
Foto: Danilo Verpa/Folhapress.
As notícias vindas do Morro do Índio, em Cubatão (SP), deixaram Reinaldo Bock Coutinho, o Chuck, enfurecido. Um traficante apelidado de Pivete reivindicava a posse de um ponto de drogas pertencente ao território de Chuck, a Adega. Além disso, Ratinho, outro criminoso conhecido, insistia em abrir uma “boca” no beco da Farinha —iniciativa já vetada anteriormente por Príncipe, “disciplina” da região (como é chamado quem impõe ordens do crime organizado).
Não podendo resolver a questão pessoalmente, já que à época estava preso em uma penitenciária de Mirandópolis (SP), Chuck mandou avisar os parentes e os outros envolvidos na história que os chefes do PCC tinham sido acionados para solucionar o impasse, e seriam eles quem arbitrariam sobre o tamanho exato da “loja” de cada um e, ainda, sobre o que fazer com Ratinho.
Mais do que uma disputa de um morro do litoral paulista, os diálogos e documentos interceptados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo são uma demostração do papel da facção criminosa PCC no controle dos territórios de venda de drogas no estado, incluindo o poder de decisão de quem pode ou não pode vender drogas nas ruas.
Essa situação, segundo a polícia e promotores ouvidos pela reportagem, ocorre em praticamente todo o território paulista e se estende a cidades de outros estados, como parte do Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.
“A pessoa não escolhe se vai abrir ou não, onde vai abrir, qual é a área dela. Isso é o PCC que determina”, diz o promotor Silvio de Cillo Leite Loubeh, do Gaeco (grupo da Promotoria especializado no combate ao crime organizado) de Santos (SP), responsável pela investigação de Chuck.
“Você não pode dizer: ‘vou começar a vender maconha e cocaína aqui nesta esquina’. Não existe isso. Você só vai vender ali se for autorizado pelo partido [PCC] a vender. Ou vai ter que comprar o ponto de outro traficante, e mesmo isso passa por uma autorização. Em todo o lugar do estado é assim, a não ser um local aí perdido, mas acho difícil”, explica.
Os documentos apreendidos pelas polícias e Promotoria mostram que esse domínio foi se consolidando ao longo dos anos. Atualmente, no estado de São Paulo, ainda que o traficante não pertença ao grupo, só pode comercializar drogas fornecidas por integrantes do PCC.
Na prática, isso significa que todos os territórios de venda de entorpecentes, as chamadas lojas, são do PCC. Esses pontos, por serem considerados da “Família”, são vendidos ou arrendados para criminosos parceiros como uma espécie de franquia, a exemplo do que ocorre em redes de restaurantes fast food —comparação usada por delegados e promotores.
Esse domínio limita a concorrência entre os traficantes ligados à facção e afasta “autônomos”.
Para o procurador Marcio Sergio Christino, especialista em crime organizado, essa estrutura empresarial do PCC extinguiu a figura do pequeno traficante. Para ele, quem vende drogas nas “biqueiras” é como um funcionário de uma loja de departamentos.
“Dá para afirmar, com toda certeza, que hoje em dia não existem traficantes independentes, não existem pequenos traficantes. São todos empregados de uma empresa chamada PCC”, diz o autor do livro “Laços de Sangue”, sobre o PCC, publicado pela editora Matrix.
Ainda conforme o procurador, esse monopólio no estado de São Paulo, em especial para a cocaína, começa já na Bolívia, onde o PCC tornou-se o único comprador oficial, após acordo com os produtores locais.
“Não é que vão falar: ‘você não pode vender [em SP o que comprou na Bolívia]’. Vão dar duas escolhas: ou você vende nos termos deles ou vai para o ‘saco'”, conta.
Christino afirma ainda que o crime mapeia vendedores autônomos por meio do comportamento dos usuários. “Quem acaba mostrando isso são os viciados. Eles mesmos falam: ‘olha, você está me vendendo aqui, mas estou comprando do outro mais barato’.”
Também para o diretor do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico), Ronaldo Sayeg, um traficante autônomo se tornou algo raro em São Paulo.
“Não é impossível [vender sem ligação com o crime organizado], você até pode. Mas vai comprar de quem a mercadoria? Você vai fazer tudo sozinho? É um molde empresarial, do qual o crime acaba se aproveitando. Ele é o facilitador para quem quer ter uma boca de fumo”, afirma o delegado.
Documentos apreendidos pela Polícia Civil mostram que, em 2016, a cidade de São Paulo era dividida em cinco grandes regiões e subdividida pela facção em 55 áreas, cada uma com várias “biqueiras”. Planilhas revelam que, no caso de “lojas” pertencentes ao PCC, os “gerentes” ficam com 5% do dinheiro desses pontos. Os demais “funcionários” dividem outros 15%, e o restante (80%) fica para a cúpula.
Já nos pontos de venda de “franqueados”, segundo policiais e promotores, os salários de “funcionários” variam conforme a região. O dono precisa, porém, seguir regras e, se eventualmente descumpri-las, o PCC pode tomar o ponto e vendê-lo a outro.
Investigações do Ministério Público indicam que os pontos são vendidos por valores que vão de R$ 50 mil a até R$ 3 milhões, dependendo da localização.
Delegados do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) ouvidos pela Folha afirmam que, nas investigações dos chamados mega-assaltos, descobriu-se que parte dos criminosos compra “biqueiras” com os recursos obtidos nessas ações, uma forma considerada segura de lavar o dinheiro.
O PCC foi fundado em 1993 e tinha, inicialmente, o propósito de ser uma espécie de associação de assistência aos presos e seus familiares contra a “opressão do Estado”.
De acordo com a polícia e Promotoria, após Marco Willians Herbas Camacho assumir o comando da facção, entre o final de 2002 e o início de 2003, ela começou a se transformar em uma espécie de empresa de tráfico de drogas. O registro das primeiras negociações dos criminosos com produtores estrangeiros está em uma carta apreendida pela Rota (tropa de elite da PM) em 2008.
De acordo com integrantes da Polícia Federal, os principais chefes da facção, que integram a chamada “sintonia final”, não estão diretamente ligados ao tráfico das “lojas”, mas, sim, ao internacional, que é muito mais rentável —um quilo da pasta-base da cocaína chega valer 40 mil euros na Europa.
Independentemente do grau de hierarquia que ocupem na estrutura, porém, todos respondem pelo crime de tráfico de drogas, destaca Sayeg. “Transportar, guardar, ocultar, trazer consigo, vender… Tem 18 verbos no artigo 33 [da Lei 11.343/2006, sobre o tráfico de drogas]”, diz.
“Pela lei, todos são [traficantes], porque só tem um crime de tráfico. O que poderia ter, por meio de uma alteração legislativa, seria uma gradação. Ou seja: diferenciar o cara que está vendendo do cara que está produzindo ou transportando. Eu acho que é muito mais nocivo e perigoso aquele cara que transporta uma tonelada do que aquele que está vendendo”, opina.
Local de preparação da droga quando chega do exterior.
Local de armazenamento das drogas a serem enviadas para as “lojas”.
Ponto de venda, também chamado de “biqueira”.
Podem ser próprias da facção ou de parceiros (como franquias). Nas próprias, 80% do dinheiro fica com o PCC, 15% com os “funcionários” e 5% com o “gerente”. Nas de parceiros, os valores pagos a “funcionários” e “gerentes” variam conforme a região, com regras impostas pelo PCC.
Quando custa uma ‘loja’?
De R$ 50 mil a R$ 3 milhões.
Qualquer pessoa pode comprar uma ‘loja’?
Não, o crime organizado precisa autorizar a compra.
Fonte: Folha de São Paulo.

Em depoimento à Polícia Federal, um dos investigados na operação para evitar atentados terroristas contra judeus no Brasil detalhou como funciona o recrutamento de brasileiros.
Ele foi encontrado em Goiás e interrogado pela PF por videoconferência. Sua identidade não foi revelada. No documento obtido pelo Jornal Nacional, o investigado contou sobre uma viagem que fez ao Líbano, em fevereiro deste ano.
Segundo disse, ele foi levado por homens fortemente armados a um prédio para se encontrar com líderes do Hezbollah. Também afirmou poderia receber inicialmente US$ 200 mil e mais um prêmio de US$ 500 mil para organizar um atentado. Outras pessoas matariam os alvos judeus no Brasil.
O interrogado foi liberado na sexta-feira, 10. Ele já havia sido preso três vezes no Brasil e responde a dois processos por receptação.
Na quarta, 8, o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou que o Mossad ajudou a Polícia Federal brasileira na operação Trapiche.
A investigação aponta que os terroristas planejavam atacar prédios da comunidade judaica no Brasil. Essa não foi a primeira vez que o Hezbollah usou o território brasileiro para preparar atentados.
Créditos: O Antagonista.

Foto: Reprodução.
Um vídeo que está circulando na internet mostra o marido de Ana Hickmann brigando com ela na frente dos funcionários. As imagens ressurgiram após a acusação de que ele teria agredido a esposa. Veja:
Com informações do Metrópoles.

Jogadores de Bahia e Athletico-PR em ação no jogo do Brasileirão
Imagem: Jhony Pinho/Agif
O Bahia empatou com o Athletico-PR por 1 a 1, na Arena Fonte Nova, e seque em situação delicada na tabela após a 34ª rodada do Brasileirão.
Everaldo, de pênalti, deixou o time da casa à frente, aos 28 minutos do segundo tempo.
Canobbio empatou para o Furacão na reta final, aos 42.
O Bahia foi a 38 pontos, mas foi ultrapassado pelo Vasco e só abriu um ponto de vantagem para o Z4. Agora em 16º, o time poderia ter ficado a três de distância do Cruzeiro, que perdeu para o Coritiba na rodada, e ainda viu o Cruzmaltino subir na tabela com a vitória sobre o América-MG.
Já o Athletico chegou aos 51 e segue na sétima posição, brigando por uma vaga na Libertadores de 2024.
As equipes voltam a campo daqui a duas semanas, após a parada da Data Fifa. O Bahia visita o Corinthians, enquanto o Furacão recebe o Vasco no mesmo dia — os dois jogos serão disputados no dia 25 (sábado), às 19h30 (de Brasília).
Informações UOL

Enfim, a espera acabou! O líder Vitória venceu o Novorizontino no Estádio Jorge de Biasi (SP) e está de volta à Série A depois de cinco anos. Na noite deste domingo (12), Rômulo abriu o placar para o time paulista , mas Léo Gamalho e Welder, de pênalti, viraram. O resultado de 2 x 1 foi suficiente para garantir o acesso do Rubro-Negro matematicamente. Com o fim da 36ª rodada, o time baiano foi a 69 pontos e – faltando seis a serem disputados – não poderá ser mais alcançado pelo quinto colocado.
O Novorizontino dominou o primeiro tempo e fez seu gol aos 19 minutos, mas, no último lance da primeira etapa, Léo Gamalho aproveitou cruzamento de Zeca e empatou a partida em São Paulo. Na volta do intervalo, o time paulista seguiu pressionando e o Vitória tentava sair no contra-ataque. A partida seguiu aberta para os dois lados e, no fim, o Vitória carimbou a vaga para a Série A com de pênalti de Welder.
Agora, o Leão vai em busca do seu primeiro título nacional, que poderá vir já na terça-feira (14), caso o Criciúma não vença o Guarani.
O próximo desafio do Vitória é contra o Sport. No sábado (18), o time baiano faz sua despedida no Barradão do campeonato, às 17h, pela 37ª rodada da Segundona.
Metro1

Um incêndio atingiu o Parque Municipal da Serra do Periperi, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na manhã deste sábado (11) e se alastrou rapidamente pelo local. As informações são do G1.
Cerca de 18 bombeiros militares e brigadistas da Secretaria de Meio Ambiente da cidade trabalharam para impedir que as chamas chegassem às casas que ficam próximas ao parque.
A suspeita é de que após a limpeza de um terreno, o fogo tenha se alastrado para a área de preservação ambiental. As chamas foram controladas ainda neste sábado e os bombeiros monitoram a área para evitar novos focos.
Metro1

Quatro pessoas da mesma família foram encontradas mortas com marcas de tiros dentro de um carro neste domingo (12), no povoado de Casinhas, na zona rural da cidade de Jeremoabo, região norte do estado.
De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta para disputa entre famílias rivais da comunidade e há indicativo da autoria do crime.
As vítimas foram identificadas como Flávia Nunes de Jesus, de 32 anos, Dominga Maria de Jesus Silva, 68, Judite Angelina de Jesus Santos, 74, e Eguinaldo de Jesus Silva, de 43 anos. Apesar das pessoas serem da mesma família, não há informações sobre o grau de parentesco delas.
Outra pessoa atingida por tiros foi encontrada ferida na mesma região e levada para uma unidade de saúde. Não há detalhes sobre o estado de saúde dela, nem se há relação com as outras vítimas.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e remoção dos corpos. O caso será investigado pela delegacia de Jeremoabo.
G1

Uma banhista foi brutalmente atacada por um tubarão-branco na sexta-feira (10/11), em Port Noarlunga, Adelaide (Austrália).
Bridgette O’Shannessy, de 32 anos, estava nadando com o seu namorado quando foi repentinamente atacada pelo predador. No ataque, a australiana, que é mergulhadora esportiva e consultora ambiental da Universidade Flinders, ficou com graves ferimentos no rosto. Ela perdeu alguns dentes e sofreu sérios danos aos nervos. Um membro da equipe de resgate que atendeu Bridgette relatou que havia dentes do tubarão cravados no crânio da banhista.
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A australiana só sobreviveu graças à intervenção do namorado, que golpeou o tubarão e levou a vítima à areia da praia. Bridgette foi atendida no local e transferida às pressas para o Flinders Medical Center, de acordo com o canal 7News.
O estado de saúde de Bridgette é estável. Cirurgiões conseguiram remover com sucesso todos os dentes do tubarão cravados no crânio da paciente.
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“Infelizmente, Bridgette foi atacada por tubarão-branco no recife de Port Noarlunga”, escreveu o namorado, Brian Gordon Roberts , em rede social. “Ela está muito bem, considerando as circunstâncias, e obrigado por todos os votos de recuperação”, prosseguiu ele.
A praia onde se deu o ataque está fechada. Especialistas não conseguiram rastrear o tubarão.
A Austrália só fica atrás dos EUA em número de casos de ataque de tubarão. África do Sul e Brasil completam a lista de países com mais ocorrências.
Créditos: EXTRA.

Foto: Reprodução/Poder 360.
A Ordem dos Advogados do Brasil, após anos de silêncio diante das seguidas violações da lei por parte do STF, resolveu, enfim, dizer alguma coisa. Como tantas outras entidades que se apresentam como porta-vozes da “sociedade civil”, a OAB perdeu a voz ao contrair a doença moral mais contagiosa, e menos percebida, do Brasil de hoje – a ideia de que é lícito, desejável e necessário não aplicar a proteção da lei às pessoas acusadas de agir contra a democracia. A lei, por este entendimento, não pode mais ser igual para todos. No caso dos suspeitos de cometer “atos antidemocráticos”, considera-se que os direitos e garantias individuais não se aplicam. Garantir a eles o mesmo tratamento que se dá aos demais cidadãos seria um erro; iria permitir que os inimigos da democracia, ou os que são descritos como tal, usassem os instrumentos legais da democracia para acabar com ela.
Por conta disso, e com a aprovação da OAB, passou-se a aceitar como procedimento legítimo a supressão do direito de defesa, das garantias do processo penal e das prerrogativas legais dos advogados na defesa de seus clientes. Agora, em seu protesto oficial, a OAB denuncia a resolução do STF que proíbe os advogados de fazerem a sustentação oral em defesa dos seus clientes nos “processos do 8 de Janeiro”. É um direito fundamental do réu, escrito claramente nas leis – mas foi abolido por uma disposição do “Regimento Interno” do STF, redigido pelos próprios ministros. Como seria possível usar uma regra dessas para anular direitos estabelecidos em lei pelo Congresso Nacional? É mais um resultado direto da “ilegalidade do bem” – tal como o STF define o que é o bem e o mal no Brasil de 2.023. As leis, segundo a doutrina em vigor, estão atrapalhando a “defesa da democracia”. O STF, para resolver esse problema, fica então autorizado a “ressignificar” a lei, como se diz hoje – ou a “empurrar a história” para frente, como diz o seu atual presidente.
Tudo bem, assim, em se condenar a até 17 anos de cadeia participantes de um quebra-quebra em Brasília – e mesmo pessoas que, comprovadamente, nem sequer estavam no local físico do distúrbio. Aceita-se como fato acima de qualquer dúvida a ficção de que os baderneiros estavam tentando dar um “golpe de Estado” e, ao mesmo tempo, abolir o “estado democrático”. Nenhum problema, também, em condenar por “associação armada” gente que não tinha nem um estilingue para derrubar o governo. Provas individuais contra os acusados? Não precisa: o STF acha que foi “crime multitudinário”. É, em suma, o ordenamento jurídico do vale tudo. Não se sabe de nenhuma democracia que foi salva desse jeito.
Créditos: Estadão.

Outra possibilidade que me vem em mente é que agora não serão só os dois, mas os três e isso requer aprender a não ser mais o foco da atenção de alguém. O bebê vai tomando esse espaço, tanto para o pai, quanto para a mãe, e nem sempre é uma tarefa fácil, principalmente quando tudo gira em torno dessa gravidez. José pode estar ressentido de perder a sua exclusividade na vida de Andreza, ainda mais se ela estiver tão encantada com a maternidade, que a vida dela só gira em torno desse assunto. É compreensível, mas há que se acolher as demandas de todos e entender se José está triste com isso – se a falta de sexo é mais melancólica do que raivosa, de quem está de ‘luto’, por perder algo muito importante.
Penso também na famosa frase “vai machucar o bebê”. Por mais que se saiba do absurdo desse pensamento, simplesmente ele vem, na expressão de que ‘algo pode dar errado’. É quando a emoção teima em não acompanhar a razão.
A sacanagem da vida é que depois que Otávio nascer, provavelmente quem não vai querer fazer sexo é Andreza, que estará cansada, ansiosa com a maternidade, ora arrependida, ora apaixonada, louca para voltar a trabalhar ou, quem sabe, aventando a possibilidade de pedir demissão e mergulhar na simbiose mãe-bebê.
Sugiro que conversem claramente para compreender o que está em jogo e lembrar que a gravidez é só uma fase. Para Andreza, que já está insegura com as mudanças do corpo, não ser ‘desejada’ por José piora o cenário e aumenta fantasias de que ele possa estar interessado em outras pessoas. Quem sabe eles possam usufruir de outras práticas e carícias, como masturbação e sexo oral, evitando a penetração, caso identifiquem que é ela o “problema”.
O importante é não deixar o assunto virar um tabu e que a retomada do sexo esteja no radar, pois, às vezes, os casais se acostumam com essa falta e ficam anos sem transar.
Informações UOL