
As chamadas PLs acabam atrapalhando os novos presidentes da estatal petrolífera Petrobrás, sempre que a empresa tem lucro eles recebem um percentual na participação por bom desempenho, exatamente nesse ponto que muitos indicados que chegam a empresa preferem arriscar fazer um “pé de meia” à entrar no embate com o mercado financeiro e acionistas.
Um presidente da Petrobras tem média de salário que pode variar dos R$ 200 mil aos R$ 260 mil por mês, a depender dos adicionais de ocasião, a serem acrescidos ao vencimento do dirigente. O salário de um presidente da Petrobras pode passar dos 3 milhões de reais por ano e isso ajuda na mudança de opinião e humor de cada um que chega na empresa que geralmente optam por ter lucros ao invés de ajudar na diminuição dos preços.
Informações Terra Brasil Notícias

ACM Neto e José Ronaldo participaram de um encontro político na sexta-feira (13) no município de Una. No encontro, o prefeito Tiago de Dejair, declarou apoio a pré-candidatura de ACM Neto ao Governo do Estado e a Cacá Leão para o Senado Federal.
Presentes, os deputados Mário Negromonte Júnior, Eduardo Salles, Elmar Nascimento e Sandro Régis, os pré-candidatos a deputado federal Valderico Jr, José Carlos Araújo, Roland Lavigne e Azevedo de Itabuna. Além de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e liderança políticas de toda região.
No sábado (14), os candidatos cumpriram agenda nos municípios de Itabuna e Itajuípe.
REVISTA OESTE
O STF abandonou sua função essencial de árbitro da Constituição e passou a agir, segundo alega, como intérprete, legislador e executor do que considera serem “os desejos da sociedade”
Circulam livremente no Brasil deste momento, numa atmosfera de alta reverência, devoção ideológica e temor à força divina, duas ideias absurdas. A primeira sustenta que o Supremo Tribunal Federal, e o resto do alto aparelho judiciário que habita o Plano Piloto de Brasília, são as forças que garantem a democracia neste país. A segunda diz que essa muralha de virtudes precisa ser defendida com urgência pela sociedade brasileira, pois estaria sendo ameaçada pelo “populismo”, a “direita” e o “governo Bolsonaro”. É uma contrafação de proporções espetaculares — e quanto mais a sua falsidade se revela, mais agressiva se torna a veneração prestada a esse embuste pela mídia, pelas elites que vivem à custa do atraso nacional e pelas classes intelectuais.
Isso se chama ditadura — sem tanque na rua e sem polícia secreta, mas ditadura do mesmo jeito
As duas colocações, como vem se tornando comum no ambiente de aberta veneração à mentira vivido hoje pelo Brasil, estão exatamente do lado contrário de tudo aquilo que mostram os fatos. O STF, na vida real, é neste momento o mais ruinoso inimigo da democracia no Brasil — porque abandonou sua função essencial de árbitro da Constituição e passou a agir, segundo alega, como intérprete, legislador e executor do que considera serem “os desejos da sociedade”. É fatal. Todas as vezes que uma corte suprema deixa de ser, mesmo por cinco minutos, um tribunal que se limita a decidir se esta ou aquela decisão é constitucional, e se intromete em qualquer outro tipo de questão, ela passa imediatamente a ser um agente da tirania. Não há ninguém acima do STF; suas decisões, quaisquer que sejam, não podem ser revistas. Se é assim, e se os ministros podem decidir sobre todas as questões que existem, o tribunal começa a governar o país sem sofrer contestação — e sem ter sido eleito para governar coisa nenhuma. Isso se chama ditadura — sem tanque na rua e sem polícia secreta, mas ditadura do mesmo jeito. De forma idêntica, os fatos comprovam que o STF persegue grosseiramente os seus inimigos políticos, põe gente na cadeia, aplica multas exorbitantes, boicota a ação do governo, exige informações em “três dias”, abre inquéritos policiais, desrespeita objetivamente a lei. Como pode se queixar, então, de estar sendo ameaçado? É ele, na prática, que ameaça as pessoas. É demente.
O STF, para usar uma expressão da moda entre a esquerda brasileira e entre os próprios ministros, está vivendo em estado permanente de “desvio de função”. Ao contrário do que pregam as bulas papais do ministro Luís Roberto Barroso, tido pelos jornalistas, professores de ciências sociais e bilionários de esquerda como a turbina ideológica da “suprema corte”, o STF não existe para “transformar o Brasil”. Não é pago pela população para “carregar a história para a frente”, como diz ele — e nem para condenar o presidente da República como “inimigo”. Não lhe cabe melhorar o país ou organizar a sua administração, nem ditar como os políticos devem se comportar, e nem influir nos usos e costumes da sociedade. Sua única função é decidir, nos casos de dúvida, se a Constituição de 1988 está ou não está sendo aplicada corretamente — é isso, e não pode ser mais do que isso, sob pena de subversão da ordem pública. O STF não está se comportando como a lei determina.
Moraes age como um carcereiro maníaco, como naqueles filmes do tipo “terror no presídio”
Os ministros, cada vez mais, agem como os árbitros dos desejos e das necessidades da sociedade — quer dizer, deram a si próprios o poder de decidir o que a população está querendo. Ao fazerem isso ofendem o princípio mais sagrado de uma democracia de verdade — o de que só existe um regime democrático quando o governo é exercido com o consentimento dos governados. O STF, abertamente, quer governar sem este consentimento. Há ministros que já disseram, aliás, que o Brasil é “conservador” demais para o modelo de país que têm em suas cabeças; a maioria dos brasileiros precisaria mudar de ideias, para se encaixar no Brasil desejado pelo ministro Barroso e seus colegas. É possível. Mas se for assim não cabe ao STF tornar o Brasil mais “moderno” — ou mais “igualitário”, ou mais “inclusivo”, ou mais “justo”. Por acaso a maioria da população brasileira é a favor do aborto, por exemplo, ou do casamento gay, ou da entrega às tribos indígenas de porções cada vez maiores do seu território? Quer que seja proibida a construção de ferrovias, de estradas ou de usinas hidroelétricas? Apoia a doutrinação política de esquerda na escola pública? Os ministros querem decidir sobre isso tudo; pretendem ditar os hábitos do cidadão, e determinar como devem se comportar em suas vidas pessoais. É a negação da democracia. Os desejos da população têm de ser atendidos pelo Congresso Nacional, e unicamente por ele; não há outra opção, a não ser em tiranias. É para isso — para executar a sua vontade — que o povo elege deputados e senadores. Os que temos podem ser lamentáveis, mas não existe no Brasil outro parlamento que não seja esse aí. Fazer o quê? Cabe aos eleitores, exclusivamente a eles, melhorar as decisões do Congresso. O STF não tem nada a ver com isso.
Não se trata de discordância com o teor das decisões do Supremo, como os ministros querem fazer crer diante de qualquer crítica que recebem. Tanto faz o teor — seria a mesma aberração se as decisões estivessem indo no sentido oposto ao que o STF tem decidido. Ajuda muito a embaralhar o debate, é claro, a baixíssima qualidade das sentenças, uma espécie de Museu de Horrores de Madame Tussaud; é tudo em geral tão infame, tão subdesenvolvido e tão ofensivo à lógica, que o problema parece ser a incompetência dos ministros no seu papel de magistrados. Ninguém, nesse ponto, supera no momento o ministro Alexandre de Moraes. Esqueça um pouco as considerações feitas acima sobre democracia e Constituição; aqui o angu é outro, e bem mais grosseiro. Moraes, no caso da sua incompreensível perseguição pessoal ao deputado Daniel Silveira, age como um carcereiro maníaco, como naqueles filmes do tipo “terror no presídio”. Está mortalmente ressentido porque o presidente da República, no estrito cumprimento da lei, anulou a pena de quase nove anos de cadeia que tinha socado em cima de Silveira. De lá para cá, vem dobrando a aposta: decidiu que, com indulto ou sem indulto, com lei ou sem lei, o deputado tem de ser punido, para que ele, Moraes, prove que é mais forte que o presidente e que a Constituição. Criou uma situação de desordem.
O que há de constitucional na decisão do ministro Edson Fachin que anulou as quatro ações penais contra Lula?
No seu último surto, o ministro vetou a redução de 35% no valor do IPI que o governo havia decidido, na tentativa de dar mais um estímulo à economia. Que diabo a redução do IPI tem a ver com as funções de um ministro do Supremo? Moraes não tem de decidir absolutamente nada nesse assunto. A decisão também não teve relação nenhuma com as suas possíveis convicções sobre política fiscal; foi vingança pessoal pura, simples e infantil. Não prejudica o “governo”. Como em tantas outras intromissões do STF em assuntos que não lhe dizem respeito, prejudica, de forma direta e imediata, a população.
Que ligação lógica pode existir entre a Constituição brasileira e tornozeleiras eletrônicas, multas de R$ 400.000 para as vítimas do ministro Moraes ou o CEP de Curitiba? O que há de constitucional na decisão do ministro Edson Fachin que anulou as quatro ações penais contra Lula, incluindo a sua condenação pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, em terceira e última instância e por nove magistrados diferentes? E a exigência do “passaporte sanitário” para cidadãos brasileiros entrarem no seu próprio país — uma decisão tão estúpida que nunca chegou a entrar realmente em vigor? O STF decidiu que os prefeitos tinham direito de manter fechadas por dois anos as escolas do Brasil. Bloqueia a construção de uma ferrovia essencial para a produção do Centro-Oeste, porque ela passa em 0,8% de uma “terra indígena”. Fecha acordos com empresas estrangeiras que controlam as redes sociais, como se fosse uma repartição administrativa, para censurar o conteúdo de mensagens e abolir fatos que possam favorecer o governo durante a campanha eleitoral. Ameaça, seguidamente, “cassar” a chapa do presidente para a eleição de outubro próximo; o ministro Moraes, a propósito, já prometeu “prisão” e outros horrores para os acusados de “fake news” e “desinformação.” O STF, há anos, desceu ao nível da justiça comum, funcionando hoje como um escritório de advocacia penal para soltar marginais, ladrões do Erário público e traficantes de droga. Atende sistematicamente a exigências de partidos da esquerda, quando querem impor uma decisão de governo ou um ponto de vista partidário. Onde a Constituição se conecta com isso tudo?
Mais extraordinária ainda é a queixa, apresentada diariamente nos meios de comunicação, de que o STF está sendo “ameaçado”, que sofre “uma campanha de descrédito” e é vítima de ações de “lavagem cerebral”. O STF, ameaçado? Só se for pela vontade da maioria da população, que vai se expressar nas próximas eleições — essas mesmas que tanto preocupam os ministros e seus agentes do TSE. Ameaça dos militares com certeza não é; se estivesse preocupado com eles, o TSE não iria devolver, sem atender a nenhuma, todas as sugestões feitas pelas Forças Armadas para reforçar a segurança das apurações. Do “governo Bolsonaro” também não pode ser. Não há nos últimos três anos e meio nenhum exemplo, mesmo distante, de que qualquer órgão do governo tenha desrespeitado a lei ou o Estado de Direito — ao contrário, o Executivo foi atacado 24 horas por dia pelo STF, teve dezenas de decisões bloqueadas e não desobedeceu a nenhuma das ordens que recebeu da justiça. Onde está a perseguição? Não existe, simplesmente — a não ser como desculpa antecipada para tentativas de virar a mesa, em mais uma cruzada para salvar a democracia no Brasil.

O líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse neste sábado (14) que a disseminação da covid-19 levou seu país a uma “grande turbulência” e defendeu uma batalha abrangente para superar o surto, com a notificação de 21 novas mortes.
A Coreia do Norte reconheceu um surto de covid-19 pela primeira vez esta semana, impondo um lockdown nacional. Mas não há sinais de um regime rigoroso de testes ou campanhas de tratamento no rudimentar sistema de saúde do país.
“A disseminação desta epidemia maligna é uma das grandes turbulência a se abater sobre nosso país desde a fundação”, disse Kim, em uma reunião de emergência do Partido dos Trabalhadores, segundo a agência de notícias estatal KCNA.
“Mas, se não perdermos o foco na implementação de políticas da epidemia, mantivermos um forte poder e controle organizacional baseado na obstinada unidade do partido e do povo e fortalecermos nossa batalha epidêmica, nós mais do que podemos superar a crise”.
Os números reportados provavelmente representam uma fração dos casos totais, dada a capacidade limitada de testagem da Coreia do Norte, e o surto pode levar a milhares de mortes em um dos poucos países do mundo sem uma campanha de vacinação, disseram especialistas.
Reuters

O sorteio do concurso 2.481 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (14). O prêmio previsto para quem acertar as seis dezenas é de R$ 35 milhões.
Veja as dezenas sorteadas: 01 – 08 – 21 – 27 – 36 – 37.
Até o momento, a Caixa não divulgou o rateio do sorteio.

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Os advogados do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, deverão levar uma representação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será a primeira ação do partido direcionada ao petista. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.
A equipe de pré-campanha de Bolsonaro trabalha em um levantamento de falas de Lula relacionadas ao presidente consideradas ofensivas, como as que incluem milícias e o adjetivo “fascista”.

“Vamos fazer a primeira representação contra Lula por falas ofensivas. Acredito que devemos protocolar a peça na próxima semana”, disse Caroline Lacerda, advogada contratada pelo PL para atuar na pré-campanha de Bolsonaro.
As declarações de Lula apuradas incluem as falas do ato de 1° de maio, em São Paulo, no qual o petista disparou que Bolsonaro “só governa para os milicianos dele”.
Créditos: Contra Fatos.
Pré-candidato ao governo também falou que vai implementar o modelo de escola em tempo integral para o ensino médio da rede pública estadual

Durante coletiva de imprensa realizada em Itabuna neste sábado (14), o pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) afirmou que vai criar um fundo para administrar os cerca de R$ 9 bilhões que a Bahia vai receber dos precatórios da educação, em três parcelas, até 2024.
“O dinheiro não pode mais ser uma desculpa. Um terço desse dinheiro está sendo torrado este ano com a construção de escolas. Isso porque o PT passou 15 anos sem construir quase nenhuma escola na Bahia. E, agora, véspera de eleição, começaram a se movimentar. Mas é importante dizer que apenas construir escola não é a solução. Não resolve o problema. O mais fácil é fazer a obra. O mais difícil é fazer educação de qualidade”, pontuou.
“Eu pretendo destinar parte deste recurso para um fundo que vai dar suporte às ações junto aos municípios. Nós vamos trazer para a Bahia o modelo do Ceará, que premia os municípios que avançam na qualidade da educação. O município que avançar, não interessa o partido do prefeito, vai ganhar mais dinheiro do estado para premiar, estimular, incentivar o trabalho do município em relação à evolução da qualidade do ensino”, explicou o pré-candidato.
Para o pré-candidato do União Brasil, é necessário um trabalho de parceria com os municípios para levar a qualidade de ensino das redes para a homogeneidade pedagógica: “E, dessa forma, ajudar na qualificação dos professores da rede pública municipal e para ajudar no processo de avaliação das redes municipais”, ressaltou.
ACM disse ainda que o outro foco a ser trabalhado para garantir a qualidade da educação baiana é o modelo de escola em tempo integral para os alunos do ensino médio. O ex-prefeito de Salvador ponderou que existem muitas experiências de atuação na educação pública que estão dando certo em outros estados, e que pretende trazer essas referências para melhorar os índices da Bahia.
“Outra grande ferramenta do nosso projeto vai ser a educação em tempo integral, formato que se tornou o diferencial de Pernambuco e outros vários estados. Tem muita coisa dando certo em vários lugares do Brasil que podem ser trazidos para a Bahia. Não precisa inventar, precisa é ter compromisso. Precisa querer fazer”, salientou.
“E tudo isso vai vir com um alicerce forte para garantir investimentos na tecnologia para a educação, conectividade para as escolas, instrumentos como tablets para os alunos poderem ampliar o tempo de aprendizado no período que estão em casa. Com acesso aos conteúdos no horário que eles não estão na escola”, destacou.
O ex-prefeito de Salvador lembrou ainda que a Bahia ocupa o 27° lugar na qualidade da educação para o ensino médio. Para Neto, apesar dos investimentos realizados pelo atual governo, problemas antigos continuam sem soluções.
“Os investimentos poderiam ter sido maiores do que foram. Além disso, o recurso aplicado foi mal aplicado, e os números da educação da Bahia estão aí para provar. Se fizermos o corte apenas para a rede pública estadual no ensino médio, nós somos o último do Brasil, somos o 27° do país. Esse é o retrato da qualidade da educação pública na Bahia. Esse é o legado deixado em 16 anos do PT aqui no estado”, acrescentou.
Resultados da pandemia
Para ACM Neto, a defasagem do ensino público estadual foi acentuada durante os anos de 2020 e 2021, quando o país enfrentou a pandemia causada pelo coronavírus. O pré-candidato ao governo falou que o trabalho de recuperação da educação da Bahia vai passar, inclusive, pela inclusão dos conceitos de empregabilidade e empreendedorismo nas escolas do estado.
“A Bahia tirou nota zero na educação durante a pandemia. A Bahia não agiu no tempo necessário para garantir o ensino remoto, para garantir, depois, o ensino semipresencial. Demorou para levar tecnologia para as escolas, para dar condição dos alunos aprenderem à distância. E as consequências disso são muito graves”, avaliou Neto.
“O que a gente vê na Bahia, hoje, muitas vezes é a lógica perversa da aprovação automática. E o problema desse formato é que esse jovem, no futuro, vai ter muito mais dificuldade para conseguir um emprego, para vencer na vida e realizar o sonho das suas famílias. E para isso, vamos levar às escolas, principalmente para o ensino médio, os conceitos de empregabilidade e empreendedorismo com o intuito de que a escola seja, de fato, a porta de entrada do trabalho e, futuramente, da renda dessas pessoas”, falou.
“Vamos fazer um esforço concentrado para recuperar o tempo perdido na pandemia. Eu acredito naquele ditado ‘antes tarde do que nunca’. Eles deviam ter feito, não fizeram, mas nós vamos fazer”, enfatizou durante a coletiva.

O cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, gerou grande repercussão nas redes sociais após criticar Anitta durante um show, nesta sexta-feira (13).
Além de alfinetar a funkeira, o sertanejo também afirmou que não precisa da Lei Rouanet. “Estamos aqui em Sorriso, Mato Grosso, um dos estados que sustentou o Brasil durante a pandemia. Nós somos artistas que não dependem de Lei Rouanet. Nosso cachê quem paga é o povo. Nós não precisamos fazer tatuagem no t*ba pra mostrar se a gente tá bem ou não. A gente simplesmente vem aqui, canta e o Brasil inteiro canta com a gente”.
Após vídeo com as falas do artista viralizar nas redes sociais, os internautas criticaram o cantor. “Zé Neto falando da Anitta, isso só pode ser inveja, não foi com bunda que ela conquistou o mundo”, disse uma. “Esse gosta de lacrar mesmo, né? Anitta deve tá muito ocupada trabalhando para conquistar o número 1 no mundo de novo, enquanto ele fala dela”, disse outra.
*Bahia.ba

Um belo e raro fenômeno enfeitará o céu entre a noite deste domingo (15), a partir das 23h27, e o início da madrugada de segunda-feira (16). Será uma Lua de Sangue “triplamente especial para o Brasil”, afirmou a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional. A melhor notícia é que o evento celeste será bem visível de todas as partes do Brasil.
O evento durará pouco mais de três horas, encerrando-se às 2h55. “Mas o ponto máximo, quando a Lua estará completamente coberta pela sombra da Terra será exatamente à 1h11, no horário de Brasília”, disse Josina à Agência Brasil.
“A grande vantagem desse eclipse, que chamo de triplo total, é que, além de ser um eclipse total da lua, será totalmente visível em todo o Brasil, de Norte a Sul; de Leste a Oeste. O Brasil inteiro verá o eclipse do início ao fim, em todas suas fases, na sequência penumbral, parcial, total, e depois retornando à parcial e à penumbral”, explicou Josina.
“Outra vantagem é que a Lua estará bem alta no céu, longe do horizonte, bem fácil de ser vista. Agora é torcer para que o tempo fique bom e não atrapalhe o espetáculo”, acrescentou.
Segundo Josina, o próximo eclipse desse tipo, em que todas as etapas podem ser apreciadas de qualquer região, só ocorrerá em junho de 2029, entre os dias 25 e 26. “Até lá, teremos vários eclipses parciais”, tranquilizou a astrônoma.
Além do Brasil, terão o privilégio de observar a Lua de Sangue triplamente especial os demais países da América do Sul e da América Central. O fenômeno também será visível em parte da América do Norte, da Europa e da África.
Os eclipses lunares ocorrem quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham. “Quando um corpo extenso, como o Sol, ilumina outro corpo extenso – no caso, a Terra –, ocorrem duas regiões de sombra: a penumbra e a umbra. Quando totalmente escura, sem nenhuma luminosidade, essa sombra é a umbra; quando recebe luz em alguns pontos, a sombra, um pouco mais clara, é a penumbra.
“Quando a Lua entra na sombra da penumbra, começa o eclipse penumbral; quando está totalmente na penumbra, é o eclipse penumbral. Quando começa a entrar na umbra, é o eclipse parcial. Quando a lua está totalmente mergulhada na umbra, é o eclipse total, e ela toma uma cor avermelhada belíssima. Por isso é chamada de Lua de Sangue”, detalhou a astrônoma do Observatório Nacional.
*Metro1

As ações de conscientização para um trânsito mais seguro serão marcadas neste domingo, 15, dia D do Maio Amarelo, com uma mobilização na avenida Noide Cerqueira, em frente o Shopping Avenida, das 8h ao meio-dia.
A atividade está sendo coordenada pela Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e órgãos parceiros, entre eles o Sest/Senat.
No local haverá demonstração de manobras de primeiros socorros, atividade de educação para o trânsito, além de ginástica, fitdance, aferição de pressão arterial e teste de glicemia.
*Secom