
A montadora norte-americana Ford decidiu vender seu complexo industrial de Camaçari, na Bahia, ao governo do Estado — e não à fabricante de veículos elétricos BYD.
Até o momento, os valores da negociação não foram divulgados. O acordo para tornar o complexo industrial da Ford uma propriedade do governo baiano “seguirá a legislação vigente, com indenização em preços compatíveis com o mercado”.publicidade
E o que levou a tradicional montadora norte-americana a vender suas propriedades ao governo — e não à empresa chinesa? É mais fácil concretizar a transação com o Estado da Bahia, visto que acordos de grande porte entre empresas privadas são complexos e burocráticos.
Com o anúncio, a BYD poderá concluir a aquisição junto ao Poder Público e acelerar a implantação das três fábricas previstas para a Bahia. O motivo da construção de unidades distintas se explica pelo método segmentado dos veículos.
Uma das fábricas será dedicada à produção de chassis para ônibus e caminhões elétricos. A outra vai produzir automóveis híbridos e elétricos, com capacidade estimada em 150 mil unidades ao ano — em sua primeira fase. A terceira fábrica, pensada para o processamento de lítio e ferro fosfato, atenderá o mercado externo e utilizará a estrutura portuária local.
O investimento previsto será de R$ 3 bilhões, somados os custos com a aquisição das plantas industriais. Isso deve gerar mais de 5 mil empregos diretos e indiretos no segundo semestre de 2024.
A empresa de tecnologia chinesa, maior fabricante de automóveis elétricos do mundo, produzirá cinco veículos no complexo baiano, entre os quais o Dolphin; o híbrido Song; uma picape; e o elétrico subcompacto Seagull, que tem o porte do Ford Ka, produzido no país até 2021. O quinto produto seria um modelo inédito.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Poder 360.
O deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) xingou trabalhadores do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) durante diligência da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga as invasões do movimento nos últimos meses.
“Vai trabalhar, vagabundo”, diz o relator da comissão em vídeo filmado durante visita ao assentamento São José em Atalaia (AL) na 6ª feira (11.ago.2023).
A diligência foi realizada a pedido do deputado Fábio Costa (PP-AL). O grupo visitou assentamentos na região da antiga massa falida da Usina Ouricuri, passando pelos assentamentos Milton Santos, Jaelson Melquíades e Chico do Sindicato, respectivamente assentamentos Ouricuri I, II e III.
Em nota, o MST afirma que o percurso “demonstrou a desqualificação dos deputados na condução da Comissão, a começar pelo descumprimento da rota estabelecida e aprovada em requerimento na Câmara Federal, quando a comitiva seguida de policiais armados, surpreendeu o acampamento São José, intimidando as famílias acampadas em um espaço símbolo da luta pela terra, em Atalaia e Alagoas por mais de 20 anos”.
O movimento afirma que a comitiva impediu o acompanhamento de jornalistas e de parte da comunidade pelos locais percorridos por eles.
“Entendemos que os problemas estruturais para os camponeses e camponesas são também de responsabilização do Estado, que deveria assegurar políticas públicas efetivas de resolução para questões de moradia, educação, saúde pública e o conjunto de direitos que são negados diariamente aos trabalhadores e trabalhadoras”, diz o MST.
“A narrativa dos deputados bolsonaristas busca em vários momentos responsabilizar os limites estruturais à organização dos camponeses, numa tentativa de se distanciar de suas responsabilidades como parlamentares”, completa.
Fonte: Poder 360.

Foto: Miguel Gutiérrez/EFE.
A Suprema Corte ordenou uma intervenção e destituiu a direção do Partido Comunista da Venezuela (PCV). A sigla, que faz oposição ao governo de Nicolás Maduro, denunciou neste sábado, 12, que é vítima de um “ataque” ao criticar a decisão da Justiça.
“O governo de Nicolás Maduro consumou um ataque ao Partido Comunista da Venezuela por meio de sentença judicial arbitrária”, afirma a nota. Ainda de acordo com a legenda, os interventores destacados para dirigir o partido são “mercenários a serviço da cúpula do PSUV [Partido Socialista Unido da Venezuela, que governa o país]”.
A Suprema Corte nomeou uma junta diretiva que deve organizar “processos democráticos internos” dentro do Partido Comunista. O grupo será liderado por Henry Parra, que apresentou um recurso contra a direção do PCV em julho do ano passado.
A partido afirma que a medida “não só cria um precedente grave na história política e jurídica do país, como deixa claro o caráter autoritário, antidemocrático e reacionário do governo”.
O PCV foi aliado do ex-presidente Hugo Chávez (1999-2013), mas rompeu com Nicolás Maduro e é crítico da política econômica do governo. Os comunistas foram contra a flexibilização do rígido controle econômico na Venezuela e reclamam da desvalorização da moeda local, corroída pela inflação.
A ordem que destituiu a direção do Partido Comunista da Venezuela lembra a decisão que atingiu a organização Vontade Popular, dos opositores exilados Leopoldo López e Juan Guaidó, em 2020. Naquele mesmo ano, a Justiça também decretou intervenções em outros dois dos principais partidos de oposição: Ação Democrática e Justiça Primeiro.
Mais recentemente, a Suprema Corte também ordenou uma intervenção na Cruz Vermelha. O então presidente Mario Villarroel foi destituído depois de cerca de 40 anos à frente da organização humanitária. A justificativa para a intervenção foi uma acusação de intimidação e maus tratos a funcionários da ONG.
Villarroel, de 75 anos, passou a ser investigado pelo Ministério Público depois de virar alvo de governistas, acusado por Diosdado Cabello, número dois do Partido Socialista Unido da Venezuela, de “conspirar” contra Maduro.
Em outra medida controvertida, a ditadura venezuelana tornou inelegível a líder opositora María Corina Machado, que era uma das favoritas para as eleições deste ano. Da ala mais radical da oposição, ela tinha a ambição de derrotar Maduro para promover uma “transformação total” na Venezuela, mas foi inabilitada a exercer cargos públicos por 15 anos.
Com isso, Corina se junta a outros dois nomes importantes da oposição que já haviam sido barrados da disputa eleitoral: Juan Guaidó e Henrique Capriles.
Fonte: O Estadão.

Foto: Eraldo Peres/AP/Imageplus.
Reportagem desta edição de VEJA mostra que a Polícia Federal e o Exército têm enfrentado uma disputa de poder, recheada de intrigas e suspeitas, nestes primeiros sete meses de governo Lula.
Um dos pontos de desgaste recai sobre uma “coincidência” envolvendo as investigações da PF. Com uma série de oficiais da ativa e da reserva na mira de apurações, militares do Exército têm reclamado que as ações costumam acontecer justamente em momentos em que haveria gestos públicos de aproximação entre as Forças Armadas e o presidente Lula, que desde o 8 de janeiro se diz alvo de uma tentativa de golpe.
Um dos casos citados é a prisão de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Além de a operação, que ocorreu dentro de uma área militar, não ter sido previamente avisada, o que até então costumava ser praxe em casos de potencial desgaste para a força, ela se deu num dia em que estava prevista uma visita de Lula ao Quartel-General do Exército, ato anunciado como uma tentativa de pacificação.
O evento, que contou com uma grande cerimônia de recepção e um almoço com o Alto Comando, acabou sendo ofuscado pela ação da PF naquela manhã. “Deixou a impressão de que quiserem minar esse gesto do presidente com a gente”, diz um general que acompanhou de perto todas as tratativas.
Duas semanas antes, outro episódio que chamou atenção foi o vazamento das imagens do ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Gonçalves Dias, dentro do Palácio do Planalto durante o 8 de janeiro. As gravações, que são objeto de investigação e estavam mantidas sob sigilo, vieram à tona justamente no Dia do Exército, quando também estava programado um evento com pompa para receber Lula no QG. Não há, porém, evidências de onde o material tenha saído.
“Ninguém deu o mínimo destaque para o fato de o presidente ter ido ao Exército e que foi um festaço”, lamentou o ministro da Defesa, José Múcio, durante uma conversa com assessores enquanto acompanhava o noticiário.
Na sexta-feira, 11, a PF foi novamente às ruas numa operação contra o general Mauro Lourena Cid, pai do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, dando início a mais um capítulo do tensionamento entre as duas instituições. Em nota, o Exército disse que colabora com as investigações em curso e que “não compactua com eventuais desvios de conduta de quaisquer de seus integrantes”.
Fonte: Revista Veja.

O STF (Supremo Tribunal Federal) volta a julgar na próxima quinta-feira (17) a descriminalização da maconha para uso pessoal. O processo corre na corte desde 2015.
No início de agosto, o ministro Alexandre de Moraes votou a favor da descriminalização. A posição consolidou um placar de 4 a 0 no STF a respeito do tema —sete ministros ainda precisam se posicionar.
O voto de Moraes retomou o julgamento da ação que pede que seja declarado inconstitucional o artigo 28 da lei 11.343 de 2006 (Lei de Drogas).
Não tipifica crime, diz o voto de Moraes, “a conduta de adquirir, guardar, ter em depósito ou trazer consigo para consumo pessoal a substância entorpecente maconha, mesmo sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.
O discurso de Moraes ressaltou que a Lei de Drogas de 2006 provocou um aumento no encarceramento e fortaleceu as facções criminosas.
O ministro abordou quantidades de posse para que isso não seja considerado crime. “Será presumido usuário aquele que adquirir, guardar, tiver em depósito ou trazer consigo de 25 a 60 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas.”
O julgamento havia sido suspenso pelo relator, ministro Gilmar Mendes, logo após o voto de Moraes. Em 2015, Gilmar e o ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso se manifestaram a favor da descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.
O debate no Supremo tem relação sobre quais critérios objetivos podem ser usados para distinguir usuários de traficantes. A lei de 2006 retirou a pena de prisão para casos de posse de drogas para consumo pessoal, mesmo mantendo o uso como crime, e deixou essa questão em aberto.
A corte avalia recurso apresentado pela defesa do mecânico Francisco Benedito de Souza. Ele cumpria pena por porte de arma de fogo no Centro de Detenção Provisória de Diadema, em São Paulo, mas sofreu nova condenação depois que foram encontrados três gramas de maconha na cela dele.
O que for decidido pelo STF terá repercussão em todos os tribunais do país.
Gilmar Mendes havia defendido, em seu voto, que a medida fosse estendida para todas as drogas. O entendimento foi parcialmente seguido por Fachin e Barroso, que votaram pela absolvição do mecânico flagrado com três gramas de maconha, mas restringiram sua interpretação à maconha.
Barroso, contudo, foi além em seu voto, e propôs definir uma quantidade de Cannabis que o usuário pode portar sem que seja enquadrado como traficante. Esse entendimento de estabelecer quantidades foi acompanhado por Moraes, o último a votar.
A análise na corte começou em 2015 e foi interrompida no mesmo ano, após pedido de vista do ministro Teori Zavascki, morto em 2017 em um acidente aéreo.
O processo foi liberado em 2018 por Alexandre de Moraes, que assumiu a vaga de Zavascki no Supremo, e a inclusão do julgamento na pauta dependia de decisão do presidente da corte. Em 2019, primeiro ano do governo Jair Bolsonaro (PL), o então presidente do STF Dias Toffoli chegou a marcar a retomada da análise, mas a retirou da pauta.
Fonte: Folha de São Paulo.
Governador de Minas Gerais almeja ser o candidato da direita à Presidência da República, e a esquerda o vilipendia desde já

Em janeiro deste ano, escrevi que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, enfrentaria o vale-tudo petista. “Prepare-se, Romeu Zema, porque os petistas irão com o seu vale-tudo habitual contra você. O governador mineiro terá contra si aquela imprensa imparcial que justapõe verdades para dizer mentiras, os blogs sujos redivivos e os militantes virtuais que já estão à toda nas redes sociais contra quem ousa discordar de Lula. Terá também de enfrentar intimidação judicial. A guerra já começou”, disse eu.
Exemplo do vale-tudo petista é o que está ocorrendo agora. Os suspeitos de sempre estão ecoando nesta imensa Casablanca que Romeu Zema afirmou ao Estadão que a frente de governadores do Sul e do Sudeste era “contra o Brasil”. Basta ler a entrevista para verificar que ele não disse isso. Romeu Zema afirmou que a frente de governadores do Sul e do Sudeste era para dar mais peso político em Brasília aos Estados dessas regiões, assim como fazem os estados do Nordeste, que jogam juntos.
Para bater em Romeu Zema, os petistas se aproveitaram do título absurdo com o qual o jornal publicou a entrevista. Eles sabem que pouca gente leu ou se dará ao trabalho de ler a entrevista e que qualquer correção não apagará o erro anterior. O jogo é bruto, como também prova a hostilidade permanente de Jean Wyllys contra Eduardo Leite.
Romeu Zema almeja ser o candidato da direita à Presidência da República, e a esquerda o vilipendia desde já. O trabalho de destruição da reputação começou quando lhe imputaram ser de “extrema direita”. Agora, Romeu Zema também é o político “anti-Nordeste” — o que significa colocá-lo também nas hostes dos extremos burros, uma vez que um candidato ao Palácio do Planalto precisa do voto nordestino para eleger-se.

Informações Revista Oeste

Nesta sexta-feira, 11 de agosto de 2023, o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) se transformou em um ambiente de afeto e cuidado em celebração antecipada ao Dia dos Pais. O Grupo de Trabalho Humanizado (GTH) em parceria com o Serviço Integrado de Atenção à Saúde do Trabalhador (Siast) promoveu uma série de iniciativas para homenagear os trabalhadores da unidade e proporcionar um momento de acolhimento aos pacientes.
A data, que ressalta a importância dos pais e da figura paterna na vida de todos, também foi uma oportunidade de reconhecer o esforço e a dedicação dos profissionais de saúde do hospital, que têm despendido incansáveis horas em prol da saúde e bem-estar da comunidade. Sob o lema “Cuidando de quem cuida”, o Siast ofereceu um dia repleto de atividades voltadas para o relaxamento e o bem-estar.
As práticas integrativas, como massagem relaxante, ventosoterapia, reiki e auriculoterapia, foram as principais atividades do evento. Os trabalhadores desfrutaram de momentos de tranquilidade e energia, essenciais para lidar com a assistência ao paciente. Essas práticas não apenas aliviaram o estresse, mas também forneceram uma oportunidade para os funcionários se reconectarem consigo mesmos, recarregando suas energias para continuar prestando um atendimento de qualidade.
Além disso, a distribuição de brindes realizada pelo GTH para os pacientes levou muita alegria para aqueles que irão passar o dia dos pais na instituição. Os pacientes, muitos dos quais vivenciando momentos delicados em suas vidas, foram surpreendidos com gestos de carinho e presentes simbólicos, o que trouxe um sorriso aos seus rostos e um alívio em seus corações.
A repercussão positiva dessas ações foi sentida tanto entre os colaboradores quanto entre os pacientes, reforçando a importância de eventos como esse, que enaltecem os valores da empatia e solidariedade. O Dia dos Pais no Hospital Geral Clériston Andrade foi muito mais do que uma celebração tradicional. Os momentos de relaxamento, as terapias integrativas e os brindes distribuíram alívio, alegria e esperança a todos os presentes, fortalecendo os laços entre a equipe hospitalar, os pacientes e suas famílias.



*Fonte: ASCOM/HGCA*

Foto: Andre Borges/EFE.
O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou, por meio de uma nota assinada por advogados, e negou ter se apropriado ou desviado “bens públicos”. Ele disse que coloca à disposição da Justiça sua movimentação financeira. As informações são do jornal O Globo.
– O Presidente Bolsonaro reitera que jamais apropriou-se ou desviou quaisquer bens públicos, colocando à disposição do Poder Judiciário sua movimentação bancária – diz o texto, assinado pelos escritórios de advocacia D.B. Tesser e Paulo Amador Cunha Bueno.
O comunicado surgiu após a Polícia Federal (PF) solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a quebra de sigilo bancário e fiscal dele, no âmbito do inquérito que investiga uma suposta tentativa de venda ilegal de presentes dados por delegações estrangeiras ao governo no período em que Bolsonaro era presidente.
Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “voluntariamente e sem que houvesse sido instada, peticionou junto ao TCU — ainda em meados de março, p.p. —, requerendo o depósito dos itens (joias presenteadas por governo estrangeiro) naquela Corte, até final decisão sobre seu tratamento, o que de fato foi feito”.
Veja, abaixo, o comunicado:

Imagem: Reprodução/Pleno News.
Fonte: Pleno News.

A assessoria de. Michelle Bolsonaro sobre o caso envolvendo uma caixa com joias esquecida embaixo da cama em uma viagem a Londres, em setembro de 2022. Os representantes dela disseram que a caixa não era da ex-primeira-dama, e os itens foram trazidos ao Brasil por engano. As informações são do Metrópoles.
A joia seria, segundo a assessoria, um presente de um anônimo para o então príncipe Charles. O presente foi devolvido à embaixada.
A informação sobre a caixa de joias constava em e-mails de ex-ajudantes de ordem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As mensagens foram entregues à CPI dos atos.
Leia, abaixo, a nota da assessoria, na íntegra:
Em relação às indagações feitas pelo Metrópoles, primeiramente, salientamos que não houve joias pertencentes à sra Michelle Bolsonaro “esquecidas” na Embaixada do Brasil em Londres, até porque, devido ao esquema de segurança do evento, houve restrição de uso de alguns tipos de joias e adereços. Portanto, a forma como foi redigido o relatório de passagem de serviço foi equivocada.
A partir das informações que foram fornecidas pelo veículo Metrópoles, por ocasião do questionamento, informamos que, ao que tudo indica, trata-se de um embrulho (junto com um papel escrito) que teria sido entregue em Londres a uma das assessoras da Primeira-Dama, durante a rápida dinâmica de deslocamento e comparecimento da comitiva aos eventos, por uma pessoa que, salvo engano, se encontrava na multidão próxima ao local por onde passaria o casal presidencial.
Posteriormente, verificou-se no escrito a solicitação para que o presente fosse entregue ao, então, Príncipe Charles. Tratava-se de um adereço de pescoço, aparentemente, de fabricação artesanal. A dinâmica de movimentação das comitivas é muito acelerada e, portanto, a assessora, num gesto de gentileza e consideração, apenas recebeu o embrulho e o levou para Embaixada do Brasil para que, posteriormente, fossem adotadas as medidas cabíveis pelos servidores responsáveis.
Cabe reforçar que devido ao rigoroso esquema de segurança e das prescrições ditadas pelo cerimonial dos eventos fúnebres da Rainha Elizabeth II, havia muitas restrições quanto a circulação e utilização de objetos por parte dos convidados durante as cerimônias, inclusive quanto ao uso de joias e ferragens em bolsas ou outros acessórios. Nessas condições, restou inviabilizado o atendimento do pedido por parte de qualquer membro da comitiva.
Ao que tudo indica, durante os preparativos para o retorno ao Brasil, algum membro da comitiva responsável pela checagem dos aposentos, teria pegado o embrulho e trazido para o país supondo pertencer à Primeira-Dama ou a algum outro membro da comitiva que a acompanhava. Chegando ao Brasil, quando as assessoras receberam o referido pacote e perceberam que fôra trazido por engano, entregaram-no a um dos diplomatas que servia à Presidência solicitando que fosse enviado à Embaixada do Brasil em Londres, via malote (mala diplomática). A partir desse momento, nem as assessoras, nem dona Michelle receberam mais informações sobre o caso.
Informações Pleno News

A Justiça dos EUA decidiu na 6ª feira (11.ago.2023) que a defesa do ex-presidente Donald Trump poderá acessar os arquivos que serão usados no julgamento que o acusa de tentativa de fraude na eleição presidencial de 2020, quando perdeu para o atual presidente Joe Biden.
No entanto, na decisão, a juíza Tanya Chutkan avisou aos advogados de Trump para que não usassem os materiais divulgados para intimidar as testemunhas do processo. As informações são da agência de notícias Reuters.
Por outro lado, os procuradores do caso disseram temer a intimidação de testemunhas. Como exemplo, eles citaram uma mensagem de Trump publicada nas redes sociais em que dizia: “Se você for atrás de mim, eu vou atrás de você”.
Segundo a juíza, o governo não apresentou evidências para que materiais fossem mantidos em sigilo. A magistrada manteve as transcrições de depoimentos de testemunhas em segredo de Justiça.
Os procuradores federais disseram que vão entregar aos advogados de Trump cerca de 11,6 milhões de páginas de provas e um disco rígido com imagens extraídas de celulares.
A juíza permitiu que Trump acesse os documentos confidenciais, mas sem o celular. O ex-presidente não compareceu à audiência na 6ª feira (11.ago).
O indiciamento emitido em 1º de agosto pela Justiça acusa o republicano de:
Créditos: Poder 360.