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Reprodução/CVC

Segundo informações da Coluna Financeira, o Brasil ganhará um novo feriado em 2024. A Lei 14.759, sancionada no final de 2023, estabelece o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, uma celebração que já ocorria em alguns estados brasileiros. A lei foi assinada pelo presidente Lula e publicada no Diário Oficial da União em 22 de dezembro.

O Projeto de Lei (PL) foi proposto inicialmente no Senado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e aprovado pela Comissão de Educação em agosto de 2021, durante o mandato do então presidente Jair Bolsonaro. Posteriormente, o projeto foi encaminhado para a Câmara dos Deputados, onde foi relatado pela deputada Reginete Bispo (PT-RS).

Antes da sanção da lei nacional por Lula, a data já era considerada feriado em seis estados, abrangendo cerca de 1.200 cidades. O dia 20 de novembro, escolhido para a celebração, marca a morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares. Com a inclusão deste novo feriado, o mês de novembro passa a contar com três datas comemorativas: o Dia de Finados (2), a Proclamação da República (15) e, agora, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

Informações TBN


Salão Branco do Palácio do STF. Foto: Hédio Júnior/O TEMPO Brasília

De acordo com informações do jornal O Tempo, vamos mergulhar na rotina do Supremo Tribunal Federal (STF). Quando o relógio do plenário se aproxima das 16h, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, interroga o ministro prestes a emitir um parecer: “O voto de Vossa Excelência é breve ou vai se prolongar?”. Essa pergunta sinaliza o início do intervalo, pausando a votação de um processo por pelo menos uma hora.

Durante esse intervalo, os ministros do STF aproveitam para fazer uma refeição, discutir um caso e, principalmente, realizar audiências. Com horários previamente marcados, eles recebem advogados, representantes de entidades de classe e autoridades que desejam defender suas perspectivas sobre um tema específico sob análise dos juízes.

As audiências das 16h ocorrem no Salão Branco, localizado atrás do plenário no Palácio do STF, na Praça dos Três Poderes. Dentro do salão, poltronas dispostas em nichos formam um cenário de rodízio de pequenas reuniões separadas apenas pela disposição das poltronas, com a maioria dos ministros presentes. Do lado de fora, aqueles com horário marcado aguardam ser chamados para substituir quem está saindo, enquanto o juiz permanece em seu espaço.

Alguns preferem não despachar ali. Desde que assumiu a liderança da Corte, Luís Roberto Barroso sobe para o 3º andar do palácio e recebe os convidados na sala de audiências do gabinete da presidência. Sua antecessora, Rosa Weber, tinha um estilo diferente e atendia as demandas de reuniões no próprio Salão Branco, junto aos colegas. Havia ocasiões em que o Salão Branco ficava lotado, como o dia em que ela recebeu um grupo de indígenas para discutir o marco temporal.

O decano Gilmar Mendes também prefere a privacidade. Durante os intervalos, ele deixa o prédio e vai de carro até o anexo II, a poucos metros de distância, onde sobe para o seu gabinete. Após suas audiências, ele retorna para a retomada da sessão.

Existem situações em que uma pessoa agenda horários com vários ministros no mesmo intervalo e vai de nicho em nicho de poltronas para ser ouvida pelos juízes. As solicitações são feitas por e-mail, conforme indicado no site do STF.

Informações TBN


Robinho foi preso após ter sido condenado na Itália por estupro  |   Bnews - Divulgação Montagem/BNews

A primeira-dama, Janja, tem se mostrando atuante na base do governo Lula (PT), inclusive opinando sobre os ministros e indicações do Executivo. No entanto, segundo o colunista Lauro Jardim, Janja também teria influenciado na prisão do ex-jogador Robinho. 

Às vésperas do julgamento, a socióloga teria ligado para o relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão, para pressioná-lo a botar pela prisão para que o ex-jogador cumprisse no Brasil a pena de nove anos a que foi condenado na Itália por estupro.

Além disso, de acordo com o colunista, Janja também tem trabalhado nas cortes superiores para algumas indicações de juízes na Justiça Federal.

Informações BNews


Foto: Reprodução.

agricultor Arnaldo Zunizakae, de 51 anos, já recebeu comitivas de mais de 40 etnias indígenas de todo o país em sua reserva no município mato-grossense de Campo Novo do Parecis.

Todos vêm conhecer de perto a agricultura moderna praticada na aldeia, que transformou a qualidade de vida e saúde dos indígenas, praticamente extirpando os índices de desnutrição e mortalidade infantil. Ao mesmo tempo, o agronegócio ajudou a valorizar a língua e a cultura Paresí (ou Parecis), assegurando sua autonomia econômica e a manutenção do povo em suas terras. Tudo isso cultivando apenas 1,7% da área de 1,3 milhão de hectares.

Em duas décadas, a população da tribo Paresí saltou de 1.250 para mais de três mil índios, sendo 70% deles falantes da própria língua. “Hoje nós produzimos, preservamos e resgatamos nossa cultura. Por meio da agricultura, geramos renda e implementamos o etnoturismo. É algo inédito no Brasil. Não temos índios Paresi perambulando pelas ruas da cidade”, orgulha-se Zunizakae.

Arnaldo Zunizakae foi pioneiro ao enxergar na agricultura tecnológica uma forma de assegurar autonomia econômica para seu povo. Como tantos jovens da aldeia, nos anos 1990, ele se viu obrigado a buscar emprego nas fazendas vizinhas.

Os índios Paresí já tinham tradição no cultivo manual. “Coloquei uma coisa na minha cabeça. Vou fazer diferente, vou aprender isso aqui. Não vou apenas trabalhar para os outros”, recorda. E deu certo. Zunizakae aprendeu tudo o que pôde sobre lavouras, voltou para a aldeia e convenceu sua etnia a cultivar parte das terras férteis de forma mecanizada – os Paresí já tinham tradição do cultivo manual.

“Tínhamos quase 300 homens trabalhando fora de nossas terras. Precisávamos trazer esse povo de volta. O que eles sabiam fazer? Trabalhar com agricultura. Foi aí que desenhamos o projeto agrícola Paresí. No ano passado, os preços estavam mais favoráveis e distribuímos pouco mais de R$10 milhões em nossa cooperativa. Nesse ano foram R$ 6 milhões, o equivalente a 50 mil cestas básicas que o governo oferece para nós”, destaca Arnaldo, que é presidente da Cooperativa Agropecuária dos Povos Indígenas Haliti, Nambikwara e Manoki (Coopihanama).

Para se manterem na atividade, não basta aos Paresí serem bons agricultores. Eles precisam obter um desempenho acima da média, porque sofrem restrições e limitações só pelo fato de serem indígenas.

As proibições dificultam o acesso a mercados. Por imposição da Lei 11.460/2007, os Paresí são proibidos de cultivar transgênicos. Ironicamente, suas colheitas convencionais não podem ser vendidas para a Europa, maior mercado de grãos não transgênicos, nem para grandes tradings, devido a um boicote à produção em terras indígenas. “É um absurdo, é uma coisa que esse governo que hoje está de volta criou lá atrás para inviabilizar a agricultura em terra indígena. É tudo estratégia. Esse povo que está viajando pela Europa agora (pedindo para boicotar produtos do Cerrado brasileiro), eles estão lá a mando de alguém. É assim que foi imposta a proibição do plantio do transgênico, a proibição da compra de produtos de grãos de terras indígenas. Foram feitas por essas missões que viajam Europa afora”, diz Zunizakae.

“Índio tem direito de buscar o que é melhor para si” Em que condição estariam os Paresí hoje se não fosse a atividade agrícola? “Com toda certeza, a gente estaria como muitas outras etnias, envolvidos em coisas ilícitas e com esvaziamento da aldeia. Quando criamos essa atividade aqui dentro, foi para reverter a situação de desocupação da terra indígena. Outra coisa gravíssima que tínhamos era o alto número de mortalidade infantil por desnutrição. Então, teríamos todos os problemas que as outras etnias têm hoje no Brasil, principalmente aquelas que moram no Cerrado.”

Com informações da Gazeta do Povo.


A crucificação e a morte de Jesus na cruz estão entre os eventos centrais do cristianismo. Diversas igrejas ao redor do mundo afirmam ter um fragmento da chamada ‘verdadeira cruz’. Mas como elas conseguiram essas relíquias?

Na tradição cristã, Jesus morreu crucificado — Foto: Getty Images via BBC

Na tradição cristã, Jesus morreu crucificado — Foto: Getty Images via BBC 

Segundo a história em que os cristãos se baseiam, Jesus de Nazaré morreu crucificado por ordem do então prefeito romano da Judeia, Pôncio Pilatos. 

A jornada dele até aquela morte — uma série de episódios conhecida como Paixão de Cristo — é um dos elementos centrais das comemorações da Semana Santa

A crucificação é tão simbólica para o Cristianismo que a cruz acabou se tornando o símbolo das religiões que professam devoção à figura de Jesus Cristo. 

Mas o que aconteceu com a cruz original? 

Dezenas de mosteiros e igrejas em todo o mundo afirmam ter pelo menos um pedaço da chamada “verdadeira cruz” nos altares, para louvor dos seus fiéis. 

E muitos deles baseiam a veracidade da origem dessas relíquias em textos dos séculos 3 e 4, que narram a descoberta em Jerusalém do pedaço de madeira onde Jesus Cristo foi executado pelos romanos. 

“Essa história, que inclui o imperador romano Constantino e a mãe dele, Helena, foi o ponto inicial dessa trajetória da cruz de Cristo, que sobrevive até hoje”, explica Candida Moss, professora de História dos Evangelhos e Cristianismo Primitivo da Universidade de Birmingham, no Reino Unido. 

Ela baseia-se nos escritos de historiadores antigos como Gelásio de Cesareia e Tiago de Vorágine. Mas, para muitos historiadores de hoje, eles não determinam a autenticidade dos pedaços de madeira que vemos em vários templos ao redor do mundo — nem podem servir como confirmação da origem dessas relíquias. 

“É muito provável que aquele pedaço de madeira não seja a cruz onde Jesus foi crucificado, porque muitas coisas poderiam ter acontecido com esse objeto. Por exemplo, os romanos podem tê-lo reutilizado para outra crucificação, em outro lugar e com outras pessoas”, raciocina Moss. 

A cruz também simboliza o sofrimento de Jesus antes da morte, segundo o relato das homilias — Foto: Getty Images via BBC

A cruz também simboliza o sofrimento de Jesus antes da morte, segundo o relato das homilias — Foto: Getty Images via BBC 

Mas, então, como surgiu a história da “verdadeira cruz” e por que existem tantas peças que supostamente fazem parte da madeira “original”? 

“(Isso se deve ao) desejo de ter uma proximidade física com algo que acreditamos”, responde o historiador Mark Goodacre, especialista em Novo Testamento da Universidade Duke, nos Estados Unidos

“As relíquias cristãs são mais um desejo do que algo verdadeiro”, diz ele. 

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Na narrativa do Evangelho, após a morte de Jesus na cruz, o corpo dele foi levado para um túmulo onde hoje é a Cidade Velha de Jerusalém

E, durante quase 300 anos, não houve menção alguma ao pedaço de madeira usado na crucificação. 

Foi por volta do século 4 que o bispo e historiador Gelásio de Cesaréia publicou um relato em seu livro A História da Igreja sobre a descoberta em Jerusalém da “verdadeira cruz” por Helena, uma santa da Igreja Católica. 

Helena também era mãe do imperador romano Constantino, que impôs o Cristianismo como religião oficial do império. 

A história, referenciada por outros historiadores e por escritores como Tiago de Voragine no livro Lenda Dourada, do século 13, indica que Helena, enviada pelo filho para encontrar a cruz de Cristo, foi levada para um local próximo do Monte Gólgota, onde Jesus foi supostamente crucificado. Havia ali três cruzes. 

Algumas versões indicam que Helena, ao duvidar de qual seria a cruz verdadeira, colocou uma mulher doente próxima de cada uma das cruzes — e aquela que curou a mulher foi considerada a autêntica. 

Outros historiadores afirmam que a “cruz verdadeira” foi reconhecida porque era a única das três que apresentava sinais de ter sido usado para uma crucificação com pregos — segundo o Evangelho de João, Jesus foi o único que foi crucificado com esse método naquele dia. 

“Toda essa história faz parte do desejo por relíquias que começou a ocorrer no cristianismo durante os séculos 3 e 4”, contextualiza Goodacre. 

O acadêmico destaca que os primeiros cristãos não tinham como foco a busca ou a preservação desse tipo de objeto como fonte de devoção. 

“Nenhum cristão durante o primeiro século colecionava relíquias de Jesus”, destaca ele. 

“À medida que o tempo passou e o cristianismo se expandiu pelo mundo naquela época, os seguidores da religião começaram a criar formas de ter alguma conexão física com a pessoa que consideram o salvador”, acrescenta o acadêmico. 

A origem da busca por essas relíquias tem muito a ver com os mártires. 

Segundo historiadores, o culto aos santos começou a ser uma tendência dentro da Igreja Católica. Desde cedo, por exemplo, se estabeleceu que os ossos dos mártires eram evidências do “poder de Deus operando no mundo”, pois eles supostamente produziam milagres que “provavam” a eficácia da fé. 

E, como Jesus ressuscitou, não foi possível procurar os ossos dele: segundo a Bíblia, depois de três dias no túmulo, o regresso de Cristo à vida e a posterior “ascensão ao céu” foram corporais. 

Com isso, só restaram os objetos, como a cruz e a coroa de espinhos, entre outros. 

“Esse período de tempo, quase três séculos após a morte de Jesus, é o que torna improvável que os objetos encontrados em Jerusalém, como a cruz onde ele morreu ou a coroa de espinhos, sejam autênticos”, observa Goodacre. . 

“Se isso tivesse sido feito pelos primeiros cristãos, que tiveram um contato mais próximo com os acontecimentos, poderíamos falar na possibilidade de que fossem reais, mas não foi assim que aconteceu.” 

Relíquias para encher um navio

Parte da cruz entregue à missão capitaneada por Helena foi levada para Roma (o outro pedaço permaneceu em Jerusalém). Segundo a tradição, grande parte dos restos de madeira está preservada na Basílica de Santa Cruz, na capital italiana. 

Com o “descobrimento” e a expansão do cristianismo pela Europa durante a Idade Média, a cruz se tornou o símbolo universal da religião. Nesse período, iniciou-se também a multiplicação de fragmentos da cruz, que foram parar em outros templos. 

Esses pedaços são conhecidos como lignum crucis (“madeira da cruz”, em latim). 

Além da Basílica da Santa Cruz, as catedrais de Cosenza, Nápoles e Gênova, na Itália, o mosteiro de Santo Turíbio de Liébana (que tem a peça maior), Santa Maria dels Turers e a Basílica de Vera Cruz, na Espanha, afirmam ter um fragmento do tronco onde Jesus Cristo foi executado. 

A Abadia de Heiligenkreuz, na Áustria, também guarda uma peça. Outro segmento muito importante está na Igreja da Santa Cruz, em Jerusalém

Junto com as evidências físicas, os concílios de Niceia, no século 4, e de Trento, no século 16, deram validade espiritual à devoção destas relíquias. 

Devido à perseguição, os primeiros cristãos não guardaram muitos objetos relacionados à presença física de Jesus, afirmam historiadores — Foto: Getty Images via BBC 

Um tratado católico de 1674 afirma: “O sentido religioso do povo cristão encontrou, em todos os tempos, uma expressão em formas variadas de piedade em torno da vida sacramental da Igreja com a veneração das relíquias.” 

Esses registros também indicam que as próprias relíquias não são “objetos de salvação”, mas meios para alcançar intercessão e “benefícios por meio de Jesus Cristo, seu Filho, nosso Senhor, que é nosso redentor e salvador”. 

Da mesma forma, a multiplicidade de fragmentos foi questionada na época por diversos pensadores. 

O teólogo francês João Calvino destacou no século 16, em meio a um boom no tráfico de relíquias onde pedaços da chamada “verdadeira cruz” foram espalhados por igrejas e mosteiros, que, “se quiséssemos recolher tudo o que foi encontrado (da cruz), haveria o suficiente para encher um grande navio”. 

No entanto, esta afirmação foi posteriormente refutada por vários teólogos e cientistas ao longo da História. 

Recentemente, Baima Bollone, professor da Universidade de Turim, na Itália, destacou num estudo que, se todos os fragmentos que afirmam fazer parte da cruz de Cristo fossem reunidos, “só conseguiríamos restaurar 50% do tronco principal”. 

“É muito provável que Helena tenha encontrado um pedaço de madeira, mas o que também é muito provável é que alguém o tenha colocado naquele local para dar ideia de que aquela era a cruz onde Jesus morreu”, pondera Moss. 

O acadêmico indica que há outra dificuldade em comprovar se estas peças realmente pertenceram, pelo menos, a uma crucificação ocorrida no tempo de Cristo. 

“Por exemplo, a datação por carbono, que seria uma das primeiras coisas a se fazer num caso desses, é cara. Uma igreja de porte médio não tem fundos para realizar este tipo de trabalho”, diz ele. 

Mesmo que fosse possível financiar tal estudo, a investigação pode afetar a integridade da relíquia. 

“A datação por carbono é considerada intrusiva e um tanto destrutiva. Mesmo que seja necessária apenas cerca de 10 miligramas de madeira, esse processo ainda envolve o corte de um objeto sagrado”, observa Moss. 

Em 2010, o pesquisador americano Joe Kickell, membro do Comitê de Investigação Cética, conduziu um estudo para determinar a origem das lascas que eram consideradas parte da “verdadeira cruz”. 

“Não há uma única evidência que apoie que a cruz encontrada por Helena em Jerusalém, ou por qualquer outra pessoa, venha da verdadeira cruz onde Jesus morreu”, escreveu Kickell num artigo. 

Tanto para Moss quanto para Goodacre, a possibilidade de encontrar a verdadeira cruz de Cristo é muito remota. 

“Teríamos que fazer um trabalho arqueológico, não teológico. E, mesmo assim, seria muito improvável encontrar uma madeira de mais de dois milênios atrás”, especula Goodacre. 

Nesse sentido, para Moss as dificuldades vêm até do objeto a ser procurado. 

“Tanto em grego como em latim, a palavra cruz se refere a uma árvore ou a uma vara vertical onde se praticava tortura”, explica o historiador. 

“Ou seja, possivelmente estamos falando de um único pedaço de madeira ou estaca, — e não do símbolo que conhecemos atualmente”, conclui ele.

Informações G1


Neste domingo (31), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para publicar uma mensagem de Páscoa. Ele destacou a data como um dia importante para os cristãos.

O político destacou ainda que a Palavra de Deus sempre deixou mensagens positivas e reflexivas a todos. Ele afirmou que Cristo é inspiração para qualquer pessoa de coração bom.

– Hoje é um dia importante para todos os Cristãos, e para toda a humanidade. Acreditar é uma escolha pessoal, contudo é válido lembrar que a Palavra sempre deixou mensagens positivas e reflexivas a todos. Cristo é inspiração para qualquer pessoa de coração bom. Os valores transmitidos por Ele formaram nossa civilização e ainda hoje ajudam a manter os pilares de nossa sociedade. Que este dia sirva para também restaurarmos nossa fé, seja espiritual, seja no futuro do nosso país, seja no mundo… Feliz Páscoa a todos – escreveu.

Ele concluiu o post com um versículo bíblico.

– Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; João 11:25.

*Pleno.News
Foto: EFE/ Andre Borges



A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, esteve em Cuba, na última quinta-feira (28), onde assinou um acordo de cooperação e intercâmbio com o Partido Comunista (PC) cubano. O tratado é similar ao que a legenda assinou em setembro do ano passado com o Partido Comunista da China. O pacto visa reforçar os laços entre as duas organizações e fortalecer a troca de experiências, segundo a legenda.

A visita de Gleisi à ilha caribenha ocorreu na mesma semana em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, pela primeira vez neste mandato, um governo autoritário de esquerda. Na última quinta-feira, Lula criticou abertamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de quem é aliado histórico, por causa do veto do seu governo à candidatura de María Corina Machado, que saiu vencedora das primárias organizadas pela oposição. O petista disse que é “grave que a candidata não possa ter sido registrada, porque ela não foi proibida pela Justiça”.

A passagem de Gleisi pelo país caribenho ainda contou com um encontro com o presidente Miguel Diáz-Canel. Também participou da reunião o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). A presidente do PT escreveu nas redes sociais que transmitiu ao líder cubano o interesse de dialogar “sobre o que mais o Brasil pode fazer para ajudar Cuba, em meio ao bloqueio que está sofrendo”.

De acordo com a parlamentar, Diáz-Canel destacou “os excelentes vínculos entre as duas organizações políticas e a importância de aprofundá-las”. O presidente cubano e primeiro secretário do Partido Comunista ainda teria agradecido, segundo Gleisi, o apoio de Lula aos cubanos por meio de parcerias para fazer frente ao embargo norte-americano.

Cuba enfrenta atualmente uma das piores crises econômicas de sua história. A situação na ilha tem se agravado a tal ponto que especialistas têm traçado paralelos com o chamado período especial, quando a economia cubana passou por severa recessão provocada pela dissolução do seu principal parceiro econômico e político, a União Soviética.

*Pleno.News
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


Os preços dos medicamentos em todo o país devem ser reajustados em até 4,5% a partir deste domingo (31). Os valores que podem ser aplicados pelas farmácias foram aprovados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e publicados no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (28).

A porcentagem de aumento funcionará com um teto máximo e tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A aplicação do reajuste poderá ser feita pelas farmácias de uma só vez ou de forma parcelada ao longo do ano.

O Ministério da Saúde esclareceu que o valor é o mais baixo observado desde 2020 e que o percentual “não representa um aumento automático nos preços, mas sim a definição do teto permitido para reajustes”.

Para determinar o índice, a CMED considera diversos elementos, tais como a variação da inflação nos últimos 12 meses (IPCA), a eficiência das empresas farmacêuticas, despesas não afetadas pela inflação, como as taxas de câmbio e energia elétrica, e a competição no mercado, conforme estabelecido pelo método de cálculo em vigor desde 2005.

*Metro1
Foto: Freepik


Com fortuna estimada em quase R$ 2 bilhões, ator americano não sabe mais o que pode fazer com tanto dinheiro

Foto de Will Smith
Will Smith está infeliz com a quantidade de dinheiro disponível em sua conta bancária | Foto: Divulgação 

Com uma fortuna estimada em US$ 350 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão na cotação atual), Will Smith falou sobre tudo que conquistou durante os anos. O ator relatou que não existe mais nada que ele deseja comprar e percebeu que a fortuna não traz felicidade.

“O que acontece é que você percebe que nada disso pode te fazer feliz. Depois que comprou tudo o que deseja e não há literalmente mais nada no mundo que você queira comprar. Gostaria que fosse um presente que todos pudessem ter, porque não há nada que esse material possa fazer para satisfazê-lo”, declarou. Segundo o artista, ele está em um momento que pode ser assustador. 

“Estou naquela fase que pode ser realmente assustadora. Quando você percebe que não há relacionamento, dinheiro, filhos — não existe nada que possa te fazer feliz. Essa felicidade é o contato interno e frontal completo com o seu cavaleiro das trevas da alma e você aceita que tem que ser feliz no coração. Você tem que ser feliz sem nada disso. Você tem que levar felicidade para as pessoas que você ama”, disse Will Smith para a Complex.

Apesar da fortuna de Will Smith, a fundação do artista e de Jada Smith, mulher do ator, estaria colapsando. Uma reportagem da Varietylevantou a questão depois do tapa de Will Smith em Chris Rock no Oscar de 2022. O ocorrido teria feito com que grande empresas que doavam para a ONG no passado se afastassem, levando ao fechamento da instituição.

Foto de Will Smith e sua mulher
ONG de Will Smith e de sua mulher corre risco de fechar | Foto: Divulgação

ONG de Will Smith perdeu 83% de sua receita em apenas 3 anos

De acordo com os registros fiscais da ONG, divulgados pela Variety, a receita da fundação caiu de US$ 1.760.000 em 2020 e US$ 2.138.660 em 2021 para US$ 365.870 em 2022. 

A queda de 83% veio depois da saída de doadores como a American Airlines, que doou US$ 76.160 em 2021, e a CAA Foundation, que ajudou com US$ 100 mil em 2021.

Informações Revista Oeste


Getty Images

Segundo informações do Catraca Livre, um estudo recente identificou um indicador comum em jovens adultos que estão mais propensos a sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Os pesquisadores descobriram uma associação significativa entre enxaquecas e a ocorrência de AVC em indivíduos com menos de 45 anos.

Os resultados, publicados na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, também apontaram uma ligação entre AVC e distúrbios de coagulação sanguínea, insuficiência renal e doenças autoimunes. Essas descobertas são relevantes, pois a maioria das pesquisas tem se concentrado em fatores de risco tradicionais para AVC, como pressão alta, colesterol alto, diabetes tipo 2, tabagismo, obesidade, sedentarismo, abuso de álcool e doença coronariana.

Ao analisar dados de mais de 2.600 pessoas que sofreram AVC e mais de 7.800 que não sofreram, a equipe descobriu que, entre os adultos com menos de 35 anos, a enxaqueca era o fator de risco não tradicional mais relevante para AVC, contribuindo para 20% dos casos em homens e quase 35% em mulheres.

A enxaqueca é um distúrbio neurológico frequentemente marcado por uma dor de cabeça intensa, desencadeada por uma combinação de fatores genéticos, neuroquímicos e ambientais. Estresse, flutuações hormonais e hábitos de vida, como falta de sono e dieta irregular, também podem contribuir para o problema.

Existem diferentes tipos de enxaqueca, incluindo a enxaqueca com aura, caracterizada por sintomas neurológicos específicos que ocorrem antes da dor de cabeça; a enxaqueca sem aura, a forma mais comum que não é acompanhada por sintomas de aura; e a enxaqueca crônica, onde uma pessoa experimenta dores de cabeça por pelo menos 15 dias por mês, durante pelo menos três meses consecutivos.

Informações TBN