
A campanha Novembro Azul, que começou como uma brincadeira entre amigos na Austrália, hoje é um movimento global que visa alertar os homens sobre a necessidade de buscar cuidados médicos preventivos. No Brasil, o mês de novembro se veste de azul uma forma de alertar sobre a importância de cuidar da saúde masculina, e essa conscientização vai muito além da prevenção do câncer de próstata. Segundo o médico Rodrigo Serapião, urologista credenciado a rede União Médica “O homem tem uma expectativa de vida menor que as mulheres, em parte devido a problemas evitáveis, como acidentes automobilísticos e doenças associadas a comportamentos de risco.”
Dr. Rodrigo ressalta: “O homem geralmente procura ajuda médica tardiamente, o que compromete a eficácia dos tratamentos. Novembro não é apenas para a próstata, mas para lembrar os homens de cuidar da saúde durante todo o ano. Isso inclui visitar regularmente seu urologista, cardiologista, médicos especializados em trato gastrointestinal, dentre outros. “O médico do homem, o urologista, tem a função não apenas de tratar dos problemas como pesquisar também doenças sistêmicas como diabetes, pesquisar certos tipos de tumores como câncer de pênis, pesquisar hipertensão arterial, pesquisar aumento de gorduras sanguíneas como o colesterol, então é dessa forma que se engaja na campanha do Novembro Azul. Quem procura acha e quem acha trata”, informou.
Quanto aos sinais de alerta de problemas urológicos, Dr. Rodrigo destaca que a próstata é notoriamente silenciosa em seus estágios iniciais, tornando a detecção precoce vital. Alguns sintomas, como aumento da frequência urinária, diminuição da força do jato urinário, incontinência urinária e desejo urgente de urinar, podem ser indicativos de problemas no trato urinário. Dados do Ministério da Saúde apontam que cerca de 80 mil novos casos de câncer de próstata são esperados no Brasil este ano, com um diagnóstico precoce sendo fundamental para um tratamento eficaz. 40% das mortes por câncer de próstata podem ser evitadas, para isso o diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais.
“O Novembro Azul vai muito além de usar a cor azul como símbolo. É um chamado à ação para os homens, incentivando-os a cuidar de sua saúde, visitando médicos regularmente, monitorando sintomas e, acima de tudo, investindo na prevenção. A saúde masculina é um compromisso que deve ser levado a sério, durante o mês de novembro e ao longo de todo o ano”, conclui o urologista.
*Fonte: ASCOM/UNIÃO MÉDICA*
Veja a programação do Bahia até domingo

Após uma sequência de três jogos entre quarta (25) e terça-feira(31), o elenco do Bahia volta as atenções para a partida diante do Grêmio, marcada para sábado (4).
A preparação tricolor para o jogo fora de casa começa com uma folga nesta quarta-feira (19), tida como necessária para a recuperação dos jogadores depois de uma semana sem descanso.
Com isso, a reapresentação no CT está prevista para a manhã de quinta (2), com mais um treinamento marcado para sexta (3), ambos às 10h.
Durante a tarde de sexta-feira, a delegação embarcará para a capital gaúcha, Porto Alegre, onde enfrentará o Grêmio às 19h30 de sábado.
Já para o domingo está previsto o retorno da delegação para Salvador.
Informações EC Bahia
A artista revelou que, quando mais nova, chegou a ver espíritos

A cantora Luísa Sonza revelou que tem mudado suas convicções religiosas, deixando de acreditar em Deus. A conversa aconteceu durante uma entrevista com o humorista Diogo Defante, do PodPah.
No bate-papo, o entrevistador questionou se ela tem medo de espíritos. A cantora disse que tem parado de acreditar à medida que também parou de acreditar em Deus.
– Cara, eu tenho bastante [medo de espíritos], mas eu meio que agora parei de acreditar em Deus, aí deu uma passada. Porque se não acredita em Deus, não acredita em demônio também – respondeu.
O programa foi transmitido nesta terça-feira (31) e, em razão do halloween, o cenário estava enfeitado com fantasmas e aranhas.
A cantora disse também que quando era mais nova chegou a ver um espírito e que olhou várias vezes para ter certeza do que estava vendo.
Assista:

O cônsul-geral de Israel em São Paulo, Rafael Erdreich, afirmou que não existe possibilidade de o país negociar a paz com o grupo extremista Hamas. O Consulado Geral de Israel e a Federação Israelita do Estado de São Paulo reuniram jornalistas nesta quarta (1º) para divulgar imagens do dia 7 de outubro.
O cônsul afirmou que, mesmo com o apoio dos Estados Unidos, Israel enfrenta dificuldades nos combates. De acordo com ele, o país procura pelos cerca de 40 mil combatentes do Hamas e “não quer o mal dos palestinos”.
Erdreich disse que é necessário investigar o conflito iniciado no mês passado — inclusive as falhas do serviço de inteligência de Israel, considerado um dos melhores do mundo.
Ele afirmou que o Hamas vem atuando como uma “organização terrorista, causando pânico em civis e usando escudos humanos”.E destacou que mísseis da organização foram lançados próximos a mesquitas, escolas e hotéis estrangeiros e que hospitais da região correm perigo.
O cientista político André Lajst, da Stand With Us, organização educacional ligada a Israel, que foi convidado pelo consulado para participar do evento, disse que o Hamas precisa ser entendido entendido “de uma forma mais complexa”. “O Hamas é contra qualquer acordo de paz, qualquer conferência de paz.”
Para Lajst, a “Faixa de Gaza precisa passar por um processo de ‘deshamasificacão'”.
Achamos que vamos vencer isso, não temos outra opção. Temos que vencer, não será fácil.”
Temos muitos consultores, inclusive os americanos que lutaram em outros lugares contra o Estado Islâmico e estava muito difícil para eles também.”
O Hamas foi construído em 1987 com um só um propósito, só um mandamento: Estado Palestino fundamental, muçulmano, teocrático do rio Jordão até o mar, sem judeus ou outros palestinos que não são fiéis a eles. Grande parte dos palestinos não gosta de Israel.”
Queremos que eles vão estudar, trabalhar, não só utilizar toda a ajuda internacional para (…) investir em túneis.”

Antes da entrevista, o adido de defesa de Israel, Semion Gamburg, apresentou um vídeo com cerca de 40 minutos com imagens que seriam do dia 7 de outubro — quando o grupo extremista Hamas atacou Israel.
A maior parte das imagens foram registradas por câmeras corporais de integrantes do Hamas. As gravações mostram assassinatos, sequestros, decapitações e corpos carbonizados.
O vídeo também mostra integrantes do Hamas se deslocando em carros em uma estrada. Os primeiros minutos exibem disparos contra pessoas no interior dos veículos. É possível escutar de uma das vítimas: “pare, pare de atirar.”
No kibutz Be’eri, no sul de Israel, é possível ver um veículo utilizado pelos combatentes para entrar no local. Os soldados atiram contra carros na comunidade e contra um cachorro que atravessa a rua.
As imagens mostram a entrada dos integrantes do Hamas na comunidade com armas em punho, abrindo as janelas para verificar a presença de moradores. É possível ver os disparos contra pessoas dentro de suas casas — também aparecem objetos pessoais que teriam sido abandonados pelos moradores para escapar dos ataques.
Em outro kibutz, em Netiv Ha’asana, um dos soldados rasga uma das janelas com uma arma branca para verificar a presença de moradores. Em uma das casas, um dos moradores abraça uma criança para protegê-la. Minutos depois, ele é alvejado pelos soldados.
Na sequência, duas crianças com as pernas sujas de sangue choram pela perda do pai, morto pelos integrantes do Hamas. “Quero minha mãe”, diz a criança. “Acho que vou morrer. Não posso acreditar”.
Uma das imagens mais impactantes mostra um homem no chão agredido com uma enxada. Na sequência, ouve-se a frase: “tire foto”. O vídeo mostra ainda o piso de uma das casas invadidas pelos soldados com um rastro de sangue.
Além dos vídeos, foram apresentadas fotos de corpos sujos de sangue e bebês mortos com identificação.
Informações UOL

Foto: Paulo Sérgio / Câmara dos Deputados
O Projeto de Lei (PL) 3780/23, que endurece as penas para os crimes de furto, roubo, golpes virtuais e latrocínio (roubo seguido de morte) não teria chance de vingar no Brasil se dependesse dos deputados de partidos de esquerda.
Aprovado na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, 31, por 269 votos a favor, o texto de autoria do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) teve 87 opositores. Todos que votaram contra o projeto são filiados ao PT, PCdoB, PSol, PDT, PSD, PV, PSB, PSD, MDB, Podemos e Solidariedade.

Houve apenas um voto de partido de centro-direita: Meire Serafim, eleita pelo União Brasil do Acre, preferiu manter as atuais leis contra os criminosos do país.
O Projeto de Lei segue agora para proposta para apreciação no Senado.
Confira quais deputados votaram contra a implementação de leis mais duras para assassinos e ladrões no Brasil:

O ex-diretor do Centro de Ressocialização de Araçatuba, no interior de São Paulo, José Antônio Rodrigues Filho foi condenado por transferir presos de outros presídios para a unidade que ele administrava em troca de sexo com uma advogada.
Rodrigues Filho teve decretada a perda de função pública que estiver exercendo e de direitos políticos por seis anos. Além das duas punições, ele também foi condenado a pagar multa no valor de 12 vezes o salário que recebia e ficou proibido de fazer contratos com o poder público, receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios por quatro anos.
Advogada também recebeu as mesmas condenações que o ex-diretor. A diferença é que Paula Regina de Caldas Andrade Baracioli foi condenada a pagar seis vezes o valor do salário mínimo vigente, que é de R$ 1.320, e não perde função pública, já que não exerce nenhuma.
Caso começou a tramitar em 2018, quando Rodrigues Filho foi preso na operação Fura-Fila, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). A operação foi feita a partir de denúncia do Ministério Público.
As condenações foram determinadas pelo juiz José Daniel Dinis Gonçalves, da Vara da Fazenda de Araçatuba. Cabe recurso.
O UOL entrou em contato com a defesa do ex-diretor. Em caso de manifestação, esse texto será atualizado. Nos autos do processo, o advogado Fernando Rodrigo Bonfietti disse que seu cliente não cometeu atos ilícitos “que serviriam de meio para alcançar sua satisfação sexual”.
A reportagem também tenta localizar a defesa de Paula Regina. O espaço segue aberto. Ao jornal O Estado de São Paulo, o advogado Renato Vieira da Silva disse que não há provas contra ela nas acusações feitas pelo Gaeco. “Tais suposições tratam apenas de devaneios e absurdos inconsistentes, não baseados em provas, mas sim, em meras alegações falaciosas”, afirmou o defensor dela.
UOL

Foto: José Cruz/Agência Brasil.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, resolveu promover uma mobilização contra a expressão “buraco negro”. De acordo com ela, o termo é racista.
A expressão buraco negro, no entanto, é um termo científico usado para definir a região do espaço em que o campo gravitacional não possui partículas ou radiação eletromagnética. Em outras palavras, não tem luz e, portanto, é escuro.
Apesar disso, a ministra defende que é preciso parar de usar a expressão, por “letramento racial”.
“Denegrir é uma palavra que o movimento negro e que as pessoas que têm letramento racial não usam de forma nenhuma. Ou, por exemplo: ‘saímos desse buraco negro”, disse durante entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC.
O Antagonista

Foto: Reprodução/Instagram.
O documento de referência para a Conferência Nacional de Educação 2024 (Conae), publicado pela Presidência da República e pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo abordar várias questões educacionais. Entre elas, destaca-se a intenção de reduzir a influência do agronegócio nas salas de aula. Além disso, propõe o fim das escolas cívico-militares no país.
O documento também abordou a questão do ensino domiciliar, propondo restrições a essa prática, alegando preocupações com seu caráter “ultraconservador”. Ao mesmo tempo, o texto enfatiza a importância da “liberdade de cátedra” e do “livre pensamento nas instituições educacionais”, defendendo a capacidade dos professores de expressar suas próprias ideologias políticas em sala de aula. Portanto, a Conae busca abordar essas questões com o objetivo de moldar o cenário educacional de acordo com suas perspectivas e diretrizes.
A Conae 2024 vai contribuir na construção do novo PNE 2024-2034. A apresentação do documento destaca que “a próxima década na educação deve ser pavimentada no exercício, em todas as instituições, espaços e processos, do respeito, da tolerância, da promoção e da valorização das diversidades (étnico-racial, religiosa, cultural, geracional, territorial, físico-individual, de deficiência, de altas habilidades ou superdotação, de gênero, de orientação sexual, de nacionalidade, de opção política, entre outras)”.
“Na mesma linha, se faz urgente a contraposição efetiva do Estado, nas suas diversas esferas federativas, às políticas e propostas ultraconservadoras, garantindo a desmilitarização das escolas, o freio ao avanço de processos e tentativas de descriminalização da educação domiciliar (homeschooling); às intervenções do movimento Escola Sem Partido e dos diversos grupos que desejam promover o agronegócio por meio da educação“, informa o documento publicado.
A agropecuária brasileira é reconhecida como uma das mais tecnológicas, produtivas e sustentáveis do mundo. Emprega 19 milhões de pessoas, representa mais de 25% do PIB e contribui decisivamente para o superávit da balança comercial. Mesmo assim, com frequência o setor é apresentado de maneira caricatural aos estudantes brasileiros, ao ser retratado de maneira enviesada em livros escolares.
O dinamismo socioeconômico e ambiental do agronegócio é por vezes distorcido nos materiais didáticos distribuídos a alunos dos ensinos Fundamental e Médio. Isto faz com que este importante pilar do desenvolvimento do País seja recorrentemente associado à devastação ambiental, exploração de mão de obra e conflitos sociais, entre outros problemas. Esta é a conclusão de um estudo recente, elaborado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP), que analisou o conteúdo referente ao agro em 94 livros didáticos utilizados em escolas públicas e privadas do País.

A gronegócio nas salas de aula. Foto: Centro Universitário Campo Real
E preocupante o conteúdo equivocado e deseducativo de grande parte do material pedagógico citado na pesquisa, encomendada pela Associação De Olho No Material Escolar. As menções negativas ao agro superam as positivas em 60%. De 345 citações ao setor, 303 são de cunho opinativo, a maioria pautada por questões político-ideológicas, sem base científica.
Diante deste quadro, cabe uma pergunta: qual o dever de uma boa educação? Se o objetivo for ensinar às crianças e jovens o Brasil real, nele agiganta-se o agronegócio como atividade contemporânea do desenvolvimento, que exige cada vez mais conhecimento técnico e científico na lavoura, na indústria ou e nos serviços.
Faz-se ainda mais necessária uma educação do agronegócio nas salas de aula sem viés ideológico, sobretudo para jovens que, futuramente, vão compor a força de trabalho do agro, seja no campo ou na cidade. É fundamental, na formação escolar, o acesso ao conhecimento da realidade da produção agrícola brasileira. Ao longo de quase 40 anos de carreira no agro, tenho a percepção de um entusiasmo crescente da juventude por este segmento.
Pautas importantes incluídas no documento
O documento expressa preocupação com o período após o impeachment de Dilma Rousseff em 2016, que é referido como um “impeachment” quatro vezes no documento. Durante esse período, o Brasil testemunhou um aumento nas políticas que são descritas como conservadoras em relação à segurança pública. Isso inclui a construção de novas prisões e uma abordagem mais rigorosa da polícia, que, de acordo com o texto, foi investigada em uma análise significativa das questões relacionadas aos direitos humanos e um declínio drástico nas taxas de homicídios no Brasil.
Outro tema abordado no documento é a implementação da educação em tempo integral nas escolas. O texto argumenta que o Estado deve educar as crianças não apenas em questões tradicionais, como matemática e português, mas também em questões relacionadas aos direitos humanos. Isso é visto como uma maneira de promover a valorização da diversidade sexual, incluindo a homossexualidade, e a ideologia de gênero nas salas de aula.
Além disso, o documento apresenta uma aparente contradição ao defensor da liberdade dos professores para expressar suas próprias ideologias políticas em sala de aula, ao mesmo tempo em que propõe proibir escolas privadas confessionais de ensinar sua religião de forma doutrinária. Em outras palavras, o documento sugere que um professor pode compartilhar suas políticas abordadas, como o socialismo, com os alunos, mas escolas católicas, por exemplo, seriam impedidas de ensinar o cristianismo com uma abordagem doutrinária.
A Conferência Nacional de Educação, convocada pelo Decreto-Lei nº 11.697/23, será realizada de 28 a 30 de janeiro de 2024, em Brasília (DF), com o tema “Plano Nacional de Educação 2024-2034: Política de Estado para garantia da educação como direito humano com justiça social e desenvolvimento socioambiental sustentável”.
O MEC é responsável por promover a Conae, que será precedida de conferências estaduais, distritais e municipais. A articulação e coordenação das conferências são de responsabilidade do Fórum Nacional de Educação (FNE). A Conae 2024 pretende contribuir para a elaboração do novo PNE 2024-2034, de modo que debaterá a avaliação, os problemas e as necessidades educacionais do Plano vigente.
Compre Rural

Foto: Edu Garcia/04.09.2023
O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que estiver afastado do trabalho por incapacidade temporária, na modalidade conhecida como auxílio-doença, poderá retomar suas atividades profissionais antes da data que consta no atestado médico, sem a necessidade depassar por perícia médica, desde que já esteja apto para o retorno.
A nova norma está na portaria conjunta nº 38, de 30 de outubro de 2023, publicada nesta quarta-feira (1º) no D.O.U. (Diário Oficial da União). O texto diz: “No período com fixação de Data de Cessação Administrativa, caso o segurado sinta-se apto, poderá retornar ao trabalho sem necessidade de nova perícia médica, formalizando o pedido de cessação do benefício na Agência da Previdência Social [APS] de manutenção do seu benefício ou na Central 135”.
Além disso, a portaria permite ao segurado pedir a prorrogação automática do benefício por 30 dias. Atualmente, a prorrogação já é possível, mas limitada a duas vezes; depois disso, o trabalhador tem de passar por perícia médica, e o profissional que faz a avaliação pode dar o tempo necessário, ou até maior, para a recuperação completa do beneficiado.
Entretanto, em alguns casos, isso ocasionava o pagamento de benefício por incapacidade temporária a trabalhadores que já estavam aptos a retornar ao trabalho mas não podiam voltar por causa da validade do benefício.
Atualmente, 150 mil pessoas estão com perícia médica do auxílio-doença prorrogada com data muito distante para a reavaliação. Com a medida publicada nesta quarta, será possível antecipar esses atendimentos, pois o próprio segurado poderá pedir a prorrogação. Assim, essas vagas poderão ser destinadas a quem aguarda o BPC (Benefício de Prestação Continuada) da pessoa com deficiência há mais de dois anos.
“Esses agendamentos fazem com que o segurado, independentemente do resultado da perícia, fique recebendo o benefício sem pedir mensalmente a prorrogação. É importante ressaltar que essa medida, que é provisória, pretende fazer com que os segurados que estejam nessa situação sejam estimulados a retornar ao trabalho sem que tenham que aguardar a perícia”, explica o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.
“Ao diminuir o tempo para a realização de perícia médica, prorrogando os benefícios por 30 dias de forma automática, o tempo para afastamentos por Atestmed e por auxílio-doença também diminuem”, avalia.
O requerimento poderá ser feito em todas as agências da Previdência Social, até naquelas que não têm oferta de perícia médica mas têm vaga disponível.
A norma também será aplicada aos requerimentos de prorrogação que aguardam a perícia, mantendo-se, nesses casos, a Data de Cessação Administrativa prevista, e disponibilizando-se as vagas para outros exames médico-periciais e para solicitações de prorrogação de benefício de origem judicial, recursal e de restabelecimento de benefício.
A prorrogação automática será aplicada:
• a benefícios de qualquer duração, mesmoquando o prazo for inferior a 30 dias e independentemente do tempo de espera da perícia médica;
• em todas as APS (Agências da Previdência Social); antes, a prorrogação só acontecia nas unidades com oferta de vaga perícia;
• quantas vezes o beneficiário solicitar; atualmente, a partir da terceira solicitação, o segurado tem que passar por avaliação pericial obrigatória.
Informações TBN

A filha da cantora gospel Sara Mariano, está com os avós paternos desde o dia em que a mãe foi encontrada morta, na sexta-feira (27), na BA-093, entre Dias D’Avilla e Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A advogada da família da vítima afirmou que o último contato que a avó e a tia materna tiveram com a menina de 11 anos foi na quinta-feira (26), antes da morte da mãe ser confirmada.
A criança é fruto do relacionamento da cantora gospel com Ederlan Mariano, suspeito de matar a esposa. O homem foi preso na madrugada de sábado (28) e a Polícia Civil afirma que ele confessou o crime.
O g1 conversou com a advogada de família Sarah Barros, contratada pelos familiares de Sara Mariano para tratar da guarda da menina. Ela afirma que os avós paternos estão dificultando o contato da criança com a avó e a tia materna, e inclusive teriam a impedido de ir ao enterro da mãe.
“Ela perdeu o direito de luto, perdeu o enterro da própria mãe, não teve acesso a tia e a avó materna. Não sabemos o que está acontecendo com ela”, afirmou.
Por causa da falta de comunicação, a advogada pretende pedir a guarda unilateral provisória da menina para a família materna.
O g1 tentou contato com Otto Lopes, advogado que defende o suspeito de cometer o crime, mas não teve retorno.
G1