O balé infantil da Oficina do Programa Arte de Viver, que é mantido pela Fundação Municipal de Cultura Egberto Costa (Funtitec), se apresentou na noite desta quinta-feira (04) no Teatro Municipal Margarida Ribeiro.
A apresentação foi para um público de estudantes da rede municipal de ensino.
Gestor de Caldeirão Grande, Candinho Guirra afirma que a população da Bahia quer mudança política
Fotos: Gilberto Jr
Integrante da base do governador Rui Costa, o prefeito de Caldeirão Grande, Candinho Guirra (PP), anunciou oficialmente na noite desta quinta-feira (4) apoio à pré-candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia. Em discurso na principal praça do município, Candinho Guirra disse que vai trabalhar muito para garantir a eleição do ex-prefeito de Salvador. “A Bahia quer um governador que olhe para todos os municípios, que enfrente a bandidagem de frente, que tenha coragem de revolucionar a educação e que traga esperança para toda a população. E esse candidato é ACM Neto”, disse Guirra.
Em seu pronunciamento, ACM Neto elogiou a decisão do prefeito de Caldeirão Grande. “Na noite de hoje, os baianos de todos os cantos de nosso Estado, vão saber que o prefeito de Caldeirão Grande teve coragem de assumir a posição que acredita e defende, que o prefeito dessa cidade teve coragem de dizer que acredita em futuro muito melhor para a Bahia”.
Nesta quinta-feira, ACM Neto iniciou mais uma caminhada pelo interior da Bahia, visitando as cidades de Monte Santo, Filadélfia e Caldeirão Grande. Amanhã (5), o ex-prefeito de Salvador estará em Senhor do Bonfim e Jaguarari. Em conversa com prefeitos, vereadores e lideranças políticas de toda a região, Neto defendeu a interiorização da saúde para resolver o problema da regulação e se comprometeu a transformar a educação da Bahia, caso seja eleito. “Eu ando por todos os Estados e sempre me perguntam: como a Bahia, que é o berço de nosso país, pode ter a pior educação do Brasil? É muito triste a gente ouvir isso, mas não podemos fugir da realidade. Nos governos do PT, a educação simplesmente foi abandonada em nosso Estado”, disse Neto.
Maior licitação da história das telecomunicações no país teve início nesta quinta-feira
Leilão do 5G Foto: Foto: Ministério das Comunicações / Cleverson Oliveira
Com leilão iniciado nesta quinta-feira (4), o Brasil avança para ter o primeiro 5G da América Latina. Para o ministro das Comunicações, Fábio Faria, a licitação, que é a maior da história das telecomunicações do país, mostra ao mundo que o Brasil “está cuidando da transformação digital”.
– O Brasil é um player e irá virar um hub de inovação, para que possa receber empresas de inovação e tecnologia – afirmou o ministro, durante o evento nesta quinta-feira (4).
O presidente Jair Bolsonaro, que também marcou presença na solenidade, frisou que “toda semana esse governo tem algumas realizações a apresentar”, assinalando ainda que, com a nova tecnologia, os cidadãos deste país terão a oportunidade de mostrar o verdadeiro Brasil.
– Não teve otimismo, não teve pessimismo. A gente fez acontecer! A gente realizou, a gente entregou! – enfatizou Faria.
Durante o evento, foram recebidas 15 propostas de empresas e consórcios interessados em explorar a tecnologia no país. Nesta quinta será iniciada a análise de cada uma das propostas. Espera-se que a sessão termine apenas na sexta-feira (5).
A expectativa do governo é de que o leilão do 5G movimente R$ 169 bilhões nos próximos 20 anos e beneficie todos os setores produtivos.
– Nos próximos 15 anos, estamos falando de 1,2 trilhão de dólares movimentando todos os setores da economia – previu Faria.
A tecnologia deve estar disponível em todas as capitais do Brasil até o dia 31 de julho de 2022.
Evento de filiação do ex-ministro da Justiça ao Podemos acontece na próxima semana
Ex-ministro Sergio Moro convidou generais para sua filiação ao Podemos Foto: Estadão Conteúdo/Dida Sampaio
De olho nas eleições de 2022, o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, segue em busca de apoio para o ano que vem. E um dos alvos são os militares. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, Moro convidou generais para a cerimônia de sua filiação ao Podemos, marcada para a próxima quarta-feira (10).
Entre os cargos que Moro poderá disputar no ano que vem estão a Presidência da República ou uma vaga no Senado. Ele deve anunciar sua decisão após a filiação ao Podemos.
De acordo com o jornal, um dos convidados para o evento foi o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro. Além disso, outros militares de alta patente também foram chamados.
Outros que pretendem comparecer à filiação são o governador de São Paulo, João Doria, e o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.
Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis anunciou nesta quinta-feira (4/11) série de novidades nas regras para os postos
Postos de gasolina de todo o país poderão oferecer o serviço de entrega de combustível nas cidades em que atuam. Para oferecerem o serviço, as empresas terão de pedir uma autorização específica para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que aprovou nesta quinta-feira (4/11) essa e outras mudanças nas regras de comercialização dos produtos no Brasil.
O delivery de combustíveis foi testado em projetos-piloto e, após estudos e audiências públicas, está sendo ampliado para todo o Brasil. Neste primeiro momento, contudo, o serviço excluirá o óleo diesel e estará restrito a gasolina e etanol.
Preço na bomba e na placa
A diretoria da ANP também decidiu que os preços dos combustíveis terão de ser expressos em duas casa decimais e não com três, como é o costume atualmente (imagem em destaque). Segundo o órgão regulador, a mudança tem o objetivo de facilitar o entendimento dos consumidores. Os postos têm 180 dias para se adaptar a essa nova regra.
A agência também autorizou as empresas TRR (sigla para Transportador-Revendedor-Retalhista), que revendem combustíveis em quantidades grandes a empresas e produtores rurais, a comercializarem gasolina. Até agora, elas tinham autorização apenas para óleo diesel.
Essas mudanças estavam sendo discutidas dentro da agência desde 2018, como resposta às reclamações expostas pela greve dos caminhoneiros naquele ano.
Estoques estão baixos, e espera por alguns modelos pode demorar
A venda de veículos automotores novos caiu 17,07% em outubro em comparação ao mesmo mês do ano passado. No mês passado, foram licenciadas 276.033 unidades no mês, ante 332.852 vendidas em outubro de 2020. O resultado, divulgado hoje (4) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), leva em conta todos os segmentos automotivos, exceto tratores e máquinas agrícolas.
Já no acumulado do ano, de janeiro a outubro de 2021, as vendas tiveram aumento de 16,15% sobre o mesmo período do ano passado. Foram 2.863.349 unidades licenciadas, contra 2.465.260 vendidas em igual período de 2020.
Na comparação mês a mês, as vendas em outubro de 2021 tiveram leve queda, de 1,78%, em relação às de setembro.
“A demanda se mantém alta por parte do consumidor, mas há segmentos em que a espera por um veículo pode levar meses, em função dos baixos estoques das concessionárias, que não estão conseguindo ter todos os pedidos atendidos pelas fábricas, devido à falta de insumos e componentes. Esperamos pela normalização da produção, mas acreditamos que isso só ocorra em meados de 2022”, disse o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior.
Descumprimento poderá carretar multa de até 136 mil dólares
Joe Biden, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS
O governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (4) que empresas privadas com mais de 100 funcionários terão até 4 de janeiro de 2022 para garantir que seus funcionários estejam vacinados contra a Covid-19, ou que realizem testes semanais.
As empresas também terão que permitir que os funcionários que desejarem possam ser vacinados em horário de trabalho. Todos os trabalhadores não vacinados devem usar máscaras e apresentar semanalmente resultado negativo em teste de Covid.
De acordo com as novas regras da Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos (OSHA), os trabalhadores são considerados totalmente vacinados se tiverem recebido duas doses das vacinas da Pfizer-BioNTech ou da Moderna, ou ainda uma dose da vacina da Johnson & Johnson.
Segundo a Casa branca, as medidas têm objetivo de prevenir “milhares” de mortes e cerca de 250 mil hospitalizações no país.
Além disso, em 4 de janeiro, entrará em vigor a obrigatoriedade de vacinação para todos os trabalhadores de centros médicos que participam dos programas públicos de saúde Medicare ou Medicaid. A obrigatoriedade afetará mais de 17 milhões de pessoas. Já para esse grupo, não haverá a possibilidade de testes semanais.
Caso haja descumprimento das regras, as empresas poderão sofrer multas nos valores entre US$ 13.653 (cerca de R$ 76,3 mil) e US$ 136.532 (cerca de R$ 763,7 mil).
André Marinho ficou dois anos no programa Pânico Foto: Reprodução/Youtube Pânico
O comediante André Marinho pediu demissão da Jovem Pan na noite desta quarta-feira (3), após dois anos como integrante do elenco do programa Pânico. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (4) por Emílio Surita, âncora da atração.
A Jovem Pan News tem sua primeira baixa exatamente uma semana depois de entrar no ar na TV. O nome de André Marinho ficou em voga na última semana após a repercussão da participação do presidente Jair Bolsonaro no programa Pânico.
Na edição de quarta-feira (3), Marinho já estava ausente, e Emílio Surita explicou que o filho de Paulo Marinho estaria “refletindo” sobre a sua participação na emissora.
– O Marinho estava chateado. [Ele] Me procurou. Veio falar comigo. Está sofrendo a pressão. Eu falei: “Marinho, se quiser ficar no Pânico, beleza. Aqui ninguém tira trabalho de ninguém” […] Eu falei pra ele ir para casa, descansar e tomar a decisão – disse o apresentador.
De acordo com Surita, as portas da emissora continuam abertas para o humorista.
Oitiva foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes
Foto: Marcello Camargo
O presidente Jair Bolsonaro prestou depoimento ontem (3) à Polícia Federal (PF) e reiterou que nunca interferiu no trabalho da corporação. A oitiva foi realizada no âmbito do inquérito aberto em abril do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o ex-ministro da Justiça Sergio Moro declarar que o presidente tentou interferir na PF por meio da troca do então diretor-geral Maurício Valeixo.
O depoimento foi autorizado no mês passado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito. Na manhã desta quinta-feira (4), cópia da oitiva foi anexada à parte do processo que não está sob segredo de Justiça.
Segundo Bolsonaro, a substituição de Valeixo foi solicitada a Moro devido à “falta de interlocução que havia entre o presidente da República e o diretor da Polícia Federal”. Embora não tivesse nenhuma insatisfação com o trabalho do então diretor, o presidente declarou que sugeriu o nome do delegado Alexandre Ramagem, que fez sua segurança durante a campanha eleitoral de 2018.
De acordo com o depoimento, Moro teria concordado com a troca, “desde que ocorresse após a indicação do ex-ministro da Justiça à vaga no Supremo Tribunal Federal”.
“Que ao indicar o DPF Ramagem ao ex-ministro Sergio Moro, este teria concordado com o presidente desde que ocorresse após a indicação do ex-ministro da Justiça à vaga no Supremo Tribunal Federal; Que conheceu o DPF Ramagem após o 1° turno quando ele assumiu a coordenação da segurança do então candidato Jair Bolsonaro. Que salvo engano os filhos do declarante também conheceram Ramagem somente quando ele assumiu a segurança do declarante: Que nunca teve como intenção, com a alteração da Direção Geral, obter informações privilegiadas de investigações sigilosas ou de interferir no trabalho de Polícia Judiciária ou obtenção diretamente de relatórios produzidos pela Polícia Federal”, diz trecho do depoimento.
O presidente também disse que deu “carta branca” para seus ministros quando os convidou para compor o governo. Segundo Bolsonaro, Moro trouxe para o ministério profissionais que teve contato em Curitiba, mas que “em determinado momento percebeu que o ex-ministro estava administrando a pasta sem pensar no todo, sem alinhamento com os demais ministérios e o gabinete da presidência”.
“Por fim, gostaria de acrescentar que sempre respeitou e respeita a autonomia da Polícia Federal e que entende que mesmo com a alteração de dirigentes de unidades da PF, não é possível interferir nas investigações em razão do sistema penal brasileiro e na cultura organizacional enraizada na instituição”.
Sobre a reunião ministerial de abril de 2020, na qual falou sobre a troca de pessoas da segurança no Rio de Janeiro, o presidente reiterou que estava se referindo à segurança de Carlos Bolsonaro, um de seus filhos.
“Que há um pequeno núcleo do GSI sediado no Rio de Janeiro, responsável pela segurança do declarante e de sua família; Que esse núcleo do GSI é formado por servidores lotados e alguns comissionados; Que achava que esse trabalho poderia ser melhorado, principalmente no acompanhamento do seu filho Carlos Bolsonaro, residente no Rio de Janeiro; Que, portanto, quando disse que queria trocar gente no Rio de Janeiro, referia-se a sua segurança pessoal e da sua família.”
No depoimento, o presidente também relatou que se referia a dados para tomada de decisões quando disse, na mesma reunião, que a PF não lhe dava informações.
“Que o declarante quis dizer que não obtinha informações de forma ágil e eficiente dos órgãos do Poder Executivo, assim como da própria Polícia Federal; Que quando disse informações se referia a relatórios de inteligência sobre fatos que necessitava para a tomada de decisões e nunca informações sigilosas sobre investigações”, diz o depoimento.
Em nota, a defesa de Moro disse que foi surpreendida com o depoimento e que deveria ter sido comunicada previamente para participar e fazer seus questionamentos.
“A defesa do ex-ministro Sérgio Moro foi surpreendida pela notícia de que o presidente da República, investigado no inquérito 4831, prestou depoimento à autoridade policial sem que a defesa fosse intimada e comunicada previamente, impedindo seu comparecimento a fim de formular questionamentos pertinentes, nos moldes do que ocorreu por ocasião do depoimento prestado pelo ex-ministro em maio do ano passado”, diz a nota.
As operadoras Claro, Vivo e TIM arremataram três lotes na faixa de 3,5 GHz, o principal do leilão da tecnologia móvel 5G, realizado hoje (4) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Winity II Telecom levou a frequência de 700 MHz, e como é uma empresa ainda não detentora de faixa de radiofrequência, o Brasil terá uma nova operadora móvel com abrangência nacional.
O leilão começou nesta quinta-feira e deve terminar só amanhã (5). Ainda serão analisadas as propostas para as faixas de 2,3 GHz e de 26 GHz.
As frequências têm finalidades específicas e em cada faixa as empresas dão os lances em lotes diferentes. Os lances vencedores na faixa de 3,5 GHz foram: R$ 338 milhões (ágio de 5,18%, valor acima do mínimo previsto no edital) da operadora Claro para o lote B1; R$ 420 milhões (ágio de 30,69%) da Vivo para o lote B2; e R$ 351 milhões (ágio de 9,22%) da TIM para o lote B3.
O edital previa ainda um quarto lote na faixa de 3,5 GHz, com abrangência nacional, mas não houve lance. O direito de exploração das faixas será de até 20 anos.
As empresas vencedoras têm compromissos de investimento definidos pelo Ministério das Comunicações e aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Anatel. O objetivo das contrapartidas é sanar as deficiências de infraestrutura, modernizar as tecnologias de redes e massificar o acesso a serviços de telecomunicações do país.
Entre os compromissos estão migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G, arcando com os custos; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial, na Região Amazônica; levar fibra óptica para o interior do país; e disponibilizar o 5G em todos as capitais até julho de 2022.
Faixa de 700 MHz
A Winity II Telecom ofereceu o maior lance, R$ 1,427 bilhão na primeira faixa a ser leiloada, de 700 MHz, de abrangência nacional. O valor pago é 805% superior ao mínimo exigido.
A operadora tem direito à exploração do serviço por 20 anos, que pode ser prorrogado, e prevê o cumprimento da obrigação de construir infraestrutura de cobertura 4G em 625 localidades do país que não têm acesso à internet e em 31 mil quilômetros de rodovias federais.
O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade, que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.
O leilão tem valor de arrecadação total previsto de cerca de R$ 50 bilhões, caso todos os lotes sejam arrematados. Desse total, R$ 10 bilhões serão em outorgas para o governo e os outros R$ 40 bilhões serão utilizados pelas empresas nas obrigações estabelecidas.