
Réveillon 2024: Veja imagens da chegada do ano novo pelo mundo
As comemorações do Ano Novo 2024 já começaram pelo mundo. Os primeiros países a celebrar o Ano Novo ficam na região do Pacífico e da Oceania. Depois, comemoram o réveillon os países da Ásia, da África e da Europa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/V/X/8aSyd3TsqkyZg8AiHhSw/ap23365426143327.jpg)
Fogos de artifício na Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia, para celebrar o Ano Novo na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024 — Foto: Hayden Woodward/New Zealand Herald via AP
A Nova Zelândia foi um dos primeiros países a celebrar a entrada de 2024, com uma queima de fogos de artifício em Auckland.
O show de fogos de artifício aconteceu na Sky Tower de Auckland, que tem 328 metros de altura. Os fogos iluminaram o céu noturno nublado e foi acompanhado por um show de luz laser e animação.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/O/h/GwXnoKSqa0ClPBbBOGzA/microsoftteams-image-90-.png)
Celebração do Ano Novo na Nova Zelândia — Foto: Reuters
Sidney, na Austrália, recebeu 2024 com uma longa queima de fogos diante da Sidney Opera House e da Harbour Bridge.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/4/B/Afi3zIQEST8ruImrjRcA/000-349c2yv.jpg)
Chegada de 2024 na Austrália — Foto: DAVID GRAY / AFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/1/3/ONHiiGQoGAlkYYr7ItBA/ap23365479318835.jpg)
Chegada de 2024 em Sidney, na Austrália — Foto: Mark Baker/AP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/U/O/EhAmkQTYW5mQIo2Bsp5w/000-34996mt.jpg)
Fogos na festa de Ano Novo em Sidney, Austrália — Foto: Izhar KHAN / AFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/L/u/Fw0hZIS36HJeMfiS1yCw/ap23365478137755.jpg)
Fogos na Ponte Harbour, em Sidney, na virada para o ano de 2024 — Foto: Mark Baker/AP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/d/T/pA3ZfeStmjVUy9hBL96g/ap23365379547322.jpg)
Fogos de artifício explodem no porto de Sydney durante as celebrações da véspera de Ano Novo em Sydney, domingo, 31 de dezembro de 2023. — Foto: Dan Himbrechts/AAP Image via AP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/S/G/0WlAphRYeBdizF6eFfYA/ap23365371548417.jpg)
Fogos de artifício em Sidney, na preparação para a virada do ano, neste domingo (31) — Foto: AP
No templo budista Zojoji, japoneses tocaram um sino para celebrar a entrada de 2024, minutos depois da meia-noite, em Tóquio.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/j/A/BNFapxTkaGZOcM5vAYJg/ap23365556691128-1-.jpg)
Japoneses tocam um sino gigante para celebrar a entrada de 2024, no templo budista Zojoji, minutos depois da meia-noite de segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, em Tóquio — Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko
Na Indonésia, pessoas se reuniram para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/G/A/wXPbYFSgCt4aNkt8mMjA/ap23365509842526-1-.jpg)
Na Indonésia, pessoas se reúnem para observar uma fonte de água no principal distrito comercial de Jacarta, antes da virada. — Foto: AP Photo/Achmad Ibrahim
Sul coreanos se preparam para a chegada do Ano Novo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/t/8/ULdgGETaiOggBCVPjkzw/2023-12-31t114542z-1189647899-rc2a85avnh4m-rtrmadp-3-new-year-southkorea.jpg)
Casal tira foto diante de painel luminoso em festa em Seul, na Coreia do Sul, neste domingo (31) — Foto: Kim Hong-Ji/Reuters
As horas que antecedem o Ano Novo no Nepal.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/T/N/3cnizrRYmYDXFxNaYHcg/ap23365282733063.jpg)
Homens vestidos como animais dançam em desfile para marcar o início do novo ano, conhecido como “Tamu Loshar” em Katmandu, Nepal, neste domingo (31) — Foto: Niranjan Shrestha/AP
Informações G1

O cantor Compadre Washington, vocalista do grupo É o Tchan, recebeu alta hospitalar neste sábado (30), um dia depois de passar por uma cirurgia de apendicectomia – retirada do apêndice. Na madrugada de sexta-feira (29), ele sofreu desconforto abdominal e foi diagnosticado com apendicite aguda.
“Boa tarde! Acabei de receber uma notícia boa: já estou de alta!”, disse o artista em um vídeo postado nas redes sociais.
Além de comemorar por poder passar o Réveillon em casa, o cantor de 61 anos desejou aos seguidores um feliz ano novo e agradeceu aos profissionais que cuidaram da saúde dele nas últimas horas.
Agora, o baiano precisa manter repouso total, até que esteja totalmente recuperado. Ele não tem previsão de retornar aos palcos.
Na agenda do É o Tchan estão programados shows neste sábado, em Ipojuca, no estado de Pernambuco, no domingo (31), em São João da Barra, no Rio de Janeiro, e na segunda-feira (1°), no município de Ouro Branco, em Alagoas.
Segundo a assessoria da banda, os compromissos serão cumpridos pelo outro cantor do grupo, Beto Jamaica. “Quem vai ‘segurar o tchan’, literalmente, é Beto Jamaica”, brincou.
Nas mesmas postagens, Compadre Washington mostrou curativos no corpo. Ele passou pelo procedimento via videolaparoscopia, técnica feita com o auxílio de uma câmera ligada a uma ótica e introduzida através da parede abdominal. A cirurgia é feita de forma minimamente invasiva.
A apendicite aguda acontece quando o apêndice fica inflamado e cheio de pus, causando dor. Por muitas vezes é acompanhada de náuseas, vômitos, falta de apetite, febre e calafrios. O tratamento é feito com uso de antibióticos e cirurgia e caso não seja tratado, pode causar infecção generalizada.
Fonte: g1

Um acidente registrado na madrugada de sábado (30), na BR-242, em Barreiras, deixou uma pessoa morta. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma caminhonete colidiu de frente com um caminhão, mas não há informações sobre o que teria provocado a batida.
O motorista da caminhonete, de 25 anos de idade, ficou gravemente ferido e morreu no local. Já o motorista do caminhão não teve ferimentos. Os nomes das vítimas não foram informados.
O acidente não causou engarrafamento, uma vez que os veículos pararam no acostamento após colidirem.

Um jovem de 22 anos foi assassinado a tiros por volta das 19h55 de sábado (30), na Rua Bela Vista, no conjunto Jussara, em Feira de Santana.
Segundo a Polícia Civil, Gabriel Santos Nascimento foi morto a tiros, sendo que um dos disparos o atingiu na cabeça, e ele morreu no local.
Segundo a Polícia Civil, Gabriel Santos Nascimento foi morto a tiros, sendo que um dos disparos o atingiu na cabeça, e ele morreu no local.
Acorda Cidade

A Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) implantou nesta quinta-feira (28) novo semáforo na avenida Noide Cerqueira.
Desta vez, o equipamento foi instalado no terceiro retorno da via sentido à BR-324. Ainda, o órgão municipal implantou uma faixa de retenção para promover a segurança viária na região.

Um aeroporto particular de Trancoso, distrito de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, registrou um congestionamento de jatinhos. A situação ocorreu nesta sexta-feira (29). No aeroporto TerraVista, pousos e decolagens ocorrem a cada 30 minutos.
Até o dia 6 de janeiro, a previsão é que o equipamento particular receba em torno de 1,3 mil passageiros, segundo o iBahia. Já o Aeroporto Internacional de Porto Seguro aguarda receber 37,3 mil em 249 pousos. Trancoso costuma ser um dos destinos mais procurados por celebridades.
Segundo o Radar News, parceiro do Acorda Cidade, já estão no distrito nomes como Silvia Braz, Marco Pigossi, Mônica Martelli e Giovanna Chaves. As festas de réveillon em Trancoso contam com programações em espaços privados, além de shows na praça principal do município.

Na manhã deste sábado (30), policiais militares do Batalhão Gêmeos, em rápida resposta, frustraram um sequestro libertando três reféns, recuperaram um caminhão roubado com cerca de 5 toneladas de carne e apreenderam dois indivíduos com réplicas de pistola, no KM 623 da BR 324.
Durante a intensificação de policiamento, os pms foram acionados por populares, que informaram sobre um caminhão de carga que havia acabado de ser roubado e os seus ocupantes sequestrados nas imediações da Rua Soares Filho, às margens da BR.
De posse das informações, os militares iniciaram diligências a fim de localizá-los, quando identificaram o veículo transitando na via. Ao perceberem a aproximação policial, e receber a voz de parada, os suspeitos desobedeceram e tentaram fugir, mas foram alcançados, abordados e imediatamente detidos.
Na ação, três vítimas sequestradas foram libertadas, um caminhão de carga com cerca de 5 toneladas de carne foi recuperado, duas réplicas de pistola e um adolescente foram apreendidos e um homem preso.
Todo o material apreendido, as vítimas e os detidos foram direcionados às unidades especializadas da Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada.
Este site utiliza cookies para entregar uma melhor experiência durante a navegação.

Foto: Presidente do Senado questiona medida provisória de reoneração gradual da folha de pagamento
Presidente do Senado questiona medida provisória de reoneração gradual da folha de pagamento
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta sexta-feira (29) que viu com “estranheza” a medida provisória que propõe a reoneração gradual da folha de pagamento de diferentes setores da economia. (Leia a íntegra da nota no final da matéria).
A medida provisória foi editada pelo presidente Lula e visa limitar a desoneração e aumentar a arrecadação federal. Ela altera algumas regras da desoneração da folha de pagamentos, que foi aprovada pelo Congresso Nacional em 2023, mas foi vetada pelo presidente Lula.
Pacheco disse que a medida provisória foi publicada no último dia útil do ano, durante o recesso parlamentar. Ele também afirmou que a medida representa um “segundo veto” do governo, além de trazer insegurança jurídica.
Entidades que representam os 17 setores que mais empregam na economia brasileira criticaram a medida provisória. Elas pedem ao presidente do Congresso que não aceite o texto e o devolva ao Executivo.
As entidades afirmam que a medida provisória representa um “segundo veto” do governo e traz insegurança jurídica. Elas também defendem a discussão do tema por meio de um projeto de lei.
As entidades afirmaram que a medida provisória “não está em linha com texto constitucional”. “É uma lei que foi aprovada segundo o desejo da sociedade através de seus representantes democraticamente eleitos. Revogar essa lei através de uma medida provisória, apresentada no último dia útil do ano, durante o recesso parlamentar e com efeito imediato, significa ir contra esse desejo da sociedade e contra uma decisão firme do Congresso Nacional”, dizem.
Eis a íntegra da declaração de Pacheco
“Farei uma análise apurada do teor da medida provisória com o assessoramento da consultoria legislativa do Senado Federal. Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP.
Há também um contexto de reação política à sua edição que deve ser considerado, de modo que também será importante reunir os líderes das duas Casas para ouvi-los, o que pretendo fazer nos primeiros dias de janeiro.
Somente depois de cumprir essas etapas é que posso decidir sobre a sua tramitação no Congresso Nacional, ou não.”
Senador Rodrigo Pacheco
Presidente do Senado Federal
Informações Diário do Brasil

Em 29 de dezembro de 2013, Michael Schumacher sofreu o trágico acidente de esqui na França que causou graves lesões cerebrais e mudou a sua vida para sempre. Desde então, pouquíssimas informações foram trazidas aos fãs do alemão heptacampeão mundial de Fórmula 1, com seu estado de saúde sendo mantido privado pela família.
A poucos dias de a tragédia completar uma década, pessoas próximas ao piloto de 54 anos têm falado sobre o assunto, inclusive com atualizações que, antes, eram raras.
A mais impactante, até por ser de alguém muito próximo, veio agora do também ex-piloto Ralf Schumacher, irmão mais novo de Michael.
Na segunda-feira (25), ele falou sobre o assunto ao jornal alemão Bild.
“Sinto falta do meu Michael daquela época”, lamentou o ex-automobilista de 48 anos. “A vida às vezes é injusta. Michael, muitas vezes, teve sorte em sua vida, mas então aconteceu esse trágico acidente”.
Ele ressaltou a ajuda da medicina, cada vez mais avançada, mas não escondeu o tom pessimista. “Pudemos fazer muito graças à medicina moderna, mas ainda nada é como antes”, admitiu. “Foi uma experiência muito ruim e drástica para mim, mas, claro, ainda mais para seus filhos”.
“Michael não era apenas meu irmão. Quando éramos crianças, ele também foi meu treinador e mentor. Ele me ensinou literalmente tudo sobre corridas de kart. Pode haver uma diferença de idade de sete anos, mas ele sempre esteve ao meu lado. Corremos juntos, praticamos ultrapassagens e tudo o que importa no automobilismo.”
Recentemente, Stefano Domenicali, presidente da Fórmula 1 e que trabalhou com o alemão na Ferrari, também abordou de forma triste a situação de Michael Schumacher.
Ao jornal italiano La Gazaetta dello Sport, ele falou: “O acidente dele em Meribel parece que foi ontem, são episódios que mudam sua vida”, lembrou Domenicali, que emendou: “Por respeito a ele e à sua família devemos ficar perto dele, esta situação difícil permanece”.
“O que há entre mim e a família permanece privado, mas viver assim por 10 anos é algo que você nunca desejaria nem para o seu pior inimigo”.
A esposa de Schumacher, Corinna, impôs uma regra que “apenas família” e as pessoas mais próximas podem visitar o ex-piloto em sua mansão em Lausanne, na Suíça, desde o acidente. Em declarações anteriores, ela já explicou que “privado é privado”, como o próprio marido sempre disse. “Michael sempre nos protegeu e agora estamos protegendo Michael.”
Créditos: Revista Monet.

Landais Alzheimer, no sudoeste de França, é uma vila com uma diferença: todos os habitantes têm demência.
A loja na praça principal fornece mantimentos simples, como a importantíssima baguete, mas não aceita dinheiro, então ninguém precisa se lembrar da carteira.
Ali o ex-agricultor Francis recolhe seu jornal diário — e eu sugiro que tomemos um café ao lado, no restaurante que funciona como coração social da vila.
Pergunto a Francis como foi quando o médico lhe disse que ele tinha Alzheimer.
Ele balança a cabeça, voltando àquela época, e, após uma pausa, diz: “Muito difícil.”
Seu pai também tinha Alzheimer – mas Francis continua sem medo.
“Não tenho medo de morrer, porque isso vai acontecer um dia”, diz ele.
“Enquanto isso, viverei minha vida apesar da doença. Estou aqui para viver, mesmo que não seja a mesma coisa. Se você se render, você se entrega. Então você segue em frente, na medida das suas possibilidades.”
Além da loja e do restaurante, os moradores são incentivados a assistir a apresentações de teatro e participar de outras atividades.
Philippe e Viviane dizem-me que continuam a viver uma vida tão normal quanto possível após o diagnóstico de demência.
“Fazemos passeios. Caminhamos”, diz Philippe, olhando para longe.
E quando pergunto se eles estão felizes, ele instantaneamente vira a cabeça e, com um sorriso brilhante, diz: “Sim, estamos, de verdade.”
Depois de terminar o café e vestir roupas quentes, o casal volta para o parque.
O tempo passa de forma diferente aqui, diz meu guia no vilarejo.
Não há horários definidos para consultas, compras e limpeza. Há apenas um ritmo suave para os moradores, para dar-lhes o máximo de liberdade possível.
A vila, que é parte de um projeto de pesquisa, está sendo monitorada de perto.
A professora Hélène Amieva diz que os primeiros resultados sugerem que está realmente influenciando o curso da doença.
“O que costumávamos ver quando as pessoas entram numa instituição é um declínio cognitivo acelerado – o que não é observado nesta instituição”, diz ela.
“Vemos uma espécie de evolução muito suave. Temos algumas razões para acreditar que este tipo de instituições pode influenciar a trajetória dos resultados clínicos.”
Também observaram uma “redução drástica” nos sentimentos de culpa e ansiedade das famílias, diz a pesquisadora.
Apontando para sua mãe, Mauricette, 89 anos, sentada no quarto dela, Dominique diz: “Estou tranquila, porque sei que ela tem paz de espírito e está em segurança.”
Repleta de fotos familiares, pinturas e móveis da família, o quarto tem uma grande janela voltada para o jardim.
Sem horário de visita, as pessoas entram e saem quando querem. E Dominique diz que ela e as irmãs não esperavam que o atendimento fosse tão bom.
“Quando eu deixo ela, fico tranquila. Quando chego, é como se estivesse na casa dela — estou em casa com minha mãe”, diz ela.
Cada um dos chalés térreos abriga cerca de oito moradores, com cozinha comunitária, salas de estar e de jantar.
Embora os moradores paguem uma contribuição, os custos de funcionamento (semelhantes aos de uma casa de repouso média) são principalmente cobertos pelo governo regional francês, que pagou US$ 22 milhões (mais de R$ 100 milhões) para criar o vilarejo.
Quando foi inaugurada, em 2020, foi a segunda vila do gênero – e a única a fazer parte de um projeto de pesquisa.
Acredita-se que ainda existam menos de uma dúzia de comunidades como esta no mundo.
Esse modelo tem atraído interesse mundial daqueles que procuram uma solução para o crescimento exponencial previsto da demência.
No salão de beleza da vila, Patricia, de 65 anos, que acabou de secar o cabelo, diz que Landais Alzheimer lhe devolveu a vida.
“Eu estava em casa, mas estava ficando entediada”, diz ela.
“Tinha uma senhora que cozinhava para mim. Estava cansada. Não me sentia bem. Sabia que o Alzheimer não era fácil e estava com medo.”
“Eu queria estar em algum lugar onde pudesse ajudar também. (…) Diferente de outras casas de repouso, aqui é vida real. Quando digo real, quero dizer real.”
Muitas vezes, a demência pode isolar as pessoas. Mas aqui parece haver um forte sentimento de comunidade, com pessoas genuinamente interessadas em se encontrar e participar de atividades.
E os pesquisadores dizem que este elemento social pode ser parte da chave para viver uma vida mais feliz e potencialmente mais saudável com demência.
São cerca de 120 moradores e o mesmo número de profissionais de saúde, além de voluntários.
É claro que existe o aspecto difícil de ser uma condição sem cura conhecida.
Mas à medida que a doença de cada morador progride, eles recebem o apoio de que necessitam.
E embora este possa ser o inverno da vida destes aldeões, os funcionários daqui acreditam que ele vem mais lentamente e com mais alegria ao longo do caminho.
Créditos: G1.