
Você já imaginou que o seu café da manhã poderia ter um impacto tão positivo na sua vida s3xual? De acordo com um médico, o café tem o potencial de tornar os orgasmos mais intensos, aumentar a libido e estimular o desejo s3xual.
Embora seja amplamente conhecido que o café ajuda as pessoas a despertarem pela manhã, pesquisas sugerem que a cafeína também pode intensificar os orgasmos e aumentar a excitação s3xual.

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Em resposta a um vídeo postado no TikTok que abordava os benefícios s3xuais do café, o Dr. Raj Karan, médico do NHS, explicou como a química presente na bebida afeta o corpo. Ele destacou que altas doses de cafeína dilatam os vasos sanguíneos e aumentam o fluxo sanguíneo, o que está diretamente relacionado com o orgasmo e a excitação sexual.
Embora apenas uma pesquisa em ratos fêmeas tenha sido realizada para explorar essa relação, descobriu-se uma correlação entre a ingestão de cafeína e a alta atividade s3xual nos animais. No entanto, não há garantia de que os mesmos efeitos ocorram em seres humanos.
Além disso, estudos separados mostraram que homens que consomem café têm menos chances de sofrer de disfunção erétil em comparação com aqueles que não consomem. Consumir duas a três xícaras de café por dia foi associado a uma redução significativa no risco dessa condição.
No entanto, é importante lembrar que o equilíbrio é essencial e que a cafeína, como qualquer substância, deve ser consumida com moderação.
Informações TBN

O governo federal editará uma medida provisória (MP) que autoriza a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a importar 1 milhão de toneladas de arroz. De acordo com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a medida busca evitar a alta exacerbada dos preços diante das perdas com as enchentes que atingem o Rio Grande do Sul (RS).
O ministro destacou que o estado é, hoje, responsável por 70% da produção de arroz no país. “Não é concorrer [com produtores nacionais]. A Conab não vai importar arroz e vender para os atacadistas, que são compradores dos produtos do agricultor. O primeiro momento é evitar desabastecimento, evitar especulação”, afirmou.
Segundo Fávaro, os produtos serão direcionados a pequenos supermercados e estabelecimentos na periferia do país. A compra deve ser feita por meio de um leilão da Conab, visando principalmente o arroz descascado e empacotado.
O titular da Agricultura ressaltou que as enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a logística do transporte de produtos. Além disso, uma parte dos insumos, que já havia sido colhido das lavouras, se perdeu devido aos armazéns que ficaram alagados.
Após uma reunião de Fávaro com representantes da Federação da Agricultura e dos sindicatos rurais, nesta terça-feira (7/5), o ministro encaminhou um pedido ao Conselho Monetário Nacional para que as dívidas do setor em municípios afetados sejam prorrogadas por 90 dias.
“O setor já vinha com problemas de secas, nos últimos três anos. Já tinha medidas sendo tomadas, mas agora agravou de forma exponencial”, ressaltou.
Informações Metrópoles

A Bloomin’ Brands, empresa responsável pela marca Outback, anunciou em sua divulgação de resultados que está considerando a possibilidade de vender suas operações no Brasil. Para auxiliar nesse processo, a companhia contratou o Bank of America (BofA) como consultor financeiro.

Foto: LUCASLACAZRUIZ A13
No comunicado oficial, a Bloomin’ Brands afirmou que está “explorando e avaliando alternativas estratégicas para suas operações no Brasil, com o objetivo de maximizar o valor para os acionistas”. Essas alternativas incluem a potencial venda das operações no país.
O Outback, famosa rede de restaurantes, está presente no Brasil desde 1997, quando inaugurou seu primeiro estabelecimento no Rio de Janeiro. Atualmente, a marca conta com 152 unidades distribuídas em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal.
Apesar da decisão de avaliar a venda, a companhia ainda não estabeleceu um cronograma definitivo para a conclusão desse processo. Além disso, não há garantias de que a venda ocorrerá ou se outras soluções estratégicas serão adotadas.
No primeiro trimestre de 2024, o grupo registrou receitas totais de US$ 1,2 bilhões, representando uma queda de 4% em relação ao mesmo período de 2023. A margem operacional também sofreu redução, passando de 9,7% para 6,4%. Mudanças fiscais no Brasil tiveram algum impacto nos dois indicadores.
Informações TBN

Foto: Reuters/Dado Ruvic
A vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Oxford-AstraZeneca está sendo retirada do mercado mundial, meses após a gigante farmacêutica admitir pela primeira vez, em documentos judiciais, que pode causar um efeito colateral raro e perigoso. A informação foi publicada nesta terça-feira (7) pelo jornal britânico The Telegraph.
O imunizante não pode mais ser utilizado na União Europeia, após a empresa voluntariamente retirar sua “autorização de comercialização”. O pedido de retirada da vacina foi feito no dia 5 de março e entrou em vigor nesta terça-feira. Aplicações semelhantes serão feitas nos próximos meses no Reino Unido e em outros países que aprovaram a vacina, conhecida como Vaxzevria.
A decisão de retirá-la encerra o uso da vacina, que foi saudada por Boris Johnson como um “triunfo para a ciência britânica” e creditada por salvar mais de seis milhões de vidas. A AstraZeneca afirmou que a vacina está sendo retirada dos mercados por motivos comerciais. Alegou que a vacina não está mais sendo fabricada ou fornecida, pois foi substituída por vacinas atualizadas que combatem novas variantes.
A Vaxzevria tem sido alvo de intensa escrutínio nos últimos meses devido a um efeito colateral muito raro, que causa coágulos sanguíneos e baixa contagem de plaquetas. A AstraZeneca admitiu em documentos judiciais apresentados ao Tribunal Superior em fevereiro que a vacina “pode, em casos muito raros, causar TTS”.
O TTS, que significa Síndrome da Trombose com Trombocitopenia, foi associado a pelo menos 81 mortes no Reino Unido, além de centenas de lesões graves. A AstraZeneca está sendo processada por mais de 50 vítimas alegadas e familiares enlutados em um caso no Tribunal Superior.
Mas a AstraZeneca insistiu que a decisão de retirar a vacina não está relacionada ao caso judicial ou à sua admissão de que pode causar TTS. Alegou que o cronograma foi uma pura coincidência.
Em comunicado, a empresa disse: “Estamos incrivelmente orgulhosos do papel que a Vaxzevria desempenhou no fim da pandemia global. De acordo com estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas apenas no primeiro ano de uso e mais de três bilhões de doses foram fornecidas globalmente. Nossos esforços foram reconhecidos por governos ao redor do mundo e são amplamente considerados como sendo um componente crítico para o fim da pandemia global.
Como múltiplas vacinas contra a Covid-19 foram desenvolvidas desde então, há um excedente de vacinas atualizadas disponíveis. Isso levou a uma queda na demanda pela Vaxzevria, que não está mais sendo fabricada ou fornecida. A AstraZeneca, portanto, tomou a decisão de iniciar a retirada das autorizações de comercialização para a Vaxzevria na Europa. Agora, trabalharemos com reguladores e nossos parceiros para alinhar um caminho claro para concluir este capítulo e a significativa contribuição para a pandemia da covid-19.”
O Telegraph foi informado de que a empresa retirará as autorizações de comercialização em outros países, incluindo o Reino Unido, onde possui aprovação regulatória. A AstraZeneca nunca teve aprovação para o uso da vacina nos Estados Unidos. A empresa disse: “Vamos nos associar com autoridades regulatórias globalmente para iniciar a retirada das autorizações de comercialização para a Vaxzevria, onde não se espera demanda comercial futura para a vacina.”
O Governo praticamente deixou de usar a vacina Oxford-AstraZeneca no outono de 2021, quando já havia fornecido cerca de 50 milhões de doses no Reino Unido. Foi substituída no Reino Unido pelas vacinas Pfizer e Moderna a tempo da campanha de reforço de inverno no final de 2021.
Marco Cavaleri, chefe de vacinas da Agência Europeia de Medicamentos, o órgão responsável pela segurança de medicamentos e remédios dentro da UE, disse à mídia italiana: “A autorização da vacina anti-Covid Vaxzevria da AstraZeneca será retirada e o processo já começou oficialmente com a Comissão Europeia. Isso está de acordo com as expectativas de que vacinas não mais utilizadas e atualizadas serão retiradas, conforme nossa indicação.”
Cavaleri disse esperar que todas as vacinas “monovalentes”, que lidavam apenas com a cepa original de Wuhan, sejam retiradas com o tempo.
A AstraZeneca aceitou que a vacina pode causar TTS em um documento legal em fevereiro deste ano. O mecanismo causal não é conhecido.
Advogados dos demandantes no caso do Tribunal Superior argumentam que o medicamento causou trombocitopenia e trombose imune induzida por vacina (VITT) – um subconjunto do TTS – e que não era tão seguro quanto as pessoas tinham direito a esperar. A Astrazeneca sempre insistiu que “a segurança do paciente é nossa maior prioridade”.
A empresa disse: “A partir do conjunto de evidências em ensaios clínicos e dados do mundo real, a vacina AstraZeneca-Oxford continuou a apresentar um perfil de segurança aceitável e reguladores em todo o mundo consistentemente afirmam que os benefícios da vacinação superam os riscos extremamente raros de efeitos colaterais potenciais.”
Mas Kate Scott, cujo marido Jamie ficou com uma lesão cerebral permanente após receber a vacina e foi a primeira pessoa no Reino Unido a entrar com uma ação legal, disse: “A vacina Covid da AstraZeneca não está mais sendo usada no Reino Unido ou na Europa, e em breve no resto do mundo, significa que mais ninguém sofrerá com essa terrível reação adversa.
Fonte: Gazeta Brasil

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais nesta terça-feira (7) para criticar as ações do Governo Federal diante da tragédia no Rio Grande do Sul. Em uma postagem no X, antigo Twitter, o parlamentar afirmou que “Nem na tragédia há sanidade no governo Lula”, em função de o governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ter priorizado a distribuição de alimentos a ciganos e quilombolas.
Em outra postagem na mesma rede social, o deputado bolsonarista critica uma postagem da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, em que a ministra escreveu um texto “sobre a importância do seu voto”, no qual exalta a atuação do governo Lula diante da tragédia no Rio Grande do Sul, citando o investimento de 1,5 bilhão de reais para saúde, adiantamento de benefícios sociais, auxílio aos desabrigados, garantia de alimentos e energia.
Informações Bahia.ba

O governo do presidente Lula optou por dispensar a oferta de auxílio do Uruguai no resgate das vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. O governador gaúcho, Eduardo Leite (PSDB), havia solicitado apoio às autoridades uruguaias no último sábado, dia 4.
O pedido incluía o empréstimo de duas lanchas motorizadas com suas respectivas tripulações, dois drones operados por especialistas uruguaios para busca de pessoas isoladas e um avião de transporte Lockheed KC-130 H Hercules, que poderia transportar as lanchas para as áreas afetadas e também auxiliar no transporte de doações humanitárias arrecadadas no Uruguai.
Apesar de o governo uruguaio ter dado sinal verde para o empréstimo dos equipamentos, conforme reportagem da Folha de São Paulo, o governo federal brasileiro recusou a oferta, alegando que os equipamentos não eram necessários naquele momento.
“Recebemos a informação extraoficial de que o comando [operacional] no Rio Grande do Sul achou que não era necessário”, afirmou José Henrique Medeiros Pires, secretário-executivo do governo do Rio Grande do Sul, em entrevista à Folha.
Segundo o Ministério da Defesa, a recusa da oferta se deu devido a restrições nas pistas disponíveis para pouso em Porto Alegre. O ministério destacou que o Brasil já possui uma aeronave KC-390 que atende às necessidades de transporte, pois é capaz de pousar em pistas menores e transportar cargas mais volumosas.
Entretanto, Pires ressaltou que existem outros aeroportos operacionais no Rio Grande do Sul com condições de receber a aeronave uruguaia. Durante uma audiência no Senado, ele mencionou a oferta do Uruguai e solicitou agilidade da Agência Brasileira de Cooperação, vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, para autorizar a entrada das lanchas no Brasil.
Além disso, o Ministério das Relações Exteriores argentino disponibilizou uma brigada composta por 20 militares e cães da Polícia Federal argentina. Também estão à disposição especialistas em logística da equipe de assistência humanitária do Estado, um avião para transporte de pessoas ou cargas, três helicópteros para retirada de pessoas de áreas afetadas, uma equipe móvel de saúde, mergulhadores táticos da Marinha local, engenheiros de barco e pastilhas para purificação de água.
Informações TBN

O filho caçula do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Luis Claudio Lula da Silva, usou sua conta no X para criticar o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), por causa das enchentes que assolam o estado.
A publicação compartilhada por ele era uma notícia de que a Prefeitura de Porto Alegre não fez investimentos na prevenção de enchentes. O chefe do Executivo municipal é Sebastião Melo (MDB); mesmo sabendo disso, Luis Claudio acusou o governador tucano.
– A má gestão do governador culminou nesse desastre! – comentou o filho de Lula.
Com a repercussão do tuíte, ele apagou a publicação sem reconhecer o erro de ter trocado o prefeito pelo governador.
AJUDE O RIO GRANDE DO SUL
Com 70% de seu território afetado pela calamidade climática, o estado sulista sofre com severos estragos, e sua ajuda é fundamental para que as vítimas possam recomeçar suas vidas. Uma das formas de fazer doações é o financiamento coletivo criado pelo influenciador Badin, o Colono. Acesse enchentes@vakinha.com.br e deixe sua contribuição!
*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, em sua posição de vice-presidente de Infraestrutura da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), participou nesta segunda-feira (6) de uma reunião virtual com o objetivo de discutir formas de colaboração para auxiliar o Rio Grande do Sul, que enfrenta sua pior catástrofe climática. A situação no estado é crítica, com 364 municípios afetados, 443 mil pessoas sem energia elétrica, 163 trechos de rodovias bloqueados, 83 óbitos confirmados, 4 em investigação, 111 desaparecidos, 129.279 desalojados e 291 feridos, segundo boletim da Defesa Civil gaúcha.
Em resposta à tragédia, a Prefeitura de Feira de Santana, em parceria com a Arquidiocese local, instalará um ponto de coleta de doações no Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, localizado na rua Tupinambás, nº 275, bairro São João, a partir desta quarta-feira (8). A comunidade feirense pode contribuir doando itens de higiene pessoal, cobertores, agasalhos, produtos de limpeza e outros itens não perecíveis. Todo o material arrecadado será enviado ao Rio Grande do Sul.
Para dar concretude às ações de apoio, a FNP solicitou audiências com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. O objetivo é que, até a próxima semana, uma comitiva de prefeitos seja recebida pelos parlamentares para mobilizar a tramitação de medidas legislativas importantes no Congresso Nacional. Entre as principais reivindicações está a criação de uma lei que permita a doação em dinheiro entre entes federados, facilitando o envio de recursos para áreas afetadas por desastres.
A comitiva de prefeitos também defenderá a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 44/2023, que reserva emendas individuais ao projeto de lei orçamentária para o enfrentamento de catástrofes e emergências naturais. Além disso, buscarão garantir que parte das emendas parlamentares seja direcionada para ações de adaptação às mudanças climáticas, prevenindo futuros desastres.
*Secom/PMFS
Foto: divulgação

A vice-presidente da OAB Subseção Feira de Santana, Lorena Peixoto, representou a instituição e participou, na manhã desta terça-feira (7), na sede da empresa Belgo, do Seminário de Formação de Multiplicadores do Programa “Trabalho, Justiça e Cidadania”. A advogada palestrou no painel sobre o tema “Direitos Trabalhistas e acesso à justiça”.
Conforme Lorena Peixoto, é de suma importância discutir sobre uma prestação jurisdicional de qualidade, que proporcione a paz social no âmbito das relações de trabalho brasileiras e, sobretudo, baianas. “A iniciativa é bastante louvável e agradeço à empresa Belgo, em nome da OAB Feira, por oportunizar esse momento de escuta, de conhecimento, de troca direcionado aos professores da rede de ensino, uma vez que podem, através dos conhecimentos assimilados, repassar para os alunos. Uma sociedade informada é uma sociedade consciente dos seus direitos”, declara.
O projeto é idealizado pela Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) e realizado na Bahia pela Amatra5 (Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 5ª Região) desde 2006. Vale ressaltar que o Programa “Trabalho, Justiça e Cidadania” leva às escolas noções básicas de Direitos e Garantias Fundamentais, Ética e Cidadania, com ênfase no Direito do Trabalho, Previdenciário,
Combate ao Trabalho Escravo e ao Trabalho Infantil, além de outros temas relacionados ao pleno exercício da Cidadania.
Dessa forma, a empresa contribui, segundo o próprio site da Anamatra, para a “construção de um modelo de Educação em Direitos Humanos e, assim, para a efetivação de tais direitos”.

O projeto que estabelece a regulamentação para o pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) aos servidores da educação de Feira de Santana já foi encaminhado pela Prefeitura para a Procuradoria da Câmara Municipal. São R$ 189 milhões de reais.
Em entrevista ao Rotativo News, nesta terça-feira (7), o presidente da Agência Reguladora, Carlos Alberto Moura Pinho, detalhou como será feito os pagamentos.
Ouça na íntegra: