
Larissa Manoela e os pais, Silvana Taques e Gilberto Elias, não se falam mais e não é de hoje: eles se afastaram definitivamente, segundo fontes, há mais de cinco meses.
Este colunista de Splash apurou que a atriz, que deixou de ser empresariada pelos pais e assumiu a própria carreira, quis fugir de se um sentimento de “uma prisão” criada dentro de casa. Além disso, ela descobriu movimentações financeiras feitas com o seu dinheiro sem autorização. Tudo isso gerou um sentimento de “traição”.
Vale destacar que a tutela financeira de Larissa sempre esteve no comando dos pais dela. O rompimento, ao contrário do que tem sido mostrado na mídia, é com os dois, e não apenas com a mãe, que se mostrava mais à frente de seu agenciamento.
Em relação ao dinheiro, uma das desconfianças de Larissa tem relação com a venda de uma mansão em Orlando, nos Estados Unidos, conforme publicou o jornalista Leo Dias em seu site. A mansão, avaliada em mais de R$ 5 milhões, foi vendida pelos pais da atriz sem o consentimento dela.
Larissa quer saber onde está esse dinheiro e cobra explicações dos pais.
Amigos da atriz contam que ela sempre ouviu muito “não” dos pais, inclusive em relação aos gastos. O que a atriz imaginava é que a mãe colocava em investimentos e poupança todos os valores conquistados por ela em cachês e etc, mas, assim que assumiu sua vida financeira, percebeu que as contas não fechavam e teve um sentimento enorme de traição.
“O problema da Larissa não é exatamente com o dinheiro em si, mas sim com a confiança que depositou nos pais”, entrega uma fonte da coluna.
Larissa, que cresceu em frente às câmeras, sempre disse “amém” para as decisões tomadas pelos pais. No entanto, com o amadurecimento, percebeu que precisava tomar as rédeas de algumas situações. A atriz se sentia sem poder de escolha e totalmente tolhida de sua liberdade.
Segundo fontes da coluna, o controle dos pais vinha desde a maneira de Larissa se comportar, passava pela vida amorosa da atriz, e até mesmo na escolha de amizades. Larissa era obrigada a se afastar de pessoas da noite para o dia a pedido dos pais.
Vale destacar que, apesar do rompimento recente com os pais, o conflito de Larissa com Silvana e Gilberto não é de hoje. A atriz sempre demonstrou estar insatisfeita, mas não queria entrar em uma briga.
Procurada pela coluna, Larissa Manoela, por meio de sua assessoria, disse que não comenta o assunto. Os pais da atriz também foram procurados e não retornaram.
Informações Splash/UOL

Foto: Reprodução/Pensar Piauí.
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) usou suas redes sociais, nesta terça-feira (25), para criticar a declaração do presidente Lula (PT) durante evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo. Em seu discurso, o petista chamou os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de “malucos”.
Lula também inflamou a militância de esquerda, em reduto lulopetista, ao dizer que conseguiram derrotar Bolsonaro, mas não os bolsonaristas.
– Vocês têm de estar preparados, porque nós derrotamos Bolsonaro, mas não derrotamos os bolsonaristas ainda. Os malucos estão na rua, ofendendo, xingando pessoas.
Motivado por essas provocações, o ex-vice-presidente Hamilton Mourão cobrou, através de seu perfil no Twitter, respeito ao 58 milhões de brasileiros que votaram em Jair Messias Bolsonaro.
– Lula diz publicamente que “os malucos estão na rua”, referindo-se aos 58 milhões de brasileiros que votaram no projeto da direita, conservadora e liberal. A democracia não será defendida com discriminação, deboche, agressões e criminalização das pessoas que discordam do seu pensamento político. O mundo gira – declarou o general.
Créditos: Pleno News.

LuzIA é a nova inteligência artificial do WhatsApp e do Telegram. A personagem de olhos azuis e cabelos vermelhos que apela para uma comunicação mais orgânica nos aplicativos de smartphone chegou ao Brasil nesta última semana. LuzIA — as letras I e A em caixa alta são uma óbvia referência à sigla da inteligência artificial — é capaz de transcrever áudios, traduzir mensagens e também de gerar imagens sob as orientações do usuário.
O recurso de inteligência artificial já está disponível em conversas comuns pelos aplicativos de mensagens. De acordo com o portal G1, no total, a ferramenta já conta com mais de 4 milhões de usuários ativos em mais de 40 países. Para além do idioma português, a simpática LuzIA está disponível também aos falantes de francês, espanhol e inglês. publicidade
O novo sistema de inteligência artificial integrado aos aplicativos de mensagens — WhatsApp e Telegram — é uma criação do engenheiro espanhol Álvaro Higes, de 36 anos. O profissional da tecnologia tem passagem por gigantes do mercado, como a Amazon; Higes é professor da IE Business School, em Madri. O engenheiro usa o ChatGPT como base para o desenvolvimento do seu trabalho.

O usuário interessado em usar o novo serviço de inteligência artificial deve simplesmente adicionar o seguinte número de telefone à sua agenda de contatos: +55 11 97255-3036. Na sequência, é só dar início à conversa com o chatbot por meio do aplicativo de mensagem de preferência, Telegram ou WhatsApp. O usuário também pode acessar a LuzIA diretamente pelo site; ela é completamente gratuita.
A inteligência artificial nos aplicativos de mensagens pode:
Informações Revista Oeste

A harmonização facial já é popular, procurada por quem deseja melhorar a aparência do rosto. Poucos conhecem, porém, um outro tipo de harmonização —a que promete tornar mais bonito (e maior) o pênis.
O procedimento estético pode render até 5 centímetros a mais, é aliado de quem deseja “avantajar” o pênis e virou carro-chefe de profissionais de estética.
A harmonização de pênis é diferente da cirurgia plástica, mais invasiva e usada até então por homens insatisfeitos com o tamanho.
Os profissionais que fazem esse tipo de intervenção dizem lidar com pacientes menos envergonhados com a decisão de mudar o corpo. Para remodelar o pênis, eles utilizam o ácido hialurônico — de um tipo específico para aplicação na região.
As injeções são feitas no corpo do pênis, com ele flácido. Já os resultados são discutidos individualmente, com cada paciente, e incluem ganho em largura, volume, comprimento e até redução da flacidez da pele, dependendo da quantidade de produto utilizada e de outros tratamentos que podem ser aliados ao ácido aplicado.
Médicos urologistas recomendam cautela com a harmonização peniana, já que ainda há poucos dados sobre os efeitos do procedimento.
Apesar de ser uma alternativa relativamente simples, a intervenção não é barata e não tem resultado garantido: os interessados devem desembolsar de R$ 10 a R$ 30 mil, com ganhos em comprimento e circunferência dependendo de como é a genitália.
Formada em biomedicina, Thamires Oliveira decidiu trocar os preenchedores faciais pelos procedimentos no corpo há dois anos. Hoje, todo seu trabalho tem como destaque os “antes e depois” da harmonização peniana.
O procedimento oferece de 3 cm a 5 cm, mas depende do paciente. Preciso fazer uma avaliação para saber como é a pele, se existe flacidez, avaliar o tamanho inicial, o objetivo, e quanto o paciente pode arcar com o procedimento. Não é tudo feito em uma única sessão, são algumas, com intervalos de 15 dias no mínimo. Thamires Oliveira, biomédicanone
Segundo a biomédica, que tem um consultório no Rio, a demora para que o produto fosse importado fez com que a técnica chegasse recentemente ao Brasil.
“É um ácido específico até para suportar o impacto de uma relação sexual e não ser absorvido pelo corpo com facilidade. Ele tem uma durabilidade de dois anos e eu peço para o paciente fazer uma manutenção a cada ano, para manter esse volume e não precisar investir novamente o volume inicial do tratamento”, explica.
Quem se interessa por fazer a harmonização ganha um alerta dos profissionais: é necessário ter cuidado com as expectativas.
“Um paciente que possui um pênis de 4 cm nunca vai ter um de 14 cm, isso é algo surreal e que não pode ser oferecido pelo procedimento. Então, antes mesmo de iniciar o procedimento, ele tem de ter consciência do que é possível para ele”, diz Thamires.
A profissional ainda destaca que existe um limite de preenchedor que pode ser utilizado e que, por vezes, outros procedimentos também são sugeridos para melhorar o aspecto do pênis.
“Às vezes, podemos fazer aplicações enzimáticas contra gordura localizada na região pubiana, podemos corrigir uma depressão que o paciente tenha na base do pênis, mas tudo depende da avaliação.”
Pedro Sousa, farmacêutico com habilitação em saúde estética, afirma que 3 cm de pênis custam, em média R$ 10 mil. O valor inicial de Thamires é o mesmo, mas chega a R$ 30 mil —caso sejam necessárias mais sessões e outras “melhorias”.
Ao falar sobre as pessoas que atendem, Thamires e Pedro descrevem o mesmo perfil de paciente: homens que, em geral, gostam da aparência do pênis ereto, mas se incomodam quando ele está flácido.
“Alguns não conseguem utilizar uma sunga na praia ou ficar nus na frente das suas esposas. É a mesma questão de uma mulher que sente vontade de colocar uma prótese de silicone, ela coloca para se sentir bem. O homem também quer isso, inclusive para se sentir mais confiante no casamento”, afirmou a biomédica.
Thamires ainda disse perceber uma “receptividade” maior à harmonização peniana — alguns homens até levam as esposas para acompanhá-los no processo.
“Eles se sentem bastante envergonhados na hora da aplicação em si, mas ao mesmo tempo têm muito respeito por mim”, diz.
É um universo novo pra mim. Eu não tinha noção do quanto o pênis afetava na autoestima do homem, de como eles não conseguiam expressar isso para a esposa e muito menos para um amigo. none
Pedro afirma que o maior perigo do procedimento é uma possível alergia a componentes presentes nos ácidos hialurônicos, apesar de ser uma reação adversa rara.
Para diminuir as chances de complicação, os profissionais afirmam fazer uma investigação para saber o máximo possível sobre o histórico médico do paciente.
“Os efeitos adversos mais comuns são dor transitória, inchaço e hematomas que também são passageiros. Existem também as contraindicações psicológicas, como os pacientes com transtorno dismórfico relacionado ao pênis, que são os casos em que precisamos recusar o paciente e encaminhá-lo a outro profissional”, explica o farmacêutico.
Thamires também destaca que problemas como diabetes descompensada, hipertensão descontrolada e doenças autoimunes também tiram o paciente da lista de candidatos à harmonização. Além disso, quem aplicou substâncias contraindicadas —como PMMA ou silicone industrial— também não pode realizar o procedimento.
“É necessário conversar sobre todas as fases do tratamento. A equipe ainda mantém contato nos dias seguintes para pedir fotos e verificar o aspecto, a coloração, avaliar o fluxo sanguíneo e avaliar se o paciente está seguindo com o pós da forma que deveria”, afirma a biomédica.

O ácido hialurônico tem um efeito limitado, de no máximo dois anos.
Segundo Pedro Sousa, esse prazo de validade também deve levar em consideração o estilo de vida do paciente: a atividade sexual intensa, por exemplo, diminui o prazo de validade para 10 a 18 meses.
Já quem se arrepende do procedimento pode retirar a substância mais cedo, “derretendo” o ácido.
“Existe uma enzima chamada hialuronidase que é capaz de degradar o ácido hialurônico. Então qualquer intercorrência que venha a acontecer, quando vista inicialmente, pode ser revertida por meio dessa enzima”, explica Thamires.
Questionado sobre a segurança da harmonização íntima, o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem) disse que “atualmente, não possui nenhuma resolução ou normativa sobre esse tema”. Já o Conselho Federal de Medicina (CFM) afirmou que “o tema está sendo analisado pela Câmara Técnica de Urologia e até o momento não há diretriz sobre o assunto”.
A assessoria do Conselho Federal de Biomedicina não retornou aos contatos com seu posicionamento sobre o procedimento.
O médico Eduardo de Paula Miranda, da Sociedade Brasileira de Urologia, destacou que ainda não existe um posicionamento formal do órgão. Os especialistas defendem a orientação aos pacientes e o uso responsável da técnica de harmonização.
“As opções antigas de preenchedores eram inabsorvíveis e traziam muitas complicações. Com o ácido hialurônico há uma segurança superior, mas ainda não existem dados de longo prazo, apesar de os dados preliminares mostrarem que ele é, sim, relativamente seguro”, destacou o profissional.
Miranda também recomendou que os interessados em passar pelo procedimento se informem sobre a equipe que fará as aplicações, para saber se ela está apta a tratar possíveis complicações.
“Ainda não sabemos muito bem como selecionar os pacientes. É necessário um atendimento multidisciplinar e sem comercialização exagerada. A SBU recomenda a avaliação com um médico, que mostre para o paciente o que é normal, e ressalta que muitas pessoas não precisam desse tratamento, e sim de um aconselhamento maior, com acompanhamento psicológico ou psiquiátrico”, afirma o urologista.
Os profissionais não devem incentivar a harmonização a todo custo, e sim a saúde, com muita cautela. Se o pênis tem mais de 10 cm quando ereto, ele consegue ter uma penetração adequada. Apenas abaixo disso pode-se começar a discutir a questão da funcionalidade. Eduardo Miranda, da SBUnone
É importante ressaltar que o excesso de preocupação sobre tamanho de pênis pode ser prejudicial à saúde. Isso afeta a autoestima, gera ansiedade, ejaculação precoce, disfunção erétil e acaba sendo um fator para não procurar um urologista, por medo de tirar a roupa, ser examinado.
De 12,5 a 14,5 cm de comprimento, em ereção, o que equivale a uma caneta esferográfica sem ponta, por exemplo. Dados de medições (antropometrias) penianas apresentados em congressos da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) mostram que na população masculina brasileira os valores da normalidade para pênis ereto ficam entre 10,5 cm e 17,5 cm.
Informações Viva Bem UOL

Um servidor da Caixa Econômica Federal, suspeito de movimentar até R$ 23 milhões de contas, é alvo da Operação Lesa Caixa, realizada pela PF na manhã de hoje em cinco cidades da Paraíba.
As investigações, que tiveram início em maio, apontam o suspeito como responsável pela movimentação criminosa de recursos de contas vinculadas da Justiça do Trabalho da 13ª Região.
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Ainda de acordo com a Polícia Federal, o servidor aproveitou o livre acesso ao sistema para desviar valores para a própria conta e de pessoas próximas.
A Justiça Federal da Paraíba expediu 12 mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa, Cabedelo, Pombal, Cajazeiras e São Bentinho. Foram apreendidos eletrônicos, documentos e diversos relógios de luxo nos endereços vistoriados.
Estima-se, segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, que o suspeito tenha causado inicialmente um prejuízo de quase R$ 9 milhões aos cofres da Caixa Econômica Federal. A investigação, no entanto, calcula que o dano pode chegar a R$ 23 milhões.
Se condenado, o investigado poderá responder pelos crimes de peculato, inserção de dados falsos em sistema informatizado, associação criminosa e lavagem de ativos. Somadas, as penas chegam a 37 anos de reclusão e multa.
Informações UOL

Foto: Cristiano Mariz
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, está irredutível a qualquer apelo para que seu partido retire a ação que pede a cassação do mandato de Sergio Moro como senador.
O mandachuva da legenda recebeu recados de diversos interlocutores do ex-juiz, que cobra um gesto depois de ter apoiado o ex-presidente Jair Bolsonaro no segundo turno.
Um dos últimos encontros entre ambos aconteceu, por acaso, no café de um aeroporto. Segundo pessoas próximas a ambos, Moro tentou uma aproximação, mas o presidente do PL não deu espaço para entrar no assunto do processo.
Questionado pela coluna, Valdemar disse que descarta qualquer chance de suspender a ação.
— Cumpro minha obrigação de presidente do partido. O segundo colocado nas eleições, após Moro, foi Paulo Martins, do PL — afirmou o líder político, em referência à disputa pela cadeira do Senado em 2022, pelo Paraná.
Além do PL, o PT move uma ação na Justiça Eleitoral que pede a cassação de Moro. Os dois pedidos foram juntados. A avaliação dos partidos é que, se o senador for cassado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve seguir o entendimento que teve no caso da cassação da ex-congressista Selma Arruda e convocar novas eleições para a vaga no Paraná.
O Globo

Foto: Nelson Jr./SCO/STF/Divulgação
Alexandre de Moraes acatou parcialmente, nesta terça, uma ação movida pela Rede, pelo PSOL e o MTST sobre as condições precárias de vida da população em situação de rua no Brasil. Ele estabeleceu um prazo de 120 dias e metas para que governos estaduais, municipais e a máquina federal criem um plano de ação para lidar com a crise.
“A necessidade de construir uma solução consensual e coletiva torna necessário que a União formule o plano de ação e monitoramento para a efetiva implementação da Política Nacional para a População em Situação de Rua, com a participação, dentre outros órgãos, do Comitê intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para População em Situação de Rua (CIAMP-Rua), do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), da Defensoria Pública da União (DPU) e do Movimento Nacional da População em Situação de Rua, abordando, além de medidas para concretizar os princípios, diretrizes e objetivos estabelecidos no Decreto 7.053/2009, com os seguintes pontos detalhados no dispositivo dessa decisão”, diz Moraes.
O ministro do STF determinou que estados, municípios e o Distrito Federal adotem as “diretrizes contidas no decreto nº 7.053/2009, que institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua”.
Veja

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo/30-06-2023
Na última semana, o magistrado decidiu pelo arquivamento de dois processos em que Bolsonaro foi acusado de crime de racismo ao se referenciar ao peso de um homem negro que seria um apoiador a “arrobas” — medida usada para peso de escravizados no Brasil antes da abolição. O caso aconteceu em maio de 2022. Outra ação diz respeito a suposta omissão na adoção de medidas para a extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, com voz de prisão em 2022. Já outra ação diz respeito a xingamentos proferidos contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em manifestação no dia 7 de setembro em 2021.
Os processos foram encaminhados à primeira instância no começo do ano, após encaminhamento da ministra Cármen Lúcia, do STF. Por ter perdido o foro privilegiado neste ano, ações contra Bolsonaro devem correr na Justiça comum.
O juiz Frederico Botelho de Barros Viana arquivou, no dia 21 de julho, processo que corria na vara contra Bolsonaro por ter xingado integrantes do STF em manifestação do 7 de setembro em 2021, na Avenida Paulista. Na ocasião, Bolsonaro chamou Moraes de “canalha” e que ele “ainda tem tempo de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida”. A ação foi apresentada pelo então deputado federal Elias Vaz no dia seguinte ao ato, em 2021, e remetido à primeira instância em fevereiro.
Na decisão, o magistrado entendeu que não estavam presentes “elementos que denotem a prática de violência e um discurso ameaçador” que poderiam ser enquadrados como crimes contra a Segurança Nacional. Ele afirmou ainda que, segundo o MPF, as palavras proferidas por Bolsonaro “não passaram de manifestação de descontentamento”.
Duas ações referentes a uma associação feita entre o peso de um apoiador identificado como um homem negro a arrobas, medida de peso de escravizados, foram arquivadas pelo magistrado. Foram apresentadas duas denúncias por crime de racismo: uma assinada pelo deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) e pela Frente Ampla Democrática pelos Direitos Humanos, e outra assinada pela bancada do PSOL.
As ações se referem a fala do então presidente em maio de 2022, em que, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro se dirigiu a um apoiador identificado como um homem negro e disse:
— Conseguiram te levantar, pô? Tu pesa o quê, mais de 7 arrobas, não é?
Nas decisões, o juiz não entendeu que houve efetiva existência de “dolo específico” e determinou o arquivamento.
O magistrado também pediu o arquivamento de uma ação movida pelo deputado federal Alencar Santana (PT-SP) contra Bolsonaro e contra o então ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres por omissão na adoção de medidas para extraditar o jornslista Allan dos Santos, com mandado de prisão no âmbito do Inquérito das Fake News.
O processo faz referência a uma “motociata” em que os representantes compareceram em Orlando, nos Estados Unidos, que contou com a participação do blogueiro. Na época, em junho de 2022, já pesava contra ele o mandado de prisão.
Na decisão, Viana acompanhou o entendimento do MPF de atipicidade da conduta, afirmando que “não há substrato indiciário mínimo de omissão ou retardamento indevido do cumprimeno da origem de prisão e do pedido de extradição”.
Informações TBN
O magistrado também pediu o arquivamento de uma ação movida pelo deputado federal Alencar Santana (PT-SP) contra Bolsonaro e contra o então ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres por omissão na adoção de medidas para extraditar o jornslista Allan dos Santos, com mandado de prisão no âmbito do Inquérito das Fake News.
O processo faz referência a uma “motociata” em que os representantes compareceram em Orlando, nos Estados Unidos, que contou com a participação do blogueiro. Na época, em junho de 2022, já pesava contra ele o mandado de prisão.
Na decisão, Viana acompanhou o entendimento do MPF de atipicidade da conduta, afirmando que “não há substrato indiciário mínimo de omissão ou retardamento indevido do cumprimeno da origem de prisão e do pedido de extradição”.
FONTE: terrabrasilnoticias.com

Por enquanto, a investigação irá se focar na origem, destino e procedimentos das contas sob gestão do poder Judicial e da 13a Vara. Não há, neste momento, uma solicitação da quebra de sigilo das contas pessoais dos procuradores ou do ex-juiz e atual senador Sérgio Moro.
Mas não se descarta que isso seja eventualmente solicitado, caso os resultados da primeira fase indiquem qualquer tipo de irregularidade.
Na semana passada, o UOL, a newsletter A Grande Guerra e o ICL Notícias publicaram reportagem exclusiva na qual mostrava como o ex-procurador e ex-deputado Deltan Dallagnol negociou em sigilo com as autoridades norte-americanas um acordo para dividir o dinheiro que seria cobrado da Petrobras em multas e penalidades por causa da corrupção.
Procurado antes da publicação, Deltan não respondeu aos pedidos de esclarecimentos por parte da reportagem. Horas depois da veiculação da informação, o ex-deputado se pronunciou em suas redes sociais.
A negociação não envolveu a CGU (Controladoria-Geral da União), o órgão competente por lei, para o caso.
As conversas entre procuradores suíços e brasileiros aconteceram por mais de três anos pelo aplicativo Telegram e não eram registradas oficialmente. Elas aconteciam por causa do papel das autoridades de Berna na busca, confisco e detalhamento das contas usadas como destino das propinas investigadas na Operação Lava Jato. Mas, para ambos, foi considerado estratégico envolver a Justiça americana, que estava também investigando o caso.
Os chats fazem parte dos arquivos apreendidos pela Polícia Federal durante a operação Spoofing, que investigou o hackeamento de procuradores e também do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil-PR) no caso que ficou conhecido como Vaza Jato.
No dia 29 de janeiro de 2016, Dallagnol escreveu aos suíços para contar o resultado dos primeiros contatos entre ele e as autoridades americanas. Mas alertava que o procedimento seria “confidencial”.
A Petrobras fecharia um acordo com os Estados Unidos mais de dois anos depois, aceitando pagar uma multa de 853,2 milhões de dólares para não ser processada. O acordo garantiu o envio de 80% do valor ao Brasil —metade do montante milionário seria destinado a um fundo privado que a própria Lava Jato tentou criar e não conseguiu. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a criação do fundo a pedido da PGR. O dinheiro foi destinado à Amazônia e, agora, o CNJ investiga o caso.
As conversas secretas entre a Lava Jato e procuradores estrangeiros não se limitaram à Suíça. Em reportagens publicadas pelo The Intercept Brasil em parceria com a Agência Pública, conversas e documentos expuseram a proximidade, as reuniões e as trocas ilegais de informação entre brasileiros e norte-americanos.
Deltan Dallagnol escondeu nomes de pelo menos 17 agentes americanos que estiveram em Curitiba em 2015 sem conhecimento do Ministério da Justiça, que deveria ter sido avisado. Entre eles, procuradores norte-americanos ligados ao Departamento de Justiça e agentes do FBI.
Os encontros e negociações ocorreram sem pedido de assistência formal e foram comprovados por documentos oficiais do Ministério das Relações Exteriores brasileiro, obtidos pelo Intercept para além dos diálogos da Vaza Jato.
Durante as conversas e visitas, os procuradores da Lava Jato sugeriram aos americanos maneiras de driblar um entendimento doSTFque permitisse que os EUA ouvissem delatores da Petrobras no Brasil.
A troca de informações sem o conhecimento do Ministério da Justiça foi intensa. Com base nessas informações, mais tarde, agentes americanos ouviram no Brasil Nestor Cerveró e Alberto Youssef, além de outros depoimentos usados para processar a Petrobras nos Estados Unidos.
Deltan Dallagnol sabia que estava agindo à margem da lei. Em um diálogo de 11 de fevereiro de 2016, o procurador Vladimir Aras — então diretor da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) da Procuradoria-Geral da República (PGR) – alertou o ex-líder da Lava Jato sobre seus procedimentos ao permitir a operação dos agentes americanos no Brasil.

Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO-18/07/2023
A distribuição de R$ 12,7 bilhões do lucro doFGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)em 2022, aprovada nesta terça-feira (25) pelo conselho curador do fundo, será feita proporcionalmente entre os cotistas. Quanto maior o saldo da conta vinculada, mais o trabalhador terá a receber.
O valor de referência corresponde ao saldo de cada conta em 31 de dezembro de 2022. Quem tiver mais de uma conta receberá o crédito em todas elas, respeitando-se a proporcionalidade do saldo.
O dinheiro será creditado nas contas do fundo do trabalhador, mas só pode ser retirado segundo das regras de saque do FGTS, como em caso de demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria e doença grave.
Para saber a parcela do lucro que será depositada, o trabalhador deve multiplicar o saldo de cada conta em seu nome em 31 de dezembro do ano passado por 0,02461511.
• Na prática, a cada R$ 1.000 de saldo, o cotista receberá R$ 24,61.
• Quem tinha R$ 2.000 terá crédito de R$ 49,23.
• O valor sobe para R$ 123,08 para quem tinha R$ 5.000 no fim de 2022.
O percentual do lucro que seria repassado aos trabalhadores foi definido pelo conselho curador e equivale a 99% do lucro de R$ 12,8 bilhões obtido pelo FGTS no ano passado. A distribuição elevará o rendimento do FGTS neste ano para 7,09%, superior à inflação oficial de 2022, de 5,79% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), medição oficial do índice.
A situação é bem diferente na comparação com o lucro do último ano. Em 2022, o FGTS tinha rendido 5,83%, contra uma inflação oficial de 10,06% em 2021.
Mesmo ganhando da inflação, o FGTS rendeu menos que a caderneta de poupança. No ano passado, a poupança rendeu 7,89%, influenciada pela taxa Selic (juros básicos da economia). Quando os juros básicos estão acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a Taxa Referencial (TR).
Pela legislação, o FGTS rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR) e a distribuição dos lucros. Como a TR está em 0,215% ao mês (2,61% ao ano), o rendimento mínimo corresponde a 5,6% a cada ano. Com a distribuição de lucros, a remuneração do Fundo de Garantia sobe para 7,09%.
Para verificar o saldo do Fundo de Garantia, o trabalhador deve consultar o extrato do fundo, no aplicativo FGTS, da Caixa Econômica Federal. Até o ano passado, o banco oferecia a opção de consulta no site da instituição, mas todo o atendimento eletrônico relativo ao FGTS foi migrado exclusivamente para o aplicativo, disponível para smartphones e tablets nos sistemas Android e iOS.
Quem não puder fazer a consulta pela internet deverá ir a qualquer agência da Caixa e pedir o extrato no balcão de atendimento. O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado. Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.
Por lei, o dinheiro dever ser depositado até 31 de agosto. Mas o conselho também se decidiu pelo repasse imediato, após publicação no Diário Oficial da União.
*Com a Agência Brasil