
Decidir para onde viajar pode ser um desafio. Além de avaliar custos com passagens, alimentação e estadia, bem como os requisitos para ingresso no país, algumas mulheres precisam verificar se são sequer permitidas a entrar no destino escolhido.
No século XXI, parece inacreditável que o gênero possa restringir o acesso a certos lugares, mas ainda existem locais onde essa discriminação é aceita por motivos culturais ou religiosos. Segundo informações do Mega Curioso, muitos desses destinos são até mesmo Patrimônios Mundiais da UNESCO.
Informações TBN

Em um movimento surpreendente, o embaixador russo em Buenos Aires, Dmitri Feoktistov, expressou a “profunda decepção” de Vladimir Putin com o posicionamento de Javier Milei ao lado da Ucrânia. Segundo informações do site O Antagonista, Feoktistov destacou a preocupação russa com as negociações da Argentina para adquirir tanques da Alemanha e aviões da França, comparando-as ao acordo de defesa com a Ucrânia. O embaixador russo advertiu que tais ações seriam vistas como hostilidades pela Rússia.
O diplomata russo fez um apelo a Milei para que mantenha a Argentina neutra no conflito, preservando assim as relações amigáveis entre os dois países, que historicamente têm resistido às mudanças políticas.
Na última sexta-feira, o governo argentino marcou presença pela primeira vez na reunião do Grupo de Defesa da Ucrânia e foi oficialmente incluído no Grupo Ramstein, uma coalizão de 57 nações que apoiam a Ucrânia contra a invasão russa.
Luis Petri, ministro da Defesa argentino, foi calorosamente recebido pelo secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, em Bruxelas. A participação argentina no encontro foi criticada pelo embaixador russo.
No sábado seguinte, Volodymyr Zelensky e Javier Milei se encontraram na Suíça para uma cúpula da paz. Zelensky homenageou Milei por seu apoio à soberania ucraniana e expressou gratidão pela solidariedade latino-americana no caminho para a paz.
Informações TBN

Neste sábado (15), as crianças marcaram presença no Dia D de vacinação contra a poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil. Durante o evento que serviu também para atualização da caderneta de vacina, 1.146 doses foram aplicadas.
A secretária municipal de saúde, Cristiane Campos, destaca que desse total, quase 50% são referentes a poliomielite e o restante a outras vacinas, como gripe influenza e dengue.
“Nossa intenção era que, através das crianças, a gente conseguisse alcançar os pais que ainda devem receber algum imuno. Foi uma decisão assertiva porque muitos pais solicitaram a atualização da própria caderneta”, pontuou.
Para a gerente comercial, Gizelle Ribeiro, o momento foi uma oportunidade de vacinar a filha e também receber a dose de influenza que precisava.“Júlia tem quatro anos. Eu sempre trouxe para vacinar, porque protege contra várias doenças, ainda mais agora que ela está em creche, em contato com mais pessoas”, relatou.
Do mesmo modo, a psicóloga, Polyana Rebouças, aproveitou a abertura das unidades no final de semana e trouxe a filha Rayssa, de quatro anos, para receber a vacina contra paralisia infantil e influenza.
“Eu acho muito importante a vacina. Trago minha filha para todas as campanhas e faço o incentivo no consultório e nas unidades básicas de saúde para que os pais mantenham seus filhos vacinados porque vacinar é vida, é saúde. A poliomielite é um agravante que antigamente existiam muitas pessoas que adoeciam, mas hoje a gente tem a vacina. Então, precisamos trazer as crianças”, enfatizou.
A vacina contra paralisia infantil segue de segunda a sexta-feira, em todas as unidades de saúde da atenção básica, popularmente chamadas de postos de saúde. O imunizante é destinado às crianças de 1 ano a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias).
Para receber as doses, é necessário apresentar documento de identidade com foto, cartão SUS e caderneta de vacina. É importante destacar que a aplicação em crianças e adolescentes só é feita mediante a presença dos pais ou responsáveis.
*Secom/PMFS

A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e o Conselho Municipal de Cultura seguem dando sequência as escutas para elaboração do Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR) e implementação da Lei Aldir Blanc 2 no município. Nesta segunda-feira (17) o encontro acontece no Mercado de Arte Popular, às 18h.
Na última sexta-feira (14), a escuta aconteceu no CRAS Fraternidade, reunindo agentes culturais e membros da comunidade em geral. O objetivo é colher ideias e sugestões sobre o uso dos recursos da Lei para o fortalecimento da cultura local.
*Secom/PMFS

As duras críticas feitas por Ronaldinho à seleçãosão parte de uma ação de marketing pessoal do atleta. No entanto, a postagem em suas redes sociais não caiu bem na delegação brasileira que disputa a Copa América.
CBF e jogadores da seleção foram pegos de surpresa com a fala. Não houve nenhum tipo de aviso prévio ou sinalização do que estava por vir.
As palavras duras criaram um mal-estar na delegação, que ficou decepcionada com a fala do ídolo de muitos ali.
As críticas eram parte de uma ação da marca Rexona, patrocinadora da Copa América. A ideia era jogar com a ideia de “não abandonar” a seleção brasileira.
O UOL apurou que a segunda parte da ação estava prevista para o próximo sábado, às vésperas da estreia da seleção na Copa América, mas a repercussão fez a marca antecipar o anúncio de que tudo se tratava de uma peça publicitária.
À reportagem, pessoas próximas a jogadores da seleção mostraram surpresa e confirmaram o mal-estar. “É o tipo de declaração que pode abalar a imagem de idolatria”, disse uma delas.
Sem saber que as críticas eram uma ação de marketing, Raphinha falou sobre o tema em entrevista coletiva. Ele é próximo ao ex-jogador do Barcelona e revelou, inclusive, que Ronaldinho pediu ingressos a Vini Jr. para assistir à seleção na Copa América.
Foi uma surpresa não só para mim, mas para todo o grupo. Acredito que vocês devem saber mais que eu. Ele nunca deu uma declaração dessa. Sempre demonstrou apoio à seleção. Eu considero ele um ídolo, referência pra mim e todos que estão na seleção. Não só jogadores, mas todos que trabalham aqui. Acabou sendo um baque. Obviamente a gente não concorda, eu não concordo. Tudo que vejo aqui dentro é entrega, vontade, orgulho de vestir essa camisa. Não concordo com falta de garra, vontade, de ter jogadores medianos vestindo a camisa da seleção. Discordo completamente. Pode ser que seja uma campanha, mas nos surpreendeu a fala dele. A gente ficou sabendo pelo Vini que ele pediu ingresso para ver nosso jogo, então já não bate com o que foi falado ”Raphinha
As críticas de Ronaldinho dentro da peça publicitária criaram um efeito cascata negativo sobre a seleção. Romário foi um dos que deu razão ao Gaúcho.
Cara, se a gente falar de seleção brasileira e a gente for equiparar a seleção brasileira do Ronaldinho, ele tem razão 100%. A seleção brasileira do Ronaldinho foi a última seleção que encantou o mundo, o futebol apresentado para aquela seleção. Com certeza, vai ser quase impossível a gente apresentar o outro. Eu tenho certeza que o Ronaldo falou primeiro porque ele é brasileiro, ele quer ver o bem da seleção e quer ver resultados positivos. Esperamos que o Brasil possa melhorar, e assim, de um modo positivo, eu tenho certeza que para eles melhorarem e mostrarem que o Ronaldinho não tem razão, é só ser campeão ”Romário
Em contato com o UOL, a assessoria de Rexona nega que a campanha tenha sido antecipada. Segundo a empresa, o plano era mesmo a publicação do segundo vídeo com o influenciador Fred no sábado perto das 22h.
Informações UOL
Por Pedro Henrique Alves para Revista Oeste
‘A liberdade de matar alguém em troca de uma suposta ‘liberdade’ social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade’, afirma o colunista Pedro Henrique Alves

Debater que o aborto não é eticamente lícito sempre foi um daqueles temas que afastam as pessoas numa roda de conversa, seja por medo, remorso ou desinteresse puro e simples. Sabe aquele papo que, quando iniciado, faz as pessoas se levantarem da mesa, o famoso “espalha roda”, pois é… Eu sou um desses que, apesar de um convicto defensor da vida desde a concepção, não gostava muito de debater a temática ao ar livre até pouco tempo atrás. Porém, assim como Nelson Rodrigues, nesse assunto, eu me assumo como um “ex-covarde”. Deixe-me, então, falar sobre o que muitos não gostam de falar… E não, isso não é minha culpa, é culpa do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Câmara dos Deputados.
Antes de mais nada, faço memória aqui a alguns corajosos que tocaram nessa mácula ética do Ocidente moderno, principalmente para não passar a imagem presunçosa de que sou a voz solitária que clama no deserto. Francisco Razzo e seu competente livro Contra o Aborto, Bernard Nathanson — um dos maiores médicos abortistas do EUA que se tornou ferrenho crítico do aborto — e seu ótimo A mão de Deus: O Ex-Rei do Aborto Fala da Própria Vida, e o menosprezado livro, mas um dos melhores para os libertários abortistas, O Argumento contra o Aborto, do igualmente libertário senador norte-americano, Ron Paul, são algumas obras sobre o assunto que destaco e indico. Não posso deixar de citar outro livro, esse de cunho historiográfico extremamente bem feito, o História do Aborto, da historiadora italiana Giulia Galeotti.
Pois bem, mas como estava dizendo, depois de muito fugir do tema — como é praxe em minha vida —, mergulhei de cabeça em debates com os defensores do aborto depois de ser provocado uma ou duas vezes apenas. Destaco que também li alguns livros de defensores da pauta para me situar da profundidade argumentativa dos defensores, cito dois como exemplo:
No primeiro, encontramos argumentos filosóficos e jurídicos tentando convencer-nos de que a liberdade de abortar e a de praticar a eutanásia inevitavelmente serão um avanço para qualquer democracia futura e estão atrelados ao princípio de liberdade individual ocidental. No segundo, a pesquisadora afirma que os argumentos cristãos de que a extrema maioria das mulheres que abortaram sofre social e psicologicamente depois de praticarem o aborto, não passa de mentira estatística, que a maioria das mulheres pesquisadas por ela se encontram felizes e em melhor estágio social e psicológico após abortarem.
Todavia, acredito que, antes das divagações sobre um mundo domado pelo mercadão de mortes de não nascidos e dos que desistiram de viver, além da satisfação social das que praticam o aborto numa manhã tranquila de primavera, devemos olhar para a questão sob uma análise da coisa em si mesma — eis minha veia filosófica pulsando aqui. O que é o aborto, afinal?

Para responder a isso, devemos focar, por primazia, no núcleo dos argumentos de ambos os lados, num canto temos os “pró-vida”, que defendem que a dignidade da vida, desde a concepção, é válida tal como a de qualquer outra pessoa da sociedade, do rei ao plebeu. Noutro corner, temos os “pró-aborto”, que defendem que a grávida tem o direito de escolher se deve ou não levar a gestação adiante, independentemente do que seja o aglomerado de células em seu útero.
O que escurece o debate, na minha visão, são duas coisas:
Enquanto que o aborto, no final das contas, é uma questão mais pragmática e eticamente fácil se nos detivermos ao ponto-chave da discussão: devemos ou não permitir a interrupção de uma vida no ventre materno pelo simples fato de escolha da mãe?
Debates sobre “onde a vida começa”, ou se, em casos onde a gravidez se revela mortal à mãe, ela deve ou não ter o direito de abortar, parecem-me cíclicos e feitos para afastar a questão central do debate. Sendo a origem da vida amplamente defendida desde a concepção pelos principais e mais neutros embriologistas, logicamente a vida humana não é um pedaço corpóreo, ou um funcionamento elétrico cerebral apenas, é um conjunto biológico que tem seu único start possível na concepção.
“A liberdade de matar alguém em troca de uma suposta ‘liberdade’ social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade”Pedro Henrique Alves
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Em muitos debates dos quais participei, os “pró-aborto” eram completamente sinceros nesse aspecto, aceitando de bom tom que tentativas de definir num momento temporal, ou de desenvolvimento fetal, onde está a vida, são argumentos fantásticos e pouco científicos. No caso de risco à mãe, por sua via, parece-me que a escolha ética recai, aí sim, sobre a mãe e seus conselheiros médicos, psicológicos e familiares, a escolha ética aqui não se dá no mero “querer”, mas numa questão de vida ou morte onde uma escolha deve ser feita para que uma das vidas seja salva, mas, reparem, aceita-se que são essencialmente vidas.

No que tange ao tom geral do debate, e com “geral” quero dizer explicitamente “político”, o tema gira em torno da liberdade individual da mulher sobre o seu corpo. É aí que a desfaçatez e as distorções retóricas entram no baile. Primeiro de tudo, o feto não é a mãe, a mãe não é o feto. O ser em seu útero é dependente da mãe, mas é também um ser diferente da mãe. Há uma dependência de nutrição e cuidado, mas, de muitas maneiras, aquele feto é autônomo e digno de ser considerado já um ser humano como qualquer outro.
Segundamente, a liberdade de matar alguém em troca de uma suposta “liberdade” social e pessoal utilitária me parece um dos argumentos mais bizarros já formulados na modernidade. Ora, partindo da verdade de que um feto é vida, autorizar alguém a matá-lo, só porque essa pessoa não quer a responsabilidade, peso ou preocupação de ser mãe ou pai, soa-me tão ancestral, bárbaro, quanto inacreditável nos dias atuais. Pior ainda é dizer fazê-lo em nome da “liberdade feminina”.
“Se, no final das contas, o feto gerado não tem de culpa nisso [estupro], por que deveria ser ele o penalizado com a pena de morte?”Pedro Henrique Alves
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A não ser que queiramos cair na esteira eugenista de definir quais vidas valem mais, e com isso dar a mão a Hitler e a outros seres abjetos da história humana, expressar uma defesa do aborto ancorada no simples ego matutino de uma mãe ou um pai — que, não raro, força a mulher a isso, e tem igual, se não pior, peso sobre o ato abortivo — parece-me um dos pontos mais vergonhosos da contemporaneidade. E, aqui, não vamos virar o rosto ao “elefante na sala de estar”. A saber, os casos de estupro.
Talvez esteja aí a situação mais nauseante que possamos imaginar nesse debate. Por isso mesmo, acredito que devamos pesar tudo com racionalidade e responsabilidade, e não somente com a emoção, pois, no final, assim como o ato do estupro em si, não parece justo que o fruto inconsciente do abuso ganhe a pena de morte sob aplausos políticos, enquanto o estuprador, se pego, passará uns seis anos detido e voltará para a sociedade com bolsas do governo e afagos de ONGs.
Não estou pupurinando a situação de uma gravidez fruto de violência, estou ponderando que, se, no final das contas, o feto gerado não tem de culpa nisso, por que deveria ser ele o penalizado com a pena de morte? Há aqui não só a morte do feto, mas a morte do direito e da própria lógica da ética.

O debate sobre o aborto é muito mais simples do que imaginamos, ele é sobre o direito legal de matar bebês no útero de suas mães. E apesar do quão duro pareça ser colocar o assunto nesses termos, o aborto é isso sem as maquiagens e as retóricas engajadas da esquerda.
“Abortar significa matar o mais inocente e indefeso dos seres de nossa espécie, o resto é penduricalho jurídico e filosófico, glitterretórico”Pedro Henrique Alves
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Por onde debati o tema, nunca um argumento “pró-aborto” pareceu ter pendido mais a balança do bom senso popular quando o colocamos às claras. Assim como num exorcismo o padre deve fazer o demônio dizer seu nome para que ele seja exorcizado, para bem entendermos a natureza do aborto, devemos dizer o que ele é em sua forma cruenta, factual. Abortar significa matar o mais inocente e indefeso dos seres de nossa espécie, o resto é penduricalho jurídico e filosófico, glitterretórico.
Por fim, eu sinceramente me questiono sobre como seria a sociedade em que as pessoas abertamente defendessem o aborto num nível consciente de tudo que disse acima. Digo socialmente mesmo, pois há nisso uma incoerência invencível em termos de ética social. Afinal, não há como convencer racionalmente alguém sobre a sacralidade da vida de um mendigo, de um órfão, de uma escrava sexual, ou de um detento preso por latrocínio, se, como pressuposto social, já aceitarmos — sob os mais vagabundos argumentos — que está tudo bem matar um bebê no útero de sua mãe.
Você confiaria em alguém que dissesse ser correto matar bebês nos úteros de suas mães?… Então por que deveríamos concordar e aceitar de bom grado quando o Estado, ou o STF, diz a mesma coisa?
A dignidade da vida humana é o pilar primevo de qualquer sociedade minimamente ordeira e livre, e se maculamos isso, no fim, só sobrará retalhos e escombros. Escombros de uma sociedade eticamente falida, retalhos de seres humanos moralmente apodrecidos.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Imagem ilustrativa.
Uma condutora será compensada financeiramente após ter seu nome substituído por “safada” na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o sobrenome de seu pai, vítima de homicídio, alterado para “defunto”. A indenização estabelecida é de R$ 12 mil, conforme determinado pela juíza Flávia Cristina Zuza, do juizado especial da Fazenda Pública de Goiânia, Goiás.
Segundo o G1, o incidente veio à tona quando a motorista, então com 18 anos, foi realizar o pagamento das taxas para a obtenção da CNH definitiva e se deparou com os insultos no documento. Suspeitando que a ofensa partiu de alguém de seu círculo social, devido ao recente assassinato de seu pai em abril de 2023, ela registrou um boletim de ocorrência.
A jovem processou o Detran-GO, reivindicando reparação por danos morais e materiais. A juíza responsável pelo caso acatou a solicitação, condenando o Detran/GO e o Estado de Goiás a pagar a quantia mencionada.
A magistrada ressaltou que, embora o Detran tenha removido as ofensas após ser notificado, a instituição tem o dever de manter e inspecionar o sistema de registros, enfatizando que a adulteração comprometeu a reputação e a dignidade da motorista.
Em resposta, o Detran/GO e a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás comunicaram que tomarão as medidas cabíveis referentes ao processo judicial, cujo número não foi revelado.

As informações são do Migalhas.

Foto: Reprodução.
O próximo adversário de Popó será o empresário, influenciador e político Pablo Marçal. Na noite deste sábado (15/6), durante o evento Spaten Fight Night, em São Paulo, o tetracampeão mundial confirmou a luta e anunciou a data do confronto nas regras do boxe: dezembro de 2024. As informações são do No Ataque.
“Fui desafiado pelo Pablo Marçal, o Belfort correu e em dezembro pego você. Você [Marçal] desafiou, agora aguenta”, provocou Popó em entrevista ao canal Combate.
Popó inicialmente tinha planos de aceitar o desafio do ex-campeão do UFC, Vitor Belfort. No entanto, os dois não chegaram a um acordo sobre o limite de peso para o confronto nas regras do boxe, deixando Popó livre para aceitar a proposta de Pablo Marçal.
Luta valendo cinturão?
Um detalhe curioso é que o combate entre Popó e Marçal pode valer um cinturão, e não se trata de qualquer um. O título da categoria superpena da WBO (World Boxing Organization), conquistado por Popó em agosto de 1999, foi arrematado por Marçal em um leilão no início deste mês.
Durante o leilão organizado pelo Instituto Projeto Neymar Jr., em São Paulo, Popó doou o cinturão para ajudar crianças e adolescentes atendidos pelo projeto social. Pablo Marçal, por sua vez, não hesitou e desembolsou R$ 320 mil para ficar com a peça.
Ainda no evento, Marçal foi até o palco, encarou Popó e o desafiou para uma luta. O empresário afirmou que, se o tetracampeão vencê-lo, terá o cinturão de volta.
História do cinturão de Popó
Em 1999, Popó ganhou o cinturão da categoria superpena da WBO ao vencer o russo Anatoly Alexandrov por nocaute no primeiro assalto. Popó defendeu o cinturão dez vezes. Entre as defesas, a mais marcante foi quando o brasileiro unificou o cinturão da WBO com o da WBA (World Boxing Association) em janeiro de 2002, na luta contra o cubano Joel Casamayor, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Ele venceu o adversário por decisão unânime dos juízes.
“Defendi esse cinturão dez vezes. Em uma dessas lutas, levei 45 pontos no rosto, na unificação do cinturão contra o cubano Joel Casamayor. Trouxe para ele [Neymar] esse cinturão”, disse Popó, emocionado, ao falar sobre a doação para o leilão organizado pelo jogador do Al Hilal e da Seleção Brasileira.
Informações TBN
Ex-primeira-dama afirma ser preciso lutar contra a legalização do aborto; ela comandou evento do PL Mulher em Teresina

Durante evento do PL Mulher em Teresina, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou falou sobre o projeto de lei que amplia punições para mulheres que abortam a gestão depois da 22ª semana. O encontro na capital do Piauí ocorreu neste sábado, 15.
Ela afirmou que o Congresso Nacional tem “homens e mulheres de bem” para vetar a legalização do aborto no Brasil. Sob aplausos do público, a mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro falou em lutar pela causa.
“Hoje temos que lutar. A assistolia fetal (método de interrupção da gravidez acima de 20 semanas) é cruel, nem usada em eutanásia de animais”, disse Michelle Bolsonaro. “Querem assassinar os nossos bebês no ventre.”
A fala de Michelle, que é presidente nacional da divisão PL Mulher, ocorre em meio à discussão do Projeto de Lei 1.904/2024, popularmente chamado de PL do Aborto. O texto, que visa equiparar o aborto acima de 22 semanas ao crime de homicídio, teve a urgência aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 12. Dessa forma, o tema não precisará passar por análise de comissões da Casa.
Além do aborto, Michelle Bolsonaro criticou a gestão petista. De acordo com ela, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, “só usou as mulheres para subir a rampa”.

O PL 1.904 de 2024 prevê que mulheres sejam penalizadas com até 20 anos de prisão por abortos realizados acima de 22 semanas. Atualmente, o aborto é permitido em casos de risco à vida da mãe, estupro e gestação de feto anencéfalo, mas sem limite de idade gestacional para interrupção. O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) é o autor do texto.
Informações Revista Oeste

A lista da revista Forbes das pessoas mais ricas da América Latina continua sendo liderada pelo empresário mexicano do ramo das telecomunicações Carlos Slim Helú. No rankingmundial, o mexicano ocupa a 17ª posição. A fortuna do dono da América Móvil, maior empresa latino-americana de telefonia móvel, é estimada em US$ 91,6 bilhões.
O brasileiro Eduardo Saverin, que ocupava o segundo lugar havia dois meses, foi ultrapassado pela chilena Iris Fontbona.
Veja abaixo quem são as cinco pessoas mais ricas da América Latina, de acordo com o ranking de bilionários em tempo real da revista Forbes do dia 14 de junho de 2024.
País: México.
Patrimônio: US$ 91,6 bilhões.
Além de controlar a América Móvil, Carlos Slim possui participações em empresas mexicanas de construção, bens de consumo, mineração e imobiliárias. O empresário e sua família possuem 76% do Grupo Carso, um dos maiores conglomerados da América Latina.
País: Chile.
Patrimônio: US$ 27,9 bilhões.
Iris e seus filhos herdaram os negócios de seu falecido marido Andrónico Luksic. Ela é proprietária de minas de cobre no Chile. A família também tem uma participação majoritária no Quiñenco, um conglomerado chileno de capital aberto ativo nos setores bancário, cervejeiro e industrial.
País: Brasil.
Patrimônio: US$ 27,9 bilhões.
Eduardo cofundou o Facebook junto com Mark Zuckerberg e outros três colegas, enquanto estudava na Universidade Harvard, nos Estados Unidos. O brasileiro mais rico do mundo mora em Singapura e mantém a B Capital, empresa de investimentos focada em startups.

País: México.
Patrimônio: US$ 27,5 bilhões.
Germán possui a maior parte da Grupo México, a principal mineradora de cobre do país, com operações no Peru e nos EUA. A companhia também tem negócios em transportes e infraestrutura. Em 2014, a mineradora foi alvo de investigação depois de um vazamento na sua mina de cobre em Sonora, no México, ter contaminado dois rios próximos.
País: Brasil.
Patrimônio: US$ 19 bilhões.
Vicky e seus quatro filhos herdaram a fortuna de seu falecido marido e pai, o banqueiro Joseph Safra. A família é dona o Banco Safra no Brasil, o banco suíço J. Safra Sarasin e o Safra National Bank of New York. Um de seus filhos, Alberto Safra, deixou o Banco Safra em 2019 depois de desentendimento com a família e, em 2023, entrou na Justiça de Nova York contra a mãe e os irmãos, alegando diluição, de forma ilegal, de sua participação no Safra National Bank. A família nega.
Revista Oeste, com informações da Agência Estado