
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (11), a Operação Peptídeos para desarticular um esquema criminoso de comercialização irregular de substâncias utilizadas como canetas emagrecedoras. Os policiais, coordenados pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), investigam a venda de medicamentos sem controle sanitário e sem prescrição médica.
A megaoperação mobiliza mais de 200 policiais civis e cumpre 57 mandados de busca e 10 de prisão em Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Simões Filho, Feira de Santana e São Paulo.
As apurações apontam que o grupo utilizava redes sociais e aplicativos de mensagens como principais canais de escoamento dos produtos. Originalmente indicadas para o tratamento de diabetes tipo 2, as substâncias eram desviadas para fins exclusivamente estéticos.
De acordo com a Polícia Civil, a rede operava à margem da legislação vigente, apresentando irregularidades graves como ausência de receita médica para a comercialização, armazenamento e transporte fora dos padrões térmicos e sanitários exigidos e falta de comunicação aos órgãos de vigilância competentes.
A ação é resultado de um esforço conjunto de departamentos especializados, incluindo o Departamento de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e o de Repressão e Combate à Corrupção (Draco). A operação conta ainda com o apoio técnico da Vigilância Sanitária Municipal de Salvador (DVIS), do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Polícia Militar.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (10), o ex-presidente Jair Bolsonaro receba a visita do assessor sênior do governo Donald Trump, Darren Beattie, na prisão.
Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente precisa de uma autorização de Moraes, relator do processo que levou Bolsonaro à cadeia, para receber visitas.
No requerimento entregue a Moraes, a defesa de Bolsonaro pediu que a visita do norte-americano fosse autorizada no dia 16 de março, uma segunda-feira, ou no dia 17, uma terça-feira. No entanto, o ministro do STF marcou o encontro para o dia 18 de março, uma quarta-feira, das 8h às 10h. Geralmente, as visitas ao ex-presidente são agendadas para quartas e sábados.
Na decisão, Moraes diz que não há previsão legal para mudar o dia de visitação, “uma vez que os visitantes devem ser adequar ao regime legal do estabelecimento prisional e não o contrário, no sentido de resguardar a organização administrativa e a segurança”.
O ministro também autorizou que Bettie esteja acompanhado do intérprete, que deverá ser previamente informado.
Informações Bahia.ba

O ministro Cristiano Zanin interrompeu nesta terça-feira, 10, o julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidirá se o pastor Silas Malafaia se tornará réu por injúria, calúnia e difamação. O magistrado pediu vista dos autos logo que o relator do caso, Alexandre de Moraes, proferiu o primeiro voto favorável à aceitação da denúncia. Com a suspensão, não há previsão para que a análise seja retomada, o que adia o desfecho de um processo movido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base em críticas do líder religioso contra a cúpula do Exército.
A denúncia decorre de um discurso de Silas Malafaia realizado em um carro de som na Avenida Paulista, em São Paulo. Na ocasião, o pastor chamou os membros do Alto Comando do Exército de “frouxos”, “covardes” e “omissos” em razão da prisão do general Walter Braga Netto. Malafaia reforçou as críticas em suas redes sociais, afirmando que os oficiais não honravam a farda, o que motivou uma representação direta do comandante do Exército, general Tomás Paiva, junto às autoridades judiciais.
Em sua manifestação, Alexandre de Moraes afirmou que a conduta de Silas Malafaia apresenta indícios de crime e se assemelha ao “modus operandi” das milícias digitais investigadas pela Corte. O relator sustentou que o pastor utilizou sua influência e plataformas digitais para replicar ofensas contra funcionários públicos no exercício de suas funções, alcançando mais de 300 mil visualizações. Moraes argumentou que, nesta fase processual, existe suporte probatório mínimo para que o líder religioso responda criminalmente pelos ataques.
Caso o STF decida pela abertura da ação penal, Silas Malafaia enfrentará uma fase de coleta de provas e interrogatórios. Em caso de condenação, Moraes já sinalizou que a pena poderá sofrer agravantes pela ampla disseminação das ofensas em ambientes públicos e virtuais, elevando a pressão sobre o pastor em meio ao cerco judicial aos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Informações Revista Oeste

Uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 11, revela que o Supremo Tribunal Federal (STF) é a instituição que os brasileiros mais associam ao escândalo do Banco Master. Entre os cidadãos que afirmam conhecer o caso, 35% citam a Suprema Corte como o principal órgão relacionado às irregularidades, superando o governo federal (21%), o Congresso (18%) e a percepção de que todos os Poderes estão envolvidos (26%).
O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-00386/2026, mostra ainda que 69,9% dos entrevistados acreditam que a credibilidade do tribunal sofreu um forte abalo com as investigações. Esse desgaste institucional é reflexo de uma sequência de revelações sobre a proximidade entre magistrados e o dono do banco, Daniel Vorcaro.
Dados recuperados pela Polícia Federal revelam que o banqueiro financiou eventos luxuosos para autoridades em Londres, incluindo uma degustação de uísque para os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Além disso, perícias técnicas revelaram mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro no dia da primeira prisão do empresário, em novembro de 2025, nas quais o banqueiro questionava o ministro sobre um pedido de “bloqueio” e estratégias para “entrar no circuito do processo” diante de vazamentos na imprensa.
A percepção negativa da opinião pública sobre o STF também é justificada por ligações financeiras diretas. Em fevereiro, o gabinete do ministro Dias Toffoli confirmou a participação do magistrado em uma empresa que vendeu cotas de um resort no Paraná para fundos vinculados ao Banco Master. O episódio forçou Toffoli a abandonar a relatoria do inquérito que apura fraudes na tentativa de venda da instituição de Vorcaro ao banco estatal BRB, operação que acabou barrada pelo Banco Central por falta de lastro.
A situação agravou-se na segunda-feira 9, com a divulgação de uma nota oficial do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. O escritório confirmou ter sido contratado pelo próprio Daniel Vorcaro para prestar serviços de consultoria jurídica. Ela recebeu a soma de R$ 129 milhões em um contrato com o banco.
Informações Revista Oeste

Nesta terça-feira (10), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula a Silva (PT) de não comparecer à posse do presidente eleito do Chile, José Antonio Kast. Para o parlamentar, que é pré-candidato à Presidência, o petista “não consegue conviver com quem pensa diferente”, mas a ausência de Lula não será sentida.
Flávio deu a declaração durante entrevista à TV Band. O senador foi questionado sobre a decisão de Lula ser motivada pela presença do parlamentar na posse.
– Eu lamento que a essa altura do campeonato, o Lula ainda não consiga conviver com quem pensa diferente dele. Você vê que ele transborda intolerância, transborda o ódio até – apontou.
E completou.
– Um presidente da República convidado por outro presidente eleito, poderia sem problema nenhum vir pra cá. Mas o Brasil também não perde nada com a ausência dele, já que ele prefere se aproximar de países em que grupos terroristas dominam (…) Certamente ele não se sentiria muito à vontade no Chile – afirmou.
Informações Revista Oeste

O Departamento de Estado dos EUA afirmou nesta terça-feira, 10, que o governo norte-americano considera as facções criminosas brasileiras uma ameaça relevante à segurança regional. A avaliação foi apresentada durante discussões em Washington sobre a adoção de instrumentos mais duros de combate ao narcotráfico.
Segundo o governo sob a liderança do republicano Donald Trump, organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre os grupos que atualmente preocupam autoridades de segurança no hemisfério.
“Os Estados Unidos consideram que organizações criminosas brasileiras, incluindo o PCC e o CV, representam ameaças significativas à segurança regional em razão de seu envolvimento com tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, afirmou o Departamento de Estado, em resposta por escrito ao jornal O Globo.
O órgão comandado pelo secretário de Estado Marco Rubio evitou comentar diretamente a possibilidade de classificar essas facções como organizações terroristas estrangeiras. Esse mecanismo jurídico utilizado pelos EUA amplia sanções e instrumentos legais contra determinados grupos.
“Não antecipamos possíveis designações terroristas nem deliberações sobre esse tipo de classificação”, afirmou o Departamento de Estado dos EUA. “Estamos plenamente comprometidos em adotar medidas apropriadas contra grupos estrangeiros envolvidos em atividade terrorista.”
A possibilidade de aplicação desse enquadramento a facções brasileiras é acompanhada com preocupação pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema foi tratado na noite do último domingo, 8, em conversa telefônica entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e Rubio.
O Brasil tem defendido o aprofundamento da cooperação bilateral em segurança, mas argumenta que o combate ao crime deve preservar a soberania nacional. A discussão também deverá aparecer no próximo encontro entre Lula e Trump, em Washington, ainda sem data definida. O governo brasileiro pretende reforçar a ideia de parceria no enfrentamento ao crime organizado, mas com abordagem diferente da adotada por alguns países da região.
Nos últimos meses, a hipótese de classificar facções brasileiras como organizações terroristas passou a circular com mais força em debates dentro do governo norte-americano. Caso esse enquadramento avance, ele poderá abrir caminho para sanções financeiras, bloqueio de ativos e restrições legais contra integrantes e apoiadores desses grupos no sistema financeiro internacional.
Informações Revista Oeste

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (11) que a redução da jornada de trabalho para até 40 horas semanais é “plenamente sustentável e factível” no Brasil. A declaração foi feita durante debate na Câmara dos Deputados do Brasil sobre propostas que discutem o fim da escala 6×1.
Segundo o ministro, a economia brasileira tem condições de absorver a mudança, mas a adoção imediata de jornadas ainda menores, como 36 horas semanais, não seria viável neste momento. “Na nossa avaliação, não caberia implantar imediatamente as 36 horas semanais. O que cabe agora é uma jornada máxima de 40 horas semanais, sem redução de salário e com duas folgas na semana. Portanto, estamos falando de uma escala 5 por 2”, afirmou.
Marinho participou de audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a primeira realizada neste ano para discutir o tema. Por iniciativa do relator da proposta que trata do fim da jornada 6×1, o deputado Paulo Azi (União-BA), estão previstas ao menos quatro audiências públicas antes de a matéria ser analisada pelos parlamentares.
O ministro também disse que, neste momento, o governo não pretende encaminhar um novo projeto sobre o assunto. Segundo ele, o avanço da discussão dependerá da tramitação das propostas já existentes no Congresso e do diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Marinho ressaltou ainda que regras específicas sobre escalas de trabalho não deveriam constar na Constituição, mas sim a definição da jornada máxima permitida.
Ao defender o modelo 5×2, o ministro afirmou que a mudança atende a uma demanda crescente entre trabalhadores mais jovens. “Temos convicção de que a redução da jornada para 40 horas semanais é viável e sustentável”, declarou.
Sobre os impactos econômicos, Marinho reconheceu que a medida pode gerar aumento de custos para empresas, mas argumentou que a redução da jornada tende a estimular ganhos de produtividade. Segundo ele, experiências nacionais e internacionais indicam que menos horas de trabalho podem resultar em maior eficiência.
O debate sobre o fim da escala 6×1 ganhou força no ano passado após mobilização liderada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que apresentou uma proposta sobre o tema. O texto está sendo analisado junto com outras iniciativas na Câmara, após decisão do presidente da Casa, Hugo Motta, de encaminhar o assunto para análise da CCJ.
Informações Metro1

A Prefeitura de Feira de Santana vai publicar, na edição desta quarta-feira (11) do Diário Oficial Eletrônico do Município (www.feiradesantana.ba.gov.br), o edital da licitação pública para contratação de Parceria Público-Privada (PPP) para a construção do Hospital Municipal de Feira de Santana. O certame foi anunciado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho durante coletiva à imprensa no Paço Municipal Maria Quitéria, na manhã desta terça-feira (10), e será realizado por meio de leilão na Bolsa de Valores de São Paulo, nos dias 11 e 15 de maio.
Além da construção, a empresa vencedora da PPP também será responsável pela equipagem, operação e manutenção do Hospital Municipal. O projeto arquitetônico e de engenharia foi elaborado pela Fespsp (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) e levou 10 meses para ser concluído, prevendo investimentos superiores a R$ 260 milhões.
Ao apresentar o projeto, o prefeito José Ronaldo enfatizou que a iniciativa é a realização de um sonho antigo dos feirenses. “É um desafio, uma ousadia muito grande sonhar com um projeto como este para ser realizado em Feira de Santana”, afirmou o chefe do Executivo municipal, ao observar que esta é certamente a única cidade no país que investe 35% de sua arrecadação exclusivamente na área de saúde.
O Hospital Municipal de Feira de Santana será instalado na Avenida Maria Quitéria, na área da antiga API (Associação de Proteção à Infância), ocupando uma área de 13.875 metros quadrados. Vai oferecer 110 leitos, 10 UTIs, centro cirúrgico com duas salas amplas e sala de treinamento com capacidade para 80 pessoas.
O equipamento será de alta complexidade e 100% voltado para o Sistema Único de Saúde (SUS). Terá a contratação da empresa para a PPP por meio de leilão realizado na B3, a bolsa de valores oficial do Brasil, em São Paulo. A previsão é de que a gestão da unidade hospitalar seja realizada por meio da Parceria Público-Privada pelo prazo de 22 anos.
Durante a apresentação do projeto à imprensa, o prefeito José Ronaldo esteve acompanhado do secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, do vice-prefeito Pablo Roberto e do presidente da Câmara Municipal, Marcos Lima. Também estiveram presentes vários vereadores e secretários municipais.
O Hospital Municipal vai proporcionar a realização de cirurgias eletivas e leitos de retaguarda destinados a pacientes que necessitam de internação clínica, além de ser equipado com moderno parque tecnológico de bioimagem, oferecendo exames de tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia.
*Secom

A jornalista Malu Gaspar comentou, nesta segunda-feira (9), uma notícia trazida pela também jornalista Andreéia Sadi, do Grupo Globo, de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estariam defendendo ajustes na Polícia Federal (PF) em meio à atuação da corporação em investigações recentes, cujas informações têm respingado em magistrados da Corte como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Em seu comentário, feito durante o programa Estudio i, da GloboNews, Malu lembrou que, na época em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi impedido pelo próprio STF de fazer mudanças na cúpula da corporação, a acusação contra ele era de “golpismo”, e questionou como então deveria ser chamada a postura dos ministros da Suprema Corte atualmente.
Em seu comentário, feito durante o programa Estudio i, da GloboNews, Malu lembrou que, na época em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi impedido pelo próprio STF de fazer mudanças na cúpula da corporação, a acusação contra ele era de “golpismo”, e questionou como então deveria ser chamada a postura dos ministros da Suprema Corte atualmente.
– Quando Bolsonaro queria mandar na Polícia Federal era “golpismo”. Agora [que] o Supremo quer mandar na Polícia Federal, chama como? – enfatizou a jornalista.
Malu disse ainda que a atitude do Supremo denota que a Corte “não está contente com o avanço do trabalho correto” que a PF está fazendo e que o objetivo do STF em interferir na Polícia Federal é “pairar acima de tudo e de todos”.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/GloboNews

O senador Otto Alencar (PSD-BA) reagiu, nesta terça-feira (10), à apresentação da PEC para o fim da reeleição apresentada pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo ele, a Proposta de Emenda à Constituição sobre o fim da reeleição já foi aprovada na CCJ do Senado Federal.
A proposta apresentada por Flávio foi protocolada na Casa Alta do Congresso Nacional na última segunda-feira (2). No entanto, a proposta aprovada foi a apresentada pelo senador Jorge Kajuru (PSB-SP), que aborda o mesmo assunto do fim da reeleição para prefeitos, governadores e presidente.
“Se realmente o Congresso Nacional quiser fazer uma coisa boa pelo Brasil, acabe com a reeleição de dois em dois anos e coloque eleições gerais com mandatos para cinco anos. Já aprovamos na CCJ, mas o Davi [Alcolumbre, presidente do Senado] não colocou em pauta ainda. Se continuar dessa forma, com eleição de dois em dois anos, a nossa democracia vai acabar”, disse ele.
O processo de reeleição no Brasil foi instituído em 1997, com a Proposta de Emenda à Constituição nº 16/1997, tendo Fernando Henrique Cardoso como o primeiro presidente reeleito. Na proposta de Flávio, o presidenciável justifica que, desde que foi instituída a reeleição, os presidentes têm agido em “ciclo permanente de campanha”, ampliando pautas eleitoreiras e postergando medidas impopulares.
Para Alencar, desde então, o Brasil passou por diversas crises, como a prisão dos ex-presidentes Fernando Collor, Michel Temer, Lula (a qual definiu como uma inquisição) e de Jair Bolsonaro. Conforme o senador, todas as crises políticas do Brasil foram causadas pela reeleição.
“Para uma democracia que tem pouco mais de 25 anos passar por tanta crise, a culpa não é do povo, é da reeleição. Tem que acabar com a reeleição para presidente da República, governador e prefeito. Agora o Flávio Bolsonaro pegou essa ‘ponga’ do meu projeto e está complementando. Dificilmente um Bolsonaro tem razão, mas, nesse caso, ele tem”, concluiu Otto.
*bahia.ba
Foto: Daniel Serrano / bahia.ba