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Imagem: iStock

Formadas, arquivadas e descartadas pelo cérebro, em uma rede de neurônios extremamente complexa, as memórias são essenciais para ações desde a aprendizagem até a capacidade de criar vínculos afetivos.

Para entender como a memória é “guardada” dentro do cérebro, um dos mais complexos órgãos do corpo humano, é necessário pensá-lo como uma rede. Os locais exatos de armazenamento ainda são um mistério para os pesquisadores, mas alguns mecanismos principais são conhecidos da ciência.

Se a memória fosse uma universidade, o hipocampo [estrutura neurológica que participa fortemente nos processos de emoção, aprendizado e memória] seria a reitoria, que é responsável pelo gerenciamento das coisas.” Viviane Louro, neurocientista e professora da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

O hipocampo é uma pequena estrutura que gerencia as memórias. Mas as memórias em si ficam armazenadas em diferentes áreas do cérebro, incluindo o córtex (camada externa) e regiões mais profundas (subcórtex), dependendo do tipo de lembrança.

É o hipocampo quem “decide” o que é importante ser memorizado e onde essa informação irá ficar armazenada no cérebro.

“Além disso, a estrutura tem um papel muito importante na recuperação das memórias. Quando nos recordamos de algo, significa que foi o hipocampo que fez com que a informação armazenada voltasse e fosse lembrada, por isso dizemos que ele gerencia as memórias”, explica a professora.

Fatores externos também influenciam

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Imagem: Antonio Suarez Vega/Getty Images/iStockphoto

Toda a atividade cerebral é fundamentada por uma figura-chave na arquitetura do cérebro, que é o neurônio.Continua após a publicidade

O que vai definir a capacidade de estocagem de informação é, primeiro, onde estão os neurônios. Depois, é a maneira com que os neurônios estão organizados e a quais outros neurônios estão interligados. Há também fatores genéticos que influenciam nessa arquitetura do cérebro e diferem, de forma individual, uma memória da outra ”Leonardo Cruz, neurologista e professor de clínica médica da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

O desenvolvimento do cérebro de uma pessoa começa na gestação, continua na infância e na adolescência e tem sua maturação biológica aos 22 anos.

Fatores externos influenciam, tais como escolaridade, contato social e estímulos musicais, esportivos e linguísticos. Todos funcionam como os traços que, aos poucos, formam um mapa único — sua memória, desenhada em um cérebro complexamente organizado por todas as suas experiências.

Os diferentes tipos de memórias

De curto prazo

Duram apenas de três a seis horas. Entre elas, existem os seguintes tipos:Continua após a publicidade

  • Imediatas: Guardam informações por um tempo curto, como um número de telefone que acabou de ser dito ou o nome de alguém a quem você foi apresentado no momento.
  • De trabalho: Armazena temporariamente informação para realizar tarefas cognitivas, como a leitura, o entendimento da linguagem de outra pessoa, a aprendizagem ou o raciocínio.

De longa duração

Podem durar dias, anos ou para o resto da vida. Entre elas, existem:

  • Episódicas: São aquelas que têm uma referência pessoal, como o dia em que alguém conheceu sua esposa/seu marido, o gosto de uma boa comida que comeu ou detalhes de uma festa de formatura.
  • Semânticas: São as informações do mundo que adquirimos durante a vida, por exemplo, saber que o sinal vermelho indica que você pare, lembrar como falar palavras em um idioma no qual você não é nativo ou que a capital do Japão é Tóquio.
  • Não declarativas: São memórias que não podem ser contadas ou ensinadas oralmente, como a motora, que retém informações sobre como andar ou falar. É ancorada em um sistema duradouro, o que faz com que as informações só se percam muito tardiamente ou fiquem até o fim da vida.

Informações UOL


Fãs teriam questionado silêncio da cantora diante de polêmica

Beyoncé Foto: MICHAEL NELSON/EFE/EFEVISUAL

A cantora Beyoncé perdeu quase 4 milhões de seguidores, nos últimos dias. Os números são referentes ao perfil da artista no Instagram, onde ela é seguida por 316 milhões de usuários.

A perda de seguidores foi registrada no mesmo período em que o rapper Sean Diddy Combs foi preso nos Estados Unidos por ser suspeito de participar de diversos crimes, que incluem tráfico sexual, trabalho forçado, sequestro, incêndio criminoso, suborno e obstrução da justiça.

Após a prisão de Diddy, fãs questionaram o silêncio de Beyoncé, porque boatos circularam na internet citando o nome de Jay-Z, marido da cantora, conforme informações da Veja Gente. O esposo da artista, que é amigo próximo de Sean, também perdeu 4,4 milhões de seguidores no Instagram e está com 409 mil.

Informações Pleno News


De acordo com os dados do Ipam, a área incendiada atingiu mais de 3 milhões de hectares; Amazônia é o bioma mais afetado

Queimadas se espalham por todo o Brasil | Foto: Jader Souza/AL Roraima
Terras indígenas representaram 24% das queimadas no bioma | Foto: Jader Souza/AL Roraima 

Dados do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) revelaram um aumento de 80,6% no número de queimadas em territórios indígenas neste ano em comparação com 2023.

Segundo o levantamento, entre janeiro e agosto, a área queimada nesses territórios atingiu 3.078.670 hectares, contra 1,7 milhão de hectares no ano anterior.

O estudo “Fogo no Brasil em 2024: o retrato fundiário da área queimada nos biomas”, realizado pelo Ipam, revela que a maior concentração de fogo ocorreu na Amazônia.

As terras indígenas representaram 24% das queimadas no bioma, com 1.296.272 hectares afetados. O relatório destaca que a área queimada em Terras Indígenas manteve um padrão “relativamente constante” entre 2019 e 2023, chamando atenção para o aumento significativo nos últimos meses.

“Isso sugere uma maior inflamabilidade desses territórios, possivelmente causada por incêndios externos e fogo criminoso, relacionados à intensificação de atividades ilegais e invasões, ou, em alguns casos, por queimas de roça que saíram do controle nesses territórios”, diz o documento.

Além disso, houve um aumento de 116% nas queimadas em Unidades de Conservação (UC), conforme o Ipam. Entre janeiro e agosto deste ano, incêndios foram registrados em 1,1 milhão de hectares dessas áreas, que deveriam servir como barreiras contra o fogo.

Aumento geral das queimadas 

Em todo o Brasil, entre janeiro e agosto de 2024, foram queimados 11.350.194 hectares. Este número representa um aumento de 85% em relação à média dos anos anteriores e um crescimento de 116% em comparação ao mesmo período de 2023.

Entre as categorias que mais queimaram em números absolutos estão os Imóveis Rurais Grandes (IRG), que abrangem propriedades maiores que 15 módulos fiscais, e as Terras Indígenas (TI).

A área queimada nos IRG teve um aumento de 163% entre 2023 e 2024, passando de 1.075.481 hectares no ano passado para 2.832.273 hectares entre janeiro e agosto deste ano.

Informações Revista Oeste


Missão brasileira não acompanhou o discurso de Benjamin Netanyahu

Benjamin Netanyahu Foto: EFE/EPA/STEPHANI SPINDEL

De forma combinada, a delegação do Brasil que participa da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, deixou o salão principal nesta sexta-feira (27) para não assistir ao discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

A determinação, segundo o G1, partiu do Itamaraty e mostra a posição do país frente ao conflito entre as forças israelenses contra os terroristas do Hamas. A guerra completa um ano no próximo dia 7 de outubro.

Ao deixar o salão, a Missão do Brasil mostrou seu protesto contra Israel. O mesmo aconteceu com delegações de outros países, principalmente nações árabes, fazendo com que Netanyahu falasse para uma plateia reduzida.

Nesta quinta (26), a delegação do Brasil acompanhou todo o discurso do presidente da Autoridade Nacional da Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, que falou contra Israel e pediu proteção internacional.

– Não podemos lutar contra Israel e não queremos lutar, queremos proteção – disse ele que quer apoio dos países para criar o Estado da Palestina.

Informações Revista Oeste


Presidente da instituição prevê uma catástrofe econômica decorrente do aumento explosivo de apostadores

Estudo do Itaú estima que jogadores enviaram R$ 68,2 bilhões para bets e outros sites de jogos de julho de 2023 a junho de 2024
Perdas com bets equivalem a 0,2% do PIB brasileiro, 0,3% do consumo das famílias e 1,9% da massa salarial do país | Foto: Freepik

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, antecipa um cenário catastrófico devido ao crescimento explosivo das apostas esportivas no Brasil. Ele defende a proibição do uso do Pix para pagamentos dessas bets como forma de evitar uma “bolha de inadimplência”.

“Se não for possível proibir de imediato o pagamento com Pix, ao menos que se estabeleçam limites de valores máximos para apostas [nessa modalidade de pagamento], tal como o Banco Central já limita transações à noite”, propôs Sidney, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Ele também sugere que os beneficiários de programas sociais sejam impedidos de utilizar o Pix para fazer apostas. De acordo com o BC, usuários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões com as bets somente no mês de agosto.

Possível efeito dominó na economia

Sidney prevê que, se a tendência de aumento das apostas continuar, haverá um efeito dominó na economia brasileira. Segundo ele, isso deve afetar desde pequenos negócios até grandes corporações. 

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, prevê um cenário catastrófico na economia brasileira caso não haja controle dos gastos com apostas; bets
O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, prevê um cenário catastrófico na economia brasileira caso não haja controle dos gastos com apostas | Foto: Divulgação/Febraban

“Precisamos impedir que venha a explodir [a bolha]”, alertou. “Não podemos pagar para ver, e essa aposta não iremos fazer. Estamos, todos, à deriva e precisamos reencontrar a rota de volta para casa. Não dá para brincar com coisa séria, que é a saúde financeira e mental das pessoas, e muito menos ficarmos à beira desse precipício”, completou Sidney.

O uso do cartão de crédito para apostas será proibido a partir de janeiro de 2025, e as empresas do setor deverão bloquear essa forma de pagamento a partir de 1º de outubro de 2024. As opções restantes para financiar contas em plataformas de apostas serão débito e TED.

Preocupação com crescimento do mercado de apostas

Sidney já havia manifestado grande preocupação com o crescimento do mercado de apostas on-line no Brasil, e dados recentes confirmam a gravidade da situação. Ele avisa que a situação pode sair do controle se medidas não forem tomadas rapidamente.

“Os números divulgados pelo Banco Central são simplesmente chocantes, mostram que, nos últimos seis meses, 24 milhões de brasileiros drenaram dos seus orçamentos R$ 20 bilhões em média”, comentou. “Se projetarmos no horizonte maior, já antevejo uma catástrofe ou uma bolha de inadimplência se formando e precisamos impedir que venha a explodir. Não podemos pagar para ver, e essa aposta não iremos fazer”.

Sidney destaca que é inadmissível que essa situação avance sem a intervenção reguladora do Estado para conter o endividamento desenfreado devido às apostas on-line.

“Nós representamos um setor estratégico, que financia toda a economia, a produção, o consumo e o investimento, portanto, famílias e empresas”, ressaltou. “Não é admissível silenciarmos e deixarmos essa situação avançar sem o braço forte e regulador do Estado, especialmente para coibir essa escalada desenfreada de endividamento com as apostas online”.

Dados alarmantes do BC sobre crescimento das bets

Segundo o BC, as bets trazem risco aos mais vulneráveis | Foto: Shutterstock

Os dados do Banco Central revelam que, nos últimos seis meses, 24 milhões de brasileiros gastaram R$ 20 bilhões com apostas. Sidney antevê uma possível catástrofe financeira e insiste na necessidade de proibir ou limitar o uso do Pix para essas transações. 

“O país precisa recuar, imediatamente, do grave erro que foi legalizar e deixar, sem qualquer restrição e controle, esses jogos de apostas. Estamos, todos, à deriva e precisamos reencontrar a rota de volta para casa”, destaca.

Sidney defendeu a revisão imediata da legislação que permitiu a legalização das apostas. Ele destacou que a falta de restrições e controle deixou o país em uma situação precária. O líder da Febraban também sugere uma ação emergencial para proibir pagamentos via Pix para essas apostas. 

“Eu já vinha defendendo que se antecipasse a proibição do cartão de crédito para pagamento dessas apostas, mas, agora, após o estudo revelador do BC, defendo uma ação muito mais forte e emergencial, que é proibir pagamentos via Pix para essas apostas em bets”.

Um estudo do Banco Central revela que 90% dos pagamentos dessas apostas ocorrem via Pix. O Brasil já é o terceiro maior mercado global de apostas. Sidney afirma que a continuidade desse padrão terá um impacto devastador na economia, afetando desde pequenos comércios até grandes empresas.

“Ao se manter o ritmo de corrosão do orçamento das famílias com apostas, o efeito dominó na economia é imensurável, mas é certo que impactará desde o pequeno comércio até as grandes empresas”, alertou.

Informações Revista Oeste


Advogado Paulo Faria afirma que o procurador-geral da República cometeu o crime de tortura no caso do ex-deputado Daniel Silveira

paulo gonet
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante uma sessão plenária no STF – 26/09/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também será denunciado na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, assim como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ação vai ser movida pelo advogado Paulo Faria, que atua na defesa do ex-deputado Daniel Silveira, informou ele a Oeste.

Nos próximos dias, Faria vai a Washington D.C. para que a Organização dos Estados Americanossaiba da situação.

7 de setembro
O ministro Alexandre de Moraes, durante sessão plenária no STF – 4/9/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Contéudo

Conforme Faria, Gonet repete crimes de Moraes ao ser “omisso” no que diz respeito à conduta do magistrado.

De acordo com o advogado, o juiz do STF submeteu Silveira a tortura e cometeu abusos de poder e autoridade.

Ainda segundo Faria, Gonet incorreu em crime de responsabilidade. Isso porque o procurador-geral da República teria violado o artigo 40 da Lei 1.079/50, que trata das responsabilidades do ocupante do cargo.

Alexandre de Moraes pede mais dados sobre exame de Silveira

Daniel Silveira indulto
O deputado federal Daniel Silveira, durante solenidade de posse e despedida de ministros de Estado, no Palácio do Planalto – 31/03/2022 | Foto: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

Na terça-feira 24, Moraes mandou o governo do Rio de Janeiro complementar o exame criminológico de Silveira.

Em 9 de setembro, a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado emitiu um parecer favorável ao ex-deputado.

De acordo com a pasta, do ponto de vista psiquiátrico, “não há fator impeditivo” para a Justiça conceder a progressão do regime. Oeste obteve o laudo com exclusividade.

Há algumas semanas, a pedido de Gonet, Moraes solicitou o diagnóstico.

Esse teste consiste na realização de análises dentro do presídio a fim de saber se o detido tem condições de voltar à sociedade. Silveira se encontra em Bangu 8.

Moraes, contudo, achou o posicionamento da secretaria insuficiente. “Determino que o exame criminológico seja devidamente complementado, com resposta aos quesitos formulados”, escreveu o juiz do STF, no despacho.

Informações Revista Oeste


Mark Zuckerberg, que agora se declara libertário, já ligou duas vezes para Trump com pedido de desculpa por te suspendido sua conta na rede social

Mark Zuckerberg, dono do Facebook | Foto: Divlugação
Mark Zuckerberg, dono do Facebook | Foto: Divlugação

O fundador e dono do FacebookMark Zuckerberg, contratou o estrategista do Partido RepublicanoBrian Baker, para tentar melhorar seu relacionamento com a mídia e a opinião pública conservadora dos Estados Unidos.

Mark Zuckerberg, dono do Facebook | Foto: Divlugação
Mark Zuckerberg, dono do Facebook | Foto: Divlugação

Zuckerberg, maior acionista do grupo Meta, que além do Facebook também controla o Instagram, o Whatsapp e outras redes sociais, se tornou alvo de fortes críticas por parte do ex-presidente Donald Trump quando sua conta foi suspensa após os acontecimentos do dia 6 de janeiro.

Trump ameaçou prender Zuckerberg caso ele volte para a Casa Branca e manifestou apoio ao TikTok simplesmente porque é um dos concorrentes da Meta.

E em seu livro mais recente, Trump incluiu uma foto de Zuckerberg e disse que o empresário se envolveu em uma “CONSPIRAÇÃO CONTRA O PRESIDENTE”.

Todavia, parece que Zuckerberg está tentando fazer as pazes com o republicano. 

Nas últimas semanas o dono da Meta ligou para Trump duas vezes e chegou a chamá-lo de “durão”, após a tentativa de assassinato ocorrida na cidade de Butler, na Pensilvânia.

Segundo o jornal norte-americano The New York TimesZuckerberg ainda não teria procurado conversar com a vice-presidente e candidata democrata, Kamala Harris.

Trump disse que Zuckerberg teria lhe confessado que “não há como votar em um democrata” após a tentativa de assassinato.

Dono do Facebook que convencer conservadores de sua neutralidade

O objetivo do empresário seria convencer os republicanos de que ele e sua rede social são apartidários. Entretanto, segundo fontes próximas de Zuckerberg, o dono do Facebook estaria se identificando como “libertário”.

Essa busca pela neutralidade se estende à filantropia que Zuckerberg compartilha com sua esposa, Priscila Chan

No passado, a fundação do casal, a Chan Zuckerberg Initiative, já realizou doações para causas de esquerda, como a legalização das drogas. Algo que lhe rendeu fortes críticas do mundo conservador.

Agora Zuckerberg não quer mais promover causas que podem ser consideradas partidárias.

Em junho ele chegou a declarar para outros empresários bilionários que se arrependia de contratar funcionários que promoviam causas esquerdistas.

Tanto Zuckerberg quanto Chan teriam ficado perturbados com o que eles entendem serem atos antissemitas em campi universitários norte-americanos, incluindo Harvard, sua alma mater.

Informações Revista Oeste


Alexandre Correa travava uma batalha na Justiça contra a Valecred por conta de uma dívida adquirida através de empréstimos

Montagem feita a partir de fotos das redes sociais de Ana Hickmann e Alexandre Correa - Metrópoles

Alexandre Correa, que vivia um imbróglio com Ana Hickmann na Justiça, foi condenada por má-fé. O ex-marido da apresentadora ainda levou uma bronca do juiz ao tentar fazer uma manobra com relação a dívida que contraiu através de empréstimos, em nome da empresa que mantinham sociedade.

De acordo com documentos obtidos por Gabriel Perline, da Contigo, o empresário tentou penhorar um imóvel para sanar o débito com a Valecred, no valor de R$ 2.485.996,04, sendo que a propriedade não estava no seu nome. Eita!

Para o juiz que avaliou o caso, Correa tentou “burlar” a ação e, por conta disso, será obrigado a pagar uma multa de 1% em cima do montante da dívida, cerca de R$ 24.859,96.

“Pressupõe-se um comportamento processual desleal e doloso, de forma a desvirtuar os princípios e a finalidade do processo, podendo ser aplicada apenas em casos extremos, onde qualquer das partes, de forma ostensiva, negar ou distorcer grosseiramente a verdade com a clara intenção de induzir a erro o julgador ou de prejudicar a parte contrária”, alegou.

O magistrado ainda destacou a atitude ruim de Alexandre Correa: “No caso em tela, o executado apresentou bem imóvel que sabia ser de propriedade de terceiro, o que evidentemente denota má-fé em sua postura processual”.

Por fim, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) deu um prazo de 15 para Correa apresentar outros bens que possam ser penhorados para arcar com a dívida.

Procurado pelo veículo, Alexandre Correa não quis comentar o caso, justificando: “A imprensa não gosta de mim”. Então, tá! Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.

Informações Metrópoles


Ao Metrópoles, brasileiros relatam tensão no Líbano e a falta de ações mais concretas do governo brasileiro para retirá-los do país

Imagem colorida mostra homem em meio a escombros no Líbano - Metrópoles

Com a escalada de violência no Líbano, alvo de bombardeios de Israel contra o Hezbollah,brasileiros que vivem no país cobram uma atitude mais efetiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tentativa de deixar o inflamado território libanês.

Ao Metrópoles, brasileiros que estão no Líbano relatam que a tensão no país escalou nos últimos dias, após o governo de Benjamin Netanyahu intensificar os ataques contra o país.

“Nós não sabemos o quanto essa guerra pode aumentar, o quão rápido ela pode escalar”, diz a brasileira Carina Kadissi, que trabalha como guia turística no Líbano.

Ao lado do filho de sete anos e da mãe, Carina vive no distrito de Keserwan, a nordeste da capital Beirute. Apesar de a região não ser uma das principais afetadas pelos bombardeios israelenses, a brasileira afirma que tem buscado meios para deixar o Líbano.

“Graças a Deus, eu, meu filho e minha mãe estamos bem. Mas, com a situação que está aqui e a guerra, que se intensificou há três dias, estamos tentando voltar para o Brasil. Tentando, porque quase não há voos”, revela.

Repatriação

Em meio à destruição e falta de alternativas para deixar o Líbano, brasileiros aguardam ações mais concretas do governo do Brasil para que sejam repatriados. 

Uma fonte do Itamaraty confirmou ao Metrópolesque a pasta já possuí uma estratégia pronta para retirar brasileiros do Líbano. No entanto, o plano precisa da aprovação do presidente Lula para ser posto em prática.

Com família no Líbano, o líbano-brasileiro Hussein Ezzddein explica que brasileiros – tanto fora quanto dentro do país – seguem pressionando as autoridades brasileiras a agir e retirar seus cidadãos da área de risco. 

“O governo precisa agir antes que aconteçam mais tragédias”, explica Ezzddein, que retornou do Líbano há cerca de dez dias após visitar familiares no país. “Eu estive lá, e vi que a embaixada em Beirute não consegue fazer nada de lá sem a autorização daqui do Brasil”.

“Cada um por si”

De acordo com relatos, a embaixada do Brasil em Beirute chegou a enviar um formulário para que brasileiros interessados em deixar o Líbano preenchesse. Mas, até o momento, não tem prestado maiores auxílios para quem vive no país.

“Não sei o quanto estamos conseguindo pressionar [a representação brasileira no Líbano], o quanto a gente tem esse poder de pressionar. Eles mandaram o formulário para preencher, e todo mundo preencheu, pois estamos todos desesperados para sair daqui”, conta Carina. “Só que ajuda pelo consulado e pela embaixada, realmente, não estamos vendo”.

Carina revela que a falta de cooperação das autoridades do Brasil fez com que a maioria dos brasileiros no país ficasse “cada um por si”.

“Está cada um por si. Graças a Deus, eu e minha família ainda temos um pouco de condição de tentar comprar uma passagem aérea para deixar o Líbano, o que está difícil, pois a maioria das companhias aéreas cancelou seus voos, tanto saída quando vinda para o Líbano”, explica.

Brasileiros mortos

A pressão contra o governo Lula surge em meio a mortes de brasileiros durante os recentes ataques de Israel no Líbano.

No início da semana, o brasileiro Ali Kamala Abdallah, de 15 anos, morreu junto do pai após um ataque aéreo de Israel na cidade de Kelya.

Três dias depois,  Mirna Raef Nasser e o pai delatambém morreram durante um bombardeio israelense. A adolescente, de 16 anos, é natural de Balneário Camboriú, Santa Catarina, mas morava no Líbano desde quando tinha 1 ano.

Até o momento, a intensificação dos ataques de Israel contra o Hezbollah no Líbano já mataram mais de 500 pessoas e deixaram centenas de feridos.

Informações Metrópoles


O Presidente disse que ‘programa é para alimentação e necessidades básicas’, segundo ministro responsável pela área

Lula reagiu a estudo realizado pelo Banco Central | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo
Lula reagiu a estudo realizado pelo Banco Central | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou indignação em Nova York depois de tomar conhecimento do impacto das bets nas contas da população mais pobres e alta de endividamento. Ele cobrou medidas urgentes de seu governo para reverter esse cenário.

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, disse ao jornal Folha de S.Paulo que Lula solicitou “providências urgentes” sobre o tema. A pasta é responsável pelo programa Bolsa Família.

“O presidente defende que Bolsa Família é para alimentação e necessidades básicas de cada família beneficiária”, disse Dias à Folha. “Pediu urgentes providências.”

O cartão do Bolsa Família, que pode ser usado para compras no débito e outras movimentações, como saque do benefício, deve ser vetado para as bets.

“A regulamentação das bets, coordenada pelo Ministério da Fazenda e Casa Civil, deve conter regra com limite zero para o cartão de benefícios sociais para jogos e controle com base no CPF de quem joga”, acrescentou o ministro.

Levantamento sobre apostas e Bolsa Família foi realizado pelo Banco Central | Foto: Montagem/Revista Oeste
Levantamento sobre apostas e Bolsa Família foi realizado pelo Banco Central | Foto: Montagem/Revista Oeste

O monitoramento por CPF está previsto na regulação do setor no Brasil. 

“Você vai ter CPF por CPF de quem está apostando, tudo sigiloso, mas ele vai abrir essa conta”, explicou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quarta-feira, 25. “Vamos poder ter um sistema de alerta em relação às pessoas que estão revelando uma certa dependência psicológica do jogo.”

Movimento de Lula acontece depois de estudo do Banco Central

Lula tomou conhecimento da situação por meio de uma nota técnica do Banco Central (BC), que indicou gastos de R$ 3 bilhões em apostas por beneficiários do Bolsa Família apenas via Pix em agosto.

Segundo a Folha, o presidente externou a interlocutores preocupação com o impacto em pessoas em situação de vulnerabilidade, inclusive entre adolescentes e jovens.

Os dados do BC também provocaram repercussões no Ministério da Fazenda. Haddad disse que a regulamentação não vai olhar somente para o lado fiscal, mas que também vai proteger os apostadores.

Informações Revista Oeste