
Foto: Sergej Radovic / Netflix
O universo cinematográfico está em constante evolução, e a Netflix, atenta às tendências e lançamentos, incluiu recentemente quatro novos filmes em seu catálogo. Se você busca opções para diversificar suas escolhas de entretenimento, esta lista pode ser uma ótima referência. Cada filme, com suas particularidades, traz enredos elaborados, atuações marcantes e produções cuidadosamente feitas. Por isso, se você deseja uma experiência cinematográfica no conforto de sua casa, é uma excelente oportunidade. Separe um momento, prepare-se e mergulhe nas histórias destes quatro filmes que prometem oferecer uma experiência rica em detalhes e emoções. Aqui estão as sugestões para tornar seu fim de semana mais diversificado.
A Bailarina (2023), Lee Chung-hyeon

Impulsionada pela sede de vingança, Ok-ju (Jun Jong-seo), uma ex-guarda-costas destemida, está determinada a caçar Choi (Kim Ji-hun), o homem que tirou a vida de sua inseparável amiga Min-hee (Park Yu-rim). Neste eletrizante suspense sul-coreano, acompanhamos a determinação de Ok-ju enquanto ela enfrenta adversidades em sua missão. Contudo, Choi, um adversário implacável, não se renderá facilmente. Em meio a sequências de ação de tirar o fôlego e revelações surpreendentes, os laços que conectam os personagens são profundamente explorados, trazendo uma trama de vingança e redenção que prende a atenção do início ao fim.
Jogo Justo (2023), Chloe Domont

Em um cenário financeiro, uma promoção cobiçada transforma a relação entre Emily (Phoebe Dynevor) e Luke (Alden Ehrenreich), mergulhando-os em um complexo jogo de poder. À medida que a ambição cresce, eles confrontam o custo real do sucesso e questionam até onde estão dispostos a ir para alcançá-lo. Dirigido por Chloe Domont, este suspense envolvente explora as tensões de gênero em um ambiente corporativo em rápida mudança. Contando com performances de Eddie Marsan, Rich Sommer e Sebastian De Souza, a trama revela a delicada linha entre empoderamento e egoísmo.
Mate-me, Se Puder (2023), José Manuel Cravioto

A extravagante Olivia, uma milionária envolta em mistérios, reúne um grupo peculiar de velhos conhecidos em seu luxuoso iate para um fim de semana que prometia ser inesquecível. Porém, o que era para ser uma celebração se transforma em um intrincado enigma quando uma morte chocante ocorre a bordo. Agatha, a meia-irmã de Olivia, junto com as autoridades, mergulha em uma investigação tensa para descobrir se foi um trágico acidente ou um jogo mortal orquestrado. Em um ambiente onde todos parecem ter segredos, da ex-esposa ao instrutor de ioga, cada convidado se torna um suspeito e desvendar a verdade será uma tarefa árdua e repleta de reviravoltas.
OMG 2 (2023) Amit Rai

O filme centra-se em Kanti e seu filho Vivek, que enfrentam humilhação pública quando um vídeo comprometedor de Vivek circula. Vivek, influenciado por provocações e zombarias, consome excessivamente Viagra, resultando em hospitalização. Quando a situação se agrava, Kanti busca ajuda espiritual. Em resposta, o mensageiro de Shiva, Aakash, emerge para educar a comunidade sobre autoestima e aceitação do corpo. Com sua orientação divina, Vivek se redime, os agressores se arrependem, e a comunidade torna-se mais compreensiva e acolhedora. O filme também aborda a importância de enfrentar o bullying e as consequências de tais atos, destacando a necessidade de educação e diálogo aberto sobre questões delicadas na sociedade contemporânea.
Informações Revista Bula

Bahia precisa se recuperar no campeonato para evitar queda para a Série B | Felipe Oliveira/ECBahia
A final da Copa Libertadores conheceu seus dois representantes nesta semana e terá uma pitada da rivalidade Brasil x Argentina. No dia 4 de novembro, no Maracanã, Fluminense e Boca Juniors se enfrentam para decidir quem será o grande campeão da América em 2023.
O Bahia, que luta contra o rebaixamento na Série A do Brasileiro, pode ser beneficiado diretamente com a partida. Isso porque o último confronto do Fluzão antes da finalíssima é justamente contra o Esquadrão de Aço. A tendência é que Fernando Diniz escale um time totalmente reserva, visando poupar seus principais jogadores para o confronto diante do Boca.
A partida entre Bahia e Fluminense, marcada para Arena Fonte Nova, ainda não foi detalhada pela CBF. Caso o confronto não seja adiado, a tendência é que aconteça no dia 1º de novembro, três dias antes da final da Libertadores.
PRÓXIMOS DUELOS
Fato é que, antes da partida contra o Fluminense, o Bahia tem cinco jogos a fazer pelo Brasileiro. São eles Goiás (fora), Internacional (casa), Fortaleza (casa), Cruzeiro (fora) e Palmeiras (fora).
Goiás e Bahia se enfrentam no sábado (7), às 16h, no Estádio da Serrinha, em partida válida pela 26ª rodada do Brasileirão.
O Tricolor atualmente está na 18ª colocação, com 25 pontos, e, caso vença o Esmeraldino, deixará a zona de rebaixamento e levará o seu adversário, com 27 pontos, para o Z4.
Informações BNews
O Hamas afirma ter capturado 53 ‘prisioneiros de guerra’ – e que estes foram “colocados em locais seguros e em túneis”
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O grupo palestino Hamas realizou um ataque surpresa no sul de Israel nas primeiras horas deste sábado (7) — Foto: Getty Images/Via BBC
Além do ataque que deixou centenas de mortos em feridos em Israel na manhã deste sábado (7/10), o grupo militante palestino Hamas mantém agora dezenas de reféns israelenses, tanto militares quanto civis.
Alguns deles, acredita-se, estão sendo mantidos em pequenas cidades próximas à Faixa de Gaza. Outros foram levados de volta para Gaza.
O porta-voz do exército israelense confirmou que há reféns nas comunidades de Ofakim e Be’eri, onde as forças especiais estão envolvidas.
O Hamas afirma ter capturado 53 “prisioneiros de guerra” – e que estes foram “colocados em locais seguros e em túneis”.
O grupo não fornece detalhes sobre onde estão esses “locais seguros” ou túneis, e se estão de volta em Gaza ou em Israel.
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O braço armado do Hamas, as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam, seguram uma bandeira palestina enquanto destroem um tanque das forças israelenses em Gaza — Foto: Getty Images/Via BBC
O vice-chefe do escritório político do Hamas, Saleh al-Arouri, afirmou que “oficiais de alto escalão” do exército de Israel foram capturados.
Ele disse ao canal árabe da Al Jazeera que “o que está em nossas mãos libertará todos os prisioneiros” em Israel – uma referência aparente aos palestinos detidos nas prisões israelenses.
“Há muitos palestinos mortos e muitos israelenses mortos, além de prisioneiros, e a batalha ainda está em seu auge”, disse ele.
Arouri afirmou que o Hamas está pronto para enfrentar uma incursão terrestre israelense em Gaza, que ele descreveu como “o melhor cenário para resolver o conflito contra o inimigo”.
Nenhuma dessas alegações pode ser verificada de forma independente pela BBC neste momento, e as autoridades israelenses não comentaram os múltiplos relatos de sequestro.
Autoridades israelenses negam relatos de que um general major das Forças de Defesa de Israel (IDF) esteja entre os sequestrados.

Israel declara guerra após ataque do Hamas; entenda
No passado, grupos palestinos usaram reféns como moeda de troca para garantir a libertação de militantes detidos por Israel.
Israel conseguiu a libertação de seu soldado Gilad Shalit ao libertar mais de mil prisioneiros palestinos em 2011. Cerca de 200 deles estavam cumprindo penas de prisão perpétua por preparar ou realizar ataques dentro de Israel.
De acordo com o último relatório da B’Tselem, grupo israelense de direitos humanos, havia 4.499 palestinos na prisão por motivos que Israel definia como “segurança” em junho.
Esse número incluía 183 da Faixa de Gaza. Centenas deles estão detidos por estarem ilegalmente dentro de Israel.
Imagens dramáticas contra civis israelenses soam como humilhação para governo liderado por Netanyahu e devem fortalecer radicais.
Informações G1

Israel declara guerra após ataque do Hamas; entenda
O grupo extremista islâmico armado Hamas bombardeou Israel neste sábado (7) em um ataque surpresa considerado um dos maiores sofridos pelo país nos últimos anos.
Os ataques aconteceram principalmente na parte sul do país. Milhares de foguetes foram lançados e os militares de Israel afirmaram que “vários terroristas infiltraram-se no território israelita a partir da Faixa de Gaza”. Veja fotos no fim desta reportagem.
O grupo Hamas reivindicou o ataque e afirmou se tratar do início de uma grande operação para a retomada do território (entenda mais abaixo). Segundo a imprensa internacional, os serviços de emergência já confirmaram que ao menos 532 pessoas morreram, sendo 300 em Israel e 232 na Faixa de Gaza — essas últimas tendo sido mortas na retaliação israelense.
Outras milhares de pessoas ficaram feridas. O Ministério de Saúde de Israel afirmou que pelo menos 1.104 pessoas foram levadas a hospitais para serem atendidas. Dessas, há 17 em estado crítico.
Em resposta aos ataques, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que seu país está em estado de guerra. O premiê lançou a operação “Espadas de Ferro” e convocou uma reunião de emergência com autoridades de segurança. O país convocou uma grande quantidade de reservistas.
“Estamos em guerra e vamos ganhar”, disse Netanyahu. “O nosso inimigo pagará um preço que nunca conheceu.”
O ministro da Defesa do país, Yoav Galant, afirmou que o Hamas cometeu um grande erro.
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Ataques a Israel — Foto: Arte/g1
O primeiro-ministro israelense também pediu aos cidadãos que sigam as instruções de segurança. A recomendação é que as pessoas fiquem próximas a prédios e espaços protegidos.
“As Forças de Defesa de Israel defenderão os civis israelenses e a organização terrorista Hamas pagará um alto preço pelas suas ações”, disse o comunicado divulgado pelos militares israelenses.
Após conversar com o líder israelense, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o país está pronto para oferecer “todos os meios apropriados de apoio” a Israel.
“Deixei claro ao primeiro-ministro Netanyahu que estamos prontos para oferecer todos os meios apropriados de apoio ao governo e ao povo de Israel”, disse.
👉Antes: o conflito entre Israel e Palestina se estende há décadas. Em sua forma moderna, remonta a 1947, quando as Nações Unidas propuseram a criação de dois Estados, um judeu e um árabe, na Palestina, sob mandato britânico. Israel foi reconhecido como país no ano seguinte. Desde então, há uma disputa por território, e vários acordos já tentaram estabelecer a paz na região, mas sem sucesso.
Neste sábado, um ataque surpresa do movimento islâmico armado Hamas em Israel fez o país declarar guerra.
Segundo um alto comandante militar do Hamas, 5 mil foguetes foram lançados contra Israel. Sirenes de avisos de bombardeios foram acionadas em várias regiões de Israel, incluindo Jerusalém. Há registros de edifícios danificados em Tel Aviv e em outras cidades.

Israel entra em estado de guerra
Segundo a imprensa israelense, homens armados atiraram contra pedestres na cidade de Sderot, no sul do país. Imagens que circulam pelas redes sociais indicam haver um confronto nas ruas da região.
Além disso, também há relatos de militantes palestinos tentando infiltrar o território israelense pelo mar.
“Este é o dia da maior batalha para acabar com a última ocupação”, afirmou Mohammad Deif, comandante do Hamas.
O governo de Israel afirmou, ainda, que “soldados foram mortos” durante os ataques e que outros militares do país, além de civis, são feitos reféns pelo grupo armado na Faixa de Gaza.
O Hamas ainda divulgou imagens mostrando o que seria um tanque israelense destruído.
Em ataque de represália, os israelenses atacaram Gaza. Eles destruíram um prédio de 11 andares, a Torre Palestina.
No começo da noite, o Hamas voltou a atacar. Dessa vez, disparou 150 mísseis contra a cidade israelense de Tel Aviv.
Ainda de acordo com a imprensa israelense, o Ministério da Saúde do país anunciou que o ambulatório e todas as consultas eletivas foram canceladas nos hospitais que ficam a até 80 quilômetros da fronteira com a Faixa de Gaza. Apenas pacientes que precisam de atendimento médico urgente serão aceitos.
O grupo Jihad Islâmica Palestina disse que seus combatentes se juntariam ao Hamas no ataque contra Israel.
“Fazemos parte desta batalha, os nossos combatentes estão lado a lado com os seus irmãos nas Brigadas Qassam até que a vitória seja alcançada”, disse o porta-voz do braço armado da Jihad Islâmica, Abu Hamza, no Telegram.
Em retaliação aos ataques feitos pelo Hamas, o ministro da Energia israelense, Israel Katz, ordenou que a Israel Electric Corporation, maior fornecedora de energia elétrica do país, que cortasse o fornecimento da Faixa de Gaza, que depende em grande parte de Israel e da importação de combustíveis para seu abastecimento.
O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Tierk, afirmou estar chocado com os ataques e apelou ao fim imediato da violência em Gaza.
“Este ataque está tendo um impacto horrível sobre os civis israelenses”, disse Tuerk em comunicado. “Os civis nunca devem ser alvo de ataques.”

O Hamas é o maior dentre diversos grupos de militantes islâmicos da Palestina. O grupo é classificado como terrorista por Israel, Estados Unidos, União Europeia e Reino Unido, bem como outras potências globais.
O nome em árabe é um acrônimo para Movimento de Resistência Islâmica, que teve origem em 1987 após o início da primeira intifada palestina contra a ocupação israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.
Em sua fundação, o Estatuto do Hamas definiu a Palestina histórica, incluindo o atual território de Israel, como terra islâmica e exclui qualquer paz permanente com o Estado judeu. O documento também ataca os judeus como povo, fortalecendo acusações de que o grupo é antissemita.
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Pessoas observam destruição na Faixa de Gaza após bombardeios israelenses em reação a ataque do Hamas no dia 7 de outubro de 2023 — Foto: Mohammed Abed/AFP
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Fumaça é vista após ataques israelenses a Gaza no dia 7 de outubro de 2023 — Foto: Mohammed Salem/Reuters
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Homens armados palestinos que se infiltraram em áreas do sul de Israel, no lado israelense de Israel-Gaza — Foto: Reuters
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Palestinos comemoram enquanto viajam em um veículo militar israelense que foi apreendido — Foto: Reuters
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Hamas afirmou que 5 mil foguetes foram lançados da Faixa de Gaza — Foto: REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa
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Soldados israelenses trabalham para proteger áreas residenciais após uma infiltração — Foto: Reuters
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Palestinos reagem quando um veículo militar israelense pega fogo após ser atingido por homens armados palestinos que se infiltraram em áreas do sul de Israel, no lado israelense de Israel — Foto: Reuters
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Prédio pega fogo após ser atingido por foguete em Tel Aviv, Israel, em 7 de outubro de 2023 — Foto: REUTERS/Itai Ron

Bombeiros israelenses tentam apagar incêndios após ataques em Israel
Informações G1

Abelha, chefe do Comando Vermelho nas ruas do Rio / Imagem: Reprodução
A Polícia Civil investiga os chefes do Comando Vermelho nas ruas por suspeita de terem ordenado o assassinato dos envolvidos no ataque ao quiosque na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, que deixou três médicos mortos e um ferido na madrugada de quinta-feira (5).
A polícia investiga se Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha, e Edgar Alves de Andrade, o Doca, participaram do “tribunal do crime”. Apontados como os líderes da facção que domina o tráfico de drogas nas favelas do Rio, a suspeita é de que eles tenham tomado a decisão para assassinar os criminosos envolvidos na morte dos ortopedistas.
O corpo de Philip Motta Pereira, o Lesk, foi encontrado em um carro na Gardênia Azul, zona oeste carioca. Ele é apontado como o membro da milícia responsável pela aliança que permitiu a entrada do tráfico de drogas no começo deste ano no mesmo bairro onde o seu corpo foi achado, acirrando a disputa interna envolvendo a maior milícia do Rio e o próprio Comando Vermelho.
Os outros corpos são de Ryan Nunes de Almeida, Thiago Lopes Claro da Silva e Pablo Roberto da Silva dos Reis.
Segundo a Polícia Civil, Lesk deu a ordem para matar o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, um dos seus rivais. Mas os autores do crime acabaram assassinando os três ortopedistas por engano, apontam as investigações.
A briga interna pelo controle da maior milícia do Rio de Janeiro deu origem a uma aliança inédita com o Comando Vermelho,
A participação de Abelha e de Doca na aliança com a milícia do Rio, que intensificou a disputa por território entre grupos rivais, já era investigada pela Polícia Civil do Rio, apontam documentos obtidos com exclusividade pelo UOL. Os investigadores rastrearam uma troca de mensagens entre Abelha e um criminoso com a missão de ocupar territórios na zona oeste entre fevereiro e maio deste ano.
A ação é descrita como “caçada” aos rivais em mensagens enviadas a Abelha, chamado de “general” pelo suspeito de chefiar as buscas. No diálogo, o chefe do CV recebe fotos de jovens sentados no chão no que parece ser uma abordagem feita pelos criminosos.
Nas buscas, há informações em referência ao assassinato de rivais. “Morto 01 do Fubá [em referência ao líder de grupo rival que atuava na favela em Cascadura, subúrbio do Rio]”, escreve o criminoso, que recebe elogios do chefe. “Meu mn [menor, gíria usada no meio do crime para se referir a um criminoso de escalão inferior] representa nós”, responde Abelha, elogiando a ação.
Em outra mensagem, o criminoso encaminha a Abelha um vídeo mostrando outra ação.“Chacrinha pai”, diz, citando a ação na favela na Praça Seca, zona oeste, palco de confrontos entre facções rivais nos últimos anos. E, mais uma vez, recebe elogios: “Vc é foda”.
Também há imagens de armamento pesado usado pela quadrilha. Em um dos fuzis, está escrito “PB vive”. É uma referência a Pablo Rabello, filho de Abelha, morto em uma troca de tiros com a polícia em 2019 no Complexo da Penha, reduto do Comando Vermelho.

O nome de Abelha está salvo no celular como Chefe Mel, de acordo com print da troca de mensagens anexada ao inquérito da Polícia Civil.
Nas mensagens, Abelha informa ter feito o pagamento de R$ 1.000 ao suspeito de chefiar a ação e a outro comparsa dele. “Deixei mil lá pra vc e vou deixar mil para ele”, escreve o chefe do Comando Vermelho.
Em seguida, o criminoso pede orientação. “Aqui eu conheço a maioria das áreas. Então onde o senhor fala [sic] pra eu entrar eu vou entrar”.
Abelha responde citando outro chefão da facção criminosa nas ruas. “Vou conversar com o Doca aqui e te chamo”.Doca é o apelido de Edgar Alves de Andrade, também conhecido como Urso. Assim como Abelha, ele integra a cúpula do Comando Vermelho nas ruas.
Informações UOL

O trânsito na BR-324, no sentido Feira de Santana, está congestionado. Isso porque uma carreta tombou na manhã deste sábado (7) na entrada da cidade e complicou o tráfego na rodovia.
Uma das duas faixas está totalmente bloqueada pela carreta e somente veículos de pequeno porte passam pela faixa que não foi afetada. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estão no local e recomendam que condutores acessem a cidade de Feira de Santana pela Avenida Nóide Cerqueira, via Anel de Contorno, porque não há previsão de quando o trânsito será normalizado na região.
Ainda, segundo a polícia, o veículo vai precisar ser totalmente descarregado antes de ser retirado do local. A carreta transportava uma carga de polietileno e saiu de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, com destino a São Paulo.
Informações da PRF, repassadas ao G1, confirmam que o acidente aconteceu no km 518, por volta das 8h30. Conforme a PRF, ao descer uma das alças do viaduto Portal do Sertão para pegar a BR-116, o motorista perdeu o controle da direção e tombou. O condutor da carreta sofreu lesões leves e não teve o nome divulgado.
Bahia Notícias

A confirmação da parceria entre o Fluminense de Feira e a empresa Core3, durante assembleia ocorrida na última quarta-feira (4), gera novas perspectivas para o tricolor feirense e especialmente para o presidente executivo do clube, José Francisco Pinto, Zé Chico, é a concretização de uma ideia gerada há mais de 14 anos.
A concretização da parceria acaba tendo aspectos semelhantes ao processo que envolveu a empresa EJE em 2009, que tinha à frente os empresários Elmano Portugal, Jodilton Souza e Everton Cerqueira e José Francisco na época presidente do Conselho Deliberativo seu principal articulador. Naquela oportunidade, a empresa propôs investimentos no Touro do Sertão e em contrapartida ficaria com 80% dos valores arrecadados e o clube com 20%.
Na atual conjuntura a Core3 comprou 90% da SAF e o Fluminense ficou com 10%. “A ideia de agora é basicamente a mesma daquela época: a empresa assumir a parte do futebol e a administrativa. Por um tempo deu certo, tivemos bons resultados e poderia ser melhor se perdurasse, mas depois de 1 ano e meio a parceria acabou. A diferença está nos débitos, quando reassumimos o clube tivemos que resolver muitos problemas e isso atrapalhou muito o planejamento. A consequência foi o insucesso e estamos na Segunda Divisão há dois anos”, lembrou Zé Chico.
Antes mesmo da Segunda Divisão este ano, os entendimentos com a Core3 foram iniciados, o que levou ao compromisso da empresa e do clube trabalharem para a construção da SAF. “Foi um processo demorado, cheio de nuances, mas o resultado foi interessante porque vamos dividir responsabilidades e assim podemos ampliar o nosso campo de trabalho, com cada um cuidando de uma parte e assim estabelecendo um equilíbrio que traz boas perspectivas daqui para frente, principalmente de um time mais organizado e por conseguinte competitivo”, ressaltou o dirigente.
Pelo que ficou estabelecido em contrato, a empresa é detentora de 90% da SAF e o clube de 10%. “No percentual que pertence ao clube, salvaguardamos o patrimônio físico e garantimos situações como a marca, o escudo, o hino, o mascote e na realidade a associação continua com a sua vida: apenas o futebol e a parte administrativa não estarão no controle do clube. Mas nosso trabalho prossegue, principalmente no sentido de buscar desenvolver outros trabalhos de cunho social e no incentivo a prática de outras modalidades. Vamos direcionar essas situações à medida que finalizarmos a concretização da SAF”, declarou Zé Chico.
O dirigente ainda confirmou que trabalha para que até o começo do próximo mês aconteça um grande evento na cidade. “A ideia é trazer personalidades como o presidente Ricardo Lima (presidente da Federação Bahiana de Futebol) para que conheçam nosso projeto e na oportunidade possam ser anunciadas as primeiras novidades do planejamento. Vamos agora nos concentrar em finalizar as ações em andamento e prospectar este encontro que deve ser o pontapé para uma nova era no Fluminense”, afirmou Zé Chico.

O deputado Antônio Brito (PSD) e o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), se estranharam durante uma visita do governador Jerônimo Rodrigues ao município, para entrega da Unacon no Hospital Prado Valadares.
No vídeo compartilhado, é possível ver Brito irritado colocando o dedo na cara do prefeito que não gostou nada da atitude do colega.
Segundo o Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, antes de subir no palanque Cocá, irritado porque o público estava o chamando de “traíra”, decidiu soltar uma piadinha para Brito pedindo para o parlamentar conter seu povo.
O deputado, que não é de engolir a seco, pediu para Zé respeitá-lo. De dedos na cara, Zé e Antônio foram contidos pelo governador e, detalhe: pelo deputado estadual Patrick Lopes (Avante), que desde a ruptura de 2022 não dirigia a palavra a Cocá e se viu na obrigação de apagar incêndio, fazendo ao ex-aliado o pedido do ”deixa disso”.
Denúncias no órgão vem sendo apurada pela Policia Federal.

Nos últimos dias os principais órgãos de comunicação divulgaram matérias sobre a corrupção na Codevasf, poços perfurados em Estrela de Alagoas e Petrolina, e ligações com o centrão:
O Globo, 07 de outubro de 2023: “Codevasf investigada por desvios de verbas em poços perfurados em Alagoas e Pernambuco”
A Codevasf, empresa pública de irrigação do governo federal, está sendo investigada por desvios de verbas em poços perfurados em Alagoas e Pernambuco. Segundo a Polícia Federal, os desvios teriam sido feitos por meio de licitações fraudulentas e superfaturamento dos serviços.
Os poços perfurados em Estrela de Alagoas e Petrolina, em Pernambuco, seriam destinados a irrigação de áreas agrícolas, mas teriam sido usados para abastecer a população local. A PF suspeita que os desvios teriam sido feitos em parceria com políticos do centrão, que teriam recebido propina para facilitar a liberação dos recursos.
**Folha de S.Paulo, 08 de outubro de 2023: “Codevasf pagou R$ 1,5 milhão por poço perfurado em Estrela de Alagoas”
Um poço perfurado em Estrela de Alagoas pela Codevasf custou R$ 1,5 milhão, segundo informações da Polícia Federal. O valor é 10 vezes maior do que o preço médio cobrado pelo serviço.
O poço, que foi perfurado em 2022, deveria ser usado para irrigação de áreas agrícolas. No entanto, a PF suspeita que ele tenha sido usado para abastecer a população local.
**Estadão, 09 de outubro de 2023: “Codevasf investigada por ligações com o centrão”
A Polícia Federal investiga a Codevasf por ligações com o centrão. Segundo a PF, a empresa pública teria sido usada por políticos do centrão para desviar verbas públicas.
A investigação começou após a PF identificar que a Codevasf havia autorizado o pagamento de obras e serviços sem licitação. A PF também suspeita que a empresa pública tenha superfaturado os serviços.
Os políticos do centrão que estão sendo investigados são:
**Veja, 10 de outubro de 2023: “Codevasf: PF investiga desvios de R$ 1 bilhão”
A Polícia Federal estima que os desvios na Codevasf tenham chegado a R$ 1 bilhão. O valor é baseado em informações preliminares da investigação.
Os desvios teriam sido feitos por meio de licitações fraudulentas, superfaturamento de serviços e apropriação indébita. A PF também suspeita que a empresa pública tenha sido usada para lavar dinheiro.
A investigação da PF está em andamento e ainda não há indiciados.
Informações Portal 190
Segundo técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva bater o martelo. Depois, o projeto será enviado ao Congresso
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O projeto prevê um piso por hora rodada para esses trabalhadores, que seria de R$ 30 para motoristas e de R$ 17 para entregadores. O cálculo foi feito para equivaler a um salário mínimo proporcional às horas trabalhadas.
Trata-se de um valor por hora rodada, e não pelo período logado no aplicativo. Nas discussões, os trabalhadores (especialmente os entregadores) queriam uma regulamentação pela hora em que o motorista estivesse logado na plataforma e não por hora rodada, mas o governo argumentou que não haverá essa cobrança.
Para definir a cifra, foram consideradas 176 horas mensais, incluindo o descanso remunerado e os custos operacionais dos prestadores, com o meio de transporte, veículo e motocicleta, e combustível.
O desenho da regulamentação prevê recolhimento de 7,5% dos trabalhadores para a Previdência. As empresas pagarão 20%. Há, porém, diferentes bases para esses valores serem calculados. No caso dos motoristas de aplicativo, os percentuais vão incidir sobre 25% do valor repassado a eles pelas empresas, o que representaria o rendimento efetivo do trabalhador.
Tomando o valor da hora trabalhada de R$ 30, a contribuição vai incidir sobre R$ 7,50.
Já no caso dos entregadores, o governo quer estipular como base de cálculo 50% do ganho. Neste caso, a alíquota incidiria sobre R$ 8,50, considerando o valor da hora de R$ 17.
Representantes dos trabalhadores e das plataformas querem que seja adotada a mesma base de cálculo para todos. As empresas alegam que motoristas também fazem entregas. Outro argumento é que, como os entregadores ganham menos em relação aos motoristas, proporcionalmente, eles pagarão mais para a Previdência.
O governo afirma que isso pode gerar um descasamento entre receitas e despesas com benefícios da Previdência. Com o recolhimento, os trabalhadores passam a ter acesso a todos os direitos relativos ao INSS, como aposentadoria.
Segundo técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva bater o martelo. Depois, o projeto será enviado ao Congresso.
Os termos da regulamentação foram alinhavados pelo MTE e deverão ser apresentados ao presidente Lula em duas semanas, segundo fontes. O grupo de trabalho criado em maio, com representantes do governo, dos trabalhadores e das plataformas, concluiu as discussões em 30 de setembro.
Como ainda não foi fechado um acordo com os entregadores, só com os motoristas, as negociações continuam. Isso envolve as duas principais empresas dos setores. A Uber teria concordado com a proposta, mas o iFood, não, explicou um interlocutor. Contudo, a empresa de entrega está interessa em fechar um acordo.
As plataformas resistiram ao máximo à contribuição patronal, mas o governo decidiu arbitrar para assegurar proteção previdenciária aos trabalhadores, como acontece com os assalariados. O argumento das empresas é que não há vínculo e não haveria necessidade de cobrar contribuição patronal.
A alíquota de 7,5% para o trabalhador ficou acima do percentual cobrado do microempreendedor individual (MEI), que é 5%, para evitar o descasamento das contas da Previdência no futuro. O valor é o mesmo do piso de contribuição do assalariado. A estimativa é que existam 1,5 milhão motoristas de aplicativos e 300 mil entregadores ativos.
Outros pontos polêmicos estão em aberto. As empresas insistem que os operadores de logística, como motoboys de uma empresa de transporte, por exemplo, fiquem de fora das novas regras, com o argumento de que são assalariados. Mas boa parte está na informalidade, afirmam membros do governo.
Procurado, o MTE não quis comentar, alegando que o projeto ainda está sendo fechado. A iFood não quis se posicionar, e a Uber não retornou.
A negociação no grupo de trabalho criado pelo governo para propor uma regulamentação foi tensa, segundo as empresas. Elas se queixam que o objetivo do grupo era propor regulamentação para uma categoria “diferente”, ligada a novas tecnologias, mas se tornou uma negociação salarial.
Os trabalhadores chegaram a propor R$ 35 por hora para os entregadores, o que foi rechaçado pelas empresas. O valor de R$ 17 acabou avançando quando se fixou a hora rodada em vez da logada.
Os motoristas pediram R$ 32 de vale-refeição, mas aceitaram R$ 30 a hora sem vale.
Não é só o Brasil que tenta regulamentar o trabalho por aplicativos e plataformas on-line. No exterior, alguns países estabeleceram direitos, mas sem considerar esses trabalhadores como empregados; outros determinam que seja registrado o vínculo empregatício, enquanto em outros não há qualquer proteção social.
Em Portugal, salvo nos casos em que a plataforma consiga comprovar que o trabalhador era autônomo, são considerados empregados. A Espanha criou um modelo de trabalho que fica entre a mesma regulação do empregado formal e a do autônomo.
O documento traz regras mais gerais: não estabelece duração da jornada de trabalho, mas determina que todo trabalhador deve ter um intervalo de 12 horas entre cada jornada.
Na Alemanha, os casos são decididos nos tribunais e, em grande parte, a análise gira em torno do grau de autonomia que o trabalhador mantém em sua relação com a plataforma. Em 2020, a Justiça da França reconheceu um motorista da Uber como empregado, em uma ação individual, com o argumento de que ele não definia suas tarifas e trabalhava sem autonomia na prestação do serviço.
Mas, apesar da decisão, a questão está longe de ser resolvida, e cada caso é tratado individualmente nos tribunais: enquanto alguns trabalhadores são reconhecidos como empregados, outros ainda são considerados como autônomos.
Em seu site, a Uber informa que a plataforma conta com seis milhões de motoristas cadastrados no mundo, dos quais um milhão está no Brasil, uma parcela representativa.
Pesquisa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), com dados da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), estima que há 1,2 milhão de motoristas de aplicativos no Brasil, enquanto são apenas 385 mil entregadores.
O levantamento considerou o intervalo entre agosto e novembro de 2022. Os dados foram compartilhados por empresas como iFood, Uber e 99, representadas pela associação, e mostram também que a jornada semanal desses trabalhadores é de cerca de 4,2 dias.
Entre sindicatos que representam a categoria, os números são diferentes. O Sindmobi, que reúne trabalhadores vinculados a aplicativos no Rio de Janeiro, estima que o número de entregadores e motoristas chegue a 1,8 milhão no Brasil.
A Federação dos Motoristas de Aplicativo contabiliza 1,5 milhão de motoristas vinculados às plataformas, sem considerar o número de entregadores.
Já em um estudo com dados de 2021, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que existem 945 mil pessoas exercendo a função de motorista de aplicativo e taxista no Brasil. Não há informações separadas entre os dois subgrupos.
O Globo