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Foto: Pixabay

Chamando atenção para o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, nesta quinta-feira (18), a Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDESCO), realizará uma série de atividades educativas sobre o assunto. Vale destacar que durante todo o mês de maio, os equipamentos de assistência social estão promovendo ações de conscientização em alusão à data.

Pela manhã, das 8h às 12h, ocorrerá o “Encontro do Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil Macroregional Centro Leste”, no Teatro Margarida Ribeiro.

Já na parte da tarde, das 13h às 17h, no Estacionamento da Prefeitura, a população contará com orientações sobre o combate ao abuso e exploração sexual de menores, e disponibilização de serviços sociais (CRAS, CREAS, Cadastro Único, plantão social), serviços de saúde (aferição de pressão arterial, glicemia, etc.) e orientações sobre busca ativa escolar.

Ainda este mês, a programação também prevê uma roda de conversa sobre “A dificuldade do autista em expor suas emoções”, no dia 25 de maio, no CER-TEA, às 9h30.

A iniciativa tem o apoio da Prefeitura Municipal de Feira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDESCO), e conta com a participação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e Secretaria Municipal da Educação (SEDUC).

18 DE MAIO

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, foi instituído em maio de 2000, através da Lei 9.970, de autoria da então deputada federal Rita Camata (PMDB/ES).

A data foi escolhida em lembrança ao caso que vitimou a menina Araceli Cabrera Sanches, que foi sequestrada em 18 de maio de 1973, com oito anos de idade. Araceli foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O crime causou revolta em todo o país, mas os culpados ficaram impunes.

Ao descobrir um caso de abuso e exploração sexual contra um menor, a população pode denunciar de forma anônima pelo Disque 100, que funciona 24 horas por dia, inclusive aos sábados, domingos e feriados. O Governo Municipal também disponibiliza a plataforma Fala Feira 156, e os atendimentos são realizados pelo Plantão Social.

SECOM


O grupo tem enfrentado problemas financeiros, com prejuízos de quase R$ 150 milhões

Marisa Foto: Divulgação

O CEO da Marisa, João Pinheiro Nogueira Batista, anunciou que, ao longo deste ano, quase 100 lojas serão fechadas em todo o país.

Serão 91 lojas a menos, 25 delas, encerraram suas atividades no primeiro trimestre de 2023. As demais, serão fechadas nos próximos meses.

De acordo com Batista, as lojas fechadas – ou que ainda serão – foram escolhidas por terem altas despesas operacionais abertas, mas custo zero no fechamento.

Assim, a empresa cortará R$ 52 milhões em despesas, sendo que R$ 32 milhões virão de mudanças de estrutura, R$ 9 milhões de cargos de gestão e R$ 10,5 milhões cortados com a revisão de atividades.

A rede de lojas tem enfrentado um período difícil, tendo prejuízo de praticamente R$ 149 milhões, 64,2% maior que o apurado um ano antes.

Informações Pleno News


Por que o Google não trouxe ao Brasil seu rival do ChatGPT? 

Imagem: Josh Edelson/AFP

O Brasil ficou de fora da lista dos 180 países para onde o Google resolveu levar o Bard, seu chatbot rival do famoso ChatGPT. Canadá e todos os 27 membros da União Europeia são países que também não constam da lista.

Por que o Google não trouxe para cá nem levou a estes países justamente uma de suas principais armas contra a inteligência artificial do momento? Uma análise da resposta do Google sobre as ausências na lista do Bard dá algumas pistas sobre isso:

Na versão em português, a empresa apontou que continuará implementando a ferramenta em outros países, regiões e idiomas ao longo do tempo.

Já a versão para a imprensa estrangeira traz o detalhe de que o serviço será oferecido “de forma consistente com as regulações locais e os princípios de IA” do Google.

A empresa nega que a questão regulatória seja o único motivo para não implementar seu chatbot no Brasil. Cita outros fatores, como o contexto do país, a qualidade a ser oferecida e os princípios que estipulou para a inteligência artificial. É bom lembrar outro detalhe. Ainda que tenha anunciado que o Bard em breve falaria mais de 40 línguas, o Google está expandindo para a lista de 180 países a versão em inglês do chatbot.

No site oficial dedicado a explicitar seus princípios de IA, o Google afirma que está otimista com essas tecnologias, mas aponta que elas ainda oferecem desafios. Alguns deles são encontrar uma maneira de torná-las socialmente seguras e como trabalhar o algoritmo para não reproduzir ou reforçar preconceitos referentes a raça, etnia, gênero e orientação sexual.

Perguntado diretamente sobre isso por um jornalista italiano, Sundar Pichai, CEO do Google, deu uma resposta pouco clara e não deixou claro qual o papel das regulamentações (como a GDPR na Europa ou PL das Fake News no Brasil) nessa decisão estranha.

Definitivamente vamos levar o Bard para todos os países. Com algo como o Bard, queremos localizar e localizar em cada uma dessas línguas envolve muito mais trabalho do que o normal. A regulamentação também varia em todo o mundo. É uma combinação desses dois fatores” Sundar Pichai, CEO do Google

O que o Bard faz:

executa tarefas e responde perguntas, como “Me ajude a planejar o chá de bebê de um amigo/amiga”, “Compare dois filmes indicados ao Oscar” e “Quais novas descobertas do James Webb eu poderia falar ao meu filho de 9 anos?”;

exportará trechos das respostas e conversas do Bard para outros produtos do Google, como Gmail e Docs. É a primeira interação do Bard com outros produtos da empresa —atualmente, há só um botão de “buscar no Google” sugerido em algumas respostas;

passará a mostrar imagens na conversa. Em uma tentativa de ficar mais visual, ele usará imagens presentes na busca do Google. Exemplo: ao perguntar que cidade visitar, você poderá ver imagens. Será possível também fazer o inverso: dar comandos ao Bard a partir de imagens, usando o Google Lens — algo semelhante foi anunciado no GPT-4.

contará com extensões para serviços do Google (como Maps, Sheets, Gmail, Docs etc). Terceiros também poderão criar extensões no Bard, sendo que a primeira será do Adobe Firefly, inteligência artificial que permite a criação de imagens (algo que o Bing, da Microsoft, já faz).

A legislação no caminho do Bard

Desde o começo do ano, o Brasil virou um dos epicentros de regulação das Big Tech no mundo, com a volta da tramitação do PL 2630 — também conhecido como PL das Fake News — e a retomada da discussão no Supremo Tribunal Federal que pode levar a uma mudança no Marco Civil da Internet.

Nós estamos vivendo um momento bastante delicado. O problema não é bem regulação. Está havendo uma certa birra das empresas em relação ao temaTainá Aguiar Junquilho, pesquisadora do ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio)e professora no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa)

As Big Tech são contrárias a alguns pontos do PL das Fake News. Na semana em que o projeto seria votado na Câmara dos Deputados, o Google exibiu em sua ferramenta de busca uma mensagem afirmando que o projeto de lei poderia “aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”. A votação não chegou a ocorrer. Ainda assim, o Telegram enviou a todos os seus usuários uma mensagem contra o PL das Fake News.

As discussões legislativas são o traço que liga os países cortados da lista de ampliação do Bard.

O Canadá discute uma lei de mídia que obriga empresas como Alphabet Inc e Meta, que controlam Google e Facebook respectivamente, a pagar veículos de imprensa. Inspirada em uma legislação aprovada em 2021 na Austrália, a proposta é que essas companhias façam acordos comerciais para remunerar jornais, revistas, sites, TVs e rádios pelo conteúdo produzido por eles e exibido em seus aplicativos e sites.

Recentemente, a União Europeia também sancionou a Lei dos Serviços Digitais (DSA, em inglês). Com 12 regras, a legislação altera drasticamente a relação dos usuários com as plataformas digitais. Essa nova lei é também fonte de inspiração para o PL das Fake News, assim como foi a GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados, na tradução da sigla) no momento da criação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Para Junquilho, a indisposição de grandes plataformas em relação a esses marcos é uma espécie de espécie de demostração de força.

“Como a gente não usa essas essas tecnologias e não temos investido em estratégias para avanços na produção delas, ficamos reféns de importar. Áí países que têm mais força econômica, ainda que tenham legislação, conseguem sobreviver. Já países com menos força ficam reféns”, apontou.

Para a pesquisadora do ITS-RJ, a discussão legislativa no Brasil não foge muito do que acontece nos países da União Europeia. A professora afirma ainda que não implementar determinados serviços é também uma estratégia de empresas que não querem ser reguladas. “Vamos ver até quando vai durar”.

Informações TBN


Requerimento permite que o texto seja votado diretamente em plenário. Projeto estipula regras para crescimento das despesas públicas.

Por 367 votos a 102, Câmara aprova a urgência para o projeto do arcabouço fiscal

Por 367 votos a 102, Câmara aprova a urgência para o projeto do arcabouço fiscal 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) o pedido de urgência para o projeto que institui o novo arcabouço fiscal. Foram 367 votos a favor e 102 contra. Houve ainda uma abstenção. 

A aprovação da urgência permite que o texto seja votado diretamente no plenário e dispensa trâmites regimentais, como a votação do texto pelas comissões temáticas da Casa. 

O novo arcabouço foi enviado pelo governo ao Congresso em abril e substitui o atual teto de gastos, um mecanismo que limita o crescimento de grande parte das despesas da União à inflação. 

O arcabouço também prevê limitar gastos, mas é mais flexivel. Atrela a margem de crescimento das despesas ao aumento das receitas (entenda mais abaixo). 

O relator do arcabouço, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), incluiu no seu parecer “gatilhos” extras para a contenção de despesas — ou seja, mecanismos que obrigam a redução dos gastos do governo sempre que ultrapassarem certos limites. 

A votação do projeto em si (o conteúdo) será na semana que vem, de acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). 

O governo vinha tendo algumas derrotas em votações recentes na Câmara. A vitória na aprovação da urgência do arcabouço não significa necessariamente que o Planalto ampliou a base de apoio. Isso porque o arcabouço também é defendido por setores da oposição. Vários parlamentares oposicionistas votaram a favor da urgência. 

Plenário da Câmara na votação da urgência para o projeto do arcabouço fiscal — Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara na votação da urgência para o projeto do arcabouço fiscal — Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados 

Cajado discursou no plenário da Câmara durante a votação da urgência. 

“O parlamento no momento em que vivenciamos não poderia se furtar em dar sua contribuição para que possamos alcançar os mais elevados conceitos da política na sua grandiosidade”, afirmou o relator. 

“Esse marco fiscal que nós denominamos regime fiscal sustentável tem conceitos extremamente importantes, porque ele parte de um pressuposto de que em momentos de abundância, pujança, nós temos condições de fazer as políticas públicas serem efetivadas, com investimentos e manutenção da máquina pública”, completou. 

O relator também pediu que os deputados deixassem de lado “as questões ideológicas”. 

O deputado Elmar Nascimento (União-BA), que falou em nome do maior bloco da Casa (com 173 votos) defendeu que o arcabouço “é uma matéria de país, é uma matéria de Estado, e não importa quem é governo, quem é oposição”. 

Para ele, o arcabouço vai colocar a “economia nos rumos”. 

“O nosso bloco, majoritariamente todos os partidos que o integram, entendem que nós estamos votando uma coisa importante para o país, para colocar a economia nos rumos, para reduzir juros, para poder dar contribuição do parlamento para resolver”, disse. 

Gerson Camarotti: 'Governo está blindando o arcabouço fiscal'

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A proposta possui gatilhos e sanções para caso de não cumprimento de metas fiscais. O texto prevê que: 

  • seja feita a avaliação bimestral de receitas e despesas;
  • o crescimento dos gastos públicos fica limitado a 70% do crescimento da arrecadação do governo, caso a meta seja cumprida (exemplo: se a arrecadação subir 2%, a despesa poderá aumentar até 1,4%); 
  • o crescimento dos gastos públicos fica limitado a 50% do crescimento da arrecadação do governo, caso a meta não seja cumprida (exemplo: se a arrecadação subir 2%, a despesa poderá aumentar até 1%); 
  • mesmo que arrecadação do governo cresça muito, será necessário respeitar um intervalo fixo no crescimento real dos gastos, variando entre 0,6% e 2,5%, desconsiderando a inflação do período;

O que são os gatilhos? 

Os “gatilhos” são mecanismos previstos no texto que pretendem obrigar a contenção de despesas sempre que os gastos do governo ultrapassam certos limites. 

Penalidades: O descumprimento das metas fiscais não será crime. Por outro lado, o descumprimento dos contingenciamentos e dos gatilhos, atualmente, já é uma infração à Lei de Responsabilidade Fiscal – passível de punição. 

Fora dos gatilhos: A pedido do presidente Lula (PT), o relator do projeto deixou fora das regras de contenção de despesas: reajuste real do salário mínimo, com aumento acima da inflação.

Informações G1


O jovem de 18 anos, Railan Lima Cerqueira foi assassinado a tiros na noite de terça-feira (17), na localidade conhecida como Bolívia, no bairro Limoeiro, em Feira de Santana.

Segundo o delegado Fabrício Linard, que efetuou o levantamento cadavérico, o crime aconteceu em um conjunto de casas, na Rua Planolar, quando foi surpreendido pelo autor do crime, que chegou a pé.

“Railan estava em um imóvel ao lado com a tia e a prima quando foi surpreendido por um indivíduo, fugiu para sua residência, mas lá foi alcançado e alvejado por diversos disparos de arma de fogo. Familiares não quiseram passar mais informações, mas nos deram a entender que ele estava se acompanhando de pessoas, que segundo conselhos da família, não devia. A Delegacia de Homicídio vai prosseguir com as investigações para lograr êxito na identificação do autor, que chegou sozinho e a pé ao local”, relatou o delegado ao Acorda Cidade.

Railan Lima foi baleado na cabeça e nas costas e morreu entre a sala e a cozinha da casa onde morava. O criminoso estava com o rosto coberto.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Os trabalhadores da policlínica do bairro Parque Ipê, em Feira de Santana, paralisaram as atividades parcialmente na manhã desta quarta-feira (17), por falta de pagamento dos salários. Eles são funcionários da IGI (Instituto de Gestão Integrada), empresa terceirizada pela prefeitura municipal para administrar a unidade.

Segundo eles, os salários do mês passado ainda não foram pagos e desde o ano passado não está sendo feito o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Eles informam também que há atrasos todos os meses e a empresa não dá previsão da data do pagamento. Nesta quarta-feira, apenas serviços de urgência e emergência estão sendo realizados.

*ACORDA CIDADE


Fotos:Izinaldo Barreto

Os estudantes do 3º ao 8º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Ana Brandoa tiveram uma tarde de aprendizados com o Núcleo de Educação de Trânsito, da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). A ação ocorreu nesta terça-feira (16) como parte da programação do Maio Amarelo e deve ir até mais escolas da rede municipal.

Com o tema “No trânsito, escolha a vida”, os alunos do ensino fundamental aprenderam as regrinhas básicas e iniciais de trânsito, como o significado das cores do semáforo, placas de segurança e utilização da faixa de pedestres. Além disso, as crianças discutiram a importância de praticar a cidadania e regras de boa convivência, para evitar acidentes e ajudar o próximo.

Conforme informa o agente de trânsito do Núcleo de Educação, Claudiano Santos, os acidentes de automobilísticos são uma das principais causas de morte de jovens até 14 anos, apesar de não dirigirem.

“Nosso objetivo é fortalecer, estamos aqui para somar e fazer com que mais pessoas venham fazer parte desse projeto. Queremos que a sociedade se atente aos altos índices de mortes no trânsito, por isso trabalhamos desde a tenra idade, com as crianças, para que desde cedo elas aprendam que estamos aqui para salvar vidas, tanto a nossa quanto a do outro que trafega”, afirma o agente.

A iniciativa contou com apoio da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Superintendência Municipal de Trânsito, além do SEST SENAT, Ministério dos Transportes e Ministério das Cidades.

MAIO AMARELO

O Maio Amarelo é uma campanha internacional que visa à conscientização social para reduzir os números de acidentes de trânsito. Em Feira de Santana, a programação conta com atividades educacionais que devem ser ensinadas a profissionais de trânsito, empresas e escolas, com o objetivo de manter a população informada e consciente de seus direitos e deveres.

Ainda, conforme o agente Claudiano Santos, a programação deve contar com mais uma edição do ‘Projeto Rua Viva’, ainda sem data definida.


Maluf
Paulo Maluf, ex-deputado, ex-governador e ex-prefeito de São Paulo | Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou extintas as penas privativas de liberdade impostas ao ex-deputado Paulo Maluf em duas ações penais.

O ministro considerou que, por ter mais de 70 anos e ter cumprido mais de um terço da pena, Maluf atendeu às exigências para a concessão de indulto natalino previstas no Decreto 11.302/2022, editado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O indulto abrange apenas as penas privativas de liberdade, ficando mantidos os demais efeitos da condenação.publicidade

Segundo Fachin, as penas a que Maluf foi sentenciado nas duas ações somam 10 anos e 6 meses. Como tem 92 anos e já cumpriu mais da metade desse total, Maluf se enquadra nas regras previstas no decreto presidencial.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Conselho Penitenciário de São Paulo apresentaram pareceres favoráveis à concessão do benefício, segundo a decisão do ministro.

Em uma das ações, Maluf foi condenado a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro. A pena incluiu também a perda do mandato parlamentar e a interdição para exercício de cargo ou função pública pelo dobro do tempo da pena privativa de liberdade aplicada, conforme previsto na Lei 9.613/1998. Na outra ação, a sentença foi de 2 anos e 9 meses de reclusão, pela prática do crime de falsidade ideológica para fins eleitorais.

Essa foi a terceira vez que a defesa de Maluf pediu a extinção de sua pena com base em decreto de indulto natalino. Nas anteriores, em 2019 e 2021, o relator negou o pedido porque não haviam sido preenchidos os requisitos formais. O ex-deputado, ex-governador paulista e ex-prefeito de São Paulo cumpria as penas em regime domiciliar. 

Informações Revista Oeste


Ronaldo acompanha treino do Cruzeiro na Toca da Raposa - Gustavo Aleixo/Cruzeiro
Ronaldo acompanha treino do Cruzeiro na Toca da Raposa Imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Operação de venda de CT do Cruzeiro a Ronaldo por dívidas foi de R$ 209 milhões.

O balanço do Cruzeiro-associação registra operação de venda dos CTs Toca 1 e 2 para Ronaldo, comprador da SAF celeste, na casa de R$ 200 milhões. É o valor aproximado da dívida tributária do clube que terá de ser pago pela empresa. Com isso, houve uma redução do débito líquido do clube.

O Cruzeiro-associação teve uma diminuição de sua dívida líquida no total de R$ 242 milhões em 2021. O montante total caiu para R$ 812 milhões, enquanto superava R$ 1 bilhão ao final de 2022.

A operação da SAF explica variação. Na conclusão do acordo, ficou acertado que o Cruzeiro empresa assumiria a dívida federal. No balanço, o débito está registrado em R$ 211 milhões. Mas o clube coloca como contas a receber R$ 209 milhões referentes ao CT, o que deve ser explicado porque já houve parcelas pagas.

“O Preço dos Imóveis está constituído como o valor total das Parcelas PERSE, deduzido dos descontos concedidos pela PGFN. Em virtude do acordado, a partir da data de assinatura desta Promessa, todas as Parcelas PERSE serão pagas pelo Cruzeiro-SAF, por conta e ordem do Cruzeiro-Associação, o que abaterá o saldo ‘a receber’ pela transação dos imóveis”, diz a nota explicativa do Cruzeiro.

Não é a única obrigação do Cruzeiro-SAF de Ronaldo. O clube ainda terá de pagar as parcelas da Recuperação Judicial do clube, isto é, das dívidas cíveis e trabalhistas. É o que está previsto na Lei das SAF.

No balanço, este montante está registrado como R$ 500 milhões incluídos na RJ. Mas, no processo, a previsão é de que a empresa de Ronaldo pague R$ 682 milhões em dívidas durante 18 anos. Isso obviamente tem relação com os juros sob os débitos.

O balanço do Cruzeiro não permite avaliar como foi o primeiro ano de administração da SAF. As contas do futebol não estão incluídas, já que passaram a ser feitas pela SAF. A empresa de Ronaldo ainda não publicou nenhuma demonstração financeira.

Em outras SAFs de clubes grandes, o Vasco, cujo sócio é 777 Partners, publicou um balanço detalhado mostrando o prejuízo da operação. Já o Botafogo SAF, de John Textor, divulgou um documento só com números básicos e nenhuma informação adicional.

Informações UOL


Ação trabalhista foi movida por um músico que trabalhou com a dupla Milionário & José Rico. Imóvel tem 48 mil metros quadrados e mais de cem quartos e quando o cantor morreu, em 2015, fazia 24 anos que a obra estava em andamento.

ARQUIVO: 'Castelo' de José Rico, em março de 2015 — Foto: Reprodução/TV Globo

ARQUIVO: ‘Castelo’ de José Rico, em março de 2015 — Foto: Reprodução/TV Globo 

Avaliada em R$ 3,2 milhões, uma mansão de mais de 100 quartos deixada pelo cantor José Rico, da dupla Milionário & José Rico, que morreu em 3 de março de 2015, aos 68 anos, será levada a leilão para pagamento de dívidas trabalhistas. 

O imóvel, que está localizado em Limeira (SP), ficou conhecido como “Castelo do José Rico”, devido ao seu projeto arquitetônico em referência a esse tipo de construção. Em vida, o músico informou o desejo de fazer do lugar um recanto para a família, além de construir um estúdio nele. 

A ação foi movida por um músico que trabalhou com a dupla entre 2009 e 2015. Nos autos, ele relata trabalhava em 19 shows por mês e, posteriormente, 12 apresentações mensais, e realizava quatro apresentações em TV por ano. 

Em decisão de 1ª instância, foram determinados registro do contrato em carteira e pagamento de descanso semanal remunerado, 13º salários, verbas rescisórias, multa por dispensa sem justa causa, FGTS, horas extras, adicional noturno, diferença de horas de intervalo interjornada e indenização por danos morais. 

Em 2ª instância, foi negado que houve acúmulo de funções e dano existencial, pelo tempo que o músico tinha de passar viajando entre uma cidade e outra. 

ARQUIVO: Área externa do 'castelo' deixado por José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo

ARQUIVO: Área externa do ‘castelo’ deixado por José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo 

Em decisão de 16 de julho de 2021, o juiz do trabalho Marcelo Luis de Souza Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15), fixou a condenação em R$ 6,7 milhões. Além da indenização ao trabalhador em si, o valor inclui honorários advocatícios e periciais, custas processuais, juros, imposto de renda e contribuições previdenciárias. 

Já em 7 de novembro de 2022, a juíza Paula Cristina Caetano da Silva, da 2ª Vara do Trabalho de Americana, comunicou a penhora do imóvel, que fica na Estrada Municipal LIM-486, no bairro do Jaguari, às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330). 

A área total da propriedade é de 4,8 hectares, o equivalente a 48 mil metros quadrados. 

José Rico durante show na Festa do Peão de Barretos — Foto: Érico Andrade/G1

José Rico durante show na Festa do Peão de Barretos — Foto: Érico Andrade/G1 

Nos detalhes do imóvel apresentados pela empresa responsável pelo leilão é informado que “aparenta estado de abandono, com mato crescente, janelas quebradas e pichações nos muros”, e que se encontra em processo de regularização fundiária junto à Associação do Condomínio Jaguari – Santa Rosa (PML). 

O lance mínimo possível no leilão será de R$ 1,6 milhões e o envio de propostas será possível entre 13 e 19 de junho. 

g1 fez contato com o escritório do advogado Isaac Luiz Ribeiro, que representa uma agência responsável pelo espólio de José Rico e o cantor Milionário, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. 

Já o empresário de Milionário, Ébert Borsato, informou que ele não se manifestará, uma vez que se trata de um bem de José Rico. 

ARQUIVO: Escadaria em área interna do 'castelo' de 100 quartos deixado inacabado pelo cantor José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo

ARQUIVO: Escadaria em área interna do ‘castelo’ de 100 quartos deixado inacabado pelo cantor José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo 

Quando José Rico morreu, fazia 24 anos que tinha iniciado a obra do “castelo”, que não viu ser concluída. “Ali é meu mundo. Estou construindo para mim e para os meus”, afirmou em entrevista ao cantor Michel Teló para o Fantástico, em outubro de 2014

O parceiro de Milionário desmentiu, na época, que a mansão foi feita porque uma cigana disse que ele jamais poderia parar de construir sua própria casa. “São lendas”, disse. 

O sertanejo compôs uma canção chamada “Castelo”, que integra o álbum “De cara com a Saudade”, lançado em 1996, época em que a construção já havia começado. A letra diz: 

“Construí um castelo bonito para dar de presente à pessoa amada”. Os versos da música ainda falam que o amor é tudo o que se tem na vida. “Para viver sem ela [a pessoa amada], tudo isso é nada.”

ARQUIVO: Piscina no 'castelo' do cantor José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo

ARQUIVO: Piscina no ‘castelo’ do cantor José Rico em Limeira — Foto: Reprodução/TV Globo

Foto G1