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Precisando emagrecer? Aprenda a fazer batata frita no forno sem óleo

Que tal fazer umabatatabem crocante e deliciosa, mas sem usar óleo na panela? Sim, é possível preparar umabatata frita assim no forno, sem causar aquele trabalho que faz com que muitos evitem esse tipo de receita no dia a dia. 

Além de mais simples de fazer, o prato também fica menosgordurosoe, consequentemente, mais saudável. Dá para incluir no cardápio sem nenhum problema! Então, se você quer aprender a fazer esta maravilha, confira o passo a passo a seguir e se surpreenda com o resultado mais que incrível! 

Batata frita de forno

Tempo:1h15
Rendimento:6 porções
Dificuldade:fácil 

Ingredientes:

  • 8 batatas (sugerimos do tipo asterix)
  • 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • Sal a gosto
  • Queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de preparo:

  1. Descasque as batatas e corte-as em forma de palito
  2. Despeja em uma assadeira e polvilhe com a farinha até que todas as batatas fiquem cobertas
  3. Regue com o azeite e então espalhe as batatas em uma única camada
  4. Coloque sal a gosto e leve ao forno médio por cerca de 1 hora ou até ficarem douradas
  5. Se desejar, depois de prontas, polvilhe com queijo parmesão ralado e sirva em seguida.

Informações TBN


Foto: Divulgação

O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) promoveu neste domingo (29) a III Corrida de Prevenção ao AVC. Com o tema “Salve minutos, Salve Vidas!”, a corrida atraiu mais de mil participantes, solidificando sua presença no calendário da cidade. A movimentada manhã de domingo começou com a concentração às 6h, seguida pela largada às 7h. O evento ofereceu três opções de percurso: 10km de corrida, 5km de corrida ou 3km de caminhada, permitindo que pessoas de diferentes níveis de condicionamento físico participassem. Inclusive Pessoas com Deficiência (PCD) e pacientes em reabilitação neurológica.

Cristiana França, diretora-geral do HGCA, ressaltou a importância do evento para a comunidade, destacando a participação de mais de mil pessoas na sua organização. Ela enfatizou o compromisso da corrida com a prevenção do Acidente Vascular Cerebral (AVC) e celebrou a presença de pacientes que, graças aos cuidados médicos, se recuperaram completamente. “Feliz em ver o resultado desta corrida. Nosso objetivo é chamar a atenção  da comunidade sobre a importância de conscientização e prevenção ao  AVC. Quero agradecer a secretária de Saúde Roberta Santana, ao Superintendente de Atenção Integral à Saúde (SAIS), Karlos Figueredo, ao deputado federal, Zé Neto, aos parceiros e amigos que prestigiaram este evento”, comemorou Cristiana.

Dra. Renata Nunes, coordenadora de Neurologia do HGCA, realçou o propósito da corrida como um alerta à sociedade sobre os cuidados necessários para prevenir o AVC. Ela enfatizou a importância da prática de atividade física como uma medida significativa para reduzir o risco de AVC e outras doenças cardiovasculares. “Estudos indicam que até 2050, os casos de AVC podem aumentar em até 50%. Isso destaca a necessidade contínua de conscientização e prevenção. A corrida coincidiu com o Dia Mundial do AVC, um dia global de conscientização e ação para destacar os desafios e a importância da prevenção do AVC. O esforço da corrida em Feira de Santana se alinha com os movimentos em todo o mundo que buscam educar as pessoas sobre a identificação de sinais de AVC e otimizar o tratamento para aqueles que sofrem dessa condição”, afirmou Renata acrescentando que a III Corrida de Prevenção ao AVC não apenas promoveu a atividade física como uma medida preventiva, mas também fortaleceu a comunidade local na luta contra o AVC. Com o aumento alarmante dos casos de AVC, iniciativas como essa desempenham um papel ímpar na conscientização e na promoção da saúde.

*FONTE: ASCOM/HGCA*


Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória entra em campo neste domingo (29) com a chance de encaminhar o acesso à Primeira Divisão. O Leão encara o Juventude no Barradão, às 19h, pela 34ª rodada da Série B.

Para o confronto, o técnico Léo Condé contará com os retornos dos zagueiros Wagner Leonardo, após cumprir suspensão, e Yan Souto, recuperado de lesão. Além deles, o lateral Zeca foi liberado pelo departamento médico e também poderá ser relacionado. No entanto, o atacante Iury Castilho está lesionado e ficará de fora.

O Rubro-Negro segue isolado na liderança com 64 pontos. Já os gaúchos somam 56, na sexta colocação.


Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

O Bahia perdeu para o Palmeiras no Allianz Parque (SP) e permaneceu próximo da zona de rebaixamento. Na noite deste sábado (28), Raphael Veiga marcou o único gol da partida, que terminou em 1 x 0. O Tricolor segue na 15ª posição com 34 pontos.

Mesmo com a derrota na 30ª rodada, o Bahia não corre risco de entrar no Z-4 da Série A, já que tem quatro pontos de distância. No entanto, pode perder a vantagem caso Santos e Goiás vençam. Se isso acontecer, o que vai separar o time baiano da zona da degola é o número de vitórias.

Depois de dois confrontos seguidos fora de casa, o Bahia voltará a jogar na Arena Fonte Nova. Na terça-feira (31), o Esquadrão recebe o Fluminense, às 19h, pela 31ª rodada do Brasileirão.

*Metro1


DPT | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Duas pessoas foram assassinadas em menos de uma hora na noite de sábado (28) em Feira de Santana.

De acordo com a Polícia Civil, a primeira vítima, uma mulher, foi morta por volta das 18h40, dentro do Condomínio Campo Belo, bairro Campo do Gado Novo.

A vítima ainda não identificada, estava trajando bermuda jeans e top verde. Ela foi atingida por vários disparos de arma de fogo.

O segundo homicídio foi registrado por volta de 19h30.

Vítima
Foto: Reprodução

Rafael dos Santos Jesus, 24 anos, também foi atingido por vários disparos de arma de fogo dentro do Condomínio Conceição Ville, bairro Conceição.

Ainda não há informações sobre autoria nem motivação dos crimes.

Fonte: Acorda Cidade


Dados do IBGE apontam que o Brasil está envelhecendo mais rápido. Tendência é de ter cada vez menos jovens e cada vez mais idosos.

g1 Censo 2022: Brasil mais velho e mais feminino

g1 Censo 2022: Brasil mais velho e mais feminino 

Dados do Censo de 2022 divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Brasil está envelhecendo mais rápido. O país registrou, inclusive, o maior salto de envelhecimento entre dois censos desde 1940. 

Em 2010, a cada 30,7 idosos (65 anos ou mais), o país tinha 100 jovens de até 14 anos. Agora, são 55 idosos para cada 100 jovens. Ou seja, atendência é de ter cada vez menos jovens e cada vez mais idosos.

Com a expectativa de vida cada vez mais alta, fica a pergunta: como envelhecer bem? 

Um estudo sobre longevidade realizado este ano pela Carle Illinois College of Medicine com mais de 700 mil veteranos dos Estados Unidos listou oito hábitos que podem colaborar para mais anos de vida — e quanto mais cedo eles forem incorporados ao dia a dia, melhor: 

  • Não fumar
  • Praticar exercícios físicos — melhora a oxigenação dos órgãos, o humor, protege articulações e músculos, previne e ajuda a controlar doenças como diabetes, pressão alta e demência
  • Ter boas relações pessoais — evite o isolamento, converse com a família, convide vizinhos para o café, telefone para um amigo, procure atividades em grupo
  • Não ter episódios frequentes de abuso de álcool
  • Ter boas noites de sono — a quantidade recomendada de sono depende da faixa etária
  • Manter uma dieta saudável — use e abuse de frutas, legumes e verduras
  • Controlar o estresse
  • Não ter vício em medicamentos opioides

Segundo os pesquisadores, homens que adotam os oito hábitos aos 40 anos podem viver, em média, 24 anos a mais do que os homens sem nenhum dos hábitos. Já as mulheres terão 21 anos a mais de vida. 

“Os resultados da nossa investigação sugerem que a adoção de um estilo de vida saudável é importante tanto para a saúde pública como para o bem-estar pessoal. Quanto mais cedo melhor, mas mesmo que você faça apenas uma pequena mudança aos 40, 50 ou 60 anos, ainda assim será benéfico”, disse a pesquisadora Xuan-Mai T. Nguyen, especialista em ciências da saúde. 

Pouca atividade física, uso de opioides e tabagismo foram os hábitos que mais impactaram na expectativa de vida. Esses fatores foram associados a um risco 30% a 45% maior de morte durante o período de estudo. 

Estresse, consumo excessivo de álcool, dieta inadequada e má higiene do sono foram associados a um aumento de cerca de 20% no risco de morte. A falta de relações pessoas foi linkada a um aumento de 5%. 

Informações G1


Lula STF voos
Lula, Dino e Moraes em reunião sobre segurança nas escolas, em abril | Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil

Quarenta ônibus queimados no Rio de Janeiro porque milicianos ficaram indignados com um miliciano morto pela polícia. Guerra de facções criminosas que deixam centenas de mortos na Bahia. Morte brutal de soldado da rota em São Paulo. Morte brutal por engano de parente de deputada, assassinado por milicianos.

A violência explode no Brasil no ano de 2023, o primeiro da retomada ao poder do lulopetismo. Criminosos tomam o poder numa espécie de estado paralelo do crime que subjuga a própria polícia e a própria justiça no país de Lula. O presidente que diz que ladrão não precisa ir preso porque roubou um celular para tomar uma cervejinha.

A fala de Lula, simplória e essencialmente má, explica a explosão do crime e da impunidade no Brasil. É a fala de um típico esquerdista que crê que o criminoso é fruto de injustiça e exclusão social. A fala de Lula se casa com a da filósofa petista Márcia Tiburi, que diz que apoiava o assalto porque o assaltante havia sido assaltado pela espoliação do capitalismo.

A atividade ideológica de acolhimento de bandido une as duas pontas: acolhe o criminoso na sua origem e no seu auge

A fala da esquerda absolve e enaltece o crime e é justamente responsável pela explosão do crime casado com a impunidade do criminoso no Brasil. Vejam a cronologia: se um jovem adolescente assalta uma pessoa, rouba um celular e nada ou pouco lhe acontece como punição, ele vai se sentir confortável para crescer no mundo do crime. Um adolescente ladrão sai de alguma fundação casa da vida e passa a níveis maiores de criminalidade até chegar, se for bem-sucedido, ao topo das milícias e do narcotráfico.

Em lá chegando, talvez seja preso, aí vem a suprema injustiça tupiniquim e o solta. A suprema injustiça brasileira faz mais: tem soltado e devolvido patrimônio ao criminoso, como fez com Marcinho Vp, narcotraficante descondenado pela justiça a quem devolveram seu helicóptero comprado com dinheiro do tráfico. A atividade ideológica de acolhimento de bandido une as duas pontas: acolhe o criminoso na sua origem e no seu auge. O crime assim passa a compensar no Brasil para o criminoso desde a sua origem até seu ápice numa carreira promovida pela ideologia esquerdista que está incrustada no judiciário, na mídia, nas universidades e escolas do país.

Política de segurança pública eficiente é fácil. Quebrou uma janela de ônibus, vai preso. Roubou um celular, vai preso. Agrediu alguém, vai preso. Foi o que fez o prefeito de Nova York Rudolph Giuliani nos anos oitenta quando tirou a cidade de altos níveis de criminalidade por uma política de tolerância zero com pequenos delitos que, por óbvio, se não devidamente punidos com rigor, levam a grandes delitos.

O ministro petista da Justiça só fala e faz perseguir conservadores

No Brasil, seguiu-se o caminho inverso: acolhimento, carinho, reeducação do menor infrator e leis completamente frouxas com os presos. Saidinhas de Natal, drásticas reduções de pena, prisões domiciliares para altos criminosos, devolução de dinheiro sujo para traficantes. No Brasil de hoje, só quem comete crime de opinião tem pena severa. Você pode traficar, matar, roubar e ter todas as garantias da justiça. Se você questionar o processo eleitoral ou entrar no congresso sem ser convidado, pode ter sentença de até vinte anos de cadeia.

Estes, os criminosos de opinião, são os únicos punidos e perseguidos pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo ministro da Justiça Flávio Dino.

Ministro que é recebido com festa e complacência na favela da maré, dominada pelo tráfico do Rio, como um herói. Na favela onde só se entra com permissão de narcotraficantes. Aplaudem o ministro. Aplaudiram Lula nas prisões quando eleito, e nada podia se dizer à época porque a justiça eleitoral censurava a menção ao aplauso da criminalidade a Lula. Nada podia ser dito do aplauso da criminalidade ao homem condenado por corrupção que tiraram da cadeia para ser novamente colocado na Presidência da República ou de volta à cena do crime, como disse seu próprio vice, Geraldo Alckmin.

Da justiça às escolas, às universidades e à grande mídia, é ensinado que bandido é vítima social, que o Lula, condenado em três instâncias por uma dezena de juízes por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, é vítima de injustiça. Um padrão pró-criminoso em todas as esferas da elite pensante brasileira. Um padrão que ofende o cidadão pobre brasileiro, que trabalha e sustenta família, a despeito das duras condições de vida; um padrão que faz deste trabalhador pobre a vítima desses criminosos protegidos pelo estado brasileiro e pela elite pensante do país.

A imprensa culpa a polícia por eliminar criminosos. O supremo proíbe a polícia de subir o morro para operações contra criminosos. O supremo quer liberar drogas. O ministro petista da Justiça só fala e faz perseguir conservadores. O presidente Lula, criminoso condenado, faz do ladrão de celular um mártir social, faz de si mesmo, um grande corrupto condenado, um mártir, com endosso da justiça suprema que o soltou da cadeia. O crime aplaude entusiasmado seus entusiastas e apoiadores.

Informações Revista Oeste


Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes | Foto: Carlos Moura/SCO/STF 

De acordo com um relatório da polícia italiana, o empresário Roberto Mantovani encostou “levemente” nos óculos do filho do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes durante bate-boca no Aeroporto Internacional de Roma, em julho deste ano. O documento vai ser usado pela defesa do empresário para contestar a versão de Moraes.

Em depoimento, Moraes afirmou ter sido xingado de “comunista”, “bandido” e “comprado”. O ministro relatou ainda que seu filho levou um “tapa” do agressor.

O laudo descreve as imagens gravadas pelas câmeras do aeroporto de Roma. O documento narra que Alexandre Barci, filho de Moraes, reagiu provavelmente às agressões verbais da mulher do empresário. Mantovani, por sua vez, estava a alguns metros de distância e apontava com o dedo indicador ao filho do magistrado. “É evidente a reação verbal de Barci que, saindo da fila da aceitação à Lounge, interage verbalmente com os dois, permanecendo parado no próprio lugar, trocando várias palavras com Mantovani, que nessa circunstância tinha se aproximado até ficar cara a cara”, afirma o documento.

Em seguida, o documento confirma que Mantovani acertou levemente os óculos do filho de Moraes, após reagir a um movimento de Barci.

“Às 18h39, repara-se o único contato físico digno de nota, ocorrido entre Roberto Mantovani e o filho da personalidade. Nessa circunstância, esse último, provavelmente exasperado pelas agressões verbais recebidas, estendia o membro superior esquerdo, passando bem perto da nuca do antagonista, que, ao mesmo tempo, fazia a mesma ação utilizando o braço direito, impactando levemente os óculos de Alexandre Barci de Moraes”, conclui.

Por fim, um passageiro intervém para tentar acalmar os ânimos e o bate-boca só termina quando o filho de Alexandre de Moraes ingressa na sala Loung Vip do aeroporto. 

Em nota, o advogado Ralph Tortima avaliou que o relatório da polícia italiana difere em muito daquele elaborado pela Polícia Federal.

“Inclusive, pela descrição que é feita Roberto Mantovani Filho é primeiramente tocado em sua nuca por Alexandre Barci de Moraes, momento em que ele levanta o braço, como se numa ação de defesa, resvalando o óculos daquele”, disse o defensor. “Ou seja, fica cada vez mais evidente a necessidade de realização de uma perícia isenta, independente, em todas essas imagens do aeroporto. Só assim saberemos, com segurança, o que de fato aconteceu.”

O relatório da Polícia Federal concluiu que o empresário Roberto Mantovani “aparentemente” bateu com “hostilidade” no rosto do filho do ministro, Alexandre Barci, que segundo o documento conseguiu se esquivar parcialmente. “Após ter afrontado Barci, impulsionando seu corpo contra este, que estava de óculos, Roberto levantou a mão e, aparentemente, chegou a bater no rosto da vitima, que teve óculos deslocados (ou caídos no rosto)”, narra a PF.

Relembre o caso envolvendo Alexandre de Moraes

A confusão ocorreu em 14 de julho, no Aeroporto Internacional de Roma. Moraes estava com a família, quando um grupo de três brasileiros teria se aproximado dele e começado a xingá-lo. Uma mulher, identificada como Andreia, teria dito que o ministro é “bandido, comunista e comprado”.

Em seguida, um indivíduo reforçou os insultos. Outro rapaz juntou-se aos supostos agressores e proferiu palavras ofensivas contra Moraes e sua família.

O ministro estava retornando da Universidade de Siena, onde havia participado de uma palestra no Fórum Internacional de Direito.

Com informações Estadão Conteúdo


Terrorista Hamas
Terrorista do Hamas no estacionamento do festival de música | Foto: Reprodução/Twitter

(*) Bernardo Santoro para Revista Oeste

Com o mundo em choque pelos aberrantes atos praticados pelo Hamas contra civis israelenses, essa tragédia tem especial repercussão no Brasil. O palco da principal chacina ocorrida foi numa festa rave organizada pela família do DJ brasileiro Alok, chamada “universo paralello”.

Ironia das ironias, estamos vivendo neste país, de fato, um universo paralelo onde as coisas não são chamadas pelo que elas são, especialmente pela imprensa pátria.

De acordo com a teoria da linguagem, os conceitos que exprimem o significado de cada palavra são criados e compreendidos através de um processo complexo que envolve a cognição, a experiência sensorial, a cultura e a interação social. Por mais que um indivíduo tenha uma relação pessoal com as palavras e seus significados, seja por experiência sensorial, abstração racional, contexto ou associatividade, para a formação geral do sentido da palavra, é necessária uma convenção linguística, ainda que natural, com a sociedade definindo e aceitando o significado por meio de acordos culturais. A linguagem não é dada, é construída, e dentro de um processo mais social do que individual.

Vivemos em tempos de alta polarização e retórica inflamada, especialmente no cenário político. Uma tendência que tem se intensificado nos últimos anos é o uso de rótulos carregados de significado para descrever atos e pessoas, muitas vezes de maneira imprecisa e desproporcional, com fins de confundir e distorcer a realidade presente, em especial com os termos “genocida” e “terrorista”, ignorando a construção social em prol de significados que são particulares apenas para um determinado grupo politicamente enviesado.

O Hamas é, por definição de Convenção internacional, um grupo genocida

O título “genocida” tem sido frequentemente utilizado pela esquerda brasileira, seja políticos ou imprensa, para descrever o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro. É uma alegação extremamente séria e controversa. O termo “genocídio” é definido pela Convenção de 1948 para a Prevenção e a Punição do Crime de Genocídio como atos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Enquadrar um ex-presidente como genocida exige uma base factual sólida, demonstrando que ele realizou tais atos com a intenção de causar destruição em massa de um grupo específico.

A alegação base desse grupo social é a de que ele teria sido contrário à vacinação durante a crise sanitária da COVID. Ainda que partíssemos desse pressuposto, que é um ponto controverso, a mera postura pessoal de um então presidente contra o uso e aplicação de determinadas vacinas em favor de medicamentos com eficácia duvidosa não é causa suficiente para enquadrá-lo no crime de genocídio. Não ocorre subsunção do fato realizado ao tipo penal descrito na Convenção, ainda mais em um cenário onde vacinas, de todos os tipos e empresas, foram compradas e aplicadas em tempo recorde.

A utilização desse termo sem fundamentação compromete a seriedade do debate político e enfraquece a luta contra o genocídio real, tais como os promovidos pelos membros do Hamas contra a população israelense. Matar mais de mil pessoas, apenas e tão somente motivados pelo fato de esse grupo ter como característica étnica ser judeu e característica nacional de israelense se subsume perfeitamente ao artigo segundo da Convenção contra o Genocídio.

O Hamas é, por definição de convenção internacional, um grupo genocida. Esse adjetivo já tendo sido reconhecido por muitos países importantes, como EUA, Canadá e membros da União Europeia, mas não o Brasil.

Outro exemplo bizarro é a aplicação do termo “terrorista” para descrever os elementos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. De acordo com a Resolução 1566 (2004) do Conselho de Segurança da ONU, terrorismo é definido como “atos criminosos destinados a provocar um estado de terror no público em geral, num grupo de pessoas ou em determinadas pessoas a fim de intimidar uma população ou obrigar um governo ou uma organização internacional a fazer algo, ou a se abster de agir”. Quando a esquerda brasileira, dentro e fora da mídia tradicional, rotula os atos de 8 de janeiro como terrorismo, está banalizando o termo e o desvirtuando de sua real gravidade. A mídia se recusa a aplicar o apropriado termo de terrorista ao que eles chamam de “combatentes” do Hamas, esses sim causando terror com assassinatos, degolas de bebês, estupros de mulheres de todas as idades e várias outras atrocidades, enquanto usa esse rótulo para pessoas que nada disso fizeram.

Não pode haver condenação quando os meios dispostos para a prática do crime não são hábeis para o fim descrito no tipo penal.

A justiça brasileira, através do Supremo Tribunal Federal, com ministros embebidos nas suas próprias vaidades e no fato de terem, de fato, sido vítimas de crime de dano, ultrapassa o tipo penal cometido pelos manifestantes para aplicar a eles os crimes de “abolição violenta do Estado Democrático de Direito” (art. 359-L) e “golpe de Estado” (art.359-M). Ambos estão insculpidos no Código Penal brasileiro, reforçando o mau uso de expressões muito graves com condenações fora do padrão legal.

A mais clara manifestação da imprecisão e da parcialidade do julgamento se dá nos arroubos do ministro Alexandre de Moraes ao tentar enquadrar o ministro André Mendonça ao dizer que “o plenário do STF foi destruído”, ou quando admoesta o ministro Kassio Nunes ao dizer que “a cadeira dele foi parar na praça”, chantageando emocionalmente julgadores que deveriam trabalhar tão somente com a razão.

Resta clara e correta a tese de Kassio Nunes de crime impossível. Ou seja: não pode haver condenação quando os meios dispostos para a prática do crime não são hábeis para o fim descrito no tipo penal. Se cidadãos desarmados não podem abolir violentamente o Estado Democrático de Direito e praticar golpe de Estado, então somente no direito do universo paralelo é que essas condenações têm procedência constitucional e legal.

Chamar danificadores de patrimônio público de “terroristas” e, pior, condená-los por subversão, sem evidência clara de motivação terrorista, enquanto o governo brasileiro se recusa a declarar o Hamas, esse sim, como grupo terrorista, é uma evidente seletividade política fruto de um enviesamento ideológico, ou mesmo questões de cunho pessoal. Isso não deveria acontecer em um Estado Democrático de Direito onde o império da lei deve prevalecer sobre as vontades pessoais.

Mas o que se esperar de um presidente que, ao ser eleito, teve congratulações oficialmente expressas por esse grupo terrorista? Sem contar que, em 2010, no segundo mandato de Lula, esse movimento palestino recebeu “ajuda internacional” milionária vinda do governo brasileiro.

Para sairmos do universo paralelo em que nos encontramos, é fundamental que chamemos as coisas pelo que elas são com base em fatos e nas convenções sociais, evitando generalizações simplistas e rótulos carregados de emoção. Devemos buscar uma discussão construtiva que promova a compreensão, o respeito pelos direitos humanos, a solução pacífica de conflitos e, se for o caso, administrar conflitos de guerra sempre dentro dos parâmetros da Convenção de Genebra.

Assim, quem sabe, a “passada de pano” feita por movimentos, pensadores e mídias de esquerda a genocídios praticados por grupos terroristas, como no caso do Hamas no “universo paralelo”, nunca mais venha a ocorrer no nosso universo real, feito de pessoas reais, que sofrem e morrem de verdade como vítimas nas mãos desses seres monstruosos.

Bernardo Santoro é cientista político e advogado, mestre e doutorando em Direito. É Conselheiro do Instituto Liberal e sócio do Escritório SMBM Advogados


Hotel Emporio tinha nome de Acapulco Continental na época das gravações. 39 pessoas morreram na passagem do furacão, que teve ventos de de 270 km/h na quarta-feira (25).

O Hotel Emporio, conhecido por aparecer nos episódios famosos da série “Chaves” em Acapulco, foi um dos atingidos pela passagem do furacão Otis, na quarta-feira (25). 

Com ventos de até 270 km/h, o furacão deixou 39 mortos e quatro pessoas desaparecidas. 

De acordo com a governadora do estado mexicano de Guerrero, Evelyn Salgado, 80% da costa da região foram afetados. 

Em redes sociais, hóspedes publicaram imagens da destruição do hotel. Na época das gravações dos episódios, nos anos 1970, o local era chamado de Acapulco Continental. 

Segundo o jornal mexicano El Universal, um dos maiores do país, ele tinha sido comprado por Emilio Azcárraga Milmo, dono de Televisa, emissora de “Chaves”. Por isso, decidiu gravar capítulos do personagem, e de Chapolin, para promover o local. 

Ao jornal, o empresário Raymundo Ceja afirmou que “os ventos foram muito intensos, as portas começaram a inflar e as janelas estouraram. Saímos dos quartos e nos refugiamos em um salão de festas”.

Informações G1