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Até agora, 916 pessoas foram trazidas da zona de conflito para o Brasil

5º voo da FAB chegou de Israel neste domingo, 15 de outubro | Foto: Divulgação/FAB/Governo Federal

Mais 215 brasileiros que estavam em Israel foram resgatados e trazidos ao Brasil em voo que chegou à 1h45 deste domingo, 15, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave KC-30 decolou de Tel-Aviv ao meio-dia do sábado 14.

É o quinto voo da Força Aérea Brasileira (FAB)para repatriação de brasileiros desde que o Hamas atacou Israel no sábado 7. O resgate faz parte da Operação Voltando em Paz, realizada pelo governo federal.

Com esse último voo, sobe para 916 o número de pessoas repatriadas. Quase 30 animais de estimação foram trazidos com os brasileiros. No total, mais de 2,7 mil brasileiros pediram ajuda para deixar o Oriente Médio.

Veja o número de passageiros que já voltaram ao Brasil:

  • Primeiro voo: 211 passageiros; pousou na quarta-feira 11;
  • Segundo voo: 214 passageiros; pousou na quinta-feira 12;
  • Terceiro voo: 69 passageiros; pousou na sexta-feira 13;
  • Quarto voo: 207 passageiros; pousou no sábado 14.
  • Quinto voo: 215 passageiros; pousou no domingo 15

Governo negocia resgate de brasileiros da Faixa de Gaza

Até agora, 916 pessoas foram trazidas de Israel | Foto: Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

O governo do Brasil também negocia a retirada de cidadão que estão na Faixa de Gaza. Os brasileiros aguardam autorização para atravessar a fronteira e entrar no Egito, de onde devem embarcar em um voo da FAB para o Brasil.

O governo brasileiro afirmou que, na conversa com o Egito, houve concordância quanto à urgência de se permitir a entrada de ajuda humanitária em Gaza. Pelo menos 3,5 mil pessoas morreram no conflito iniciado pelo Hamas.

Informações Revista Oeste


Francirosy Barbosa dá aulas de antropologia no campus de Ribeirão Preto e contribuiu para relatório contra extremismo do governo

hamas
O presidente Lula, durante encontro com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite – 28/09/2023 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

A professora Francirosy Barbosa, que leciona antropologia no campus de Ribeirão Preto (SP) da Universidade de São Paulo (USP), retuitou uma publicação que celebra os ataques terroristas do Hamas contra Israel. A acadêmica também compartilhou um post de Jonas Manoel, que já pregou ódio contra o Supremo Tribunal Federal, e escreveu: “Apoio total à luta do povo palestino. À nossa causa, do mar e de sempre”.

Depois dos textos polêmicos, Francirosy excluiu a própria conta do Twitter/X. A docente da USP fez parte do grupo de transição do presidente Lula, no Ministério dos Direitos Humanos.

hamas
Foto: Reprodução

Francirosy contribuiu para a elaboração de um relatório com recomendações para o enfrentamento do discurso de ódio e extremismo no Brasil.

“Eu nunca comemorei o ataque do Hamas, por sinal, nem o nome do Hamas eu citei”, disse a docente, em uma nota. “O que aconteceu é que eu estava em viagem e vi que estava tendo ataques — e escrevi que era uma resposta ao ‘colonialismo’. Não houve menção ao Hamas. Eu repudio completamente a morte de civis dos dois lados.”

Funcionária da TV do Lula participou de ato no qual homem disse “viva o Hamas”

Heba Ayyad, assessora da diretoria de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), divulgou em suas redes sociais um evento a favor da Palestina e contra o “apartheidisraelense”, que ocorreu ontem em Brasília.

Convocado por partidos e movimentos de esquerda, o ato teve palavras de ordem contra Israel e gritos de “Viva o Hamas”.

Nomeada pelo diretor-presidente da EBC, Hélio Doyle, em abril, Heba ganha pouco mais de R$ 15 mil, por mês, conforme dados da estatal.

Em posts nas redes, a assessora divulga conteúdos pró-Lula. Há também textos de siglas partidárias, como o Partido Comunista Brasileiro.

Informações Revista Oeste


Dono da Ferrari com R$ 127 bilhões no bolso comprou time do Brasileirão

Em maio deste ano, o Bahia e o Grupo City concluíram com sucesso a transferência de ativos relacionados ao futebol e os contratos com a CBF, incluindo os acordos com os jogadores, após a assinatura dos documentos finais. Consequentemente, a Bahia Sociedade Anônima do Futebol (Bahia SAF) foi formalmente estabelecida. 

O Esporte Clube Bahia permanece sob a liderança de Guilherme Belintani na posição de presidente, contando com Carlos Santoro como diretor esportivo e Raul Aguirre como CEO. Santoro tem uma longa história de colaboração com o Grupo City e foi recrutado após a aprovação da aquisição do clube pelo Conselho Deliberativo. 

O Bahia, atualmente, carrega uma dívida relativamente modesta e agora se integra a uma significativa estrutura empresarial vinculada ao Grupo City, cujas origens estão ligadas a empresários dos Emirados Árabes Unidos. O principal clube desse conglomerado é o Manchester City, juntamente com outros clubes notáveis como o New York City (Estados Unidos), Girona (Espanha) e Montevideo City (Uruguai). 

O proprietário do Grupo City e também sócio da Ferrari é o sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, que adquiriu o Manchester City em 2008. Sua fortuna é estimada em 23 bilhões de euros (R$ 126,5 bilhões) e se fundamenta principalmente em reservas de petróleo, controladas por sua família, nos Emirados Árabes Unidos. 

Além disso, ele detém 5% das ações da fabricante italiana Ferrari. O sheik também está envolvido em investimentos relacionados a viagens espaciais, por meio das empresas Galactic e Sky News Arabia. Vale destacar que ele possui um luxuoso iate de 147 metros de comprimento, equipado com dois helipontos, três piscinas e uma academia, o qual já foi emprestado ao renomado ator Leonardo DiCaprio. 

Créditos: Portal Times.


Foto: PRF

Durante atividades de fiscalização na BR 101, nas proximidades do Km 350, no sentido Gandu-Wenceslau Guimarães, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) avistou um veículo transitando em baixa velocidade e carregando uma carga característica de madeira.

Após a abordagem, os policiais constataram que a madeira transportada consistia em várias toras de espécie não identificada e numerosas pranchas serradas de Plathymenia reticulata Benth, conhecida como vinhático, sem qualquer tipo de documentação que comprovasse sua origem legal.

O condutor do veículo alegou que a madeira fora dada a ele em troca de um serviço de corte de 150 estacas, e que o destino da carga seria a utilização em um serviço doméstico do seu próprio interesse.

A apreensão da carga ilegal de madeira ocorreu na tarde de sexta-feira (13). Ao abordar o veículo, os policiais perceberam que a carga de madeira estava sendo transportada sem qualquer documentação que atestasse a sua origem e licitude.

Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência e o autor se comprometeu a comparecer ao Juizado Especial Criminal para participar da audiência quando intimado.

Acorda Cidade


Foto: Divulgação

Uma dupla tentativa de homicídio foi registrada no bairro Lagoa Grande, em Feira de Santana, na noite deste sábado (14). 

Segundo informações policiais, dois homens, de 16 e 20 anos, foram alvos de disparos de arma de fogo nas imediações do Quiosque da Lagoa Grande.

Ainda não há detalhes sobre as circunstâncias que levaram ao ataque, nem a identidade dos supostos atiradores. As vítimas, cujos nomes não foram divulgados, receberam os primeiros socorros de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram encaminhadas para uma unidade de saúde. No momento, não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.

Após o ocorrido, uma guarnição da 66ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) esteve no local para investigar e confirmou a veracidade do fato, iniciando os procedimentos necessários para apurar os detalhes do incidente.

De Olho Na Cidade


Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

Dos próximos sete desafios nesta reta final da Série B, o Vitória terá cinco jogos contra adversários diretos na briga pelo acesso. O primeiro deles é diante do Guarani, às 18h deste domingo (15), no Barradão, pela 32ª rodada.

Para a partida, o técnico Léo Condé terá a maioria dos jogadores à disposição. Apenas o lateral Zeca e o volante Matheus Trindade seguem em transição física após lesão. 

O Rubro-Negro soma 58 pontos até agora e mantém a liderança da Segundona independentemente do resultado contra o Guarani. Já o Bugre é o 4º colocado, com 54 pontos somados. 


Foto: Reprodução/Vídeo

Incêndios florestais atingem desde este sábado (14) as regiões oeste, norte e a Chapada Diamantina, na Bahia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, áreas de pelo menos 14 cidades baianas são afetadas. 

Um dos focos de incêndio foi identificado no Morro do Candombá, onde o fogo chegou até o alto do morro. Em outros pontos do local foram vistos outros focos isolados de incêndio, de acordo com registros da TV Bahia. Ainda não se sabe se as chamas atingiram a parte mais baixa do morro, onde existem vilas habitadas. 

O Corpor de Bombeiros informou que 53 pessoas atuam no Morro do Candombá e que um reforço de 30 bombeiros, um helicóptero e dois aviões foi solicitado para a região.

No total, cerca de 200 profissionais e 40 viaturas do Corpo de Bombeiros Militar atuam no combate às chamas em toda a região afetada. Drones e seis aeronaves, fornecidas pelo Programa Bahia Sem Fogo, da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), dão apoio à operação.

As chamas atingem as seguintes cidades de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Bom Jesus da Lapa, Buritirama, Santa Rita de Cássia, Barra, Vanderley, Cotegipe, Riachão das Neves, Pilão Arcado, Juazeiro, Oliveira dos Brejinhos, Rio do Pires e Lençóis.

Metro1


Mercadante minimiza calote da Venezuela: "Não há motivo para nhenhenhem"

Foto: Reprodução/Fernando Frazão/Agência Brasil.

O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Aloizio Mercadante, minimizou neste sábado (14) a inadimplência de países como a Venezuela. As principais dúvidas somam US$ 1,12 bilhão (R$ 5,69 bilhões na cotação atual), segundo dados divulgados pela instituição até 30 de junho deste ano. 

Mercadante afirmou que não há motivos para “nhenhenhem” quando questionado sobre calotes dados na institução pública de fomento e no país. Ele participou do 1º Fórum Internacional da Esfera Brasil, em Paris. 

Após o evento, Mercadante concedeu entrevista e disse que as dúvidas pendentes são “irrelevantes”. “O relevante é olhar para frente, de como é que nós vamos construir o crescimento das exportações e o desenvolvimento do Brasil. Vocês [jornalistas] ficam com esse ‘nhenhenhem’, que é uma coisa absolutamente irrelevante para o BNDES”, afirmou. 

Três países devem juntos mais de R$ 5 bilhões ao Brasil. A Venezuela soma US$ 739 milhões (R$ 3,76 bilhões), enquanto Cuba, US$ 261 milhões (R$ 1,33 bilhão), e Moçambique, US$ 122 milhões (R$ 620,7 milhões). O BNDES financiou a chamada exportação de serviços aos países durante gestões petistas passadas. 

Nessa modalidade, entram obras realizadas por empresas brasileiras, e o FGE (Fundo Garantidor de Exportações), com recursos do Tesouro, cobre eventuais inadimplências. 

Segundo dados do BNDES, até junho deste ano, o FGE já ressarciu a instituição em US$ 1,09 bilhão na soma dos três países citados. O porto de Mariel, em Cuba, e parte do metrô de Caracas, por exemplo, foram financiados dessa forma. 

“Exportação de serviços no BNDES nunca foi mais do que 1,3% do desembolso. Então é irrelevante. E é altamente rentável, historicamente, para o BNDES, inclusive para o Brasil. O Fundo Garantidor, o FGE da União, tem um superávit hoje de R$ 7,5 bilhões”, afirmou Mercadante. 

Segundo o presidente do BNDES, “eventuais inadimplências” não quebram o Brasil. 

“O país atrasa pagamento, sempre recupera, em algum momento volta a pagar. E o BNDES é um banco público, é um banco paciente, que vai continuar cobrando e esperar que tudo seja pago”, disse. 

Questionado sobre se o Brasil vai estimular novos projetos no exterior, ele afirmou que não há previsão de iniciativas semelhantes. 

Mercadante destacou o que considera pontos positivos do banco público neste primeiro ano da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Afirmou que BNDES aumentou em 40% as aprovações de financiamento e duplicou o apoio às exportações de produtos industrializados em relação a 2022. 

“É isso que conta, gerar emprego e investimento, aprimorar e melhorar as práticas do banco, que é um banco extremamente rigoroso e competente. A inadimplência no BNDES é 0,01%. Me apresente algum banco no mundo que seja mais transparente que o BNDES, que seja mais rigoroso com os seus critérios”, disse. 

ÔNIBUS ELÉTRICO 

O presidente do BNDES falou ainda sobre a migração para veículos elétricos e híbridos. Segundo ele, o BNDES vai anunciar na quinta-feira (19) uma linha de financiamento de ônibus elétricos no país. 

“O Brasil é o segundo país que mais anda de ônibus no planeta, perde para a Índia. E 52% dos ônibus que circulam na América Latina foram produzidos pela indústria brasileira”, afirmou. 

“Os chineses entraram muito fortes com ônibus prontos no Chile e no México. São dois mercados históricos do Brasil. Então nós agora, nesta semana mesmo, já vamos fazer o primeiro financiamento para a produção de ônibus elétricos, para financiar ônibus elétricos produzidos no Brasil”, disse, sem dar mais detalhes. 

Mercadante explicou que defende o conteúdo nacional e afirmou que quatro montadoras vão aderir à linha de financiamento. “Nós queremos agregar cada vez mais valor”, disse. 

De acordo com ele, o país precisa substituir 170 mil ônibus. “Então é um mercado muito importante, com muita escala, muito poder de compra. E o BNDES tem um papel decisivo. Vamos avançar muito”, afirmou. 

Créditos: Estado de Minas.


Foto: Camila Souza/GovBa

A Secretaria da Educação do Estado (SEC) divulgou, no Diário oficial deste sábado (14), o edital nº 12/2023, de abertura de inscrições para curso de gestão escolar com certificação em unidades escolares da rede estadual de ensino, voltado para professores e coordenadores pedagógicos do quadro efetivo do magistério público do Estado da Bahia.

O curso tem por objetivo contribuir no desenvolvimento das competências básicas para o exercício efetivo das funções de diretor e de vice-diretor, para atuação nas unidades escolares da rede estadual de ensino.

Serão oferecidas 13 mil vagas e as inscrições poderão ser feitas, de 1º de novembro de 2023 a 26 de janeiro de 2024, no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br).


A Bahia é o principal produtor de sisal do mundo, detém 90% da produção do Brasil, o país que mais cultiva a agave no planeta, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). No estado, são produzidas, em média, 140 mil toneladas de fibras de sisal por ano, e cerca de 50% desse total é vendido para Ásia, Europa e, principalmente, para a América Central.

O “ouro verde do sertão” teve seu apogeu entre as décadas de 60 e 70, quando havia grande demanda internacional pela fibra, utilizada na confecção de cordas, fios, estofados, carpetes e tapetes, entre outros produtos. O mercado declinou nos anos 80, com a concorrência das fibras sintéticas, e nunca mais teve o mesmo sucesso do passado.

Até mesmo a área plantada encolheu, não somente porque a fibra perdeu valor de mercado, mas também porque a seca na região dizimou boa parte das plantas, conhecida mundialmente pela resistência à estiagem.

A fibra tem voltado à moda com a valorização dos produtos ecologicamente corretos e também com a pressão mundial para preservação do meio ambiente. Além de natural, quando descartada, a fibra de sisal se decompõe sem poluir a natureza – e ainda serve como adubo para o solo – ao contrário da sintética. Depois que a palha é cortada, a planta rebrota em seis meses, o que ajuda a manter o semiárido em equilíbrio.

Nos últimos anos, decoradores e arquitetos passaram a utilizar o sisal em projetos com maior frequência, e a demanda pela fibra tem sido crescente, não somente no Brasil, mas também no exterior.

Atendendo a essa tendência, a principal entidade representativa da cultura do sisal no país, a Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (Apaeb), manufatura a fibra e dá origem a mercadorias como carpetes, tapetes e cordas.

A sede da Apaeb fica em Valente, município a cerca de 250 km de Salvador que pertence ao “território do sisal”. São 20 cidades e cerca de 700 mil pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, com a produção, comércio ou industrialização do sisal.

A Apaeb compra boa parte da produção regional (800 toneladas mensais, em média) e transforma em itens cujas vendas, atualmente, estão concentradas no Brasil – sobretudo no estado de São Paulo, que reúne as maiores redes de distribuição dos manufaturados. Outra parte é repassada para o mercado internacional.

Um dos países que compra tapetes feitos com sisal da Bahia é a Alemanha. A pequena cidade de Dorsten, que tem forte tradição na área têxtil, valoriza o fabrico artesanal e defende marcas preocupadas com a questão ambiental.