Constatação foi feita com base na análise de vários fatores, incluindo problemas de localização, imagens de perfil padrão e novos usuários

Uma ferramenta de auditoria fornecida pela empresa de software SparkToro apontou que quase a metade dos 22,2 milhões de seguidores do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no Twitter são contas falsas. A informação foi divulgada pelo site norte-americano Newsweek.
De acordo com o veículo, a ferramenta indicou que 49,3% das contas que seguem a conta oficial do Twitter @POTUS são “seguidores falsos”. A constatação foi feita com base na análise de vários fatores, incluindo problemas de localização, imagens de perfil padrão e novos usuários.
A SparkToro define como seguidores falsos “contas inacessíveis e que não visualizaram os tuítes do perfil que seguem (seja porque são spam, bots, propaganda, ou porque não estão mais ativos no Twitter)”. As questões envolvendo os perfis falsos na rede social viraram o centro das discussões após o CEO da Tesla, Elon Musk, que está envolvido em um processo para comprar a plataforma, se mostrar preocupado com a quantidade real de contas falsas.
Na última sexta-feira (13), o bilionário afirmou que seu acordo de 44 bilhões de dólares (R$ 217 bilhões) para a aquisição do Twitter estava “temporariamente suspenso”. Em uma postagem na rede social, Musk afirmou que o acerto estava pausado por causa de detalhes a respeito do percentual de contas falsas na plataforma.
– O acordo [para a compra] do Twitter está temporariamente suspenso por pendências em detalhes que sustentem os cálculos de que contas falsas [do Twitter] de fato representem menos de 5% dos usuários – escreveu ele, na ocasião.
Nesta terça-feira (17), o CEO da Tesla reforçou que seu acordo para comprar a empresa de mídia social não poderá seguir enquanto os problemas com contas falsas não sejam resolvidos. De acordo com Musk, ao menos 20% dos perfis do Twitter seriam falsos/spam. O número é quatro vezes maior do que o apresentado pela plataforma, que é de aproximadamente 5%.
Informações Pleno News
Gana Gueye, do PSG, não usou camisa com cores do movimento gay

O jogador senegalês Idrissa Gueye, do Paris Saint-Germain, é alvo de um pedido de explicações feito por uma associação francesa contra a homofobia no esporte. O atleta e sua equipe são cobrados, porque ele não participou de uma partida contra o clube Montpellier, no último sábado (14).
No dia do jogo, do qual Gueye não participou, o elenco do PSG usou uma camisa que tinha as cores do movimento LGBT. As informações são do portal Metrópoles e do jornal O Globo.
De acordo com o portal francês L’Équipe, acredita-se que Gana não jogou porque teria recusado a camisa com as cores do arco-íris. Em 2021, ele também teria se ausentado de uma disputa em que clubes também usaram as cores do movimento LGBT.
O técnico Maurício Pochettino afirmou, em uma entrevista, que o senegalês não entrou em campo por “motivos pessoais”.
Em meio à polêmica, o atleta recebeu apoio do presidente do Senegal, Macky Sall, no Twitter. O líder senegalês disse que as convicções religiosas de Gueye devem ser respeitadas.

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Iniciativa do presidente ocorreu após o STF negar uma ação apresentada contra o ministro

Após o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitar uma ação contra o ministro Alexandre de Moraes, o presidente Jair Bolsonaro apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo uma investigação contra Moraes tendo como base a mesma ação enviada ao Supremo. A informação foi dada pela colunista Bela Megale, do jornal O Globo.
Bolsonaro acionou a Corte acusando Moraes por abuso de autoridade. Ele citou como exemplo o inquérito das fake news, aberto em 2019 pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli. Também abordou uma investigação referente a milícias digitais.
O relator da ação de Bolsonaro foi o próprio Toffoli, que negou o pedido apontando que os fatos citados pelo presidente “evidentemente não constituem crime e que não há justa causa para o prosseguimento do feito”.
No pedido feito à PGR, Bolsonaro afirmou que Alexandre de Moraes tem realizado “sucessivos ataques à democracia, desrespeito à Constituição e desprezo aos direitos e garantias fundamentais”.
O presidente citou diversos pontos no pedido de investigação enviado à PGR. Entre eles estão uma “injustificada investigação no inquérito das fake news, quer pelo seu exagerado prazo, quer pela ausência de fato ilícito” e ainda o fato de que “o inquérito das fake news não respeita o contraditório”.
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Pré-candidato ao governo atacou falta de assistência na região e problemas causados pela demora na fila de regulação

O pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) firmou, durante entrevista para a Rádio TransBrasil FM, nesta quarta-feira (18), o compromisso de construir um hospital para atender à região de Capim Grosso. Neto foi questionado sobre um problema vivido pela população de toda a Bahia, mas que atinge especialmente aquela região: a falta de um hospital regional e o atraso na fila de regulação.
O ex-prefeito de Salvador foi objetivo na resposta: “Só existe uma solução. Fazer o que o PT não fez em 16 anos, cumprir as promessas. Foi tempo o suficiente para que o governo construísse um hospital regional que atendesse todas as demandas da região”, ressaltou à rádio.
Para ele, a primeira questão fundamental é ter um hospital que possa atender a população com serviços de qualidade, que resolva os problemas dos municípios. “Senhor do Bonfim, Campo Formoso, Capim Grosso, Jacobina. Todos têm problemas assistenciais. Temos aí um raio muito grande de cidades nessa região que não têm um hospital preparado para atender às demandas. A primeira coisa é resgatar esse compromisso, não pode ser uma promessa, como fizeram, mas uma ação efetiva”, disse Neto.
Segundo o ex-prefeito de Salvador, por falta de um hospital os pacientes acabam sendo regulados para unidades distantes. Assim, surge outro problema: a falta de agilidade, muitas vezes, faz com que pessoas percam a vida esperando uma vaga na fila. “Hoje, o que funciona na Bahia é o sistema Q.I., ou seja, ‘quem indica’. Só consegue internamento quem tem um deputado aliado do governo para indicar. A maioria do povo, que não tem acesso a um político, morre na fila. Temos que tornar o sistema transparente, eficaz, resolutivo”, disse o pré-candidato.
“Do outro lado, tornar ‘fila zero’ procedimentos de socorro à vida. Precisamos organizar a rede para dar assistência imediata a quem teve infarto de miocárdio, politraumatismo, AVC. Além disso, ampliar a rede com hospitais regionais, unidades municipais em parceria e em convênios com entidades filantrópicas. Pretendo pegar os municípios que já possuem uma estrutura boa, ampliar essa estrutura e referenciar as cidades vizinhas àquele hospital. E vamos pagar a conta, não pode ficar para o prefeito”, completou ACM Neto.
Violência
ACM Neto afirmou que falta ao Governo do Estado a coragem necessária para enfrentar a crise de segurança que vive a Bahia, e que vai “jogar duro contra a violência” caso seja eleito. “A gente se depara hoje com problemas muito graves, que estão há muito tempo sem solução e que só fizeram piorar ao longo desses últimos 16 anos, como essa onda absurda de violência. É inaceitável que a Bahia seja campeã nacional de homicídios desde 2017. O que precisa é ter coragem para enfrentar o problema e ter um governador que deixe claro que lugar de bandido é na cadeia”, disse ACM Neto.
O pré-candidato criticou o marasmo do Governo do Estado e das tentativas de terceirizar o problema para a esfera federal: “Se eu for governador, vou jogar duro contra a violência. Usando inteligência, tecnologia, colocando delegados onde não tem e colocando as viaturas, que estão paradas por falta de combustível, para rodar nas ruas. Vamos contratar policiais, porque hoje mais de 290 municípios da Bahia têm apenas um policial trabalhando por turno. Vamos valorizar a carreira e botar bandido na cadeia, que é o lugar deles”.

A OAB Subseção Feira de Santana vai realizar, no dia 3 de junho, a partir das 20h, o forró da instituição. O evento ocorrerá no Ária Hall, situado na avenida Presidente Dutra. A advocacia e a sociedade de Feira de Santana e região se reunirão para comemorar os festejos juninos. Estão confirmadas as atrações Lucas Viana, Forró Manguaça e Gabriela Moraes.
O ingresso está sendo vendido em lote especial e pode ser adquirido na sede da instituição, situada na rua Cel. Álvaro Simões, nº 74, bairro Centro – próximo ao Fórum Felinto Bastos. Para mais informações entre em contato através do número (75) 3623-9010.
Ele defende a contratação de artistas locais

O vereador Zé Curuca (UB) pediu ao prefeito Colbert Filho (MDB), em discurso na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta quarta-feira (18), que sejam realizados os tradicionais festejos juninos dos distritos de Maria Quitéria e Humildes.
Ele protocolou um ofício solicitando a execução dos dois eventos, após ser cobrado por moradores de ambas as localidades.

“Sabemos que os recursos são poucos, mas eu peço ao prefeito que faça o São João de São José e o São Pedro de Humildes, com os artistas da nossa terra. Nós, vereadores, fomos cobrados pela população. Inclusive, dei entrada num requerimento solicitando a execução dos festejos”, disse.

“O que esstamos observando é que parece uma situação política. Várias cidades do interior estão com paralizações, não é apenas Feira, mas parece ser o grupo que tem identificações muito próximas com o governo do estado”, disse o prefeito Colbert Filho ao criticar as paralisações realizadas pelo Sindicato dos Professores.
O gestor também comentou sobre a possibilidade de acontecer os festejos juninos no município.
Ouça a entrevista completa em nosso podcast

Crianças e adolescentes e representantes de movimentos sociais participaram da Caminhada de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, na tarde desta quarta-feira, 18. O ato faz parte da programação do Maio Laranja.
A iniciativa foi da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, CRAS, CREAS, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente e Ministério Público Estadual.
A caminhada saiu da Praça Fróes da Motta, seguindo pelo Calçadão da Sales Barbosa e foi encerrada em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria. Faixas e cartazes com frases alertando para a importância em denunciar casos de abuso sexual infantil foram exibidas durante todo o percurso. Panfletos também foram entregues a transeuntes.
Em Feira de Santana, nove casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes já foram registrados este ano. O secretário de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior, falou sobre a importância do ato.
“Esta caminhada tem o intuito de despertar a comunidade para a situação que pode ocorrer em qualquer ambiente, até mesmo dentro de casa. Além disso, intensificamos durante o mês as ações de combate”, pontua.
O vice-prefeito, Fernando de Fabinho, que esteve representando o prefeito Colbert Martins Filho, destacou que a denúncia é importante para interromper o abuso.
“Muitas vezes o perigo cerca esses jovens na própria casa, bairro e outros locais. A campanha alerta a população para o cuidado, especialmente dos pais e familiares, contra o abuso sexual”, afirma.
Vale destacar que a população pode denunciar de forma anônima pelo Disque 100, que funciona 24 horas por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados. O Governo Municipal também disponibiliza a plataforma Fala Feira 156 e os atendimentos são realizados pelo Plantão Social.
Também participaram da caminhada representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal, Dispensário Santana, APAE e das secretarias municipais de Prevenção à Violência, Educação, Saúde, Mulher e demais órgãos, assim como secretários e vereadores.
18 DE MAIO
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, foi instituído em maio de 2000, através da Lei 9.970, de autoria da então deputada federal Rita Camata (PMDB/ES).
A data foi escolhida em lembrança ao caso que vitimou a menina Araceli Cabrera Sanches, que foi sequestrada em 18 de maio de 1973, com oito anos de idade. Araceli foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O crime causou revolta em todo o país, mas os culpados ficaram impunes.
*Secom

Um grupo de sindicalistas ligados à APLB Sindicato faz mais uma manifestação na tarde desta quarta-feira, 18, no prédio da Secretaria Municipal de Educação, situado na avenida Getúlio Vargas. Desta vez, o manifestantes utilizaram equipamento de som em volume desproporcional para o ambiente de uma instituição pública.
Com este tipo de ação, o movimento paredista da APLB Sindicato dificulta o diálogo com o Governo Municipal que vem adotando todas as medidas para garantir o funcionamento pleno das escolas municipais. As repetidas paralisações de um grupo pequeno de professores vêm causando constantemente uma série de transtornos às famílias dos estudantes.
O Governo Municipal reforça seu compromisso com a Educação e com os alunos e vem priorizando a melhoria das condições oferecidas nas 207 escolas.
Nos últimos meses, diversos investimentos significativos foram feitos na Educação Municipal a fim de atender a todas as demandas das escolas, entre os quais, a contratação de 317 professores que já foram encaminhados para as unidades de ensino, a aquisição de 6.500 carteiras, a compra de todos os itens da alimentação escolar e também de fardamento que já está sendo distribuído para todos os alunos.
“A postura da APLB Sindicato é anti-educativa, numa tentativa clara de desestabilizar o funcionamento das escolas municipais. Reiteramos que as atitudes desse grupo de professores não favorece o desenvolvimento das atividades nas unidades de ensino, muito menos o diálogo com os docentes”, afirma a secretária de Educação, Anaci Paim.
Vale destacar que a falta de aulas implica em faltas e consequentemente no corte de salários pelos dias não trabalhados.
*Secom

Dois anos e meio após sua instalação, em dezembro de 2019, esvaziada pela pandemia e pelo ano eleitoral, e ainda sem pedidos de indiciamento, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Chapecoense teve o relatório final preliminar apresentado oficialmente nesta quarta-feira (18) pelo senador Izalci Lucas ( PSDB-DF).
O relator pretendia encerrar os trabalhos da CPI na semana que vem, com a votação do parecer final. Sem alcançar o objetivo principal – pagamento das indenizações à família das vítimas e punição dos responsáveis pelo acidente — um apelo feito pelo senador Esperidão Amin (PP-SC), com apoio dos demais integrantes e dos representantes das famílias, mudou os planos da comissão. A expectativa agora é a CPI seja encerrada perto do fim do prazo de funcionamento, 11 de julho. Até lá, novas contribuições devem ser incorporadas ao texto pelo relator.
“Se isso fosse o final da CPI, ou o final da negociação, seria muito frustrante. Então, temos que ter uma prorrogação para que se assentem as bases da negociação”, afirmou Amin. Para o senador, antes da conclusão dos trabalhos, é preciso ouvir o representante da Tokio Marine inglesa, cujo depoimento chegou a ser marcado para 31 de março de 2020, mas não ocorreu por causa da pandemia de covid-19. Amin convenceu os colegas a insistir em ouvir reapresentantes da corretora Aon e requereu que também sejam ouvidos os promotores de Justiça de Chapecó que estão no caso.
Por enquanto, em 1.149 páginas, uma das principais recomendações do relatório preliminar é o envio da íntegra do documento à Superintendência de Seguros Privados (Susep) para conhecimento “e adoção das medidas administrativas pertinentes”. O relatório sugere que a Susep analise a “possibilidade de adoção de medidas disciplinares, como multas ou suspensão das licenças das afiliadas para operar no mercado securitário brasileiro, obedecido o devido processo legal” sob o argumento de “falta de sensibilidade por parte da resseguradora Tokio Marine Kiln Limited e da corretora Aon UK Limited, resvalando muitas das vezes em condutas de má-fe”.
Preocupados com o atraso no pagamento das indenizações aos parentes das vítimas do acidente da Chapecoense, ao longo das investigações, os senadores pressionaram Petrobras, Caixa e outras estatais a reavaliar e suspender os contratos com a Tokio Marine, sob a justificativa de que a companhia estaria se furtando a honrar compromissos assumidos no caso do acidente da Chape.
Histórico
Em fevereiro deste ano, em depoimento na CPI, o executivo de Finanças da Petrobras Ricardo Rodriguez Besada Filho manifestou solidariedade às famílias dos acidentados, mas ressaltou que não havia nenhuma informação factual jurídica para que a Caixa rejeitasse a participação da Tokio Marine em uma licitação. “Monitoramos permanentemente o mercado e, à luz da fatos novos, vamos tomar as ações necessárias para manter os contratos passados vigentes e futuros aderentes à legislação em vigor. Se qualquer informação nova surgir, seja ao fim dos trabalhos desta CPI, com o seu relatório, seja com outras informações factuais, jurídicas que servirem como subsídios, tomaremos a decisão prontamente”, disse o executivo na ocasião.
Sobre a questão do seguro, também em fevereiro, em depoimento na CPI do Senado, o vice-presidente de Logística e Operações da Caixa Econômica Federal, Antônio Carlos Ferreira, disse que “nem a Caixa, nem as empresas do conglomerado têm qualquer conexão com os contratos de seguros e resseguro em questão. [O banco] desconhece os termos e condições deste instrumento ou de qualquer outro acordo comercial firmado entre as empresas envolvidas”.
À época, integrantes da CPI pressionavam a Caixa a rescindir contrato com a Tokio Marine, que é sócia de outra seguradora, a XS3 Seguros S.A, pelo fato de a companhia não cumprir compromissos. “Nós queremos o olhar da Caixa Econômica e da Petrobras se indignando, como nós estamos indignados, para atender às vítimas”, disse, na ocasião, o presidente da CPI, senador Jorginho Melo (PL-SC), citando empresas brasileiras clientes da seguradora.
Providências
No documento preliminar, o relator sugere o encaminhamento do resultado final da CPI a diversos órgão do governo federal e da Justiça e a autoridades bolivianas e colombianas para conhecimento e adoção de medidas que possam aperfeiçoar normas e protocolos operacionais relativos às suas atribuições legais, de modo a inibir a ocorrência de casos semelhantes.
Entre autoridades brasileiras, o parecer preliminar sugere o encaminhamento das conclusões da CPI à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) para adoção de medidas atinentes às suas respectivas atribuições legais. A expectativa é que, com isso, evite-se a ocorrência de fatos como os relatados na investigação.
O Ministério das Relações Exteriores também é citado para que encaminhe cópias da investigação parlamentar às autoridades bolivianas e colombianas para conhecimento e adoção de medidas que contribuam para aperfeiçoar normas e protocolos operacionais relativos a suas atribuições legais.
Processo
A disputa judicial pelo pagamento de indenizações arrasta-se há seis anos. As famílias culpam tanto o clube quanto as empresas seguradoras pelo fracasso nas negociações. A Chapecoense alega dificuldades financeiras, em parte provocadas pelo desastre aéreo. No fim do ano passado, o clube entrou com pedido de recuperação judicial – regime em que o pagamento de dívidas é suspenso para impedir a entidade de fechar as portas. Já os representantes da Tokio Marine dizem que não são responsáveis pelo resseguro cobrado.
Na queda do voo da Chapecoense, em novembro de 2016, na Colômbia, morreram 71 pessoas entre tripulantes, jogadores e comissão técnica do clube catarinense e jornalistas. A comitiva seguia para a disputa da final da Copa Sul-A mericana, na cidade colombiana de Medellín.
*Agência Brasil