Presidente da Câmara critica delação de Mauro Cid e diz que a corporação “não trabalha nem como promotor de Justiça, nem como juiz”

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que o governo deve ter cuidado com excessos cometidos pela PF (Polícia Federal) em investigações. O deputado ainda criticou a delação do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid.
“Eu sempre condenei, ontem e hoje, delação de réu preso. (…) Ponto pacífico é que delação de réu preso é impossível”, declarou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada na noite de domingo (17.set.2023). “O atual governo, eu tenho dito, tem que ter esse cuidado com alguns excessos que estão aflorando [na PF]. Eles tinham sido resolvidos e estão aflorando de novo com muita particularidade”, falou.
Segundo Lira, “Polícia Federal não trabalha nem como promotor de Justiça, nem como juiz”, mas com a condução de investigações. “Acabou a investigação, acabou o papel [da PF]. Ela não pode ir além disso. Tem policiais indo além disso”, disse. “O que não deve ter é uma polícia política para nada. Isso é o pior dos mundos. Nem uma polícia com autonomia para fazer o que quer. Nós não temos isso. Polícia é órgão de Estado para cumprir determinações legais”, falou o deputado.
O congressista criticou o fato de a PF fechar acordos de delação sem o aval do MPF(Ministério Público Federal), como foi feito no caso de Mauro Cid.
“O Ministério Público é o dono da ação. Se ele não participa, se ele não vê, se ele não discute, na frente, como é que vai andar? Então, acho que quando você começa a extrapolar os seus limites, você começa a desvirtuar o sistema institucional brasileiro”, declarou.
Segundo Lira, “há uma aproximação de partidos de centro que não faziam parte da base do governo” depois que André Fufuca (PP-MA) tomou posse no Ministério do Esporte e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), no de Portos e Aeroportos.
“É claro que, quando um partido indica um ministro que era líder de um partido na Câmara, a tendência natural é que esse partido passe a ser base de apoio ao governo na Câmara dos Deputados, como Republicanos e outros partidos”, falou o deputado.
Apesar disso, Lira declarou não acreditar que todos os deputados do PP vão sempre votar a favor do governo de Luiz Inácio Lula da Silva(PT). “Porque nenhum partido dá todos os votos. Mas eu acredito em uma base tranquila”, afirmou.
“A gente cristaliza a oposição hoje em torno de 120, 130 votos. Então, 350, 340 votos, o governo deve estar numa base resolvida, eu penso. O acordo foi mais amplo, envolve outros partidos, tem parte do PL que já vota com o governo”, continuou.
O presidente da Câmara falou que a presidência da Caixa Econômica Federal “faz parte do acordo” do governo com os partidos. “Eu tenho uma conversa com o presidente Lula por esses dias. Ainda vou ter que conversar internamente no meu partido. Os nomes serão colocados à disposição do presidente, que fará a escolha”, disse Lira.
Já a indicação do nome para o comando da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) “faz parte do acordo com o Republicanos”.
Lira declarou que é preciso “evoluir” no tema das emendas para congressistas. “Eu sempre defendi emenda parlamentar e continuarei defendendo, porque ninguém conhece mais o Brasil do que o parlamentar”, falou. “Penso que nós temos que evoluir, seja com emendas de bancada obrigatórias, emendas de comissão obrigatórias ou as individuais para que a política pública siga para o que ela se destina”, disse o deputado.
Segundo ele, não se pode “criminalizar a emenda parlamentar”, uma vez que “é ela que diminui as distorções regionais” vividas no Brasil.
O governo Lula já empenhou (reservou) R$ 24,2 bilhões em emendas para congressistas em 2023. Do total, 47,5% (R$ 11,5 bilhões) foram reservados em julho, época em que as negociações pela aprovação da reforma tributária e do PL (Projeto de Lei) do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) eram a prioridade do governo no Legislativo.
Esses valores devem aumentar à medida que o Congresso volte a discutir a reforma tributária, que está no Senado, e avance nas negociações do Orçamento de 2024, que precisa ser aprovado até dezembro. Leia mais sobre o assunto nesta reportagem do Poder360.
Lira disse que “nem de longe” Bolsonaro está morto politicamente. “Não sou eu que vou averiguar e verificar uma pergunta dessa. Ele foi julgado inelegível, politicamente é muito amplo, ele pode funcionar como cabo eleitoral, ele pode apoiar outro candidato, ele pode reverter uma decisão dessa no Supremo”, falou. “A gente já viu tantas dificuldades. O presidente Lula é um exemplo vivo disso”, completou.
Informações Poder 360
Produção da droga chegou ao nível mais alto desde 1991, com receitas que se aproximaram de US$ 20 bilhões anuais. Área de plantação de coca já é maior que a da cidade de São Paulo
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O relatório aponta que as exportações da droga saltaram para US$ 18,2 bilhões em 2022, logo atrás da receita gerada com as exportações de petróleo, que encerraram o ano em US$ 19,1 bilhões. O cálculo da consultoria leva em consideração o preço do produto no mercado ilegal e diferença entre a produção e as apreensões da droga.
Felipe Hernandez, economista responsável pelo estudo, indica que, em 2023, a tendência tem sido de encolhimento no mercado de petróleo, que encolheu 30% no primeiro semestre, enquanto a produção de cocaína ganha espaço no país. Com isso, a droga deve substituir a commodity como principal item na pauta de exportação da Colômbia ainda este ano.
Essa foi a maior apreensão da droga feita na história do país
— O governo está destruindo laboratórios onde as folhas de coca são transformadas em cocaína, mas isso não impediu a expansão da produção — analisa Felipe Hernandez, economista da Bloomberg, que cita a abordagem atual do governo para drogas como um dos fatores do crescimento do narcotráfico.
A Bloomberg lembra que o presidente Gustavo Petro tem implantado uma nova política em relação ao tráfico de cocaína no país, que busca atingir mais os traficantes que se beneficiam da venda do entorpecente do que os produtores da coca, que acabam sendo o elo mais frágil da cadeia.
Um relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime publicado nesta semana mostrou que a produção de cocaína na Colômbia atingiu 1.738 toneladas em 2022, o nível mais alto desde 1991.
A extensão do território com plantações de coca, matéria-prima da droga, aumentou em 13% em relação ao ano anterior e chegou a 230 mil hectares, território maior que a cidade de São Paulo e quase duas vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro.
Informações O Globo

O cofundador do Google, Sergey Brin, se divorciou de sua esposa, Nicole Shanahan, após alegações de que ela teria tido um caso com Elon Musk.
Segundo o site especializado Insider, que obteve acesso aos registros judiciais, o divórcio com sua segunda esposa aconteceu entre janeiro de 2022, sendo finalizado em 26 de maio de 2023. A alegação de Sergey é que havia “diferenças irreconciliáveis” após três anos de casamento.
Segundo o jornal Wall Street Journal, os dois se conheceram em um retiro de ioga em 2015.
Os termos do divórcio mostram que Shanahan e Brin concordaram em compartilhar a guarda de sua filha de 4 anos. As questões sobre valores financeiros, pensão alimentícia, divisão de bens foram celebradas em arbitragem confidencial.
O relacionamento entre Elon Musk e Nicole Shanahan teria acontecido em dezembro de 2021, segundo pessoas que foram ouvidas na reportagem do The Wall Street Journal.
O dono da Tesla e da rede social X (Twitter) negou ter tido relações e reagiu na sua rede social descrevendo um artigo de 2022 do WSJ como “totalmente mentiroso”.
Musk argumentou que ele e Brin ainda eram amigos próximos e que os encontros com Nicole Shanaham ocorreram apenas em ambientes sociais, com outras pessoas presentes.
SBT News

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente da República, está irritado com o tratamento que os militares do Exército têm recebido por parte de alguns parlamentares da CPMI do 8 de Janeiro. Em uma publicação nas redes sociais, o senador — que também é general — comentou sobre “honra, coragem e decoro parlamentar”.
“Sobre honra, coragem e decoro parlamentar… aqueles que aproveitam de seu foro privilegiado e de suas prerrogativas inquisitórias em uma CPMI, ofendendo e difamando pessoas que lá estão formalmente designadas para prestar esclarecimentos, não são dignos representantes dos votos que receberam e pior, demonstram que sua valentia só se presta para redes sociais”, escreveu Mourão na sexta-feira 15.
Conforme interlocutores de Mourão, o recado não tinha “nome”, mas tinha “endereço”. O general se referia a participação do senador Jorge Seif (PL-SC) na sessão da CPMI da quinta-feira 14. Na ocasião, Seif chamou o general Dutra, ex-chefe do Comando Militar do Planalto (CMP), de “covarde”.
Na CPMI, Seif mostrou um vídeo da oitiva de Dutra à CPI do 8 de Janeiro do Distrito Federal. O ex-chefe do CMP relatava que, na noite de 8 de janeiro, ligou para o G. Dias, então ministro do GSI, para pedir que a desmobilização no acampamento em frente ao quartel-general em Brasília fosse realizada apenas na manhã da segunda-feira 9.
G. Dias teria tentado convencer Lula, mas não obteve sucesso. “Insisti e ele passou o telefone para que eu falasse com o presidente”, continuou Dutra. “Expliquei ao presidente que, até o momento, o lamento era devido à depredação, mas que se a desmobilização acontecesse naquela noite, poderiam acontecer mortes. O presidente concordou.”
Na conversa, Lula teria dito que todos os que estavam nos acampamentos eram “criminosos”, e Dutra teria concordado. Dutra ainda elogiou a “inteligência emocional” do presidente. Além de Seif, nas redes sociais, internautas ofenderam o ex-chefe do CMP chamando-o de “general melancia” — verde por fora e vermelho por dentro.
A insatisfação de Mourão também se estende aos ataques proferidos pela base governista. O senador também não teria gostado do modo como o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Bolsonaro, e o coronel Jean Lawand Júnior foram tratados pelos membros do colegiado.
Na avaliação do ex-vice-presidente, quando os militares vão ao colegiado usando a farda, representam a instituição Exército, portanto, desrespeitá-los atinge a cúpula das Forças Armadas. Em resposta a Hamilton Mourão, nas redes sociais, Seif rebateu:
Os deputados federais André Fernandes (PL-CE) e Carla Zambelli (PL-SP) também rebateram Mourão. “Valente mesmo é você, que não teve sequer coragem de ir na CPMI defender seu colega de farda. Bundão!”, escreveu Fernandes.
Já Carla disse que Mourão deveria “honrar os votos que teve” e que “sempre teve a sensação de não confiar” nele. Além disso, a parlamentar disse que as Forças Armadas, até 2022, era a “instituição mais confiável” do Brasil.
Em entrevista a Oeste em junho deste ano, Hamilton Mourão comentou o fato de a imagem do Exército ter ficado “arranhada” com o eleitor conservador. Segundo ele, há uma “incompreensão muito grande por parte da sociedade”.
“Sempre pergunto quando me abordam: ‘Vocês queriam um golpe de Estado? Como ele se daria? Iriam destituir todos os governadores e o Congresso? Eu, que era vice-presidente, seria preso? Qual era a finalidade desse golpe de Estado? Fazer uma nova eleição ou manter o Bolsonaro como ditador?’. Esse processo das redes sociais, com as notícias falsas, é uma coisa complicada. Começou com a extrema-esquerda e, depois, chegou à extrema-direita”, disse o senador à época.
Revista Oeste

O preço médio do litro da gasolina fechou o período de 1º a 13 de setembro a R$ 6,02 no Brasil, uma alta de 3,44% em relação a agosto.
Os dados são do Índice de Preços Ticket Log(IPTL), levantamento que analisa o comportamento de preços em 21 mil postos de combustível espalhados pelo país.publicidade
Os aumentos para o combustível variaram de 2.77% na Região Sul a 3,91% no Sudeste, que encerrou com preço médio do litro a R$ 5,84. O litro mais caro foi registrado na Região Norte, a R$ 6,55.
Nenhuma região apresentou redução no preço da gasolina.
“Setembro inicia com o litro da gasolina acima de R$ 6 e aumentos no preço identificados em todos os estados brasileiros e também no Distrito Federal. O preço médio mais alto foi comercializado no Amapá, a R$ 6,68, e o mais baixo em São Paulo, a R$ 5,78”, destaca Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil.
“Há uma diferença de 15% entre os estados com a média mais cara e mais barata do país.”
A Paraíba foi o estado com o maior aumento no preço da gasolina, onde o valor do litro fechou a R$ 6,04.
Etanol também subiu
O etanol também ficou mais caro nos primeiros dias de setembro, com o litro custando em média R$ 3,78, uma alta de 0,53% frente a agosto.
O Centro-Oeste foi a região com o maior aumento, de 1,65% na comparação com o mês anterior. O preço médio do litro na região fechou a R$ 3,70.
O Nordeste apresentou a maior redução regional no valor do combustível, de 1,71%. O etanol chegou, em média, a R$ 4,60 na região.
A média mais elevada foi registrada no Norte, a R$ 4,75, enquanto a mais baixa foi no Sudeste, a R$ 3,68.
Na análise por estado, o Mato Grosso registrou a maior alta, de 2,52%, com preço médio do litro a R$ 3,66.
Já o valor mais caro do etanol foi encontrado em Roraima, a R$ 5,02. A Bahia foi o estado com a redução mais expressiva, de 3,49%, onde o litro fechou a R$ 4,42.
O preço médio mais baixo foi registrado em São Paulo, R$ 3,59.
É vantajoso comprar etanol ou gasolina?
De acordo com o levantamento, em 15 estados o etanol foi considerado mais vantajoso para abastecimento, quando comparado com a gasolina.

“Esse cenário é reflexo do aumento no preço da gasolina em todo o país. O etanol ficou mais caro em sete estados e no Distrito Federal e mais barato em outros 14”, acrescenta Pina.
“O combustível também é reconhecido como ecologicamente mais viável, por contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.”
Informações Revista Oeste

Dados do Banco Central revelam que dos R$ 7,2 bilhões disponíveis para resgate no Sistema Valores a Receber (SVR), ferramenta que mostra dinheiro “esquecido” por clientes de bancos, R$ 2 bilhões são de pessoas que já morreram. O montante a ser devolvido aos herdeiros representa 28% do total.
Por ser um processo burocrático e caro, muitos herdeiros desistem de resgatar a quantia. Isso acontece quando o inventário já foi encerrado, e novos valores precisam ser incluídos. Nesses casos, deve haver a sobrepartilha, que é a inclusão de bens que foram ocultados, litigiosos ou que os herdeiros só tomaram conhecimento depois de encerrado o processo.
O dinheiro “esquecido” pode ser de contas encerradas com saldo remanescente ou de cobranças indevidas que foram ressarcidas, por exemplo.
NSC Total/*Com informações de Valor Econômico

Foto: Michael Melo/Metrópoles.
O PT elevou nos últimos dias as pressões para abocanhar ao menos parte das vagas que vão se abrir no Judiciário. Os esforços da legenda alcançam as duas principais cadeiras que vão se abrir nas próximas semanas: o comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) e a vaga de Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF). E se estendem ainda para o Ministério da Justiça, dependendo do desenho que for escolhido pelo presidente.
Nos bastidores, as pressões lançadas pelo PT já provocam desconforto e irritação na base aliada, em grupos ligados à área jurídica e entre ministros de tribunais superiores. Há queixas sobre a tentativa do partido de controlar todas as indicações e aumentar seu poder sobre o Judiciário.
Para a PGR, o partido tem como favorito o subprocurador Antonio Carlos Bigonha. Mas, diante dos acenos na direção do também subprocurador Paulo Gonet, os petistas têm concentrado grande parte dos esforços na escolha do novo ministro do Supremo. A aposta é que Lula fará uma negociação casada para as duas vagas.
No STF, a briga é mais intensa. Determinado a emplacar na vaga o advogado-geral da União, Jorge Messias, o partido viu crescer nos últimos dias as especulações em torno do nome de Flávio Dino para a vaga.
Tanto ministros do STF quanto juristas ligados a Lula relataram à CNN conversas com o presidente apontando para uma possível indicação do ministro da Justiça e Segurança Pública. Não há martelo batido, mas, segundo as fontes, já se fala em favoritismo de Dino.
Dino é filiado ao PSB, que acaba de perder o Ministério de Portos e Aeroportos para o Republicanos. O partido torce para manter o controle da pasta no caso de uma indicação de Dino, mas o PT já começa a ventilar nomes para o posto. O partido de Lula também fala em dividir novamente a pasta, indicando um novo titular na Justiça e deixando a cadeira da Segurança Pública para o PSB.
Para a Justiça, setores do PT já falam em emplacar Messias na cadeira. Mas até o nome de Gleisi Hoffmann entrou na lista. A presidente nacional do PT é formada em Direito e ajudaria a dissipar a repercussão negativa com a redução de cadeiras femininas no STF. Mas a carreira da dirigente tem menos a ver com o Judiciário e mais com o movimento estudantil e na administração pública. Além disso, Lula indicou o início do governo que prefere Gleisi no comando do partido.
Sob reserva, um ministro do Supremo disse à CNN considerar que a escolha do novo PGR será a mais complicada no pacote. O perfil do substituto de Augusto Aras pode determinar todo restante da dança das cadeiras.
CNN Brasil

Foi celebrada na manhã desta segunda-feira (18), na Catedral Metropolitana de Sant’Ana, uma missa em comemoração aos 190 anos de emancipação política do município de Feira de Santana.

A missa foi presidida pelo arcebispo Dom Zanoni Demettino Castro e contou com a presença do prefeito Colbert Martins, acompanhado da primeira dama Adenilda Martins, além de secretários, políticos e fiéis.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o prefeito destacou que um município não é construído apenas por materiais, mas também por pessoas.

“A cidade não é construída apenas por paralelepípedos, nem tijolos, mas a cidade é construída por homens, mulheres, crianças. Hoje estaremos lançando a nossa bandeira de 200 anos, pois daqui a 10 anos, a nossa cidade estará completando 200 anos, assim como a Bahia completou 200 anos de independência. Nós queremos ver esta cidade, não apenas como a maior cidade do interior da Bahia, mas como a maior do interior do Norte e Nordeste do Brasil, e pedimos a Deus para ter a oportunidade de crescer cada vez mais”, afirmou.
Ao Acorda Cidade, o arcebispo metropolitano de Feira de Santana, Dom Zanoni Demettino Castro destacou o elo entre a igreja católica com a construção do município.

“Nós temos uma ligação muito grande com esta data do 18 de setembro, é a festa da emancipação política da cidade, que mostra também, a ligação com a nossa igreja católica. Hoje celebramos 190 anos, e a missa é sempre a celebração do ministério de Deus, da vida, da paixão da morte e ressureição de Jesus. É algo alto da vida do católico, que Jesus disse, faça isso em minha memória, e nós trazemos aquilo que é especial em nossa caminhada, a história do nosso município e o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou.
Além da missa, outras atividades estão programadas para esta segunda-feira.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

O presidente do PL na Bahia, João Roma, destacou que o cenário caótico na segurança pública no estado, com o avanço da violência e da ação de facções ligadas ao tráfico de drogas, são resultado das administrações petistas à frente do governo estadual. “O PT, de forma leniente, deixou o crime organizado se instalar no nosso estado”, declarou Roma, em entrevista à Rádio Excelsior, na manhã desta segunda-feira (18), em Salvador.
O dirigente partidário ressaltou que fica muito à vontade para tecer as críticas aos governos de Jaques Wagner e Rui Costa da mesma forma como elogiou, na semana passada, o fato de o governador Jerônimo Rodrigues ter dado respaldo às polícias Civil e Militar para reprimir a ação das facções criminosas que vêm aterrorizando cidadãos não somente em Salvador, mas em todo território baiano.
“A questão é ver a ousadia do crime organizado que está fazendo enfrentamento ao poder do estado”, destacou Roma, que indicou que o retrocesso econômico no estado, puxado pela cobrança alta de impostos, reduz as condições de ascensão social dos baianos. “A pessoa sem emprego torna-se solo fértil para que o crime organizado possa lhe cooptar”, explicou o ex-ministro da Cidadania.
Roma também criticou o governador Jerônimo Rodrigues que, em fala recente, tentou culpar o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo crescimento da violência devido à política de promoção da legítima defesa defendida pelo ex-mandatário. “As armas que alimentam o tráfico não são compradas em lojas”, declarou Roma, ao defender a política de posse e porte de armas estabelecida na gestão Bolsonaro que estabeleceu parâmetros objetivos para que os cidadãos pudessem exercer o direito à legítima defesa da vida e da propriedade em que vivem.
O presidente estadual do PL também ressaltou que continua o trabalho, junto às bancadas federal e estadual do partido, para fortalecer a sigla e dar a ela capilaridade em todo o estado. Ele destacou a atuação de lideranças em toda a Bahia, como o Coronel França, em Teixeira de Freitas, da ex-candidata a deputada estadual Kátia Bacelar, da ex-candidata ao Senado, Doutora Raíssa, do Comandante Rangel, de James Meira, em Jequié, e André Porciúncula, em Salvador.
“Recentemente, conversando com Valdemar e com Bolsonaro, falamos que o PL é um grande partido, mas não podemos jogar com a vaidade. É nessa linha que estou buscando conversar com todos e ver qual a melhor definição para o PL na Bahia”, disse João Roma, durante a entrevista na Rádio Excelsior. O ex-ministro salientou que toda essa ebulição dentro do partido o estimula: “é uma sinalização positiva, pois demonstra o interesse pelo maior partido do Brasil na Bahia”.
Roma também salientou que entende quem oscila entre um caminho ideológico e um caminho estrutural, de adesão à máquina em Salvador. “Mas estão todos convidados para colaborar, inclusive esses que às vezes levantam e fazem uma queixa ou outra”, garantiu o presidente estadual da sigla.
O ex-ministro da Cidadania reiterou a manutenção de sua pré-candidatura a prefeito de Salvador, mas ressaltou que mantém diálogo com o prefeito Bruno Reis (União Brasil). “Já tive um primeiro encontro com Bruno Reis, tratando de problemas da cidade, mas não há nenhum entendimento formatado. No que pese a minha pré-candidatura estar mantida e termos projetos para Salvador, não vamos jogar com a vaidade”, explicitou o presidente do PL na Bahia. “É natural que haja disputas internas, mas acredito que em pouco tempo teremos com clareza uma posição”, apontou, referindo-se ao apoio à reeleição de Bruno ou o lançamento de candidatura própria.

O Bahia vem de goleada sobre o Coritiba e pretende emplacar uma sequência positiva para deixar o Z-4 cada vez mais distante. Nesta segunda-feira (18), o Tricolor terá outro duelo direto nessa briga – recebe o Santos às 20h, pela 24ª rodada da Série A. Esta será a estreia de Rogério Ceni na Arena Fonte Nova.
Para a partida, o técnico não contará com o volante Rezende, que está suspenso por cartão amarelo. A boa notícia é que o zagueiro Vitor Hugo volta a ficar à disposição após desfalcar a equipe diante do Coxa.
No 15º lugar, o Tricolor está com 25 pontos. A distância é de quatro para o Peixe, que abre a zona de rebaixamento e vem de três derrotas seguidas.
Metro1