A partir dessa declaração, o casal teria manifestado interesse pelo aborto parcial, conforme a decisão da justiça.

Posicionamentos sobre o caso

O Ministério Público manifestou-se contrário ao pedido. O órgão alegou que “não ficou comprovada a existência de risco para os fetos”. No entanto, assinalou que o aborto poderia ser realizado caso “se entenda acerca do risco de vida para a gestante”.

O advogado Stefano Concenza Sternieri impetrou o habeas corpus contra a decisão do juízo de Direito da vara criminal de Olímpia, no interior paulista, que julgou improcedente o pedido de aborto parcial da gravidez.

Aspectos legais e internacionais

A decisão judicial menciona precedentes do Supremo Tribunal Federal sobre a possibilidade de aborto além dos casos previstos em lei. Além disso, há discussões a respeito da proteção do direito à vida do feto em relação aos direitos das mulheres. 

A situação foi considerada 'absolutamente excepcional' | Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça de São Paulo
A situação foi considerada ‘absolutamente excepcional’ | Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça de São Paulo

O documento também cita decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Europeia de Direitos Humanos.

No Brasil, o aborto é permitido em casos de anencefalia fetal, risco de vida para a mãe e estupro, conforme o Código Penal de 1940. O casal pretende manter a gestação dos gêmeos em um dos sacos gestacionais separados.

Informações Revista Oeste


WILTON JUNIOR/ ESTADÃO

Os partidos PP, Republicanos e União Brasil, que possuem cinco ministérios no governo Lula, estão se preparando para apoiar candidatos a prefeito contra o PT nas capitais. Além disso, eles também estarão na mesma aliança do PL, de Jair Bolsonaro, em cidades consideradas prioritárias pelo partido do presidente. Segundo informações do jornal O Globo, em dez cidades, incluindo São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre, pelo menos um desses três partidos estará com bolsonaristas contra petistas. O contrário só está previsto para acontecer nas disputas do Rio, Fortaleza e Recife.

Em grande parte desses casos, os partidos com cargos no governo federal e o PL apoiam políticos que já são prefeitos ou são pré-candidatos considerados competitivos. Em São Paulo, por exemplo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) já tem a promessa de apoio do PL, PP e Republicanos e deve conseguir também o endosso do União Brasil. Enquanto isso, o PT e Lula apoiam o deputado Guilherme Boulos (PSOL).

Em Salvador, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) terá o apoio do PL, do PP e do Republicanos. Na capital baiana, o PT apoia Geraldo Júnior (MDB). O mesmo cenário se repete na tentativa de reeleição do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), que também deve reunir os quatro partidos e enfrentará o petista Lela Faria.

O prefeito de Maceió, JHC (PL), também deverá ter em sua coligação PP, União Brasil e Republicanos. Tião Bocalom (PL), que tenta se reeleger em Rio Branco, já tem o endosso de duas dessas legendas, restando a indefinição do Republicanos.

Uma exceção é Recife, cujo prefeito João Campos (PSB), que deve ter o endosso do PT, já tem o apoio do Republicanos e do União Brasil e ainda tenta conquistar o PP. Também há sincronia entre o cenário nacional e local em Fortaleza, cujo pré-candidato petista é o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão, que já tem a promessa de apoio do PP e do Republicanos, mas vai enfrentar Capitão Wagner (União Brasil).

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), que deverá ser apoiado pelo PT, tem o Republicanos em sua base na prefeitura e tenta ainda amarrar uma aliança com o União Brasil e o PP.

Os três partidos estão à frente de ministérios com peso na Esplanada. O União Brasil indicou os titulares do Desenvolvimento Regional (Waldez Góes), Comunicações (Juscelino Filho) e Turismo (Celso Sabino), enquanto o Republicanos comanda Portos e Aeroportos (Silvio Costa Filho). O PP, por sua vez, ficou com o Esporte (André Fufuca).

Após um péssimo resultado em 2020, quando saiu das urnas sem estar à frente de nenhuma capital, o PT tenta usar a força da máquina do Executivo para retomar espaço nos municípios — tarefa que enfrenta barreiras nos próprios aliados a nível federal. Além disso, vê adversários tentaram usar a via municipal para fortalecer laços na tentativa de derrotar a gestão petista em 2026.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido, é um dos maiores apoiadores de uma aliança nacional que envolva sua legenda, PL, Republicanos e União Brasil para o próximo ciclo presidencial. De acordo com ele, as alianças nas capitais servem como indicativo para uma aglutinação em uma candidatura presidencial de oposição a Lula.

Além disso, Nogueira tenta amarrar uma federação com PP, União Brasil e Republicanos, o que tem esbarrado em divergências regionais.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, reconhece que o cenário de desalinhamento com as legendas não é o ideal, mas descarta vinculação com a eleição nacional de 2026 e diz que é esperado dos três partidos que sejam base de Lula no Congresso e apoiem a reeleição do presidente. Mesmo no Parlamento, no entanto, a aliança é frágil, como mostram as derrotas do governo sobre a saída temporária de presos e a disseminação de notícias falsas eleitorais.

— Acho que fica (estranho), mas aliança para as eleições municipais nunca foi condição para a composição da base de apoio no Congresso. Nós também temos poucos apoios a candidatos destes partidos e todos eles têm como condição o apoio a Lula em 2026 — disse Gleisi.

Por outro lado, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, justifica o descompasso entre a aliança nacional e os apoios municipais pelo fato de o PT não ter investido tanto em nomes próprios:

— O PT não vai ter candidatura própria em quase nenhuma capital.

Até agora, o partido de Lula definiu pré-candidaturas próprias em apenas 12 capitais. Como mostrou o GLOBO, o PT deve lançar em 2024 o menor número de candidatos do partido dos últimos 32 anos.

Candidaturas próprias Rueda também evitou falar que há enfrentamento com o PT e disse que o União Brasil tem como prioridade ter candidaturas próprias. São 18 lançadas pelo partido, mas, em algumas delas, como em São Paulo e no Rio, pode haver intervenção para apoiar os atuais prefeitos — Ricardo Nunes (MDB) e Eduardo Paes (PSD), respectivamente.

Outra justificativa dada por dirigentes partidários é que as alianças nas eleições municipais são feitas por pragmatismo e que o PT hoje não se apresenta competitivo em quase nenhuma capital.

Dentro do Republicanos, o entendimento é que o comando nacional da legenda não interfere nas definições municipais e que é dada liberdade para diretórios decidirem. Integrantes do partido, presidido pelo deputado Marcos Pereira (SP), também negam que haja confronto com o PT e dizem que é cedo para definir se vão apoiar a reeleição do presidente ou oposição em 2026.

A avaliação é que, dentro da sigla, é precipitado fazer qualquer previsão, pois ainda há a possibilidade de o comando nacional do Republicanos mudar. Se Pereira, que é pré-candidato a comandar a Câmara, conseguir vencer a disputa no ano que vem, ele já acordou que o deputado Hugo Motta (PB), líder da legenda na Casa e atual primeiro vice-presidente da sigla, vai assumir o comando.

Informações TBN


Foto: Reprodução

O brasileiro Juliano Santana, de 49 anos, sequestrou e matou sua enteada de 16 anos na última quinta-feira, segundo as autoridades do distrito de Middlesex, no estado americano de Massachusetts. Em 2021, a jovem e sua mãe haviam denunciado Santana por estuprar repetidamente a adolescente, que tinha uma medida protetiva contra ele. O julgamento estava marcado para o final de julho deste ano.

Juliano Santana teria tirado a própria vida após matar a enteada, de acordo com a polícia americana. Os corpos foram encontrados dentro de um carro em um estacionamento próximo à casa da vítima, graças a um dispositivo de GPS que Santana era obrigado a usar por determinação judicial.

Santana sequestrou a adolescente enquanto ela voltava da escola na tarde de quinta-feira. Ele a abordou a poucos quilômetros de sua casa, próximo a um mercado. Segundo o gerente do Donelan’s Markets, a jovem conseguiu ligar para um irmão e pedir socorro durante o sequestro. A família acionou a polícia, e as buscas pela adolescente, que não foi identificada, começaram na cidade de Acton, conforme informou a emissora CBS.

Em setembro de 2021, a adolescente denunciou o padrasto à polícia por estuprá-la diversas vezes. Os abusos começaram em 2019, quando a vítima tinha cerca de 11 anos.

Santana foi preso logo após as denúncias, mas conseguiu ser libertado ao pagar uma fiança de US$ 30 mil. No dia da denúncia, a mãe da vítima expressou temores de que Juliano Santana tentasse fugir dos Estados Unidos e retornar ao Brasil, seu país de origem.

Entre as condições para sua liberação estavam o uso de um dispositivo de monitoramento por GPS e a proibição de entrar em contato com a vítima ou qualquer menor de 18 anos. O julgamento pelo crime estava marcado para o dia 29 de julho.

Informações TBN


Reprodução/TikTok

Alyona Shikhova, uma modelo e designer de 30 anos, expressou alívio e gratidão por estar viva após recusar uma proposta de casamento de Jared Ravizza, agora acusado de esfaquear seis pessoas em Massachusetts (EUA) no último fim de semana.

Em 14 de abril, Alyona estava no Beverly Hills Hotel, na Califórnia (EUA), realizando uma sessão de fotos para sua marca de roupas, Ashik, quando conheceu Jared, de 26 anos. Ele também é suspeito de assassinar um homem de 70 anos em Connecticut (EUA).

Segundo informações do jornal Extra, Jared se aproximou de Alyona durante a sessão de fotos, demonstrando interesse imediato e sugerindo que eles deveriam se casar e ter filhos juntos. “Ele afirmou: ‘Vou ser um bom marido, você será minha esposa’. Acredito que ele se sentiu atraído por mim e estava acostumado a obter o que desejava”, disse Alyona, de nacionalidade russa.

A modelo confessou ao “NY Post” na terça-feira (28/5) que não conseguia imaginar o que Jared era capaz de fazer. “Ainda estou em choque depois de ler sobre seus atos. Sinto-me abençoada por estar viva. Há tantas pessoas perigosas por aí, precisamos ter muito cuidado. Nunca se sabe”, concluiu Alyona.

Quatro das seis vítimas de Jared eram meninas entre 9 e 17 anos que estavam em um cinema local. Jared foi preso em Plymouth após um segundo ataque em uma lanchonete do McDonald’s, onde esfaqueou um homem de 29 anos e uma mulher de 21 anos, ambos sem ferimentos graves.

Jared se aproximou de Alyona oferecendo ajuda para promover sua marca, alegando ter “boas conexões em Nova York” e propriedades em vários estados. “Ele mencionou que possuía casas em Malibu, nos Hamptons e em outros lugares”, relatou Alyona, acrescentando que Jared se ofereceu para ajudá-la a abrir lojas de sua marca nessas cidades.

Apesar de inicialmente cautelosa, Alyona aceitou a oferta e permitiu que Jared posasse com as roupas de sua marca. Eles até apareceram em um vídeo no Instagram usando moletons rosa com a legenda “nunca, jamais, seja básico”.

No entanto, Alyona acabou se sentindo desconfortável com as investidas de Jared e deixou o hotel onde estava hospedada, mantendo contato com ele apenas por mensagens de texto para discutir quais fotos e vídeos seriam postados para promover sua marca.

Informações TBN


Reprodução/TikTok

Maria, uma influenciadora e personal trainer de fitness, tornou-se um fenômeno viral no Reino Unido. Sua popularidade decorre de um truque peculiar que ela usa quando homens, atraídos por sua forma física, a abordam na academia.

Quando nota a aproximação, Maria simplesmente se vira, revelando uma barriga de grávida de gêmeos. A visão inesperada deixa os “admiradores” atônitos e embaraçados.

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C7rlmRyRXSZ/?utm_source=ig_embed&ig_rid=4081fcd2-b06d-48a3-b765-207fd56069f9&ig_mid=43C0DF8D-90EF-443B-A871-F6CA674AE3E4

O interessante é que, vendo Maria de costas, ninguém suspeita de sua gravidez. Segundo informações do jornal Extra, um vídeo documentando o truque já acumulou mais de 2,6 milhões de visualizações. Um internauta comentou: “Eu nunca teria imaginado”, enquanto outro escreveu: “Nada no planeta Terra poderia ter me preparado para isso”.

Durante a gravidez, Maria manteve uma rotina ativa na academia e defende que mulheres grávidas não devem ser desencorajadas a se exercitar. Ela até criou um programa de dieta e exercícios para ajudar suas clientes a transformar suas nádegas em “pêssegos”. “Se você levanta pesos há um ano, dois anos, tanto faz, pode continuar fazendo isso. Basta ajustar um pouco os pesos”, aconselhou ela, conforme relatado pelo “Sun”.

Maria está prevista para dar à luz na sexta-feira (31/5).

Informações TBN


Sérgio Lima/Poder360

Em dezembro de 2022, após as eleições, a Corte era avaliada como “ótima” ou “boa” por 31% da população, a maior taxa desde que o PoderData começou a questionar em junho de 2021. Atualmente, esses percentuais caíram para 14%, os mais baixos desde o início da série histórica. Essas informações são baseadas em uma pesquisa do PoderData realizada de 25 a 27 de maio de 2024.

Por outro lado, a taxa daqueles que consideram o trabalho do Supremo como “ruim” ou “péssimo” aumentou 11 pontos percentuais, de 31% para 42%, em um ano. Isso retoma o nível registrado no final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando era 40%. Além disso, 33% da população avalia a Corte como “regular” e 11% não souberam responder.

Foto: Reprodução/Poder 360.

A avaliação do STF teve uma melhora de setembro de 2022 a junho de 2023, possivelmente um reflexo da menor influência do ex-presidente Jair Bolsonaro na percepção da população. Bolsonaro tinha uma relação conflituosa com a Corte e sua escalada retórica contribuía para o aumento das taxas de “ruim”/”péssimo” (atingindo o pico em setembro de 2022: 46%). No final das eleições de 2022 e no início do governo Lula, especialmente após os atos extremistas de 8 de janeiro, o discurso de que a Corte teria sido responsável por supostamente “salvar a democracia” parece ter amenizado as críticas.

Agora, sem Bolsonaro e com o apoio de Lula, o STF tem discutido temas sensíveis (aborto, responsabilização de jornais, 8 de janeiro e porte de drogas) e entrado em conflito, inclusive, com o Congresso, que aprovou no Senado uma PEC para reduzir os poderes dos ministros. A sequência de duras decisões monocráticas e o ativismo do STF, conforme indicam os dados acima, não tem agradado os eleitores e a Corte voltou a ser criticada.

O PoderData também questionou os entrevistados sobre como avaliam o trabalho dos congressistas. Os resultados podem ser lidos nesta reportagem.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 25 a 27 de maio de 2024, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 211 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

O PoderData cruzou as respostas sobre a avaliação da Corte com a declaração de voto dos eleitores em 2022. Como mostra o infográfico abaixo, a percepção sobre o trabalho dos ministros do STF pouco varia dentre o eleitorado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o do ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL).

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

O Poder360 oferece aos seus leitores o Agregador de Pesquisas mais antigo e mais completo da internet no Brasil. Reúne milhares de levantamentos de intenção de voto de todas as empresas desde o ano 2000. Em anos eleitorais, só são publicados os estudos que têm registro na Justiça Eleitoral e metodologia completa conhecida. Tem alguma pesquisa para divulgar? Mande a íntegra por e-mail para o Poder360: [email protected].

Para ter acesso ao Agregador de Pesquisas, clique aqui e busque os dados que desejar para as disputas de 2024 ou de todos os anos anteriores. Essa ferramenta oferece acesso apenas aos assinantes do Poder Monitor, a mais completa ferramenta de acompanhamento dos Três Poderes e tudo o que é relacionado ao poder. Para assinar o Poder Monitor e ter acesso por 30 dias grátis, clique aqui.

A pesquisa PoderData foi realizada de 25 a 27 de maio de 2024. Foram entrevistadas 2.500 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 211 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

Para facilitar a leitura, os resultados da pesquisa foram arredondados. Por causa desse processo, é possível que o somatório de algum dos resultados seja diferente de 100. Diferenças entre as frequências totais e os percentuais em tabelas de cruzamento de variáveis podem aparecer por conta de ocorrências de não resposta. Este estudo foi realizado com recursos próprios do PoderData, empresa de pesquisas que faz parte do grupo de mídia Poder360 Jornalismo.

Informações TBN


TIMOTHY A. CLARY / AFP

Antes que 12 cidadãos de Nova York rotulassem Donald Trump como criminoso, um júri diferente, reunido no suntuoso Hotel Pierre na Quinta Avenida, chegou ao seu próprio veredicto. Mesmo que o júri do Tribunal Criminal de Manhattan considerasse o ex-presidente culpado das acusações, os abastados de Wall Street concluíram que ele ainda seria a escolha deles para a Casa Branca, segundo informações do jornal O Globo. Essa reunião, 16 dias antes do veredicto histórico de quinta-feira, revelou o cálculo frio que está agora em jogo no mundo financeiro dos EUA.

Desde apoiadores de longa data até relutantes aliados circunstanciais, um número crescente de figuras proeminentes no mundo dos negócios e das finanças dos EUA está abraçando a possibilidade de um retorno de Trump, sem se importar com a condenação criminal.

— Este veredicto terá menos que zero impacto no meu apoio — disse Omeed Malik, presidente da 1789 Capital e coanfitrião da arrecadação de fundos para Trump no Hotel Pierre, enquanto processava a notícia da condenação. Ecoando o ex-presidente e os líderes republicanos, Malik caracterizou todo o julgamento como uma instrumentalização do sistema legal.

Alguns financiadores que abandonaram Trump depois da invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021 estão agora apoiando o republicano novamente. Um grande motivo, em uma palavra: dinheiro. Trump prometeu cortar impostos para os ricos e eliminar regulamentações, enquanto o presidente Joe Biden quer o oposto.

A arrecadação de fundos no hotel, organizada pelo bilionário Howard Lutnick, atraiu as classes altas de Manhattan mesmo enquanto o julgamento histórico de Trump se desenrolava. Malik duvidava que o veredicto de culpado mudasse a opinião de uma única pessoa que estava lá — ou as mentes de muitos outros.

Menos de duas semanas após essa reunião, Stephen Schwarzman, magnata de private equity e doador republicano, anunciou que novamente apoiava Trump. O cofundador da Blackstone Inc. está entre as 40 pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna de US$ 41 bilhões (R$ 213,5 bilhões).

Na quinta-feira, antes do veredicto repercutir, o investidor bilionário Bill Ackman demonstrou inclinação para apoiar o ex-presidente. Em uma postagem no X (antigo Twitter), Ackman repercutiu um tuíte de Ron DeSantis sugerindo que o sistema judicial americano havia sido cooptado para objetivos políticos. Afirmações semelhantes repercutiram nas redes sociais.

Os acontecimentos e seu momento ressaltam a mudança na dinâmica entre Trump e alguns dos líderes financeiros do país. Em nenhum lugar isso é mais aparente do que em Manhattan, onde Trump se lançou em busca de fama e fortuna. Agora, a apenas cinco meses das eleições, as promessas de Trump em matéria de impostos e regulamentação estão conquistando os executivos, apesar de sua condenação no primeiro julgamento criminal de um presidente dos EUA na História do país.

— Wall Street nunca foi conhecida por seu caráter e valores elevados — disse Dan Lufkin, cofundador do banco de investimento Donaldson, Lufkin & Jenrette. — Existe vontade de apoiar Trump se parecer que ele está no caminho certo? Sim. Não tenho orgulho disso e também não faço parte disso.

Após dois dias de deliberação, o júri considerou Trump culpado de falsificar registros comerciais para ocultar um pagamento clandestino a uma estrela pornô. O veredicto coroou um julgamento de sete semanas repleto de escândalos.

Trump, o presumível candidato do Partido Republicano, entra agora na reta final de uma corrida à Casa Branca com uma marca que poria fim à carreira de praticamente qualquer outro candidato presidencial. Previsto para ser sentenciado pouco antes da convenção do partido, ele certamente apelará. A forma como os eleitores reagirão é incerta.

Mas os apoiadores do ex-presidente já começaram a se unir em torno dele. Na verdade, Trump capitalizou seus problemas legais para angariar dinheiro de doadores abastados. Sua campanha arrecadou US$ 25 milhões (R$ 130 milhões) a mais do que Biden em abril.

Poucos minutos após o veredicto, a campanha de Trump divulgou um e-mail de arrecadação de fundos caracterizando o ex-presidente como um “prisioneiro político” e questionando: “Será este o fim da América?” Scott Bessent, ex-diretor de investimentos da Soros Fund Management, disse estar “pessoalmente decepcionado” com o veredicto, mas não acha que isso terá importância em novembro.

Mesmo alguns líderes de Wall Street que anteriormente atacaram Trump moderaram suas atitudes. Jamie Dimon, em uma reunião de ex-alunos do JPMorgan Chase & Co. na Morgan Library & Museum, destacou que o ex-presidente teve 74 milhões de votos em 2020 e enfatizou a necessidade de respeitar isso.

Privadamente, os apoiadores de Trump em Wall Street insistem que se trata de mais do que dinheiro. Alguns apontam para o que consideram uma tolerância crescente ao antissemitismo entre os Democratas progressistas. Outros queixam-se de que os progressistas com uma visão negativa do capitalismo cooptaram Biden e o Partido Democrata. Outros ainda temem que Biden, de 81 anos, seja velho demais para ser presidente (Trump tem 77 anos).

O sentimento amargo em relação a Biden deixa pessoas como Whitney Tilson, que dirigia a Kase Capital Management, perplexas.

— Para as pessoas no ramo de investimentos, a Presidência de Joe Biden foi extraordinariamente boa — disse Tilson. — É realmente intrigante para mim como as mesmas pessoas que obtiveram resultado melhor sob Joe Biden parecem ser as mais insatisfeitas com essa Presidência.

O setor financeiro não tem falta de oportunistas. E Tilson suspeita que isso se estende aos apoiadores de Trump nos escalões superiores da comunidade empresarial.

— Eles concluíram que Trump vai vencer — disse Tilson. — E se ele for o próximo presidente, então é do interesse deles apoiá-lo desde o início.

Informações TBN