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Foto: Maurícia da Mata – Bahia Notícias

O Bahia completou sete jogos sem vencer. Na noite deste sábado (22), o Tricolor ficou no empate sem gols com o Corinthians, na Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Brasileirão.

Com o resultado, o time baiano segue no 16º lugar, agora com 14 pontos e corre o risco de fechar a rodada na zona de rebaixamento. Em 17º com 12, o Goiás enfrenta o Cruzeiro, no Independência, neste domingo (23), às 16h. Já o Timão assumiu a 14ª posição com 16 e ultrapassar o Santos.

Na próxima rodada do Brasileirão, o Bahia enfrenta o São Paulo domingo (30), às 11h, no Morumbi. O Timão joga na véspera, sábado (29), às 18h30, contra o Vasco, na Neo Química Arena.

*Bahia Notícias


Max Verstappen ultrapassa Lewis Hamilton na largada do GP da Hungria
Max Verstappen ultrapassa Lewis Hamilton na largada do GP da Hungria Imagem: Mark Thompson/Getty Images 

Max Verstappen, da Red Bull, venceu o GP da Hungria de Fórmula 1, realizado na manhã de hoje (23).

Verstappen, que largou em segundo, ultrapassou Lewis Hamilton na primeira curvae abriu vantagem sobre os demais carros ao longo da prova.

Norris, pela segunda vez consecutiva, encerrou a prova no segundo lugar. Pérez, que largou no nono lugar, fez uma boa corrida e fechou o pódio. Hamilton, pole position, finalizou em quarto.

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Outro destaque da corrida foi George Russell, que largou na 18ª colocação e finalizou a prova no sexto lugar.

A corrida contou com um acidente envolvendo quatro carros do final do pelotão ainda na primeira curva.

A vitória de Verstappen na Hungria significou um recordo para a Red Bull. A equipe chegou ao 12° triunfo consecutivo — desde Abu Dhabi em 2022 — e se isolou como o time com a maior sequência da história. A McLaren, com Senna e Prost, conseguiu 11 vitórias em 1988.

Veja a classificação do GP da Hungria

https://twitter.com/F1/status/1683127615954071552?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1683127615954071552%7Ctwgr%5E57ce8dbee2fa84079106d9ac7c5555d57a374610%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.uol.com.br%2Fesporte%2Fultimas-noticias%2F2023%2F07%2F23%2Fgp-da-hungria-de-formula-1.htm

Max Verstappen largou bem e, por dentro, ultrapassou Lewis Hamilton logo na primeira curva. O piloto inglês ainda perdeu a posição para Piastri e Norris, que subiram para o segundo e terceiro lugar, respectivamente.

A primeira curva também ‘ocasionou’ um acidente. Zhou, que largou mal — caiu de quinto para 16° — encostou na traseira de Ricciardo. O australiano, sem controle do carro, acertou Gasly, que acabou batendo em Ocon. O acontecido tirou os dois carros da Alpine da corrida.

A primeira parada dos carros da McLaren nos boxes, entre as voltas 18 e 20 foi benéfica para Lando Norris. O inglês, que parou primeiro, ultrapassou Piastri e passou a andar na frente do companheiro de equipe.

Passada metade da corrida, Max Verstappen seguia confortável na liderança. O piloto holandês foi construindo vantagem sobre os carros da McLaren desde as primeiras voltas e chegou ao meio da prova 11 segundos à frente de Norris, segundo colocado.Continua após a publicidade

Sergio Pérez, que largou na nona posição, fez uma boa corrida de recuperação e conseguiu escalar o pelotão. Na metade final da corrida, o mexicano ultrapassou Piastri e assumiu a então quarta posição, que viria a se tornar terceira após uma parada de Hamilton nos boxes.

Na reta final, Pérez tentou pressionar Norris. O mexicano diminuiu uma distância que chegou a ser de oito segundos para três, mas não conseguiu se aproximar mais. No final, ele viu Hamilton se aproximar, mas manteve seu lugar no pódio.

Isolado e de cara para o vento, apenas lidando com retardatários, Verstappen concluiu a prova sem problemas e venceu sua nona corrida no ano.

Próxima corrida da Fórmula 1

A Fórmula 1 volta já na próxima semana. No domingo (30), os 20 pilotos vão correr no circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica, a partir das 10h (de Brasília).

Informações UOL


Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos. - Reprodução/Redes Sociais
Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos. Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Milhares de “peixes-pênis” foram achados em uma praia da Argentina, na região de Murtillar. Nas redes sociais, há relatos de aparições do animal na região desde 4 de julho, geralmente em tom de piada por causa do formato.

Apesar de pouco conhecida na América do Sul, a criatura marinha de aparência fálica é encontrada também no leste da Ásia, onde é considerada uma iguaria. Na Coreia do Sul, o petisco é conhecido como “gaebul”, de acordo com o The Guardian.

- - Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais - Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais
Vermes, popularmente conhecidos como “peixes-pênis” foram encontrados na região de Murtillar, na cidade de Rio GrandeImagem: Jorge Suares/Reprodução de vídeo e redes sociais

Consumido cru ou cozido

Geralmente, eles são vendidos em mercados de rua e são servidos crus, com um molho feito de óleo de gergelim ou vinagre com gochujang, um condimento coreano. Também há a versão cozida, quando o ingrediente é grelhado no espeto com sal, pimenta e óleo de gergelim.

A revista norte-americana Atlas Obscura definiu o prato como “uma mistura satisfatória de salgado, doce e mastigável”.Já o site especializado de viagens Lonely Planet explicou em um artigo: “Graças à sua capacidade de reter água, é possível que, quando a pessoa o morde, o verme ‘cospe’ um jato de água salgada.”

O ingrediente também é considerado afrodisíaco em países asiáticos. Uma pesquisa publicada em 2016 afirmou que o consumo da espécie poderia ser benéfico para a saúde, já que a presença de peptídeos neles agia contra a disfunção erétil, segundo a CNN.

Mais sobre o “peixe-pênis”:

Embora sejam um tipo de verme, da espécie Urechis unicinctus, eles são chamados de “peixes”. Animal pode ter entre 10 e 30 centímetros.

Existem evidências fósseis dessas criaturas que datam de 300 milhões de anos, segundo a BBC. A vida útil da espécie é de até 25 anos.

Além de “peixe-pênis”, espécie também é conhecida por outro apelido: verme estalajadeiro. O nome faz referência ao estilo de vida do verme, que cava na areia túneis em forma de “U” que podem se estender por vários metros de comprimento.

Além dos humanos, peixes, tubarões até lontras se alimentam da espécie.

Informações UOL


Lula só fala com imprensa se a tiver sob seu controle; Bolsonaro, em comparação, deu mais entrevistas durante mesmo período

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concedeu 17 entrevistas exclusivas de 1º de janeiro a 21 de julho de 2023. Já o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou 31 vezes com exclusividade a jornalistas no mesmo período de seu governo –14 a mais no comparativo com Lula.Levantamento do Poder360 mostra preferência do atual presidente pelo Grupo Globo e por falar a canais de televisão. Os conglomerados de mídia preferidos de Bolsonaro no período eram Record e SBT. O ex-chefe do Executivo havia dado 6 entrevistas a cada emissora no início de seu governo. Também preferiu falar aos programas de TV de 1º de janeiro a 21 de julho de 2019. Mas não falou ao Grupo Globo no período.


Créditos: Poder360.

A linguagem fascista de Lula
23 de Julho de 2023

A linguagem fascista de Lula

A linguagem fascista de Lula

Foto: Reprodução/Redes Sociais.

Em entrevista coletiva ao final da sua viagem a Bruxelas, Lula disse o seguinte sobre os cidadãos acusados de atacar o ministro Alexandre de Moraes e sua família, no aeroporto de Roma:

“Nós precisamos punir severamente pessoas que ainda transmitem ódio, como o cidadão que agrediu o ministro Alexandre de Moraes no Aeroporto de Roma. Um cidadão desses é um animal selvagem, não é um ser humano.”

E continuou:

“Essa gente que renasceu no neofascismo colocado em prática no Brasil tem que ser extirpada, e nós vamos ser muito duros com essa gente, para eles aprenderem a voltar a serem civilizados. Queremos paz, trabalho, emprego, educação, saúde e viver bem.”

O presidente da República que não quer transmitir o ódio pratica o ódio ao desumanizar acusados que foram submetidos a medidas judiciais de exceção, sobre as quais não tratarei aqui. O ódio de Lula tem selo : desumanizar seres humanos é uma prática fascista comum.

Na linguagem fascista, os adversários políticos, os alvos de ódio étnico e os criminosos são comparados a animais — ratos, baratas, macacos — a ser naturalmente extirpados, verbo utilizado por Lula. Trata-se de eliminar quem é considerado praga, infecção, câncer. De suprimir moral e fisicamente todos aqueles que atrapalhariam, pela ação ou pela mera existência, a busca por paz, trabalho, emprego, educação, saúde, viver bem. Que seriam ameaça ao funcionamento perfeito do sistema ideológico.

Como querem a total harmonia social (essa é a pretensão totalitária), fascistas devem ser “duros com essa gente, para eles aprenderem a voltar a ser civilizados”. É preciso disciplinar a malta incivilizada que não se submete. É imperioso dar-lhe uma lição definitiva (Mussolini foi professor na juventude e levaria esse tipo de discurso adiante, como Duce). O convencimento racional, a argumentação, a discussão, a diferença, a divergência incancelável, o devido processo legal, não são admitidos na harmonia fascista. Não cabem nos seus limites estreitos que são vendidos paradoxalmente como se fossem libertadores.

Só os vídeos das câmeras de segurança do aeroporto de Roma poderão esclarecer o que realmente ocorreu entre os acusados e os acusadores. Mas não é preciso vídeo para constatar que Lula usa a linguagem fascista para acusar cidadãos de fascismo.

Créditos: Metrópoles.


Com salários de até R$ 914 mil, metade dos juízes do Brasil ganha mais que os ministros do STF

Com salários de até R$ 914 mil, metade dos juízes do Brasil ganha mais que os ministros do STF

Foto: Cristiano Mariz/O Globo e Reprodução/TV Justiça.

O vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) formam o teto constitucional dos servidores públicos. No entanto, nos meses de abril e maio deste ano, metade dos magistrados do país recebeu salários superiores a R$ 41,6 mil brutos. O levantamento é do site “Uol Notícias”, que analisou os contracheques no Painel de Remuneração do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em maio deste ano, 12,2 mil magistrados de todo o país ganharam mais dinheiro que a cúpula do Judiciário. Em abril, 11,9 mil juízes, desembargadores, ministros e conselheiros — parte deles na ativa, parte já aposentados — tiveram remuneração superior que os ministros do STF.

De acordo com o estudo do site, esses números equivalem à metade dos 24 mil magistrados cujas folhas de pagamento estão disponíveis no sistema do CNJ. Ao todo, eles representam 85% de todos os magistrados do país. O levantamento incluiu informações de contracheques de 74 tribunais — ou seja, 80% das cortes brasileiras.

Supersalário de R$ 900 mil

Quase 4% de todos os contracheques de abril e maio (1.885) superaram R$ 100 mil, diz o site. Em maio, os dez contracheques de maior valor variaram de R$ 180 mil brutos a R$ 914 mil.

O maior salário foi pago pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que afirmou, em nota, ter sido a soma de “indenização de 240 dias de férias, com o respectivo terço constitucional, 210 dias de licença especial e 99 dias de plantão não usufruídos quando em atividade”. Sem essas verbas indenizatórias, o magistrado teria recebido R$ 35.912,48, segundo a Corte.

Em tese, a Constituição Federal estabelece um limite máximo a ser pago por mês para servidores públicos. A reforma da Previdência de 1998 determinou que os vencimentos dos ministros do STF seriam a baliza para isso. Atualmente, o teto é de R$ 41.650,92.

No entanto, muitos juízes do país conseguem “furar” esse teto com ganhos extras desvinculados do limite máximo. Entre as verbas, como destaca o “Uol Notícias”, estão valores de diárias, auxílio-moradia, licenças-prêmio convertidas em dinheiro e adicionais por tempo de serviço recebidos retroativamente. Além disso, valores de férias e do 13º salário, somados aos vencimentos mensais, também podem ultrapassar o teto.

Os tribunais afirmam que as somas excedentes ao teto são legais por serem baseadas em resoluções do CNJ e decisões judiciais (muitas vezes tomadas pelas próprias Cortes). De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, alguns valores não se confundem com o subsídio da magistratura.

“O pagamento dos subsídios mensais dos milhares de magistrados brasileiros é feito de acordo com diversas peculiaridades de cada caso, e há de sempre respeitar o teto constitucional (…) Os pagamentos de verbas de outras naturezas, como férias acumuladas, indenizações e valores atrasados, também integram a folha de pagamento por imperativo de transparência, mas não se confundem com o subsídio da magistratura”, afirmou o CNJ, em nota enviada ao site.

Em São Paulo, segundo o “Uol Notícias”, apenas 6% dos magistrados não excederam o teto. Cálculos do site com base nas folhas de pagamento dos tribunais e em dados dos Ministérios de Cidades, Desenvolvimento Social e Saúde apontam que, se todos os salários de juízes ficassem dentro do limite constitucional, haveria uma economia de R$ 11,1 bilhões entre janeiro de 2020 e abril deste ano.

Além disso, seria possível construir 65 mil unidades do “Minha Casa, Minha Vida” e sustentar 1,3 milhão de famílias com o Bolsa Família por um ano.

Créditos: O Globo.


Jovem não binário mata um presidente quase Bolsonaro no livro 'Veado Assassino'

Foto: Marco Santiago/ND

Um adolescente não binário, um pouco zero à esquerda, assassina o presidente negacionista e chulo de extrema direita que esteve à frente do país nos últimos quatro anos. É essa a premissa de “Veado Assassino”, novo livro de Santiago Nazarian prestes a ser publicado pela Companhia das Letras.

Com roupas pretas, tatuagens nos dois braços e um longo cabelo grisalho, e os olhos contornados pelo negrume de um lápis, Nazarian parece mais cantor emo do que escritor, quem sabe algum cover de Robert Smith, vocalista do The Cure. Recebeu a reportagem na sede da editora que o publica sem segurar sua língua.

Sua nova obra é um diálogo corrido, sem qualquer intervenção de narrador, e pode ser lida numa única sentada —o que cumpre a dupla função de se adequar à curta atenção do leitorado jovem e livrar a barra do autor. Tudo que é dito está na boca dos dois interlocutores, afinal, então nada pode ser atribuído a ele.

O leitor acompanha a história de Renato através de sua interação com um entrevistador desconhecido. Toda a conversa é registrada por aspas intercaladas, sem qualquer identificação de quem está falando, colocando o público numa posição similar a de quem intui o que está acontecendo a partir do que ouve casualmente numa conversa.

A estrutura também joga nas mãos dos leitores a avaliação do protagonista. Seria Renato um herói precoce, que matou a Bruxa Má do Oeste e livrou o Brasil do dragão? Se essa posição é atraente, encontra seu maior desafio no jeitão do protagonista, que por vezes parece um incel —os “celibatários involuntários”, jovens malogrados na vida social que povoam a internet porque têm dificuldade para sobreviver ao mundo.

O personagem, que não é nem hercúleo, nem vilanesco, surge a partir da tentativa de Nazarian de compreender as novas gerações LGBTQIA+ —sigla que, ele pensa, se torna cada vez mais longa e logo deve ser substituída por algo menos espalhafatoso. O escritor se sente livre para realizar certo fogo amigo no livro agora que a extrema direita não preside mais o país.

Após se divorciar de um casamento de meia década com um chef de cozinha, voltou ao Grindr, aplicativo gay de sexo. Nos seus 46 anos, preservou o público por quem sempre se interessou, os vintões andróginos.

Foi aí que começou a sair com pessoas não binárias, algumas das quais passaram a se reconhecer como mulheres trans, diz ele. Além de em sua vida romântica, ele busca voltar a ter jovens no seu leitorado.

“Eu comecei a publicar com 25 anos e tinha um público de adolescentes. Comecei numa época em que jovens escritores estavam em alta, eram os youtubers ou influencers da época”, diz Nazarian. “A internet era praticamente só escrita, então nós éramos a influência da vez.”

“Veado Assassino” é uma tentativa de Nazarian de mostrar que, apesar de estar mais velho e estabelecido, ele não perdeu a ousadia.

“Eu me sinto orgulhoso de ainda poder ser contestador, perigoso de alguma forma. Não quero ser só o tiozão finalista de Jabuti —isso é o que se espera, tenho 46 anos e 20 de carreira”, ele diz. Seu livro “Fé no Inferno” perdeu para “Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, na edição de 2021 do prêmio. “Tenho certo orgulho de conseguir fazer algo ousado, não estar numa zona de conforto.”

Enquanto seu primeiro livro, “Mastigando Humanos”, de 2006, repercutiu bem e chegou a ser adotado em escolas, o escritor não consegue imaginar o mesmo acontecendo hoje. Não pela acidez das obras, que sempre esteve lá, diz ele, mas porque o cerco de proteção sobre os mais jovens aumentou muito nos últimos anos.

Por isso decidiu autopublicar seu último livro voltado ao público juvenil, “O Príncipe Precoce”, após se negar a fazer cortes exigidos por outra editora.

O próprio “Veado Assassino” passou por cortes e leitores sensíveis, profissionais treinados para identificar conteúdos que podem ser nocivos para minorias. Além de proteger leitores, as alterações também buscam resguardar Nazarian, que, afinal, narra o assassinato de Bolsonaro em seu livro —o ex-presidente nunca é identificado explicitamente, e detalhes foram alterados para que a descrição não fosse precisa.

Mas o autor acredita que isso não comprometeu o resultado final. “A literatura ainda é um território do indivíduo onde se pode falar várias coisas que em outros lugares não são ditas.”

Fonte: Folha de São Paulo.


Prepare-se para uma trama emocionante e cheia de reviravoltas de tirar o fôlego.

Em “Blood and Gold“, um soldado pária e um fazendeiro exigente partem para encontrar a salvação durante a Segunda Guerra Mundial. Um filme cheio de segredos e emoções. O novo longa-metragem da plataforma de ‘streaming’ promete animar os espectadores.

Blood and Gold, novo filme da Netlix: ‘Uma jornada pulsante de guerra e redenção’

A Netflix traz um dos filmes mais esperados de 2023: Blood and Gold. Ambientado nos tempos turbulentos da Segunda Guerra Mundial, o filme promete surpreender o público com uma trama envolvente e cheia de reviravoltas.

A redenção de Henry: entre o martírio e o acaso

O personagem principal, Henrique, brilhantemente interpretado por Robert Maaser, nos conduz por uma jornada repleta de crenças quebradas, exaustão acumulada e uma busca incansável pela salvação. O roteirista Stefan Barth introduz elementos místicos e metáforas cristãs que aprofundam a personalidade de Henrique, um homem que busca redenção por meio de seus próprios sacrifício.

Henry e Elsa: Um Encontro Inesperado

A trama segue com Henrique, um soldado alemão expulso em busca da filha e de uma nova oportunidade. Seu destino supera o da corajosa jovem agricultora Elsa, interpretada por Marie Hacke. Em um encontro inesperado, Elsa salva Henrique da morte certa e oferece a ele abrigo em sua fazenda.

Batalha pelo Tesouro: Segredos Ocultos e Resistência

Enquanto isso, a SS procura um tesouro judeu escondido em um vilarejo próximo. A resistência local é feroz contra a transferência do ouro, levando a uma batalha sangrenta sobre sua propriedade na igreja local. O diretor ‘Peter Thorwarth’ retrata habilmente a desolação dos personagens e dá vida à trama, explorando suas contradições e anseios.

Da Espiritualidade à Densidade: Uma História Incrível

Thorwarth nos leva a uma jornada que transcende a espiritualidade e mergulha nas profundezas da guerra, revelando até mesmo o romance tardio entre Elsa e Henry. Elsa se torna uma figura redentora para Henry, e “Blood and Gold” revela que nem todos os personagens têm acesso ao ouro, revelando que seu verdadeiro valor pode não ser o que você pensa.

Informações Brazil Greece


Extra TBN: Oposição se articula para barrar decreto de Lula sobre armas

Extra TBN: Oposição se articula para barrar decreto de Lula sobre armas

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados.

Cerca de 50 deputados que compõem a oposição ingressaram, neste sábado (22), com um projeto de decreto legislativo para impedir que o governo Lula faça alterações nas regras sobre armas no Brasil.

A iniciativa tem o carimbo do deputado federal Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) sendo ratificada pelos demais parlamentares da oposição. Para ter validade, o projeto precisa ter aprovação bicameral, ou seja, ser aprovado na Câmara dos Deputados e, também, no Senado.

As medidas já divulgadas por Lula, nesta sexta-feira (21), tem como objetivo burocratizar o acesso à armas e munições para quem busca defesa pessoal e também altera o número de armas e munições que CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) podem adquirir.

Fonte: Pleno News.


Possível fim do WhatsApp ilimitado pode ter impacto maior do que o previsto; Entenda

Possível fim do WhatsApp ilimitado pode ter impacto maior do que o previsto; Entenda

Foto: Dado Ruvic/Reuters.

O cenário de comunicação no Brasil pode estar prestes a passar por uma mudança significativa, impulsionada pela economia e avanço tecnológico. As principais operadoras de telecomunicações do país, Vivo, TIM e Claro, estão atualmente em discussão sobre a viabilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados, devido aos custos crescentes relacionados à implementação da tecnologia 5G. Essa possível alteração poderá impactar diretamente a maneira como as pessoas se comunicam e consomem informações, uma vez que o WhatsApp se tornou uma plataforma central para a troca de mensagens e notícias.

Atualmente, o acesso ilimitado ao WhatsApp tem sido uma opção popular e conveniente para muitos usuários, proporcionando uma maneira rápida e acessível de consumir notícias e se manterem informados. No entanto, essa facilidade de acesso também pode acarretar alguns desafios. A dependência exclusiva desses aplicativos para a obtenção de informações pode limitar a busca por outras fontes e conteúdos verificados, levando a uma possível falta de contexto ou análise mais aprofundada das notícias recebidas.

A combinação das empresas de telefonia com as Big Techs representa uma estrutura sobre a qual se sustentam negócios e também, ultimamente, o espaço cívico.

A discussão sobre o acesso ilimitado ao WhatsApp levanta questões importantes sobre como as mudanças na economia e na tecnologia estão moldando nossos padrões de comunicação e consumo de informações. Três das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, Vivo, TIM e Claro, estão debatendo a possibilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados. A discussão surge em meio a preocupações com os crescentes custos associados à implementação da tecnologia 5G no país. A oferta do WhatsApp ilimitado era uma vantagem competitiva oferecida pelas operadoras, mas agora elas estão avaliando sua sustentabilidade financeira diante do aumento da demanda esperada com a expansão do 5G.

A mudança potencial na oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp pode impactar a experiência dos usuários, que se acostumaram a utilizar o aplicativo de mensagens sem se preocupar com limites de dados. A decisão das operadoras de rever essa oferta ocorre devido às complexidades e altos custos envolvidos na implantação da infraestrutura necessária para suportar o 5G, que promete velocidades de conexão significativamente mais rápidas e maior capacidade de dados. Como o uso do WhatsApp é amplamente difundido no Brasil, qualquer alteração nas condições de acesso ao aplicativo pode ter um impacto significativo nas escolhas dos consumidores em relação aos planos de telefonia móvel.

Três das principais operadoras de telecomunicações do Brasil, Vivo, TIM e Claro, estão debatendo a possibilidade de encerrar a oferta de acesso ilimitado ao WhatsApp em seus planos de dados.

Ainda não há uma decisão final sobre o assunto, mas as discussões em andamento entre as operadoras de telecomunicações indicam que a oferta de WhatsApp ilimitado pode ser revista em breve. O cenário reflete o desafio que as empresas enfrentam para equilibrar a oferta de serviços atraentes para os consumidores, ao mesmo tempo em que investem na expansão e aprimoramento de suas redes para atender às crescentes demandas de conectividade trazidas pela tecnologia 5G no Brasil.

Há dois cenários para a informação vindos dessa potencial mudança. Ou as pessoas finalmente ficam mais conscientes ou agora a coisa degringola de vez.

É possível que os consumidores busquem por alternativas para se manterem informados, já que vão pagaro acesso de qualquer jeito. Sem a comodidade do acesso ilimitado, as pessoas podem se voltar para fontes originais de notícias, explorando sites de veículos de comunicação, blogs especializados e outras plataformas que oferecem informações confiáveis e verificadas.

Por outro lado, o fim do acesso ilimitado ao WhatsApp também pode ter um efeito negativo no consumo de notícias. Com muitos consumidores enfrentando restrições financeiras, a falta de recursos para pagar pelo pacote de dados poderia resultar em uma redução do acesso à informação. As pessoas vão trocar menos notícias entre si e não vão checar essas notícias de jeito nenhum porque a ordem é economizar, pensando nesse cenário.

Além do impacto na disseminação da informação, o possível fim do acesso ilimitado ao WhatsApp nos planos de dados também pode ter implicações significativas para os negócios que utilizam a plataforma como ferramenta essencial para suas operações. Hoje em dia, o WhatsApp desempenha um papel crucial no mundo empresarial, sendo utilizado por muitas empresas, grandes e pequenas, para se comunicarem com clientes, fornecedores e parceiros de negócios. A facilidade de comunicação, compartilhamento de informações e a possibilidade de realizar vendas diretamente na plataforma tornaram o aplicativo uma ferramenta indispensável para muitos empreendimentos.

Fonte: Gazeta do Povo.