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Foto: Rafael Marques

O prefeito Colbert Martins fez um apelo para que a Câmara Municipal conclua a votação dos precatórios destinados aos professores da rede municipal. Após a aprovação em primeira discussão na última terça-feira (3), a segunda votação não foi colocada em pauta nesta quarta-feira (04).

“Ontem, a Câmara teve um dia de muito trabalho. Foram mais de dez matérias aprovadas, em primeira e segunda discussão. A presidente abriu a sessão, votou várias matérias em primeira discussão, encerrou, abriu uma nova sessão extraordinária e concluiu mais de dez pautas. No caso dos professores, no entanto, foi feita apenas uma sessão, e hoje sequer colocaram em pauta”, apontou o prefeito.

Segundo ele, a aprovação do projeto é fundamental para garantir a antecipação dos precatórios para cerca de 2.300 professores, incluindo 900 aposentados. A medida prevê o repasse de mais de R$ 200 milhões.

“Quem quiser antecipar os valores poderá fazer isso, e quem não quiser pode aguardar até 2026. Essa decisão é facultativa, mas depende da autorização da Câmara. É algo extremamente importante para tantas pessoas, e ainda há tempo para concluir amanhã (quinta-feira)”, destacou.

O prefeito refutou a possibilidade de que questões políticas estejam atrasando a votação.

“Não acredito em embates políticos, até porque o processo eleitoral já foi encerrado. O que espero é que a Câmara finalize essa etapa com celeridade, assim como fez com outras matérias ontem, e que possamos beneficiar os professores. Muitos deles atuam tanto no estado quanto no município, e já receberam precatórios estaduais há dois anos. Agora é hora de estender esse benefício a todos”, afirmou.

O gestor ressaltou que a medida segue exemplos de iniciativas estaduais, como a quitação dos precatórios do FUNDEF realizada pelo então governador Rui Costa. “Muitos vereadores foram beneficiados como professores do estado naquela ocasião. Agora, é justo que os professores do município também recebam o que lhes é devido”, completou.

De Olho Na Cidade


Nesta quarta-feira (4), o vice-presidente nacional do União Brasil, Acm Neto, usou suas redes sociais para condenar a atitude do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), de ignorar uma pergunta sobre segurança pública feita por uma jornalista.

No momento da entrevista, a repórter Driele Veiga,  do Portal do Casé, perguntou sobre a divulgação em veículos de imprensa nacional de um estudo do Instituto Sou da Paz, que apontou o estado da Bahia como o pior índice de esclarecimento de homicídios dolosos do país. De acordo com levantamento “Onde Mora a Impunidade?” apenas 15% das 4.719 ocorrências registradas em 2022 foram esclarecidas pelas autoridades baianas.

Após ouvir a pergunta da jornalista, Jerônimo não respondeu e deu as costas, mostrando irritabilidade como o questionamento.

“Retrato do fracasso de Jerônimo no combate à criminalidade: o governador simplesmente dá as costas e finge que o problema não existe. Isso sem falar no desrespeito com os profissionais da imprensa”, disse ACM Neto, nas redes sociais.

Foto: Reprodução/Sidney Lins Jr. / Agência Liderança

Fonte: Bahia Econômica


O presidente do PL Bahia, João Roma, reiterou a sua disposição de disputar as eleições a governador da Bahia em 2026, em entrevista à rádio Princesa FM, de Feira de Santana, nesta quarta-feira (04). No entanto, fez questão de ressaltar que o lançamento de seu nome não inviabiliza conversas com outros partidos para a formação da chapa de oposição.

Para ratificar o dito, Roma mencionou a postura do PL nas eleições municipais deste ano, quando a legenda abriu mão de candidaturas próprias em apoio a outros partidos com nomes mais competitivos. Ele citou os casos de José Ronaldo, em Feira de Santana, e Sheila Lemos, em Vitória da Conquista. “Contribuímos para que o PT não se fortalecesse nessas grandes cidades”.

João Roma anunciou que vai botar o pé na estrada e percorrer o interior a partir do início do ano que vem. “Já estou com agenda pronta para reuniões em diversas regiões do estado”.

Ao ser questionado sobre o nome do prefeito de Salvador, Bruno Reis, para o governo em 2026, Roma admitiu que reúne qualidades, mas considerou muito pouco provável que renuncie ao comando da capital.

João Roma destacou a capacidade agregadora de Bruno e disse: “Não se faz política subtraindo nem dividindo, mas somando e multiplicando forças. Bruno revela ter esse perfil”.

O objetivo em 2026, segundo o ex-ministro da Cidadania, é tirar o PT do governo baiano. Na avaliação dele o prazo de validade petista já venceu há muito tempo.

“Nesses quase 20 anos, a Bahia ficou para trás em relação a estados vizinhos, como Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás e até Sergipe. Não se observou nenhuma melhoria da qualidade de vida do povo baiano. Muito pelo contrário. A situação da segurança é horripilante. A Bahia precisa recuperar sua grandeza!”, afirmou João Roma.

Perguntado sobre a participação do PL na nova gestão do prefeito José Ronaldo em Feira, Roma disse que o partido tem quadros para ajudá-lo e completou: “Zé Ronaldo precisa estar à vontade para montar uma equipe que dê respostas aos problemas de Feira”.


A Câmara Municipal de Feira de Santana não votou, nesta quarta-feira (4), em 2ª discussão, o projeto de lei do Executivo que prevê a antecipação dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), por meio de deságio. O projeto foi aprovado por unanimidade e deveria ser votado em segunda e última discussão nesta quarta, mas para frustração de professores da rede muncipal, não entrou em pauta.
A decisão da presidência da Câmara é, no mínimo, estranha, já que esta semana alguns projetos foram pautados e votados em primeira e segunda discussões com muita rapidez, a exemplo do projeto que prevê aumento para o salários dos vereadores, de R$ 19 mil para R$ 26 mil.

Ao não pautar o projeto para a segunda votação, a presidente da Casa, vereadora Eremita Mota, bate de frente com decisão judicial, da semana passada, que obriga a Câmara a votar o projeto, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

No apagar das luzes de seu mandato de presidente da Câmara, Eremita deixa passar uma boa portunidade de “limpar a barra” com os professores da rede municipal em relação aos Precatórios, já que o projeto do Executivo, para pagamento, está engavetado na Casa da Cidadania há semanas. Professora do estado, Eremita, inclusive, já recebeu o dinheiro dos Precatórios.
A expectativa geral é que nesta quinta-feira (5), o bom senso prevaleça e o projeto seja pautado para, enfim, ser apreciado em segunda votação pelos vereadores.

Caso haja a aprovação na Câmara, outras etapas ainda serão necessárias para viabilizar o pagamento dos Precatórios aos professores. Entre elas estão o chamamento público para selecionar instituições bancárias aptas a aderir ao deságio, a realização de uma nova assembleia com os professores para análise das propostas e a formalização de um termo de ajustamento de conduta entre a Prefeitura e o Ministério Público Estadual.
A nova parcela do Fundef, prevista para liberação pelo Governo Federal em 2026, beneficiará 2.852 professores que atuaram entre 1997 e 2006, conforme determina a legislação. No caso de servidores já falecidos, o direito ao recebimento dos precatórios será transferido aos herdeiros diretos.

O Protagonista FSA


A informação partiu de um estudo da Universidade Yale, nos Estados Unidos

Vladimir Putin, presidente da Rússia
O relatório mostra Vladimir Putin, presidente da Rússia, como um dos responsáveis pelas ações | Foto: Divulgação/Kremlin

Nos Estados Unidos, um estudo conduzido pela Universidade Yale revelou que, desde fevereiro de 2022, pelo menos 314 crianças ucranianas foram submetidas à adoção forçada ou ao acolhimento pela Rússia. A instituição divulgou a pesquisa nesta terça-feira, 3.

O Laboratório de Pesquisa Humanitária da Escola de Saúde Pública de Yale liderou a pesquisa, considerada a mais detalhada e confiável sobre o tema até o momento.

O relatório, com 86 páginas, identificou 166 crianças sob a guarda de famílias russas e 148 presentes em bancos de dados de adoção operados ou coordenados pelo governo russo. A operação, descrita como “sistemática, intencional e generalizada”, visa a “russificar” as crianças ucranianas e teria sido iniciada sob a liderança do presidente russo, Vladimir Putin.

As crianças foram retiradas de Donetsk e Lugansk, regiões unilateralmente anexadas pela Rússia, e redistribuídas por 21 regiões russas. Entre elas, 67 foram naturalizadas e 42 estão em processo de adoção. O estudo mostra o uso de psicólogos para legitimar a adoção como uma “necessidade médica” e relata a “reeducação pró-Rússia” depois da custódia.

Rússia envia míssil para hospital na Ucrânia
Um míssil russo atingiu o maior hospital infantil da Ucrânia, tendo como alvo jovens pacientes com câncer | Foto: ZelenskyyUa/Fotos Públicas

Rússia teria cometido crimes de guerra

Os autores afirmam que essas práticas podem constituir crimes de guerra e contra a humanidade. A pesquisa pode reforçar alegações de genocídio pela Rússia contra a Ucrânia.

Em março, o Tribunal Penal Internacional emitiu mandados de prisão para Vladimir Putin e sua comissária de proteção à criança, Maria Lvova-Belova. Eles teriam realizado a deportação em massa de menores ucranianos para a Rússia, prática considerada crime de guerra.

Além de Putin e Lvova-Belova, o relatório de Yale responsabiliza outras autoridades russas pelo programa de adoção forçada. A responsabilização inclui Anna Kuznetsova, vice-presidente da Duma russa; Sergei Kravtsov, ministro da Educação; e líderes das administrações pró-russas de Donetsk e Lugansk.

Informações Revista Oeste


Ele trabalhou por oito anos na casa do heptacampeão mundial de Fórmula 1 e teria roubado milhares de fotos, centenas de vídeos e documentos confidenciais

Schumacher ex-segurança extorsão
Heptacampeão de F1, Schumacher sofreu grave acidente de esqui em 2013 | Foto: Reprodução/site Michael Schumacher

O ex-segurança de Michael Schumacher, Markus Fritsche, foi acusado de extorquir 12 milhões de libras (cerca de R$ 92,3 milhões) da família do piloto, relata o Daily Mail. O caso está sendo julgado na Alemanha. 

O esquema envolvia o roubo de 1.5 mil fotos, 200 vídeos e documentos médicos confidenciais, que ele teria ameaçado divulgar na dark web caso o valor não fosse pago.

Schumacher, de 55 anos, heptacampeão mundial de Fórmula 1, sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013 nos Alpes franceses, que o deixou com sequelas permanentes e sob cuidados médicos 24 horas por dia. Desde o acidente, a família mantém informações sobre sua saúde em sigilo absoluto.

O ex-segurança trabalhou para a família por oito anos. Corinna, mulher de Schumacher, levou o funcionário para o círculo interno de confiança da família para ajudar com os cuidados do ex-piloto.

Fritsche havia sido recrutado 18 meses antes do acidente de esqui. Teve acesso direto às informações familiares mais privadas. 

Depois de ser informado de sua dispensa, Fritsche teria arquitetado o plano com a ajuda de Yilmaz Tozturkan, 53 anos, seu amigo havia mais de 20 anos. Tozturkan trabalha como segurança de uma boate. Daniel Lins, 30 anos, filho de Tozturkan, especialista em tecnologia da informação, também teria participação.

Telefonema para familiares de Schumacher

Em junho de 2024, segundo os promotores, Tozturkan teria telefonado para a família do ex-piloto para comunicar a posse do material e exigir o valor, a serem pagos em duas parcelas. 

Dias depois, Lins teria enviado imagens para comprovar a ameaça e estipulou um prazo de um mês para o pagamento.

Os suspeitos foram monitorados por autoridades alemãs e suíças. Tozturkan e Lins foram presos em 19 de junho, e o material foi apreendido. O julgamento de Fritsche, preso em julho, Tozturkan e Lins está em andamento em Wuppertal, Alemanha. Neste momento, Tozturkan prossegue na prisão, enquanto seu filho e Fritsche, que mora em Wulfrath, perto de Wuppertal, estão em liberdade sob fiança.

Informações Revista Oeste


Palácio do Planalto enviou ao Congresso Nacional um pacote para revisão das despesas públicas e espera que medidas sejam aprovadas em 2024

Foto colorida do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira - Metrópoles

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), indicou, nesta quarta-feira (4/12), que não há votos suficientes na Casa para votação do pacote de revisão dos gastos públicos, entregue pelo Palácio do Planalto na semana passada.

O líder alagoano ainda reforçou que a base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não possui apoio suficiente nem para aprovar o regime de urgência do projeto de lei (PL) e do projeto de lei complementar (PLP), entregue pela equipe econômica do Planalto.

“Hoje, o governo não tem votos sequer para aprovar as urgências dos PLs. A PEC, eu coloquei na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], pedi para ser extrapauta e foi retirado — a pedido do governo —, porque acho que não tinha a certeza de ter os mínimos votos para aprovar a admissibilidade da PEC na CCJ”, pontuou Arthur Lira.

O requerimento de urgência garante que a proposta seja discutida diretamente no plenário, sem a necessidade de ser apreciada nas comissões temáticas na Câmara. O pedido para acelerar a tramitação da proposta precisa ser aprovado por maioria absoluta dos deputados, sendo 257 votos.

A declaração do líder alagoano aconteceu durante um evento do Jota em Brasília, que contou com a participação de outras autoridades, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“[É] um momento de muita instabilidade, de muita ansiedade, de muita turbulência interna, por causa desses acontecimentos que não são inerentes ao convívio harmônico, constitucional, de limites entre os Poderes, principalmente nas suas circunscrições do que pode ou não fazer. Você nunca vai ver um deputado julgando alguém, ou condenando alguém num tribunal, como também não deve ver nunca um juiz legislando”, completou o presidente da Câmara.

Apesar de não ter votos suficientes, a expectativa de Lira é colocar para votação ainda nesta quarta os requerimentos de urgência dos projetos de interesse do governo. Nos corredores, os deputados indicam que a falta de apoio acontece em decorrência da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para liberação das emendas parlamentares.

O ministro desbloqueou a execução dos recursos indicados pelos deputados e senadores ao Orçamento, mas apresentou ressalvas, como o crescimento das emendas a partir do próximo ano. Com isso, a decisão desagradou parte dos parlamentares que viram interferência do governo Lula.

Informações Metrópoles


A votação, que aconteceu nesta terça-feira (3), uniu a esquerda e a direita, com um total de 331 de 577 legisladores, que se colocaram a favor da medida

Reprodução/Instagram/@michelbarnier

Pela primeira vez na França, um primeiro-ministro foi derrubado nesta quarta-feira (4), após o Parlamento aprovar voto de desconfiança. Trata-se de Michel Barnier. Esse é o primeiro governo a ser derrotado em um voto de desconfiança desde 1962 e ter o menor mandato na história do país. Barnier iniciou o mandato há três meses.

A votação, que aconteceu nesta terça-feira (3), uniu a esquerda e a direita, com um total de 331 de 577 legisladores, que se colocaram a favor da medida que derruba o governo da França. Após a decisão, o gabinete de Barnier deve atuar de maneira interina até que o presidente Emmanuel Macron nomeie uma nova liderança.

De acordo com a CNN, a situação se tornou instável e pareceu insustentável na segunda-feira (2), quando Barnier foi forçado a usar um mecanismo constitucional arriscado que contornou uma votação sobre o Orçamento de 2025.

Após o ocorrido, legisladores rivais da esquerda, que há muito tempo juravam derrubá-lo, convocassem uma moção de confiança em resposta. O Reunião Nacional, partido de direita comandado por Marine Le Pen, apoiou a medida nesta quarta.

Barnier se pronunciou e se defendeu, afirmando aos parlamentares que “não estava com medo”, mas alertou que tirá-lo do poder tornaria “tudo mais difícil”.

Informações Bahia.ba


Em 2025, serão dez jogos no Brasil, sendo seis pelas Eliminatórias e quatro amistosos

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O fraco desempenho da Seleção Brasileira pode causar um impacto direto nos cofres da Globo, que vem enfrentando dificuldades para vender as partidas da equipe pentacampeã em 2025.

Além das seis últimas rodadas das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 – incluindo o clássico contra a Argentina, previsto para março, ainda tem amistosos a serem disputados pelo time Canarinho.

De acordo com a Folha de São Paulo, mesmo com os bons números de audiência, os anunciantes entendem que o público não tem mais prazer em assistir às partidas do Brasil.

Essa é a segunda vez que a Globo sofre este ano pelo mesmo motivo. A emissora conseguiu vender apenas duas cotas de patrocínio, número que foi considerado abaixo da meta. Para o Brasileirão, que está em reta final, estão sendo negociadas oito cotas.

Apenas uma marca das duas patrocinadoras atuais sinalizou à Globo que irá renovar o contrato das transmissões. A emissora oferece as cotas anuais pelo valor de R$ 30,7 milhões cada. Em 2025, serão dez jogos no Brasil, sendo seis pelas Eliminatórias e quatro amistosos.

Informações Bahia.ba


O deputado participa de mais uma edição da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC)

Foto: YouTube/Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) viajou à Argentina, nesta quarta-feira (4), para participar da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC). O parlamentar aproveitou a passagem pelo país e visitou dois brasileiros que foram presos por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os brasileiros foram presos na ação que condenou os envolvidos nos protestos de 8 de janeiro de 2023. De acordo com Eduardo, o objetivo da visita é se solidarizar aos presos. “Levar uma palavra de alento e conhecer juridicamente em detalhes técnicos a defesa deles, além de fazer valer os acordos internacionais”, disse.

O parlamentar conversou com Vivi, esposa de Rodrigo de Freitas Moro, e Agnes, filha de Joelton Gusmão de Oliveira. Ambos foram condenados a 17 anos. “Só tem eu e meus filhos aqui… A família são os patriotas que têm nos ajudado. Estamos sobrevivendo com ajuda das pessoas, da igreja”, afirmou Vivi.

“A gente está aqui pra buscar a liberdade que a gente perdeu (…) Pessoas que estão sendo condenadas injustamente como se fossem terroristas. É simplesmente desumano!”, considerou o deputado.

Rodrigo e Joelton estão entre os 61 condenados considerados foragidos pelo STF. Em uma determinação judicial, emitida pela 3ª Vara Federal da Justiça Argentina a pedido do Supremo, foi estabelecido que eles fossem detidos e colocados à disposição da Justiça para o processo de extradição para o Brasil.

Informações Bahia.ba