
A Prefeitura de Feira de Santana convocou para contratação 77 candidatos aprovados no processo seletivo n° 002/2021, via Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). A relação dos candidatos foi divulgada no Diário Oficial Eletrônico desta terça-feira (4). Os convocados irão atender as necessidades da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDESO).
Os candidatos deverão comparecer em até 30 dias – contados da data da publicação do ato convocatório – ao departamento de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Administração (avenida Sampaio, 344, Centro), munidos de cópias e fotocópias de documentos pessoais exigidos para contratação – confira AQUI a relação.
Importante destacar que o candidato convocado e contratado que não comparecer no prazo estabelecido perderá o direito à vaga, salvo se requerer dentro do prazo inicial prorrogação por igual período. Ainda conforme a publicação, o candidato que, uma vez contratado deixar de entrar em exercício, nos termos legais, perderá os direitos decorrentes de sua contratação.
Secom/PMFS

Com o recente reajuste salarial aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) na semana passada, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), agora possui o quarto maior salário entre todos os gestores estaduais do país.
O governador petista fica atrás apenas dos governadores de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), do Acre, Gladson Cameli (PP), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), de acordo com um levantamento realizado pelo portal Uol. O salário de Jerônimo Rodrigues terá um aumento em duas etapas: desde o mês passado, ele passou a receber R$ 36.171,43 e, a partir de agosto, receberá R$ 36.894,89.
Curiosamente, antes mesmo de assumir o Palácio de Ondina, Jerônimo Rodrigues já havia sido beneficiado com um aumento. Durante a transição de governo, em dezembro de 2022, a Assembleia Legislativa aprovou um reajuste de 49% em seu salário, que passou de R$ 23,5 mil para R$ 35 mil.
Veja o ranking no país:
Sergipe – Fábio Mitidieri (PSD) – R$ 41.650,92
Acre – Gladson Cameli (PP) – R$ 40.137,69
Minas Gerais – Romeu Zema (Novo) – R$ 39.717,69
Bahia – Jerônimo Rodrigues (PT) – R$ 36.894,89 (com o aumento aprovado na semana passada)
Mato Grosso do Sul – Eduardo Riedel (PSDB) – R$ 35.462,27
Rondônia – Marcos Rocha (União Brasil) – R$ 35.462,22
Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSDB) – R$ 35.462,22
Pará – Helder Barbalho (MDB) – R$ 35.363,55
São Paulo – Tarcisio de Freitas (Republicanos) – R$ 34.572,89
Roraima – Antonio Denarium (PP) – R$ 34.299,00
Amazonas – Wilson Lima (União Brasil) – R$ 34.070,00
Piauí – Rafael Fonteles (PT) – R$ 33.806,39
Paraná – Ratinho Junior (PSD) – R$ 33.763,00
Maranhão – Carlos Brandão (PSB) – R$ 33.006,39
Amapá – Clecio Luis (Solidariedade) – R$ 33.000,00
Paraíba – João Azevedo (PSB) – R$ 32.434,82
Espírito Santo – Renato Casagrande (PSB) – R$ 30.971,84
Mato Grosso – Mauro Mendes (União Brasil) – R$ 30.862,79
Distrito Federal (Brasília) – Ibaneis Rocha (MDB) – R$ 29.951,94
Alagoas – Paulo Dantas (MDB) – R$ 29.365,63
Goiás – Ronaldo Caiado (União Brasil) – R$ 29.234,38
Tocantins – Wanderlei Barbosa (Republicanos) – R$ 28.070,00
Santa Catarina – Jorginho Mello (PL) – R$ 25.322,25
Pernambuco – Raquel Lyra (PSDB) – R$ 22.000 (mas ela recebe R$ 42.145,88 como procuradora do estado).
Rio Grande do Norte – Fátima Bezerra (PT) – R$ 21.914,76
Rio de Janeiro – Claudio Castro (PL) – R$ 21.868,14
Ceará – Elmano de Freitas (PT) – R$ 20.629,59
Informações TBN

“Força vegana” – essa é frase escrita nas embalagens de isopor das mais de 100 marmitas produzidas por dia no restaurante Acervo Café, no Rio Grande do Sul.
O estabelecimento, juntamente com o Libre restauranre e Padaria Brasil – que têm em comum opções veganas e vegetarianas – abraçaram a causa de produzir e doar esses alimentos a abrigos de animais, onde voluntários que não comem carne tinham dificuldade em se alimentar e por vezes passavam horas sem comer.
Cafés e restaurantes se uniram para doar marmitas vegetarianas e veganas para quatro abrigos de animais no Rio Grande do Sul. Entre eles está o Xaumigos, em Pelotas, onde a pedagoga Sol Renata Andrade, 28, que é vegana, atua como voluntária e coordenadora.

Antes de começar a distribuição dessas marmitas, eu e o meu namorado, que estávamos na linha de frente dos resgates dos animais na rua, ficávamos até 20 horas sem comer,” diz a voluntária Sol Renata Andrade, 28, pedagoga.
Emerson Madeira, 36, tradutor de libras, contou à reportagem que “comia apenas uma vez no dia”. “Quando ganhava marmita com carne, comia só o arroz e o feijão. Passei alguns dias me alimentando mal ou até sem comer”, diz
A voluntária Fernanda Ribeiro, 35, fisioterapeuta, ajuda no abrigo por seis horas por dia, no período noturno e afirma que não é comum ter opção para pessoas veganas ou vegetarianas. “Muitas vezes me alimento em casa porque as chances de ter opção vegetariana são raras. Fiquei contente com o carinho porque me tornei vegetariana pelo meu amor aos animais”.
Localizado no Estádio Bento Freitas, o abrigo que Andrade ajuda só aceita cachorros e tem cerca de 56 animais. Os turnos de trabalho no local variam de 12h a 20h.
Sol diz que antes os voluntários costumavam levar lanches de casa, mas, “não era suficiente”. “Normalmente, por dia, circulam cerca de 10 a 15 vegetarianos e veganos pelo abrigo”, diz Sol Renata Andrade.”

A voluntária conta que entre as comidas recebidas nos abrigos estão massas com proteína de soja, arroz com lentilha, creme de ervilha, grão-de-bico, hambúrgueres e bolos de chocolate. “Dá um super gás pra continuar fazendo as coisas e saber que estamos nos alimentando bem, saudável. Sem contar que acabou aproximando as pessoas nos abrigos, pois às vezes nem sabíamos que tinha mais pessoas veganas e que também estavam passando por essa situação”, conta Andrade.
O cardápio doado pelo Acervo Café conta com os cuidados de uma nutricionista. “Nesse momento de calamidade pública, a comida vegetal também se apresenta como mais segura e menos suscetível a contaminações por mau armazenamento. Nossa cozinheira é nutricionista e temos montado cardápios que levam em conta as necessidades nutricionais e também seja uma comida afetiva”, diz Lunna Borin, 32, proprietária do espaço.
A nutricionista Marina Migliorin, 40, afirma que topou ceder o trabalho voluntariamente para ajudar no preparo de marmitas. “Não podia ajudar financeiramente, mas disse ao meu marido, que também ajudou a iniciar uma campanha de arrecadação de fundos para prepararmos mais alimentos”, diz.
Informações UOL

Não eram nem 7h da manhã de uma sexta-feira quando Eduardo Suplicy acordou. Tomou café e seguiu para a praça em frente à sua casa para fazer os exercícios físicos, em companhia de sua professora de ginástica. A rotina se repete três vezes por semana.
Naquele dia, a agenda seria extensa, sem hora definida para acabar. Mas ele ainda arranjou um tempo para receber a reportagem de VivaBem em sua casa, no Jardim Paulistano. “Cheguei no horário combinado, hein”, brincou Suplicy.
Aos 82 anos, o deputado estadual por São Paulo é um dos políticos mais famosos no país, além de ser um dos mais longevos, com 44 anos de vida pública. Em setembro de 2023, a notícia de que tinha sido diagnosticado com a doença de Parkinson chamou atenção —tanto quanto a opção de tratamento: com derivados da Cannabis sativa, a planta da maconha.
Após diversos exames, foi em uma consulta com o médico geriatra, há pouco mais de um ano, que o político constatou que estava com Parkinson, mas em estado leve. Dali em diante, foram prescritas receitas de remédios tradicionais, com acompanhamento para definir as dosagens ideais.
Em paralelo, Suplicy passou a acompanhar mais de perto o trabalho da pesquisadora Cidinha Carvalho, mãe de Clárian, menina que tem síndrome de Dravet, e presidente da Cultive, associação sem fins lucrativos criada por e para pacientes e acompanhantes usuários da Cannabis terapêutica.
Cidinha foi a primeira mãe de São Paulo a ter o direito judicial de cultivar Cannabis. “Conheci a filha dela, até que me tornei amigo dela. Vi como a sua qualidade de vida tinha melhorado muito e também de como ela vinha também cuidando, através da associação, de muitas outras pessoas”, comenta Suplicy.

Em julho passado, debaixo de um sol quente, Eduardo Suplicy conversou com especialistas, em meio a uma plantação de Cannabis com área de cerca de três campos de futebol. Vestindo uma camisa com os dizeres “Maconha medicinal, produto nacional, reparação social”, foi assim que ele conheceu a Associação Flor da Vida, em Franca (SP), onde pacientes com doenças crônicas ou síndromes raras, especialmente crianças, são medicados com Cannabis medicinal.
Na visita presencial, também falou com acompanhantes e familiares de pacientes beneficiados com o trabalho da organização. Ficou impressionado com a atuação e indicou que escreveria uma carta à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com seu relato do que viu e de como gostou das ações feitas ali —a agência é responsável por regulamentar e fiscalizar o uso da planta no país.
Pouco tempo depois da visita, o deputado começou a tomar as primeiras gotas de CBD (canabidiol), medicamento feito a partir da Cannabis sativa, inicialmente importado. “O primeiro óleo tinha uma cor diferente, porque era em doses da Cannabis medicinal infantil. Fui tomando pouco a pouco: cinco gotas por dia”, lembra.
Com o passar das semanas, a dosagem aumentou gradativamente. Mais recentemente, passou a tomar a versão para adultos. Na primeira semana, foram cinco gotas, três vezes ao dia. Depois, seis gotas, sete, oito e, então, passou a tomar nove gotas após cada refeição.

Hoje tomando 27 gotas diárias, de manhã, após o café da manhã, depois do almoço e após jantar, Suplicy relata vários pontos positivos. Um deles tem a ver com as dores musculares que sentia na perna. “Sumiram”, resume.
Com o avançar da doença, tarefas simples e cotidianas para ele, como usar o celular, ler um livro e segurar um pronunciamento se tornaram um problema. O tremor nas mãos o impedia de ser certeiro no que desejava fazer, mas isso também acabou com o passar dos dias tomando o óleo.
Também passei a andar com maior firmeza, e eu faço isso, sempre fui um bom esportista.”
Dentro de casa, as escolhas de tratamento foram bem acolhidas pelos familiares. O deputado cita um almoço antes de iniciar o tratamento com o CBD. Na mesa com os filhos e netos, ele anunciou a doença e que tornaria público seu tratamento com canabidiol.
Todos me apoiaram, disseram para contar com eles, que iam me acompanhar. Sempre me perguntam da saúde. Eu transmito a eles que, felizmente, estou melhorando.”
Para além dos mais próximos, Suplicy diz que o apoio chega por toda a parte, apesar de a Cannabisainda ser um tabu na sociedade. “As pessoas perguntam como está a minha saúde, eu conto o progresso que tenho tido”, pontua.

Responsável pelo tratamento do deputado, a neurologista Luana Oliveira faz parte do núcleo de Cannabis medicinal do Hospital Sírio Libanês. Há meses ciente do quadro clínico do paciente, ela explica que o Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo que afeta principalmente o controle do movimento.
Caracterizada pela perda progressiva de células nervosas na região do cérebro que produz dopamina, os sintomas típicos incluem tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos e instabilidade postural. Embora sua causa exata não seja totalmente compreendida, fatores genéticos e ambientais parecem desempenhar um papel.
Hoje, no país, o tratamento com Cannabismedicinal não é parte dos métodos tradicionais. Na linguagem médica, o que Suplicy está submetido é conhecido como “off-label” (algo como “fora da bula”) e parte de pesquisa clínica. Na prática, é receitar um remédio já comercializado para uma função diferente da estipulada na bula e autorizada para comercialização.
“O que estamos fazendo não é substituir o tratamento tradicional do Parkinson, os medicamentos já aprovados, mas compor a terapia com a Cannabis para melhorar alguns sintomas dos pacientes” explica a médica. “Ao invés de eu usar um medicamento para dor, outro para ansiedade, outro para insônia, tenho a possibilidade, com a Cannabis medicinal, de usar o óleo para tratar os múltiplos sintomas”, completa.

Nas primeiras visitas, Luana lembra que dores musculares e a falta de sono foram as principais queixas de Suplicy, algo que apresentou melhoras nos atendimentos seguintes. A questão dos tremores, da lentidão e da rigidez está na meta clínica, mas a pesquisadora indica que nem sempre isso é contido com as dosagens da Cannabis.
Para além de melhorar o quadro clínico do paciente, os resultados obtidos compõem uma pesquisa em andamento com a Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), com o objetivo de entender as variações em cada paciente e como a Cannabis pode colaborar com o tratamento de algumas doenças degenerativas.
Nas palavras de Suplicy, dar conta da rotina legislativa intensa é um sinal de que o tratamento tem sido positivo. Sindicatos, congressos, escolas e universidades são locais onde suas palestras são sempre ouvidas, seja online ou de maneira presencial.
Após o diagnóstico, Suplicy diz que sua rotina não mudou, mas cuidados tiveram que ser adotados. Um exemplo foi em agosto do ano passado, quando foi convidado para participar de congresso internacional, na Coreia do Sul, mas para chegar ao destino final, passaria por Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde a Cannabis é proibida.
Com receios de ter problemas com isso, deixou de tomar a medicação. “Um advogado me disse que ele estava com um cliente que estava preso há algum tempo, uns dois anos, e condenado à prisão por 15 anos. Então fui para a Coreia do Sul sem tomar nada”, conta.
Uma semana depois da viagem, em solo brasileiro, voltou a tomar o óleo normalmente.
Defensor dos direitos humanos e da Renda Básica da Cidadania, nos últimos meses, a causa da Cannabis medicinal, bem como o seu acesso às pessoas mais pobres, é mais uma bandeira do parlamentar.
“Procuro colaborar cada vez mais para que a legislação brasileira seja mais adequada para permitir que as pessoas mais pobres, nas áreas periféricas de nossas cidades ou no campo, possam ter acesso ao tratamento”, diz.
Antes do almoço, prestes a iniciar os trabalhos daquela tarde, Suplicy fez questão de lembrar um elogio que recebeu da professora de ginástica: “Ela me disse: ‘Você está muito bem, né?’ Eu estou com 82 anos. Daqui a pouco completo 83”, diz ele, que faz aniversário no dia 21 de junho.
Tenho mantido um diálogo com Deus, com os orixás, para ver se podem me garantir uma boa saúde, para que eu possa ver renda básica universal instituída, para valer, no Brasil.”

Informações UOL

Imagem: Van Campos / Agnews
A quarta edição do leilão do Instituto Neymar Jr reuniu cerca de 800 pessoas em São Paulo. Apesar do alto número de convidados que estiveram no Clube Monte Líbano, o evento foi mais reservado que no ano passado e contou com poucas personalidades do futebol. Mas os boleiros que compareceram fizeram coro para que um brasileiro seja novamente eleito o melhor do mundo.
O leilão teve ampla cobertura da imprensa durante o chamado “tapete vermelho”, antes do início. Celebridades e jogadores aposentados e em atividade, assim como anônimos, passavam pelo corredor de entrada e atendiam aos jornalistas credenciados, além de posar para dezenas de flashes e cliques fotográficos.
No entanto, o leilão em si ficou sem holofotes, já que não teve transmissão ao vivo igual à última edição. Os repórteres também não tiveram entrada liberada para acompanhar a cerimônia.
Apenas a emissora oficial do evento teve acesso ao interior do evento. A Band fez algumas passagens ao vivo e exibiu pílulas de entrevistas em meio à programação, além de abastecer as redes sociais com conteúdos, mas não transmitiu o leilão ao vivo.
O caráter mais intimista se dá depois que a transmissão da edição de 2023 teve mais de 1,2 milhão de visualizações. Na ocasião, a CazéTV realizou a cobertura no YouTube com cinco horas de duração e acesso completo ao que acontecia e ao que era falado durante o leilão. Foi assim que o público ficou sabendo da “disputa” entre Casimiro e Gaules por um dos lotes no ano passado. Casimiro, inclusive, não compareceu neste ano.
Celebridades do futebol foram presença minoritária no evento diante de uma avalanche de artistas e influencers. Deu para se contar nos dedos de uma mão a quantidade de boleiros que passaram pelo tapete vermelho, incluindo a grande estrela da noite.Continua após a publicidade
Dois ex-jogadores e um atleta ainda em atividade foram representantes do mundo da bola. Careca, ídolo do São Paulo, e Denílson, ex-Tricolor e Palmeiras, cruzou o corredor vermelho, e Fabinho, que atua no Alviverde, foi o único que segue em ação que passou pela entrada principal.
Outras personalidades do esporte também eram presença contada. O lutador Charles do Bronxs e o boxeador Popó prestigiaram o evento e também contribuíram com a causa participando de lotes. Além deles, o empresário de Endrick, Wagner Ribeiro, esteve no local, enquanto a nova joia do Real Madrid está com a seleção brasileira nos Estados Unidos. Tiago Leifert, um dos apresentadores do leilão, também apareceu.
Neymar causou alvoroço total quando surgiu de surpresa. O dono da festa foi até o tapete vermelho pelo sentido contrário, vindo de dentro do espaço, e gerou um furor para tirar fotos e ouvir suas palavras. Em breve declaração, ele negou uma volta ao Santos em 2025 e falou sobre sua recuperação de sete meses após cirurgia no joelho e a sensação de assistir à Copa América de longe. Tão rápido como chegou, despediu-se e voltou para dentro.
Uma pergunta permeou as entrevistas dos convidados com intimidade com a bola: Vini Jr e a Bola de Ouro. O atacante brasileiro do Real Madrid se credenciou ainda mais para conquistar o prêmio após seu protagonismo no título da Liga dos Campeões, que coroou uma temporada vitoriosa.
O próprio Neymar se rendeu ao companheiro de seleção: “A Bola de Ouro é dele”. O jogador hoje no Al-Hilal era a grande esperança de o Brasil voltar a ter um melhor do mundo desde Kaká, em 2007, mas pode ser o jovem ex-Flamengo a receber a coroa.
A Bola de Ouro é dele. Fico na torcida, mandei mensagem para ele antes e pós-jogo. É um grande amigo que o futebol me deu e, com certeza, será coroado com a Bola de Ouro. Ele está carregando a bandeira do Brasil ao redor do mundo, e a gente torce muito por ele.” Neymar
Ele traz de volta o futebol que sorri. Um cara que dribla precisa ganhar para mostrar às crianças que futebol é isso, não é só linhas de quatro, bloco baixo, armação com três zagueiros. É importante.”Tiago Leifert
Ele está fazendo por merecer já há algum tempo. Acho que a Champions foi um divisor de águas para a decisão dos capitães, jornalistas e envolvidos na votação do melhor do mundo. Ele sofreu bastante com a questão do racismo, mas deu a resposta dentro de campo, a melhor que ele pode dar nesse momento. Sendo campeão, protagonista, e está muito próximo de conquistar a Bola de Ouro.” Denílson
O leilão também teve elogios para o lado humano do “menino” Neymar. Careca e Denílson exaltaram a ação beneficente de Neymar, abafando as polêmicas que cercam o jogador — que chegou para o evento vindo de uma semana agitada no extracampo.
O evento deste ano superou o total de arrecadação de 2023 com cerca de metade dos lotes leiloados e estabeleceu um novo recorde. No ano passado, o valor girou em torno de R$ 10 milhões.Continua após a publicidade
Mais um leilão importante do Neymar, tenho o privilégio de ser convidado Uma ideia que tem algum tempo, artistas, jogadores, pessoas do corporativo, em prol de ajudar o próximo. Neymar muitas vezes vende a noticia mais negativa, mais polêmica, mas legal ver o quanto de imprensa aqui para cobrir algo tão bonito e especial que ele faz.”Denílson.
Tive oportunidade de conhecer esse projeto, fique impressionado. belíssimo trabalho, a gente fala pouco desse lado dele, temos que engrandecer esse menino aí. Para mim, é menino ainda, futebol brasileiro precisa muito dele, e ele tem feito coisas muito diferentes. Praticamente três mil crianças e é realmente um trabalho maravilhoso. Espero que a gente possa olhar esse lado humano dele e passar um pouco mais de energia positiva para esse menino.” Careca
Informações UOL
Proposta foi aprovada em 1º turno pelos deputados estaduais nesta segunda (3) em meio à invasão da Alep por manifestantes contrários à terceirização.
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Professores, servidores e estudantes fazem manifestação na Alep contra o projeto Parceiro da Escola — Foto: Giuliano Gomes/PR Press
Depois de aprovado no plenário em 1º turno, o projeto recebeu emendas e voltou para análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda na noite de segunda.
O relator da proposta no colegiado e líder do governo na Assembleia, deputado Hussein Bakri (PSD), apresentou parecer contrário a 9 delas – decisão aprovada pela CCJ. As outras emendas foram juntadas em uma só, na forma de uma subemenda substitutiva geral que propõe as seguintes alterações no texto:
Os deputados Arilson Chiorato (PT), Requião Filho (PT) e Mabel Canto (PSDB) solicitaram vista, ou seja, mais tempo para analisar o parecer de Bakri. A discussão da proposta está prevista para ser retomada na CCJ às 13h30 desta terça.
Pela manhã, a Mesa Diretora da Alep deve definir se as sessões serão remotas ou presenciais.
Após a análise pela CCJ, o projeto de lei deve voltar para o plenário para a votação em 2º turno. Se aprovado, os parlamentares devem fazer ainda a votação da chamada redação final.
Ao fim desta terceira votação o projeto, se aprovado, segue para sanção do governador Ratinho Junior.
Mesmo após a sanção, a comunidade escolar de cada colégio ainda poderá decidir se quer ou não o novo modelo.
Segundo o projeto, o modelo terceirizado passará por consulta pública nas 204 unidades. O governo garante que a implementação só acontecerá nas instituições de ensino que aprovarem a proposta.
Em entrevista coletiva nesta segunda, o governador Ratinhor Junior (PSD) afirmou que a escolha será democrática.
“Quem vai implantar este modelo não é o governador, mas sim os pais e professores que votam se querem esse modelo. É uma maneira democrática, assim como a gente sempre fez, ouvindo a sociedade e quem paga a conta, que são os pais”, ressaltou.
Governador Ratinho Junior (PSD) afirmou que quem irá decidir se haverá a gestão privada em colégios públicos do Paraná serão os pais e professores por meio de uma votação democrática. — Foto: Reprodução/RPC
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato) avalia que o projeto vai privatizar os colégios e interferir na gestão pedagógica, já que as empresas privadas trabalham por metas.
O Governo do Paraná nega, afirma que as mudanças só dizem respeito a parte administrativa e de infraestrutura, e diz que a gestão pedagógica será responsabilidade do diretor da rede estadual.
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seed) disse nesta segunda que as aulas estão em andamento em mais de 87% da rede estadual. Ao g1, a pasta afirmou que orienta pais e responsáveis a enviarem “os filhos às escolas normalmente para que não haja prejuízo ao andamento regular do aprendizado”.
Bombas de gás lacrimogênio e portas quebradas
Professores, servidores e alunos da rede estadual do Paraná forçaram a entrada e invadiram a Assembleia por volta das 14h desta segunda durante uma mobilização contrária ao projeto.
Nas imagens, é possível observar os manifestantes entrando no prédio, que está com as portas fechadas, enquanto os seguranças tentam impedir.
Após uma porta de vidro ser quebrada, os manifestantes entraram no prédio, e foram em direção às galerias da Assembleia. Veja abaixo:
Professores forçam entrada e invadem Alep em mobilização contra projeto de terceirização
Bombas de gás lacrimogêneo foram lançadas e a confusão deixou três pessoas feridas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, um homem de 24 anos e uma mulher de 23 anos tiveram ferimentos leves e foram encaminhados ao Hospital Cajuru.
Uma mulher de 51 anos teve ferimentos graves, sem risco de morte, e foi levada ao Hospital Evangélico.
De acordo com o Gabinete Militar da Assembleia Legislativa do Paraná, também dois policiais militares ficaram feridos, com cortes nas mãos e duas pessoas foram detidas por depredação ao patrimônio público.

Gestão privada nos colégios públicos do Paraná: entenda o projeto de lei
O projeto de lei pretende passar à iniciativa privada a gestão administrativa e de infraestrutura de 204 colégios estaduais a partir do ano que vem.
O modelo de gestão será feito por meio do programa “Parceiro da Escola”. O governo estadual garante que, antes do fechamento dos contratos, as propostas passarão por consulta pública.
No projeto de lei, o governo afirma que a parte administrativa será feita “por empresas com expertise em gestão educacional”, que deverão ter atuação comprovada na área.
Com a proposta, a ideia do governo é que “diretores e gestores concentrem esforços na melhoria da qualidade educacional”. A garantia é que professores e outros servidores públicos que trabalham nestas escolas serão mantidos.
“Destaca-se que o Programa Parceiro da Escola pretende desonerar o gestor escolar de responsabilidades administrativas e financeiras para que possa concentrar seus esforços nos aspectos pedagógicos de sua função, liderando a escola com eficiência e criando um ambiente propício para o ensino e aprendizagem dos alunos”, cita a mensagem escrita pelo Governo do Estado aos deputados.
Professores e demais funcionários
O texto afirma que os profissionais efetivos lotados no colégio permanecerão sob a gestão do diretor da rede e deverão atender a critérios e metas estabelecidos pelo parceiro contratado, em conjunto com o diretor da rede.
No entanto, o texto não esclarece quais serão os critérios e metas que os profissionais deverão atender.
O projeto também aponta que a Secretaria de Estado da Educação (Seed) poderá remanejar os servidores do quadro efetivo que, após consulta, optarem por relotação.
Quais colégios serão impactados pela terceirização?
O projeto de lei afirma que o modelo pode ser implantado em todas as instituições da rede estadual de ensino de educação básica, exceto nos seguintes tipos de escolas:
Colégios que podem ter gestão terceirizada
| CIDADE | COLÉGIO |
| APUCARANA | ANTONIO T R DE OLIVEIRA, C E-EF M PROFIS |
| APUCARANA | NILO CAIRO, C E-EF M N PROFIS |
| ARAPONGAS | ANTONIO RACANELLO SAMPAIO, C E-EF M |
| ARAPONGAS | UNIDADE POLO, C E-EF M PROFIS |
| MAUA DA SERRA | JOAO PLATH, C E-EF M N PROFIS |
| ALM TAMANDARE | ANGELA SANDRI TEIXEIRA, C E PROF-EF M |
| ALM TAMANDARE | JOAO PAULO I, C E PAPA-EF M |
| ALM TAMANDARE | TANCREDO NEVES, C E-EF M PROFIS |
| BOCAIUVA DO SUL | CARLOS ALBERTO RIBEIRO, C E-E F N |
| BOCAIUVA DO SUL | QUIELSE CRISOSTOMO DA SILVA,CE CON-EFMP |
| CAMPINA GDE SUL | BANDEIRANTES, C E-EF M PROFIS |
| CAMPO MAGRO | CAMPO MAGRO, C E-EF M |
| COLOMBO | GENESIO MORESCHI, C E-EF M |
| COLOMBO | ZUMBI DOS PALMARES, C E-EF M PROFIS |
| PINHAIS | LEOCADIA B RAMOS, C E-EF M PROFIS N |
| PINHAIS | MATHIAS JACOMEL, C E-EF M PROFIS |
| ARAUCARIA | VESPERTINO F PIMPAO, C E DEP-EF M |
| BALSA NOVA | MARIA L F PACHECO, C E PROFA-EF M |
| CAMPO LARGO | AUGUSTO VANIN, C E-EF M PROFIS |
| CAMPO LARGO | CLOTARIO PORTUGAL, C E DES-EF M PROFIS |
| CAMPO LARGO | EDITHE, C E PROFA-EF M |
| CAMPO LARGO | OTALIPIO P DE ANDRADE, C E-EF M PROFIS |
| FAZ RIO GRANDE | DECIO DOSSI, C E DR-EF M PROFIS |
| LAPA | JUSCELINO K DE OLIVEIRA, C E C DR-EF M |
| MANDIRITUBA | MARIA SENEK WOSNHAKI, C E C PROFA-EF M |
| S JOSE PINHAIS | AFONSO PENA, C E-EF M |
| S JOSE PINHAIS | COLONIA MALHADA, C E C-EF M PROFIS |
| S JOSE PINHAIS | COSTA VIANA, C E-EF M PROFIS N |
| S JOSE PINHAIS | TARSILA DO AMARAL, C E-EF M PROFIS |
| TIJUCAS DO SUL | KAMILLA P DA CRUZ, C E C PROFA – EF M P |
| S JOSE PINHAIS | GODOFREDO MACHADO, E E-EF |
| S JOSE PINHAIS | ANITA CANET, C E-EF M P |
| A CHATEAUBRIAND | ANCHIETA, C E PE-EF M |
| NOVA AURORA | JORGE NACLI, E E-EF |
| BARBOSA FERRAZ | LUZIA GARCIA VILLAR, C E-EF M |
| BARBOSA FERRAZ | MACHADO DE A BARBOSA FERRAZ,C E-M PR NOR |
| CAMPINA LAGOA | ALBERTO SANTOS DUMONT, C E-EF M PROFIS |
| CAMPINA LAGOA | CAMPINA DA LAGOA, C E-EF M |
| CAMPO MOURAO | BOSCO, C E D-EF M PROFIS |
| FENIX | SANTO INACIO DE LOYOLA, C E-EF M |
| LUIZIANA | ADAUCTO S ROCHA, C E-EF M PROFIS |
| NOVA CANTU | JOAO F COSTA, C E PROF-EF M PROFIS |
| RONCADOR | CARNEIRO, C E GAL-EF M PROFIS |
| CASCAVEL | CARMELO PERRONE, C E PE-EF M PROFIS |
| CASCAVEL | ELEODORO E PEREIRA, C E-EF M PROFIS |
| CASCAVEL | IEDA BAGGIO MAYER, C E-EF M |
| CASCAVEL | JARDIM INTERLAGOS, C E-EF M PROFIS |
| CASCAVEL | MARILIS F PIROTELLI, C E-EF M |
| CASCAVEL | OLINDA T DE CARVALHO, C E-EF M PROFIS |
| CIANORTE | VIDIGAL, C E DE-EF M |
| CIANORTE | JOSE GUIMARAES, C E-EF M PROFIS |
| INDIANOPOLIS | FELISBERTO N GONCALVES, C E-EF M PROFIS |
| JUSSARA | MORAES DE BARROS, C E SEN-EF M PROFIS |
| RONDON | BARROSO, E E ALM-EF |
| TAPEJARA | SANTANA DE TAPEJARA, C E-EM N PROFIS |
| GUAPOREMA | ARNALDO BUSATO, C E-EF M |
| BANDEIRANTES | CYRIACO RUSSO, C E-EM N PROFIS |
| NOVA FATIMA | ALOYSIO DE BARROS TOSTES, E E DR-EF |
| CURITIBA | ALGACYR M MAEDER, C E PROF-EF M PROFIS |
| CURITIBA | BRANCA DO N MIRANDA, C E DONA-EF M |
| CURITIBA | CECILIA MEIRELES, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | DIRCE C DO AMARAL, C E PROFA-EF M PROFIS |
| CURITIBA | ELIAS ABRAHAO, C E PROF-EF M PROFIS |
| CURITIBA | ERNANI VIDAL, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | GELVIRA CORREA PACHECO, C E-EF M |
| CURITIBA | HILDEBRANDO DE ARAUJO, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | HILDEGARD SONDAHL, C E PROFA-EF M PROFIS |
| CURITIBA | HOMERO B DE BARROS, E E-EF |
| CURITIBA | ISABEL L S SOUZA, C E PROFA-EF M PROFIS |
| CURITIBA | IVO LEAO, C E-EF M |
| CURITIBA | JOAO BETTEGA, C E-EF M N PROFIS |
| CURITIBA | JOAO DE OLIVEIRA FRANCO, C E-EF M |
| CURITIBA | JOAO MAZZAROTTO, C E-EF M |
| CURITIBA | MARIA A TEIXEIRA, C E PROFA-EF M PROFIS |
| CURITIBA | MARIA MONTESSORI, C E-EF M |
| CURITIBA | NATALIA REGINATO, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | NOSSA SRA APARECIDA, C E-EF M |
| CURITIBA | NOSSA SRA DA SALETE, C E-EF M |
| CURITIBA | OLIVIO BELICH, C E DEP-EF M |
| CURITIBA | ORIONE, C E D-EF M PROFIS |
| CURITIBA | PAULINA P BORSARI, C E-EF M PROF |
| CURITIBA | PEDRO II, E E D-EF |
| CURITIBA | PIO LANTERI, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | PROTASIO DE CARVALHO, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | SANTA GEMMA GALGANI, C E-EF M PROFIS |
| CURITIBA | SANTO AGOSTINHO, C E-EF M |
| CURITIBA | SAO BRAZ, C E-EF M |
| CURITIBA | SAO SEBASTIAO, C E-EFM |
| CURITIBA | TATUQUARA, C E-EF M |
| CURITIBA | TEOTONIO VILELA, C E-EF M PROF |
| CURITIBA | VICTOR DO AMARAL, C E PROF-EF M PROFIS |
| CURITIBA | XAVIER DA SILVA, C E DR-EF M PROFIS |
| CURITIBA | ANIBAL KHURY NETO, C E-EF M PROFIS |
| DOIS VIZINHOS | DOIS VIZINHOS, C E DE-EF M PROFIS |
| NOVA P IGUACU | CRISTO REDENTOR, E E-EF |
| FOZ DO IGUACU | AYRTON SENNA DA SILVA, C E-EF M N PROFIS |
| FOZ DO IGUACU | GUILHERME, C E MONS-EF M PROF |
| FOZ DO IGUACU | GUSTAVO D DA SILVA, C E-EF M PROFIS |
| FOZ DO IGUACU | JUSCELINO K DE OLIVEIRA, C E-EF M PROFIS |
| FOZ DO IGUACU | TAMANDARE, C E ALM-EF M PROFIS |
| MEDIANEIRA | BELO HORIZONTE, C E-EF M PROFIS |
| STA TER ITAIPU | MANOEL KONNER, C E D-EF M N PROFIS |
| MATELANDIA | RUI BARBOSA, C E C-EF M |
| FRANC BELTRAO | INDUSTRIAL, C E-EF M |
| FRANC BELTRAO | JOAO PAULO II, C E-EF M PROFIS |
| FRANC BELTRAO | LEO FLACH, C E PROF-EF M |
| MOREIRA SALES | MOREIRA SALLES, E E-EF |
| FOZ DO JORDAO | SEGREDO, C E DE-EF M PROFIS |
| GUARAPUAVA | ANTONIO TUPY PINHEIRO, C E-EF M PROFIS |
| GUARAPUAVA | CRISTO REI, C E-EF M PROFIS |
| GUARAPUAVA | FRANCISCO C MARTINS, C E-M P |
| GUARAPUAVA | LIANE MARTA DA COSTA, C E-EF M PROFIS |
| RESERVA IGUACU | IZABEL F SIQUEIRA, C E PROFA-EF M PROFIS |
| IBAITI | ALDO DALLAGO, C E-EF M N PROFIS |
| JAPIRA | JOAQUIM P OLIVEIRA, C E CEL-EF M PROFIS |
| IBAITI | MARGARIDA F GONCALVES, C E C PROFA-EF M |
| F. PINHEIRO | GETULIO VARGAS, C E-EF M |
| GUAMIRANGA | FRANCISCO RAMOS, C E-EF M PROFIS |
| PRUDENTOPOLIS | JOSE ORESTES PREIMA, C E C PE-EF M P |
| RIO AZUL | CHAFIC CURY, C E DR-EF M N PROFIS |
| ANDIRA | DURVAL RAMOS FILHO, C E-EF M PROFIS |
| CARLOPOLIS | CAROLINA LUPION, C E-EF M N PROFIS |
| LARANJ DO SUL | GILDO A SCHUCK, C E PROF-EF M N |
| QUEDAS IGUACU | JOSE DE ANCHIETA, C E-EF M |
| DIAMANTE NORTE | REYNALDO MASSI, C E-E F M |
| LOANDA | PARANA, C E-EF M PROFIS |
| NOVA LONDRINA | ARY J DRESCH, C E-EF M N PROFIS |
| PLANALTINA PR | ARTHUR DA C SILVA, C E MAL-EF M N |
| QUERENCIA NORTE | HUMBERTO DE CAMPOS, C E-EF M PROFIS |
| CAMBE | GERALDO FERNANDES, C E D-EF M |
| IBIPORA | JARDIM SAN RAFAEL, C E DO-EF M |
| LONDRINA | CLEIA GODOY F SILVA, C E PROFA-EF M |
| LONDRINA | KAZUCO OHARA, E E PROF-EF |
| LONDRINA | NOSSA SRA LOURDES, C E-EF M PROFIS |
| LONDRINA | UBEDULHA C OLIVEIRA, C E PROFA-EF M N P |
| PORECATU | MALVINO DE OLIVEIRA, C E PRF-EF M PROFIS |
| PRADO FERREIRA | JULIA WANDERLEY, C E-EF M |
| LONDRINA | WILLIE DAVIDS, C E DR-EF M |
| ANGULO | BASILIO PERTSEW, C E-EF M |
| COLORADO | MONTEIRO LOBATO, C E-EF M N PROFIS |
| DOUTOR CAMARGO | CAMARGO, C E DR-EF M PROFIS |
| MARINGA | ADAILE M LEITE, C E-EF M PROFIS |
| MARINGA | BRANCA DA MOTA FERNANDES, C E-EF M PROFI |
| MARINGA | DIRCE DE A MAIA, C E-EF M |
| MARINGA | JOAO DE F PIOLI, C E-EF M P |
| MARINGA | KENNEDY, C E PRES-EF M PROFIS |
| MARINGA | RODRIGUES ALVES, C E-EF M |
| MARINGA | THEOBALDO M SANTOS, C E-EF M |
| MARINGA | UNIDADE POLO, C E-EF M PROFIS |
| N S DAS GRACAS | IVAN F A SILVA FILHO, C E DR-EF M |
| PAICANDU | NEIDE BERTASSO BERALDO, C E-EF M PROFIS |
| PRES C BRANCO | MARIA C N DE SOUZA, C E-EF M |
| SARANDI | JARDIM PANORAMA, C E-EF M PROFIS |
| SARANDI | JARDIM UNIVERSITARIO, C E-EF M PROFIS |
| SARANDI | OLAVO BILAC, C E-EF M PROFIS |
| MARINGA | BRASILIO ITIBERE, C E-EF M |
| MATINHOS | TEREZA DA S RAMOS, C E PROFA-EF M |
| PARANAGUA | REGINA M B DE MELLO, C E PROFA-EF M |
| PONTAL PARANA | PAULO FREIRE, C E PROF-E F M N |
| PONTAL PARANA | SULLY DA R VILARINHO, C E PROFA-EF M |
| CRUZEIRO DO SUL | ROMARIO MARTINS, C E DR-EF M |
| PARANAVAI | ADELIA ROSSI ARNALDI, C E C-EF M |
| PARANAVAI | CURITIBA, C E-EF M |
| PATO BRANCO | CARLOS GOMES, C E-EF M N PROFIS |
| SAO JOAO | TANCREDO NEVES, C E-EF M PROFIS |
| PATO BRANCO | SAO JOAO, C E-EF M |
| BOA V SAO ROQUE | ADONIS MORSKI, C E-EF M PROFIS |
| PITANGA | JULIA H DE SOUZA, C E PROFA-EF M |
| CARAMBEI | JULIA WANDERLEY, C E-EF M PROFIS |
| CASTRO | AMANDA CARNEIRO DE MELLO, C E-EF M PROFI |
| CASTRO | JARDIM DAS ARAUCARIAS, E E-EF |
| CASTRO | NICOLAU BALTASAR, C E PE-EF M |
| PALMEIRA | FRITZ KLIEWER, C E C-EF M |
| PIRAI DO SUL | JORGE Q NETTO, C E-EF M N PROFIS |
| PONTA GROSSA | ANA DIVANIR BORATTO, C E-EFM |
| PONTA GROSSA | ARNALDO JANSEN, C E PE-EF M PROFIS |
| PONTA GROSSA | CORREIA, C E SEN-EF M PROFIS |
| PONTA GROSSA | FRANCISCO PIRES MACHADO, C E-EF M |
| PONTA GROSSA | LINDA S BACILA, C E PROFA-EF M PROFIS |
| PONTA GROSSA | SANTA MARIA, C E-EF M |
| TIBAGI | IRENIO M NASCIMENTO, C E-EF M N PROFIS |
| IMBAU | TANCREDO NEVES, C E PRES-EF M PROFIS |
| ORTIGUEIRA | ALTAIR MONGRUEL, C E-EF M PROFIS |
| RESERVA | TEOFILA NASSAR JANGADA, C E C-EF M |
| DIAMANTE D OEST | DIAMANTE D OESTE, C E-EF M PROFIS |
| GUAIRA | MENDES GONCALVES, C E-EF M PROF |
| MERCEDES | LEONILDA PAPEN, C E-EF M |
| NOVA SANTA ROSA | GASPAR DUTRA, C E MAL-EF M PROFIS |
| OURO VERDE OEST | OURO VERDE, C E DE-EF M PROFIS |
| PATO BRAGADO | PATO BRAGADO, C E-EF M |
| S PEDRO IGUACU | SAO PEDRO, C E-EF M |
| SANTA HELENA | HUMBERTO DE A C BRANCO, C E-M N PROFIS |
| TOLEDO | AYRTON SENNA DA SILVA, C E-EF M PROFIS |
| TOLEDO | JARDIM EUROPA, C E-EF M PROFIS |
| FRANCISCO ALVES | VICENTE TOMAZINI, C E-EF M |
| PEROBAL | ANA NERI, C E-EF M |
| PEROLA | NESTOR VICTOR, C E-EF M N PROFIS |
| UMUARAMA | JOSE BALAN, C E VER-EF M PROFIS |
| UMUARAMA | TIRADENTES, C E-EF M PROFIS |
| CAFEZAL DO SUL | TIRADENTES, C E-EF M |
| CRUZ MACHADO | ESTANISLAU WRUBLEWSKI, C E DO C P-EF M P |
| SENGES | ERASMO BRAGA, C E PROF-EF M PROFIS |
| ARAPOTI | CARMELINA F PEDROSO, C E-EF M PROFIS |
| JAGUARIAIVA | RODRIGUES ALVES, C E-EF M N PROFIS |
Informações G1

O governo português implementou mudanças nas regras de entrada para imigrantes em Portugal, com destaque para a extinção da “manifestação de interesse”. Esse mecanismo era frequentemente utilizado por brasileiros que entravam no país como turistas, mas não é recomendado, pois limita os direitos do imigrante enquanto aguarda a conclusão do processo.
Segundo o primeiro-ministro Luís Montenegro, a “manifestação de interesse” causou um descontrole na entrada de imigrantes em Portugal. Ele anunciou que esse mecanismo será extinto por meio de decreto-lei.
As manifestações de interesse representam a maioria dos 400 mil processos pendentes de autorização de residência, sobrecarregando a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). A extinção, no entanto, não será aplicada retroativamente.
Montenegro enfatizou que ter mais de 400 mil processos pendentes é um sinal de falta de capacidade e gera intranquilidade. O objetivo é encerrar mecanismos que se tornaram abusivos.
A “manifestação de interesse” era concedida após um ano de contribuição para a Previdência Social e a apresentação de contrato ou promessa de trabalho em Portugal. Muitos imigrantes que chegavam como turistas aceitavam trabalhar em condições precárias em troca dessa possibilidade de autorização de residência.
Os Artigos 88 e 89 da Lei dos Estrangeiros (2007), que estabeleciam as condições para a “manifestação de interesse”, serão revogados.
O plano de imigração inclui cerca de 40 medidas baseadas em quatro pilares:
Dentre essas medidas, destacam-se:
Informações TBN
Altos níveis de desigualdade social costumam preceder o colapso das civilizações, segundo o maior estudo já feito sobre o envelhecimento das sociedades.
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As sociedades humanas realmente ficam mais frágeis com o passar do tempo? — Foto: GETTY IMAGES via BBC
A ascensão e a queda das grandes potências são um clichê da história.
É comum a ideia de que as civilizações, os Estados e as sociedades crescem e entram em declínio. Mas será verdade?
Somos um grupo de arqueólogos, historiadores e cientistas da complexidade. Nós decidimos avaliar a veracidade dessa noção.
Para isso, realizamos o maior estudo já feito para determinar se o envelhecimento das sociedades pode ser observado nos registros históricos. Nossos resultados foram publicados pela revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
O estudo sugere que os Estados realmente envelhecem e sua propensão a se extinguirem aumenta gradualmente ao longo do tempo. Que lições podemos tirar para os dias atuais?
Definir civilizações ou sociedades é uma tarefa incômoda. E o termo “civilizações”, muitas vezes, carrega uma bagagem repulsiva.
Por isso, restringimos nossa análise aos “Estados” pré-modernos – organizações centralizadas que impõem normas sobre um dado território e população (muito parecidas com os Estados-nações dos Estados Unidos e da China, atualmente).
Adotamos uma abordagem estatística sobre dois bancos de dados diferentes.
Criamos nosso próprio banco de dados sobre a “mortalidade dos Estados” (que chamamos de Moros, o deus grego do destino). Ele contém 324 Estados que existiram ao longo de um período de cerca de 3 mil anos (de 2000 a.C. até 1800 d.C.).
Estas informações foram compiladas com base em diversos outros bancos de dados, uma enciclopédia de impérios e várias outras fontes.
Também organizamos o banco de dados Sehat, o maior depositário online de informações históricas do mundo, curadas por arqueólogos e historiadores. Ele inclui 291 unidades políticas.
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Com o passar do tempo, as vulnerabilidades das sociedades pré-modernas fizeram com que elas perdessem sua resiliência. — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Nossos estudos usaram uma técnica denominada “análise de sobrevivência”. Nós compilamos o período de vida desses Estados e analisamos sua duração. Se não existir efeito de envelhecimento, podemos esperar uma distribuição “atemporal”, em que a probabilidade de término de um Estado é a mesma no primeiro ano e dali a 100 anos.
Um estudo anterior, envolvendo 42 impérios, chegou exatamente a essa distribuição atemporal. Mas, no nosso banco de dados maior, encontramos um padrão diferente.
Nos dois bancos de dados, o risco de término do Estado aumentou ao longo dos dois primeiros séculos, até ficar estável em nível alto.
Nossas descobertas confirmaram outra análise recente de mais de 168 eventos de crises históricas. A duração média dos Estados no banco de dados de crises foi de cerca de 201 anos.
A tendência de envelhecimento pode ser observada até mesmo quando excluíamos as dinastias. Essas são construídas com base em linhagens sanguíneas familiares e tendem a ter vida curta, muitas vezes devido a disputas pela sucessão ou à perda de poder da linhagem familiar.
Estudos promissores sobre a “desaceleração crítica” sustentam nossas conclusões.
Antes que um sistema complexo passe por uma alteração de estrutura em larga escala, ou um “ponto de virada”, muitas vezes ele começa a se recuperar mais lentamente dos problemas enfrentados. É um fenômeno similar ao envelhecimento do corpo humano – as lesões podem trazer consequências mais duradouras quando você é mais idoso.
Temos agora evidências dessa desaceleração crítica para dois grupos históricos diferentes: os primeiros agricultores da Europa neolítica e as sociedades Pueblo, do sudoeste dos Estados Unidos.
Cerca de 4 a 8 mil anos atrás, os agricultores do período neolítico se espalharam pelo território que hoje forma a Turquia, até chegarem à Europa. Eles enfrentaram crises periódicas, causadas por guerras e conflitos, seguidas por quedas da população e dos campos agrícolas, além da redução da produção de cereais.
Já as sociedades Pueblo eram produtoras de milho. Elas construíram as maiores edificações sem terra dos Estados Unidos e do Canadá, antes dos arranha-céus com estrutura metálica de Chicago, no século 19.
Os povos Pueblo também enfrentaram diversos ciclos de crescimento e retração, que terminaram em crises perto dos anos 700, 890, 1145 e 1285. Em todos esses eventos, a população, o milho e o urbanismo sofreram redução e a violência aumentou.
Em média, esses ciclos levaram dois séculos, o que está de acordo com o padrão encontrado nos nossos estudos. E, tanto para os primeiros agricultores da Europa quanto para as sociedades Pueblo, as populações se recuperaram mais lentamente dos choques enfrentados, como as secas, pouco antes do seu colapso.
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Depois de um certo tempo, as sociedades Pueblo norte-americanas passaram a se recuperar mais lentamente dos choques sociais, como as secas. — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Existem inúmeros ressalvas que precisamos conhecer. Em primeiro lugar, os Estados podem terminar de diversas formas.
Pode ser simplesmente uma mudança das elites dominantes, como um golpe dos senhores da guerra. Ou pode ser um colapso da sociedade, que envolve uma sólida perda de governança, escrita, estruturas monumentais e declínio da população, como ocorreu na Grécia micênica.
O término dos Estados não é necessariamente algo ruim. Mesmo entre as civilizações que realmente sofreram um colapso total, muitas comunidades sobreviveram e até prosperaram.
Muitos Estados pré-modernos eram gravemente desiguais e predatórios. Um cálculo indica que o Império Romano do Ocidente, no seu final, estava a 75% do caminho rumo ao nível máximo de desigualdade de riqueza teoricamente possível (no qual um único indivíduo detém toda a reserva de riqueza).
Além disso, os nossos números são baseados nas datas de início e fim geralmente aceitas nos registros históricos e arqueológicos. Mas estas datas, muitas vezes, são questionáveis.
O Império Romano do Oriente (Bizantino), por exemplo. Terá ele realmente terminado com a queda da sua capital, Constantinopla, em 1453? Ou com o saque de Constantinopla e a repartição dos seus territórios pelos cruzados, em 1204? Ou com a perda de grandes territórios para os califados islâmicos no século 7°?
Para ajudar a solucionar estas questões, usamos duas estimativas, superior e inferior, para o início e o final de cada Estado.
Apesar das limitações, este é o maior estudo já realizado sobre o tema e as conclusões entre os dois grandes conjuntos de dados foram similares. Por isso, esta é a resposta mais abrangente que temos até agora.
As próximas etapas serão pesquisar o que incentiva a longevidade das sociedades e o que causa o aumento da sua vulnerabilidade.
Os Estados podem perder sua resiliência ao longo do tempo devido a uma série de fatores. O crescimento da desigualdade, instituições extrativas e conflitos entre as elites podem amplificar o atrito social ao longo do tempo.
A degradação ambiental pode prejudicar os ecossistemas que sustentam os Estados. Ou talvez o risco de doenças e conflitos aumente à medida que as áreas urbanas ficam mais densamente povoadas.
E a perda de resiliência também pode se dever a uma combinação de diversos fatores.
Os padrões de envelhecimento dos Estados pré-modernos têm alguma relevância para os dias atuais? Acreditamos que sim.
É difícil saber se todo o sistema mundial atual está sujeito aos mesmos padrões que identificamos no nosso estudo. Mas o mundo dificilmente é imune ao crescimento da desigualdade, degradação ambiental e à competição entre as elites – fatores que já foram apresentados como sendo precursores de colapsos anteriores na história humana.
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Altos níveis de desigualdade social costumam preceder o colapso das civilizações. — Foto: GETTY IMAGES via BBC
Globalmente falando, o 1% mais rico detém quase a metade da riqueza do mundo, enquanto a metade inferior possui cerca de 0,75%.
As mudanças climáticas atuais não têm precedentes e são uma ordem de magnitude mais rápidas do que o aquecimento que causou a piorextinção em massa da história do planeta. E seis dos nove principais sistemas que sustentam a Terra se transformaram em zonas de alto risco.
Enquanto isso, os conflitos entre as elites econômicas ajudaram a criar a polarização e a desconfiança em muitos países.
Ao contrário dos Estados que estudamos, o mundo agora é globalizado e hiperconectado. Mas isso não deve ser motivo de conforto.
Um único Estado que se fragilize e tenha fim, normalmente, não trará maiores consequências para o mundo como um todo, mas a eventual instabilidade de uma superpotência, como os Estados Unidos, pode criar um efeito dominó além das suas fronteiras.
A covid-19 e a crise financeira global de 2007-2008 mostraram como a interconectividade pode amplificar os choques em tempos de crise.
Nós observamos isso em muitos outros sistemas complexos. Ecossistemas densamente interconectados, como recifes de coral, conseguem se proteger melhor contra pequenos choques, mas tendem a sobrecarregar e disseminar golpes maiores.
A maioria dos Estados atuais é sensivelmente diferente dos impérios de séculos atrás. A produção industrial, imensas capacidades tecnológicas, burocracias e forças policiais profissionais provavelmente tornaram os Estados mais estáveis e resilientes.
Mas a nossa tecnologia também traz novas ameaças e fontes de vulnerabilidade, como armas nucleares e a rápida difusão de patógenos. E também precisamos ter cuidado para não comemorar nem incentivar o entrincheiramento de regimes malévolos ou autoritários.
O fato é que a resiliência e a longevidade não são necessariamente positivas. Esperamos que a compreensão da história antiga possa ajudar a evitar os erros do passado, incluindo as possíveis fontes de envelhecimento das sociedades.
*Luke Kemp é pesquisador do Instituto de Estudos Avançados Notre Dame e do Centro de Estudos sobre Riscos Existenciais da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Seu primeiro livro – Goliath’s Curse: A Deep History of Societal Collapse and What it Means for our Future (“A maldição de Golias: história profunda do colapso das sociedades e o que ela significa para o nosso futuro”, em tradução livre) – será lançado pela editora Penguin Random House em maio de 2025.
Esta reportagem é baseada no artigo The Vulnerability of Aging States: A Survival Analysis across Premodern Societies (“A vulnerabilidade dos Estados envelhecidos: análise da sobrevivência das sociedades pré-modernas”, em tradução livre), de Marten Scheffer, Egbert van Nes, Luke Kemp, Timothy Kohler, Timothy Lenton e Chi Xu.
Informações G1

No sábado (1º), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que é do interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “manter o povo pobre”. “Se o cara é o pai dos pobres, se acabar com os pobres ninguém vota mais nele. Então interessa manter o povo pobre”, disse Bolsonaro durante um evento em Guarulhos (SP) para arrecadar doações ao Rio Grande do Sul (RS).
Bolsonaro também comentou que a “verdade” foi crucial para sua eleição como presidente da República em 2018. Ele argumentou que seria muito mais fácil estar “do outro lado”, alegando que é acusado de condutas ilícitas sem comprovação. Segundo ele, fazer o que considera certo é mais difícil porque “o povo gosta de ouvir umas mentirinhas doces”.
Além disso, Bolsonaro se defendeu das acusações da “turma da esquerda” que o responsabilizam pela aprovação na Câmara da taxação de compras internacionais de até US$ 50. Ele ressaltou que não tem mandato, não é líder e nem presidente de seu partido, o PL, e criticou a esquerda por culpar terceiros por suas ações.
Informações TBN

Kirill Kudryavtsev/AFP
Diretrizes permitem compartilhamento de conteúdo adulto consensual no X
A rede social X (anteriormente Twitter) atualizou suas regras para permitir oficialmente a divulgação de conteúdo adulto e gráfico. Embora o conteúdo adulto e a nudez já estivessem presentes na plataforma há anos, diferentemente do Facebook e Instagram, eles nunca foram explicitamente proibidos, mesmo antes da aquisição por Elon Musk no final de 2022.
As novas diretrizes, divulgadas pelo site TechCrunch nesta segunda-feira (3), permitem que os usuários compartilhem conteúdo adulto “desde que seja produzido e distribuído consensualmente”. A atualização ocorreu no último final de semana, com a plataforma declarando que “a expressão sexual, visual ou escrita, pode ser uma forma legítima de expressão artística”.
Conforme a nova política, a publicação de conteúdo adulto está permitida desde que seja rotulada como tal e não apareça em fotos de perfil ou banners de conta. Contas que frequentemente publicam esse tipo de conteúdo devem marcar automaticamente suas imagens e vídeos como sensíveis. Esses posts serão proibidos para usuários menores de idade ou para aqueles que optarem por não visualizá-los.
A política também se aplica a conteúdos gerados por IA, animações, desenhos animados, hentai e anime. A equipe de segurança do X afirmou na própria rede que as novas diretrizes “trariam mais clareza às regras e transparência na aplicação dessas áreas”.
Desde que adquiriu o Twitter, Musk enfrentou críticas por reduzir as equipes de moderação de conteúdo. A plataforma passou por problemas técnicos e restabeleceu contas de teóricos da conspiração de direita e do ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Musk também planeja expandir a receita do X para além da publicidade e transformá-lo em um “superaplicativo” semelhante ao WeChat da China, que integra serviços de mensagens, chamadas de voz e vídeo, redes sociais, pagamentos móveis e reservas em restaurantes.
Informações TBN