
A Câmara Municipal de Feira de Santana não votou, nesta quarta-feira (4), em 2ª discussão, o projeto de lei do Executivo que prevê a antecipação dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), por meio de deságio. O projeto foi aprovado por unanimidade e deveria ser votado em segunda e última discussão nesta quarta, mas para frustração de professores da rede muncipal, não entrou em pauta.
A decisão da presidência da Câmara é, no mínimo, estranha, já que esta semana alguns projetos foram pautados e votados em primeira e segunda discussões com muita rapidez, a exemplo do projeto que prevê aumento para o salários dos vereadores, de R$ 19 mil para R$ 26 mil.
Ao não pautar o projeto para a segunda votação, a presidente da Casa, vereadora Eremita Mota, bate de frente com decisão judicial, da semana passada, que obriga a Câmara a votar o projeto, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
No apagar das luzes de seu mandato de presidente da Câmara, Eremita deixa passar uma boa portunidade de “limpar a barra” com os professores da rede municipal em relação aos Precatórios, já que o projeto do Executivo, para pagamento, está engavetado na Casa da Cidadania há semanas. Professora do estado, Eremita, inclusive, já recebeu o dinheiro dos Precatórios.
A expectativa geral é que nesta quinta-feira (5), o bom senso prevaleça e o projeto seja pautado para, enfim, ser apreciado em segunda votação pelos vereadores.
Caso haja a aprovação na Câmara, outras etapas ainda serão necessárias para viabilizar o pagamento dos Precatórios aos professores. Entre elas estão o chamamento público para selecionar instituições bancárias aptas a aderir ao deságio, a realização de uma nova assembleia com os professores para análise das propostas e a formalização de um termo de ajustamento de conduta entre a Prefeitura e o Ministério Público Estadual.
A nova parcela do Fundef, prevista para liberação pelo Governo Federal em 2026, beneficiará 2.852 professores que atuaram entre 1997 e 2006, conforme determina a legislação. No caso de servidores já falecidos, o direito ao recebimento dos precatórios será transferido aos herdeiros diretos.
O Protagonista FSA

Nos Estados Unidos, um estudo conduzido pela Universidade Yale revelou que, desde fevereiro de 2022, pelo menos 314 crianças ucranianas foram submetidas à adoção forçada ou ao acolhimento pela Rússia. A instituição divulgou a pesquisa nesta terça-feira, 3.
O Laboratório de Pesquisa Humanitária da Escola de Saúde Pública de Yale liderou a pesquisa, considerada a mais detalhada e confiável sobre o tema até o momento.
O relatório, com 86 páginas, identificou 166 crianças sob a guarda de famílias russas e 148 presentes em bancos de dados de adoção operados ou coordenados pelo governo russo. A operação, descrita como “sistemática, intencional e generalizada”, visa a “russificar” as crianças ucranianas e teria sido iniciada sob a liderança do presidente russo, Vladimir Putin.
As crianças foram retiradas de Donetsk e Lugansk, regiões unilateralmente anexadas pela Rússia, e redistribuídas por 21 regiões russas. Entre elas, 67 foram naturalizadas e 42 estão em processo de adoção. O estudo mostra o uso de psicólogos para legitimar a adoção como uma “necessidade médica” e relata a “reeducação pró-Rússia” depois da custódia.

Os autores afirmam que essas práticas podem constituir crimes de guerra e contra a humanidade. A pesquisa pode reforçar alegações de genocídio pela Rússia contra a Ucrânia.
Em março, o Tribunal Penal Internacional emitiu mandados de prisão para Vladimir Putin e sua comissária de proteção à criança, Maria Lvova-Belova. Eles teriam realizado a deportação em massa de menores ucranianos para a Rússia, prática considerada crime de guerra.
Além de Putin e Lvova-Belova, o relatório de Yale responsabiliza outras autoridades russas pelo programa de adoção forçada. A responsabilização inclui Anna Kuznetsova, vice-presidente da Duma russa; Sergei Kravtsov, ministro da Educação; e líderes das administrações pró-russas de Donetsk e Lugansk.
Informações Revista Oeste
Ele trabalhou por oito anos na casa do heptacampeão mundial de Fórmula 1 e teria roubado milhares de fotos, centenas de vídeos e documentos confidenciais

O ex-segurança de Michael Schumacher, Markus Fritsche, foi acusado de extorquir 12 milhões de libras (cerca de R$ 92,3 milhões) da família do piloto, relata o Daily Mail. O caso está sendo julgado na Alemanha.
O esquema envolvia o roubo de 1.5 mil fotos, 200 vídeos e documentos médicos confidenciais, que ele teria ameaçado divulgar na dark web caso o valor não fosse pago.
Schumacher, de 55 anos, heptacampeão mundial de Fórmula 1, sofreu um grave acidente de esqui em dezembro de 2013 nos Alpes franceses, que o deixou com sequelas permanentes e sob cuidados médicos 24 horas por dia. Desde o acidente, a família mantém informações sobre sua saúde em sigilo absoluto.
O ex-segurança trabalhou para a família por oito anos. Corinna, mulher de Schumacher, levou o funcionário para o círculo interno de confiança da família para ajudar com os cuidados do ex-piloto.
Fritsche havia sido recrutado 18 meses antes do acidente de esqui. Teve acesso direto às informações familiares mais privadas.
Depois de ser informado de sua dispensa, Fritsche teria arquitetado o plano com a ajuda de Yilmaz Tozturkan, 53 anos, seu amigo havia mais de 20 anos. Tozturkan trabalha como segurança de uma boate. Daniel Lins, 30 anos, filho de Tozturkan, especialista em tecnologia da informação, também teria participação.
Em junho de 2024, segundo os promotores, Tozturkan teria telefonado para a família do ex-piloto para comunicar a posse do material e exigir o valor, a serem pagos em duas parcelas.
Dias depois, Lins teria enviado imagens para comprovar a ameaça e estipulou um prazo de um mês para o pagamento.
Os suspeitos foram monitorados por autoridades alemãs e suíças. Tozturkan e Lins foram presos em 19 de junho, e o material foi apreendido. O julgamento de Fritsche, preso em julho, Tozturkan e Lins está em andamento em Wuppertal, Alemanha. Neste momento, Tozturkan prossegue na prisão, enquanto seu filho e Fritsche, que mora em Wulfrath, perto de Wuppertal, estão em liberdade sob fiança.
Informações Revista Oeste

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), indicou, nesta quarta-feira (4/12), que não há votos suficientes na Casa para votação do pacote de revisão dos gastos públicos, entregue pelo Palácio do Planalto na semana passada.
O líder alagoano ainda reforçou que a base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não possui apoio suficiente nem para aprovar o regime de urgência do projeto de lei (PL) e do projeto de lei complementar (PLP), entregue pela equipe econômica do Planalto.
“Hoje, o governo não tem votos sequer para aprovar as urgências dos PLs. A PEC, eu coloquei na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], pedi para ser extrapauta e foi retirado — a pedido do governo —, porque acho que não tinha a certeza de ter os mínimos votos para aprovar a admissibilidade da PEC na CCJ”, pontuou Arthur Lira.
O requerimento de urgência garante que a proposta seja discutida diretamente no plenário, sem a necessidade de ser apreciada nas comissões temáticas na Câmara. O pedido para acelerar a tramitação da proposta precisa ser aprovado por maioria absoluta dos deputados, sendo 257 votos.
A declaração do líder alagoano aconteceu durante um evento do Jota em Brasília, que contou com a participação de outras autoridades, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“[É] um momento de muita instabilidade, de muita ansiedade, de muita turbulência interna, por causa desses acontecimentos que não são inerentes ao convívio harmônico, constitucional, de limites entre os Poderes, principalmente nas suas circunscrições do que pode ou não fazer. Você nunca vai ver um deputado julgando alguém, ou condenando alguém num tribunal, como também não deve ver nunca um juiz legislando”, completou o presidente da Câmara.
Apesar de não ter votos suficientes, a expectativa de Lira é colocar para votação ainda nesta quarta os requerimentos de urgência dos projetos de interesse do governo. Nos corredores, os deputados indicam que a falta de apoio acontece em decorrência da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para liberação das emendas parlamentares.
O ministro desbloqueou a execução dos recursos indicados pelos deputados e senadores ao Orçamento, mas apresentou ressalvas, como o crescimento das emendas a partir do próximo ano. Com isso, a decisão desagradou parte dos parlamentares que viram interferência do governo Lula.
Informações Metrópoles

Pela primeira vez na França, um primeiro-ministro foi derrubado nesta quarta-feira (4), após o Parlamento aprovar voto de desconfiança. Trata-se de Michel Barnier. Esse é o primeiro governo a ser derrotado em um voto de desconfiança desde 1962 e ter o menor mandato na história do país. Barnier iniciou o mandato há três meses.
A votação, que aconteceu nesta terça-feira (3), uniu a esquerda e a direita, com um total de 331 de 577 legisladores, que se colocaram a favor da medida que derruba o governo da França. Após a decisão, o gabinete de Barnier deve atuar de maneira interina até que o presidente Emmanuel Macron nomeie uma nova liderança.
De acordo com a CNN, a situação se tornou instável e pareceu insustentável na segunda-feira (2), quando Barnier foi forçado a usar um mecanismo constitucional arriscado que contornou uma votação sobre o Orçamento de 2025.
Após o ocorrido, legisladores rivais da esquerda, que há muito tempo juravam derrubá-lo, convocassem uma moção de confiança em resposta. O Reunião Nacional, partido de direita comandado por Marine Le Pen, apoiou a medida nesta quarta.
Barnier se pronunciou e se defendeu, afirmando aos parlamentares que “não estava com medo”, mas alertou que tirá-lo do poder tornaria “tudo mais difícil”.
Informações Bahia.ba

O fraco desempenho da Seleção Brasileira pode causar um impacto direto nos cofres da Globo, que vem enfrentando dificuldades para vender as partidas da equipe pentacampeã em 2025.
Além das seis últimas rodadas das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 – incluindo o clássico contra a Argentina, previsto para março, ainda tem amistosos a serem disputados pelo time Canarinho.
De acordo com a Folha de São Paulo, mesmo com os bons números de audiência, os anunciantes entendem que o público não tem mais prazer em assistir às partidas do Brasil.
Essa é a segunda vez que a Globo sofre este ano pelo mesmo motivo. A emissora conseguiu vender apenas duas cotas de patrocínio, número que foi considerado abaixo da meta. Para o Brasileirão, que está em reta final, estão sendo negociadas oito cotas.
Apenas uma marca das duas patrocinadoras atuais sinalizou à Globo que irá renovar o contrato das transmissões. A emissora oferece as cotas anuais pelo valor de R$ 30,7 milhões cada. Em 2025, serão dez jogos no Brasil, sendo seis pelas Eliminatórias e quatro amistosos.
Informações Bahia.ba

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) viajou à Argentina, nesta quarta-feira (4), para participar da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC). O parlamentar aproveitou a passagem pelo país e visitou dois brasileiros que foram presos por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os brasileiros foram presos na ação que condenou os envolvidos nos protestos de 8 de janeiro de 2023. De acordo com Eduardo, o objetivo da visita é se solidarizar aos presos. “Levar uma palavra de alento e conhecer juridicamente em detalhes técnicos a defesa deles, além de fazer valer os acordos internacionais”, disse.
O parlamentar conversou com Vivi, esposa de Rodrigo de Freitas Moro, e Agnes, filha de Joelton Gusmão de Oliveira. Ambos foram condenados a 17 anos. “Só tem eu e meus filhos aqui… A família são os patriotas que têm nos ajudado. Estamos sobrevivendo com ajuda das pessoas, da igreja”, afirmou Vivi.
“A gente está aqui pra buscar a liberdade que a gente perdeu (…) Pessoas que estão sendo condenadas injustamente como se fossem terroristas. É simplesmente desumano!”, considerou o deputado.
Rodrigo e Joelton estão entre os 61 condenados considerados foragidos pelo STF. Em uma determinação judicial, emitida pela 3ª Vara Federal da Justiça Argentina a pedido do Supremo, foi estabelecido que eles fossem detidos e colocados à disposição da Justiça para o processo de extradição para o Brasil.
Informações Bahia.ba

Nos dias 3 e 4 de dezembro, o deputado estadual, Pablo Roberto, estará no Rio de Janeiro para participar da 27ª Conferência Nacional da UNALE (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais), que terá como tema central “O Futuro da Educação no Brasil”. Este importante encontro reúne renomados palestrantes, especialistas, delegações internacionais, investidores e parlamentares de todo o Brasil, proporcionando uma oportunidade única para ampliar conhecimentos e discutir os desafios e oportunidades na área da educação.
Além disso, no dia 5 de dezembro, em Brasília, Pablo Roberto participará – na condição de vice-prefeito eleito, e também representando o prefeito eleito José Ronaldo – do evento “Educação como Prioridade”, que também busca ressaltar a importância de investimentos e ações efetivas na área educacional.
O “Educação como Prioridade” é realizado pelo Programa Todos Pela Educação, com apoio da Frente Nacional dos Prefeitos, e contará com a presença de políticos de destaque no país, a exemplo da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), prefeito de Recife, João Campos (PSB), e governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União).
A presença do deputado Pablo nos dois eventos reflete seu compromisso com a melhoria da educação em nosso país e, especialmente, com o desenvolvimento educacional da Bahia. “Os eventos são espaços para a troca de experiências e propostas. Estamos em busca do fortalecimento das políticas educacionais para garantir um futuro mais promissor para crianças e jovens através da educação”, enfatiza o parlamentar.
Através dessas iniciativas, o deputado reafirma seu engajamento em lutar por uma educação de qualidade para todos os baianos, reconhecendo que a formação educacional é a base para o desenvolvimento social e econômico do estado.
Com sua participação ativa nesses eventos, Pablo Roberto se coloca na vanguarda das discussões sobre educação, demonstrando que a Bahia pode contar com um representante comprometido em buscar soluções inovadoras e eficazes para os desafios enfrentados no setor.

O duelo entre Cruzeiro e Palmeiras, que ocorre nesta quarta-feira (4), às 21h30 (de Brasília), no Mineirão, pela penúltima rodada do Brasileirão, vale mais do que apenas os três pontos. Ambas as equipes precisam dar respostas aos seus torcedores e travaram guerras nos bastidores nos últimos dias.
O Palmeiras ainda sonha com o título do Brasileirão. A equipe de Abel Ferreira precisa vencer seus dois jogos (contra Cruzeiro e Fluminense) e torcer para o Botafogo não fazer quatro pontos nos jogos contra Inter e São Paulo.
Já a Raposa almeja uma vaga na próxima Copa Libertadores. A equipe de Diniz tem 49 pontos na 9ª posição, atrás de Bahia (50) e Corinthians (53), as duas com um jogo a mais. Até por isso, uma vitória contra o Alviverde pode deixar o Cruzeiro em vantagem para última rodada.
Diniz comandou o Cruzeiro em 13 jogos, com 2 vitórias, 6 empates e 5 derrotas. O desempenho não é nada bom e o técnico ainda acumula a derrota na final da Copa Sul-Americana para o Racing.
Já Abel Ferreira ouviu gritos de “burro” na derrota para o Botafogo na última rodada, apesar de grande parte do Allianz Parque ter abafado os xingamentos. O treinador vive seu pior ano até o momento no clube apenas com a conquista do Paulistão.
O camisa 7 do Palmeiras foi anunciado pelo Cruzeiro em junho, mas voltou atrás no negócio e permaneceu no Palmeiras. O jogador já enfrentou a Raposa no Allianz Parque nesta temporada, mas essa é a primeira visita em Belo Horizonte.
A negociação frustrada com o Cruzeiro gera barulho até hoje dentro do Palmeiras. Leila Pereira queria que o jogador deixasse o Alviverde e disse isso publicamente. O estafe do atleta sente que até hoje isso o prejudica dentro do clube onde é ídolo. Existe uma boa chance do ‘Baixola’ deixar o Palmeiras em 2025, e o Cruzeiro segue como um dos interessados.
O governo de Minas Gerais ingressou com uma ação na Justiça para que a partida fosse disputada no Mineirão com a presença de apenas torcedores do time da casa.
No último domingo (1º), a CBF notificou os presidentes dos dois clubes e as federações mineira e paulista de que a partida será realizada com portões fechados. Na noite de terça (3), a entidade confirmou que o duelo será mesmo sem torcida.
A confirmação dos portões fechados acontece após uma tentativa de última hora da CBF de mudar a ideia da Polícia Militar de Minas Gerais sobre os aspectos de segurança envolvendo a partida.
O recente histórico de violência envolvendo as duas torcidas é um fator a mais nessa disputa. No dia 27 de outubro, membros da principal torcida organizada do Palmeiras, a Mancha Verde, armaram uma emboscada a dois ônibus com integrantes da Máfia Azul, em Mairiporã, região metropolitana de São Paulo, no quilômetro 65 da rodovia Fernão Dias. Um torcedor cruzeirense foi morto.
Informações UOL

O jornalista Luiz Andreoli, que conta com passagens por emissoras como Globo, Band e Manchete, concedeu entrevista à jornalista Lisa Gomes e falou da sua relação com o piloto Ayrton Senna. O comunicador, pai do também jornalista Felipe Andreoli, era amigo íntimo do tricampeão de Fórmula 1 e deu detalhes da vida do famoso, incluindo a sexualidade.
Durante o bate-papo no podcast Lisa, Leve e Solta, Luiz Andreoli abriu o jogo e falou sobre a sexualidade de Senna, colocada em xeque nos últimos dias nas redes sociais. O jornalista, porém, não deu margem para a boataria. Questionado se o piloto era mesmo gay, o comunicador garantiu que não.
“Isso é uma mentira, foi uma invenção do Piquet”, afirmou. “Mesmo que fosse, qual seria o problema? Naquele tempo de machismo, era uma coisa que ofendia o cara. Ele vivia nesse mundo de corrida, tava cheio de mulher. E na Fórmula 1, um sai com a mulher do outro, e o Piquet ficou muito bravo porque o Senna saiu com a ex-mulher dele, dizem”, comentou o jornalista.
A sexualidade de Ayrton Senna virou assunto também para a youtuber Antonia Fontenelle. A ex-mulher do diretor Marcos Paulo afirmou, durante uma live, que Adriane Galisteu ameaçou revelar que o ex-piloto era gay e que esse seria um dos motivos da guerra declarada entre ela e a família do ex-amado.
“Vamos lá… Esse fim de semana uma pessoa me disse o seguinte: ‘Por que a mãe e família do Ayrton Senna têm horror à Galisteu?’. Não gostavam dela por ‘n’ questões, que não cabem a mim vir aqui falar, apesar de nessa conversa eu ter sabido qual era o problema…”, começou ela, antes de contar.
“Mas uma coisa absurda que eu ouvi, e que me recuso a acreditar que ela tenha feito um negócio desse, é que Galisteu ligou para a mãe do Ayrton e falou: ‘Se vocês não pararem de fechar as portas para mim, eu vou contar que o Ayrton Senna era gay’”, detalhou Fontenelle.
Em seguida, a influenciadora disse duvidar da informação. “Eu ouvi isso no telefone e falei ‘Isso não é possível. Imagina, ninguém em sã consciência vai falar um negócio desse’. Nunca. Eu não acredito, do fundo do meu coração, tá, que esse telefonema tenha acontecido”, afirmou.
Informações Metrópoles