
No dia 2 de setembro, o ex-ministro da Comunicação Fábio Wajgarten já havia alertado em seu Twitter afirmar que muitas rádios entraram em contato com o departamento de mídia do presidente da República e teriam reclamado da falta de envio dos spots da campanha do presidente.
De acordo com Wajgarten, as emissoras relataram que os spots que seriam veiculados à partir das 5 horas do dia 3 de setembro não teria sido enviados.
“O responsável pela distribuição é o @TSEjusbr. Algum problema no sistema de distribuição?“, questionou o ex-ministro em sua rede social.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, os mapas de mídia das inserções no rádio e os spots correspondentes “não serão enviados pelo TSE, mas poderão ser baixados no site do Tribunal.”
O Antagonista

Agentes da Justiça Eleitoral recolheram, do comitê do Partido Liberal (PL), em Belo Horizonte, panfletos cujo conteúdo foi apontado como disseminador de “desinformações” e “fatos inverídicos”. Os santinhos, produzidos para impulsionar a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição, acusam o presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ser favorável ao aborto e a legalizar “práticas imorais com crianças e animais”.
Os materiais foram apreendidos durante operação feita nessa segunda-feira (24/10). A ação ocorreu após determinação da juíza Raquel de Paula Soares, do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).
Os fiscais foram ao comitê, localizado na Avenida do Contorno, na Região Oeste de BH, por causa de uma denúncia sobre um banner pró-Bolsonaro com tamanho superior ao permitido pela legislação eleitoral. Em meio à apuração do caso, os panfletos acabaram confiscados.
Segundo apurou o Estado de Minas, os panfletos tinham tom de comparação. Enquanto Lula é associado a práticas criminosas, Bolsonaro é vendido como um candidato “a favor da vida” e defensor de “valores cristãos”. Pacotes fechados, contendo diversos exemplares do papel, foram levados pelos fiscais.
Apesar da apreensão, panfletos similares, distribuídos antes da fiscalização do TRE-MG, continuam circulando. Exemplares foram entregues nesta terça-feira (25/10), durante ato pró-Bolsonaro na Praça da Liberdade, na Savassi. Um dos protagonistas do evento é o empresário Luciano Hang, dono de uma rede de lojas de departamento.
“Constata-se nos aludidos artefatos, divulgação de fatos inverídicos, contendo desinformações, dentre eles, de que o candidato adversário, Luiz Inácio Lula da Silva, persegue as igrejas e os cristãos”, lê-se em trecho da decisão da juíza Raquel Soares. “Desse modo, é cabível a intervenção desta justiça especializada para coibir a divulgação de notícias falsas”, completa a magistrada.
A denúncia a respeito do tamanho da placa pró-Bolsonaro chegou à Justiça Eleitoral por meio do aplicativo Pardal, que serve para a apresentação de queixas sobre supostas irregularidades.
Placas e adesivos podem ter, no máximo, 0,5m². Elementos com tamanho maior são considerados outdoors, tipo de propaganda vetada pela lei eleitoral.
Segundo representantes da cúpula do PL em Minas Gerais, a placa ultrapassou o tamanho legal por causa das bordas brancas que circundam a foto de Bolsonaro presente no cartaz. O partido não vai recorrer do confisco dos panfletos e da ordem pela retirada da placa.
‘Estamos a cinco dias da eleição. Não há sentido de ficar discutindo isso na Justiça. Mandei tirar os dois centímetros a mais e mandei fazer (uma placa) como a lei determina. Não podemos parar o trabalho, que está sendo feito em um local maravilhoso”, disse, ao EM, o presidente do PL em Minas Gerais, o ex-deputado José Santana.
Segundo Santana, não há tempo para que o recurso seja julgado. “‘Estamos decidindo o futuro do país. Não é uma mera eleição”, defendeu. “O maior crime praticado pelo Supremo são essas decisões fora das prerrogativas que eles têm”, continuou, em menção à anulação das condenações de Lula.
No ano passado, a Suprema Corte concluiu que a Justiça Federal de Curitiba (PR) não tinha competência legal para julgar ações referentes à Operação Lava-Jato. A decisão tornou o ex-presidente elegível.
Informações Correio Braziliense

Após a divulgação da pesquisa Ipec nesta segunda-feira (24), o Agregador de Pesquisas do UOL aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 47% a média das intenções de voto no segundo turno das Eleições 2022 para presidente. A vantagem sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem 46%, é de apenas um ponto percentual.
O Agregador de Pesquisas do UOL é uma ferramenta criada pelo estatístico Neale El-Dash, do site Polling Data, que reúne pesquisas de opinião feitas por 20 empresas diferentes.
Na pesquisa Ipec divulgada nesta segunda, a margem de vantagem de Lula sobre Bolsonaro foi maior. O ex-presidente registrou 54% das intenções de votos válidos, contra 46% do atual mandatário.
Os números apontados pelo Agregador do UOL ainda não consideram os resultados das pesquisas presidenciais dos institutos Ipespe e Paraná Pesquisas, que foram divulgadas nesta terça-feira (25). Lula também apareceu na liderança de ambos os levantamentos.
O ex-presidente registrou 53% dos votos válidos no Ipespe, contra 47% de Bolsonaro; e, no Paraná Pesquisas, tem 50,2% contra 49,8%. Nas duas pesquisas, os candidatos estão empatados tecnicamente na margem de erro.
No primeiro turno das Eleições 2022, a vantagem do petista sobre o candidato à reeleição foi de pouco mais de 6 milhões de votos. Lula teve 48,43% dos votos válidos, com um total de 57.259.504 votos. Bolsonaro conquistou 43,20% dos votos válidos, ou 51.072.345 votos.
Três novas pesquisas eleitorais para presidente devem ser divulgadas nesta quarta-feira (26). Os levantamentos foram registrados na Justiça Eleitoral pelos institutos Quaest, PoderData e Futura.
Na quinta-feira (27), será a vez de Datafolha e Atlas divulgarem seus levantamentos sobre o segundo turno entre Lula e Bolsonaro.
No sábado (29), véspera do dia da votação, ao menos seis novas pesquisas presidenciais devem ser divulgadas. Os levantamentos são dos institutos Datafolha, Ipec, Quaest, Atlas, MDA e Paraná Pesquisas.
Informações UOL

A Igreja do Evangelho Quadrangular denunciou nesta segunda-feira (24), pelas redes sociais, que durante a madrugada três vândalos arrancaram e queimaram a Bandeira do Brasil que fica hasteada no templo do Bairro Olavo Bilac, no Centro de São Paulo.
As imagens de segurança flagraram o momento em que três homens se aproximam da fachada da igreja. Um deles sobe no portão e então puxa a bandeira, tirando-a do mastro e, em seguida, colocam fogo no símbolo nacional.
O pastor Davi Rodrigues, responsável pelo templo e secretário-geral da administração da Igreja Quadrangular, gravou um vídeo expondo a situação.
– Além de quebrar o luminoso, onde consta o nome da Igreja do Evangelho Quadrangular, eles arrancaram a bandeira brasileira, a nossa Bandeira do Brasil. Dá para perceber perfeitamente qual é a ideia deles. Eles queimaram a bandeira nacional! (…) Eu não posso aceitar isso para a nossa igreja, não posso aceitar isso para o nosso país – lamentou.
O religioso disse ainda que vários líderes da igreja se manifestaram contra o ataque e ficaram indignados com o ato.
ASSISTA:

O ex-deputado Roberto Jefferson reforçou as ofensas contra o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e a ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), durante audiência de custódia realizada ontem (24) no Rio de Janeiro. Ele foi preso dias depois de chamar a magistrada de “bruxa” e compará-la a prostitutas.
Jefferson resistiu à prisão. Ele disparou 50 tiros de fuzil e arremessou três granadas na direção dos agentes que foram cumprir a decisão. A PF afirmou em relatório que o ex-deputado assumiu o risco de matar os policiais, e Jefferson foi indiciado por quatro tentativas de homicídio.
Na audiência de custódia, Jefferson disse que tinha “absoluto desprezo” por Moraes e que pediria desculpas para as prostitutas por compará-las no vídeo divulgado na sexta-feira (21) à ministra Cármen Lúcia.
“Fiz um comentário mais duro contra o voto escandaloso da Min. Cármen Lúcia. Quero pedir desculpas às prostitutas pela má comparação, porque o papel dela foi muito pior, porque ela fez muito pior, com objetivos ideológicos, políticos. As outras fazem por necessidade”, afirmou Jefferson.
Procurado pelo UOL, o STF diz que não comentará as declarações de Jefferson.
Em relação a Moraes, o ex-deputado disse que o ministro tem um “problema pessoal” com ele. Jefferson também criticou Edson Fachin, que presidiu o TSE antes do magistrado.
“Ele [Moraes] diz que eu faço parte de uma milícia digital, mas eu acho que ele faz parte de uma milícia judicial no STF, por isso nós temos problemas”, disse. “Por 3 (três) vezes, o min. Alexandre me humilhou na frente da minha esposa. Os policiais vão no quarto e na gaveta das roupas íntimas da minha mulher e as jogam no chão e pisam nas roupas como se pisassem na minha virilidade.”
Jefferson atacou ainda a PGR (Procuradoria-Geral da República). Como mostrou o UOL, a equipe de Augusto Aras planejava enviar o ex-deputado para uma instituição psiquiátrica, por considerar que ele aparentava ter indícios de perturbação mental.
“Ele [Moraes] me humilhou e humilhou a minha Ana. A mesma fibra ele tem, como eu tenho, a audácia dos canalhas. Só que nós precisamos nos encontrar pessoalmente para discutir isso, se o Procurador não conseguir me colocar num manicômio, para encobrir os atos ilegais do Xandão. Pensei que a PGR tinha mais dignidade”, afirmou.
O MM. Alexandre montou uma delegacia de polícia e uma Gestapo no seu gabinete. A PGR só protesta por escrito. Só vejo no jornal, mas a Procuradoria só aprova. A ditadura da toga está aí e eu não tenho a quem recorrer. Só a Deus. Tudo que eu peço no STF, cai com o Xandão. Estou sendo massacrado e agora ouço a pérola da PGR para me mandar para o hospital psiquiátrico. Tem gente no judiciário que precisa ir para o manicômio”
Roberto Jefferson, em audiência de custódia
Durante a audiência, a PGR rebateu Jefferson e disse que “sempre se manifesta por critério técnico-jurídico”. A Procuradoria disse que só ontem, por volta das 13h, obteve os autos da prisão de Jefferson e que participa desde então de “tratativas com autoridades judiciais e da Polícia Federal para o encaminhamento do custodiado para hospital psiquiátrico e apreensão das armas de fogo”.
O UOL procurou a PGR e aguarda eventual manifestação sobre as declarações do ex-deputado.
A PF encaminhou relatório de apreensões ao STF feitas na casa de Roberto Jefferson. Ao todo, mais de 7.000 cartuchos de munições para diferentes armas foram confiscadas da casa do ex-deputado, além de quatro carregadores de pistola Glock, oito coldres de pistola, dois coletes à prova de balas e uma pistola calibre 9 mm.
Durante a prisão, a PF também confiscou o fuzil usado por Jefferson para atirar contra os policiais. Também foram apreendidos um simulacro de pistola Glock e outro de fuzil, além de equipamentos eletrônicos do ex-deputado e seu passaporte.
Ao final da audiência, Jefferson foi mantido preso e, por volta das 20h de ontem, foi transferido para o presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8), no Complexo de Gericinó, segundo informações da Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária).
Informações UOL

Nesta quarta-feira (26) o I Encontro de Educação Antirracista vai ter a participação de centenas de professores de diversos segmentos – da Educação Infantil a EJA, que envolve jovens e adultos – da rede municipal de Ensino.
O evento acontece das 14h às 17h30 e das 18h às 21h no SESC Cultural –situado na rua Cabuçu, 160, próximo à Igreja Catedral de Santana (Igreja da Matriz). O encontro reúne especialistas da área para debater o racismo e discutir o fortalecimento da quebra de silêncio na Educação.
Para a professora Railda Neves, uma das idealizadoras do evento, este é um importante passo para abordar o tema de forma aberta com todos os segmentos e tratar das ações em prol de uma educação antirracista, fundamental para a construção de relações mais inclusivas e mais democráticas entre os diferentes sujeitos no espaço da escola e fora dela.
“Precisamos falar abertamente sobre esta temática tão importante, pois o racismo é uma realidade da nossa sociedade”, destaca. A professora ressalta ainda os casos recentes de racismo divulgados na mídia, nas diversas situações da vida cotidiana.
PROGRAMAÇÃO
Os estudantes das escolas municipais João Duarte Guimarães e do Centro Integrado de Educação Municipal Joselito Amorim vão abrir o evento com apresentações culturais.
Durante a tarde, a programação segue com palestra sobre o tema “Diálogos para uma Educação pluricultural na perspectiva antirracista”, do professor doutor Luís Carlos Ferreira (UEFS). A professora mestra e escritora Luciana Nascimento (UNEB) abre o debate “Para além das margens, para além dos muros do silêncio: vozes negras em aquilombamentos”. E em sequência, a professora Hely dos Santos Pedreira vai trazer para o público a seguinte abordagem: “Quebra de silêncios através dos etnosaberes da comunidade”.
Já à noite, a palestra de abertura tratará do tema: “Racismo é Crime, Racismo Religioso é pecado”, pela professora Elizete Silva, do Centro de Pesquisa da Religião, CPR/UEFS.
Ainda sobre a possibilidade de amplificar importantes vozes, o professor doutor Marco Antônio Leandro Barzano (UFBA-UEFS) discutirá a temática: “Rompendo o silêncio da/na escola sobre a questão racial e construindo saberes para a luta antirracista”.
A professora mestre Isabel de Jesus, membro de uma comunidade quilombola, fechará a noite falando sobre a importância do trabalho educativo sobre a questão racial na comunidade quilombola Lagoa Grande, do distrito de Maria Quitéria.
Entre as palestras, a programação ainda traz depoimentos de integrantes da comunidade escolar, perguntas e respostas, música, apresentação de canto africano, uma homenagem a Noratinho da Pamonha, personalidade feirense, e a participação de representantes da Secretaria Municipal de Educação.
*Secom

Em entrevista ao programa Rotativo News (Sociedade News FM) com Joilton Freitas, o vereador Lulinha da Conceição relatou como ocorreu a discussão com o seu colega vereador Pedro Cícero, durante o protesto dos servidores terceirizados da Saúde, na manhã desta terça-feira (25). Eles cobravam a discussão do projeto de suplementação e alegam que o atraso de seus salários se deve à não aprovação do PL, pelos parlamentares.
“Esse projeto vai beneficiar a Saúde, a Sedeso e também a SOMA. O prefeito tem dito que tem o recurso, mas depende da Câmara querer votar. O vereador Pedro Cícero me deu dois tapas, disse que eu sou puxa-saco do prefeito, interrompeu meu tempo, filmou Zé Carneiro e Marcos Lima, e quando eu avisei sobre a filmagem, ele não gostou, me bafou pela gravata e saiu me puxando, precisei me segurar, se não, teria me enforcado”.
Ouça a entrevista completa em nosso podcast

Os vereadores Lulinha da Conceição (UB) e Pedro Cícero (Cidadania), se desentenderam durante um protesto realizado por trabalhadores de unidades de saúde do município, que foram à Câmara na manhã de hoje (25) para cobrar a aprovação do projeto de suplementação enviado pelo prefeito Colbert Filho (MDB). Até o momento, o PL não foi discutido na Casa.
Os parlamentares se exaltaram dentro do plenário. Confira os relatos:
Lulinha:
“Pedro Cícero me atacou logo de manhã com dois empurrões. Eu o segurei, chamei a atenção dele pra que parasse, depois ele tomou o microfone da minha mão quando eu iria falar. No momento em que Zé Carneiro estava conversando com Marcos Lima, Pedro estava por traz do vidro gravando tudo e dizendo que o pessoal estava procurando discussão. Ele não gostou, bafou minha gravata e saiu me puxando, querendo que eu reagisse”.
Pedro Cícero
“É a segunda vez que o vereador Luiz Augusto tem atitudes que eu não concordo. Enquanto eu gravava um vídeo, ele contou a Zé Carneiro que eu iria postar nas redes sociais. Eu peguei na gravata dele, chamei-o para conversar, e ele me deu um murro”.
A sessão foi encerrada e a Polícia Militar chamada para conter os ânimos.

O candidato Jerônimo Rodrigues (PT) quebrou o silêncio nesta terça-feira (25) sobre sua ausência em debates do segundo turno. Provocado pelo rival ACM Neto (União Brasil) desde a ausência no encontro da TV Aratu, o petista rebateu o ex-prefeito, alegando que o mesmo que tem a fama de ‘fujão’ por não ter ido nos debates do primeiro turno.
Em coletiva de imprensa, Jerônimo lembrou que ACM Neto deixou o púlpito vazio nos debates, “desrespeitando não só as emissoras, como a comunidade e os outros candidatos que estavam ali presentes”, como Kleber Rosa (PSOL) e João Roma (PL).
“Nós ficamos atrás desse candidato aí fujão foi o primeiro turno inteiro. O fujão não tem condições nenhuma de convidar ninguém para debate. Ele não foi nas rádios, nas entrevistas que nós fazíamos como sabatinas e não foi para os debates. Deixou para ir no último. Ele desrespeitou tanto as emissoras, quanto a população como os candidatos. Teve uma hora que ele chamou um só para debater. Nós tínhamos, pelo menos ali, seis candidatos, mas as regras estabeleciam serem quatro, além de mim e do Kleber tinha o ex-ministro. Não dá para dizer assim: ‘eu quero você’. Tem regras. Inclusive, a lei eleitoral.[…] Prefeito, você não tem moral nenhuma para chamar ninguém para debate, você fugiu”, afirmou Jerônimo.
Questionado por jornalistas se vai marcar presença no último debate do segundo turno, marcado para acontecer na quinta-feira (27), na TV Bahia, Jerônimo evitou dar uma resposta definitiva e ironizou o encontro.
“Que dia é o debate? Quinta? Nós estamos na terça-feira ainda. Estou aqui dialogando com meus parceiros. Debatendo com eles. Vamos ver as condições. Se tiver um movimento de agendas estratégicas e importantes para um debate com a comunidade. Eu não vou fazer com ele com desrespeito, mas ele deixava a gente com o púlpito vazio. Espero que a gente possa ter as condições de estar lá, se não a gente vai debater com o povo da Bahia”, concluiu.
Declaração do petista ocorreu durante um evento, em Salvador, onde recebeu o apoio formal da Rede Sustentabilidade à sua candidatura.
*Bahia.ba

Para reforçar a fiscalização do trânsito, a Prefeitura de Feira entregou quatro viaturas nesta terça (25) para compor a frota da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). No total, serão dez veículos de quatro rodas e duas motocicletas.
São veículos 0km e padronizados com a marcação Battenburg, um design de alta visibilidade com o contraste entre uma cor clara e uma escura para aumentar a percepção para o olho humano. O sistema é internacional, utilizado em vários países europeus.
De acordo com o superintendente do órgão, Cleudson Almeida, o aumento da frota vai proporcionar mais segurança para a população e ampliar o alcance da atuação.
“Agora temos a possibilidade de alcançar mais áreas, inclusive podendo ampliar a atuação na zona rural”, afirma Cleudson.
*Secom