
O retorno do feriadão de Ano Novo está movimentando o Terminal Rodoviário de Feira de Santana na manhã desta terça-feira, segundo dia de 2024. Muitas pessoas estão voltando para casa, após aproveitar os dias de festas.
Após três dias de descanso para muitas pessoas que decidiram viajar para aproveitar a passagem do ano, o retorno para casa está intenso nas áreas de embarque e desembarque do terminal.
Joilma Santos está retornando para Paripiranga após passar o Réveillon com a família em Santo Antônio de Jesus. Ela contou ao Acorda Cidade, que durante a passagem teve queima de fogos e muita alegria, e que Feira de Santana até a cidade natal, serão mais 7h de viagem.
A estudante Mayra Santana também estava retornando para casa. Ela desejou um ano de muita saúde e coragem para conseguir concluir seus estudos em Contabilidade.
Pela primeira vez, Michelle Sousa estava passando a virada de ano na Praia de Mar Grande, e também estava retornando para Paripiranga.
“Esperamos voltar mais vezes, que seja um ano próspero, cheio de muita paz, saúde, alegria e gratidão para todos nós. Foi maravilhoso. Minha expectativa é prosperidade, muita paz, muita saúde para mim e para toda a minha família”, contou.

Mentalizando muito sucesso, trabalho e desenvolvimento, o músico aposentado chamado Anderson contou ao Acorda Cidade como foi o Réveillon na Praia do Sol, praia da região de Saubara.
“O Réveillon de lá foi tudo tranquilo, fora os paredões, mas o resto foi tudo tranquilo. Pense, que é uma agonia, mas é uma coisa que a gente sempre sabe que vai acontecer, até porque hoje em dia a juventude tudo curte isso aí”, disse.
Ele ainda relatou a falta de água no último dia do ano e um apagão que retornou a energia rapidamente, o que não atrapalhou o seu descanso.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

Os chamados ministros palacianos criaram dificuldades para o presidente Lula (PT) neste primeiro ano de governo. A cúpula ministerial foi o principal alvo de críticas e reclamações de aliados, centrão e oposição.
Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Paulo Pimenta (Secom) e Rui Costa (Casa Civil) têm a confiança do presidente, mas são, paradoxalmente, os maiores alvos do governo. Entre aliados há, inclusive, a preocupação de que a insistência neles possa prejudicar a governabilidade de Lula.
A maior insatisfação acontece por parte do Congresso. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), chegou a reclamar publicamente da interlocução com o Planalto e fez Lula ‘entrar em campo’ para a articulação.
Do lado dos ministros, auxiliares argumentam que as críticas fazem parte do jogo político.
Alguns admitem que os cargos palacianos são almejados e há quem pense em dar “puxão de tapete” nos titulares. Na defesa dos palacianos, o discurso é de que o governo conseguiu os resultados almejados, como a aprovação de reformas, e que o presidente Lula segue confiando no trabalho de seus ministros.
A relação distante de Padilha com a cúpula do Congresso ficou evidente durante a promulgação da reforma tributária no Congresso. O ministro não teve lugar na mesa e foi ‘esquecido’ nos discursos das autoridades.
Lula, Lira e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não citaram Padilha nos agradecimentos.
O cargo de Padilha é alvo do centrão, que, nos corredores, diz contar mais com o deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara. O cearense é visto como o “homem de Lira no Planalto” e costuma ter mais entrada com — assim como atender mais aos anseios dos — parlamentares ao centro.
No Congresso, a reclamação é que muitas vezes as promessas feitas e prazos estipulados pelo ministro acabam não se cumprindo, o que já gerou desentendimento com Guimarães. No Planalto, sabe-se que isso se dá, na maioria das vezes, por demora ou escolha do próprio Lula —o que Padilha, fiel ao chefe, evita expor.
Rui Costa é visto como um bom nome técnico, mas fechado demais, segundo aliados.Chamado até por Lula de “Dilma de calças”, em referência à ex-presidente, que também foi sua ministra-chefe da Casa Civil, dizem que Rui é um bom executor e, por isso, coube a ele tocar o Novo PAC.
A reclamação sobre o ministro da Casa Civil é que ainda teria dificuldades para se ‘adequar’ a Brasília. De aliados a opositores, a reclamação é que sua agenda está sempre lotada e que ele abre pouco espaço para os ‘cafezinhos’ de articulação, tradicionais na política de Brasília.
Rui já argumentou publicamente que cumpre o papel da Casa Civil e que não cabe a ele debater com o Congresso, por exemplo.Parlamentares, por sua vez, afirmam que ninguém na capital federal, que ele já chamou de “ilha da fantasia”, está “salvo” do convescote e que portas fechadas não ajudam.
Eu chamo aquilo [Brasília] de ilha da fantasia. Aquele negócio de botar a capital do país longe da vida das pessoas, na minha opinião, fez muito mal ao Brasil. […] Era melhor [a capital] ter ficado no Rio de Janeiro, ou ter ido para São Paulo, para Minas ou Bahia, para que quem fosse entrar num prédio daquele, ou na Câmara dos Deputados ou Senado, passasse, antes de chegar no seu local de trabalho, numa favela, embaixo de viaduto, com gente pedindo comida, vendo gente desempregada”
Rui Costa, em junho, durante evento na Bahia
Desde o início do governo, Lula reclama — em reuniões e publicamente — que os feitos do governo não chegam à população. Ele cobra de Paulo Pimenta e outros assessores que as coisas sejam mas expostas e atinjam o público final.
O próprio ministro da Secom tem feito mea-culpa sobre sua atuação. Em entrevista na última sexta (29), ele falou que a comunicação foi o “erro principal do governo” neste ano e que para 2024 vai “melhorar bastante”.
Entre os planos apontados por Pimenta está maior regionalização das iniciativas e investimento em redes sociais. Também há uma cobrança dentro do Planalto que seja repensado o formado da live “Conversa com o Presidente”, encabeçado por ele e pelo o fotógrafo Ricardo Stuckert, que, mais de seis meses depois, não tem atingido a repercussão almejada.
Mesmo com as reclamações, segundo interlocutores do presidente, a chance de haver uma mudança entre os palacianos na possível reforma ministerial do começo do ano é mínima. Não é segredo que Lula faz grande parte de suas indicações próximas pelo critério da lealdade, e ele confia nos três.
Dentro do Planalto, interlocutores lembram ainda que, como é comum em qualquer governo, mas também muito forte no PT: sempre há pressão para derrubar os principais ministros. Eles atribuem o famoso ‘fogo amigo’ a ‘picuinhas’ inclusive de aliados que gostariam de ganhar uma cadeira ministerial.
Informações UOL

Cinco tripulantes de um avião da guarda costeira do Japão morreram, após uma colisão com um avião comercial da Japan Airlines no aeroporto internacional de Haneda, em Tóquio. Os 379 passageiros da outra aeronave sobreviveram.
Airbus A350-900 da Japan Airlines colidiu com aeronave da guarda costeira japonesa, segundo informações preliminares. O Ministério dos Transportes japonês investiga o episódio.
Havia seis pessoas no avião militar: cinco morreram e uma, o piloto, escapou com ferimentos graves, de acordo com a emissora estatal NHK.
Eles aguardavam para decolar para a costa oeste do país, levando ajuda humanitária pelos civis afetados pelo terremoto de ontem, que deixou ao menos 48 mortos.
No avião comercial, todos os 367 passageiros e os 12 tripulantes do voo conseguiram desembarcar em segurança. Ao menos 17 pessoas ficaram feridas, segundo a NHK, que não detalhou o estado de saúde delas.
Todas as pistas do aeroporto de Haneda estão fechadas no momento. Imagens do aeroporto registradas às 17h50 locais (5h50 no horário de Brasília) mostram o avião da Japan Airlines rodando na pista antes de uma grande explosão, que deixou um rastro de chamas.
Pista ficou coberta de escombros. Mais de 70 caminhões de bombeiros se deslocaram para o aeroporto de Haneda, um dos dois aeroportos internacionais de Tóquio e um dos mais movimentados do mundo.
Acidentes envolvendo aviões de passageiros são extremamente raros no país. O mais grave ocorreu em 1985, quando um avião da Japan Airlines caiu entre Tóquio e Osaka, matando 520 pessoas, em um dos piores desastres aéreos do mundo.
O Japão também se encontra abalado pelo violento terremoto que ontem atingiu a península de Noto, no centro do país, deixando pelo menos 48 mortos, de acordo com um novo balanço provisório das autoridades locais.
*Com informações da AFP
Em atualização

foto: Divulgação
No trabalho, o grupo descreve como eles criaram sua insulina, como ela funciona e como ela agiu quando administrada a ratos diabéticos e miniporcos.
O diabetes tipo I é uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. O tratamento para pessoas com a doença inclui dieta modificada e injeções regulares de insulina. Muitos diabéticos têm que injetar a insulina em si mesmos mais de uma vez por dia, o que é desconfortável e até doloroso. Com o passar do tempo, a pele nos locais de injeção tende a endurecer, dificultando a inserção da agulha.
Neste novo esforço, os cientistas criaram uma nova espécie de insulina que reage com determinados agentes do organismo, permitindo o controle automático dos níveis de glicose no sangue durante um longo período de tempo.
A nova insulina inteligente é uma forma modificada da insulina já em uso — os pesquisadores adicionaram ácido glucônico, que quando injetado no corpo se transforma em um complexo ao se ligar a substâncias químicas no sangue. Tais complexos fazem com que a insulina fique presa dentro de um polímero natural, o que resulta em alterações na sinalização. Diferentes quantidades de insulina são liberadas dependendo dos níveis de glicose no sangue. Isto, descobriram os cientistas, permitiu que mais insulina fosse automaticamente libertada no sangue quando era necessário (como após uma refeição) e menos quando não era.
Os pesquisadores testaram a insulina modificada em três miniporcos e cinco camundongos — todos projetados para terem diabetes. Dois dos miniporcos receberam uma dose elevada, enquanto o terceiro recebeu uma dose baixa.
Ao monitorar os animais de teste nas semanas seguintes, a equipe de pesquisa descobriu que o miniporco que recebeu a dose baixa apresentou a regulação mais estável da glicose em comparação com os outros miniporcos que receberam uma dose alta e também em comparação com os miniporcos de controle que receberam injeções diárias de insulina padrão.
Os investigadores sugerem que as suas descobertas são promissoras para um novo tipo de tratamento para pacientes com diabetes tipo I. Os cientistas continuarão testando a insulina inteligente em animais e, se tudo continuar a correr bem, passarão para testes em humanos.
Informações TBN

Cerca de metade da população mundial, 49% segundo cálculos da AFP, terá eleições em 2024. Por volta de 30 países vão eleger um presidente, e também estão previstas eleições legislativas em cerca de 20 deles. No Brasil, vale lembrar, teremos os pleitos municipais.
As votações vão acontecer em um contexto internacional conturbado pelo conflito russo-ucraniano e a guerra entre Hamas e Israel. Além disso, vão enfrentar o risco de desinformação e manipulações potencializadas pela inteligência artificial afetarem os resultados.
Confira a seguir as eleições mais significativas de 2024:
Em 5 de novembro, dezenas de milhões de norte-americanos comparecerão às urnas para escolher os integrantes do Colégio Eleitoral, responsáveis por eleger o inquilino da Casa Branca.
Esta 60ª eleição presidencial americana terá um ar de déjà-vu, com a revanche esperada entre o presidente democrata Joe Biden, de 81 anos, e seu antecessor republicano, Donald Trump, de 77. Este possível enfrentamento entre veteranos será escrutinado com a perspectiva das polêmicas e informações falsas que marcaram a eleição presidencial de 2020.
Trump jamais reconheceu sua derrota e alguns americanos seguem convencidos de que seu voto foi “roubado”. Do outro lado, o Congresso aprovou em 14 de dezembro a abertura de um processo de destituição de Biden, motivado pelos negócios controversos de seu filho, Hunter, no exterior. Apesar disso, não há clima e condições para um impeachment ser aprovado.
Sem surpresas, o presidente Vladimir Putin anunciou, em 8 de dezembro, que será candidato à reeleição em março. À frente da Rússia há 23 anos, Putin modificou a constituição em 2020, o que teoricamente o autorizaria a permanecer no poder até 2036, superando Josef Stalin como o dirigente mais longevo do Kremlin.Continua após a publicidade
Nos últimos anos, a oposição e a sociedade russas foram amordaçadas tendo o conflito na Ucrânia como pano de fundo: os principais adversários políticos estão ou exilados ou presos, como Alexei Navalny, inimigo número um do Kremlin, cujo paradeiro é desconhecido por seu entorno; outros morreram ou foram reduzidos fisicamente ao silêncio.
Em junho, uma mulher pode se tornar presidente de México pela primeira vez, um símbolo importante em um país que registra milhares de feminicídios por ano.
Duas mulheres são as favoritas para suceder o presidente Andrés Manuel López Obrador: a ex-prefeita da Cidade do México Claudia Sheinbaum, do partido no poder Morena (esquerda), que lidera amplamente as pesquisas, e a senadora Xóchitl Gálvez, por uma Frente que reúne três partidos de oposição.
Em busca do terceiro mandato. Na Venezuela, afetada por uma grave crise política e econômica que levou mais de sete milhões de pessoas ao exílio, o socialista Nicolás Maduro, sucessor de Hugo Chávez (1999-2013), busca um terceiro mandato no segundo semestre de 2024.Continua após a publicidade
Sua reeleição em 2018, considerada fraudulenta, não foi reconhecida por muitos países, entre eles os EUA. Os Estados Unidos, que aliviaram em outubro, por seis meses, o embargo ao petróleo da Venezuela, detentor das maiores reservas do mundo, exigem a suspensão da inelegibilidade dos opositores, entre eles María Corina Machado.
Grande parte da oposição, que durante muito tempo esteve dividida, se uniu em torno da liberal María Corina Machado, apesar de ela estar inabilitada politicamente.
Tensão com Guiana. Considera-se que Maduro passou a exigir a anexação de Essequibo, na Guiana, como uma manobra para diluir seus problemas internos, já que a oposição é favorável à ampliação do território venezuelano.
Cerca de 945 milhões de indianos estão convocados a comparecer às urnas em maio para as eleições gerais neste país que, em 2023, se tornou o mais populoso do mundo. O BJP, partido do primeiro-ministro Narendra Modi, no poder desde 2014, é apontado como o grande favorito nas pesquisas, já que seu nacionalismo seduz a maioria hindu.
Esta eleição acontecerá em um contexto de retrocesso nos direitos políticos e liberdades civis, segundo a ONG Freedom House.Continua após a publicidade
Oposição unida. Liderado por Rahul Gandhi, neto da ex-primeira-ministra Indira Gandhi, o Partido do Congresso —outrora dominante, mas agora enfraquecido— tentou formar uma grande coalizão com forças de oposição regionais de diversas tendências para desafiar Modi.
Mais de 400 milhões de eleitores de 27 países europeus. Este é o tamanho da convocação para eleger, no começo de junho, 720 deputados para o Parlamento Europeu, em um gigantesco pleito transnacional.
Estas eleições podem se caracterizar por um novo avanço das forças eurocéticas, como evidencia o triunfo do partido de extrema direita e islamofóbico PVV no pleito legislativo dos Países Baixos. A eleição para o Parlamento Europeu ocorre no momento em que a imigração é objeto de intensos debates em muitos dos 27 países e que o custo de vida dos europeus tem aumentado por conta da inflação.
Eleições legislativas estão marcadas para 1º de março no Irã, 18 meses depois da morte de Mahsa Amini. Esta jovem curda morreu após ser detida pela polícia pelo mau uso do véu islâmico, o que desencadeou meses de manifestações multitudinárias contra as lideranças políticas e religiosas. Um movimento duramente reprimido, com centenas de mortos e milhares de prisões.Continua após a publicidade
A eleição anterior, de 2020, foi caracterizada pela desclassificação maciça de candidatos reformistas e moderados, restringindo o pleito na prática a uma disputa entre conservadores e ultraconservadores.
Estão previstas dez eleições presidenciais no continente africano em 2024, cenário de oito golpes de Estado em três anos. No Senegal, cujo pleito está previsto para 25 de fevereiro, tudo indica que a votação ocorrerá em um ambiente de tensão.
O presidente Macky Sall, no poder desde 2012, designou em setembro o seu primeiro-ministro Amadou Ba como candidato de seu campo político, o que foi alvo de questionamentos internos. Do lado da oposição, a candidatura de Ousmane Sonko, terceiro colocado nas eleições de 2019, continua suspensa, já que é objeto de uma disputa na Justiça.
*Com informações da AFP
A Justiça atendeu recomendação do Ministério Público do estado, que pediu na semana passada que a Globo fosse obrigada a renovar o acordo com a TV Gazeta

A Rede Globo não conseguiu derrubar na Justiça uma liminar que obriga a empresa da família Marinho a renovar o contrato de afiliação com a TV Gazeta de Alagoas, pertencente ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. O contrato acabou no dia 31 de dezembro de 2023.
De acordo com a liminar, a Globo é obrigada a renovar um acordo com a TV Gazeta até 2028 para não prejudicar financeiramente o conglomerado de Collor, que está em recuperação judicial. A determinação foi proferida pela 10ª Vara Cível do TJ-AL (Tribunal de Justiça de Alagoas),
A Globo tentou recorrer na própria Justiça de Alagoas, e também no Rio de Janeiro, mas em meio ao período de festas de fim de ano e ao recesso judiciário, uma decisão não foi conseguida a tempo.
Com isso, a TV Gazeta entrou 2024 como afiliada da Globo sem maiores problemas. Quem se prejudicou foi a futura nova parceira da empresa no estado nordestino: uma TV comandada pelo Grupo Nordeste de Comunicação, que tem como acionista principal Vicente Jorge Espíndola, chamada de TV Elo.
O grupo já é dono da TV Asa Branca de Caruaru, cidade do agreste de Pernambuco, e afiliada da Globo desde 1991 na região. A ideia da Globo era que a TV Elo substituísse a TV Gazeta já com a chegada de 2024. A emissora não queria ter duas retransmissoras localmente porque desgastaria sua imagem.
Funcionando no canal 28 de Maceió (AL), a futura parceira global em Alagoas precisou iniciar operações com a retransmissão do canal Futura, pertencente a Fundação Roberto Marinho, instituição educativa privada da Globo.
A decisão da Justiça de Alagoas atendeu recomendação do Ministério Público do estado, que pediu na semana passada que a Globo fosse obrigada a renovar o acordo com a TV Gazeta. A recomendação era de apenas mais três anos de vínculo, mas a decisão judicial obrigou um novo contrato por mais cinco anos.
Informações Bahia.ba
O modelo de arma é usado por policiais, seguranças privados e forças militares espalhados pelo mundo

Gaston Glock, o desenvolvedor austríaco da pistola que leva seu nome, morreu na última quarta-feira, 27. Ele tinha 94 anos. O anúncio foi feito pela própria empresa Glock, informou a agência de imprensa da Áustria. Até esta segunda-feira, 1, a causa da morte não havia sido divulgada.
Glock, um engenheiro recluso, fundou a empresa em 1963 em Deutsch-Wagram, perto de Viena, capital da Áustria. Desde então, a companhia se expandiu pelo mundo, incluindo uma subsidiária nos Estados Unidos, que foi fundada em 1985. A empresa também tem base no Brasil.
As pistolas Glock são utilizadas por policiais, algumas forças militares de países e clientes privados. A arma era significativamente mais leve, mais barata e mais confiável do que os modelos disponíveis quando foi criada.
A Glock afirmou em seu site que seu fundador “não apenas revolucionou o mundo das armas de pequeno porte na década de 1980, mas também conseguiu estabelecer a marca como líder global na indústria de pistolas”.
“Gaston Glock traçou a direção estratégica do Grupo Glock ao longo de sua vida e o preparou para o futuro”, afirmou, em comunicado, a divisão brasileira da companhia. “O trabalho de sua vida continuará em seu espírito.”

A empresa de Glock desenvolveu seus primeiros produtos militares, incluindo facas de campo, na década de 1970. Gaston Glock “reconheceu sua grande oportunidade” de projetar uma arma inovadora quando o Ministério da Defesa da Áustria, no início da década de 1980, convidou propostas para uma nova pistola de autodefesa, com peso reduzido e operação segura e simples, de acordo com a empresa.
O resultado foi a pistola Glock semiautomática com armação de polímero. Mais de 25 mil unidades da arma foram entregues às forças armadas austríacas de 1982 a 1984, afirmou a companhia.
Revista Oeste, com informações da Agência Estado e da agência internacional de notícias Associated Press

foto: Daniel Ferreira/Metrópoles
O Governo Federal vai aumentar, a partir desta segunda-feira (1⁰), o imposto de importação sobre veículos elétricos e placas solares. O aumento será para custear parte de programas sustentáveis, como o Mover, disse o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), neste domingo (31).
A medida que criou o Mover vai conceder, em 2024, R$ 3,5 bilhões em créditos financeiros para que as empresas invistam em descarbonização e se enquadrem nos requisitos obrigatórios do programa.
Segundo Alckmin, parte desse valor já está prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA), no total de R$ 2,9 bilhões. Os R$ 600 milhões restantes serão compensados pelo aumento do imposto de importação para os carros elétricos.
A elevação do tributo será gradual até 2026, e foi pensada como uma forma de incentivar o investimento na produção nacional de veículos elétricos. Com o aumento do imposto para os veículos importados, a ideia é tornar a mercadoria nacional mais atraente, uma vez que o custo deverá ser menor ao consumidor final.
MaisPB com g1

O governo federal retoma, a partir desta segunda-feira (1º/1), a cobrança integral do PIS/Cofins sobre o diesel. O imposto estava zerado desde 2021, mas parte do recolhimento foi antecipada em setembro deste ano. A partir de janeiro de 2024, a arrecadação volta a ser integral: cerca de R$ 0,35 por litro de diesel.
Apesar da mudança, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, em 26/12, que a reoneração não deve encarecer o produto nos postos de abastecimento. Segundo ele, o aumento da carga tributária que incide sobre o diesel será amenizado pelas reduções de preço anunciadas pela Petrobras.
“Na verdade, a Petrobras hoje (26/12) anunciou o segundo corte no mês de dezembro, que mais do que compensa a reoneração de 1º de janeiro. Isso é importante para todo mundo ficar atento, porque, se vier argumento de aumento do preço, não tem nada a ver. Não há nenhuma razão para impacto do diesel”, explicou Haddad à época.
Segundo Haddad, o impacto da reoneração é de pouco mais de R$ 0,30. A última redução anunciada pela Petrobras foi de R$ 0,30. No começo do mês, em 7 de dezembro, houve diminuição de R$ 0,27 por litro.
Além disso, os impostos federais sobre biodiesel e gás de cozinha sobem a partir desta segunda-feira, com o fim das medidas que zeraram os tributos ao longo de 2023.
O biodiesel cresce R$ 0,15 por litro; o diesel B (mistura do diesel A e biodiesel, vendido nos postos) aumenta R$ 0,33 por litro; e o gás de cozinha, R$ 2,18 por botijão de 13 Kg.
Metrópoles

O presidente da Argentina, Javier Milei (foto), divulgou uma mensagem de Ano Novo e alertou que o país enfrentará “uma catástrofey social de proporções bíblicas”, caso o Congresso não aprove as medidas enviadas por seu governo.
“Estamos em uma situação de emergência nacional, que requer a utilização de todos os recursos e ferramentas possíveis, como fizemos nessas três primeiras semanas de governo”, disse em vídeo compartilhado nas redes sociais.
Em seu discurso, Milei afirmou que os decretos econômicos “são o primeiro passo” para o país se afastar do modelo que “empobreceu” os argentinos nas gestões anteriores.
“Estes são os primeiros passos para virar a página e deixar para trás de uma vez por todas o modelo econômico, a casta que mergulhou os argentinos na miséria durante mais de cem anos. A mudança radical deste modelo empobrecedor é um compromisso inegociável que assumi com todos os argentinos. No entanto, o problema herdado é muito profundo.”
Milei anunciou na semana passada um decreto que cortará sete mil empregos públicos. O objetivo é reduzir o tamanho da máquina estatal argentina e realizar uma auditoria sobre o total do funcionalismo público do país.
O governo também estuda a implementação de um congelamento salarial e redução de até 15% na remuneração para a elite do funcionalismo público do país.
No comunicado de fim de ano, o presidente cobra os argentinos a pressionarem o Congresso para aprovar essas e outras medidas.
“A Pátria precisa dela. Se todos os atores políticos, empresariais e sindicais aprovarem nosso programa, haverá luz”, afirmou.
Ao final da mensagem, afirmou que o objetivo da nova legislação é “voltar a ser um país livre, limitando o poder do Estado, focando na defesa da vida, liberdade e propriedade dos argentinos”.
“Onde todos sejam livres para trabalhar, produzir, empregar, comercializar, importar e exportar como considerem melhor, e não como um burocrata ditando as regras de um escritório governamental. Quem pode preferir o país devastado de hoje ao país próspero que propomos?”, questionou.
Fonte: O Antagonista.