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Ex-secretária municipal e ex-vereadora, Neinha Bastos (União Brasil) lançou a pré-candidatura a vereadora neste fim de semana e confirmou apoio à pré-candidatura de José Ronaldo (União Brasil) a prefeito de Feira de Santana. Além do ex-prefeito também a presença do deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembléia Legislativa.

Ao lançar a pré-candidatura, a ex-vereadora Neinha Bastos reafirmou o compromisso de voltar a representar as mulheres na Casa da Cidadania e a certeza de que o programa de Governo de José Ronaldo é o que melhor contempla e valoriza as mulheres feirenses, garantindo democraticamente espaço para elas na administração municipal de Feira de Santana, como já ocorreu ao longo dos três períodos em que os ex-prefeito esteve na administração municipal.

O lançamento da pré-candidatura de Neinha Bastos foi marcado por grande participação popular, com auditório lotado de amigos e correligionários que apoiam a caminhada política visando retorno da ex-vereadora à Câmara Municipal. Foi mais um grande evento político nesta pré-campanha que ocorreu em Feira de Santana neste fim de semana.

*Sem Censura


“Alexa” desligou a saudade, e o verbo curtir foi bastante conjugado na segunda edição do Forró Imprensado, que ocorreu na noite da sexta-feira (14), no bar Bendito, no Ville Goumert, em Feira de Santana.

O evento foi abrilhantado pelas atrações Cia de Teatro Ser’Eus, banda Axeffona e o cantor Gil Marques, além da outorga do Troféu Imprensado a 10 comunicadores (Valdomiro Silva, Leon Vanderley, Kenna Martins, Karoliny Dias, Andréa Trindade, Sílvio Tito, Hamurabi Dias, Rosalvo Filho, Marco Leão e Lorenna Nascimento), em reconhecimento pela dedicação, credibilidade e inestimáveis serviços prestados à comunidade feirense.

A festa foi prestigiada por um expressivo número de profissionais da Comunicação Social, artistas, empresários, autoridades políticas e entre outros representantes da sociedade, que arrastaram os pés no salão, asseverando que o forró está enraizado na cultura da Princesa do Sertão.

Fonte: Ascom Grupo Imprensados Fsa


Centenas de pessoas participaram na noite desta sexta-feira (14) do lançamento da pré-candidatura a vereador de Douglas da Casa da Fogueira (PMB), no espaço Sophia Eventos, no bairro Fraternidade. Ex-militante do grupo do pré-candidato do PT em Feira de Santana, Douglas anunciou sua nova aliança política: o pré-candidato a prefeito pelo União Brasil, José Ronaldo de Carvalho, que prestigiou o ato.

Nas eleições de 2020, Douglas foi candidato a vereador pelo PCdoB e obteve 1.465 votos, tendo atuado por vinte anos ao lado do pré-candidato do PT em Feira de Santana.

Douglas explicou que a decisão de mudar seu apoio ocorreu devido à falta de diálogo e apoio por parte do deputado Zé Neto, que ele sentiu em relação a si e à sua comunidade. Em busca de novas perspectivas, Douglas iniciou um diálogo com o ex-prefeito José Ronaldo.

Durante o evento de lançamento de sua pré-candidatura a vereador, Douglas expressou felicidade e honra em integrar o grupo ronaldista. “Se soubesse antes que José Ronaldo era uma pessoa tão brilhante, cativante e comprometida com as pessoas, já teria procurado firmar essa aliança há muito mais tempo. José Ronaldo é o melhor para Feira de Santana. Ele é um político experiente, com visão futurista extraordinária, que reúne capacidade e experiência para direcionar recursos e projetos para o bem-estar de nossa gente e de nossas comunidades”, declarou.

Douglas também mencionou seu respeito e admiração pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, pelo atual Ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pelo senador Jaques Wagner. No entanto, ressaltou que em Feira de Santana seu apoio é exclusivamente para José Ronaldo.

Douglas refletiu sobre seus 20 anos ao lado do pré-candidato do PT, afirmando que ele não contribui nem para o grupo político nem para Feira de Santana. “Eu estava cego e dopado, não enxergava isso. Mas hoje, minha comunidade está fechada e comprometida, e vamos trabalhar firmemente para eleger José Ronaldo a prefeito de Feira de Santana e Douglas da Casa da Fogueira vereador”, finalizou.

O pré-candidato também expressou gratidão ao consultor Hamilton Ramos e a Valdir Santos, “que foram fundamentais para estabelecer uma genuína interlocução e aliança com José Ronaldo”.

*O Protagonista FSA


Em uma breve declaração publicada em seu perfil na rede social X na manhã deste sábado (15), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse ser contra o aborto, mas criticou a proposta que consta no Projeto de Lei 1.904/2024, que prevê que o aborto praticado após as 22 semanas de gestação tenha a mesma pena aplicada ao crime de homicídio. Para o petista, a ideia do projeto é “uma insanidade”.

– Eu, Luiz Inácio, sou contra o aborto. Mas, como o aborto é uma realidade, precisamos tratar como uma questão de saúde pública. Eu acho uma insanidade querer punir uma mulher vítima de estupro com uma pena maior que um criminoso que comete o estupro. Tenho certeza que o que já existe na lei garante que a gente aja de forma civilizada nesses casos, tratando com rigor o estuprador e com respeito às vítimas – escreveu.

PETISTA JÁ HAVIA AFIRMADO SER CONTRA ABORTO EM 2022
Em 2022, Lula disse que era contra o aborto. No entanto, ele defendeu, em abril daquele ano, que a questão deveria ser transformada em saúde pública, como fez no posicionamento deste sábado

– Eu tenho cinco filhos, oito netos e uma bisneta. Eu sou contra o aborto. O que eu disse é o seguinte: é preciso transformar isso em uma questão [de saúde] pública. As pessoas pobres, que são vítimas do aborto, têm que ter condição de se tratar na rede pública de saúde. É só isso. Mesmo eu sendo contra o aborto, ele existe. Ele existe, por mais que a lei proíba, por mais que a religião não goste – declarou o petista na época ao Jornal Jangadeiro, da Band News FM.

Depois, em outubro de 2022, a campanha de Lula resolveu aderir às pautas de costumes para o segundo turno contra o então presidente Jair Bolsonaro (PL). Em peça publicitária que começou a ser divulgada no dia 6 daquele mês, o petista relembrou seus três casamentos e disse que todas as três esposas, Lurdes, Marisa e Janja, não apoiam o aborto. Lurdes e Marisa já faleceram.

– Não só eu sou contra o aborto, mas toda mulher com que casei é contra o aborto – dizia na gravação.

No fim de outubro daquele ano, durante debate, Lula não respondeu ao questionamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o tema. Na ocasião, o petista negou que fosse favorável ao assassinato de bebês nos ventres de suas mães, apesar da existência de muitos materiais em vídeo indicarem que ele já havia afirmado que tal situação era “questão de saúde pública”.

GOVERNO LULA SE MANIFESTOU CONTRA PL DO ABORTO
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (14) que o governo Lula não apoiará nenhuma mudança na legislação atual em relação à temática do aborto, “principalmente” o projeto de lei que equipara a prática realizada após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio.

O projeto que trata do aborto após 22 semanas teve urgência para análise aprovada nesta semana na Câmara. Atualmente, o Código Penal estabelece que é permitido em caso de estupro e risco de vida à mulher. O STF, por sua vez, estendeu a liberação para os casos em que há anencefalia do feto.

O projeto foi proposto pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), uma das principais lideranças da Frente Parlamentar Evangélica, e considera que o fato de a lei não prever “limites gestacionais ao aborto” não significa que os legisladores que promulgaram o Código Penal tenham querido “estender a prática até o nono mês de gestação”.

*Pleno.News
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Foto: Vitor Silva/CBF

No dia seguinte à declaração de Yan Couto sobre ter sido instruído a remover seu cabelo rosa na seleção, sob a justificativa de que o estilo não era adequado, a CBF divulgou uma nota oficial. Na nota, sem referir-se diretamente ao comentário do jogador, a CBF negou ter proibido o estilo de cabelo e reiterou seu compromisso com o respeito no futebol e a luta contra preconceitos.

A ESPN reportou que a nota foi uma resposta ao desconforto causado pela repercussão do incidente com Yan Couto. A CBF quis esclarecer que não esteve envolvida diretamente na conversa com o jogador, que foi conduzida pelo departamento de seleções e pela equipe técnica de Dorival Júnior.

A situação gerou críticas à CBF, que tem promovido iniciativas contra a homofobia. O grupo Canarinhos LGBTQ+, parceiro da CBF, solicitou um esclarecimento formal da confederação sobre o assunto.

Veja a nota oficial da CBF:

A CBF reafirma seu compromisso com a liberdade, a pluralidade, o direito à autoexpressão e livre construção da personalidade de cada indivíduo que trabalhe na entidade ou defenda a Seleção Brasileira. Para a entidade, o desempenho do colaborador fala por si só.

O compromisso da CBF é com o bom futebol e as melhores práticas de gestão. Cada colaborador ou atleta deve ter autonomia sobre sua própria aparência, credo, orientação sexual, expressão de gênero.

Desde o início da atual gestão, a CBF tem como uma das prioridades a luta contra o racismo e qualquer tipo de preconceito no futebol. A entidade é parceria do Observatório da Discriminação Racial no Futebol e do coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, e está sempre aberta a novas iniciativas para que o futebol brasileiro se torne um espaço mais inclusivo e livre de preconceitos.

Informações TBN


Foto: Reprodução/O Povo.

Cientistas do Brasil estão na vanguarda de um projeto audacioso: recriar vírus da era neandertal em laboratório. As informações são da Revista Veja.

Assim como Arquimedes, o matemático e filósofo grego que se tornou um marco na ciência, Marcelo Briones, biólogo e professor da Unifesp, teve seu momento de iluminação científica. Sem a dramaticidade de correr nu pelas ruas, mas com a mesma intensidade de descoberta, Briones percebeu a possibilidade de rastrear as mais antigas infecções virais humanas durante uma aula aparentemente comum.

Com uma equipe multidisciplinar, incluindo a bióloga Renata Ferreira e o matemático Fernando Antonelli, Briones propôs um método para detectar vírus em DNA neandertal. Eles analisaram amostras de esqueletos russos, disponibilizadas pelo Instituto Max Planck, e se debruçaram sobre o que chamaram de “lata de lixo” de dados.

O Estudo

A pesquisa pioneira identificou três vírus em ossos neandertais de 50 mil anos: adenovírus, herpesvírus e papilomavírus, conhecidos por causar resfriado comum, herpes labial, verrugas genitais e até câncer. Essa descoberta pode ser a chave para desvendar um dos grandes enigmas paleolíticos: a extinção dos Neandertais.

O caminho até a publicação do estudo foi árduo, marcado por uma série de testes e seis revisões rigorosas. Apesar dos desafios e da percepção de um escrutínio mais intenso em pesquisas brasileiras, os resultados se mantiveram incontestáveis.

Desafios e Perspectivas

Ainda há muito a ser explorado. Uma teoria sugere que infecções virais podem ter comprometido a sobrevivência neandertal. Os dados de Briones apoiam essa hipótese, mas ainda não a confirmam definitivamente. A escassez de amostras neandertais e a degradação do material genético são obstáculos significativos.

Além disso, os vírus identificados não deixam marcas genéticas nos hospedeiros, o que dificulta a detecção ao longo do tempo. Segundo Paulo Eduardo Brandão, virologista da USP, analisar esses dados é comparável a montar um quebra-cabeça com peças de centenas de outros diferentes.

Os Próximos Passos

Os pesquisadores estão otimistas quanto ao futuro. Eles planejam aprofundar o conhecimento sobre a interação desses vírus com os neandertais e até recriá-los em laboratório. “Será como construir uma máquina do tempo”, diz Renata Ferreira, destacando o potencial de compreender não apenas o passado, mas o impacto atual dessas doenças.

A jornada científica está longe de terminar, mas a equipe celebra cada conquista. Briones compara a pesquisa no Brasil a um time local enfrentando um gigante europeu no futebol. E desta vez, o time local saiu vitorioso, marcando um ponto para a ciência nacional.

Informações TBN


Site da loja de compras chinesa Shein
Loja on-line da empresa chinesa Shein | Foto: Shutterstock

A novela em torno da chamada “taxa das blusinhas” parece estar chegando ao fim. O Senado e a Câmara dos Deputados aprovaram a proposta. Agora, caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar o texto.

Se de um lado os consumidores e as varejistas asiáticas, como Shein e Shopee, estão insatisfeitos com a possibilidade de taxação, do outro, a indústria e o comércio nacional celebram os avanços do projeto de lei (PL) em Brasília.

Uma vez aprovado por Lula, o novo imposto pode desestimular a compra de produtos chineses direto da fonte.

A “taxa das blusinhas” foi incluída no PL do programa Mover por meio de um “jabuti” — jargão político usado quando um assunto é colocado dentro de um projeto que não tem a ver com seu tema original.

A proposta é de que as compras internacionais, que antes eram submetidas somente à cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 17%, tenham uma nova taxa sobre o valor do produto e do frete, de 20%. O ICMS incidirá sobre o valor final da compra, já com os 20%.

Mas quanto vai custar a “taxa das blusinhas”?

A pedido de Oeste, especialistas fizeram as contas e estimam que a tributação total ao consumidor, considerando ICMS e a nova taxa de importação, deve superar os 44%.

O advogado especializado em Direito Empresarial e Tributário Júlio Caires explica que o cálculo precisa considerar a combinação de três impostos que incidem sobre os produtos importados. São eles: 

  1. Imposto de Importação (II), que pode chegar a 60%;
  2. ICMS, com alíquota média de 17%, a depender de cada Estado; e
  3. PIS/Cofins, de aproximadamente 9,25%.

“Ao somar essas alíquotas, não diretamente, mas considerando a base de cálculo ampliada (imposto sobre imposto), o total pode atingir ou superar 44,57%”, afirma Caires. “Dependendo da legislação específica e das alíquotas estaduais.”

Na prática, uma compra que custaria cerca de R$ 260 sem impostos passaria a R$ 375,90, por exemplo.

Caires defende que a retirada de impostos de varejistas locais faria mais sentido a longo prazo, do ponto de vista econômico. Na visão dele, aumentar preços para os consumidores pode reduzir a diversidade de produtos acessíveis e o volume de compras.

“A desoneração fortaleceria a economia local e criaria um ambiente de negócios mais competitivo”, acrescenta Caires.

Imagem mostra usuário com aplicativo da Shein
Shein e outras varejistas asiáticas estão na mira de ação arrecadatória do governo federal | Foto: Rokas Tenys/Shutterstock

Mais uma estratégia para aumentar a arrecadação do governo Lula

A “taxa das blusinhas” surge na esteira da dificuldade do governo Lula em equilibrar as contas públicas.

Para estancar o endividamento, o Brasil precisa atingir o superávit primário, ou seja, gastar menos do que arrecada. No entanto, esse cenário é tido como praticamente impossível por muitos analistas do mercado.

De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), as despesas do governo central tiveram aumento R$ 106 bilhões de janeiro a maio deste ano, enquanto as receitas avançaram R$ 75,4 bilhões.

Somente em maio, as contas públicas tiveram déficit de R$ 59 bilhões, 26,1% pior do que o mesmo período do ano passado. A prévia calculada pelo Ipea tem como base dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi).

Mesmo assim, o governo federal insiste na meta de zerar o déficit fiscal para este ano e, para isso, tem buscado formas de compensar esse rombo — e a “taxa das blusinhas” é uma delas.

Com a aprovação, o mercado estima que o novo imposto possa render R$ 1,3 bilhão a mais para os cofres públicos somente em 2024, podendo chegar a R$ 4 bilhões em 2025.

“O grande cerne da questão é quem irá pagar essa conta”, afirma o economista João Paulo Travasso Maia. “No geral, como quem mais se utiliza desse tipo de serviço é a população com renda mais baixa, e o novo imposto afetará diretamente a capacidade de consumir deste público.”

Um “instrumento arrecadatório”

Para ele, apesar da medida ter surgido como uma forma de proteger a indústria nacional, ela tem servido apenas como “instrumento arrecadatório” para obter impacto positivo nas contas públicas e tentar mitigar o rombo fiscal do país. 

“A desoneração – por um determinado período – combinada com alguma garantia de investimento na indústria nacional por parte das empresas, para que possa haver uma melhor concorrência nos preços, poderia ser uma solução mais apropriada ao problema”, avalia Maia. 

“Além da geração de empregos, aumentaria a capacidade produtiva do país”, conclui o economista.

Por ora, resta aguardar os capítulos finais dessa trama, na qual, muito provavelmente, é o mocinho quem deve se dar mal.

Informações Revista Oeste


Produtores devem colher em 2024 296,8 milhões de toneladas — 18,6 milhões a menos no comparativo com o ano anterior

Safra da soja - Foto: Gilson Abreu/AEN
Os agricultores brasileiros devem colher área de 78,3 milhões de hectares na safra de 2024, estima IBGE | Foto: Gilson Abreu/AEN 

A safra agrícola brasileira de 2024 deve totalizar 296,8 milhões de toneladas, 18,6 milhões de toneladas a menos que o desempenho de 2023, um recuo de 5,9%. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de maio, divulgado na última quinta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado é 2,8 milhões de toneladas menor do que o previsto no levantamento de abril, baixa de 0,9%.

Os agricultores brasileiros devem colher área de 78,3 milhões de hectares na safra de 2024. O volume alta de 0,6% em comparação com 2023, com 454.502 hectares a mais.

Em relação à estimativa de abril do IBGE, a área a ser colhida é 0,6% maior. Ou seja, 445.140 hectares a mais.

IBGE estima safra das principais culturas

Colheita em massa de safra de soja em uma fazenda em Campo Verde, Mato Grosso, Brasil (2008)
Colheita em massa de soja em uma fazenda em Campo Verde, Mato Grosso, Brasil (2008); oleaginosa é protagonista na safra agrícola nacional | Foto: Reprodução/Shutterstock

O arroz, o milho e a soja — três principais produtos da safra brasileira de grãos — respondem juntos por 91,5% da estimativa da produção do IBGE para este ano. De acordo com a mais nova estimativa, eles serão responsáveis por 87,2% da área a ser colhida.

Em relação a 2023, a área a ser colhida será maior para o algodão herbáceo (12,5%), arroz (6,5%), feijão (6,1%) e soja (3,3%).

A expectativa, no entanto, é de redução na área para o sorgo (-3%), trigo (-11,8%) e milho (-4,7%). Por fim, a área colhida deve cair 8,6% no milho 1ª safra e 3,5% no milho 2ª safra.

Revista Oestecom informações da Agência Estado


Ministro das Comunicações foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção e outros crimes; defesa alega inconstitucionalidades na investigação

juscelino filho
O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, é investigado pelo desvio de emendas parlamentares para pavimentar ruas de Vitorino Freire (MA) | Foto: Divulgação/Ministério das Comunicações

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho (União Brasil), solicitou ao STF o arquivamento do inquérito em que foi indiciado pela Polícia Federal(PF) por suspeita de corrupção passiva, organização criminosa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira, 14.

Em sua defesa, os advogados de Juscelino Filho argumentaram que a investigação na PF está repleta de “inconstitucionalidades e ilegalidades graves”. O relatório final do caso foi encaminhado ao ministro Flávio Dino, relator do caso no STF e ex-colega do ministro no governo Lula.

“Os apontamentos feitos pela autoridade policial nada mais são do que um emaranhado de ilações sem qualquer respaldo probatório e que acabaram misturando fatos alheios à investigação para tentar incriminar Juscelino Filho”, justificou a defesa sobre a PF ao STF.

Investigação da Polícia Federal

Na última quarta-feira, 12, a PF concluiu que Juscelino Filho faz parte de uma organização criminosa e cometeu corrupção passiva relacionada a desvios de recursos de obras de pavimentação de ruas em Vitorino Freire (MA) financiadas pela Codevasf. 

A cidade é governada por Luanna Rezende, irmã de Filho. Ela chegou a ser afastada do cargo, em setembro do ano passado, em virtude da investigação. Essas obras foram bancadas por emendas parlamentares indicadas por Filho, no período em que ele atuava como deputado federal.

A defesa rebateu, afirmando que a representação policial se baseou em uma informação falsa sobre a diferença entre o valor adiantado pela Codevasf e o serviço realizado pela construtora.

“Os indiciamentos propostos pela autoridade policial mostram que a investigação é especulativa, indiscriminada e sem objetivo claro, o que não pode ser aceito sob pena de violar os princípios de um processo penal democrático”, afirmou o documento da defesa.

No dia do indiciamento, o ministro de Lula também chegou a se posicionar sobre o indiciamento na PF. “Trata-se de um inquérito que devassou a minha vida e dos meus familiares, sem encontrar nada”, disse. 

“A investigação revira fatos antigos e que sequer são de minha responsabilidade enquanto parlamentar”, afirmou. “A investigação, que deveria ser um instrumento para descobrir a verdade, parece ter se desviado de seu propósito original. Em vez disso, concentrou-se em criar uma narrativa de culpabilidade perante a opinião pública, com vazamentos seletivos, sem considerar os fatos objetivos.”

Defesa questiona fundamentos da investigação

Os advogados de Juscelino destacaram que a investigação policial, que resultou no pedido de bloqueio de bens do ministro, baseou-se em uma informação incorreta sobre a diferença entre o valor adiantado pela Codevasf e o trabalho realizado pela construtora responsável pela obra. 

A defesa que esta discrepância foi usada para justificar uma ação sem base probatória sólida. Também sustenta que os elementos apresentados pela autoridade policial são especulativos e carecem de provas concretas. 

“O indiciamento da forma como proposto pela autoridade policial revela, em verdade, que a presente investigação nada mais é do que um procedimento especulativo, indiscriminado, sem objetivo certo ou declarado, o que, como consequência, não pode ser aceito sob pena de malferimento das balizas de um processo penal democrático”, argumentou.

Informações Revista Oeste


Osama Hamdan disse que qualquer acordo para a libertação deve incluir ‘garantias de um cessar-fogo’

O oficial Osama Hamdan também disse que, para libertar os reféns, Israel deve retirar suas tropas da Faixa de Gaza
O oficial Osama Hamdan também disse que, para libertar os reféns, Israel deve retirar suas tropas da Faixa de Gaza | Foto: Reprodução/Twitter/X/@stairwayto3dom

Osama Hamdan, porta-voz do Hamas, disse em entrevista à CNN que não tem informações sobre quantos dos 120 reféns em Gaza ainda estão vivos. Ele deu a declaração nesta sexta-feira, 14. 

O terrorista também disse que qualquer acordo para a libertação dos reféns deve incluir garantias de um cessar-fogo permanente. Ele exigiu a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza.

Jornalistas da CNN perguntaram ao terrorista se o Hamas se arrepende de ter atacado Israel em 7 de outubro. Hamdan respondeu que foi “uma reação contra a ocupação em Gaza”. Além disso, culpou os próprios israelenses pelo ataque realizado naquele dia.

O Hamas afirmou que pode sequestrar mais reféns 

No último sábado, 8, os terroristas do Hamas afirmaram que mantêm vários dos reféns sequestrados em 7 de outubro. Em tom de ameaça, o grupo disse que esse número pode aumentar. 

A declaração ocorreu horas depois de as Forças de Defesa de Israel (FDI) resgatarem quatro vítimas do grupo em uma operação na Faixa de Gaza. 

Outro oficial do Hamas disse à agência de notícias Reuters que a libertação dos reféns, depois de nove meses, “é um sinal de que Israel falhou”. 

Israel não cederá

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou recentemente que não cederá ao terrorismo. Ele também disse que continuará a operação “de forma criativa e corajosa”, para “trazer os reféns de volta para casa”. 

“Estamos empenhados em fazê-lo também no futuro”, afirmou o premiê de Israel. “Não desistiremos até completarmos a missão e devolvermos para casa todos os reféns — tanto os vivos como os mortos.” 

Informações Revista Oeste