
A 11 dias das eleições, nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (21) pela rádio Metrópole aponta que o candidato a governador ACM Neto (União Brasil) mantém a liderança consolidada e venceria a disputa no primeiro turno.
De acordo com o levantamento, o ex-prefeito de Salvador chega a 55% dos votos válidos, com 20 pontos percentuais de vantagem para o segundo colocado. Atrás de ACM Neto está o candidato Jerônimo Rodrigues (PT), com 35% dos votos válidos, seguido por João Roma (PL), com 9%.
No cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, ACM Neto mantém a primeira colocação com folga. Do total, 35% dos entrevistados disseram que votariam no ex-prefeito da capital baiana, contra 19% do postulante do PT e 4% do candidato do PL.
A pesquisa ouviu 1.526 eleitores e foi feita entre 19 e 21 de setembro. A margem de erro é 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A consulta está registrada no TSE com os números BA-07738/2022 e BR-09822/2022.

Nesta quinta-feira, 22, os moradores do Tanque da Nação e Feira IV serão beneficiados com serviços de saúde gratuitos. A iniciativa é da Prefeitura de Feira, por meio do Programa de Ação e Prevenção às Doenças Cardiovasculares. Os atendimentos vão ocorrer no Centro Comunitário do Feira IV, das 8h às 15h.
Ao chegar na unidade eles serão recepcionados com um café da manhã. Também poderão desfrutar de momentos de meditação e auriculoterapia. Já os que gostam de exercitar o corpo haverá sessões de alongamento e atividades físicas.
Além da avaliação clínica com solicitação de exames para detecção do risco de doenças cardiovasculares, serão ofertadas aferição de pressão arterial e teste de glicemia, medição da circunferência abdominal e avaliação da sensibilidade dos membros inferiores do corpo.
Para receber o atendimento é necessário que os moradores levem o documento de identidade e cartão SUS.
*Secom

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (21) uma lei aprovada pelo Congresso que permite a cobertura de serviços não incluídos no rol da Agência Nacional de Saúde (ANS) por planos de saúde. Na prática, os planos ficam obrigados a cobrir tratamentos que não estão listados pela agência, mas foram prescritos por médicos, desde que existam bases científicas para o pedido.
De acordo com a presidência da República, “a sanção busca evitar descontinuidade de tratamentos médicos, especialmente, àqueles que são portadores de doenças raras”. A discussão em torno do caso começou após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entender que planos privados de saúde não têm a obrigação de realizar consultas, exames e outros procedimentos que não estão previstos no rol da ANS.
Com a decisão, familiares e pacientes disseram que a saúde de portadores de doenças raras fica comprometida. Em alguns casos, operadoras de saúde chegaram a informar para famílias que retirariam equipamentos de fornecimento de oxigênio para portadores de doenças que necessitam de ventilação mecânica ou aporte de oxigênio para se manter vivo.
A reação de entidades levou o Congresso a se mobilizar para aprovar o projeto de lei nº 2.033, de 2022, que altera a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, que permite que os planos cubram procedimentos que não estão na listagem de oferta obrigatória para os clientes. As coberturas extras devem obrigatoriamente ocorrer, de acordo com o texto sancionado, quando existir prescrição médica “desde que exista a comprovação da eficácia, à luz das ciências da saúde, baseada em evidências científicas e plano terapêutico; ou que existam recomendações pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde – Conitec, ou de, no mínimo, um órgão de avaliação de tecnologias em saúde que tenha renome internacional, desde que sejam aprovadas também para seus nacionais”.
A decisão tem impacto para 46 milhões de usuários de planos de saúde, de acordo com dados da ANS.
*R7

Com Ozana Barreto
Tema: Morte da Rainha Elizabeth 2ª

Na reunião que tiveram nesta terça-feira (20) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, em Brasília, o candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, e aliados se queixaram da “falta de isonomia” do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no pleito deste ano.
Segundo relataram ao Metro1 seis presentes no encontro, Neto, o candidato ao Senado Cacá Leão (PP) e mais 6 deputados federais disseram que, enquanto os processos contra a chapa da oposição têm sido analisados de forma célere pela Corte, as ações contra a coligação petista têm sido julgadas lentamente.
Ao presidente do TSE, os oposicionistas afirmaram que integrantes do TRE-BA têm dado liminares (decisões preliminares) favoráveis à campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo da Bahia, ao passo que, no caso de ACM Neto, os magistrados da Corte têm pedido vista (tempo para analisar os processos) ou posicionamentos do Ministério Público. O resultado, segundo eles, é uma “morosidade” no julgamento das ações da oposição.
Além da reclamação, Neto e os aliados entregaram ao presidente do TSE documentos, com tabelas e vídeos para mostrar, de acordo com eles, ” a discrepância dos julgamentos”.
Segundo sempre os presentes, Alexandre de Moraes teria se mantido neutro durante toda a conversa, mas prometeu conversar sobre a situação com o presidente do TRE-BA, Roberto Frank. Aos aliados, ACM Neto disse que o resultado da reunião foi “proveitoso” e que “ficou bem claro” que as posições do TRE-BA “não estão transcorrendo de forma adequada”.
Apesar da reclamação de ACM Neto em relação à Corte baiana, parte das decisões do TRE-BA tem sido confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral, como a irregularidade da chapa da oposição ao invadir os horários destinados às candidaturas para os cargos proporcionais nas eleições deste ano.
Além de ACM Neto e Cacá Leão, marcaram presença no encontro: Marcelo Nilo, Márcio Marinho, ambos do Republicanos, Arthur Maia, Leur Lomanto Júnior, José Rocha, todos do União Brasil, e Cláudio Cajado (PP). Elmar Nascimento, Paulo Azi, ambos do União Brasil, e Adolfo Viana (PSDB) deixaram o encontro antes do início. Félix Mendonça Júnior (PDT) esteve ausente.
*Metro1

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta terça-feira (20) decisões da ministra Maria Claudia Bucchianeri que rejeitam direito de resposta ao candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) contra propagandas eleitorais do presidente Jair Bolsonaro nas quais Alckmin aparece criticando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Alckmin é candidato a vice na chapa de Lula. Os dois formaram uma aliança para o pleito deste ano apesar de terem sido rivais em eleições anteriores. O embate entre eles foi explorado por Bolsonaro, que resgatou um vídeo em que Alckmin associa Lula a corrupção e usou a gravação na sua propaganda eleitoral.
“Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ele quer voltar à cena do crime. Está também em suas mãos evitar que a corrupção e a roubalheira voltem a comandar o país. Evitar a volta do petrolão. Evitar o fim da Lava-Jato. É você que pode evitar que um preso condenado por corrupção seja solto”, afirma Alckmin.
O candidato a vice acusou Bolsonaro de desinformação por falas que estariam descontextualizadas e pediu, além de direito de resposta, que a publicidade fosse retirada do ar. A ministra Maria Claudia, no entanto, disse que as falas de Alckmin, embora antigas, são reais e, de fato, aconteceram à época. Segundo ela, é direito do eleitor ter “amplo conhecimento” e cabe a ele “ponderar sobre os motivos” que justificaram as alterações de posição dos candidatos.
De acordo com Maria Claudia, impedir a circulação dessas informações configuraria uma intervenção exagerada e inadequada da Justiça Eleitoral no debate político, que poderia caracterizar cerceamento da liberdade de livre informação do eleitor e na criminalização da atividade política.
*R7

Em Feira de Santana, a procura pela vacina contra poliomielite que protege da paralisia infantil, continua baixa. Das 39 mil crianças que devem receber a dose, apenas 13.607 foram vacinadas – o que representa 34%. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, destaca que a vacinação é a única forma de prevenir a doença. Sendo válido ressaltar que a poliomielite não tem cura. A campanha segue até o dia 30.
“As sequelas da poliomielite estão relacionadas com a infecção da medula e do cérebro pelo vírus, normalmente correspondem a sequelas motoras como crescimento diferente das pernas, atrofia muscular, paralisia das pernas e paralisia dos músculos do rosto”, alertou.
No município, são 104 salas de vacina nas zonas urbana e rural. Para receber a dose, a criança deve estar acompanhada dos pais ou de um adulto responsável. É preciso apresentar os documentos de identidade e cartão SUS, além da caderneta de vacinação.
A vacina é aplicada em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) e Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira.
As unidades vinculadas ao programa Saúde na Hora, com funcionamento ampliado das 8h às 21h, são oportunidade aos pais que não podem levar o filho devido o expediente de trabalho diurno. São elas, Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha.
*Secom

Um jovem de 23 anos foi preso após ser flagrado por câmeras de segurança praticando um assalto em um posto de combustíveis, no bairro João Paulo II, em João Pessoa. As imagens do crime, foram compartilhadas nas redes sociais e a mãe do suspeito recebeu os vídeos e identificou que era o próprio filho, usando a moto dela.
O suspeito surpreendeu um frentista do estabelecimento e anunciou o assalto, fugindo em seguida.
Quando o jovem chegou em casa, a mãe disse que tinha visto os vídeos e ele confessou que era ele que estava praticando o assalto.
“Sou mãe e pai ao mesmo tempo e não admito esse tipo de atitude. Por isso, eu resolvi que ele vai pagar pelo que vez”, desabafou.
Depois de uma surra, a mulher levou o próprio filho para a Central de Polícia e o apresentou as autoridades.
Informações TBN

Na terça-feira 20, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou com a ministra Cármen Lúcia e manteve no ar vídeos em que Lula chama Bolsonaro de genocida. A campanha do chefe do Executivo interpelou discursos feitos pelo petista em Recife (PE), em 21 de julho, e em Campina Grande (PB), em 2 de agosto, antes do prazo estabelecido para o início da campanha eleitoral.
No discurso feito em Recife, Lula disse que o PT fez mais pelo agronegócio “do que esse genocida que está aí”, sem mostrar provas. Já em Campina Grande, usou os termos “fascista”, “miliciano”, “mentiroso”, “negacionista”, “desumano”, “pessoa do mal” e “covarde” para se referir a Bolsonaro.
Advogados do Planalto acusaram Lula de promover “tentativa de captação antecipada de votos” e pediu ao TSE a exclusão imediata dos vídeos em que Bolsonaro é chamado de genocida e fascista, sob risco de interferência no processo eleitoral. Em agosto, a ministra Cármen Lúcia negou a solicitação.
“Como antes decidido por este tribunal, não é qualquer crítica contundente a candidato ou ofensa à honra que caracteriza propaganda eleitoral negativa antecipada, sob pena de violação à liberdade de expressão”, argumentou a juíza do TSE. Acompanharam o voto da relatora os ministros Benedito Gonçalves, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. O magistrado Carlos Horbach abriu divergência, mas só foi seguido por Raul Araújo e Sérgio Banhos.
Revista Oeste

As chances de o Palmeiras ser o campeão brasileiro de 2022 são altas. É o que dizem sites como o Probabilidades no Futebol (89,8%), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Five Thirty Eight (79%) e o Infobola (87%). Mas o que isso significa na prática?
Calcular chances como a de título do Palmeiras incorre em uma parte da matemática chamada “Probabilidade”, que tem como objetivo prever a chance de determinados acontecimentos de fato acontecerem. No caso de um campeonato, a chance de título é calculada a partir das tendências de resultado moduladas com análises de desempenho.
Mas não é algo simples, direto e reto. Para entender o cálculo, o UOL Esporte entrevistou Gilcione Nonato Costa, doutor em Matemática e professor da UFMG. Costa é o criador do Probabilidades no Futebol. E para explicar o seu método, ele inicialmente lançou mão de um exemplo bem simples: uma moeda.
“Uma moeda sem diferença de peso em um dos lados (honesta) lançada ao ar uma vez pode mostrar cara ou coroa. Quando ela cair, eu vou ter uma amostra de um dos lados, digamos, por exemplo, cara”, disse Costa. “Mas eu não posso dizer que a chance de aquela moeda dar cara é de 100%, porque eu só fiz um lançamento”, explica.
Para definir o percentual de chance, é preciso fazer vários lançamentos da moeda. E a tendência é que os percentuais se aproximem da precisão quanto mais vezes ela for lançada. No caso de uma moeda, o esperado é que ao final de muitos lançamentos, verifique-se 50% de probabilidade de cara e 50% de coroa.
Vale o mesmo para um dado honesto de seis faces, o dado comum. Após muitos lançamentos, a soma dos resultados deve trazer um número semelhante de aparições de cada face. O que significa dizer que cada lado tem uma chance em seis de aparecer, com o mesmo percentual. Uma probabilidade de 1/6.
A lei matemática aplicada nos exemplos acima chama-se “Lei dos grandes números”. De modo bastante simplista, tal lei diz que quanto maior o número de repetições de um experimento — no caso, lançar moedas ou dados —, maior a chance de precisão da probabilidade calculada estar correta.
É esse princípio que a UFMG aplica nos seus cálculos de probabilidades de conquista de título. Só que como cada jogo acontece apenas uma vez em cada rodada, os matemáticos da universidade simulam cada partida 2 milhões de vezes, por meio de um programa de computador desenvolvido na universidade.
No caso dos 89,8% atribuídos ao Palmeiras, isso significa dizer que depois de todas as partida, até o fim da tabela, serem simuladas em computador 2 milhões de vezes, moduladas pela análise de desempenho, o Verdão saiu campeão e 89,8% dos cenários possíveis.

Não há grande risco de spoilers, porque estamos falando de um filme de 2019. Mas, se você ainda não assistiu a “Vingadores: Ultimato”, eu vou revelar a você que o vilão Thanos morre no final, após o Homem de Ferro se sacrificar para matá-lo.
O herói mártir toma essa decisão depois que o Doutor Estranho, um herói que conseguia prever as infinitas possibilidades de futuro, ter verificado que o único jeito de os mocinhos saírem vitoriosos e salvarem o planeta era se o Homem de Ferro se sacrificasse.
No caso acima, falávamos, portanto, de uma probabilidade muito baixa de vitória dos Vingadores. Mesmo assim, Thanos acabou morto. Vale o mesmo para o Brasileirão.
Tomemos como exemplo o próximo jogo do Palmeiras na competição, contra o Atlético-MG.
Com base no desempenho dos dois times, Costa e a UFMG calcularam que o Palmeiras tem 32% de chance de vitória, e o Galo tem 11%. E há 57% de chance de um empate acontecer.
Esse cálculo leva em conta uma série de variáveis objetivas, como o desempenho do Palmeiras como visitante, e o do Galo como mandante, como os times se saem contra rivais da parte debaixo ou da cima da tabela, média de gols, entre outros, que geram ponderações que interferem no cálculo final.
“Peso de camisa, tradição, desfalques, juiz, clima e etc não entram nesse cálculo, porque são dados subjetivos”, explica o matemático Gilcione Costa.
A partir do cruzamento dos desempenhos dos dois times de cada jogo, com base nas variáveis acima, os matemáticos chegam às probabilidades de cada partida.
Cada jogo é “jogado” 2 milhões de vezes no computador. E, a partir dos resultados de todos os jogos cruzados, chega-se às probabilidades do campeonato, tais como título, vaga em copas e rebaixamento, entre outras ao fim de cada rodada.

Como no videogame Elifoot, para os mais antigos, ou Football Manager, para os mais jovens, o pessoal da UFMG não vê o jogo acontecendo 2 milhões de vezes, mas o computador os simula com base nas estatísticas dos times até aquele ponto do campeonato virtual.
As 2 milhões de simulações são aplicadas a todos os jogos de cada rodada e aos jogos vindouros de todos os times até o fim da tabela, com base em dados de desempenho atualizados a cada partida. E, portanto, variam de um jogo para o outro, dependendo dos times em campo.
A probabilidade de vitória do Palmeiras em casa contra o Botafogo, no Engenhão, na rodada seguinte, é completamente diferente, porque o cruzamento dos dados objetivos de desempenho dos clubes aponta outra realidade.
Portanto, os tais 89,8% de chance apontados hoje pela UFMG significam que o Palmeiras entra na rodada 28 com essa probabilidade de título, se mantidas, até o fim do torneio, as tendências verificadas até o momento em todos os jogos e para todos os times. E que, na rodada 29, quando for jogar no Engenhão, o número deverá ser outro, de acordo com o que tiver acontecido com os 20 times do torneio na 28.
“À medida que o campeonato se aproxima do fim, e as tendências forem se mantendo, porém, a probabilidade de o Palmeiras conquistar o título aumenta, pois haverá menos rodadas para alteração. Menos chances de o Inter aumentar seu ritmo de vitórias, e de o Palmeiras passar a perder mais”, explica Costa.

A UFMG começou a fazer e disponibilizar as probabilidades do Brasileirão em 2004, quando o matemático Gilcione Costa, torcedor do Atlético-MG, temeu que o seu time pudesse ser rebaixado. Naquele ano, o Galo se salvou. Mas, no seguinte, não teve jeito.
“E eu soube muito antes que o rebaixamento ia acontecer”, contou, agora entre risos, o professor da UFMG. Naquele ano, as tendências não se alteraram para o Atlético. Mas, em 2009, um campeonato que ainda assombra os palmeirenses, tudo mudou.
Segundo a UFMG, no ano em que o Palmeiras foi atropelado pelo Flamengo e perdeu o campeonato que liderou pelo maior número de rodadas, a chance de o rubro-negro ser campeão, na rodada 28, era de apenas 0,3%, contra 54% dos alviverdes. Já na rodada 38, o Fla entrou com 60,6%, contra apenas 6% do Verdão, que acabaria em quinto e fora da Libertadores.
“Ah, então quer dizer que nós erramos? Não. Esse é o ponto da probabilidade: ela calcula o percentual de chance de os eventos acontecerem, não enxerga o futuro”, explica Costa. “Certeza mesmo, só na última rodada, quando o campeão tiver 100%”, diz.
Informações UOL Esporte