
Entre os dias 5 e 6 de maio de 2026, a VII Feira Solidarizar: Da Ideia à Ação reuniu centenas de pessoas de Feira de Santana, com destaque para os bairros periféricos. Promovido pelo Instituto de Saúde e Ação Social (ISAS), o evento contou com 32 monitores, que expuseram seus produtos em toldos armados na sede social do ISAS, no bairro Jardim Acácia. Com o objetivo de valorizar o artesanato (crochê, macramê, bonecas de pano, tricô…) além de produtos de Aromoterapia (sabonetes, difusores de ambiente, escalda pés, velas…), todos foram comercializados e a renda revertida para os próprios monitores. A coordenadora Lúcia Margarida Alves de Figueredo, ao concluir a ação, disse que o ISAS atingiu seu objetivo. “Nós trouxemos os monitores para expor seus produtos, comercializar e ter uma renda extra. Não temos fins lucrativos, mas mostrar o que eles fazem aqui e o que aprendem com nossa coordenação”, relatou Lúcia Figueredo que também informou que atualmente há 19 cursos coordenados pelo ISAS.
Sobre o ISAS
O Instituto de Saúde e Ação Social (ISAS) é uma organização sem fins lucrativos que, há mais de 35 anos, atua com excelência e propósito na promoção da saúde e da assistência social. Fundado em Feira de Santana, na Bahia, o ISAS nasceu do desejo genuíno de servir e transformar realidades, tornando-se uma referência no cuidado humanizado e no impacto social. Com sede em Feira de Santana, o ISAS já atuou em mais de 100 municípios, com uma equipe formada por mais de 1.000 colaboradores diretos e indiretos. As ações já impactaram positivamente a vida de mais de 50 mil pessoas, oferecendo acesso à saúde, acolhimento social e oportunidades de uma vida mais digna.
Fotos ilustração: Sede do ISAS onde teve a VII Feira – Rua Antenor Moreira Pinho, 75, Jardim Acácia – Feira de Santana
Contato: Jornalista Jair Onofre de Souza – (75) 9.9264.3888
Iniciativas realizadas em abril, no âmbito do projeto “Seja Brother”, mobilizaram estudantes, famílias e comunidades escolares na capital e no interior

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (CAOCA), realizou, ao longo do mês de abril, uma série de ações de prevenção e enfrentamento ao bullying, ao ciberbullying e às violências contra crianças e adolescentes, com foco especial no ambiente digital. As iniciativas integram o Plano de Ação em Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes no Ambiente Digital e dialogam com a campanha “O cuidado não pode ficar só no off”, que alerta para a importância da proteção também no mundo virtual.
As atividades foram conduzidas por Promotores e Promotoras de Justiça em escolas da capital e do interior, alcançando estudantes, familiares e comunidades escolares. Em Salvador, a promotora de Justiça Ana Emanuela realizou palestra no Colégio Sacramentinas.
No interior, as ações ocorreram em diversos municípios. Em Paramirim, o promotor Victor Fagundes reuniu cerca de 500 pais no Colégio Ulysses Caires de Brito, em atividade realizada em parceria com o juiz da Infância e Juventude, abordando poder familiar, prevenção da violência nas escolas e cuidados no ambiente digital. No mesmo município, também foi realizada palestra no Colégio Antônio Cruz, com foco no combate ao bullying e ao ciberbullying. Em Paulo Afonso, o promotor Alison Trindade dialogou com estudantes do ensino fundamental II e médio do Colégio Sete, em atividades realizadas em dois turnos. Já em Belmonte, o promotor Matheus Daibert abordou a proteção no ambiente digital e o enfrentamento ao bullying. Em Riachão, a atividade foi conduzida pelo promotor Luciano Medeiros.
Durante as palestras, foram discutidos os impactos emocionais, sociais e jurídicos dessas práticas, destacando a necessidade de responsabilização adequada, o fortalecimento de vínculos familiares e escolares e a promoção de uma cultura de respeito, empatia e proteção integral.
As ações contaram ainda com a atuação do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (Ceduc), no âmbito do projeto “Seja Brother”. Em Salvador, a promotora de Justiça Anna Karina Omena Vasconcellos Trennepohl conduziu atividade no Colégio Bernoulli, envolvendo centenas de estudantes, reforçando a importância da construção de ambientes escolares seguros, inclusivos e respeitosos.

Foto: Reginaldo Ipê/CMS
O Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (PMSPDS), considerado um marco na atuação da Prefeitura de Salvador na área da segurança pública, foi aprovado nesta quarta-feira (6) pela Câmara Municipal. O projeto, encaminhado pelo Executivo em dezembro do ano passado, consolida um conjunto de ações integradas voltadas à prevenção da violência, fortalecimento da Guarda Civil Municipal (GCM), ampliação do videomonitoramento e promoção da cultura de paz na capital baiana.
O PMSPDS estabelece princípios, diretrizes e objetivos da política municipal de segurança, prevendo integração entre órgãos públicos, ações preventivas e articulação com os governos estadual e federal. O plano reúne 46 metas e 241 ações, distribuídas entre iniciativas contínuas e medidas de curto (1 a 2 anos), médio (3 a 5 anos) e longo prazo (6 a 10 anos).
Entre os principais investimentos previstos estão a instalação de mais 6,3 mil câmeras de vigilância em diversos pontos da cidade, a implantação do Centro de Controle e Operações (CCO), em construção no bairro do Lobato, e a realização de um novo concurso público para ampliar o efetivo da Guarda Civil Municipal. O orçamento destinado à área é estimado em R$ 5,6 bilhões até 2028, podendo alcançar R$ 14,3 bilhões até 2035.
Com a aprovação do plano, a cidade deverá alcançar a marca de 10 mil câmeras de videomonitoramento integradas entre poder público e iniciativa privada. Atualmente, a Prefeitura possui 3,7 mil equipamentos em funcionamento e pretende ampliar esse número para 5 mil câmeras públicas, além de outras 5 mil em parceria com o setor privado.
Na mensagem ao Legislativo, o prefeito Bruno Reis ressaltou que o projeto é um avanço para a capital baiana. “Trata-se de uma política de Estado, e não de governo, que busca consolidar um pacto social duradouro entre o Poder Público e a sociedade soteropolitana, garantindo que a paz urbana deixe de ser uma expectativa e se torne uma realidade vivida nos bairros, nas escolas, nas praças e nos lares da nossa cidade”, salientou.
Diagnóstico – O plano foi elaborado pela GPública Consultoria e começou a ser desenvolvido em abril de 2024. O processo incluiu diagnóstico da violência na capital, oficinas técnicas, audiências públicas, entrevistas com gestores municipais, guardas civis e conselheiros tutelares, além da elaboração de planejamento orçamentário para a próxima década.
O documento também se baseou em levantamento realizado nas dez regiões administrativas de Salvador. Segundo a consultoria, 1.224 pessoas participaram de pesquisa sobre percepção da violência, representando mais de 50 bairros da capital. Entre os entrevistados, 72,87% afirmaram não estar satisfeitos com a segurança da cidade, enquanto 64,29% relataram já terem sido vítimas de furto ou roubo.
A estratégia municipal está estruturada em quatro eixos: Proteção Cidadã; Qualidade e Meio Ambiente Seguro; Pacificação Social; e Fortalecimento Institucional das Forças de Segurança Municipal. Entre os objetivos previstos estão a prevenção e redução da criminalidade, melhoria da qualidade do ambiente urbano, ampliação da assistência social, promoção de oportunidades para jovens, fortalecimento da segurança comunitária e modernização da Guarda Civil Municipal.

O Projeto de Lei da Dosimetria, que reduz penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, volta ao Congresso Nacional depois do fim do prazo para promulgação pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), encerrado nesta quarta-feira, 6. Sem manifestação do Executivo, a responsabilidade passa ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O veto de Lula à proposta foi rejeitado na semana anterior, quando 49 senadores e 318 deputados votaram contra a decisão presidencial. Com a derrubada do veto, o texto foi encaminhado ao Executivo, que tinha 48 horas para promulgar, conforme prevê a Constituição. Como Lula não assinou, o texto retorna ao Legislativo.
Agora, a tarefa de promulgar o projeto cabe a Alcolumbre. Se ele não o fizer, a incumbência será transferida ao vice-presidente do Senado, seguindo a ordem de sucessão prevista em lei.
A relação entre Planalto e Congresso segue marcada por desentendimentos, agravados depois do veto à indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Desde o ano passado, divergências sobre temas como segurança pública e o PL Antifacção aumentaram a tensão entre os poderes.
No evento de lembrança dos atos de 8 de janeiro, realizado no Palácio do Planalto, nem Alcolumbre nem Hugo Motta, presidente da Câmara, compareceram. O mesmo se repetiu na cerimônia de sanção da isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil mensais.
Nesta quarta-feira, 6, Lula também não esteve presente à celebração do bicentenário da Câmara dos Deputados, em contexto de clima político tenso. O presidente assinou o veto ao projeto no aniversário de três anos dos atos em Brasília.
Advogados de réus pelos eventos de 8 de janeiro aguardam a entrada em vigor da nova lei para solicitar ao Supremo Tribunal Federal a redução das penas impostas aos condenados. O destino do projeto agora está nas mãos do Congresso.
Informações Revista Oeste

Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília
As seis dezenas do concurso 3.005 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 36 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas em todo o país ou pela internet, no site das Loterias Caixa e pelo aplicativo da Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Por se tratar de um concurso com final cinco, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
Informações Agência Brasil

As discussões no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a colaboração premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, têm como ponto central a exigência de devolução total dos valores desviados. A análise da proposta ocorre no contexto de investigações que mostram desvios bilionários e mobilizam a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal (PF).
Fontes ligadas ao STF ressaltaram ao jornal O Globo que não será aceito acordo que envolva devolução parcial ou pré-negociação de valores. O entendimento dominante entre os ministros é que a reparação deve ser integral, com exceção apenas para casos nos quais fique comprovada incapacidade de pagamento pelo investigado.

O modelo vigente no STF determina que o colaborador precisa admitir os crimes, detalhar sua participação e identificar outros envolvidos, de modo a assumir simultaneamente o compromisso de devolver tudo o que estiver ao seu alcance. Isso inclui recursos no Brasil e no exterior, além de bens passíveis de recuperação.
A Corte rejeita práticas anteriores, como as adotadas durante a Operação Lava Jato, que permitiam devoluções parceladas ao longo de anos. Ministros avaliam que esse método não trouxe resultados satisfatórios, principalmente pela lentidão na recuperação do dinheiro e por desafios de execução.
O acordo de colaboração, para ter homologação, deve ser voluntário e verdadeiro. “O delator precisa declarar que agiu por livre e espontânea vontade, sem coação”, explicou um interlocutor. A proposta de Vorcaro ainda passará por análise da PGR e da PF e pode receber ajustes antes de chegar ao relator no STF, ministro André Mendonça.
Segundo fontes próximas ao processo, o aspecto financeiro do acordo representa o principal ponto de tensão. Com suspeitas de fraudes no sistema bancário, a expectativa do STF é que a reparação seja proporcional ao prejuízo identificado. Isso eleva o valor que o colaborador deve restituir.
Informações Revista Oeste

O senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do Progressistas, é alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 7. Trata-se da quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.
Agentes federais cumprem mandados de busca e apreensão no endereço do senador em Brasília, na manhã desta quinta.
Em nota, a Polícia Federal informou que a quinta fase tem “o objetivo de aprofundar investigações sobre um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional”.
Os policiais federais cumprem 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.
O ministro ainda mandou bloquear bens, direitos e valores no valor de R$ 18,85 milhões.
O alvo do mandado de prisão temporária é Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O parente do banqueiro já foi preso nesta manhã em Minas Gerais, informou a emissora.
Informações Revista Oeste

A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República rejeitaram o conteúdo prévio da proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro e cobraram novas informações para dar andamento a um eventual acordo de colaboração premiada.
Segundo apuração divulgada pelo G1 e pelo Correio Braziliense, investigadores consideraram que a versão inicial apresentada pela defesa era insuficiente e não trouxe elementos novos relevantes para as investigações. A proposta preliminar foi entregue, mas, na avaliação de policiais e procuradores, o material se limitava a relatar fatos já conhecidos no âmbito da apuração, sem avançar sobre possíveis novos envolvidos ou provas que pudessem aprofundar o caso.
Diante disso, PF e PGR solicitaram que a defesa apresentasse dados mais consistentes, incluindo informações inéditas e elementos que ajudem a esclarecer a estrutura investigada. A principal crítica foi a ausência de nomes considerados centrais e de evidências capazes de impulsionar o inquérito.
Após a rejeição inicial, os advogados de Vorcaro entregaram novos anexos com a proposta de delação, organizados por temas e acompanhados de indicações de possíveis provas. O material, encaminhado nesta semana, ainda será analisado pelas autoridades antes de qualquer decisão sobre a continuidade das negociações.
Informações Metro1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Polícia Federal (PF) vão firmar um acordo de cooperação para reforçar o combate à venda ilegal de medicamentos utilizados no emagrecimento, como as chamadas “canetas emagrecedoras”. A medida busca ampliar a fiscalização sobre produtos à base de tirzepatida e semaglutida comercializados sem registro, controle sanitário ou comprovação de origem.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (6) pelo diretor da Anvisa, Daniel Pereira, durante a 7ª Reunião Pública da diretoria da agência. Segundo ele, a parceria permitirá uma atuação mais integrada no enfrentamento à produção, importação e comercialização clandestina desses medicamentos, principalmente em plataformas digitais.
De acordo com Pereira, o avanço do uso irregular das canetas emagrecedoras tem sido acompanhado pelo aumento de eventos adversos relacionados ao consumo sem prescrição médica e ao uso de produtos falsificados ou sem garantia de qualidade. “A saúde pública do século 21 exige instituições fortes, técnicas, éticas e comprometidas com o bem coletivo”, afirmou.
O diretor citou como exemplo a operação Heavy Pen, realizada no mês passado em diversos estados brasileiros. A ação cumpriu 45 mandados de busca e apreensão e 24 fiscalizações, identificando medicamentos sem registro e estabelecimentos irregulares. Com a nova parceria, os produtos apreendidos passarão a ser analisados de forma conjunta pela perícia da PF e pelo corpo técnico da Anvisa, fortalecendo tanto as investigações criminais quanto a avaliação dos riscos à saúde da população.
Informações Metro1

A Câmara de Feira de Santana realiza nesta quinta-feira (7) a sessão solene de outorga do Título de Cidadão Feirense a Mário Paim. A homenagem proposta pelo vereador e pré-candidato a deputado estadual Jurandy Carvalho, acontecerá no plenário da Casa e deve reunir familiares, amigos, autoridades e convidados.
Natural de Salvador e criado em Amélia Rodrigues, Mário Paim construiu em Feira de Santana parte importante da própria história. Ao longo dos anos, criou laços com o município e passou a ser reconhecido pela convivência próxima com a comunidade.
“Mário é um homem simples, trabalhador e que construiu uma história bonita em Feira de Santana. Esse título é uma forma de agradecer por tudo que ele representa para nossa cidade”, afirmou Jurandy.
O Título de Cidadão Feirense é uma das principais honrarias concedidas pelo Legislativo, e reconhece pessoas que mesmo não tendo nascido em Feira de Santana, desenvolveram uma trajetória de contribuição e ligação com o município.
Ascom | Jurandy Carvalho – vereador e pré-candidato a deputado estadual