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As razões que tornaram o PL o maior partido do Brasil estão sendo apresentadas em comerciais veiculados no rádio e na tevê. Deputados e filiados destacam, nas inserções do horário político na mídia, as prioridades da legenda, como a política de menos impostos e mais empregos, executada com sucesso na gestão do presidente Jair Bolsonaro.

A segurança pública, que teve os índices de violência reduzidos no período em que o líder do PL estava na presidência da República, é outra bandeira identificada com a legenda exposta nos comerciais, criados pelo marqueteiro Bruno Cartaxo.

O intenso trabalho do partido de atrair as mulheres a participarem da política também ganhou espaço nas inserções. A presidente estadual do PL mulher, a deputada federal Roberta Roma, assinala a importância do maior engajamento num país onde prepondera a população feminina.

Para o presidente do PL Bahia, João Roma, os comerciais ratificam a grandeza de um partido que elegeu 99 deputados federais porque, quando teve a chance de governar o país com o presidente Jair Bolsonaro, não enganou o povo. “Assumiu a responsabilidade de trabalhar pela solução dos problemas brasileiros”.


Foto: Reprodução.

Um projeto de lei em andamento na legislatura do Arizona levanta debates sobre a permissão para fazendeiros, ao longo da fronteira com o México, atirarem em migrantes que cruzarem suas propriedades sem enfrentar acusações criminais.

O projeto de lei (HB-2842), de iniciativa republicana, propõe expandir uma lei estadual conhecida como Doutrina do Castelo, que autoriza o uso de força letal contra intrusos em casas para prevenir danos.

O legislador republicano estadual, Justin Heap, argumentou que sua proposta busca eliminar o que ele considera burocracias na aplicação da lei. Ele afirmou que as mudanças são necessárias devido ao aumento do número de migrantes indocumentados atravessando fazendas na fronteira, colocando os fazendeiros em situação vulnerável.

Atualmente, a lei protege indivíduos apenas dentro de suas residências, mas a alteração proposta substituiria “casa” por “propriedade”, ampliando a proteção para terras agrícolas, mesmo que distantes das residências.

A proposta surge em meio ao julgamento pendente do fazendeiro George Allan Kelly, de 73 anos, acusado de assassinato em segundo grau pela morte a tiros, em 2023, do migrante mexicano Gabriel Cuén Buitimea, que cruzava suas terras perto de Nogales, uma cidade fronteiriça.

Legisladores democratas criticaram o projeto, alegando que ele poderia promover o uso de perfis raciais e colocar em risco vidas humanas.

Os fazendeiros do Arizona argumentam que suas terras são frequentemente utilizadas como rotas para o tráfico humano e de drogas para os Estados Unidos.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara e agora aguarda votação no Senado estadual.

Com informações do Pleno News.


Foto: Reprodução.

Na quarta-feira (28/2), a empresa farmacêutica americana Viking divulgou resultados promissores sobre seu medicamento para tratamento da obesidade, provisoriamente chamado de VK2735, superando os concorrentes estabelecidos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro. De acordo com a Viking, o remédio proporciona uma queima de gordura até cinco vezes mais rápida.

Durante 13 semanas de tratamento, o VK2735 alcançou uma perda média de peso de 13,1%, enquanto outras drogas similares apresentam resultados semelhantes em um período de 40 a 56 semanas. Esse novo medicamento opera com base no mesmo princípio do Ozempic, sendo um antagonista de GLP. O GLP-1 é um hormônio que promove a sensação de saciedade e estimula o corpo a queimar reservas de energia, reduzindo assim a ingestão de alimentos.

Brian Lian, CEO da Viking, expressou entusiasmo com os resultados, ressaltando que o VK2735 demonstra um perfil promissor de eficácia e tolerabilidade em indivíduos obesos. Ele destacou que não houve evidência de platô, sugerindo que a perda de peso pode ser mais pronunciada em períodos prolongados.

Os testes clínicos revelaram que até 88% dos pacientes tratados com VK2735 alcançaram uma perda de peso superior a 10%, enquanto aqueles tratados com placebo tiveram reduções médias de 4%. Os participantes que receberam o remédio perderam em média 14,6kg durante o estudo, o que equivale a mais de um quilo por semana.

Os resultados foram obtidos na fase 2 do estudo clínico, que envolveu um grupo reduzido de participantes. Os efeitos colaterais observados foram leves a moderados, com náusea sendo o mais comum. A empresa agora planeja testar uma versão oral do medicamento e conduzir estudos de fase 3 com mais voluntários, antes de submeter os resultados à aprovação da FDA.

Por ser uma empresa de porte menor, a Viking precisará encontrar um parceiro de distribuição para fabricar o medicamento em larga escala. No entanto, a expectativa dos investidores é alta, com as ações da empresa quadruplicando desde a divulgação dos resultados.

Com informações do Metrópoles.


Reprodução: O Antagonista

Reprodução: O Antagonista 

A centenária revista britânica The Economist, com linha editorial liberal-progressista e historicamente simpática a Lula, criticou os polêmicos posicionamentos do presidente do Brasil nos últimos dias e suas consequências nas relações internacionais do país.

A recente matéria “Gafes de Lula ofuscam brilho do Brasil no G20” mostra claramente que Lula, a despeito do que dizem analistas e influenciadores alinhados, não está agradando internacionalmente. Na impossibilidade de justificar o injustificável, como a absurda comparação da guerra em Gaza com o Holocausto, os aliados de Lula optaram por relativizar e minimizar as declarações, enquanto dobram a aposta nos ataques verbais a Israel. Não está funcionando.

O tom da crítica da The Economist, que serve de voz para o sentimento majoritário das elites mundiais, ainda é leve e amistoso, classificando as diatribes incendiárias de Lula como “gafes”, mas o texto traz diversos avisos e recados para o Brasil que, segundo a matéria, ainda não decidiu “que país quer ser”.

Oantagonista


O pai, que morreu em confronto, foi acusado de tráfico de drogas; demais membros fariam lavagem de dinheiro

O pai, Rener; a mãe, Niedja; e a filha Larissa constam como beneficiários do auxílio emergencial

O pai, Rener; a mãe, Niedja; e a filha Larissa constam como beneficiários do auxílio emergencial Crédito: Reprodução

Apesar do alto padrão de vida, ao menos três membros da família Umbuzeiro, alvo da Operação Kariri, receberam auxílio emergencial. O patriarca Rener Manoel Umbuzeiro; sua esposa, Niedja Maria de Lima Souza e sua filha, Larissa Gabriela Lima Umbuzeiro, foram beneficiários do programa do governo federal durante a pandemia da covid-19.

Rener, Niedja e Larissa receberam auxílio emergencial

Rener, Niedja e Larissa receberam auxílio emergencial Crédito: Reprodução/Portal da Transparência

De acordo com a Polícia Federal (PF), a família é apontada como responsável por criar um império de tráfico de drogas no Nordeste, por meio da plantação ilegal de maconha. 

Rener, que foi indiciado como traficante de drogas, morreu no último dia 21 de fevereiro, quando a PF deflagrou a Operação Kariri, em nove cidades, incluindo Feira de Santana, Salvador, Ibimirim (PE), Brasília (DF) e São Paulo (SP). Cinco pessoas foram presas, inclusive a filha, Larissa, que é médica, a esposa dele, Niedja Maria de Lima Souza e o genro Paulo Victor Bezerra Lima.

A irmã de Niedja, Clênia Maria Lima Bernardes, também foi presa, assim como a prima Robelia Rezende de Souza, que está em prisão domiciliar. Inicialmente, foi divulgado que a sobrinha de Niedja e Rener, Gabriela Raizila Lima de Souza, também teria sido presa, mas segundo a polícia, ela está foragida.

A operação contou com apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-BA).

Ao patriarca da família, a PF imputou o crime de tráfico. Os demais, segundo o delegado Diego Gordilho, supervisor do grupo de informações sensíveis da Bahia, que coordena as investigações, seriam operadores financeiros – ou seja, fariam lavagem de dinheiro. Apesar do alto padrão de vida, Rener, Niedja e Larissa receberam auxílio emergencial do governo federal.

“Rener não aparecia, não buscava participar de holofotes. Ficava bem resguardado no interior, nas fazendas. Inclusive, teve o casamento da própria filha e ele não foi porque sabia que estava sendo investigado pela Polícia Federal”, diz Gordilho. “O mais diferente é a tentativa de buscar uma via de normalidade dentro do contexto da sociedade, sendo que o ganho financeiro, ao que tudo indica, veio do tráfico de drogas”, acrescenta.

Ele estava sozinho em uma fazenda na região de Morpará, no Vale do São Francisco, quando a equipe da polícia chegou ao local. Ainda de acordo com o delegado, Rener atirou três vezes contra os policiais usando uma arma que não era legalizada. Ele morreu no confronto.

As investigações começaram em 2019, quando Rener entrou no radar da PF depois de um flagrante. “Quase uma tonelada de droga foi apreendida e, pela investigação, foi possível afirmar que ele era o responsável pela carga”, acrescenta o delegado.

Mas a trajetória da família começou muito antes: segundo as investigações, eles se transferiram para Feira de Santana no início dos anos 2000, vindos do sertão pernambucano. A mudança pode estar diretamente ligada aos desdobramentos do Polígono da Maconha, um quadrilátero imaginário que representa uma região com mais de 20 cidades de Pernambuco e da Bahia (veja mais abaixo).

O cultivo de maconha teria entrado na vida deles há mais de 30 anos, ainda em Pernambuco. De lá, eles decidiram vir para a Bahia, para onde outros integrantes do clã se transferiram. Ainda assim, a polícia acredita que havia ramificações no estado, especialmente em Ibimirim, terra natal de Rener e Niedja. A cidade no semiárido fica a mais de 300 quilômetros de Recife (PE) e tem pouco mais de 26 mil habitantes, segundo o último Censo.

O motivo para terem escolhido especificamente Feira de Santana não é conhecido. Mas a opção pela maconha, para o delegado Diego Gordilho, não destoa das práticas da região.

“É pela questão da localidade, que é inerente à região. Tanto que existe o Polígono da Maconha, região propícia ao plantio de cannabis, em termos do solo. Na Bahia, é uma região que vai se aproximando do estado de Pernambuco”, explica.

O inquérito apontou que a organização criminosa teria chegado a se expandir também para Alagoas e Paraíba em diferentes momentos, com o objetivo de dificultar as investigações . “A autonomia dessa família na área do tráfico é muito expressiva, tendo inclusive incentivado diversos outros pequenos traficantes em se tornarem (sic) traficantes de maior potencial, a exemplo de alguns que eram apenas transportadores a serviço dos Umbuzeiros e hoje se tornaram traficantes independentes, sem mesmo deixarem de se relacionar com a família”, diz a petição criminal com visualização pública.

Ainda segundo a investigação, eles seriam responsáveis por todo o ciclo da produção de maconha: plantio, colheita, prensagem, armazenagem, transporte e entrega. De Feira de Santana, além de aumentar o patrimônio, conseguiriam comandar os negócios e enviar a droga para capitais e regiões metropolitanas do Nordeste.

Ao todo, houve três situações de tráfico de drogas que a PF atribui a Rener. “A partir de então, foi desvendado que eles construíram uma grande rede para ocultar e dissimular o proveito econômico relacionado ao tráfico de drogas, sem nenhum tipo de renda ou ganho licitamente comprovado. Começaram a adquirir imóveis de alto valor usando os nomes dos filhos, de irmã, parente”, afirma o delegado.

Na operação de 21 de fevereiro, foram bloqueados seis imóveis de alto padrão e cinco fazendas. Todos seriam pertencentes ao grupo. Também foram bloqueadas contas bancárias e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão. Somados, a PF estima que os bens podem chegar a R$ 50 milhões. Ainda de acordo com o delegado Diego Gordilho, o grupo já tinha sido alvo de operação das Polícias Civis da Bahia e de Pernambuco, além da Polícia Militar baiana.

Informações Correios


O Papa Francisco expressou nesta sexta-feira (1º) sua preocupação em relação ao que considera o pior perigo nos tempos atuais: a ideologia de gênero, que, segundo ele, anula as diferenças entre homens e mulheres.

Durante uma conferência intitulada “Homem e Mulher, Imagem de Deus”, realizada no Vaticano, o líder religioso, mesmo resfriado, decidiu fazer algumas considerações aos fiéis por meio de uma intervenção lida por um de seus colaboradores, monsenhor Filippo Ciamparelli.

Francisco destacou a importância do encontro entre homens e mulheres e alertou para os riscos da ideologia de gênero, que, segundo ele, apaga as diferenças e uniformiza tudo, considerando-a uma das “colonizações ideológicas mais perigosas do nosso tempo”

“Gostaria de sublinhar uma coisa: é muito importante que se realize este encontro entre homens e mulheres, porque hoje o pior perigo é a ideologia de gênero, que anula as diferenças”, sustentou.

Conforme as declarações feita por ele nesta sexta, foram solicitados estudos “sobre esta feia ideologia do nosso tempo, que apaga as diferenças e torna tudo igual”, considerando que “apagar a diferença é apagar a Humanidade”.

“O Homem e a Mulher, por outro lado, encontram-se numa tensão frutífera”, acrescentou o Papa, invocando o livro ‘Senhor do Mundo’, escrito por Robert Hugh Benson em 1907, que “fala do futuro e é profético, porque mostra esta tendência de apagar todas as diferenças.”

A conferência foi organizada pelo Centro de Pesquisa e Antropologia das Vocações, e o prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, Víctor Manuel Fernández, anunciou a elaboração de um documento sobre a posição da Igreja em questões morais, incluindo mudança de sexo, ‘barriga de aluguer’ e ideologias de gênero.

Apesar do resfriado, o Papa confirmou sua participação em todos os eventos planejados pela agenda católica nos próximos dias, após ter realizado exames de rotina no Hospital Gemelli, em Roma, onde foi constatado que ele está bem. O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, afirmou que os exames foram de rotina e que Francisco se sente bem.

Informações TBN


A jornalista foi condenada a pagar uma indenização, depois de difamar uma amiga

Patrícia Lélis acusou o Pastor Marco Feliciano de estupro | Foto: Divulgação/Instagram
Patrícia Lélis acusou o Pastor Marco Feliciano de estupro | Foto: Divulgação/Instagram

A jornalista Patrícia Lélis, de 29 anos, tem acumulado derrotas na Justiça. Recentemente, foi condenada a indenizar uma mulher, chamada Janaína de Toledo, por perseguição. O portal Metrópoles teve acesso exclusivo ao processo.

Patrícia Lélis também é procurada pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) por fingir ser advogada de imigração e aplicar golpes nos EUA.

Antes de chegar aos EUA, Patrícia Lélis acumulou escândalos no Brasil. Já foi candidata a deputada federal, mas acabou expulsa do Partido dos Trabalhadores (PT). Antes disso, acusou o deputado Marco Feliciano de estupro.

Ela foi diagnosticada como mitomaníaca por um laudo pericial. Trata-se de um transtorno psicológico que faz com que o portador seja um mentiroso compulsivo.

A jornalista era amiga de Janaína de Toledo, autora da ação. Contudo, depois do rompimento da relação, Patrícia Lélis teria começado a fazer comentários ofensivos, mentirosos e até caluniosos sobre a ex-amiga.

Patrícia Lélis usava palavras ofensivas contra Janaína

Patrícia Lélis
Patrícia Lélis é acusada de fraudes financeiras | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A jornalista chamava Janaína de “cafetina”, “prostituta” e “criminosa”, entre outros. Os insultos foram divulgados nas redes sociais, e a agressora inclusive acusou a ex-amiga de praticar crimes.

Patrícia Lélis chegou a acusar Janaína de persegui-la e afirmou que, se morresse ou algo ruim acontecesse, com certeza a ex-amiga seria a responsável. A jornalista ainda perseguiu o namorado e a família da vítima. Ela também divulgou dados pessoais e informações sensíveis dos envolvidos.

Janaína decidiu acionar a Justiça para impedir que Patrícia Lélis continuasse com a perseguição e pediu uma indenização de R$ 100 mil. A Justiça decidiu de maneira favorável à autora da ação e proibiu a jornalista de falar o nome de Janaína. Além disso, ordenou que as postagens sobre ela fossem apagadas. 

A jornalista também foi condenada em uma ação criminal nos EUA. Ela teria praticado estelionato e aplicado golpes no país. De acordo com a investigação do FBI, Patrícia Lélis mentiu ao dizer que era advogada de imigração para aplicar os golpes contra brasileiros. Agora, é considerada foragida pela Justiça norte-americana.

México, a nova terra da jornalista

Patrícia Lélis
Lélis estaria em uma localidade de nome Cuauhtémoc | Foto: Reprodução/Twitter/X

Patrícia Lélis pode ter deixado escapar sua localização atual, conforme informou o jornal O Estado de S. Paulo. Ela é procurada pelo FBI, mas a corporação não sabe de seu paradeiro.

Em vídeo divulgado pela própria jornalista, é possível ver sua localização no canto inferior da tela. A imagem foi gravada em 16 de janeiro, de acordo com o jornal.

No vídeo, Patrícia Lélis grava a tela do seu celular, em que é possível ver informações sobre a temperatura e o local onde o aparelho está, chamado Cuauhtémoc, no México. O internauta duvidou que uma suposta troca de mensagens entre Patrícia Lélis e um comentarista político norte-americano fosse real.

Em resposta a outro usuário, Patrícia Lélis disse que “está calmíssima, na praia inclusive”. Para outra usuária, falou para ir “lavar banheiros” e respondeu que está no país legalmente. 

“Tem de ser muito burra para achar que os EUA não sabem onde estou, sendo que não estou ilegal em nenhum país”, disse a jornalista. “Entrei com minha documentação, e pedido de asilo se torna público entre governos. É cada coisa.”

Entre bairros e cidades, diversas localidades para o termo Cuauhtémoc aparecem no Google Maps, todas no México. A exceção é uma praça no Rio de Janeiro. A única localidade com esse nome que fica na praia está no distrito de Veracruz, banhado pelo Golfo do México, praticamente “em linha reta” com Miami.

Informações Revista Oeste


Ministra da Saúde debitou parte da culpa em um laboratório japonês

insulina
O presidente eleito Lula e a socióloga Nísia Trindade, confirmada como a próxima ministra da Saúde, durante encontro no governo de transição – 22/12/2022 | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, reconheceu, nesta sexta-feira, 1°, que a vacinação em massa contra a dengue não vai ser possível em 2024.

Conforme Nísia, a melhor saída para o problema será a produção nacional do imunizante, que deve ocorrer por meio do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz, da qual ela era presidente.

antivacina
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante cerimônia que sancionou o projeto de lei que institui Política Nacional de Saúde Bucal – 08/05/2023 | Foto: Fátima Meira/Estadão Conteúdo

De acordo com a ministra, o governo Lula está em contato com o laboratório japonês Qdenga, contudo, enfrenta limitações da empresa.

“O Brasil comprou todo o estoque possível para atender sua população, mas essa produção é pequena”, disse Nísia, em entrevista ao canal GloboNews. “O Ministério da Saúde, a partir da nova política industrial lançada pelo governo Lula e pelo complexo econômico industrial da Saúde, determinou prioridade para que tenhamos autonomia e não fiquemos dependentes de importação numa área tão essencial.”

Aumento de casos aumenta pressão por vacinação contra a dengue

Segundo os dados mais recentes, divulgados hoje, o Brasil registrou 258 mortes causadas pela dengue, portanto, 44 a mais que ontem.

Além disso, foram registrados mais de 21 mil casos e 651 mortes continuam sob investigação.

A taxa de incidência da doença aumentou para 511,4 por 100 mil habitantes.

Espera-se que, neste ano, quase 5 milhões de pessoas se contaminem com a enfermidade.

Nísia responsabiliza também as mudanças climáticas

Em um post no Twitter/X, Nísia voltou a responsabilizar também as mudanças climáticas, pelo aumento de casos de dengue.

“O que temos de diferente este ano para tantos casos?”, interpelou a ministra. “A explicação ambiental é o calor excessivo, chuvas intensas, mudanças climáticas, El Niño. Temos também quatro sorotipos de dengue circulando e estamos vendo o predomínio do 2, contra a qual a população está menos imunizada.”

Informações Revista Oeste


Reprodução

Nos últimos dias, um aplicativo de relacionamento apresentou o perfil de uma figura pública em Brasília, o deputado federal André Janones (Avante-MG), cuja conta estava aberta e verificada.

No Tinder, seis fotos estavam disponíveis, exibindo o parlamentar de terno na Câmara dos Deputados, de camiseta na neve e em selfies descontraídas em trilhas ou diversos cenários.

O perfil não incluía descrição, apenas o nome, idade (40 anos) e ocupação (deputado federal na Câmara dos Deputados).

Fotos: reprodução/Tinder.

No aplicativo Tinder, a obtenção de um perfil verificado exige a realização de uma selfie em vídeo, que será comparada com as fotos previamente cadastradas por meio da tecnologia de reconhecimento facial. Esse procedimento representa uma medida de segurança destinada a confirmar aos demais usuários que a conta pertence à pessoa representada nas imagens.

Quando questionado pela coluna Grande Angular/Metrópoles, no entanto, Janones alegou que a conta era falsa, acrescentando: “Já denunciei, inclusive.” Após o contato da reportagem com o deputado, o acesso ao perfil tornou-se impossível, indicando que o mesmo expirou.

Ao contrário de plataformas de mídias sociais como Instagram e Facebook, no Tinder, a busca por um perfil não pode ser realizada pelo nome. A plataforma exibe contas com base em um raio de distância determinado pelo usuário, juntamente com outras preferências, como faixa etária, número mínimo de fotos e tipo de relacionamento desejado.

Recentemente, o parlamentar esteve sob investigação devido a quebras de sigilo bancário e fiscal, relacionadas a alegadas práticas de rachadinha em seu gabinete. A rachadinha envolve a apropriação e desvio de parte dos salários dos funcionários.

Com informações de Metrópoles/Grande Angular


Foto: Maria Isabel Oliveira

Na tarde desta sexta-feira (1º), em Nova Odessa, São Paulo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi recebido com entusiasmo por seus apoiadores. Nas imagens compartilhadas pelo líder conservador em suas redes sociais, é possível notar a presença marcante das cores verde e amarelo, bandeiras do Brasil tremulando, diversos celulares registrando o momento e uma multidão animada aguardando para ver de perto o ex-presidente.

Ao deixar o local, o ex-chefe do Executivo se posicionou com metade do corpo para fora do carro que o conduzia, acenando para seus admiradores, ao som de gritos de “mito”.

Informações TBN