O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) registrou somente neste ano 484 atendimentos a motociclistas acidentados. No ranking, as colisões entre carros e motos lideram os chamados com 197. Em seguida, quedas de moto, que chegaram a 145. Em terceiro lugar, batidas entre motos com 64.
Segundo a coordenadora do SAMU, Maíza Macedo, as infrações de trânsito cometidas pelos motociclistas, a exemplo de ultrapassagens indevidas e o avanço do sinal vermelho são alguns dos fatores que causam acidentes envolvendo motociclistas.
“Estas ainda são as principais ocorrências atendidas pelo SAMU. Como forma de sensibilizar os condutores, promovemos ações de orientação no intuito de reduzir o índice”, afirma.
As estatísticas do SAMU de Feira de Santana são atualizadas diariamente e estão disponíveis no site da Prefeitura.
Todos os caminhos apontam a realização da Micareta em setembro. Pelo menos, é o que prevê as discussões entre a Prefeitura de Feira e os segmentos envolvidos com a festa que aguardam ser um dos grandes eventos dos últimos tempos, pós pandemia.
A realização da folia de Momo poderá ocorrer nos finais de semana de 15 a 18 ou de 22 a 25 de setembro, como foi sugerido em reunião no Parque do Saber, na manhã desta segunda-feira, 11. A proposta será apresentada ao prefeito Colbert Filho.
De acordo com o titular da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, a realização da Micareta vem sendo pauta de sucessivos encontros promovidos pela gestão municipal.
“Voltamos a nos reunir com empreendedores e promotores de eventos, representantes dos segmentos de matriz africana, do reggae e do samba, além da CDL e Associação Comercial para avaliar uma possível data para a realização da nossa maior festa de rua. Nossa intenção é garantir a organização e segurança da festa”, afirmou.
RETOMADA DE SHOWS
No período da tarde, empreendedores e promotores de eventos da cidade foram convidados a uma reunião na Secel. Desta vez, o assunto foi a necessidade de manterem a segurança e a legalidade na retomada das atividades culturais, sobretudo quanto a realização de shows.
“Nesse momento de retomada observamos a necessidade desse encontro para mantermos o diálogo e reforçamos o dever e obrigações dos promotores de eventos com relação aos espaços onde promovem os eventos, a exemplo de licenças e alvarás”, pontuou o secretário de Cultura, Jairo Filho.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, emitiu um vídeo em que fala sobre o encerramento da greve dos professores da rede municipal. No vídeo, o prefeito pede que os professores retornem para as salas de aula, para que alunos não sejam prejudicados.
Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 2,50.
Foto: Divulgação
O sorteio da Dupla Sena de Páscoa vai premiar com R$ 30 milhões quem acertar os seis números do concurso, que acontece às 20h deste sábado (16). O prêmio não acumula: se nenhuma aposta acertar as seis dezenas, o valor total é dividido com as apostas que acertarem cinco números.
A Dupla Sena de Páscoa apresenta duas chances de ganhar o prêmio com uma aposta pois cada concurso tem dois sorteios.
As apostas podem ser feitas até 19h (horário de Brasília) do sábado em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Nas lotéricas, a aposta mínima custa R$ 2,50. Na internet, o valor mínimo a ser pago pelas apostas é de R$ 30, o que dá 12 jogos com seis números cada. Na Dupla de Páscoa, é possível incluir até 15 números no mesmo jogo.
Quem for fazer a aposta online precisa informar o número do CPF, nome completo, data de nascimento, nome da mãe e um e-mail válido – é preciso também criar uma senha numérica.
Em seguida, a Caixa envia um e-mail de confirmação para validar o cadastro. Ao clicar no link desse e-mail, a pessoa que vai fazer a aposta será direcionada a uma página em que é necessário completar o cadastro, colocando um número de telefone e o CEP.
A crise na Bahia anda tão grande que até já se houve falar de novo em “enigma baiano”, conceito documentado por Pinto de Aguiar em meados do século passado, algo que se entendia resolvido desde as formulações de Rômulo Almeida, implementadas por sua geração. Recuso-me a aceitar esta nostalgia como vacina para enfrentar os problemas do presente. Decididamente, não há um novo enigma baiano; nem persiste o de antes.
É verdade que a Ford veio se juntar à lista das coisas que a Bahia “já teve”. Mas este episódio é fruto de um novo elemento que também não havia antes: a globalização impõe a consideração das transformações mundiais, para não sermos “surpreendidos” com eventos desta natureza. Não bastava termos indústria automobilística, era preciso que a empresa tivesse aqui linhas de montagem de onde saíssem produtos compatíveis com as inovações tecnológicas e com o mercado global.
A questão logística é cada vez mais estratégica nos tempos presentes. Tenho denunciado o isolamento ferroviário da Baía de Todos-os-Santos (Salvador, BTS e o isolamento ferroviário, Correio 5/5/21). Temos o melhor porto natural do país, com um complexo portuário composto por dez portos, todos sem acesso ferroviário! A única exceção – Aratu – está fortemente prejudicado pela inépcia da concessionária FCA em relação à malha ferroviária baiana.
Esta situação, aliás, já estava delineada desde o plano elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos no governo Collor, então dirigida por Eliezer Batista, não por acaso um ex-presidente da Vale, empresa controladora da FCA.
Mesmo a Fiol não servirá aos interesses logísticos da Bahia se continuar se dirigindo para Figueirópolis (TO), no eixo da Ferrovia Norte-Sul – caminho dos grãos para o Arco Norte – em vez de para Mara Rosa (GO), entroncando-se com a Fico – caminho dos grãos do Centro Oeste brasileiro (e do Oeste baiano) para os portos da Bahia.
Emergem as energias renováveis – eólica e solar – como base para um novo ciclo de desenvolvimento. Mas ao invés de se pensar em atrair indústrias insumidoras de energia, estamos esperando que sejam construídos os linhões que as transportarão para o Sudeste carente. Enquanto isto, Ceará e Pernambuco já saltaram na frente em relação ao hidrogênio verde, a energia que a Europa está precisando comprar para cumprir as suas metas de descarbonização. É pouco, mas já é um bom começo.
E o que esperar dos principais players da indústria local? A Acelen, nova proprietária de Mataripe, ainda não deu as caras para dizer a que veio; a Braskem, em compasso de espera para venda de seu controle acionário, não pensa em novos investimentos. Aliás, o Polo Petroquímico mingua continuadamente com a obsolescência tecnológica e a perda de escala de suas plantas.
Na agropecuária, o Oeste, com seus grãos, precisa de um novo impulso; o cacau, de acelerar sua recuperação; mas somos ainda importadores de carne e leite; pipocam iniciativas isoladas e dispersas na fruticultura, que precisam maturar e ganhar escala; reina grande expectativa com o Baixio de Irecê e o Médio São Francisco.
A nova estratégia de desenvolvimento precisará se apoiar fortemente na inovação. Temos hoje uma base tecnológica como nunca existiu antes, agora capitaneada pelo Cimatec, alinhado com a indústria 4.0 e o que há de mais moderno nessa área. Mas é indispensável que a Ufba volte à cena e que as universidades estaduais e federais do interior marquem presença, com cada uma assumindo o seu papel de integração com os ecossistemas locais de produção, quando menos para gerar oportunidades de trabalho para os seus futuros ex-alunos.
Urge construir uma nova equação para que a Bahia retome o caminho do desenvolvimento socioeconômico. É inadiável dar a volta por cima.
Waldeck Ornélas é especialista em planejamento urbano-regional, é autor de Cidades e Municípios: gestão e planejamento.
Decisão atende pedido feito pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro
Gabriel Monteiro Foto: Gabriel de Paiva/ Agência O Globo
Uma liminar, concedida pelo juiz federal da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, Marcelo Barbi Gonçalves, proíbe o vereador e ex-PM Gabriel Monteiro de gravar e divulgar vídeos-denúncia feitos em unidades de Saúde do Estado. As gravações não poderão mais ser feitas sem a autorização dos órgãos competentes e dos médicos que aparecem nas produções.
A decisão atende a um pedido do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro. As informações são do site Gazeta Brasil.
Ainda de acordo com o magistrado, Gabriel não pode mais fazer diligências em unidades municipais sem a devida comunicação prévia. Ele também terá que se abster de divulgar os vídeos em qualquer órgão público onde apareçam servidores.
O vereador já fez várias fiscalizações “surpresas” para denunciar irregularidades. Nos vídeos, ele apontava que médicos estavam dormindo durante o horário de trabalho.
Em caso de descumprimento, o vereador será multado em R$ 50 mil.
De acordo com a determinação da Justiça, Monteiro deverá apresentar, em até 48 horas, todas as gravações feitas em unidades de saúde públicas, sujeito a pena diária de R$ 1 mil.
Presidente afirmou que o trabalho do ministro da Economia na pandemia foi fantástico
Presidente Jair Bolsonaro e ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Marcos Corrêa/PR
Nesta segunda-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro fez elogios ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e afirmou que ele deve continuar no governo em caso de reeleição. A declaração foi dada durante uma entrevista ao podcast Irmãos Dias.
Para Bolsonaro, a atuação de Guedes durante a pandemia “foi fantástica”.
– Não tenho críticas a nenhum ministro no momento, logicamente a gente vai fazer pequenas alterações. O Paulo Guedes é pessoa que foi fantástica por ocasião da pandemia, não sei como Brasil estaria se não fosse uma pessoa da firmeza dele – ressaltou.
O presidente disse ainda que seu ministro da Economia “tem muito crédito”.
– Ele tem muito crédito. Tem que ver se ele quer continuar, como qualquer outro ministro. A princípio, ele continua, sem problema nenhum – apontou.
Partido acionou a Corte para investigar uma influência de pastores na Pasta
Presidente Jair Bolsonaro ao lado do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro Foto: PR/Alan Santos
A Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) arquive o pedido do Partido dos Trabalhadores (PT) para investigar o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, por uma suposta influência de pastores na Pasta. O caso foi revelado pelo Estadão.
A AGU diz que não há elementos mínimos de irregularidades que justifiquem a abertura de uma apuração contra Bolsonaro. Outro ponto levantado é que uma eventual ação judicial de investigação eleitoral só poderia ser apresentada na janela entre o registro das candidaturas e a diplomação dos eleitos.
“Tendo em vista a ausência de qualquer fato ilícito em relação ao representado Jair Messias Bolsonaro, o reconhecimento da improcedência do pedido formulado na inicial é medida de rigor”, aponta um trecho da manifestação.
O PT, por sua vez, sustenta que os fatos revelados até o momento indicam abuso de poder político e econômico, o que em última instância poderia deixar Bolsonaro inelegível. A decisão cabe ao ministro Mauro Campbell.
O ‘gabinete paralelo’ do Ministério da Educação (MEC) já está sob investigação na esfera penal. O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse ver indícios dos crimes de corrupção passiva, tráfico de influência, prevaricação e advocacia administrativa.
Ele ainda precisa dizer se Bolsonaro também será investigado. Até o momento, o inquérito atinge apenas o ex-ministro da Educação, servidores do MEC, pastores e prefeitos.
Em depoimento à Polícia Federal (PF), Milton Ribeiro buscou blindar o presidente. Ele confirmou que houve um pedido do Planalto para receber os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, acusados por prefeitos de cobrarem propina para intermediar a liberação de verbas do MEC, mas minimizou o interesse de Bolsonaro na reunião
O ex-ministro disse que não recebeu qualquer demanda ou questionamento do presidente a respeito do assunto tratado no encontro ou sobre eventuais pedidos dos pastores.
Em outra frente, senadores tentam juntar as 27 assinaturas necessárias para formalizar um requerimento de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as suspeitas que atingem o MEC.
O recuo de três parlamentares atrasou os planos da oposição, enquanto a base do governo trabalho para barrar a investida.
No distrito de Coqueiros na cidade de Jandaíra, ao lado do pré-candidato a governador, ACM Neto, o ex-prefeito de Feira de Santana e possível candidato a vice-governador, José Ronaldo (DEM), participou de importantes inaugurações, juntamente com o prefeito Adilson, o vice Ronaldo e de todo grupo do trabalho em Jandaíra.
Estiveram presentes o deputado federal Elmar Nascimento, o pré-candidato a deputado estadual, Marcinho e os prefeitos, Manoelito Júnior de Entre Rios, Carroça de Rio Real e Alex de Acajutiba.
Após as inaugurações, um grande show da banda Psirico foi realizado para a população.
Muitas cidades no interior da Bahia oferecem um cenário positivo para atrair investimentos. Segundo o jornal Correio, fora da capital baiana e da Região Metropolitana, dez municípios se destacam.
Para a consultora técnica do Sebrae, Taiane Jambeiro, um dos aspectos que coloca a região interiorana nessa posição, é o fator da demanda e oferta. Enquanto na capital, a cartilha de serviços ofertados pelos negócios que atuam no centro urbano é vasta e consegue atender grande parte da procura, no interior, há maior possibilidade de surgirem novas demandas.
Esse foi o caso de Ana Carolina Simas, 24, que abriu um negócio no interior a partir de uma demanda que surgiu dela, mas que se estendia ao resto da população do seu município. Ela foi a primeira da cidade a abrir uma empresa de personalização de fotos Polaroid. A Polaroid Club está no mercado há quase dois anos, começou com um investimento de R$50,00 e hoje já fatura 50 vezes mais.
“Como eu era a primeira da cidade, foi uma explosão. Eu busquei outras empresas que trabalham com isso, tabelas de valores, de modelos, porque polaroid você pode colocar legenda, imã de geladeira, estampa, uma infinidade de coisas. Então eu me inspirei nas empresas que faziam isso e decidi investir no meu negócio”, conta Ana.
De acordo com Taiane, “quanto maior a população, maior a chance de se encontrar clientes, mas as cidades menores também têm potencial, porque todo mundo se conhece, e é possível oferecer um serviço mais personalizado, por isso, a chance de fidelizar o cliente é maior, já que na cidade pequena você também consegue trabalhar muito bem a questão da proximidade”, explica a consultora do Sebrae
O que faz de uma cidade o paraíso dos investimentos, de acordo com a consultora, vai além das características mercadológicas, populacionais, sociais, econômicas e de infraestrutura do local .Esses fatores devem ser levados em consideração, mas apenas após a definição do tipo de negócio que será levado para a cidade.
Se o local escolhido atende questões particulares da empresa como: proximidade com a concorrência, formato físico ou online e proximidade com o público alvo (baixa renda ou alta renda), ele é o lugar mais certo para o investimento.
“Por exemplo: se eu precisar fazer um serviço mecânico no meu carro, eu sei que em determinada região da cidade tem uma grande contemplação de empresas desse ramo juntas, então neste caso é bom estar perto da concorrência, porque quando a pessoa buscar aquela referência, ela já sabe onde vai procurar” exemplifica Taiane.
Foi no que Edesio de Souza, de 56 anos, decidiu apostar ao abrir uma loja de autopeças em Irecê, um dos municípios que faz parte da lista de cidades do interior favoráveis para investimentos [confira no box da matéria]. Ele escolheu o local porque, antes de abrir o negócio, era representante comercial de uma distribuidora de autopeças e já tinha conhecimento da prosperidade do setor na região.
“Sou representante desse segmento desde 2000 e tenho a loja de autopeças desde 2018. Esse é um bom ramo na região. O veículo hoje, é na maioria das vezes uma necessidade e a demanda por peças para reparos é muito grande” conta o empresário.
Seguindo suas características, cada cidade pode apresentar um setor de negócios com maior tendência de sucesso para aquela região, e no interior, adicionando sua característica de maior possibilidade de apresentar novas demandas, não é diferente. Por isso, a consultora do Sebrae, Taiane Jambeiro, listou, com base nos dados levantados pela ferramenta Radar do Sebrae [confira no rodapé], as 10 melhores cidades do interior para abrir um negócio.
BOX:
Feira de Santana Porque investir: segunda maior cidade da Bahia e setor comercial forte. Tendências de mercado: eletrônicos, casa lotérica, motel e calçados
Vitória da Conquista Porque investir: setor comercial mais forte da região Sul Tendências de mercado: aluguel de roupas, consultórios médicos, serviço veterinário e dentista
Lençóis Porque investir: setor turístico aquecido e proximidade com região turística Tendências de mercado: floriculturas, suvenires, bijuterias e artesanatos
Luiz Eduardo Magalhães Porque investir: crescimento do agronegócio Tendências de mercado: transportadora de cargas, equipamentos para escritório, autopeças e contabilidade
Teixeira de Freitas Porque investir: setor turístico aquecido e proximidade com estados do Sudeste do Brasil Tendências de mercado: comércio de tecidos, bar e restaurante, lavanderia e serviços advocatícios
Porto Seguro Porque investir: setor turístico aquecido e proximidade com estados do Sudeste do Brasil Tendências de mercado: floriculturas, suvenires, bijuterias e artesanatos
Juazeiro Porque investir: comércio forte Tendências de mercado: higienização de imóveis, academias, equipamentos para escritórios e lanchonete
Jacobina Porque investir: comércio forte Tendências de mercado: lanchonete, loja de produtos de limpeza, armarinhos, loja de móveis
Irecê Porque investir: comércio forte e proximidade com região turística Tendências de mercado: lan house, gráfica, salões de beleza e comércio de roupas e confecções
Senhor do Bonfim Porque investir: comércio forte Tendências de mercado: hortifrutigranjeiros, lava jato, calçados, bares e restaurantes
Fonte Plataforma Radar Sebrae, que foi desenhada para apoiar os empreendedores na análise de oportunidades de negócios e na localização mais adequada do seu ponto comercial.