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Mais de 8 mil vídeos foram encontrados nos celulares apreendidos com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo relato de pessoas ligadas à investigação ao jornal O Globo. O material está armazenado em nove aparelhos recolhidos ao longo das diferentes etapas do caso e passou a ser analisado por peritos.

Segundo fontes com acesso ao processo, o volume de dados exige uma triagem cuidadosa. Há registros antigos e recentes, relacionados tanto à vida privada quanto às atividades profissionais de Vorcaro. Por isso, os peritos têm adotado cautela para evitar interpretações precipitadas.

Entre os arquivos examinados estão imagens do banqueiro ao lado de políticos e autoridades. No entanto, investigadores avaliam que os conteúdos, isoladamente, não indicam irregularidades e só ganham importância se estiverem associados a outros elementos de prova.

A expectativa dentro da investigação é que a análise do material leve à abertura de novas linhas de apuração. Pessoas envolvidas no caso acreditam que ainda podem surgir informações inéditas, inclusive sobre fatos que não estavam no radar inicial dos investigadores.

Vorcaro está preso desde o dia 19 de março na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Paralelamente à análise dos aparelhos, ele negocia um acordo de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

*Pleno.News


Medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta (1°)

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Governo Federal autorizou a concessão de garantia da União para um empréstimo do Estado da Bahia no valor de R$ 2 bilhões. O despacho do ministro da Fazenda Dario Durigan estabelece que os recursos devem ser aplicados exclusivamente no pagamento do estoque de precatórios vencidos e não pagos.  A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (1º). 

O montante será captado junto a um consórcio de instituições financeiras privadas, formado pelo Itaú Unibanco, Santander e Bradesco.

A Fazenda diz na decisão que a operação de crédito deve seguir as regras do regime especial estabelecido pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal.

De acordo com o despacho, a autorização ocorreu após manifestações favoráveis da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O governo federal atuará como garantidor do contrato.

Para a efetivação do repasse, a PGFN ainda deverá verificar o cumprimento de cláusulas normativas. Além disso, o Estado da Bahia precisa formalizar o contrato de contragarantia, dispositivo que assegura à União o direito de reter repasses federais caso as parcelas do empréstimo não sejam quitadas pelo governo baiano.

Informações Bahia.ba


Foguete SLS deixou o solo com quatro tripulantes

A Nasa iniciou, na noite desta quarta-feira (1), a missão Artemis II, que marca a retomada das viagens tripuladas rumo à Lua após mais de meio século. A cápsula Orion foi lançada pelo foguete Space Launch System (SLS), o mais potente da agência, levando a bordo quatro tripulantes. O grupo deve realizar um sobrevoo pelo satélite natural, o que não inclui pouso na superfície lunar.

A missão terá duração de aproximadamente dez dias. O plano de voo consiste em contornar o lado oculto da Lua e retornar à Terra utilizando uma trajetória de retorno livre, que aproveita a força da gravidade para guiar a cápsula de volta com o mínimo de propulsão. Durante o trajeto, os astronautas testarão sistemas críticos de suporte de vida, navegação e comunicação.

Esta etapa é considerada fundamental para validar a segurança e a tecnologia da cápsula Orion antes de futuras missões de descida ao solo lunar. Com o sucesso deste voo, a Nasa pretende viabilizar a Artemis III, projeto que planeja levar a primeira mulher e a primeira pessoa negra à superfície da Lua. Esta etapa está prevista para setembro.

A tripulação é composta pelos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o canadense Jeremy Hansen. Até o momento, a viagem representa o maior afastamento da Terra realizado por seres humanos desde o encerramento do programa Apollo, na década de 1970.

A decolagem ocorre após uma série de adiamentos técnicos. Caso o cronograma seja cumprido sem intercorrências, a tripulação deve retornar ao planeta após completar os testes de controle manual e resistência dos sistemas essenciais. A Artemis II consolida o segundo passo do cronograma atual da agência para estabelecer uma presença humana sustentável no espaço.

Informações Pleno News


Prazo vai de 13 a 24 de abril

Saiba como fazer pedido isenção para o Enem 2026

O pedido de isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 poderá ser feito entre 13 e 24 de abril. As regras foram divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O valor ainda não foi informado; em 2025, a taxa foi de R$ 85.

Como solicitar a isenção:

  • Acesse a Página do Participante;
  • Faça login com a conta gov.br;
  • Preencha os dados solicitados;
  • Informe renda e situação escolar;
  • Envie a solicitação e acompanhe o resultado.

Quem pode pedir

  • Estudantes do 3º ano do ensino médio em escola pública (2026)
  • Quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral
  • Pessoas com renda de até um salário-mínimo e meio
  • Inscritos no CadÚnico e participantes do programa Pé-de-Meia

Regras importantes

 O MEC informa que o CadÚnico deve estar atualizado para evitar a negativa do pedido. Mesmo com a isenção aprovada, o candidato precisa fazer a inscrição no Enem em outro período. O nome social pode ser solicitado nessa etapa, se estiver regular na Receita Federal.

Justificativa de ausência 

  • Acesse a Página do Participante;
  • Informe que faltou ao Enem 2025;
  • Envie documentos que comprovem o motivo;
  • Aguarde análise do Inep.

A aprovação da isenção ou da justificativa não garante a inscrição automática. O candidato deve acompanhar os prazos e cumprir todas as etapas para participar do Enem 2026.

Informações Metro1


Associação das empresas aéreas alerta para custos elevados

combustível de aviação
Passagens de avião podem ficar mais caras nos próximos meses | Foto: Divulgação/ Petrobras

Na quarta-feira 1°, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) projetou “consequências severas” para o setor depois do reajuste de quase 55% no preço do combustível de aviação.

“A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo”, afirmou a associação em nota. 

Somada à alta de março, a nova taxa eleva o peso do combustível de 30% para 45% dos custos operacionais das companhias.

Petrobras confirmou a elevação do preço médio de venda para as distribuidoras conforme a paridade internacional.

Para mitigar o impacto, porém, a estatal ofereceu um parcelamento.

As distribuidoras pagarão 18% da alta em abril e o restante em seis parcelas a partir de julho.

“Essa medida visa a preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado”, informou a estatal.

Combustível de aviação acompanha valorização do petróleo

A valorização do petróleo no mercado internacional motiva o aumento.

A guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos, Israel e Irã, elevou o preço do barril de US$ 70 para mais de US$ 115.

Embora o Brasil produza 80% do querosene consumido internamente, os preços acompanham as variações globais.

A associação das empresas não mencionou reajustes diretos nas tarifas, mas defendeu mecanismos para reduzir o impacto nos custos. 

O Grupo Abra, controlador da Gol, estima que cada dólar de acréscimo no galão do combustível pode elevar as passagens em 10%.

Já a Azul aumentou o preço médio das passagens em mais de 20% nas últimas três semanas.

A companhia também prevê reduzir em 1% a oferta de voos domésticos no segundo trimestre.

Informações Revista Oeste


Ex-deputado desafiou o ministro a enviar uma carta rogatória para que ele responda diretamente dos Estados Unidos

Eduardo Bolsonaro faz acusação direta a Alexandre de Moraes | Foto: Reprodução/Montagem sobre redes sociais
À esquerda, Eduardo Bolsonaro; à direita, Alexandre de Moraes | Foto: Reprodução/Montagem sobre redes sociais

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu à investigação aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar um vídeo feito pelo ex-deputado, durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC).

“Moraes, eu te desafio a mandar uma carta rogatória para mim, aqui nos Estados Unidos, que eu te respondo fazendo uma transmissão ao vivo”, disse Eduardo.

O magistrado resolveu apurar o episódio da CPAC, em virtude de o conteúdo ter sido supostamente direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que, atualmente, cumpre uma série de medidas restritivas, após obter regime domiciliar temporário.

Comparação com Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O ex-deputado disse que a investigação conduzida por Moraes tem caráter intimidatório. 

Conforme ele, “Alexandre de Moraes é maluco, tem um fetiche comigo”.

“Acho que deve sonhar comigo, por isso que ele fica tentando fazer essas ordens”, declarou Eduardo. “Ele, na verdade, tenta me intimidar.”

Eduardo comparou seu caso ao do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao mencionar que o pré-candidato à Presidência publicou vídeo semelhante sem enfrentar consequências.

“Por que, quando eu faço, vira problema?”, indagou Eduardo. “Porque ele quer pegar uma base de pessoas que não acompanham a política ou que sejam mais ignorantes, para achar que o Eduardo Bolsonaro está dando dor de cabeça ao Jair Bolsonaro. Ou seja, ele quer me calar.”

Questionamentos sobre acesso a dados pessoais

O ex-parlamentar também acusou Moraes de solicitar acesso a seus dados pessoais a plataformas digitais.

Ele alegou que esse pedido teria sido citado em relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

“Eu quero que Alexandre de Moraes me intime”, voltou a dizer Eduardo. “Quero que ele pare de ficar pedindo às plataformas, utilizando meios ilícitos para pegar meus dados pessoais, como explanou agora esse relatório da CCJ americana, onde ele pede às plataformas de redes sociais dados pessoais meus.”

Informações Revista Oeste


Operação Bula Fria cumpre mandados em Goiás e São Paulo para frear rede criminosa que comercializava fármacos

Segundo a PF, o esquema com os remédios para câncer também movimentava recursos por meio de lavagem de capitais e praticava fraudes contra a ordem tributária | Foto: PF/Divulgação
Segundo a PF, o esquema com os remédios para câncer também movimentava recursos por meio de lavagem de capitais e praticava fraudes contra a ordem tributária | Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Bula Fria nas primeiras horas desta quinta-feira, 2. A ofensiva, que conta com a participação da Anvisa, do Ministério Público Federal e da Receita Federal, mira uma organização criminosa especializada no mercado negro de medicamentos de alta complexidade contra o câncer. Agentes federais cumprem quatro ordens de busca e apreensão nos municípios de Aparecida de Goiânia (GO), Ribeirão Preto (SP), Cravinhos (SP) e na capital paulista.

O foco da investigação reside na entrada clandestina de substâncias terapêuticas sem registro sanitário em território nacional. O grupo priorizava fármacos de valor elevado, como o Keytruda (pembrolizumabe), utilizado no tratamento de tumores. Logo que os policiais avançaram no inquérito, constataram que os criminosos ignoravam protocolos básicos de segurança. O transporte e o depósito dos produtos ocorriam sem nenhuma refrigeração, o que compromete a eficácia dos princípios ativos e coloca a saúde pública em perigo.

Crimes e penalidades severas

A Justiça tipificou a conduta dos envolvidos em um rol extenso de delitos graves. A lista inclui contrabando e comercialização de itens medicinais falsificados, corrompidos ou adulterados. O esquema também movimentava recursos por meio de lavagem de capitais e praticava fraudes contra a ordem tributária. Somadas, as punições para essas práticas podem ultrapassar duas décadas de reclusão, refletindo o peso das infrações.

A precariedade do armazenamento surge como o ponto mais alarmante do relatório policial. Sem o monitoramento térmico exigido pelos fabricantes, os remédios podem sofrer deterioração e tornar-se ineficazes para combater o câncer. A PF ressalta que o consumo desses materiais sem procedência garantida gera danos irreparáveis e engana cidadãos em situações de vulnerabilidade extrema. Com a conclusão das buscas de hoje, os investigadores pretendem identificar todos os beneficiários da estrutura ilegal que lucrava com a doença alheia.

Informações Revista Oeste


O ex-vereador carioca diz que seu pai ainda enfrenta crises de soluços e que a ‘saúde dele se deteriora rapidamente’

Carlos Bolsonaro e Jair Bolsonaro
Carlos Bolsonaro visitou o ex-presidente em sua residência, onde cumpre prisão domiciliar | Foto: Reprodução/Redes sociais 

O ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais para descrever o primeiro encontro com o pai, Jair Bolsonaro, logo que o ex-presidente iniciou o cumprimento de prisão domiciliar em Brasília. Segundo o relato publicado nesta quarta-feira, 1º, o estado de saúde do ex-chefe do Executivo apresenta sinais de declínio acelerado. Carlos destacou que o pai ainda sofre com “crises de soluços intermináveis” e que o cerceamento da liberdade tem agravado comorbidades preexistentes.

Apesar do quadro clínico, o filho do ex-presidente reforçou a resiliência do pai diante da condenação de 27 anos e três meses de reclusão. Carlos classificou a situação atual como “menos pior do que uma prisão” em regime fechado, mas reiterou a tese de inocência da família. “Tenho absoluta certeza de que, independentemente da maldade que tentam impor a um homem inocente, ele jamais se entregará”, afirmou.

Regras rígidas e isolamento

A visita de Carlos ocorreu sob o estrito protocolo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A decisão que permitiu a transferência de Bolsonaro para sua residência no dia 24 de março impõe condições severas: o ex-presidente é monitorado por tornozeleira eletrônica e está terminantemente proibido de utilizar telefones celulares, gravar vídeos ou acessar redes sociais e a internet.

O regime de visitas é cronometrado. Os filhos só possuem autorização para entrar na residência às quartas-feiras e aos sábados, em janelas específicas de duas horas, dividindo esse tempo entre os irmãos. Apenas advogados e médicos selecionados têm permissão de ingresso, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a filha caçula Laura mantêm circulação livre por residirem no local. No entorno do imóvel, a Polícia Militar do Distrito Federal mantém um bloqueio para impedir aglomerações em um raio de um quilômetro.

Bolsonaro foi para domiciliar depois de internação

A mudança para o regime domiciliar, com validade temporária de 90 dias, aconteceu com a conclusão de um período de internação hospitalar. No dia 13 de março, Bolsonaro sofreu um mal-estar súbito em sua cela e precisou de atendimento de urgência no Hospital DF Star. O diagnóstico apontou pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração.

A defesa do ex-presidente obteve a conversão da pena logo que a equipe médica concedeu alta, argumentando a necessidade de cuidados específicos que o sistema prisional comum não poderia oferecer. Mesmo em ambiente doméstico, Carlos Bolsonaro descreve o cenário como uma “missão” contínua, afirmando que a “máquina” do pai permanece ativa, apesar das limitações físicas e jurídicas impostas pela Suprema Corte.

Informações Revista Oeste


Chefe da Casa Branca afirmou que considerará proposta quando Ormuz for reaberto

Donald Trump Foto: EFE/EPA/Aaron Schwartz / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (1°), que o Irã solicitou um “cessar-fogo” e sinalizou que considerará essa possibilidade assim que o Estreito de Ormuz for reaberto.

– O novo presidente do regime iraniano, muito menos radicalizado e muito mais inteligente que seus predecessores, acaba de pedir um cessar-fogo aos Estados Unidos da América! Consideraremos quando o Estreito de Ormuz estiver aberto, livre e desimpedido – escreveu Trump na plataforma Truth Social, sem especificar a qual líder iraniano se referia.

Até lá, acrescentou Trump, os Estados Unidos continuarão “bombardeando o Irã até a aniquilação ou, como dizem alguns, até que retorne à Idade da Pedra!”.

O presidente estadunidense planeja fazer um “importante” discurso à nação às 21h de hoje (no horário de Washington, 22h de Brasília) para informar sobre a guerra, em uma mensagem que ocorrerá após uma série de comentários sobre o possível fim do conflito.

Trump afirmou nesta terça (31) que pretende “retirar-se” do Irã em “duas ou três semanas”, ao assegurar que os objetivos da guerra iniciada em 28 de fevereiro estão sendo alcançados, como evitar que a república islâmica obtenha uma arma nuclear.

Após ter tentado, sem sucesso, liderar uma coalizão militar com seus aliados para reabrir o Estreito de Ormuz – via fundamental para o comércio de petróleo que permanece bloqueada pelo Irã em resposta aos ataques americanos e israelenses -, Trump disse que esse assunto não é mais dos Estados Unidos.

O republicano instou os países da Otan e as nações asiáticas a agirem com “coragem” e “tomarem” o estreito, por onde circula um quinto do petróleo mundial.

Em entrevista publicada nesta quarta pelo jornal britânico The Telegraph, o chefe da Casa Branca afirmou ainda que não descarta retirar os Estados Unidos da Otan, organização que definiu como um “tigre de papel”.

*EFE


Novo preço do querosene foi divulgado nesta quarta-feira

Edifício sede da Petrobras, no Centro do Rio Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras confirmou em seu site nesta quarta-feira (1º), o novo preço do querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras, com um aumento de 54,63%.

A partir desta data, o combustível passa a custar R$ 5.495,30 o metro cúbico, ou R$ 5,495 por litro. Em março, a estatal já havia elevado o combustível em 9,4%.

A alta, semelhante à anunciada pela concorrente da Bahia, a Refinaria de Mataripe, reflete a alta do preço do petróleo e de seus derivados no mercado internacional por causa da guerra entre Estados Unidos e Irã, que bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% da oferta da commodity.

*AE