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Fotos: Divulgação/Polícia Militar

Estudantes da Educação Municipal participaram nesta quarta-feira (19) da formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), na Igreja Cristianismo Sem Fronteiras, na Avenida Maria Quitéria. 

Este ano, o Proerd foi ministrado em doze escolas, nove da rede municipal e três da rede particular, localizadas na área de atuação da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM). 

Durante seis meses, os estudantes do Ensino Fundamental, dos iniciais e finais, receberam orientações dos policiais militares instrutores do programa, que começou com ênfase no combate às drogas, mas atualmente abrange diversas áreas como o controle em situações de pressão; leis e comportamento no trânsito; bullying; discussão e prevenção sobre as violências física, social, emocional, além de vícios.

“O programa tem se mostrado uma grande ferramenta de prevenção. Estamos preparando as crianças e adolescentes para o combate à violência e resistência as drogas. Neste segundo semestre, vamos manter o trabalho com novas turmas”, avalia o major PM Joilson Lessa, comandante da 66ª CIPM.

Os estudantes que mais se destacaram ao longo das seis meses ganharam premiações nas categorias Redação, Comportamento e Participação. 

Das oito escolas municipais que participaram das atividades, seis foram premiadas por redações com maior destaque: Mãe da Providência, Antônio Gonçalves, Doce Lar da Criança, Padre Giovanni Ciresola, Centro Municipal Integrado de Educação Professor Joselito Falcão de Amorim e São João da Escócia. 

“O objetivo desse programa é contribuir ainda mais com a formação destas crianças e adolescentes, levando valores universais e importantes como a ética e a responsabilidade, e a parceria com a Polícia Militar é fundamental para que tudo aconteça”, afirma a secretária de Educação, Anaci Paim.


O Parque de Exposições João Martins da Silva recebe criadores de equinos para a 7ª edição Portal da Marcha Campolina que acontece entre os dias 28 e 30. O evento é organizado pela Associação de Criadores de Cavalos Campolina da Bahia (ACCCBa) e tem o apoio da Prefeitura de Feira de Santana.

Para o evento está sendo esperada a presença de criadores de todos os municípios baianos e também de outros estados, como Sergipe e Minas Gerais. Cerca de 150 cavalos da raça campolina deverão participar do Portal da Marcha. 

A programação consta de julgamento de melhor ranking da raça, uma feira de negócios, o Shopping Show, considerada uma oportunidade para o criador adquirir um cavalo campolina com condições facilitadas e sem juros, além shows com atrações regionais e teste de montaria. 

De acordo com o presidente da  Associação de Criadores de Cavalos Campolina da Bahia, Nilton dos Anjos, Feira é o primeiro município que recebe o circuito Portal da Macha após a pandemia. Depois segue para Alagoinhas e Ipirá, respectivamente. 

“Esse evento é importante para todos os criadores da raça porque os animais que se classificarem vão participar da etapa nacional prevista para ocorrer entre os dias 3 e 9 de setembro em Macaé, no Rio de Janeiro”, ressalta. 

A Bahia é o segundo maior estado em termos de quantidade destes animais e também se destaca pela qualidade dos cavalos. “Perde apenas para Minas Gerais que é o estado onde a raça nasceu”.

Nilton dos Anjos destaca que os cavalos da raça campolina são dóceis, possuem porte bonito, conseguem percorrer grandes distâncias e confortáveis para montaria.


Foto: Izinaldo Barreto

A Prefeitura de Feira de Santana promoveu uma reunião com representantes da Conexis Brasil Digital – associação das principais operadoras de telecomunicações do país – para discutir novas implementações do sinal 5G no município. A reunião ocorreu na tarde desta quarta-feira (19) e foi presidida pelo prefeito Colbert Martins Filho. Também participaram os secretários Denilton Brito, de Desenvolvimento Social, e Carlos Brito, de Planejamento.

O encontro abordou as atualizações necessárias para a Lei Complementar nº 131, de março de 2020, que dispõe sobre as normas de licenciamento de instalação de antenas, levando em consideração as demandas atuais, para garantir segurança jurídica e impulsionar o trabalho de novos investidores.

O secretário Denilton Brito destacou que a ampliação do sinal para os distritos, especialmente para seu uso na área da educação, será um dos objetivos do município. 

“Esse alinhamento que estamos fazendo com as operadoras é justamente para que eles possam nos ajudar a termos conexão, não apenas na sede do município, mas também nos distritos para que possa atender os alunos da rede de educação pública”, declarou Denilton, destacando que a demanda já havia sido pontuada pelos próprios alunos.

Em conjunto com o município, a Conexis apresentou sugestões legislativas que poderão viabilizar as melhorias necessárias no 5G, de acordo com as demandas discutidas. As sugestões serão analisadas junto à procuradoria jurídica.

“Essa alteração na lei é importante para promover novidades, conectividade e mais diversidade para a cidade, a população vai poder trafegar com uma velocidade muito mais rápida. Feira de Santana está de parabéns por apoiar essa inovação”, afirmou Katia Garbin, consultora do Conecte 5G – projeto das operadoras de telecom para divulgar informações sobre o 5G.

As ações do 5G serão integrativas e contarão com o trabalho de outras secretarias municipais.


Um morador de um dos bairros mais nobres e tradicionais da cidade de Salvador, relatou através de um vídeo, sobre a situação de insegurança vivênciada a partir de determinado horário do dia.

Veja o vídeo completo:


O astronauta Buzz Aldrin, da Apollo 11, em 20 de julho 1969, na Lua - Nasa
Mas O astronauta Buzz Aldrin, da Apollo 11, em 20 de julho 1969, na Lua Imagem: Nasa

Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade. Neil Armstrongnone

A célebre frase foi dita há exatos 54 anos, quando o astronauta se tornou o primeiro ser humano a pisar na Lua, seguido por Buzz Aldrin. Ambos integraram a missão Apollo 11, da Nasa, ao lado do piloto Phil Collins. Essa é a parte conhecida da história. O que pouca gente sabe é que a empreitada lunar talvez não tivesse entrado para a história sem a ajuda de quatro personagens.

Antes de continuar, é bom repassar alguns detalhes:

  • Apollo 11 era o nome da missão, que lançou ao espaço uma complexa espaçonave dividida em três partes;
  • Columbia era a nave principal, que chegou à órbita da Lua e foi onde Collins aguardou por Armstrong e Aldrin. É a única parte que retornou à Terra;
  • Eagle é o módulo lunar, que desacoplou e pousou da Lua. Dele vem outra icônica frase de Armstrong: “The Eagle has landed” (“A águia pousou”), para confirmar que estavam seguros;
  • A terceira é o módulo de serviço, que ficava acoplado à nave. Lá, ficavam motores, sistemas elétricos e suporte de vida. Foi descartado e destruído no processo de reentrada na atmosfera terrestre.

Lançada em 16 de julho de 1969, pelo poderoso foguete Saturno V, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA), a missão Apollo 11 pousou quatro dias depois na região conhecida como Mar da Tranquilidade. Armstrong e Aldrin passaram menos de um dia por lá e retornaram à Terra, junto de Collins. A missão terminou com um mergulho no Oceano Pacífico em 24 de julho de 1969

O que pouco se sabe é que, em vários momentos, as coisas quase deram muito errado. Isso colocou tanto a missão quanto a vida dos astronautas em risco. Com coragem, competência e criatividade, algumas pessoas conseguiram salvar a missão. Conheça quatro histórias:

1 – Jack Garman: jovem engenheiro

garman - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
O engenheiro de computação, Jack Garman, que participou da missão Apolo 11 recebe homenagem da NasaImagem: Divulgação/Nasa

Sete minutos antes do pouso, um alarme apitou, e a descida à Lua quase foi abortada. O número 1202 piscava no painel, e os astronautas não sabiam o que significava.

A decisão ficou nas mãos do centro de controle da Nasa, que fica em Houston, no Texas. Em meio a momentos de tensão, quem deu o sinal verde não foram os chefões, mas, sim, o engenheiro de computação, Jack Garman, de 23 anos.

O jovem Garman era a pessoa certa para decidir: ele havia passado por simulações com cenários de erro no computador e sabia que o alarme não era crítico e pararia cessar.

Em segundos, a mensagem percorreu a hierarquia de comando da Nasa sem questionamentos até chegar aos astronautas, que foram tranquilizados e puderam seguir.

2 – Margaret Hamilton: programadora

marg - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
Margaret Hamilton, pioneira design de software da Nasa, então com 32 anos de idadeImagem: Divulgação/Nasa

Faltando três minutos para o pouso, novos alarmes. Dessa vez, sabiam do que se tratava: o computador que guiava a operação estava sobrecarregado. Nessas condições, um sistema poderia travar, o que naquela situação poderia ser fatal.

Para sorte da Nasa, o código da nave havia sido escrito por Margaret Hamilton, pioneira design de software da Nasa, então com 32 anos de idade. E a programação era capaz de reconhecer erros inesperados enquanto orientava a nave.

O alarme disparou devido a um erro humano. Os astronautas ativaram acidentalmente um radar que desnecessário naquele momento — um botão que deveria ficar em “manual” foi deixado em “auto”. Graças a Hamilton, o sistema, então, ignorou isso e priorizou a tarefa mais importante: se preparar para o pouso.

“Se o computador não tivesse reconhecido o problema e tomado medidas de recuperação, duvido que a Apollo 11 teria sido este pouso tão bem-sucedido na Lua. Margareth Hamilton, em texto de 1971none

Em 2016, ela recebeu uma medalha das mãos do presidente Barack Obama, que disse: “Nossos astronautas não tinham muito tempo, mas felizmente eles tinham Margaret Hamilton.” Outra curiosidade: foi ela que cunhou o termo “engenharia de software”, para descrever melhor a profissão.

3 – Buzz Aldrin: astronauta

buzz - REUTERS - REUTERS
No dia 20 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong e Edwin ?Buzz? Aldrin andavam em terreno lunar, cujos registros mostravam a Terra de uma perspectiva até então nunca vista.Imagem: REUTERS

Na hora de voltar para a nave principal, em que Collins os aguardava, mais um problema. Depois de um passeio de cerca de três horas pela Lua, para coletar rochas e fincar a bandeira dos Estados Unidos, Aldrin e Armstrong voltaram ao Eagle.

Quando subiram as escadas, a mochila de Aldrin bateu no painel de disjuntores e quebrou um dos principais interruptores, justamente o que acionava o motor de subida, necessário para saírem da Lua. Eles tinham poucos recursos disponíveis e precisaram pensar rápido.

Aldrin deu uma de McGyver: usou o corpo de uma caneta hidrográfica para ativar o mecanismo.

“Eu enfiei ela lá. E Houston disse: ‘Oba, temos um circuito ativo’. Então estávamos prontos para prosseguir com a contagem regressiva. Buzz Aldrin, na épocanone

De tão importante, a caneta e o botão quebrado estão até hoje em exposição em um museu da aviação em Seattle (EUA).

4 – Greg Force: garoto de 10 anos

greg - Divulgação/Nasa - Divulgação/Nasa
Greg Force, filho de 10 anos de Charles Force, diretor da base da Nasa em Guam, na Micronésia; o garoto foi crucial para a Apollo 11 voltar em segurança à TerraImagem: Divulgação/Nasa

Quando os três astronautas estavam voltando à Terra, um último obstáculo: estação da Nasa que se comunicaria com a nave estava com a antena emperrada. Localizada em Guam, uma ilha na Micronésia, ela era a responsável por fazer a telemetria necessária para um pouco mais suave.

O conserto do mecanismo necessário para a antena girar e “seguir” a nave exigia desmontar todo o equipamento. Isso levaria dias, mas os técnicos da Nasa só tinham algumas horas. Passar uma graxa poderia resolver, mas o espaço entre as peças era pequeno demais para um adulto se esgueirar e alcançar a engrenagem defeituosa.

Passava das 22h e o diretor da base, Charles Force, tomou uma medida drástica: buscou seu filho de 10 anos em casa. O pequeno Greg não teve medo, mas enfiou seu bracinho pelo buraco de 6 cm e fez o trabalho.

“Meu pai me explicou por que era importante. Mas tudo o que fiz foi colocar minha mão e passar graxa. Mesmo assim, tenho orgulho de ter sido uma pequena parte disso. Greg Force, em entrevista à CNN quatro décadas depoisnone

A antena voltou a funcionar e, algumas horas depois, a nave Columbia mergulhou com segurança no Oceano Pacífico. Em novembro, os astronautas visitaram a base e fizeram questão de agradecer pessoalmente ao garoto.

Informações UOL


Ao se referir ao governador gaúcho, Wyllys disse que gays com “homofobia internalizada desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes”. Bate-boca aconteceu após ex-deputado criticar Leite pela decisão de manter as escolas cívico-militares.

Eduardo Leite ingressa com representação no MP contra Jean Wyllys

Eduardo Leite ingressa com representação no MP contra Jean Wyllys 

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), denunciou no Ministério Público o o ex-deputado federal Jean Wyllys por declarações homofóbicas. 

O advogado de Jean Wyllys, Lucas Mourão, afirmou que não tem conhecimento da representação. Ele acrescenta que “não houve qualquer comunicação oficial a respeito, motivo pelo qual não é possível comentar”. 

A denúncia foi feita na quarta-feira (19) após um bate-boca entre os dois no Twitter. Wyllys criticava a decisão do governo do RS de manter as escolas cívico-militares e disse que “gays com homofobia internalizada em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes”. (saiba mais abaixo)

A informação da denúncia foi anunciada pelo governador em sua conta no Twitter nesta quinta-feira. 

“Não interessa se é da direita ou da esquerda. Não interessa a cor da bandeira que carrega. O que importa é que homofobia, preconceito, discriminação não podem ser tolerados. A sociedade que a gente defende é uma sociedade de respeito, de tolerância, em que as pessoas sejam julgadas pelo seu caráter, pela sua capacidade, pela sua honestidade, não pela cor da pele, não pela crença religiosa, não pela orientação sexual. Homofobia, venha do lado que vier, preconceito e discriminação, venha do lado que vier, da cor da bandeira que cada um segurar, não pode ser tolerado e por isso eu faço essa representação junto ao Ministério Público”, disse Eduardo Leite em um vídeo postado no Twitter. 

Eduardo Leite anuncia que registrou denúncia no MP por homofobia contra Jean Wyllys — Foto: Reprodução/Redes sociais

Eduardo Leite anuncia que registrou denúncia no MP por homofobia contra Jean Wyllys — Foto: Reprodução/Redes sociais 

Jean Wyllys e Eduardo Leite — Foto: Montagem/g1

Jean Wyllys e Eduardo Leite — Foto: Montagem/g1 

Leite e Wyllys discutiram no Twitter na última sexta-feira (14) após o g1 ter publicado uma notícia de que o estado vai manter as escolas cívico-militares. O bate-boca gerou quase 4 milhões de visualizações e dominou os assuntos em alta no dia nos últimos dias. 

Entenda, abaixo, o que aconteceu. 

Por que Jean Wyllys e Eduardo Leite discutiram no Twitter

Por que Jean Wyllys e Eduardo Leite discutiram no Twitter 

Qual o motivo da discussão?

Eduardo Leite publicou em seu perfil no Twitter um print da reportagem do g1 e disse que o governo do Rio Grande do Sul iria manter as escolas cívico-militares. Atualmente, há 18 instituições estaduais nesse modelo. 

Como começou a discussão?

Jean Wyllys fez uma publicação em resposta a de Leite, acompanhada de um print da postagem do governador, criticando a medida, mas, principalmente, o fato da decisão ter partido de um político assumidamente gay. 

Leite foi o primeiro presidenciável a admitir publicamente sua homossexualidade. Isso ocorreu em 2021, durante entrevista a Pedro Bial. 

Para tentar explicar a razão do governador gaúcho ter mantido as escolas cívico-militares, disse que se tratava de “homofobia internalizada”

“Que governadores heteros de direita e extrema-direita fizessem isso já era esperado. Mas de um gay…? Se bem que gays com homofobia internalizada em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes; se for branco e rico então… Tá feio, bee!”, diz o tweet. 

Como o governador do RS reagiu?

Leite chamou Wyllys de “ignorante”, pois sua fala “em nada contribui para construir uma sociedade com mais respeito e tolerância”. Veja: 

Para Leite, que já disse ser um “governador gay” e não um “gay governador”, as pautas LGBTQIA+ não entram em conflito com a defesa de uma política de manutenção, por exemplo, de um programa cívico-militar, apesar do histórico de embate entre os grupos. 

“Nesse Brasil com pouca integridade, nesse momento, a gente precisa debater o que se é, para que se fique claro e não se tenha nada a esconder”, disse em entrevista a Bial. 

O que são as escolas cívico-militares?

Criado em 2019, o programa de escolas cívico-militares permitia a transformação de escolas públicas para o modelo cívico-militar. O formato propunha que educadores civis ficassem responsáveis pela parte pedagógica, enquanto a gestão administrativa passava para os militares. 

O governo federal decidiu encerrar o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim). Apesar disso, o governo do RS decidiu manter nesse modelo as escolas que já operavam com ele. 

Modelo de esquerda ou de direita?

Apesar de ter permanecido em vigor durante todo o governo de Jair Bolsonaro, a militarização da educação no Brasil já foi colocada em prática durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva por dois de seus ministros na época: Rui Costa e Flávio Dino. 

Jean Wyllys retornou ao Brasil no final de junho, depois de quatro anos no exterior. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu no dia 6 deste mês o ex-deputado. 

Em 2019, primeiro ano da gestão Jair Bolsonaro, ele abriu mão do mandato na Câmara e decidiu deixar o país. 

Na ocasião, ele disse que estava recebendo várias ameaças de morte, que se intensificaram após o assassinato da então vereadora Marielle Franco (PSOL), em 2018. 

No período em que esteve fora do Brasil, o ex-deputado fez um doutorado em Barcelona, na Espanha.

Informações G1


Bolsonaro posta vídeo forte em suas redes sociais sobre os perigos do governo petista: "arrisco a minha vida pelo meu Brasil"; VEJA VÍDEO

Foto: Reprodução/Twitter.

Na manhã desta quinta-feira (20), o ex-presidente Jair Bolsonaro relembrou o que disse sobre o governo petista no passado, fazendo um alerta sobre as consequências de Lula no poder novamente.

Veja abaixo:

Informações TBN


Governo vai revogar decreto de Bolsonaro que permitiu atuação de PMs e bombeiros nas escolas

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que o presidente Lula (PT) vai revogar o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que permitiu a atuação de policiais militares e bombeiros nas escolas públicas do País, sob o modelo cívico-militares. A declaração foi feita em entrevista nesta quarta-feira 19.

A revogação se dará no âmbito do fim do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares,anunciado pelo MEC na última semana. Uma nota técnica produzida pela Secretaria de Educação Básica para subsidiar o encerramento da iniciativa recomendava a revogação do decreto 10.004/2019, que criou o Pecim, e a suspensão das portarias e outras normas a ele vinculadas.

Em julho de 2019, o então presidente Bolsonaro alterou, via decreto (9940/2019), o regulamento para as polícias militares e corpos de bombeiros militares permitindo que os agentes pudessem atuar em escolas estaduais, municipais e distritais, via gestão colaborativa com as unidades. Essa atuação passou a ser considerada pelo Pecim, instituído posteriormente, em setembro do mesmo ano.

“Vamos revogar”, confirmou Camilo Santana. “O que nós queremos é que os estados que administram os policiais militares e bombeiros militares possam adequar na sua legislação estadual as suas estratégias em relação a essas escolas. Isso será uma decisão do governador”, completou o ministro.

Após o anúncio do fim do programa de indução a escolas cívico militares pelo governo federal pelo menos 19 estados manifestaram interesse em manter ou ampliar seus programas de escolas cívico militares.

O MEC ainda não publicou o decreto de revogação do Pecim. Segundo informações do Ministério da Educação, a peça se encontra na Casa Civil.

Informações TBN


Centrão embarcou porque ‘governo está dando certo’, diz Rui Costa

Centrão embarcou porque ‘governo está dando certo’, diz Rui Costa

Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Em entrevista, ministro-chefe da Casa Civil celebrou chegada de ‘forças políticas’.

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), concedeu uma entrevista ao Jornal da Record nesta última quarta-feira (19) na qual comentou sobre a entrada de membros do Centrão no governo federal.

Segundo ele, essa movimentação ocorreu devido ao fato de que “o governo está dando certo”. Apesar disso, Costa preferiu não abordar sobre os problemas de articulação no Congresso Nacional e a dificuldade de aprovar as pautas de interesse do Executivo.

Em vez disso, ele enfatizou que a chegada de novos representantes de “forças políticas” tem contribuído para agilizar a implementação das políticas públicas planejadas pela administração petista.

“O presidente [Lula] já disse publicamente que está refletindo para incorporar mais forças políticas no seu governo. Isso é bom porque demonstra que o governo está dando certo, o povo está percebendo isso e quando o time está ganhando, cresce o número de torcedores e pessoas querendo participar. O presidente vai acolher novos membros de forças políticas para compor o seu governo e melhorar a sua força e agilizar a implementação e políticas públicas”, declarou o ministro.

Conexão Política


Atacante falou sobre decepção no último mundial, quando o Brasil foi eliminado nas quartas
Atacante falou sobre decepção no último mundial, quando o Brasil foi eliminado nas quartas Imagem: ANNE-CHRISTINE POUJOULAT / AFP 

A história de Neymar com a camisa da seleção brasileira terá mais alguns capítulos. Em entrevista divulgada nesta quinta-feira pelo canal Que Papinho!, do streamer Casimiro Miguel, o craque do Paris Saint-Germain, da França, avisou que irá se empenhar para atuar na Copa do Mundo de 2026, com sede no Canadá, Estados Unidos e México.

“No pós-Copa (de 2022), eu não queria, não”, disse Neymar, que chegou a colocar em dúvida a continuidade na seleção. “Mas vocês vão ter que me aguentar de novo”, emendou, com um largo sorriso no rosto.

Neymar ainda falou sobre as dificuldades na Copa de 2022, a ida de Messi para a Major League Soccer (MLS) e o fim da parceria com o argentino no PSG. Confira os melhores momentos da entrevista:

Situação na Copa e a lesão

Cheguei 100% na Copa. Foi uma das piores semanas da minha vida. Eu, além de machucado, fiquei muito doente. Fazia tratamento deitado na cama, estava mal, dormindo o dia inteiro, só ficava com o pé fora da cama. Foi um intensivão bizarro. Primeiro dia fiquei até 10h30 da manhã fazendo tratamento e o Marquinhos (zagueiro da seleção) ficou comigo fazendo companhia. Foi intenso, não sabia como voltaria, mas voltei 100%, sem dor. Eu tinha medo, só não estava 100% porque estava doente. Mas o que doeu mesmo foi a derrota, mais do que o tornozelo.

Eliminação contra Croácia

A gente não estava pensando no próximo jogo. Não sei dizer o que passou na cabeça, estavam todos exaustos, é difícil ter o entendimento de fazer as coisas certas naquela hora. Foi um erro completo, todos falharam de alguma forma, não vou apontar o dedo para ninguém, somos um time e levamos o gol. Foi um banho de água fria, foi a derrota mais dolorida na minha carreira.

Chorei durante 5 dias seguidos porque dói muito ver o sonho ir embora do nada, do jeito que foi. Preferia não ter feito o gol, estar 0 a 0 e ter perdido. É uma dor que só nós vamos sentir, não vou tirar a razão da dor do torcedor.Continua após a publicidade

Mas a gente sente muito, foi o pior momento da vida. Depois daquilo, tivemos que voltar para o hotel. Você não sabe o que vai fazer o dia seguinte, se vai embora… A gente tinha a expectativa lá em cima. Parecia um velório, um chorando do lado com a família, o outro chorando de outro. Um clima completamente pesado.

Vitória de Messi no Mundial

O futebol foi justo. Falei pra ele: se eu não cheguei à final, você vai lá e ganha essa p… Tinha que fechar com chave de ouro, fiquei muito contente por ele. Nada se compara. O futebol ficou feliz.

Eu já sabia (que o Messi ia para os EUA). Messi ganhou tudo já, a família dele foi muito afetada no PSG. Eu entendo perfeitamente a decisão dele. É um país que ele vai ser bem recebido, ter uma vida completamente diferente. Foram anos difíceis na França, a gente tentou, dessa vez não deu certo. Desejo tudo de bom pra ele.

O que não deu certo no PSG?Continua após a publicidade

Coisas do futebol, os galácticos do Real Madridtambém não ganharam a Champions League. Tínhamos um time forte, comigo, o Messi e o Mbappé, todos entre os melhores do mundo, mas não encaixou. Estávamos com vontade, mas o futebol não é certo, justo, não é uma receita de bolo.

No Pós-Copa, eu não queria, não. Nem é passar na dor de perder, mas pesa ver a minha família sofrendo muito. Mas eu sou muito fominha e vocês vão ter que me aguentar de novo.

Informações UOL