
Na manhã deste domingo (19), muito antes de sair o resultado da eleição presidencial na Argentina, o então candidato da direita, Javier Milei, usou suas redes sociais para profetizar sua eleição – consumada na noite deste domingo -, e as eleições de Donald Trump nos Estados Unidos no próximo ano e a vitória de Jair Bolsonaro na próxima disputa ao Planalto, que ocorrerá em 2026.

No entanto, Trump vem respondendo a uma série de ações na Justiça americana e seu futuro político ainda é dado como incerto, em razões dos processos que estão tramitando.
O ex-presidente Jair Bolsonaro é um quadro ainda mais delicado. Desde que deixou o Planalto, o líder conservador vem sofrendo uma devassa por parte do Judiciário, o que acarreta, até agora, em três sentenças de inelegibilidade, o que o impediria de disputar a eleição em 2026.
Informações Pleno News

Na publicação que gerou a reação, o ex-deputado federal havia desejado pêsames aos amigos argentinos após confirmada a vitória de Javier Milei
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro rebateu em suas redes sociais um post do ex-deputado federal Jean Wyllys sobre a eleição presidencial na Argentina, vencida por Javier Milei. Em sua publicação, ela questiona o fato do ex-político ter deixado o Brasil após a eleição de seu marido, Jair Bolsonaro, à Presidência e relembra o atentado contra o ex-presidente na campanha de 2018, quando ele levou uma facada durante uma agenda em Juiz de Fora, Minas Gerais.
“Ué, fugir do país seria uma expressão de “manter-se firme”? Realmente, em 2018 “a burrice, o ódio, a má-fé e a pilantragem”- típicos dos integrantes da extrema-esquerda que não suportam a opinião contrária – resultaram na tentativa de assassinato contra o candidato JAIR BOLSONARO – meu marido, causando sequelas, “dor e lágrima”, porém, com Deus, permanecemos firmes”, escreveu a Michelle.
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Em sua publicação, Wyllys desejou pêsames aos amigos argentinos e falou que “burrice, o ódio, a má-fé e a pilantragem” haviam triunfado politicamente no país.
Informações TBN

Foto: Record/Reprodução – Arquivo
Entidades do setor varejista e representantes de pequenos comerciantes vão lançar, nesta terça-feira (21), o manifesto “Parcelo Sim!“, emdefesa do parcelamento sem juros em compras no cartão de crédito. Ao menos 11 associações integram o grupo, entre elas Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomércio-SP) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
As entidades afirmam que a modalidade é usada por 75% da população e por 90% dos varejistas. Caso o modelo seja taxado, 42% dos brasileiros vão reduzir os gastos pela metade. “O movimento é apartidário, mas pretende sensibilizar autoridades políticas do Executivo e do Legislativo a evitar que a população economicamente ativa e os varejistas sejam vilipendiados pelos grandes bancos”, escreveram as entidades em manifesto.
O “Parcelo Sim!“é integrado, além da Fecomércio e do Sebrae, por:
• Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad);
• Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel);
• Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (ABLOS);
• Associação Brasileira de Academias (Acad);
• Associação de Lojistas do Brás (Alobras);
• Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL);
• Parcele na Hora;
• Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste); e
• União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (Univinco).
Para o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior, o meio é essencial para a economia, comércio e famílias de baixa renda. “Imagine não poder contar com a modalidade em situações emergenciais. O movimento é propositivo, com a reunião de mais de dez entidades. Queremos informar a população sobre as consequências nefastas que uma mudança nesse produto, que é o campeão de preferência do consumidor, pode provocar. É muito importante que todos participem do abaixo-assinado para juntos vencermos essa batalha”, explica.
Opresidente nacional do Sebrae,Décio Lima, tem opinião parecida. “O parcelado sem juros é bom para quem compra e é bom para quem vende. A maioria dos empreendedores usa essa modalidade para ganhar fôlego no capital de giro. Para a população mais pobre, que precisa comprar comida, remédio ou eletrodomésticos, é uma ferramenta de crédito insubstituível por ser a única sem juros no país. Por tudo isso, estamos juntos na campanha em defesa do parcelamento sem juros. Vamos mobilizar a população para participar do abaixo-assinado em defesa desse direito. Ninguém vai mexer no parcelado”, afirma.
O diretor de Relações Institucionais e Mídia da Proteste, Henrique Lian, destaca que os consumidores são as partes mais sensíveis do processo. “A tentativa dos grandes bancos em eliminar ou limitar o parcelamento sem juros é uma estratégia de compensação pela redução das taxas exorbitantes do crédito rotativo e uma busca desesperada de recuperar vantagens competitivas frente àsfintechs. Em vez de disputarem a preferência dos consumidores, desejam apenas manter sua lucratividade. Lembro, contudo, que o Estado (Congresso e Conselho Monetário Nacional) tem obrigação constitucional de defender os consumidores que são os mais vulneráveis agentes de mercado. E estes, que sempre acabam pagando a conta, nunca são suficientemente ouvidos e considerados”, defende.
A possibilidade de limitar essa forma de pagamento foi mencionada pela primeira vez pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em audiência no Senado em agosto. Desde então, diversas entidades têm criticado a ideia, como a Associação Brasileira de Internet (Abranet). Segundo a instituição, “as compras parceladas são o motor do consumo no Brasil [50% do volume de cartões, que atinge R$ 1 trilhão ao ano, equivalente a 10% do PIB]”.
Além disso, a associação de consumidores Proteste enviou uma nota ao presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em que criticava o fim do parcelamento sem juros.
“A entidade esclarece que o parcelamento sem juros no cartão de crédito substituiu, com mais segurança, o sistema de crediário. O parcelamento sem juros é uma modalidade que, na prática, veio substituir o tradicional crediário, no qual as operações de compras a prazo se davam diretamente no estabelecimento varejista escolhido pelo consumidor para as suas compras”, diz o texto.
Em meio ao debate, o governo federal e o Banco Central discutem formas de desestimular as compras parceladas sem juros. Essas operações são consideradas pelas instituições financeiras como a raiz do problema e uma espécie de subsídio cruzado. Na mesa, está a adoção de um modelo de parcelamento que leve em consideração o tipo de bem a ser adquirido e o prazo da operação.
A diferenciação por linha de produto ocorreria da seguinte maneira: um bem durável, como uma geladeira, poderia ser vendido em um número maior de parcelas. Já um semidurável, como uma roupa, seria comercializado com um prazo menor.
O prazo da operação teria influência na taxa de juros. O modelo funcionaria como uma “escadinha”, ou seja, quanto maior o número de parcelas, maior o juro pago pelo consumidor. Se o cliente parcelar a compra no cartão em dez vezes, por exemplo, pagará uma determinada taxa. Se o número de parcelas for menor, a taxa cai. Isso se daria dentro da lógica do mercado e da competição entre as instituições financeiras, sem nenhum tipo de tabelamento.
Essas discussões ocorrem em paralelo à provável extinção do crédito rotativo do cartão, que é acionado toda vez que o consumidor paga apenas uma parte da fatura até a data de vencimento. A linha tem juros médios de 437% ao ano e inadimplência de 49%, segundo os dados de junho.
Com o fim desse tipo de financiamento, o cliente inadimplente seria direcionado, automaticamente, a um sistema de parcelamento com taxas mais acessíveis.
Fontes do governo, porém, têm dúvidas em relação aos reais efeitos do fim do rotativo, medida que foi anunciada por Campos Neto. A desconfiança é que a extinção da linha não leve a uma efetiva redução dos juros por parte das instituições financeiras.
A questão de fundo, segundo essas pessoas, é o poder de mercado dos grandes bancos, que continuam a dominar o segmento de cartões, apesar do recente aumento da concorrência.
Um arranjo final para essa questão ainda depende de negociações com o varejo, que rejeita, por exemplo, a possibilidade de diferenciação de prazos por tipo de mercadoria. “Existem lojas de construção que vendem eletrodomésticos e itens de decoração. Ou supermercados que vendem linha branca. Não é operacional fazer essa segmentação por linha de produto”, diz Jorge Gonçalves Filho, presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV).
Em relação ao parcelamento com juros, que poderia ganhar fôlego nesse novo desenho, a expectativa do comércio é que sejam criadas novas formas de financiamento. “Se vai limitar o parcelado sem juros, precisaremos de um crediário [parcelado com juros] mais agressivo, com taxas menores e prazos maiores”, diz Gonçalves Filho.
Informações Bahia.ba

A Justiça Federal no Rio de Janeiro pediu que dois imóveis em nome do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, um no Rio de Janeiro e outro no Rio Grande do Sul, sejam avaliados para futuras penhoras. A informação é da coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Segundo a publicação, os bens foram indicados pela Fazenda Nacional para bancar dívidas do “Bruxo” com o Fisco. Uma das pendências diz respeito ao Imposto de Renda. Todas as cobranças somam R$ 1,058 milhão.
Informações Bahia.ba

No domingo, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, foi ao ex-Twitter para jogar os mastins do partido contra a jornalista Andreza Matais. Compartilhou falsas informações de um blog petista sobre como ela e o jornal em que trabalha, o Estadão, produzem notícias. O ministro da Justiça, Flávio Dino, fez o mesmo. O youtuber Felipe Neto idem. Andreza Matais tornou-se alvo porque é a editora da reportagem que revelou que secretários do Ministério da Justiça receberam amigavelmente a mulher de um chefão do Comando Vermelho, conhecida como “a dama do tráfico amazonense”.
Andreza Matais e o Estadão são apenas o exemplo mais recente. O PT é livre para caluniar, difamar e injuriar jornalistas, sem que haja punição nenhuma. As associações jornalísticas são rápidas em condenar a direita que ataca editores e repórteres, mas permanecem caladas se é a esquerda que o faz. Quando condenam, é de má vontade. Natural. As associações jornalísticas são comandadas por esquerdistas.
A minha experiência pessoal mostra que o PT não se contenta em caluniar, difamar e injuriar jornalistas incômodos. Petistas e os seus cúmplices também censuram, intimidam judicialmente e levam para a polícia. Quantas vezes já quiseram me levar para a polícia? Quatro, pelo menos. Quantas vezes conseguiram? Duas.
Para perseguir jornalistas, o PT conta com sicários na própria imprensa e nas redes sociais. Alimenta blogs sujos e tem uma rede de militantes digitais especializados em emporcalhar com fake news a reputação de editores e repórteres. Esse negócio de gabinete do ódio foi inventado pelo PT, o partido hegemônico da esquerda brasileira, quando Lula estava enrolado no mensalão.
Coluna do Mário Sabino – Metrópoles

Em setembro deste ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com um pedido de liberdade apresentado pela defesa de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, preso do 8 de janeiro morto na Papuda, nesta segunda-feira, 20, depois de um mal súbito.
O órgão considerou que o fim da fase de instrução, com as audiências das testemunhas e do próprio réu, possibilitava que ele fosse solto.Relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes, contudo, não apreciou o pedido.
“O término das audiências para oitiva das testemunhas de acusação e defesa e a realização do interrogatório configuram importante situação superveniente que altera o cenário fático até então vigente, evidenciando que não mais se justifica a segregação
cautelar, seja para a garantia da ordem pública, seja para conveniência da instrução criminal, especialmente considerando a ausência de risco de interferência na coleta de provas”, disse a PGR.
Revista Oeste

A cantora Talíz errou a letra do Hino Nacional do Brasil durante o evento de celebração do Dia Nacional da Consciência Negra, no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira, 20.
Talíz pulou três estrofes do hino. Apesar de entoar corretamente a primeira parte, na segunda, em vez de cantar “Do que a terra, mais garrida”, a cantora omitiu três estrofes e iniciou com “Mas, se ergues da justiça a clava forte”.
Ao perceber o erro, a artista interrompeu a interpretação, mantendo apenas a melodia, e retomou o hino posteriormente.
Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o evento, que tinha como propósito lançar medidas de promoção da igualdade racial, contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin e de ministros, parlamentares, lideranças de movimentos sociais e representantes do terceiro setor.
A data, feriado em alguns Estados e municípios, foi instituída como efeméride nos calendários escolares, pela Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, durante o primeiro governo do presidente Lula.

Não é a primeira vez que artistas erram a letra do Hino Nacional em eventos importantes. No início de novembro, durante a abertura do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, a cantora Ludmilla também esqueceu parte da canção.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Ludmilla cantando apenas o primeiro verso do hino: “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas”. O restante da estrofe é omitido, enquanto a cantora deixa de gesticular com a boca. Poucos segundos depois, sua voz retorna: “Conseguimos conquistar com braço forte”.
Por meio de suas redes sociais, a cantora se pronunciou sobre o episódio e atribuiu o erro a problemas técnicos. “Gente, foi emocionante!”, destacou a cantora. “Só teve uma falha no som no início, mas a gente tirou de letra e arrasou. Foi top! Foi lindo!”
Informações TBN

O presidente do PL Bahia, João Roma, se manifestou nas redes sociais, parabenizando Javier Milei pela eleição para presidente da Argentina. Ex-ministro da Cidadania, Roma acredita que o país vizinho vai se soerguer com a nova condução política.
No X (antigo Twitter), ele postou:
“Um heroico brado de liberdade se ouve da vizinha Argentina com a vitória do novo presidente Javier Milei. É o primeiro passo para o soerguimento desta nação-irmã! Novos tempos se anunciam à América do Sul! O nosso Brasil em breve retomará o rumo da liberdade!”

Jornalista foi indiciado pela Polícia Civil pelos crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro

O pedido de prisão dos jornalistas Marcelo Castro e Jamerson Oliveira, que foram denunciados por fazerem parte de um golpe de desvios de doação via ‘pix’ para pessoas necessitadas, foi negado pela Justiça. Os pedidos foram assinados pelo promotor do MP Luciano Rocha Santana, mas rejeitados pelo juiz Eduardo Afonso Maia Caricchio, que atua na 9ª Vara Criminal da Comarca de Salvador.
As denúncias contra Marcelo e Jamerson foram oferecidas pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) após conclusão do inquérito pela Polícia Civil. O escândalo foi investigado por meses pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Estelionato por Meio Eletrônico da Polícia Civil (DreofCiber).
Em junho, a dupla foi indiciada pela Polícia Civil pelos crimes de estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Ambos trabalhavam na Record/TV Itapoan.
Informações Bahia.ba
Cantora deverá pagar uma multa de 50% do valor devido (cerca de 7,3 milhões de euros), mais um valor de 438 mil euros para evitar uma pena de três anos de prisão.
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Shakira em show em São Paulo, realizado em 2018 — Foto: Celso Tavares/G1
Com o julgamento prestes a começar, a cantora colombiana Shakira chegou a um acordo com as autoridades espanholas no caso em que era acusada de sonegar cerca de 15 milhões de euros em impostos, algo em torno de R$ 80 milhões, na cotação atual.
No acordo, Shakira teve de aceitar as acusações – das quais sempre se disse inocente – e deverá pagar uma multa de 50% do valor devido (cerca de 7,3 milhões de euros), mais um valor de 438 mil euros para evitar uma pena de três anos de prisão, segundo a agência de notícias Reuters.
Assim, o valor acordado é de quase R$ 41,5 milhões.
As acusações contra a cantora diziam que ela não pagou impostos entre 2012 e 2014. Shakira, que recusou o primeiro acordo oferecido pelos promotores da Espanha, afirmou que, naquele período, levava uma “vida nômade” por conta do seu trabalho e que, por isso, não devia nada ao país.
As autoridades do caso afirmavam que Shakira passou mais da metade de cada um dos anos em questão vivendo na Espanha, além de comprar uma casa para a família em Barcelona, em maio de 2012 – o que a tornaria devedora de impostos no país.
Shakira, em uma entrevista à revista Elle, disse que a agência tributária espanhola veio atrás dela quando soube que ela namorava o jogador de futebol Gerard Piqué, porque enxergou uma oportunidade: “é claro que viriam atrás daquele dinheiro de qualquer maneira”.
Segundo declaração da cantora obtida pela BBC, ela optou por fazer o acordo para preservar o bem-estar dos filhos, frutos do relacionamento com Piqué.
“Embora eu estivesse determinado a defender a minha inocência num julgamento que os meus advogados estavam confiantes que teria decidido a meu favor, tomei a decisão de finalmente resolver esta questão tendo no coração o melhor interesse dos meus filhos, que não querem ver sua mãe sacrificar seu bem-estar pessoal nesta luta”, afirmou.
Shakira também disse que precisa “superar o estresse e o desgaste emocional dos últimos anos” para conseguir se concentrar nos filhos e na carreira.
A cantora esteve recentemente envolvida em uma grande polêmica após o término de seu casamento com Piqué, que envolveu acusações de traição, disputa pela guarda dos filhos e disputa por dinheiro.

Em sua declaração, Shakira ainda citou que “as autoridades fiscais espanholas iniciaram um processo contra mim, tal como fizeram contra muitos atletas profissionais e outros indivíduos de alto nível”.
O fisco do país tem perseguido outras celebridades por evasão fiscal nos últimos anos, como aconteceu com Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, por exemplo, que também pagaram multas milionárias.
Informações G1