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Com 38 pastas, já são 15 a mais que seu antecessor, Bolsonaro

Lula cria mais ministério ministro
Mais é mais: jogando para a torcida, presidente diz para ‘parar de acreditar na imprensa’, e que ‘temos poucos ministérios’ no Brasil | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo ainda conta com poucos ministros. “É preciso pararmos de acreditar quando a imprensa diz que temos muitos ministros”, disse.

“Temos poucos ministros, é preciso de mais ministérios para cuidar desse país.” Ele fez a declaração nesta quinta-feira, 14, na abertura da 4ª Conferência Nacional da Juventude do Partido dos Trabalhadores.

O recorde de maior número de ministérios já criados aconteceu durante o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Um total de 39 pastas.

Deixar uma meta aberta

Em sua fala, Lula não chegou a estimar quantos ministérios seriam necessários “para cuidar desse país”. Na mesma ocasião, ele inflamou a plateia ao dizer que, “pela primeira vez na história deste país, conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista”, em referência a Dino.

Lula iniciou este seu terceiro mandato com 37 ministérios. Eram 14 a mais com relação a seu antecessor, Jair Bolsonaro.

Mais cadeiras para a dança das cadeiras

Em setembro, o governo chegou ao 38º. Mediante uma medida provisória (MP), criou-se o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

O objetivo com a criação deste último teria sido acomodar o centrão. Lula garante, assim, mais apoio no Congresso Nacional.

Esplanada dos Ministérios
Vista aérea da Esplanada dos Ministérios, em Brasília | Foto: Reprodução/Agência Senado

O ministro Márcio França (PSB) foi realocado para esse ministério. No seu lugar, como ministro de Portos e Aeroportos, entrou Silvio Costa Filho (Republicanos).

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, que aguarda um substituto depois que o Senado Federal aprovou Flávio Dino para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, pode se dividir em dois. Um novo ministério, dedicado à segurança pública, é objeto de debate.

Informações Revista Oeste


Em publicação no Diário Oficial da Câmara Municipal, a presidente da Casa, vereadora Eremita Mota, convocou reunião extraordinária para o dia 22 de dezembro, uma sexta-feira.

Na pauta, deliberação sobre projetos aptos à votação encaminhados pelo governo municipal à Casa da Cidadania.

A presença dos vereadores é obrigatória, segundo a convocação no Diário Oficial do legislativo. Quem faltar deve apresentar justificativa.

Eremita também anunciou audiências públicas para discutir temas como uso dos recursos do Fundef (dia 19/12), aplicativos de transporte e alternativos (dia 21/12) e o trabalho de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias (dia 20/12).

O Protagonista


Caetano Veloso, 81, disse que vai tirar um “período de férias radicais” para descansar.

Foto: Reprodução


O que aconteceu?

O cantor baiano usou o Instagram para comunicar uma pausa para descansar após uma série de três shows em seu estado natal. Os shows fazem parte da elogiada turnê “Meu Coco” e serão realizados na Concha Acústica de Salvador.

Ele pediu para “amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos” que não o incomodem. O baiano também não quer fazer atividades relacionadas a entrevistas e escrita de textos. Ele não citou quanto tempo vai durar a pausa.

Depois dos shows na Concha entrarei em período de férias radicais. Peço que não me convidem para atividades públicas, participações, conceder entrevistas ou emitir opiniões, gravar vídeos, escrever releases e outros textos ou qualquer outra atividade, sobretudo àqueles que sabem que mais me tocariam com seus chamados. Que tenhamos um feliz verão.
Caetano Veloso

Informações Splash UOL


Foto: Yuliyafurman/Freepik

A reportagem do Acorda Cidade percorreu o Centro de Abastecimento de Feira de Santana para avaliar de perto como estão as vendas dos tradicionais produtos da ceia de Natal. Faltando poucos dias para a data festiva, a comercialização dos alimentos está em alta, impulsionada pela queda nos preços neste ano. Produtos como queijo cuia, queijo do reino, panetones, frutas cristalizadas, uva passas, ameixa e uma variedade de castanhas estão entre os itens encontrados no box de Geiziane Silva.

Em entrevista ao Acorda Cidade, Geiziane compartilhou suas observações sobre os preços dos produtos em comparação ao ano anterior. O aquecimento nas vendas e as mudanças nos valores dos alimentos indicam uma movimentação intensa para garantir a ceia natalina.

Geiziane Silva - vendedora de produtos no centro de abastecimento ney silva acorda cidade
Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Alguns produtos tiveram aumento, mas não foi aquele aumento que assusta o consumidor. Foi um aumento por causa das inflação. Às vezes os produtos acabam dando aquela aumentada”, explicou. 

Há poucas semanas do Natal, Geiziane conta que os clientes já estão indo garantir, principalmente, os queijos, uvas e azeitonas. As expectativas são as melhores para as vendas neste ano. 

Para o comerciante de laticínios, Jair de Sá, houve uma redução significativa dos preços este ano. Na loja dele é possível encontrar os frios, queijos, presuntos, defumados, os doces, e diversos outros produtos para a ceia natalina.

“Eu trabalho com frio, secos e defumados. Teve uma redução muito grande. O queijo mussarela ano passado chegou a R$ 49,00, agora está de R$ 29,99. O queijo cuia, no ano passado eu cheguei a vender de R$119,00 e hoje tem de R$79,99”, colocou. 

Além, dos queijos, dos doces e frutas e castanhas, na loja de Jair, o famoso Chester, tradicional frango consumido no natal, também está sendo bem vendido. Outros produtos que compõem o jantar especial também estão disponíveis. 

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade


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Imagem: iStock

Alguns mais outros menos, mas todo mundo faz cocô (você sabe…). Por isso, é normal a gente ter dúvidas sobre o número 2. Porém, esse não é o tipo de assunto que todas as pessoas se sentem confortáveis para sair falando por aí, né?

  • “É normal ficar muitos dias em ir ao banheiro?”
  • “Por que às vezes meu cocô ‘some’ na privada?”
  • “Por que não consigo fazer cocô fora de casa?”
  • “Consigo mudar o horário que sempre faço cocô?”

Se você alguma vez já teve essas e outras dúvidas, mas nunca teve coragem de perguntar para alguém, agora é hora de saber a resposta:

1. Consigo mudar o horário que faço cocô?

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Imagem: iStock

O intestino de alguns funciona como um reloginho e a vontade de ir ao banheiro vem sempre no mesmo horário —que nem sempre é o melhor momento na rotina da pessoa, pois ela está fora de casa, no trânsito, no meio de uma aula etc.

Embora essa seja uma tarefa difícil, a resposta é sim, dá para “treinar o intestino” e mudar o horário habitual de fazer cocô.

Grande parte das pessoas costuma evacuar logo ao acordar ou após as refeições, pois o intestino recebe um reflexo do estômago e estímulos do cérebro, que aumentam o seu funcionamento.

Se você não deseja evacuar próximo a estes horários, tente ir ao banheiro todos os dias no horário que gostaria de evacuar, mesmo que não deseje, e fique por alguns minutos no vaso sanitário, mas sem forçar.
Aline Celeghini, médica coloproctologista

A especialista recomenda ainda realizar massagens abdominais com o intuito de estimular a movimentação intestinal. Se for recorrente, esse treinamento pode fazer seu intestino trocar o horário da evacuação.

Outros fatores também podem aumentar a vontade de evacuar, como prática de exercícios, principalmente aeróbicos, e a ingestão de alimentos estimulantes (café), gordurosos (leite e iogurtes, castanhas) e ricos em fibras (frutas e verduras).

Não é recomendado o uso de laxantes para criar essa rotina.

2. Por que faço cocô mole com frequência?

Muitos fatores presentes no nosso dia a dia podem contribuir para que isso aconteça:

  • Questões psicológicas, como ansiedade e estresse
  • Alimentação muito fora do habitual
  • Consumo execessivo de gordura ou de açúcar
  • Hidratação em excesso
  • Consumo de cafeína
  • Bebidas alcoólicas

Quadros virais ou o uso de medicamentos podem mudar temporariamente as características das fezes e torná-las mais moles.

Se o problema for recorrente, procure um médico para fazer uma avaliação.

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Geralmente, quando as fezes estão mal-formadas, de consistência amolecida ou líquida, pode ser um indicativo de alguma doença ou distúrbios da funcionalidade do sistema digestivo ”Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

Segundo ele, é preciso investigar se a pessoa não tem problemas como hipertireoidismo, intolerância alimentar (especialmente as associadas à lactose ou ao glúten), síndrome do intestino irritável e doenças do sistema digestivo ou gastrointestinais.

3. Segurar a vontade de fazer cocô por muito tempo faz mal? Piora o cheiro?

Sim, faz mal! Se você está com vontade, não reprima. “A vontade acontece quando o reto (parte final do intestino grosso) atinge um certo volume de armazenamento de fezes e envia um sinal para o nosso cérebro de que está na hora de ir ao banheiro”, explica Nathália Lins Pontes Vieira, médica proctologista e coloproctologista.

Somos capazes de conter esse desejo até mesmo por horas. Mas você já reparou que depois de um tempo a vontade de evacuar desaparece? Isso ocorre pois o reto se acostuma com aquela quantidade de fezes armazenada e espera um novo aumento para dar o próximo sinal.

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Quanto mais vezes você segura a vontade, mais você induz o seu corpo a quantidades maiores de fezes para criar o desejo de evacuar. Isso é uma das causas de constipação, com fezes volumosas e evacuações dolorosas. Além disso, o maior tempo das fezes no intestino aumenta a fermentação de gases por bactérias, com piora do cheiro e da sensação de estufamento ”Nathália Vieira, médica proctologista e coloproctologista

4. Por que às vezes o cocô ‘some’ na privada?

Já aconteceu de você fazer um baita esforço, ouvir o barulho das fezes caindo na água e, ao olhar para o vaso, não ter nada ali? Isso acontece devido a densidade (composição/conteúdo) do cocô, que faz com que ele afunde e já inicie sozinho o caminho para ir embora pelo encanamento, sumindo da área da privada que enxergamos.

“As fezes são formadas por 75% de água, os outros 25% são restos alimentares, fibras, bactérias e muco. Fezes com densidade mais alta que a da água tendem a afundar”, explica Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista especialista em intestino, reto e ânus.Continua após a publicidade

5. É normal ficar muitos dias sem fazer cocô?

Depende de quantos dias. Pela Organização Mundial de Gastroenterologia, uma frequência evacuatória menor do que três vezes na semana já é considerada constipação. Porém, alguns fatores devem ser considerados.

Diferente do que muitos imaginam, não é obrigatório ir ao banheiro todos os dias. As fezes demoram até 72 horas para percorrer todo o intestino grosso. ”Aline Celeghini, médica coloproctologista

Existem alguns critérios para definir se uma pessoa é constipada. Para isto, ela deve, nos últimos três meses, apresentar algum dos seguintes sintomas:

  • evacuação menos de três vezes por semana
  • esforço para evacuar e/ ou fezes ressecadas
  • sensação de evacuação incompleta
  • necessidade de auxílio manual para eliminação das fezes

“Se não houver nenhuma destas características, está tudo bem ficar alguns dias sem ir ao banheiro. Caso contrário, procure um especialista para investigar o que está ocorrendo”, completa Celeghini.

6. Por que às vezes meu cocô sai vermelho?

A causa mais comum de fezes avermelhadas é o consumo de alimentos industrializados com excesso de corantes vermelhos ou até de vegetais, como beterraba e tomate. O consumo de vinho tinto também pode deixar as fezes avermelhadas.

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Quando não relacionado à alimentação, normalmente é sinal de presença de sangue, muito comum em quem tem doença hemorroidária, fissuras anais, doença de Crohn, colite ulcerativa e câncer colorretal.

Fezes com sangue são sempre um sinal de alerta e exigem consulta médica, a fim de realizar o diagnóstico e o tratamento adequados. ”Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

7. Por que às vezes fazemos cocôs gigantes?

Algumas pessoas têm tanto orgulho do tamanho da obra que fazem questão de mostrar para os outros…

Os cocôs podem sair maiores dependendo da alimentação e da frequência das evacuações.

“A formação das fezes depende da alimentação rica em fibras. Então, quanto mais fibras você comeu, maior o volume das fezes. E se você demora muito entre uma evacuação e outra, há maior acúmulo de fezes no seu intestino, logo, maior será o tamanho do seu cocô”, diz Nathália Vieira.

8. Eu emagreço quando faço cocô?

Não, fazer cocô não emagrece. Por mais que ocorra uma sensação de redução da barriga, do inchaço abdominal e até mesmo de leveza, o hábito de evacuar não causa redução da gordura corporal.

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“Mesmo em quadros de diarreia grave, quando a pessoa chega a perder até 2 kg, o que está acontecendo é desidratação. Mas uma coisa é verdade: quem tem o intestino mais preso tende a ter aquela barriguinha mais estufada que, com a regularização da defecação, some. Então fica a sensação de que emagreceu”, explica Fernanda Gondim, médica coloproctologista.Continua após a publicidade

9. Por que o milho sai inteiro no cocô?

Encontrar restos de alimentos nas fezes não é algo anormal, desde que em pequena quantidade. Principalmente se este alimento for rico em fibras, como é o caso do milho.

Isso ocorre porque a sua casca é rica em celulose, assim como outros grãos, e o trato gastrointestinal humano não tem a capacidade de digestão deste carboidrato” Aline Celeghini

10. É normal fazer cocô muitas vezes no dia?

É considerado normal ir ao banheiro fazer o número 2 até três vezes ao dia. Porém, se é uma questão recorrente, vale atenção.

O ritmo intestinal acelerado, ou seja, a ida frequentemente ao banheiro e fezes mal-formadas ou amolecidas, pode estar relacionado à ansiedade, à dieta laxativa ou à síndrome do intestino irritado, sendo necessária a avaliação pelo especialista
Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista

Muitos fatores influenciam no hábito intestinal, como níveis hormonais, alimentação, questões emocionais, uso de medicamentos, síndrome do intestino irritável e inflamações ou infecções intestinais.

“Mas se você defeca várias vezes ao dia, as suas fezes são bem formadas (não do tipo diarreia) e você não tem nenhuma outra alteração, pode ficar tranquilo. Esse é o seu normal”, diz Fernanda Gondim.

11. Por que meu cocô está saindo claro?

Apresentar fezes claras não é normal e merece uma investigação. Fezes claras ou amareladas normalmente são gordurosas e podem representar excesso de gordura na alimentação ou distúrbios na vesícula biliar, no fígado ou no pâncreas.

“A coloração das fezes é formada por conta da biliverdina, que é uma substância produzida após a depuração das hemácias (sangue) envelhecidas. Ela é transformada no fígado em bile e é armazenada na vesícula biliar. Durante a digestão, ela é eliminada na luz do intestino, gerando a coloração escurecida. Qualquer interferência neste processo pode culminar em fezes claras”, explica Celeghini.

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12. Por que meu cocô sai muito escuro?

É importante observar a alimentação para detectar algum alimento que possa causar essa alteração na cor. “Mas, mais importante ainda, fezes escuras podem ser sinal de sangramento em algum lugar do trato digestivo. Não deixe de procurar o especialista”, alerta Fernanda Gondim.

As fezes escurecidas ou pretas ainda podem estar relacionadas à alta ingestão de ferro na dieta e de alimentos com casca escura, como feijão preto e jabuticaba. Em casos de sangramento no trato gastrointestinal que passou pelo processo de digestão e se transformou em bolo fecal, normalmente há forte odor, coágulos e consistência pegajosa.

13. Por que não consigo fazer cocô fora de casa?

Não há nada fisiológico que justifique alguém não conseguir evacuar fora de casa.

A causa disso é psicológica, pois algumas pessoas têm vergonha ou desconforto em usar o banheiro fora de casa e, por isso, inibem o desejo de evacuar. Só conseguem relaxar quando usam o próprio banheiro
Nathália Vieira, médica proctologista e coloproctologista

Para quem tem muita vergonha do cheiro, por exemplo, existem produtos que auxiliam na melhora do odor no ambiente.

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No caso das viagens, a dificuldade pode acontecer por mudanças na rotina e na alimentação, como alteração no horário habitual de acordar ou menor consumo de fibras, água ou realização de atividade física.Continua após a publicidade

14. Por que quando eu bebo álcool eu faço cocô mole?

O álcool e até mesmo os carboidratos de algumas bebidas alcoólicas, como da cerveja, provocam um tipo de fermentação no intestino, afetando a microbiota intestinal. Por isso, muitas pessoas que bebem sentem dor de barriga, têm diarreia e excesso de gases.

A substância pode causar mudanças graves nas funções normais do sistema digestivo em cada passo do caminho.

Segundo Muhamed Ali Hijazi, essas mudanças incluem inflamação do trato gastrointestinal e aceleramento da digestão. A absorção de água também é prejudicada.

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A água geralmente é absorvida dos alimentos e líquidos que atingem os intestinos. O intestino grosso puxa líquidos para fora das fezes. Quando o álcool está presente, o órgão não funciona direito. Isso pode resultar em fezes líquidas e desidratação.
Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

15. Por que às vezes o cocô sai em “pedacinhos”?

O cocô em “pedacinhos” é tecnicamente chamado de “fezes em cíbalos” e traduz um funcionamento intestinal lento ou baixa ingestão de água.

Como explicamos no item anterior, o intestino grosso (cólon) é responsável pela absorção de água das fezes, além de sais minerais. Quando o cocô progride lentamente, o órgão irá absorver mais água e, consequentemente, as fezes ficarão mais ressecadas e em “bolinhas”.

Seu cocô está assim? Observe como está sua ingestão de água, principalmente nos dias quentes. “Para um adulto saudável, o cálculo para definir a quantidade mínima de água a ser ingerida ao longo do dia é de 35 ml X peso. Ou seja, para uma pessoa de 60 kg o mínimo seria de 2.100 ml”, explica Aline Celeghini.

Outra causa possível, segundo Nathália Vieira, inclui doenças da fisiologia anorretal que impedem o esvaziamento adequado do intestino, como se fosse uma evacuação incompleta ou fragmentada. Em ambos os casos, você deve procurar ajuda médica para melhor avaliação.

16. O cocô boiar é sinal de problema?

Geralmente não. De acordo com Vieira, isso normalmente ocorre pela quantidade de gordura nas fezes. Quanto maios gordurosa for a alimentação, maior a dificuldade de digerir e de absorver o nutriente. “Com isso, mais gordura é eliminada nas fezes, fazendo com que as fezes flutuem na água. Em uma proporção menor, isso também pode ocorrer quando há muitos gases, seja por alimentos mais fermentativos, seja por alterações na flora intestinal”, completa.

17. Posso fazer algo para que o cheiro do cocô não seja tão ruim?

Não existe problema algum em as fazes terem um cheiro desagradável. Isso é totalmente normal.

O odor das fezes não é dos melhores porque as bactérias do intestino geram compostos após digerirem os alimentos. Entretanto, a intensidade do odor pode variar muito conforme aquilo que comemos. Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

Apesar de ter relação com o que você come, fezes de odor fétido também podem indicar um problema de saúde grave. Diarreia, inchaço ou flatulência podem acompanhar fezes de odor fétido. De qualquer forma, o ponto mais importante é cuidar da alimentação.

“Fezes com excesso de proteínas ou proteínas mal digeridas tendem a ter um odor mais pútrido. Além disso, distúrbios da microbiota intestinal, como a disbiose, podem causar alterações no odor das fezes”, explica Fernanda Gondim.

Fontes: Aline Celeghini, médica coloproctologista e cirurgiã geral formada pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista e cirurgião geral especialista em intestino, reto e ânus; Fernanda Gondim, médica coloproctologista e cirurgiã geral especialista em laser e técnicas pouco invasivas na proctologia; Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista e cirurgião geral; Nathália Lins Pontes Vieira, médica proctologista e coloproctologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia

Informações UOL


Salário de ministros da Suprema Corte será reajustado a partir de 1º de fevereiro de 2024. Dino toma posse no dia 22 do mesmo mês

Dino visita o STF

O atual ministro da Justiça, Flávio Dino, tomará posse no Supremo Tribunal Federal (STF) em 22 de fevereiro, e receberá um salário que chega a R$ 44 mil.

O valor é referente aos vencimentos brutos, ou seja, inclui descontos de contribuição à previdência, imposto de renda e outros. A remuneração líquida varia entre R$ 20 mil e R$ 30 mil (dependendo do mês e dos descontos).

Atualmente, o valor do salário dos magistrados da mais alta Corte é fixado em R$ 41.650,92. No início do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que concede reajuste gradativo nas remunerações de presidente, vice-presidente, ministros e parlamentares.

A medida define que, a partir de 1º de fevereiro de 2024, o salário terá um aumento para R$ 44.008,52. Estipula também mais um reajuste em 2025, quando o montante passa a ser de R$ 46.336,19.

O salário dos ministros do STF é referência para o teto da remuneração do funcionalismo público. Isso significa que nenhum servidor pode ganhar mais que um integrante da Corte.

Posse marcada

Após passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ser aprovado pelo Senado Federal, com 47 votos, Dino foi ao seu futuro local de trabalho, nesta quinta-feira (14/12). Ele chegou ao STF por volta de 13h40 e se reuniu com ministros. O atual chefe do MJ anunciou, na saída, que tomará posse como ministro da Corte em 22 de fevereiro.

Dino disse acreditar que não haverá necessidade de um interino assumir o Ministério da Justiça com sua nomeação para o Supremo. O indicado de Lula informou que a pasta passará por um período de transição, que deve durar algumas semanas, até a posse do novo ministro. Depois, Dino voltará ao seu cargo como senador até assumir a cadeira no STF.

Informações Metrópoles


Lula comemora entrada de Dino no STF e afirma: ‘Conseguimos colocar um ministro comunista’; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução/Twitter.

Durante a 4ª Conferência Nacional de Juventude do Partido dos Trabalhadores (PT), realizada na quinta-feira 14, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a entrada de Flávio Dino no Supremo Tribunal Federal (STF). 

“Vocês não sabem como estou feliz hoje”, disse Lula, diante da plateia. “Pela primeira vez na história deste país, conseguimos colocar na Suprema Corte um ministro comunista, um companheiro da qualidade de Flávio Dino.” 

No mesmo discurso, Lula se queixou do baixo número de ministros em seu governo. Para o chefe do Executivo, mais ministérios precisam ser criados para “cuidar” do Brasil. 

Ex-filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Dino recebeu 47 votos favoráveis dos senadores, em sabatina realizada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O ministro deve tomar posse em 22 de fevereiro de 2024, mês em que o Judiciário vai retomar os trabalhos. 

Dino tem histórico recente de bloquear mídia, jornalistas e opositores nas redes

Em novembro, o futuro ministro do STF, cuja sigla atual é o Partido Socialista Brasileiro (PSB), bloqueou três políticos e um jornalista nas redes sociais, depois de receber críticas por causa da visita da “Dama do Tráfico” ao Ministério da Justiça. 

Os mais recentes bloqueados por Dino foram o deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP); o ex-deputado Paulo Eduardo Martins; a candidata a deputada estadual Amanda Vettorazzo, do MBL; o suplente de deputado estadual em São Paulo Lucas Pavanato; e o jornalista Paulo Polzonoff. 

Além deles, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e a ex-deputada Janaína Paschoal estão sem acesso ao perfil do ministro desde o início do governo Lula. 

Revista Oeste


Passagens de avião em voos domésticos atingem o maior preço médio da história; VEJA NÚMEROS

Foto: Sérgio Lima/Poder360

As passagens de avião em voos domésticos atingiram o preço médio mensal de R$ 747,66 em setembro, o maior valor já registrado desde o início da série histórica da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), iniciada em 2010, segundo dados da própria entidade. São considerados nos cálculos os preços de todos os assentos comercializados no período, descontadas as taxas aeroportuárias. 

Os dados de setembro são os mais recentes divulgados pela Anac, que se baseia nas vendas efetivadas em todo o país. Esses valores são corrigidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial brasileira. 

No cálculo do IPCA, o levantamento de preços feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) parte de uma amostra e da simulação de compras de bilhetes em um determinado período. Nos últimos três meses, o índice mostra altas seguidas no preço das passagens aéreas. 

Em novembro, o aumento no preço dos bilhetes foi de 19,12%, sendo esse o subitem que deu a maior contribuição individual à alta do IPCA. No mês anterior, o salto no valor das passagens havia sido de 23,7%, após a elevação de 13,47% em setembro. 

Já na apuração feita pela Anac, no acumulado de 2023, considerando o intervalo de janeiro a setembro, as tarifas aéreas no Brasil ficaram 8,5% mais baixas do que em 2022. 

A série histórica da agência mostra uma grande variação mensal, assim como deixa claros os efeitos do mercado externo no setor da aviação, amplamente afetado pelo câmbio, já que o dólar está em 60% das negociações de custos de uma companhia aérea. Outra grande despesa, o combustível, representa 40% dos gastos. 

Por isso, o preço médio recorde de setembro deve ser superado nos meses seguintes, como antecipou o IPCA de outubro e de novembro, já que é o período de planejamento e reservas das viagens de fim de ano e férias. Até novembro, de acordo com o IBGE, a alta acumulada das passagens aéreas era de 35,24% no ano. 

Na comparação com 2019, ano anterior à pandemia da Covid-19, a tarifa doméstica mensal média de 2023, considerando os meses de janeiro a setembro, teve alta de 14%. Na mesma comparação, o preço do QAV (querosene de aviação) aumentou 86%. Outra razão para o aumento dos valores seria, segundo especialistas, o endividamento das empresas aéreas. 

Incentivos e resultados

O MTur (Ministério do Turismo) tem se reunido com as companhias aéreas, em busca de um acordo para a redução das tarifas. Uma das ações foi uma reunião, realizada em 20 de novembro, com a participação dos ministros do Turismo, Celso Sabino, de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que teve o objetivo de discutir a redução do preço do QAV. 

Na ocasião, Costa Filho disse que a alta no preço do combustível prejudica o crescimento da aviação civil e o turismo nacional, pois “o impacto do QAV nas passagens é de quase 40% no Brasil, enquanto no restante do mundo ele representa entre 18% r 22% no preço médio”. 

A Petrobras é o único importador de QAV do país e detém, atualmente, 93% da produção nacional. Apesar disso, a estatal estaria praticando valores acima do PPI (Preço de Paridade de Importação). 

Mesmo com o alto custo das viagens de avião, o brasileiro está viajando mais. A movimentação no setor aéreo do país está crescendo mês a mês e registrou 7,8 milhões de passageiros em outubro, número 7,7% maior que o verificado no mesmo mês de 2022, como mostra o Relatório de Demanda e Oferta da Anac. 

Só em outubro, os turistas estrangeiros que visitaram o Brasil deixam R$ 3,19 bilhões no país, contribuindo para o melhor resultado para o mês dos últimos dez anos, como mostra um levantamento divulgado em 4 de dezembro pelo BC (Banco Central). Considerando o período de janeiro a outubro, os gastos de viajantes vindos de outros países alcançaram R$ 27,8 bilhões, superando os R$ 24,4 bilhões do mesmo período de 2019, antes da pandemia. 

Ainda em outubro, o setor de turismo gerou mais de 20,7 mil postos de trabalho com carteira assinada no Brasil, enquanto o segmento de eventos empregou mais de 3.600 pessoas, valor quatro vezes maior que o de setembro. Os números são do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado em 28 de novembro. 

Em 2023, no acumulado de janeiro a outubro, as viagens corporativas renderam mais de R$ 11,37 bilhões, superando os ganhos de todo o ano anterior, de acordo com a Abracorp (Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas). O valor quase se iguala ao resultado de 2019, antes da pandemia. 

O que dizem as companhias aéreas

A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), que representa companhias como Gol e Latam, defende o nível de preços das passagens aéreas no Brasil. Em nota publicada em seu site oficial, a entidade afirma que os preços praticados no país seguem política semelhante à dos demais mercados do mundo. 

Alega que a aviação comercial global ainda sofre impactos negativos na cadeia de suprimentos decorrentes da pandemia da Covid-19 e do atual cenário de instabilidade na geopolítica mundial. 

“Em todo o mundo, as companhias aéreas ainda buscam neutralizar os impactos gerados pela maior crise de sua história. Nos Estados Unidos, por exemplo, a tarifa aérea média do segundo trimestre de 2023 segue 10% acima do mesmo período em 2019. Enquanto isso, no Brasil, o valor médio dos bilhetes não teve aumento”, diz o comunicado da associação. 

A entidade informa que a comparação foi feita com dados do DOT (Department of Transportation). “Estudo da empresa de análise de aviação Cirium revela que os preços médios dos bilhetes para centenas das rotas mais populares do mundo aumentaram 27,4% desde o início de 2022.” 

“A Abear segue em defesa de uma agenda ampla e consistente para enfrentamento dos custos e aumento da competitividade no Brasil e em diálogo permanente com o governo federal sobre medidas conjuntas que combatam os entraves ao crescimento do transporte aéreo no país”, finaliza. 

R7


Com Frei Jorge Rocha

Tema: Falar o português é difícil?

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A deputada federal Roberta Roma (PL) comemorou a derrubada do veto do presidente Lula ao Marco Temporal. “O Congresso Nacional cumpriu o seu papel e fez prevalecer o legislado. O Marco Temporal restabelece a segurança jurídica no campo brasileiro”, afirmou a parlamentar baiana.

Com a derrubada do veto presidencial, fica instituído o Marco Temporal e novas demarcações de reservas só poderão ser feitas nas áreas que já estivessem ocupadas por povos indígenas na data da promulgação da Constituição Federal, em cinco de outubro de 1988.

Para o presidente do PL Bahia, João Roma, a expectativa é que a prerrogativa de legislar do Congresso Nacional seja respeitada e a promulgação do Marco Temporal possa trazer de volta a paz à zona rural, dando condição ao agro do Brasil de prosperar cada vez mais.