
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
Além de ter invadido as redes sociais da primeira-dama, Janja, o adolescente de 17 anos, suspeito de ter sido ou autor do ato, disse à Polícia Federal (PF) que acessou também os e-mails dela. As informações são do jornal O Globo.
De acordo com o jornal, em depoimento na última semana, o jovem afirmou ter encontrado os dados de Janja. E invadiu os perfis, sem, no entanto, segundo ele, ter um objetivo específico
A invasão às contas de Janja ocorreu em várias frentes, segundo o acusado.
Ele afirmou que acessou a conta de Janja no LinkedIn (rede social direcionada a perfis profissionais), mas não fez nenhuma alteração.
O jovem também disse que olhou o e-mail da primeira-dama, mas não chegou a analisar as conversas.
Por fim, ele garantiu que não salvou o conteúdo dos e-mails ou das conversas de Janja nos perfis invadidos.

O adolescente acrescentou que tinha a intenção inicial de aproveitar a oportunidade para fazer postagens no perfil de Janja na rede social Twitter/X.
Ele disse ter se arrependido porque não imaginava que a ação geraria tamanha repercussão.
Em razão da idade, o jovem foi ouvido pela PF na condição de informante.
Mesmo sem servir de prova isolada, o depoimento será levado em conta no conjunto geral da investigação, informou o O Globo.
Ao lado de outras provas, poderá até corroborar linhas de investigação que os policiais estavam construindo com as informações apresentadas.
Informações TBN

“Não desejo o mal para ele, mas não tem saída”. A declaração é de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), a respeito da cassação do senador do Paraná Sergio Moro (União Brasil). Ao blog da jornalista Andreia Sadi, no g1, Valdemar afirmou não ter dúvidas da cassação de Moro. O ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro é investigado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) por abuso de poder econômico nas eleições de 2022.
A acusação no TRE-PR é protocolada pelo próprio Partido Liberal e pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV). Os partidos alegam que Moro teria causado um desequilíbrio eleitoral com gastos excessivos de pré-campanha. Em parecer protocolado na noite da última quinta-feira, 14, a Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná (PRE) se manifestou pela procedência dos pedidos formulados nas ações.
De acordo com os requerentes, as irregularidades começaram quando Sergio Moro ainda era pré-candidato à presidência da República. A candidatura do ex-ministro à presidência foi descartada em maio de 2022. Para se candidatar ao Legislativo, Moro saiu do Podemos rumo ao União Brasil. Apenas os gastos na pré-campanha ao Senado alcançaram a marca de R$ 2 milhões.
O parecer assinado pelos procuradores eleitorais Marcelo Godoy e Eloísa Helena Machado sustenta que esse volume de gastos excede o limite razoável. De acordo com a acusação, em todo o processo de campanha, Moro teria gasto R$ 7 milhões, quando o teto permitido pela lei seria de R$ 4,4 milhões.
“O que torna a pré-campanha dos investigados abusiva, in casu, é o investimento vultoso de recursos financeiros realizado para a promoção pessoal, gerando grande visibilidade da pré-campanha, em detrimento dos demais candidatos ao Senado do Paraná”, diz o documento.
O parecer lista despesas com viagens, coletivas de imprensa, assessoria de comunicação, serviços de advocacia e locação de veículos, entre outros. O uso “excessivo” desses recursos, segundo os procuradores, comprometeu a “lisura” e a “legitimidade” da eleição.
Ao blog da Andreia Sadi, Valdemar afirmou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), cotada para a vaga ao senado que eventualmente seria aberta pela cassação de Moro, não tem interesse em disputar uma iminente eleição suplementar. O domicílio eleitoral de Michelle, atualmente, está sitiado no Distrito Federal. “Haveria tempo para transferir, mas ela não quer”, disse Costa Neto ao blog da jornalista.
A ex-primeira dama, Michele Bolsonaro, não tem interesse em mudar o domicílio eleitoral para o Paraná para disputar a vaga de Moro, segundo Valdemar Foto: Douglas Magno/AFP
Michelle Bolsonaro é a mais cotada no PL, partido de Valdemar, para a disputa ao senado. O PT, o outro requerente da ação que pede a cassação do ex-ministro, também está interessado na vaga. A Coluna do Estadão apurou que os deputados federais do PT Zeca Dirceu e Gleisi Hoffmann pretendem disputar a possível vaga, além do ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara Ricardo Barros (PP).
No PL, além de Michelle, o ex-deputado Paulo Martins também é cotado para uma possível eleição suplementar. Martins ficou em segundo lugar na disputa pelo Senado, perdendo para o ex-juiz por 250 mil votos. O caso de Moro pode ser julgado pelo TRE-PR já em janeiro do ano que vem.
Estadão

A Comissão de Previdência e Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados adiou, nesta segunda-feira, 18, a votação do projeto de lei (PL) que visa a proibir o registro de união poliafetiva (relacionamento amoroso entre mais de duas pessoas) no país.
O texto, de autoria do deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), recebeu parecer favorável do relator, Felipe Martins (PL-TO).
Para o autor, “reconhecer a poligamia no Brasil seria um atentado contra a família tradicional, em total contradição com a nossa cultura e valores sociais”.

Durante a reunião, o deputado Paulo Fernando (Republicanos-DF) leu o parecer do relator, e a deputada Erika Kokay (PT-DF) pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o relatório.
De acordo com o Martins, “caso esse tipo afetividade fosse equiparado à família, não só a cultura brasileira teria de ser fortemente alterada, mas também todo o arcabouço legal pátrio que traz proteção às famílias, sendo necessário reescrever a Constituição, o Código Civil e as legislações previdenciárias, dentre outras”, escreveu o parlamentar, sem seu relatório. “Além disso, todas as políticas públicas de atenção à família teriam de ser reformuladas. Este seria o potencial lesivo de se permitir que tais relações sejam consideradas como ‘família’.”
Em 2011, o Supremo Tribunal Federal equiparou as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis. Apesar do poliamor não ser crime no Brasil, não existe reconhecimento, em lei, dessa possibilidade de união.
Informações Revista Oeste

A polícia de São Paulo investiga o desaparecimento do ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), o paradeiro dele é desconhecido desde ontem (17).

Na manhã deste segunda-feira (18), duas pessoas foram presas por suspeita de participação no desaparecimento do ex-jogador. De acordo com a secretaria, os suspeitos foram presos na cidade de Itaquaquecetuba, na região metropolitana São Paulo, na mesma região onde, mais cedo, foi encontrado o carro de Marcelinho Carioca.
A secretaria informou que um boletim de ocorrência foi registrado como desaparecimento de pessoa e localização de veículo. “O Sistema de Identificação Automatizada de Impressões Digitais foi acionado para apurar as circunstâncias e identificar os envolvidos”, diz a nota do órgão.
Marcelinho Carioca fez história vestindo a camisa do Corinthians, onde conquistou o Mundial de Clubes da Fifa no ano 2000, além do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Paulista. Ele também defendeu o Flamengo, Vasco, Valencia e Santos.
Informações Bahia.ba

Um idoso de 87 anos foi preso suspeito de matar o genro a tiros na cidade de Itabuna, sul da Bahia. O crime aconteceu na noite do último sábado (16). As informações foram divulgadas pela Polícia Civil.
Ainda de acordo com a polícia, a vítima foi identificada como Cristiano Rocha de Matos, de 49 anos. Informações preliminares apontam que o idoso não aceitava o relacionamento da filha e genro.
O idoso já foi apresentado na 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itabuna). Ele foi apreendido com uma arma usada no crime e munições.
O suspeito do crime não teve identidade revelada pela polícia. Ele passou por exames de lesões corporais e espera decisão da Justiça. Mais detalhes da motivação do crime estão sendo investigadas pela Polícia Civil.
*iBahia

Dois homicídios foram registrados em Feira de Santana, no fim de semana. O primeiro crime ocorreu por volta das 15h30 de sábado (16), quando um homem identificado como Cleidir de Oliveira Lima foi assassinado na área externa de um trailer na Rua Matias, no bairro Mangabeira.
Segundo informações obtidas pelo Acorda Cidade através da polícia, dois homens chegaram em uma motocicleta, pararam o veículo a alguns metros e um deles desceu e se aproximou da vítima atirando. Cleidir foi atingido nas costas, tórax e braço esquerdo e morreu no local.
Ainda segundo a polícia, foi constatado que, no dia anterior, alguns homens teriam pichado o muro em frente ao bar da companheira da vítima com siglas de facções e ela teria questionado a pichação. Os mesmos responderam que estariam cumprindo ordens e saíram. Moradores relataram que a vítima era oriunda do estado de Rondônia.
Bairro Gabriela

O outro homicídio aconteceu na madrugada de domingo (17), por volta das 2h20, quando Leonardo Santana da Conceição, de 28 anos, foi morto a tiros, na Rua Central do bairro Gabriela. A vítima trabalhava com reciclagem.
A mãe, a irmã e a companheira de Leonardo presenciaram o homicídio. Segundo a polícia, ele estava dormindo com a companheira, em uma vila de casas e quartos, quando três homens arrombaram a janela do imóvel e começaram a efetuar vários disparos de arma de fogo.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

A Câmara Municipal de Feira tem uma semana decisiva. Um verdadeiro cabo de guerra se formou entre o Executivo e o Legislativo em relação ao Orçamento 2024 e, consequentemente, ao pagamento dos 4% de reajuste retroativo a maio aos servidores públicos municipais.
Em matéria da assessoria de comunicação, a presidente da Câmara, vereadora Eremita Mota, afirmou que se o prefeito Colbert Filho não sancionar o projeto de lei que reajusta o salário do servidor em 4%, com pagamento retroativo a maio de 2023, vai promulgar.
O prefeito condicionou o pagamento retroativo à aprovação do Orçamento 2024. “É um absurdo, inacreditável, que ele agora esteja fazendo uma alegação dessa natureza. Estamos tratando de uma despesa de 2023, que tem orçamento em vigor. Não há impedimento para pagamento imediato”, argumenta Eremita.
Enquanto isso, vereadores entraram na Justiça pedindo que o Orçamento 2024, já votado e aprovado, retorne à Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara, sob alegação que o trâmite, até a aprovação, ocorreu de forma irregular, à revelia de vereadores e até de comissões importantes, como a Comissão de Constituição e Justiça.
O juiz Nunisvaldo dos Santos determinou que a presidência da Câmara tem 48h de prazo para enviar o projeto do Orçamento 2024, com suas emendas, à Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização, sob pena de multa de R$ 10 mil diários em caso de desobediência.
Nesse verdadeiro cabo de guerra entre Executivo e Legislativo, quem sai perdendo são os funcionários públicos municipais, que contam com o dinheiro retroativo a maio, para ter um final de ano melhor. Que o bom senso prevaleça.
O Protagonista

Aprovada na sexta-feira (15) após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.
Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.
Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.
Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.
Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor:
Cesta básica
Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar.
Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários.
O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a cesta básica poderia subir 59,83% em média com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual.
O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%.
A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva.
No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica.
O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários.
Remédios
O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição.
Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a Lei 10.047, de 2000, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde.
O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer.
Combustíveis
A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992.
Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque.
Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios.
Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual.
Veículos
A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet ski. A reforma também estabelece que o imposto passará a ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Veículos movidos a combustíveis fósseis pagam mais. Veículos movidos a etanol, biodiesel e biogás e os carros elétricos pagarão menos IPVA.
O Senado acatou uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e incluiu a compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo entre os itens com alíquota zero. O benefício existe atualmente e seria extinto com a reforma tributária.
Em julho, durante a primeira votação na Câmara, os deputados criaram uma lista de exceção para evitar a cobrança sobre veículos usados para a agricultura e para serviços. A relação abrange os seguintes tipos de veículos: aeronaves agrícolas e certificadas para prestar serviços aéreos a terceiros; embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário; embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência; plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma); e tratores e máquinas agrícolas.
No Senado, a prorrogação, até 2032, de um incentivo para montadoras das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste elevou as tensões. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia derrubado a prorrogação desse incentivo. Na primeira versão do relatório no Senado, o incentivo foi prorrogado apenas para a produção de carros elétricos, mas a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa estendeu o benefício a montadoras de veículos movidos a biodiesel e a veículos híbridos movidos a biodiesel e a gasolina.
Isso gerou mal-estar entre os governadores do Sul e do Sudeste, que alegaram desigualdade de condições com as montadoras instaladas nas duas regiões. Na sexta-feira, o relator Aguinaldo Ribeiro concordou em manter o benefício no texto-base, mas destacar esse ponto. Diferentemente da primeira votação na Câmara, onde o incentivo obteve 307 votos, um a menos que os 308 necessários, os deputados mantiveram o benefício por 341 votos a favor, 153 contra e quatro abstenções.
Informações Bahia.ba

Depois de um final de semana agitado e recheado derefeiçõesdeliciosas, é natural ganhar alguns quilos. Este aumento de peso corresponde, em sua maioria, ao inchaço e àretenção de líquidono corpo. Essa sensação se dá pelo baixo consumo deáguanos últimos dias e pelas preparações ricas em sódio egordurassaturadas, que levam à inflamação.
Para combater esses sintomas, oscháspodem ser um reforço de peso. Sozinhos, eles não fazem milagre, mas, quando aliados a umaalimentação saudável, podem ajudar a combater a retenção. “Lembrando que eles não devem substituir o consumo de água”, ressalta a nutricionistaRenata Guirau, do Oba Hortifurti. Abaixo, confira nove chás que podem ajudar a desinchar!
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Oalecrim(Rosmarinus officinalis) é umaervaaromática muito usada na gastronomia, mas também rende um chá delicioso – especialmente quando combinado aolimão. Os benefícios são potencializados na forma de infusão ou óleo essencial, contribuindo para a melhora dadigestão, transpiração e eliminação do inchaço.
Aproveitando as sobras dafruta, essa bebida possui muitavitamina C. Além disso, a enzima bromelina pode ajudá-lo nos processos digestivos. Para fazer, basta infundir a casca deabacaxisob água fervente por alguns minutos. Você pode, inclusive, adicionar algumas folhas de hortelã para complementar o sabor.
O chá de cavalinha (Equisetum) é um dos mais potentes diuréticos disponíveis na natureza. Pelo seu poder anti-inflamatório, a erva estimula o trabalho dos rins na eliminação de líquidos retidos. Além disso, os flavonoides presentes na planta ajudam a combater as substâncias tóxicas no organismo.
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Certamente um dos mais consumidos ao redor do mundo, o chá verde (Camellia sinensis) tem uma longa lista de benefícios: a vitamina C lhe confere açãoantioxidante; enquanto as B1 e B2 atuam nos processos metabólicos. Para potencializar todos esses benefícios,Vanessa Ribeiro, instrutora da Escola de Chá Embahú, indica acrescentar algumas gotas de limão na hora de consumir. “De fato, há estudos mostrando que o limão aumenta a biodisponibilidade das catequinas do chá verde, ou seja, auxilia na liberação destas substâncias da bebida e na absorção pelo organismo”, diz.
Nem todo mundo sabe, mas o dente-de-leão (Taraxacum officinale) é uma espéciecomestível. A planta auxilia nas funções hepáticas, estimulando o metabolismo do fígado e diminuindo o nível de colesterol do sangue. Além disso, é um excelente digestivo.
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A lista de benefícios atribuídos ao funcho (Foeniculum vulgare) parece até bula de remédio: estimula as funções digestivas, tem ação anti-inflamatória e combate a formação de gases. Felizmente, o sabor dessahortaliçade origem mediterrânea não tem nada de farmacêutico. Aromático, levemente adocicado e com um característico toque de anis, ele é ótimo para o preparo de chás.
Ogengibre(Zingiber officinale) é popularmente conhecido como um alimento termogênico, mas seu poder diurético é muito mais palpável do que a queima de gordura real. “O gengibre tem poder anti-inflamatório, além de possuir vitamina C e B6”, completaJoyce Rodrigues, farmacêutica bioquímica especialista em cosmetologia e presidente da Mezzo Dermocosméticos.
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Polêmico há alguns anos, o chá dehibisco(Hibiscus) foi muito indicado para o emagrecimento. Com ação diurética, ele colabora para a diminuição da retenção de líquido, minimizando o inchaço, mas seu consumo requer parcimônia. Um estudo da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, publicado no Journal of Ethnopharmacology, aponta que a planta possui uma substância antioxidante, graças ao flavonoide quercitina.
Ohortelã-pimenta (Mentha x piperita) é uma das opções indicadas pelos especialistas para o desinchaço.Gustavo Patury, médico especialista em aparelho digestivo e referência em cirurgia bariátrica, revela que a planta tem propriedadesmedicinaise aromáticas, auxiliando no tratamento de problemas no estômago, enjoos durante a gravidez, síndrome do intestino irritável e inchaço. “No entanto, deve ser consumido com moderação, pois o uso da erva em excesso pode causar reações alérgicas e irritação estomacal”, alerta o médico.
Créditos: Revista Casa e Jardim.

O novo procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, toma posse nesta segunda-feira (18). Indicado pelo presidente Lula (PT) para ocupar o posto, o nome de Gonet foi aprovado em sabatina, no Senado realizada na última semana. A cerimônia está prevista para acontecer às 10h, na sede da PGR, em Brasília (DF).
O mandato do PGR tem duração de dois anos, com possibilidade de prorrogação. Dentre as suas atribuições, o novo PGR terá a responsabilidade de fiscalizar a execução e o cumprimento da lei em todos os processos.
Na PGR, Gonet ocupará a cadeira deixada por Augusto Aras, em setembro, após quatro anos à frente do cargo.
Informações Bahia.ba