
Um grupo de 32 brasileiros e familiares finalmente deixaram a Faixa de Gaza neste domingo, 12, e conseguiram chegar ao Egito, informa o Itamaraty.
Duas pessoas do grupo que constava da lista original, com 34 nomes, desistiram da repatriação e permaneceram em Gaza.
“Grupo de 32 brasileiros e familiares já se encontra em território egípcio, onde foi recebido por equipe da embaixada do Brasil no Cairo, responsável pela etapa final da operação de repatriação”, diz nota do Itamaraty.
A previsão inicial é de que o grupo durma no Egito neste domingo. O avião enviado pelo governo brasileiro está no Aeroporto do Cairo à espera do grupo que será repatriado.
Créditos: O Antagonista.

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles.
Eu gostaria de entender qual foi a linha que o embaixador israelense no Brasil, Daniel Zonshine, cruzou ao encontrar-se com Jair Bolsonaro e deputados bolsonaristas na Câmara do Deputados. Dois dias antes, a embaixada havia convidado 300 parlamentares de todo o espectro político-ideológico para assistir ao vídeo do massacre perpetrado pelo Hamas em Israel, ocasião que propiciou o encontro que não estava previsto por Daniel Zonshine da forma que aconteceu. “Não estive na entrada da (sala onde ocorreu a reunião) para saber quem está chegando e quem não está chegando. Não foi nenhum encontro agendado dessa maneira. Não tem nenhuma história aqui. Não tem nenhuma causa política aqui”, disse ele à jornalista Raquel Landim.
Havia algum parlamentar do PT presente à sessão do vídeo? Não. Por quê? Porque o governo petista, bem de acordo com o antissemitismo professado pela esquerda mundial, acusa Israel de praticar genocídio em Gaza. Ou seja, acusa um estado democrático, atacado covardemente por terroristas que usam civis como escudos, de praticar crime contra a humanidade. Não é pouco, senhoras e senhores.
Acusações duras (e mentirosas) requerem respostas duras (e verdadeiras). Daniel Zonshine não está a passeio no Brasil, representa desde 7 de outubro um país em guerra declarada contra um grupo terrorista que o governo brasileiro não reconhece como grupo terrorista. Se Israel tivesse um primeiro-ministro de esquerda, e não o direitista Benjamin Netanyahu, as reações do seu embaixador aos destemperos do Palácio do Planalto e do partido que está no poder seriam as mesmas ou até mais enfáticas.
Daniel Zonshine tem sido tépido nas suas respostas. Ao comentar a nota do Itamaraty sobre o massacre de civis perpetrado pelo Hamas em território israelense, ele se limitou a dizer que faltou sensibilidade ao governo brasileiro por não ter classificado como terrorista o ato que cabe integralmente na definição de terrorismo.
Indagado sobre o comunicado desmiolado do PT sobre o conflito, no qual o partido afirma que Israel comete genocídio em Gaza — acusação repetida dias depois por Lula e nesta semana por Celso Amorim —, o embaixador de Israel foi elegante:
“Isso é maneira (de falar) de um partido que fala de direitos humanos? São direitos humanos matar crianças e estuprar mulheres? Esses são os valores que o PT apoia? O apoio aos palestinos é uma coisa, podemos discutir isso, mas apoiar o Hamas?”
O governo do PT recrimina também o fato de Daniel Zonshine ter participado de uma reunião com parlamentares do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel, formado por muitos deputados críticos à postura do governo Lula em relação à guerra dos israelenses contra o Hamas. Chega a ser divertida, convenhamos, a ideia de que o embaixador de Israel não possa encontrar-se com o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel.
Ainda em outubro, para mostrar o seu desagrado, o Palácio do Planalto mandou o Itamaraty convocar Daniel Zonshine para lhe passar um pito e deixar claro que as relações de Israel com o governo brasileiro estão estremecidas. Mas quem estremeceu as relações? Um país que acusa mentirosamente outro país de cometer crime contra a humanidade, delito de enorme gravidade, ou o país que se defende da acusação sem afirmar expressamente que o acusador é um mentiroso leviano?
Temos, ainda, a questão dos facínoras brasileiros que foram aliciados pelo Hezbollah libanês. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu foi quem anunciou que o Mossad, o serviço secreto israelense, ajudou a Polícia Federal a prender os integrantes da célula terrorista que atacariam entidades judaicas e sinagogas no Brasil. Daniel Zonshine disse, então, o óbvio à jornalista Eliane Oliveira:
“O interesse do Hezbollah em qualquer lugar do mundo é matar os judeus. Se escolheram o Brasil, é porque tem gente que os ajuda.”
O anúncio de Benjamin Netanyahu e a fala do embaixador fizeram o combativo ministro da Justiça brasileiro, Flávio Dino, subir no salto plataforma X, como se o governo de Israel tivesse usurpado a soberania do Brasil, porque o político Benjamin Netanyahu explorou o fato politicamente (pois é, nenhum político faz isso) e houvesse implicações ideológicas na cooperação policial entre os dois países.
Entre outras delicadezas, o ministro postou que “nenhuma força estrangeira manda na Polícia Federal do Brasil e nenhum representante de governo estrangeiro pode pretender antecipar resultado de investigação conduzida pela Polícia Federal, ainda em andamento”.
Também escreveu que “quando legalmente oportuno, a Polícia Federal apresentará ao Poder Judiciário do Brasil os resultados da investigação técnica, isenta e com o apoio em provas analisadas EXCLUSIVAMENTE pelas autoridades brasileiras”. Espera-se que o grito em maiúsculas do Ipiranga não resulte na liberdade dos terroristas sob os auspícios do notável Estado de Direito em vigor no país.
Por fim, temos a questão dos cidadãos brasileiros que ainda estão em Gaza. Pode ser que, quando este artigo estiver publicado, eles já tenham conseguido passar pela fronteira com o Egito — que é controlada pelos egípcios, veja só. Acusa-se Israel, que inspeciona com a concordância do Egito a saída de estrangeiros do enclave palestino, de estar segurando os brasileiros.
Não é bem segurar. A fronteira abre e fecha a depender das circunstâncias, e a saída é a conta-gotas para todo mundo, porque o exército israelense verifica se há infiltrados do Hamas entre os estrangeiros nem tão estrangeiros, estrangeiros de passaporte.
Dito isso, ninguém precisa se preocupar mais do que o necessário: os diplomatas de verdade trabalharam para superar as dificuldades criadas por Celso Amorim e os seus ideólogos e, daqui a pouco, os brasileiros de passaporte chegarão ao Bananão, dando graças a Deus de estarem neste país abençoado de 47,5 mil homicídios por ano.
Lula poderá, assim, fazer a sua política com o resgate, da mesma forma que Benjamin Netanyahu fez a dele com os brasileiros do Hezbollah. Celso Amorim e os seus ideólogos: certamente, os refugiados teriam tido mais atenção de Tel-Aviv se o governo brasileiro não fosse tão hostil a Israel, mas ninguém segura ninguém, só não temos a preferência por estarmos na segunda classe. É desse jeito que o mundo funciona, sabe?
O embaixador Daniel Zonshine está sendo fritado pelo Palácio do Planalto, via Itamaraty. “Perdeu a condição de ser interlocutor” é a frase dita em Brasília. Pode ser que, diante da pressão, Israel ache por bem que ele volte para Tel-Aviv. A qualquer tempo, contudo, o embaixador merece ser condecorado por ter servido em um país cujo governo acha que judeu bom é judeu que suporta tudo calado.
Créditos: Metrópoles.

Depois da leve queda registrada nos nove primeiros meses do ano, o preço das carnes voltou a subir em outubro, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, os seguintes cortes lideraram a alta dos preços: picanha (+2,91%) e o contrafilé (+1,94%).
Em outubro, os números do IPCA também mostraram variações positivas do preço do patinho (+1,7%), da capa de filé (+1,32%), da alcatra (+1,19%), do chã de dentro (+0,88%), do filé-mignon (+0,6%), da carne de porco (+0,57%), da carne de carneiro (+0,38%), do acém (+0,3%) e do lagarto comum (+0,23%).

Segundo o IBGE, a redução atingiu os seguintes alimentos do segmento, impedindo a alta maior do preço final das carnes: fígado (-4,58%), cupim (-2,91%), lagarto redondo (-2,34%), pá (-1,26%), costela (-0,89%), peito (-0,76%) e músculo (-0,47%).
Apesar da variação, o preço das carnes registra queda de pouco mais de 11%, desde dezembro. No período, todos os produtos ficaram um pouco mais baratos.
No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, o frango inteiro e o peixe, opções para substituir as carnes, também ficaram mais caros em outubro, com altas de 0,42% e 0,54%,respectivamente.
Informações Revista Oeste

O Vitória entrará em campo neste domingo (12) com o dever de pontuar para garantir o acesso matematicamente à Primeira Divisão. O Leão visita o Novorizontino, no Estádio Jorge de Biasi (SP), às 18h, pela 36ª rodada da Série B.
Para o confronto, o técnico Léo Condé contará com os retornos do volante Dudu e do meia Wellington Nem após suspensão. Além deles, o atacante Iury Castilho se recuperou de lesão e foi relacionado. No entanto, o time não terá o lateral Édson Lucas que está no departamento médico e os meias Rodrigo Andrade e Gegê suspensos.
O Rubro-Negro segue firme na liderança com 66 pontos. Já os paulistas estão em sétimo, com 57 somados.
Metro1

O Bahia entrará em campo para se recuperar do resultado negativo em casa no último jogo e ganhar fôlego na briga contra o rebaixamento. Neste domingo (12), o Tricolor enfrenta o Athlético-PR na Arena Fonte Nova, às 18h30, pela 34ª rodada da Série A.
Para o confronto, o técnico Rogério Ceni terá o retorno do meia Thaciano após suspensão. No entanto, o lateral-esquerdo Camilo Cándido desfalca a equipe após ser expulso na última partida.
Na 15º posição, o Esquadrão soma 37 pontos. O Furacão está em sétimo, com 50 na tabela.
Metro1


Jefferson Willian dos Santos Pereira, de 22 anos, morreu em decorrência de tiros por volta das 22h30 de sábado (11), na Rua Arnold Silva, bairro Queimadinha, em Feira de Santana.
Segundo a polícia, a vítima foi encontrada com 13 perfurações de arma de fogo, caído em solo. Ele estava vestindo uma blusa azul, bermuda jeans e sandália.
O delegado André Luiz Gomes Ribeiro realizou o levantamento cadavérico.
Até o momento não há informações sobre a motivação e a autoria do crime.
Acorda Cidade

A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam/Feira de Santana), vinculada ao Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), agiu prontamente em um caso de ameaça à vida. Após a vítima registrar um Boletim de Ocorrência alegando ameaças de morte e temor pela vida dela e de sua filha de apenas 5 anos, policiais da Deam iniciaram diligências para prender o homem.
O suspeito foi localizado no bairro do Campo Limpo, na companhia da criança, na sexta-feira (10). Todos foram conduzidos para a especializada, onde foram apresentados. Um auto de prisão em flagrante foi lavrado contra o homem. Ele passará por exames médicos e ficará à disposição do Poder Judiciário.

O suspeito de matar a ex-companheira com golpes de faca e escrever mensagens com ameaças e xingamentos na parede da casa onde morava foi preso por policiais militares na sexta-feira (10), um dia após o crime. O caso aconteceu em Ilhéus, no sul da Bahia, e a vítima foi identificada como Jocélia Mendes de Melo, de 43 anos.
Conforme a Polícia Civil, o suspeito, que não teve identidade divulgada, foi conduzido para a 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, em Ilhéus, onde foi autuado em flagrante. Ele vai passar por exame de lesão corporal e ficará à disposição da Justiça, aguardando pela audiência de custódia.
Em nota, a polícia detalhou que vai solicitar ao Poder Judiciário a conversão do flagrante em prisão preventiva, e que a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de llhéus dará seguimento às investigações.
A mulher foi encontrada morta no bairro Nossa Senhora da Vitória, na quinta-feira (9). A Polícia Militar foi acionada para a ocorrência, porém, quando chegou no local, achou corpo no chão, no meio da rua. Não há detalhes sobre o sepultamento de Jocélia.
A PM informou que o homem tinha histórico de agressões e descumpriu medida protetiva. Com base no texto escrito na parede da casa da vítima, a motivação do crime teria sido uma suposta traição. Segundo testemunhas, a vítima teria sido agredida e, por isso, acionado a polícia, o que irritou ainda mais o investigado.
O homem escreveu nas paredes da casa da mulher as seguintes palavras:
“Traiu o marido sua forasteira falsa crente. Você vai ter que pedir perdão a Deus, ao seu marido, a igreja, aos vizinhos e a comunidade se você quiser viver”.
“Se você não perdoar seu marido em cinco dias, seu cabelo será raspado, sua cara de pu** fingida de santa será cortada de ‘gilette’. Você armou laço para seu marido ir em cima de você só no sentido de você prejudicar a vida dele. Você chamou a polícia para perto da biqueira três vezes, prejudicou nosso comércio. Você tem três dias para perdoar seu marido e dois dias para voltar a viver com ele”, diz o texto escrito na parede branca.
G1

A Marinha e a Polícia Federal (PF) apreenderam mais de 2 toneladas de haxixe em um veleiro alemão que navegava pela costa da Bahia, na tarde desta sexta-feira (10). Quatro pessoas foram presas.
De acordo com a Marinha, o veleiro foi interceptado a 363 km da costa de Salvador por um navio-patrulha. Quatro policiais federais participaram da abordagem da embarcação.
Após vistoria, os policiais encontraram as drogas e prenderam os quatro tripulantes que estavam a bordo do veleiro. Até a publicação desta reportagem não havia informações sobre a nacionalidade dos suspeitos.
O veleiro será rebocado pelo navio da Marinha até a Base Naval de Aratu, em Salvador. A previsão é que a embarcação atraque no continente no domingo (12)
.O caso é investigado.
*G1

As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram, neste sábado, 11, que mataram Ahmed Siam, comandante da companhia Naser Radwan do Hamas.
Segundo o porta-voz das FDI, Daniel Hagari, o terrorista mantinha presas mil pessoas no hospital Rantisi em Gaza, para servirem de escudo humano. Além disso, o extremista impedia a saída delas em direção ao sul, onde a ameaça é menor.
De acordo com um comunicado dos militares israelenses, agentes de inteligência do serviço secreto Shin Bet localizaram Siam. Tropas terrestres e caças participaram da operação de hoje.

O terrorista era um alvo conhecido e monitorado por Israel. A informação segundo a qual mantinha reféns no hospital já havia sido veiculada, na quinta-feira 9, pelas FDI.
Conforme o porta-voz das FDI, Siam estava escondido na escola al-Buraq no momento do ataque. Ele teria sido morto com outros terroristas que atuavam sob seu comando.
A imagem de Siam foi veiculada por Israel, na publicação na qual anunciou sua morte. O post está no perfil das forças de defesa.
Até o momento, as FDI reivindicam ter assumido controle de 11 posições na Faixa de Gaza que pertenciam ao Hamas.
Nos últimos dias, houve o anúncio de destruição de infraestruturas e armas do grupo terroristas.
Os militares israelenses também anunciaram ter eliminado três batalhões do Hamas, durante a ofensiva no oeste da Faixa de Gaza. Túneis usados pelo grupo teriam sido destruídos durante estas operações.
Em 27 de outubro, as forças de Israel acusaram o Hamas de “travar uma guerra a partir de hospitais” na Faixa de Gaza, o que o grupo terrorista negou veementemente.
Informações Pleno News