
O impasse está criado. O Flamengo quer jogar no Maracanã contra o Bragantino no sábado, 28, ou no domingo, 29 de outubro, às vésperas da final da Libertadores. A Conmebol não quer ceder o estádio, pelos últimos cuidados de gramado e de diversos retoques para a decisão entre Fluminense e Boca Juniors, no dia 4 de novembro.
Depois do ge tratar da rejeição da Conmebol ao plano do Rubro-Negro em atuar na 30ª rodada contra o Bragantino no Maracanã, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, entrou em contato com a reportagem para garantir:
– Não abro mão de jogar contra o Bragantino no Maracanã – disse Landim, que afirmou não ter feito consulta alguma à Conmebol sobre o caso.
Gestor do Maracanã desde 2019 ao lado do Fluminense com Termo de Permissão de Uso que termina no dia 23, o Flamengo tem o jogo contra o Vasco no dia 22 no estádio, mas bate o pé para não perder sua casa no jogo contra o atual vice-líder do Campeonato Brasileiro. Landim diz que a final da Libertadores no Maracanã foi decidida sem consulta ao Flamengo.
– Não falei com Alejandro Dominguez nem com o Frederico Nantes. Eles falaram diretamente com o governador Claudio Castro – afirmou o presidente do Flamengo, referindo-se, respectivamente, ao presidente e diretor de competições da Conmebol.
– Tenho a garantia de todos envolvidos no operacional do estádio que realizar o jogo contra o Bragantino não vai atrapalhar em nada a final do dia 4 de novembro.
Landim disse que, antes, atendia a um pedido do próprio governador do Rio, Claudio Castro, para para antecipar a partida contra o Bragantino para a semana de Internacional e Fluminense, que jogaram a segunda partida da semifinal no dia 27 de setembro na Libertadores. Em Brasília, chegou até mesmo a dizer que o último jogo antes da final da Libertadores seria contra o Vasco, no dia 22.
A mudança favoreceria o planejamento da Conmebol – e, claro, permitiria jogar sem problemas no Maracanã. Mas precisou mudar de planos por poutro motivo: critério da CBF.
– Recebi mensagem do Julio Avellar (diretor de competições da CBF). Ele disse que queria conversar comigo. Eu o recebi em casa, num café da manhã. Disse que não poderia fazer o jogo do Bragantino antes, pois assim eles iriam jogar três vezes consecutivas fora de casa (jogariam contra Flamengo, Athletico e Santos). E eu já tinha aceitado, mesmo com a condição que a gente (Flamengo) estava, ainda trocando de técnico. Mas, então, quem não pode jogar três vezes fora de casa sou eu, porque tenho Bragantino, Grêmio (fora) e Santos, que já aceitei jogar em Brasília – argumentou Landim.
O presidente do Flamengo ainda garante que consultou o governador Claudio Castro sobre a realização do jogo do dia 28 ou 29 contra o Bragantino no Maracanã e comunicou a Mario Bittencourt, presidente do Fluminense – isto antes do Tricolor se garantir na final da Libertadores. Nenhum dos dois foi contrário às razões de Landim, relatou o presidente do Flamengo.
Outro fator que conta para ele não abrir mão do estádio que administra temporariamente – ao qual, Landim diz já ter garantias de mais uma renovação temporária do Governo do Estado do Rio de Janeiro – foi pedido feito pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, para liberar o estádio para o jogo entre a seleção brasileira e a seleção argentina, na data Fifa de novembro.
Na reportagem publicada pelo ge na noite de sexta, o Governo do Rio de Janeiro enviou a seguinte nota sobre o caso:
“A realização da final da Libertadores no Maracanã vem sendo acompanhada pelo Governo do Estado e discutida entre CONMEBOL, CBF e os administradores do Maracanã.
O Governo não tem a informação de que haverá outro jogo nesse período próximo à final.”
O consórcio atual do Maracanã, formado por Flamengo e Fluminense, não se manifestou depois de procurado pelo ge, assim como o Tricolor das Laranjeiras. Nos bastidores, o Fluminense, porém, confia que o parceiro no estádio vai abrir mão da partida contra o Bragantino. Até pelo exemplo particular do time que jogou em Volta Redonda, antes da final da Copa do Brasil do Flamengo.
A Conmebol não se manifestou também para o ge. Mas as informações da reportagem são de que a confederação sul-americana conta em fazer todas intervenções do estádio a partir do dia 23, conforme combinado com o Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Fonte: Globo Esporte.

Foto: Getty Images via BBC.
Lula (foto) conversou neste sábado (14), por telefone, com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.
Na conversa, segundo o Palácio do Planalto, eles discutiram a necessidade de interromper hostilidades e enviar ajuda humanitária para Gaza. Lula reafirmou ainda o reconhecimento brasileiro do Estado palestino.
“O presidente brasileiro condenou os ataques terroristas contra civis em Israel, reforçou a importância de um corredor humanitário e a libertação imediata de todos os reféns. Lula disse que os inocentes em Gaza não podem pagar o preço da insanidade daqueles que querem a guerra. Ambos reafirmaram a importância da busca por uma solução política e pela paz para a região”, diz a nota.
Como mostramos, terminou neste sábado o prazo para que palestinos que vivem no norte de Gaza se desloquem para o sul.
A possível incursão em Gaza é mais um movimento de Israel em retaliação aos ataques cometidos pelos terroristas do Hamas na semana passada.
Fonte: O Antagonista.

O país viu dobrar a taxa de analfabetismo entre as crianças de 7 a 9 anos nos últimos anos. É o que aponta o relatório Pobreza Multidimensional na Infância e Adolescência no Brasil, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
No período de 2019 a 2022, o percentual de crianças de 7 anos que não sabem ler nem escrever saltou de 20% para 40%. De 8 anos, mais que dobrou (de 8,5% para 20,8%). Por fim, o mesmo para as de 9 anos: de 4,4% para 9,5%.
O bordão pandêmico “saúde agora, a economia a gente vê depois” também cabia a várias outras áreas essenciais. Para a educação, ao que tudo indica, o “depois” chegou.
Isso porque o recorte vai do último ano pré-pandêmico até o primeiro ano de um relativo “velho normal”. Santiago Varella, especialista do Unicef em políticas sociais, associa diretamente o retrocesso na alfabetização ao fechamento das escolas durante a pandemia.
“Essas crianças estavam no processo mais sensível, talvez, da vida educacional, que é a alfabetização”, pondera. “É preciso um esforço concentrado para que esse passivo da pandemia não se prolongue.”
O relatório apresenta relativos avanços. Desde 2016, cresce o percentual de crianças de 4 a 12 anos (completos) e de adolescentes de 12 a 18 anos (idem) com acesso à escola na idade correta: em 2022, eles somavam 93,8%.
Entre os demais, 2,9% estavam em situação de “privação extrema” e 3,4% de “privação intermediária”. Esses critérios se definem, respectivamente, quando “não há acesso” aos direitos e quando “há barreiras” para exercê-los.
No entanto, o relatório aponta que os bons números “podem ser resultado da aprovação automática na pandemia”. O Unicef alerta que isso exige “abordagens mais cautelosas e contextualizadas ao interpretar dados educacionais em tempos de crise”.
Em resumo: números aparentemente bons podem ter sido fruto de exceções, em determinado contexto (a pandemia, no caso). E ter sido resultado até de decisões políticas ruins (como a aprovação automática).
Como o nome do relatório diz, o Unicef mede a pobreza em suas várias dimensões, não apenas por aspectos de renda. Leva-se em conta o acesso das crianças e dos adolescentes a seis direitos básicos:
“A gente parte do princípio de que os direitos das crianças são prioritários e todos são igualmente importantes”, explica Varella. O relatório leva em consideração dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No quadro geral, o Brasil conseguiu diminuir a proporção de crianças e adolescentes que passam por alguma privação. Em 2016, ela era de 66,1%. No último ano antes da pandemia (2019), de 62,9%. Em 2022, continuou caindo, apresentando 60,3%.
Isso representa 31,9 milhões de crianças e adolescentes, de um total de 52,8 milhões no país. Apesar da bem-vinda redução, é “uma tendência de queda que a gente acha muito lenta ainda”, avisa Varella. Uma “despiora”, por assim dizer.

Revista Oeste, com informações da Agência Brasil.

Uma mulher de 54 anos foi encontrada morta nesta sexta-feira (13), em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta para feminicídio cometido pelo namorado da vítima, que foi preso em flagrante.
A vítima, identificada como Dalva Ferreira, estava com lesões no corpo e marcas de sangue foram encontradas no chão da casa do suspeito de cometer o crime.
De acordo com o delegado Fabrício Linardi, responsável pelo caso, o homem teria matado Dalva no dia anterior ao que ela foi encontrada. Ele procurou a filha da vítima e alegou que a mulher teria tomado uma queda, sangrou e agonizava de dor no interior da casa dele.
Ao chegar no local, a filha acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando a equipe chegou no local, constatou a morte de Dalva e acionou a Polícia Civil para investigar o caso, porque o corpo dela tinha indícios de que a mulher teria morrido há muitas horas.
G1

Em 1988, a jovem Simone Almeida dos Santos iniciava o magistério, cheia de sonhos, coragem e determinação. A relação com a educação surgiu no ambiente familiar. Uma tia a levava com frequência para a escola onde trabalhava. Vivenciar a rotina escolar, naquela época, alimentou em Simone a vontade de ser professora.
Neste 15 de outubro, data marcada pelo Dia do Professor, a professora, hoje aposentada, celebra os mais de 30 anos desde que aceitou a missão de lecionar.
“Ser professora sempre foi o meu desejo. Durante o magistério, descobri os desafios da profissão. Em uma palestra sobre o que é ser professor, eu realmente tive a certeza que estava no lugar certo. Muito nova, mas com vontade de ajudar o próximo de alguma forma”, conta.
Simone formou-se em 1990. Um ano depois, em 1991, fez o concurso do município e em outubro deste mesmo ano, entrava na Escola Municipal Arthur Vieira de Oliveira, no distrito de Maria Quitéria, zona rural de Feira de Santana, para a sua primeira aula.
Durante 32 anos, dedicou-se à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental. Ao todo, passou por cinco escolas da rede municipal. Cada conquista, cada passo na aprendizagem das crianças, reafirmaram o compromisso com o que tinha escolhido para a vida: educar.
“A educação me transformou. Sou funcionária pública. A minha função, quando estava exercendo, era servir ao público. O brilho no olhar das crianças quando eles conseguiam juntar as primeiras letras, quando formavam palavras e conseguiam ler, era uma conquista muito grande”.
Agora ficam as boas lembranças e a saudade do convívio. “A escola é uma segunda família, dividimos alegrias e tristezas. Muitas vezes passamos mais tempo na escola, do que na nossa própria casa. O vínculo que fica é muito forte, não acaba. Em todas as escolas por onde passei, eu sempre procurei fazer o meu melhor.”
Com a sensação de dever cumprido, Simone deixa uma mensagem aos docentes que continuam na caminhada.
“Para os que estão em sala de aula, eu desejo saúde, coragem e ânimo. Só a educação é capaz de tornar o sujeito consciente, reflexivo e autônomo em suas decisões. Para os que estão chegando, eu desejo que a mesma vontade de ingressar no concurso, seja de transformar a vida de cada aluno para melhor”.

Neste sábado (14) tem programação de casa para todo o país ver. O eclipse solar anular estará no céu para quem quiser acompanhar. Nas regiões norte e em parte da região nordeste, será possível ver o fenômeno completo. Em Feira de Santana, o ‘anel de fogo’, estará visível em torno de 70%.
Quem quiser aproveitar a experiência astronômica poderá assistir no Planetário do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, através de simulação e transmissão. Os portões estarão abertos a partir das 14h da tarde.

Ao Acorda Cidade, Basílio Fernandez, diretor de difusão científica do Parque do Saber, explicou que em conjunto com o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Jairo Cavalcante Amaral, vai realizar uma transmissão apresentando o sol de forma segura.
“Sábado logo às 14h nós abrimos, logo em seguida teremos várias ações falando sobre eclipse, próximo às 15h vamos ter no planetário a projeção, com sessões a depender do público, até o pôr do sol, umas 17h35. Eles poderão ver na cúpula do planetário e também através de projeção em alguns dispositivos que a gente tem, mas diretamente não recomendamos”, pontuou.
O diretor contou que neste sábado, o que vai acontecer é um eclipse solar, que é quando a lua passa na frente do sol.
Acorda Cidade

Poucas horas depois do primeiro ataque do Hamas, Janine Ayala Melo, 29, descobriu que voltaria a servir ao Exército de Israel. Natural do Recife, ela fez três anos de serviço obrigatório como combatente no país e era reservista desde então.
Casada, a brasileira ganhou o direito de ser dispensada de vez das Forças Armadas quando virou mãe, mas mesmo com um filho pequeno decidiu se juntar aos colegas na guerra, que começou no sábado (7).
“No primeiro momento pensei: ‘Meu Deus, eu vou morrer. Se eu for, tem 50% de chance do meu filho ficar órfão’. Mas o segundo pensamento foi: ‘Se eu não for, meu amigo que tem três filhos vai deixar três órfãos'”, afirmou a soldada, em entrevista ao UOL.
A família de Janine que ainda vive no Brasil questionou o por que ela não aproveitava os aviões de repatriação para voltar ao país em que nasceu, mas, segundo ela, a solidariedade foi a principal motivação para manter a decisão de ir ao Exército.
“Eu não sei explicar com palavras para alguém que vive no Brasil. Eu tenho medo de morrer, mas não posso deixar meu amigo que é combatente fazer isso sozinho. Eu não quero julgar quem não veio, mas me envergonharia de deixar esse medo me influenciar a não vir”, justifica.
Janine vive em Israel desde os 15 anos e tirou a dupla cidadania aos 18. Ela fez o serviço obrigatório em um batalhão misto, com um cargo que exigia três anos de dedicação — um a mais que o padrão para as mulheres — mas que garantia que ela viraria reservista automaticamente.
Mesmo depois de dar à luz, a brasileira se voluntariou a continuar na “lista de espera” para defender o país e foi convidada a entrar para a Brigada comandada por um amigo.
Nos últimos quatro anos, ela continuou passando por treinamentos anuais, para manter o conhecimento militar. Por isso mesmo, quando entendeu o que estava acontecendo naquele sábado de manhã, não recebeu com surpresa a convocação para a guerra.
“Eu sabia que nosso objetivo era estar na região de Ascalão [mais distante do conflito inicial]. Passaram algumas horas e pessoas começaram a mandar mensagens perguntando o que ia acontecer. Os comandantes disseram só pra gente arrumar uma mala, com roupa para tempo indeterminado”, lembra.
No sábado à tarde, ela e seus companheiros já estavam na cidade em que iam trabalhar para impedir a invasão de membros do grupo extremista Hamas.
A ideia é impedir que terroristas atirem nas pessoas. Nos últimos três dias, tivemos lutas na área ao sul da cidade, pessoas do nosso batalhão tiveram que ir pra lá neutralizá-los. Nisso, tive um amigo que foi assassinado, na segunda [9]. A gente tinha se falado meia hora antes de ele ir pra missão.””
Além de impedir avanços do Hamas, os soldados também ajudam os civis a encontrar zonas seguras.
Na quarta-feira (11), Janine estava andando pela cidade quando ouviu as sirenes que alertam para ataques aéreos. Ela e um colega correram para o abrigo antimíssil mais próximo, mas descobriram que ele estava trancado, impedindo que mais pessoas conseguissem entrar.
“A gente descobriu que tem prédios em que os abrigos estão trancados, porque a responsável tinha perdido a chave. Tivemos que pegar um martelo, que por sorte meu colega tinha no carro, para colocar as famílias dentro”, lembra.
A brasileira explica que o convívio dos moradores com as sirenes, que tocam em média uma vez a cada dois meses sem maiores consequências, atrapalha na organização.
“Tem muitas famílias que estão pensando que é a realidade que eles já conheciam, mas a situação está caótica. Ninguém sabe onde estão as casas em áreas seguras”, destaca Janine, que conhece “dezenas” de pessoas que morreram e tem uma amiga do colégio refém do Hamas.
Nunca na minha vida eu vi ou vivi um evento de tais dimensões. A gente está falando de famílias inteiras que foram assassinadas, é algo inacreditável. Você, além de ser combatente, tem que ser meio psicóloga, acalmar as pessoas e adiar ou diminuir o tamanho do trauma.””
A soldada ainda lamenta a perda de vidas na Faixa de Gaza, mas defende que as Forças Israelenses tentam focar os ataques em espaços ocupados pelo Hamas.
“Quando eu ouço os bombardeiros em Gaza eu penso na mãe que está lá, a gente sabe que tem civis morrendo. Mas o Exército dá alertas para que as pessoas saiam das áreas de bombardeio. A gente não quer matar civis, a gente quer eliminar os terroristas.”
Ben Kilinski, 26, também ficou em alerta desde as primeiras notícias sobre os ataques do Hamas. Reservista há alguns meses, ele tomou a iniciativa de falar com o comandante e foi chamado para a equipe em que estavam seus colegas, no front da Faixa de Gaza.Continua após a publicidade
“Na manhã de sábado acordamos com mísseis em toda a Israel. Alerta vermelho, correria para os bunkers. Os judeus religiosos não usam celular no sábado, então muitas pessoas não sabiam o que estava acontecendo”, conta o brasileiro, que se mudou para Israel em 2020.
Ben foi a Israel pela primeira vez em 2018. Com pai judeu, ele logo decidiu se mudar de vez e se unir às Forças Armadas, onde consolidou sua conversão — segundo a Halachá, lei judaica seguida ao pé da letra pelos ortodoxos, judeus seriam apenas os nascidos de mãe judia, mas, diante do governo de Israel, convertidos que tem qualquer antepassado ou cônjuge judeus são reconhecidos e têm direito à cidadania.
Depois de cumprir seu tempo de serviço obrigatório, ele começou a estudar desenvolvimento de software em uma escola local.
Agora, o brasileiro voltou aos treinamentos intensos e às patrulhas como combatente, membro da unidade especial Brigada Nahal, tradicional em Israel.
“Teve uma bagunça no recrutamento de reservistas, então eu corri sozinho atrás de equipamento — colete a prova de balas, capacete, luvas — e peguei carona de voluntários até me aproximar da base onde estava minha unidade”, detalha Ben, natural de São Paulo.
A prioridade é resgatar as pessoas sequestradas de Gaza e retorná-las com vida para casa.””
Em meio à tragédia, Ben e Janine destacam um ponto em comum: a união do povo israelense.
“A ferida ficou. Amigos mortos, sequestrados, feridos. Mas o povo de Israel está muito unido após meses de divisão e protestos por causa da crise política. Todos se unirem novamente pra defender o país”, afirma o paulista.
“No meu pelotão tem gente religiosa, gente secular, gente de esquerda, de direita. Tem homem de 20 anos e homem de 50. E está todo mundo aqui, junto”, conta a recifense.
Informações UOL

Israel anunciou neste sábado (14) a morte de Ali Qadi, comandante da Nukhba, força de elite do grupo terrorista Hamas. Ele é considerado o principal líder do ataque terrestre no fim de semana passado.
Em comunicado, o exército israelense afirmou que Qadi, um dos principais comandantes do grupo, foi abatido em bombardeio perpetrado por um drone.
O líder da unidade Nukhba já tinha sido preso em 2005 após sequestro e assassinato de civis israelenses. Ele foi libertado como parte de uma troca de prisioneiros, em 2011.
Como mostramos mais cedo, as Forças de Defesa de Israel informaram também a morte de outro líder do grupo terrorista. Em comunicado, os militares afirmaram que um ataque a um quartel-general do Hamas matou Murad Abu Murad, tratado como chefe da formação aérea do grupo e um dos líderes dos ataques terroristas em Israel no último fim de semana.
Créditos: O Antagonista.

Foto: Reprodução/Folhapress.
Falando em nome do presidente Lula (PT), o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) usou um carro de som para anunciar um calote no programa Minha Casa, Minha Vida.
O parlamentar foi até um condomínio habitacional em Nova Iguaçu (RJ), no bairro Jardim Guandu, para divulgar a isenção de parcelas do programa para beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), no domingo (8).
A medida alardeada pelo petista foi determinada em portaria do Ministério das Cidades no dia 28 de setembro.
“Se você tem dívida passada, essa dívida morreu também. É a forma do Lula ajudar as pessoas que estão mais precisando”, declarou Lindbergh ao falar no microfone em cima do carro de som.
O vídeo publicado na rede social do parlamentar também chamou atenção pela falta de público. Poucas pessoas aparecem no vídeo vibrando com o anúncio enquanto o deputado se esforça para dar o crédito da medida ao presidente Lula.
Lindbergh também anunciou a nova fase do Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas.
Para viabilizar o programa, o Banco Central (BC) flexibilizou normas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. As mudanças abrangem a resolução que regulamenta o compartilhamento de dados e de informações de devedores que renegociaram os débitos.
Agora, pelas novas regras, as instituições financeiras não precisarão compartilhar o histórico financeiro dos devedores para executar os procedimentos de qualificação e de classificação de clientes em programas federais de renegociação de dívidas.
“É uma chance muito grande e esse programa só existe porque o Lula olha para o povo trabalhador, para as pessoas que mais precisam”, disse Lindbergh.
Créditos: Gazeta do Povo.

Segundo relatos da mídia iraniana, Cristiano Ronaldo enfrentaria a possibilidade de ser submetido a 99 chibatadas por suposto adultério durante uma recente visita ao Irã. O motivo da pena seria uma foto que o atacante do Al-Nassr tirou com a pintora local Fatemeh Hammami Nasrabadi.
A embaixada Iraniana na Espanha já desmentiu a notícia de que o jogador foi condenado a pena de 99 chibatadas por adultério. No X (antigo Twitter), a embaixada divulgou que negava veementemente a emissão de qualquer decisão judicial contra qualquer atleta internacional no Irã.

Desmentimos rotundamente la emisión de cualquier fallo judicial contra cualquier deportista internacional en Irán. Es motivo de preocupación que la publicación de noticias tan infundadas pueda eclipsar los crímenes de lesa humanidad y los crímenes de guerra contra la oprimida…— Embajada de Irán en España (@IraninSpain) October 13, 2023
A fotografia foi feita durante a estadia do craque português no país em setembro, quando o Al-Nassr, enfrentou o Persépolis na Liga dos Campeões da Ásia. O incidente que desencadeou as preocupações legais ocorreu quando Ronaldo interagiu com a pintora, recebendo quadros especiais dela.
Durante esse encontro, ele a beijou no rosto, deu a ela uma camisa autografada e, na foto tirada, colocou a mão em seu ombro. De acordo com a legislação iraniana, esse gesto seria considerado o equivalente a adultério. As informações são do jornal espanhol “Mundo Deportivo”, que informou que a rede iraniana “Sharq Emroz” destacou em sua programação que um grande número de advogados locais apresentou queixas contra CR7.
Como resultado, a justiça iraniana poderia condenar Cristiano Ronaldo a 99 chicotadas na próxima vez que ele visitar o país, o que aconteceria na próxima fase da Liga dos Campeões da Ásia. Segundo informações do jornal esportivo espanhol “Marca” o perdão pode ser possível nesses casos se os atos não forem considerados puníveis ou se ele demonstrar remorso.
Créditos: NSC.