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Relatório Focus foi divulgado nesta segunda-feira, 4, pelo Banco Central

Sede do Banco Central (BC) do Brasil em Brasília | Foto: Raphael Ribeiro/BCB
Sede do Banco Central do Brasil em Brasília | Foto: Raphael Ribeiro/BCB

O Relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, 4, pelo Banco Central, mostra uma projeção de alta da inflação para 2026 e queda do crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) em 2027.

Os analistas de mercado que participam do boletim estimam que o IPCA vai fechar neste ano em 4,89%, ante a projeção de 4,86% na semana passada. É a oitava semana seguida de estimativa de alta da inflação.

Para 2027, o mercado projeta inflação de 4%, mesmo porcentual da semana passada; já para 2028, a perspectiva é de alta: o IPCA deverá fechar o ano em 3,64%, ante a projeção de 3,61% na semana passada.

Relatório Focus de 30/04/2026, divulgado em 04/05/2026 | Foto: Reprodução/Banco Central
Relatório Focus de 30/4/2026, divulgado em 4/5/2026 | Foto: Reprodução/Banco Central

PIB e juros

Já a perspectiva de crescimento do PIB para 2026 ficou estável em relação à semana passada, em 1,85%. Para 2027, os analistas projetam queda para 1,75%, ante 1,8% na semana passada. Para 2028, manteve-se o índice de 2%.

As projeções para os juros ficaram estáveis em relação à semana passada: 13% em 2026; 11% em 2027; e 10% em 2028.

Em relação ao câmbio, o Focus projeta estabilidade em 2026, com fechamento anual da moeda norte-americana em R$ 5,25. Para 2027 e 2028, há projeção de queda em relação à semana anterior: fechará em R$ 5,30 em 2027, ante a estimativa de R$ 5,35 há sete dias, e em R$ 5,39 em 2028, ante a estimativa de R$ 5,40 na semana anterior.

O Boletim Focus

Divulgado toda segunda-feira, o Relatório Focus resume as estatísticas calculadas ao considerar as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação.

O boletim traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As projeções são do mercado, não do BC.

Informações Revista Oeste

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