
No texto O eleitorado consolida sua preferência à direita, desta terça-feira, 29, o jornal O Estado de S. Paulo afirma que o Brasil sai das eleições de 2024 com duas marcas: uma esquerda em crise e dependente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e uma direita fortalecida que busca um líder para 2026.
O editorial de opinião também destaca que o país sai das urnas com uma política “mais pragmática e menos polarizada”.
“Sem grandes surpresas, o segundo turno das eleições municipais consolidou o cenário político desenhado no primeiro: a revitalização da política tradicional; uma direita robustecida, mas fracionada; e uma esquerda em crise”, escreveu o Estadão.
Para o jornal, houve ainda um desgaste das duas lideranças dominantes em âmbito nacional: Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, continua a publicação, “o centro triunfou, tanto em sua faceta ideologicamente moderada quanto em sua faceta fisiológica”.
O editorial refere-se à ascensão do PSD, de Gilbeto Kassad, que venceu em 887 prefeituras, em todas as regiões do Brasil, e do MDB, que conquistou 853 cadeiras no Executivo municipal. Mas o texto complementa: “os partidos estavam munidos de multibilionários fundos eleitorais e, sobretudo, emendas parlamentares”.
O Estadão destaca ainda que, mesmo com a máquina do Executivo nacional, este foi o pior resultado da esquerda nas urnas desde a redemocratização. Prova disso foi a sua desidratação no Nordeste, onde ganhou em apenas duas capitais. Já em número de prefeituras, o PT ficou em 9.º lugar no país.

” Lula, seja porque já não tem o mesmo vigor, seja porque está mais preocupado em projetar sua imagem no exterior, seja para não bater de frente com partidos que formam a sua base, não entrou a fundo nas disputas”, afirmou o jornal.
Ainda de acordo com o jornal, a credibilidade do PT para executar as pauta sociais foi maculada pela corrupção e pela recessão na gestão lulopetista.
“Nas disputas entre o PT e o PL, de Jair Bolsonaro, o PL, em geral, levou a melhor”, analisou o texto.
No entanto, o editorial diz que, olhando para as eleições presidenciais de 2026, “Lula sempre será um candidato forte”. “Mas está envelhecido, em idade e ideias”.
Além de isolado, Lula já não contaria sua principal alavanca em 2022: a contenção de Jair Bolsonaro. “As moedas de troca com um centrão minguaram, e esse grupo está sempre pronto para migrar para onde estiverem as preferências do eleitorado, e elas apontam para a direita”.
Informações Revista Oeste

O Brasil promove mais exportações para os membros dos Brics do que para os Estados Unidos e União Europeia juntos. É o que aponta um levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Segundo as informações da pasta, o país mantém uma balança comercial positiva com os países do bloco pelo menos desde 2018. Por outro lado, o saldo com Estados Unidos e União Europeia (UE) é negativo.
Os dados do MDIC também revelam que a relação comercial é favorável ao Brasil com os parceiros emergentes, ao contrário dos EUA e UE.
Ainda de acordo com a pasta, as exportações do Brasil cresceram de forma generalizada nos últimos anos, porém, as vendas aos Brics subiram de forma muito mais acelerada em relação aos americanos e europeus.
Em 2009, Estados Unidos e União Europeia importaram US$ 45 bilhões do Brasil, enquanto Rússia, Índia e China compraram US$ 27,3 bilhões. Este cenário mudou em 2018, quando as exportações para Estados Unidos e União Europeia atingiram US$ 83,2 bilhões, enquanto para os Brics, somaram US$ 123 bilhões.
E a tendência se manteve também em 2024. Até setembro, as exportações para os Brics aumentaram 6,5%, enquanto para os EUA e UE somaram 5,8%, em comparação ao mesmo período do ano passado.
A China tem um papel importante nesses números. Desde que superou os Estados Unidos, em 2009, como principal parceiro comercial do Brasil, as exportações brasileiras para o país asiático cresceram 396%, a US$ 104 bilhões até o final de 2023.
Quando as exportações do Brasil para os países do Brics superaram os envios para EUA e UE, as compras feitas pela China representavam 90,2% do total do grupo. Em 2023, a fatia caiu para 84,5%.
Dentre as exportações, o destaque vai para as commodities e insumos agrícolas. Os alimentos brasileiros vêm suprindo a necessidade de regiões com baixa produção, como as mais desérticas e as com grande população, como a China.
O Brics foi criado em 2009 por Brasil, Rússia, Índia e China. A África do Sul se juntou ao bloco em 2011. Em 2023, Etiópia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Irã e Egito também se integraram ao grupo.
Informações Revista Oeste

com César Oliveira
Tema: Resultado do segundo turno das eleições municipais
Confira o podcast completo:
Meio-campista do Manchester City quebra jejum de 64 anos da Espanha e supera atacante brasileiro do Real Madrid, apontado como favorito e ausente na cerimônia

Rodri vence o prêmio da Bola de Ouro — Foto: AFP
A espera do Brasil continua. Depois de 64 anos, um espanhol é coroado como o melhor jogador do mundo. O meio-campista Rodri, do Manchester City, desbancou o favorito Vinicius Junior e ganhou a Bola de Ouro de 2024. O campeão da Euro pela Espanha, de 28 anos, é o vencedor na primeira edição com parceria da Uefa e a revista France Football, organizadora do evento.
O Brasil segue sem um vencedor na premiação depois de 17 anos. Vini Jr., no entanto, obteve a melhor posição de um jogador brasileiro desde que Kaká foi coroado, em 2007. Antes do atacante do Real Madrid, o melhor desempenho no período foi de Neymar, terceiro colocado em 2015 e 2017.
Rodri é o terceiro espanhol a ganhar a Bola de Ouro. Antes, apenas o argentino naturalizado espanhol, Di Stéfano (1957 e 1959) e Luis Suárez (1960) haviam vencido a premiação, em uma época na qual apenas europeus concorriam.
Apontado como favorito à conquista antes da premiação, o atacante Vini Jr. não compareceu à cerimônia. Segundo o ge apurou, o Real Madrid soube nos bastidores que o brasileiro não seria o coroado, e nenhum indicado do time esteve presente. Oficialmente, o clube afirmou que “não vai onde o Real Madrid não é respeitado”.

Bola de Ouro 2024: Vini Jr, Haaland e mais 28 nomes indicados; veja lista
A France Football faz uma lista de 30 finalistas e a submete a jornalistas de diferentes países. Cada um faz o seu Top-10, e pontuações são dadas por posição. O melhor colocado leva a Bola de Ouro.
Até 1994, o prêmio era dado somente a jogadores europeus. Depois, a France Football ampliou o leque para qualquer atleta de clubes do continente. A partir de 2006, não houve mais restrições, qualquer jogador do mundo poderia ser coroado.
É por esse motivo que Pelé ou Maradona nunca foram Bola de Ouro. Em 2015, quando fez 60 anos, a France Football fez uma revisão de todos os seus prêmios anteriores com base nas regras atuais e reconheceu que o Rei do futebol levaria o troféu sete vezes: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1965 e 1970.
1º: Lionel Messi (2009, 2010, 2011, 2012, 2015, 2019, 2021 e 2023) : 8
2º: Cristiano Ronaldo (2008, 2013, 2014, 2016 e 2017): 5
3º: Johan Cruijff (1971, 1973 e 1974), Michel Platini (1983, 1984 e 1985) e Marco van Basten (1988, 1989 e 1992): 3
6º: Alfredo Di Stéfano (1957 e 1959), Franz Beckenbauer (1972 e 1976), Kevin Keegan (1978 e 1979), Karl-Heinz Rummenigge (1980 e 1981) e Ronaldo (1997 e 2002): 2
11º: Stanley Mathhews (1956), Raymond Kopa (1958), Luis Suárez (1960), Omar Sivori (1961), Josef Masopust (1962), Lev Yashin (1963), Denis Law (1964), Eusébio (1965), Bobby Charlton (1966), Flórián Albert (1967), George Best (1968), Gianni Rivera (1969), Gerd Müller (1970), Oleg Blokhin (1975), Allan Simonsen (1977), Paolo Rossi (1982), Igor Belanov (1986), Ruud Gullit (1987), Lothar Matthäus (1990), Jean-Pierre Papin (1991), Roberto Baggio (1993), Hristo Stoichkov (1994), George Weah (1995), Mathias Sammer (1996), Zinedine Zidane (1998), Rivaldo (1999), Luís Figo (2000), Michael Owen (2001), Pavel Nedved (2003), Andriy Shevchenko (2004), Ronaldinho Gaúcho (2005), Fabio Cannavaro (2006), Kaká (2007), Luka Modric (2018) e Benzema (2022): 1
VENCEDORES DA BOLA DE OURO
| ANO | VENCEDOR | CLUBE |
| 1956 | Stanley Matthews (ING) | Blackpool |
| 1957 | Di Stéfano (ESP) | Real Madrid |
| 1958 | Raymond Kopa (FRA) | Real Madrid |
| 1959 | Di Stéfano (ESP) | Real Madrid |
| 1960 | Luis Suárez (ESP) | Barcelona |
| 1961 | Sivori (ITA) | Juventus |
| 1962 | Josef Masopust (TCH) | Dukla Praga |
| 1963 | Yashin (RUS) | Dínamo de Moscou |
| 1964 | Denis Law (ESC) | Manchester United |
| 1965 | Eusébio (POR) | Benfica |
| 1966 | Bobby Charlton (ING) | Manchester United |
| 1967 | Flórián Albert (HUN) | Ferencváros |
| 1968 | George Best (NIRL) | Manchester United |
| 1969 | Gianni Rivera (ITA) | Milan |
| 1970 | Gerd Müller (ALE) | Bayern de Munique |
| 1971 | Johan Cruijff (HOL) | Ajax |
| 1972 | Beckenbauer (ALE) | Bayern de Munique |
| 1973 | Johan Cruijff (HOL) | Barcelona |
| 1974 | Johan Cruijff (HOL) | Barcelona |
| 1975 | Oleg Blokhin (UCR) | Dínamo de Kiev |
| 1976 | Beckenbauer (ALE) | Bayern de Munique |
| 1977 | Allan Simonsen (DIN) | Borussia Mönchengladbach |
| 1978 | Kevin Keegan (ING) | Hamburgo |
| 1979 | Kevin Keegan (ING) | Hamburgo |
| 1980 | Rummenigge (ALE) | Bayern de Munique |
| 1981 | Rummenigge (ALE) | Bayern de Munique |
| 1982 | Paolo Rossi (ITA) | Juventus |
| 1983 | Michel Platini (FRA) | Juventus |
| 1984 | Michel Platini (FRA) | Juventus |
| 1985 | Michel Platini (FRA) | Juventus |
| 1986 | Igor Belanov (UCR) | Dínamo de Kiev |
| 1987 | Ruud Gullit (HOL) | Milan |
| 1988 | Van Basten (HOL) | Milan |
| 1989 | Van Basten (HOL) | Milan |
| 1990 | Matthäus (ALE) | Inter de Milão |
| 1991 | Jean-Pierre Papin (FRA) | Olympique de Marseille |
| 1992 | Van Basten (HOL) | Milan |
| 1993 | Baggio (ITA) | Juventus |
| 1994 | Stoichkov (BUL) | Barcelona |
| 1995 | Weah (LIB) | Milan |
| 1996 | Sammer (ALE) | Borussia Dortmund |
| 1997 | Ronaldo (BRA) | Inter de Milão |
| 1998 | Zidane (FRA) | Juventus |
| 1999 | Rivaldo (BRA) | Barcelona |
| 2000 | Figo (POR) | Real Madrid |
| 2001 | Owen (ING) | Liverpool |
| 2002 | Ronaldo (BRA) | Real Madrid |
| 2003 | Nedvěd (TCH) | Juventus |
| 2004 | Shevchenko (UCR) | Milan |
| 2005 | Ronaldinho (BRA) | Barcelona |
| 2006 | Cannavaro (ITA) | Real Madrid |
| 2007 | Kaká (BRA) | Milan |
| 2008 | Cristiano Ronaldo (POR) | Manchester United |
| 2009 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2010 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2011 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2012 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2013 | Cristiano Ronaldo (POR) | Real Madrid |
| 2014 | Cristiano Ronaldo (POR) | Real Madrid |
| 2015 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2016 | Cristiano Ronaldo (POR) | Real Madrid |
| 2017 | Cristiano Ronaldo (POR) | Real Madrid |
| 2018 | Modric (CRO) | Real Madrid |
| 2019 | Messi (ARG) | Barcelona |
| 2020 | – | – |
| 2021 | Messi (ARG) | PSG |
| 2022 | Benzema (FRA) | Real Madrid |
| 2023 | Messi (ARG) | Inter Miami |
Informações GE

O PL Mulher Salvador, presidido pela ex-vereador Lorena Brandão, apoiou a realização do ”Sororidade em Ação”. O evento celebrou o Outubro Rosa, tradicional mês onde é abordado com maior ênfase o combate ao câncer de mama.
Segundo Lorena, o “Sororidade em Ação” é mais um ação de valorização feminina para lembrar a necessidade de cuidar do corpo e da saúde.
“Foi um momento de conhecimento, de debate, de muita riqueza e informação. Além de tudo isso, de valorização também, pois a figura feminina, maioria na sociedade, tem o seu valor”, disse Lorena.
Durante o encontro, houve atendimento médico, massagem corporal e facial, oficina de maquiagem, aferição de pressão e glicemia, além de palestras que abordaram o tema da campanha: “Outubro Rosa: Mulher, seu corpo, sua vida!”.
Realizado na Igreja Batista do Caminho das Árvores, no bairro de Sete de Abril, no último sábado, o evento contou com a organização do Instituto Isoror e da Fundação ADM.

A campanha vitoriosa do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), contou com o talento do publicitário, estrategista político e compositor Bruno Cartaxo. Na direção de criação, Cartaxo mostrou o que o baiano tem quando se trata de marketing político.
Braço direito do marqueteiro Duda Lima, Cartaxo se fixou em São Paulo desde novembro de 2023. Comandou a equipe criativa e participou das estratégias e decisões políticas, que reelegeram Ricardo Nunes no segundo turno.
Muito feliz e realizado com o resultado, Cartaxo destaca os desafios de uma campanha com repercussão nacional, onde teve de tudo: cadeirada, soco e apagão.
“Foi muito trabalho e aprendizado, em que tive o privilégio de trabalhar com uma equipe incrível, capitaneada pelo Duda Lima, um cara extremamente competente, que, literalmente, deu sangue por essa vitória”, assinala o publicitário baiano.
Cartaxo reforça o legado da Bahia no marketing político nacional. A seleção brasileira de marqueteiros reúne os craques baianos: Geraldo Walter, Duda Mendonça, João Santana, Nizan Guanaes, Fernando Barros, Sidônio Palmeira e Maurício Carvalho, entre outros.
Minidocumentário idealizado por duas conterrâneas narra a trajetória das fazendas cafeeiras brejoenses e seu impacto mundial nas décadas de 80 e 90

Na última sexta-feira, 25, foi lançado o minidocumentário “Feitos de Café: a história do café na cidade de Brejões”. O filme reuniu mais de vinte entrevistados que vivenciaram uma época importante que tornou a cidade reconhecida mundialmente pelo cultivo do café. O minidocumentário foi idealizado e lançado por duas brejoenses, Karine Mascarenhas, jornalista, e Tâmara Brandão, publicitária.
Um fator comum uniu as idealizadoras no projeto: o desejo de homenagear a cidade natal. Ambas acreditam que tudo o que conquistaram ao longo de suas carreiras se deve, em grande parte, à cidade, aos laços familiares e de amizade que construíram. O lançamento foi feito em Brejões, na véspera do centenário da cidade e reuniu a comunidade e autoridades locais.

Mergulhando na história do café em Brejões, a 338 km de Salvador, o minidocumentário revela a importância da Fazenda Agribahia. Entre as décadas de 80 e 90, essa fazenda se destacou como a maior produtora de café da América Latina, cultivando mais de 2.000 hectares e alcançando a impressionante marca de 7 milhões de pés de café. A produção cafeeira de Brejões, com a Agribahia como protagonista, marca um capítulo importante na história da cafeicultura brejoense, baiana e brasileira.
A fazenda também colhia cerca de 2.000 sacas de café diariamente e o café produzido era conhecido pela sua alta qualidade, pois era despolpado e exportado principalmente para grandes torrefações na Europa, Estados Unidos, Japão e Inglaterra.
Segundo Benedito Silva, que foi gerente agrícola da Agribahia, há relatos de que o café exportado pela Agribahia já foi experimentado pela família real britânica.
“O café Bourbon era reconhecido por sua excelência, com perfil característico suave, corpo médio, acidez equilibrada e doçura marcante com notas de chocolate. Na década de 80, quando a Agribahia exportava seus grãos para Inglaterra, em Londres, há relatos de que o Bourbon era servido em estabelecimentos frequentados pela realeza britânica, atestando sua alta qualidade”, afirmou Benedito.
Os presentes no lançamento evidenciaram a alegria em ter um projeto que conta a história que dá origem ao nome Brejões Terra do Café. “Muito importante contar essa história, ninguém nunca havia feito algo parecido, estão de parabéns”, disse João Santos, que esteve presente no lançamento e já trabalhou em diversas colheitas das fazendas locais.
Para os que colaboraram com entrevistas no projeto, as grandes safras fizeram com que a cidade tivesse grandes movimentações econômicas, já que vieram pessoas de diversas cidades vizinhas como Itatim, Iaçu, Jaguaquara, Castro Alves, Irajuba, entre outras, para colher café. Era uma época de grande riqueza, que incentivava o comércio local.
Além da Agribahia, o minidocumentário retrata outros exemplos de fazendas da cidade que também foram grandes vetores no cultivo do café, como a fazenda Rio Branco, a fazenda Campo Grande, entre outras. João Lopes, atual presidente da Assocafé (Associação dos Produtores de Café da Bahia), também contribuiu com o projeto.
“Comecei a produzir café em 1970, o que significa que tenho mais de 50 anos de experiência nesse setor. A tradição cafeeira de Brejões é secular: nosso município foi pioneiro no cultivo de café na Bahia, desde os primeiros anos de sua introdução na região, há cerca de 200 anos”, disse João Lopes.
O café em Brejões ainda resiste e é importante destacar que, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Bahia é um dos poucos estados do Brasil que possui uma produção significativa das duas principais espécies conhecidas no mundo — a arábica e a conilon. A produção de café conilon na Bahia está concentrada em quatro microrregiões do estado: Baixo Sul, Litoral Sul, Costa do Descobrimento e Extremo Sul e Brejões está entre as cidades baianas que produzem café do tipo arábica.
O minidocumentário contou com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Paulo Gustavo e Casa do Brejo Centro de Cultura e Cidadania de Brejões.
Para saber informações detalhadas e conhecer a história do café em Brejões, o minidocumentário já está disponível no YouTube através do seguinte link abaixo:

O mês de novembro de 2024 traz consigo uma sequência de feriados nacionais que prometem alterar a rotina de muitos brasileiros. Com o feriado de Finados no início do mês, seguido pela Proclamação da República e, agora, pelo recente feriado do Dia da Consciência Negra, novembro se consolida como um período propício para planejar descanso e lazer.
Finados, um feriado já tradicional no calendário brasileiro, será celebrado em um sábado neste ano, enquanto a Proclamação da República oferecerá um recesso estendido ao cair em uma sexta-feira. A grande novidade fica por conta do Dia da Consciência Negra, recentemente instituído como feriado nacional, observado em uma quarta-feira.

Novembro oferece uma variedade de datas que são reconhecidas em todo o território nacional. Os feriados destacam-se não apenas por suas implicações históricas e culturais, mas também por representarem momentos de reflexão e comemoração para a sociedade.
A inclusão do Dia da Consciência Negra como feriado nacional marca um avanço significativo no reconhecimento da história e da cultura afro-brasileira. Institucionalizado em 2023, o feriado simboliza uma oportunidade para discussão e conscientização sobre a contribuição dos afrodescendentes ao longo da trajetória do país.
O feriado, celebrado em 20 de novembro, homenageia Zumbi dos Palmares e incentiva uma reflexão mais profunda sobre a igualdade racial, os direitos civis e a diversidade cultural. É uma data que amplia o debate sobre o papel da comunidade negra na formação da identidade nacional.
Com dois feriados relevantes do ponto de vista nacional, novembro se apresenta como um mês estratégico para quem deseja planejar momentos de repouso. Além dos dias de descanso, é uma oportunidade de explorar mais sobre a significância de cada uma dessas datas.
Feriados como estes impactam diretamente na economia, no fluxo de trabalho e nas atividades de lazer dos brasileiros. Empresas, escolas e instituições públicas ajustam suas programações para acomodar esses dias de descanso e reflexão.
Esses feriados também oferecem uma pausa que pode ser usada para fortalecimento de laços familiares e para a realização de atividades culturais, seja por meio de eventos locais ou visitas a museus e centros históricos. Com isso, esses períodos se tornam mais do que apenas tempo livre: são oportunidades enriquecedoras para aprendizado e integração social.
Informações TBN
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Vini Jr com o troféu da Champions League 2023/24 — Foto: ANP via Getty Images
“Vinicius Junior incomoda”, diz Renata Mendonça sobre Bola de Ouro
Considerado o grande favorito à Bola de Ouro 2024, Vini Jr. não comparecerá a cerimônia de premiação em Paris nesta segunda-feira. O motivo? O jogador soube que não conquistará o prêmio, que deverá ser entregue ao volante Rodri, do Manchester City e campeão da última Eurocopa com a seleção espanhola.
A informação inicialmente foi dada pela rádio francesa RMC e pelo jornal espanhol Marca e posteriormente confirmada pelo ge. Além do brasileiro, nenhum outro membro do Real Madrid – seja jogador, membro da comissão técnica ou dirigente – irá ao Théâtre du Châtelet, local de cerimônia, ao contrário do que era esperado no fim de semana.
Os prêmios da revista France Football são entregues com base no desempenho dos atletas na temporada 2023/24. Por ter sido o mais decisivo jogador do Real Madrid, campeão da Supercopa da Espanha, do Campeonato Espanhol e da Champions League, Vinicius Junior era considerado o forte candidato. Rodri, do Manchester City, e Jude Bellingham, também do Real, seriam seus principais concorrentes.
Vini é o único brasileiro que concorre ao prêmio de melhor jogador. O atacante também esteve na lista final das temporadas 2021/22 e 2022/23 e terminou em oitavo e sexto, respectivamente. Desde 2007, quando Kaká conquistou o prêmio, que um jogador brasileiro não recebe a honraria.

Melhor da Euro, Rodri vira ameaça a Vinícius Júnior na corrida pela Bola de Ouro
Apontado como possível vencedor da Bola de Ouro 2024, Rodri conquistou na temporada um título com sua seleção (o que não aconteceu com Vini Jr, que caiu cedo na Copa América com o Brasil). O volante do Manchester City foi eleito o melhor jogador da Euro, o que aparentemente pesará na eleição da Ballon D’Or.
Rodri disputou 50 jogos pelo City, marcou nove gols e deu 13 assistências. Temporada em que ele mais contribuiu para gols na carreira. Peça fundamental para o tetracampeonato de seu time na Premier League. Ele próprio fez lobby por um espanhol ganhar a Bola de Ouro.
Rodri ergue o troféu de melhor da Euro 2024: meia do City foi eleito o melhor da competição — Foto: Christopher Neundorf/EFE

Bola de Ouro 2024: Vini Jr, Haaland e mais 28 nomes indicados; veja lista
Os prêmios de melhor jogador e jogadora da temporada são definidos através de um júri composto por jornalistas especializados dos 100 países que ocupam as primeiras posições no ranking da Fifa (no caso do futebol feminino, 50 países). Eles recebe uma lista com 30 nomes, definida por membros da redação do “L’Équipe” e embaixadores da Uefa: Luís Figo no troféu masculino, e Nadine Kessler no feminino.
Cada jurado precisa selecionar 10 desses 30 jogadores e colocá-los em ordem de acordo com o que julgam sobre seus desempenhos. O primeiro colocado de cada eleitor ganha 15 pontos, e os seguintes 12, 10, 8, 7, 5, 4, 3, 2 e 1, respectivamente. O atleta que tiver a maior pontuação na soma dos votos de todo o júri leva a Bola de Ouro.
Em caso de empate, conquista o prêmio quem tiver sido indicado mais vezes como o primeiro colocado. Os organizadores afirmam que os três principais critérios de votação precisam ser: “Desempenhos individuais, caráter decisivo e impressionante”; “Desempenhos e conquistas da equipe”; e “Classe e jogo limpo”.
Informações GE

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) será o partido com o maior número de eleitores sob sua administração, totalizando 27,9 milhões de eleitores em 864 cidades. Um levantamento do portal Poder360 faz um comparativo entre os partidos e o número de apoiadores conquistados nas eleições.
O resultado foi fortemente influenciado pela vitória de Ricardo Nunes em São Paulo, que desempenhou um papel crucial para consolidar a liderança do partido.
Praticamente empatado com o MDB, o Partido Social Democrático (PSD) também alcançou uma expressiva marca, governando 27,7 milhões de eleitores. Essa proximidade entre os dois partidos indica um cenário político competitivo nas eleições municipais.


O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), por outro lado, experimentou uma queda significativa, descendo para a nona posição em termos de eleitores governados, que agora somam 6,3 milhões.
Em contraste, o Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu expandir sua base de eleitores administrados, atingindo 7,6 milhões. O Republicanos foi outro destaque das eleições, com um crescimento expressivo no número de eleitores sob sua administração, que agora chega a 10,6 milhões.
Por outro lado, o União Brasil enfrentará uma redução no número de eleitores governados, totalizando 16,9 milhões. Essa queda representa um desafio para o partido, que terá de reavaliar suas estratégias para recuperar terreno nas próximas eleições.
Nas eleições de 2024, 12 parlamentares foram eleitos para prefeituras em todo o Brasil, incluindo 11 deputados e um senador. Os cargos de dez deles no Congresso vão ser assumidos por suplentes. Os dados são referentes aos dois turnos do pleito municipal.
Confira os deputados eleitos para prefeituras no segundo turno
Ao todo, 82 deputados se candidataram nas eleições de 2024 – 73 a prefeito, dois a vice-prefeito e sete a vereador.
Informações Revista Oeste