Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 327 casos de Covid-19. O boletim epidemiológico deste domingo (3) também registra três óbitos.
Dos 1.235.139 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.205.599 já são considerados recuperados, 2.667 encontram-se ativos e 26.873 tiveram óbito confirmado.
O nome do pastor Silas Malafaia começou a ser citado como um possível e potencial nome para candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, nas eleições de 2022. De acordo com Igor Gadelha, do Metrópoles, a hipótese fora levantada por aliados do pastor evangélico.
Interlocutores enumeram alguns sinais de que o presidente da República tem demonstrado interesse. O fato de Malafaia acompanhar Bolsonaro em viagens oficias seria um forte indicativo. Outro sinal é de que o pastor foi o único, além do presidente, a discursar no trio elétrico, durante o ato na Avenida Paulista, no último 7 de Setembro.
Uma parte dos manifestantes chegou a chamar Malafaia de “o vice do Bolsonaro”. Em tom de brincadeira, o atual chefe do Palácio do Planalto respondeu: “eu topo”.
Silas Malafaia, por sua vez, afirma não ter pretensão de ser candidato, embora não descarte a possibilidade.
Empresa remanejou o voo para próxima semana por questões logísticas; com o cancelamento, Pfizer adiou a conclusão de entrega de doses prevista no contrato
Foto: Tony Winston/MS
O quarto e último voo, com mais 1,1 milhões de doses da Pfizer, que estava previsto para pousar na tarde deste domingo, foi cancelado. Segundo a empresa, a entrega preciso ser remanejada por questões logísticas.
A programação inicial previa quatro voos com destino ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), totalizando 4 milhões de doses. De acordo com a Pfizer, a entrega será reprogramada para a próxima semana.
Pousaram no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) os três voos previstos para a manhã deste domingo (3) que trouxeram doses da vacina ComiRNAty contra a covid-19. Os três lotes entregues totalizam 2,895.750 milhões de doses do contrato que prevê 100 milhões de doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer entregues ao Brasil.
De acordo com o Banco Central, medida tem como objetivo coibir a ação dos criminosos; outras regras vão entrar em vigor no dia 16 de novembro
Foto: Banco Central / Divulgação
O PIX passa a ter novas regras nesta mês. Já a partir desta segunda-feira (04) começa o limite de R$ 1.000 para para realizar transferências. De acordo com o Banco Central (BC), a medida que tem como objetivo coibir a ação dos criminosos.
O limite estabelecido funciona no horário das 20h às 6h e serve para as transações entre pessoas físicas, incluindo os MEIs (microempreededores individuais). As demais vão entrar em vigor no dia 16 de novembro.
Uma das outras mudanças, permite ao banco bloquear de forma preventiva o dinheiro do cliente por até 72 horas quando houver suspeita de fraude. O bloqueio vai dar uma chance ao banco de analisar detalhadamente a transferência que foi solicitada e ser possível recuperar o valor retirado da conta pelo criminoso.
Após a disparada de roubos e sequestros, envolvendo o método rápido de pagamento e transações bancárias pelo celular, o deputado federal Alexandre Frota apresentou, na última quinta-feira (30), um projeto para suspender as transferências por PIX até que o mecanismo seja regulamentado pelo Banco Central.
Pelas redes sociais, ministro disse que em breve retorna ao país
O Ministro da Saúde Marcelo Queiroga informou na tarde deste domingo (3) que seu mais recente exame RT-PCR deu negativo para a covid-19. O ministro cumpre quarentena em Nova York desde que o resultado para a doença deu positivo, em 21 de setembro.
Pelo Twitter, o ministro disse que em breve volta para o Brasil, mas não disse quando. “Agradeço a todos que enviaram boas vibrações”.
Queiroga foi para Nova York integrando a comitiva do presidente Jair Bolsonaro que participou da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).
Ex-governador do Ceará foi alvo da ira de manifestantes em ato contra o presidente Jair Bolsonaro
Ciro Gomes quase foi agredido por manifestante com pedaços de pau Foto: Reprodução
Neste sábado (2), durante participação nos protestos contra o presidente Jair Bolsonaro, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, foi xingado e vaiado pelos manifestantes de esquerda. Antes de deixar o local, manifestantes esquerdistas tentaram agredi-lo, inclusive com um pedaço de pau, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.
Durante seu discurso, Ciro também foi ofendido pelos presentes, que o mandaram tomar no c*. Após os ataques, ele decidiu rebater e chamou os críticos de “fascistas de vermelho”.
– Bolsonaro a tua hora está chegando, porque o povo brasileiro é muito maior que os fascistas de vermelho ou de verde e amarelo – afirmou.
Antes de sair do protesto, Ciro encontrou militantes que tentaram partir para a agressão. Segundo o portal, um manifestante tentou jogar uma garrafa contra Ciro, mas foi detido por policiais. Já outros presentes chegaram a arremessar pedaços de madeira no carro em que o ex-governador do Ceará estava.
Quando a Esquerda e parte da imprensa disser que os atos hoje foram pacíficos e democráticos, mais uma vez eles estão MENTINDO!!! Teve "black block" rasgando a bandeira verde e amarela!!! Teve Ciro Gomes e esposa fugindo dos Petistas que queriam espancá-los!! pic.twitter.com/EBMY8vSPO0
De acordo com o governo de São Paulo, protesto na Avenida Paulista reuniu cerca de 8 mil pessoas
Deputada Carla Zambelli e presidente Jair Bolsonaro Foto: Marcos Corrêa/PR
Neste domingo (3), a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) utilizou as redes sociais para criticar um “malabarismo” feito pela GloboNews para “explicar o fracasso” dos protestos contra o presidente Jair Bolsonaro ocorrido neste sábado (2). De acordo com o governo de São Paulo, o ato da Avenida Paulista reuniu cerca de 8 mil pessoas. Em outras cidades do país, o número de pessoas foi menor.
Zambelli compartilhou um vídeo de um comentário feito pela jornalista Natuza Nery sobre o “engajamento” da população nos atos contra Bolsonaro e disse que a rejeição ao presidente é muito maior.
– Eu queria falar se essa rejeição ao presidente Jair Bolsonaro se traduz em engajamento. Pelas manifestações todas desse ano (…) não se traduz. A rejeição do presidente Bolsonaro na sociedade é muito maior do que se vê em imagens de atos contrários a ele. Isso por uma razão explicada por diversos fatos, segundo todas as avaliações políticas que ouvi ao longo desse período.
Os protestos deste sábado foram puxados por movimentos sociais, sindicatos e esquerdistas. Entre as pautas reivindicadas estavam o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o aumento do custo de vida e o retorno do auxílio emergencial nos moldes que foi aplicado no início da pandemia, de maneira mais generalizada.
Nas redes sociais, aliados e admiradores de Bolsonaro fizeram piada sobre a baixa adesão aos atos, e confrontaram as imagens com a suposta alta na rejeição ao presidente.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu acionar a Justiça para tentar reaver sua conta do Twitter. Nesta sexta-feira (1º), o empresário entrou com uma liminar exigindo que a rede social devolva seu perfil na plataforma. Em seu pedido, Trump afirma que o Twitter cancelou sua conta em janeiro devido a uma “pressão” de rivais políticos no Congresso. Ele pretende obter o acesso temporário ao seu perfil enquanto a Justiça não decide sobre um retorno permanente, o que levará mais tempo.
Em sua solicitação, o ex-presidente apontou que o Twitter possui um grande controle sobre o debate político nos EUA, o que é “incomensurável, historicamente sem precedentes e profundamente perigoso para abrir o debate democrático”.
A ação de Trump foi apresentada a um tribunal da Flórida, estado em que reside.
A rede social decidiu banir Trump da plataforma afirmando que suas mensagens que inflamaram seus apoiadores e a defesa de pautas conservadoras violavam as políticas da plataforma. Na ocasião, o perfil do ex-presidente dos EUA contava com mais de 88 milhões de seguidores.
Marcado por tumultos e polêmicas, o depoimento do empresário Luciano Hang à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, última na quarta-feira (29), fez o canal da TV Senado no YouTube bater recorde de audiência. Até o momento, o vídeo já tem mais de 1,6 milhão de visualizações.
A presença de Hang foi até mais assistida do que os depoimentos dos irmãos Miranda (o deputado federal Luis Miranda e o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Fernandes Miranda). Os Miranda foram responsáveis por trazer à tona o escândalo envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo governo federal. O depoimento dos dois tem 1,38 milhão de views.
Hang também rendeu à TV Senado a maior audiência desde as sessões no Congresso Nacional que resultaram no impeachment da ex-presidente Dilma. Rousseff (PT), em 2016. Ele é o terceiro vídeo mais popular do canal no YouTube, atrás apenas do pronunciamento de Dilma no Senado Federal, no dia 29 de agosto de 2016, e da sessão que confirmou seu afastamento, em 31 de agosto de 2016. Os vídeos têm 3,7 milhões e 2,7 milhões de views, respectivamente.
A curiosidade em acompanhar as sessões, que chegaram a se tornar “entretenimento” por causa dos embates entre senadores e depoentes, fez com que o canal da TV Senado na plataforma alcançasse 1 milhão de inscritos. Para se ter uma ideia, a TV Câmara tem pouco mais de 680 mil inscritos.
A Pfizer completa, neste domingo (3), 100 milhões de doses da vacina contra Covid-19 entregues ao Brasil. Ao todo, quatro voos chegam hoje ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com mais 4 milhões de doses. Esta é a segunda maior remessa que a farmacêutica envia ao país em um único dia.
O primeiro dos quatro chegou no terminal de Campinas às 5h35, carregado com 520.650 doses. O segundo, com 1,5 milhão de doses, pousou às 6h. Essa operação esteve marcada inicialmente para ocorrer na sexta, mas acabou reprogramada pela empresa.
Ainda no período da manhã o aeroporto deve receber uma terceira aeronave carregada com 854.100 imunizantes, enquanto o quarto e último voo, com mais 1,1 milhões de doses, está previsto para pousar à tarde.
Com as entregas deste domingo, a Pfizer vai completar 10,5 milhões de vacinas enviadas em uma semana e cumprir o primeiro contrato de 100 milhões de doses da empresa com o governo federal. Pelo documento assinado em março de 2021, a farmacêutica deveria completar a entrega das 100 milhões de doses até o fim do terceiro trimestre (30 de setembro). No entanto, em comunicado, a empresa destacou que trata o período até domingo como mais uma semana logística e que isso “não representa atraso ou comprometimento na entrega da vacina”.
Um segundo contrato entre Pfizer e governo federal, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de vacinas entre outubro e dezembro.