ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Bahia Vacina

Bahia tem 79,3% da população acima de 12 anos vacinada com a primeira dose

Em Feira de Santana, até o último dia 30 de setembro, foram aplicadas 420.030 primeiras doses e 1.296 doses únicas...
LEIA MAIS

Política & Economia
Polícia Federal transfere Daniel Vorcaro para cela comum
Brasil Notícias Polícia

Polícia Federal transfere Daniel Vorcaro para cela comum

Perito da PF é alvo de investigação por suposto vazamento em caso do Banco Master
Brasil Notícias Polícia

Perito da PF é alvo de investigação por suposto vazamento em caso do Banco Master

Sorteio da Mega-Sena desta terça-feira é suspenso; entenda
Economia

Sorteio da Mega-Sena desta terça-feira é suspenso; entenda

André Mendonça decreta prisão preventiva do primo de Vorcaro
Brasil Notícias Polícia

André Mendonça decreta prisão preventiva do primo de Vorcaro

Mercado vê inflação e juros maiores em 2026
Economia

Mercado vê inflação e juros maiores em 2026

Entenda como funcionava “A Turma”, grupo alvo da 6ª fase da Operação Compliance Zero
Bahia Notícias Polícia

Entenda como funcionava “A Turma”, grupo alvo da 6ª fase da Operação Compliance Zero

Lula zera ‘taxa das blusinhas’
Economia

Lula zera ‘taxa das blusinhas’

Brasil pode perder quase US$ 2 bilhões por ano com decisão da União Europeia
Economia

Brasil pode perder quase US$ 2 bilhões por ano com decisão da União Europeia

CDL lança campanha São João de Prêmios 2026 com palestra sobre vendas e comportamento do consumidor
Economia Feira de Santana Notícias

CDL lança campanha São João de Prêmios 2026 com palestra sobre vendas e comportamento do consumidor

Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1
Economia

Tesouro Nacional lança título com aplicação a partir de R$ 1


Fotos: Bia Cordeiro

O Centro Municipal de Prevenção ao Câncer Romilda Maltez (CMPC) completa nesta quarta-feira (12) 19 anos de existência. Durante todo esse período, o órgão administrado pela Fundação Hospitalar de Feira de Santana, autarquia da Prefeitura, já realizou mais de 700 mil atendimentos. 

São cerca de 40 mil pessoas por ano, provenientes não apenas de Feira de Santana, mas também de mais de 80 cidades da Bahia, oferecendo mais de 24 especialidades em consultas e exames.

A data foi marcada por uma solenidade na própria unidade na manhã desta quarta-feira. Em seu discurso, o prefeito Colbert Martins Filho, médico por formação, enfatizou a importância do tratamento precoce para a cura do câncer.  

“Eu gostaria de expressar minha gratidão a Deus por estar aqui hoje e também às pessoas que, há 19 anos, trabalham incansavelmente para prevenir mortes por câncer. Nós estamos comprometidos em expandir a assistência no combate ao câncer e, por meio da Fundação Hospitalar, vamos implantar a biópsia de câncer de pele, que é essencial para combater a forma de câncer que mais mata no mundo. Este é um compromisso sério da nossa administração e estamos determinados a trabalhar para melhorar a saúde da nossa comunidade”, declarou.

A diretora-presidente da Fundação Hospitalar (FHFS), Gilberte Lucas, atribuiu o sucesso do CMPC nos últimos 19 anos ao investimento e à expansão do equipamento de saúde.

“O CMPC é uma unidade de especialidade extremamente importante, pois oferece serviços essenciais que possibilitam resultados cada vez mais rápidos por meio de campanhas. É fundamental que, para os casos positivos de câncer, o tratamento seja iniciado o mais rápido possível, e o CMPC desempenha um papel crucial nesse processo. Estamos comprometidos em garantir que a comunidade tenha acesso aos cuidados de saúde adequados e continuaremos trabalhando para fortalecer os serviços do CMPC”, disse.

Kênia Lasse, coordenadora do CMPC, relembrou com emoção o primeiro dia de trabalho na unidade, há 19 anos, quando o órgão atendia apenas a população de Feira de Santana. Atualmente, o CMPC expandiu sua assistência para várias regiões, realizando consultas e exames em mais de 360 mil pessoas nos últimos dez anos.

*SECOM PMFS


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

O Sindicato do Comércio de Feira de Santana (Sicomfs) emitiu um comunicado nesta quarta-feira (12), informando que os estabelecimentos comerciais estão autorizados a funcionar na sexta de Micareta, dia 21 de abril (Feriado de Tiradentes), de forma opcional e com pagamento de adicional, e todos deverão abrir normalmente no sábado (22), das 9h às 15h.

Conforme o presidente da entidade, Marco Silva, não há mais nenhum impedimento legal que proíba o comércio de funcionar durante as Micaretas. Portanto, não há mais necessidade de acordo entre os sindicatos patronal e dos comerciários, que regule esse funcionamento.

“No dia 21 de abril, está autorizado, de acordo com um termo que foi assinado com a Convenção Coletiva, então nesse dia pode funcionar com o pagamento de adicional. Nós entendemos que o centro da cidade, tendo em vista a Micareta, não será um dia favorável, mas o empresário é livre para escolher se vai querer abrir pagando ou não. No sábado, com a decisão do Ministro Alexandre de Moraes, que considerou o artigo 2º da Lei 2.299, que trata do funcionamento em domingos, sábados, feriados e micaretas, esse artigo proibia a abertura, deixando livre só shoppings centers e supermercados grandes. Esse artigo caiu pela decisão do ministro e ficou livre esse funcionamento”, explicou o presidente do Sicomfs.

Para ele, a abertura do comércio no sábado de Micareta irá favorecer os visitantes que virão prestigiar a festa.

“A gente entende que a abertura do comércio no sábado, das 9h às 15h, só vai melhorar a experiência dos visitantes que irão chegar a Feira de Santana, pois vão encontrar as lojas funcionando, restaurantes, bares, então só engradece. Já o domingo a gente sabe que não faz sentido o comércio no centro abrir, mas a gente sabe que nos bairros, as feiras, os shoppings têm vida própria”, avaliou.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade.


Informação foi revelada pela jornalista Isabele Benito, do programa Fofocalizando, do SBT

Foto: Reprodução/ Tv Globo

A polêmica entre Manoel Soares e Patrícia Poeta parece estar longe do fim. Relatos de pessoas que atuam nos bastidores da Globo acusam o apresentador de ser “insuportável” e de se aproveitar dos comentários negativos sobre a colega de palco. As informações são da jornalista Isabele Benito, do Fofocalizando, do SBT.  

De acordo com Isabele Benito, fontes informaram que Manoel Soares criou conflitos durante o período em que esteve no ar com o “É de Casa” e que vem repetindo as ações no Encontro. Funcionários relataram também não aguentar ver injustiças contra Poeta, já que o apresentador não desmente fofocas relacionadas a jornalista. 

Nesta semana, Patrícia Poeta foi flagrada caminhando sozinha em uma praia na Zona Sul do Rio de Janeiro após o episódio em que interrompeu Manoel no ao vivo. A ex-âncora do Jornal Nacional chegou a se desculpar pelo ocorrido, mas foi bombardeada com comentários negativos de internautas. 

Patrícia e Manoel começaram a postar publicações enigmáticas em suas redes sociais e usuários apontaram as ações como uma possível troca de farpas entre a dupla. 

Informações Bahia.ba


Tamanho das bancadas e dos blocos exerce influência na negociação política. A mais recente movimentação deu origem a um ‘superbloco’ ligado ao presidente da Câmara, Arthur Lira.

A Câmara dos Deputados terá uma nova organização de forças com a criação do novo “superbloco” de partidos anunciado nesta quarta-feira (12). 

O tamanho das bancadas e dos blocos partidários é importante moeda de troca na negociação política direta com o governo e na distribuição de cargos e comissões na Casa. Na prática, quanto maior o número de parlamentares reunidos em uma sigla ou bloco, maior a influência política do grupo na Câmara 

A criação do “superbloco” – que reúne PP (partido do presidente da Câmara, Arthur Lira), União Brasil, PDT, PSB, Solidariedade, Avante, Patriota e pela federação Cidadania-PSDB – é a mais recente reorganização de forças na Casa. 

O grupo reúne 173 deputados e demonstra a força de Lira na Casa. No “superbloco”, há partidos claramente alinhados ao governo Lula, como PSB e PDT, mas outros que não são da base, como o PP. 

O bloco é uma reação à oficialização de um outro grupo de partidos – MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC –, com 142 deputados. Esse grupo, criado no mês passado, ofuscou na ocasião as negociações de Lira para viabilizar um conjunto de siglas com peso para influenciar as decisões na Casa. 

Uma proposta de emenda à Constituição (PEC), por exemplo, pode demonstrar a força ou o fracasso político de um governo. Para a aprovação de um texto desse tipo, são necessários três quintos dos deputados (308). 

O governo pretende votar, nos próximos meses, alguns temas considerados essenciais, como a PEC da reforma tributária. 

  • PP, União Brasil, PDT, PSB, Solidariedade, Avante, Patriota e Cidadania-PSDB (173 deputados)

Esse é o maior bloco. O líder do grupo, deputado Felipe Carreras (PSB-PE) diz que o grupo será fiel a Lira e também dará sustentabilidade a Lula. 

Bloco que sem sombra de dúvidas vai ter importância para governabilidade, a estabilidade política do país”, disse Carreras. 

  • MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC

Segunda maior força da Câmara, o bloco tem 142 parlamentares. Foi oficializado no último mês. O líder do grupo é o deputado Fábio Macedo (Podemos-MA). 

Os cinco partidos já estavam unidos desde 1º de fevereiro para a reeleição de Lira à presidência da Casa. 

O bloco, segundo o blog do Camarotti, é visto como uma tentativa de esvaziamento do poder de Lira na Casa. O alinhamento ao governo Lula não é claro. O grupo reúne parlamentares aliados, independentes e de oposição. 

O PL é a terceira maior bancada da Casa e não está em bloco nenhum. Tem 99 deputados e é liderada pelo deputado Altineu Côrtes (RJ). É oposição ao governo. 

Impulsionado pelo então presidente Jair Bolsonaro, o partido elegeu o maior número de deputados nas últimas eleições, em outubro de 2022. A sigla chegou a integrar o “blocão” formado para a eleição de Lira, mas deixou nas primeiras semanas de funcionamento da Câmara. 

Com 81 deputados, a federação partidária PT-PCdoB-PV, intitulada “Brasil da Esperança”, é a quarta força da Câmara. O líder é o deputado Zeca Dirceu (PT-PR). 

A federação é um modelo no qual os partidos têm que se manter unidos por, no mínimo, quatro anos para além da atuação na Câmara. Dentro da Casa, são consideradas como blocos. 

Esse grupo foi formado para dar sustentação à campanha eleitoral de Lula em 2022. Em fevereiro passado, assim como o PL, chegou a participar do “blocão” de Lira, mas também se desvinculou. Segue, no entanto, como sustentação a Lula. 

Quinta maior bancada, a federação PSOL-Rede tem 14 deputados e é liderada na Câmara pelo deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP). 

A federação foi formada em 2022 para garantir que as duas siglas cumprissem a cláusula de barreira, que estabelece índices mínimos de votação para a distribuição de recursos mensais do fundo partidário, utilizado para gastos referentes à manutenção das siglas, e do tempo de propaganda eleitoral em rádio e televisão. 

Os partidos não se aliaram a Lira em fevereiro e lançaram candidato próprio à presidência da Câmara, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). A federação é aliada ao governo Lula. 

Assim como o PSOL, o Novo decidiu não aderir ao “blocão” de Arthur Lira e foi isolado na Casa. Hoje, o partido tem 3 deputados. A liderança da bancada é da deputada Adriana Ventura (SP). 

O partido defende oposição a Lula.

Informações G1


Image

Cientistas descobriram um texto bíblico escrito há mais de 1.500 anos que está sendo tratado como um “capítulo oculto”. Na verdade, o achado é uma tradução do capítulo 12 do livro de Mateus para a língua siríaca.

Assim, a descoberta se torna importante por mostrar se o texto bíblico mudou ao longo do tempo, apontando ainda para o trabalho de tradução do livro sagrado.

O capítulo oculto foi encontrado em um pergaminho e estava raspado. Segundo os cientistas, raspar o pergaminho era comum para que um novo texto fosse escrito sobre ele.

O trecho estava em um manuscrito sobre antigas histórias cristãs e hinos guardados na Biblioteca do Vaticano. Os vestígios só foram detectados através de luz violeta, podendo então ser traduzido.

Ao Daily Mail, o professor sênior de estudos do Novo Testamento na Universidade de Glasgow, Dr. Garrick Allen, disse que a descoberta fornece uma visão sobre as primeiras traduções da Bíblia.

– A tradução siríaca da Bíblia é importante por conta própria como uma das primeiras traduções do grego. Isso nos dá uma visão sobre os primeiros estágios do texto da Bíblia e as comunidades que produziram essas traduções – disse Allen.

Ainda assim, o professor diz que não se trata de uma descoberta inovadora, uma vez que o texto é apenas partes fragmentadas do capítulo já conhecido.

EVANGELHOS ORIGINAIS
Para o escritor cristão Justin Brierley, a descoberta é “fascinante” por mostrar “o quão rica tem sido a tradição manuscrita do Novo Testamento ao longo de muitos séculos”.

– Também é fascinante notar a variação em algumas das palavras do evangelho de Mateus em comparação com a versão que recebemos do texto. Muitas vezes encontro críticos que questionam se a Bíblia foi alterada ao longo do tempo, mas a ciência da crítica textual, auxiliada por descobertas como essas, ajuda os historiadores a montar uma imagem extremamente precisa do que os evangelhos originais diziam – declarou ele ao Daily Mail.

Informações Pleno News


Escola Thomazia Montoro, que sofreu ataque, retomou as aulas na segunda-feira (10) - Tomzé Fonseca/Futura Press/Estadão Conteúdo
Escola Thomazia Montoro, que sofreu ataque, retomou as aulas na segunda-feira (10) Imagem: Tomzé Fonseca/Futura Press/Estadão Conteúdo

Estudantes estão com medo de ir à aula, pais temem levar os filhos à escola, professores têm receio de permanecer nas salas. A sensação de insegurança no ambiente escolar é alimentada por publicações que têm circulado nas redes sociais anunciando novos ataques às instituições de ensino. Embora os indícios apontem que esses conteúdos são falsos, eles têm contribuído para gerar pânico.

Sentir medo após os ataques recentes é natural, mas é preciso ficar atento às repercussões que a situação pode causar a longo prazo na saúde mental de crianças e adultos, alerta o psiquiatra Fernando Asbahr, coordenador do Programa de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da USP.

Asbahr afirma que os recentes episódios de violência nas escolas e a propagação de boatos sobre falsos ataques podem ter desdobramentos sérios para pessoas que já têm alguma propensão a desenvolver transtornos de ansiedade.

Ainda não podemos falar sobre quadros de estresse pós-traumático porque é muito recente, mas você imagina que, da mesma forma que um veterano de guerra que passou por situações absurdas de risco de vida e depois disso ouve um barulho e já acha que é uma bomba, daqui há um mês pode ser que algumas crianças tenham medo até de passar perto da esquina da escola. Fernando Asbahr, coordenador do Programa de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da USPnone

Para evitar esse cenário, diz ele, é importante não estimular o pânico e manter uma boa comunicação com as crianças. Ao VivaBem, o psiquiatra deu dicas para aumentar a sensação de segurança neste período e falou sobre como lidar com o medo.

VivaBem: Boatos de que novos ataques acontecerão em instituições de ensino têm causado medo em alunos, pais e professores. É normal sentir esse medo?

Fernando Asbahr: É absolutamente normal. Você fica até na dúvida “mas e se isso for verdade?”. Estamos falando de algo muito sério. E é justamente essa dúvida que os boatos deixam no ar que é cruel. Isso é muito perverso.

O problema é que, daqui a algumas semanas ou meses, esse medo pode ter desdobramentos sérios para pessoas que já têm alguma propensão de serem naturalmente mais preocupadas, nervosas ou ansiosas.none

Pais também podem se negar a levar seus filhos para a escola. Isso seria um exemplo de repercussão exagerada desencadeada por dois fatores: o fato concreto, que são os episódios de violência com morte dentro das escolas que aconteceram recentemente, e os boatos, que geraram ansiedade em excesso.

celular - Getty Images - Getty Images
Compartilhar boatos sobre ataques em escolas estimula sensação de insegurança, alerta psiquiatraImagem: Getty Images

Esses boatos também estão circulando em grupos de WhatsApp de pais, mães e professores. Reproduzir esse conteúdo pode contribuir para a sensação de medo? Qual a melhor forma de agir para evitar o pânico?

FA: Sem dúvida. A informação se espalha de uma maneira muito rápida e absurda, então, quando você compartilha esses boatos, isso implica em uma preocupação exagerada em todo mundo.

Eu acho que quanto menos a gente divulgar esses boatos, melhor. A outra coisa é buscar a veracidade dessas informações. Não dá para tomar como verdade e pensar “vamos espalhar isso aí porque todo mundo tem que estar preparado”.

Você espalhar isso é tudo o que a pessoa que iniciou o boato quer, então não espalhe nem entre em pânico. Ao mesmo tempo, é importante ficar de olho e denunciar [essas ameaças].

O que os pais podem fazer para ajudar uma criança ou adolescente que está com sintomas de ansiedade e medo de ir à escola?

FA: Tem uma máxima do tratamento de ansiedade que diz que a melhor forma de perder os medos é gradualmente ir enfrentando essas fobias, seja de agulha, sangue, elevador ou ir para escola.

Então, você vai, aos poucos, se aproximando da situação ou do objeto que te causa medo. No caso da escola, a mãe pode ficar um pouquinho esperando fora do local, mas a criança está ali, e ela vai se habituando novamente. Tratar medo e ansiedade evitando a situação só alimenta o medo e ansiedade excessivos daquela situação.

Mas é muito difícil pensar no que fazer agora, imediatamente. Tem que ter muito cuidado ao falar “tem que enfrentar”. Depende muito da idade, acho que não tem que forçar a barra nesse sentido.

Mas, se daqui a duas semanas, por exemplo, depois que passar toda essa boataria, a criança tiver a mesma atitude, aí já tem alguma coisa que é exagerada e é essa criança que vai precisar ser estimulada a ir voltando aos pouquinhos, às vezes com auxílio de tratamento especializado.

Eu ficaria atento para o exagero desses medos que são normais agora, se eles continuarem nessa intensidade quando você já não tiver mais uma situação potencialmente perigosa. Neste momento, agir com parcimônia e ponderação é a melhor coisa.none

mãe com crianças - iStock - iStock
Psiquiatra orienta a abordar assunto sem estimular ansiedade nas criançasImagem: iStock

Qual é a melhor forma de abordar esse assunto com crianças de diferentes faixas etárias?

FA: Isso vai de acordo com o grau de desenvolvimento que ela está na vida. Mas uma conduta básica que se deve ter com criança é você informar as coisas até onde vai a curiosidade delas.

Então, se ela te pergunta por que tal coisa aconteceu, você não precisa contar todos os detalhes da história para a criança, mas, sim, falar sobre os dados da realidade, como “tem gente que faz algo assim e isso é muito ruim, mas é minoria”.

A criança pode se questionar “mas uma criança da minha idade matou alguém, a troco do quê?”. E você pode dizer “olha, muitas vezes as pessoas que fazem isso têm problemas graves, mas pouca gente é assim”.

Você não deve detalhar para ela “ele pegou uma machada e cortou o pescoço das crianças”, por exemplo, porque aí você vai estar alimentando algo que eu não sei a dimensão que isso pode tomar numa criança pequena, além de alimentar uma ansiedade muito grande.

O diálogo tem que ser sempre no sentido de não alimentar algo antecipatório e isso tem muito a ver com ansiedade. Ansiedade não é sinônimo de medo nem de preocupação, é sinônimo de antecipação. Qualquer situação antes da hora gera ansiedade.none

Isso é diferente de esconder os fatos. É importante falar sobre o assunto, mas sempre baseado no quanto que a criança leva para você, o quanto ela sabe.

Já para crianças com dois, três anos de idade, que ainda não têm dimensão de morte ou finitude, não tem sentido falar sobre esses ataques.

Professores também estão com medo e receio de permanecer nas salas de aula. Como lidar com a sensação de insegurança no seu próprio ambiente de trabalho?

FA: A escola precisaria garantir a segurança, mas a gente sabe que não funciona assim para a maioria das escolas.

Vale sempre consultar a Secretaria de Educação para saber qual é o posicionamento, e do ponto de vista pessoal tem que ficar atento com o fato de que essas coisas podem acontecer. Ao mesmo tempo, pensar que, sim, é uma tragédia, um horror, mas isso não acontece a toda hora.

Os recentes episódios de violência em escolas também chamaram a atenção para a falta de segurança no ambiente escolar, incluindo a escassez de psicólogos. Você acha que o atendimento psicológico poderia ajudar a prevenir esse tipo de ataque?

FA: Prevenir, não. Mas eu acho que ajuda acolher quem está nas escolas, a falar a respeito do assunto, como quais são os riscos [desse tipo de ataque].

A informação ajuda a tirar essa coisa meio fantasmagórica desses episódios, porque eles são horrorosos e não vão deixar de ser horrorosos, mas pelo menos os psicólogos ajudam a explicar “olha, isso acontece por causa disso e disso”.

É uma informação que é positiva, não para gerar mais medo na população, mas talvez mais conhecimento de como as coisas podem acontecer.

É claro que vai ter aquela criança que sente mais medo e que, ao ouvir isso, vai ficar com mais medo. Mas não falar ou não abordar o assunto individualmente não é uma boa ideia.

Informações Viva Bem UOL


Mercadorias da Shein no local de distribuição, na China - Shein/Divulgação
Mercadorias da Shein no local de distribuição, na China Imagem: Shein/Divulgação

O governo vai acabar com a isenção de impostos sobre encomendas postais de até US$ 50 (R$ 247) entre pessoas. A estimativa é que produtos até esse valor comprados diretamente do exterior, em sites como AliExpress, Shein e Shopee, fiquem 60% mais caros.

O que vai mudar?

Remessas entre pessoas também vão pagar impostos. Pelas regras atuais, encomendas até US$ 50 estão isentas, desde que sejam enviadas de uma pessoa para outra. Encomendas enviadas por empresas para pessoas são taxadas em 60%. Agora todas as remessas vão pagar. O governo quer arrecadar mais com isso e diz que o consumidor vai ser beneficiado.

Segundo a Receita Federal, empresas estão usando essa distinção de maneira fraudulenta. O governo federal afirma que muitas lojas declaram valores mais baixos que os efetivamente pagos ou enviam os produtos separadamente para não pagar imposto. Por exemplo, uma compra de US$ 200 (R$ 988) pode ser dividida em quatro pacotes de US$ 50 (R$ 247) ou ter valor declarado abaixo de US$ 50. As empresas negam irregularidades (veja mais abaixo).

Em nota sobre as mudanças, o governo diz que quem age legalmente não será afetado. A nota diz que o benefício atual “se aplica somente para envio de pessoa física para pessoa física. Se, com base nele, empresas estiverem fracionando as compras, e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente. Com as alterações anunciadas, não haverá qualquer mudança para quem, atualmente, compra e vende legalmente pela internet”.

Hoje os tributos só têm sido pagos quando os produtos são barrados pela Receita Federal. A cobrança só acontece quando a fiscalização percebe que o produto tem valor acima de US$ 50, afirma Rafael Lima, gerente sênior de Tax da consultoria empresarial Mazars.

As varejistas internacionais não podem ser acusadas de sonegação. Segundo Lima, os impostos não são devidos por elas, mas sim pelos consumidores, isto é, os importadores. 

O imposto será cobrado antes da entrega do produto. O tributo pode ser recolhido na hora da compra no site de comércio eletrônico. Caso isso não aconteça, o comprador deverá fazer o pagamento do imposto à Receita Federal. Esse pagamento pode ser feito pelo site dos Correios, por meio de boleto bancário ou cartão de crédito. Os Correios avisarão os compradores.

O imposto incide sobre o valor total da remessa. Além do produto, isso inclui o frete e o seguro. Por exemplo, se um produto custa US$ 40 (R$ 198), com frete e seguro de US$ 5 (R$ 25), será cobrado imposto de 60% sobre o valor de US$ 45 (R$ 222). Com isso, o consumidor pagará US$ 27 (R$ 133) de tributo, elevando o valor da compra para US$ 72 (R$ 356).

A alíquota do imposto não vai mudar. Em entrevista ao UOL, Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, afirmou que o governo deve manter o imposto sobre encomendas postais em 60%.

Multas por falta de imposto

Caso a Receita Federal constate erros ou tentativas de fraude, o comprador será punido. Além do imposto de 60%, ele terá que pagar duas multas: uma de 100% e outra de 37,5%, sobre a diferença do valor declarado e o valor real da mercadoria.

Se algum produto no pacote não foi declarado na nota fiscal, a multa equivale a 75% da diferença do imposto devido. O consumidor também deverá pagar o imposto sobre o item não declarado. Caso a compra entre no país com declaração de isenta, e a Receita não aceite a isenção, o comprador terá de desembolsar o imposto devido mais multa de 37,5%.

Empresas dizem que respeitam lei e apoiam mudanças

Veja o que as empresas importadoras falam sobre a atuação delas no mercado brasileiro:

O AliExpress é um marketplace global que conecta compradores e vendedores de todo o mundo. O AliExpress tem o compromisso de fornecer aos consumidores brasileiros produtos de qualidade e participar ativamente no desenvolvimento da economia digital local. Cumprir as regulamentações dos locais onde operamos é nossa principal prioridade.
Aliexpress, em notanone

As possíveis mudanças tributárias em compras internacionais não afetarão os consumidores Shopee que compram dos nossos mais de 3 milhões de vendedores brasileiros registrados em nosso marketplace. Mais de 85% das vendas da Shopee são de vendedores brasileiros, e não de fora do país. A Shopee está no Brasil desde 2019, tem dois escritórios na cidade de São Paulo e emprega mais de 3.000 colaboradores diretos. Além disso, a taxação que está sendo discutida vale para compras internacionais de forma geral e não apenas para plataformas asiáticas. Temos origem em Singapura, mas nosso foco é local. Inclusive, apoiamos o governo em qualquer mudança tributária que apoia o empreendedorismo brasileiro, pois também compartilhamos do mesmo propósito e queremos contribuir com o desenvolvimento do ecossistema local.
Shopee, em notanone

A Shein está comprometida em gerar valor para a indústria, consumidores e economia do Brasil. As regras do “de minimis” são adotadas por muitos países com o objetivo de facilitar o comércio internacional e propulsionar o crescimento local. Reconhecemos a importância em propor melhorias para as regras no Brasil de modo a fornecer segurança jurídica para os operadores e garantir que milhões de brasileiros possam continuar a ter acesso ao mercado mundial, bem como a artigos produzidos localmente.
Shein, em nota.

Informações UOL


Lula em rota de colisão com os EUA: Na China, presidente petista afirma ser ‘contra’ o dólar

Foto: PT

Em viagem pela China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso do dólar como moeda única nas transações globais, tema também defendido pelo Partido Comunista. No primeiro dia de visita a Xangai, o presidente se mostrou alinhado ao discurso chinês.

Lula defendeu o fim da dolarização nas trocas comerciais entre os países-membros dos Brics— grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

“Toda noite me pergunto por que todos os países precisam fazer seu comércio lastreado no dólar. Por que não podemos fazer comércio lastreado na nossa moeda? Por que não podemos ter o compromisso de inovar? Quem é que decidiu que era o dólar a moeda depois que o ouro desapareceu como paridade? Por que não foi o yen? Por que não foi o real, o peso?”, questionou o presidente. “Porque as nossas moedas eram fracas, não tinham valor em outros países”, completou Lula.

O petista em seguida fez mais uma indireta aos Estados Unidos. “Por que um banco como o dos Brics não pode ter uma moeda para financiar relações comercial entre Brasil e China, entre Brasil e outros países? É difícil porque tem gente mal-acostumada. Todo mundo depende de uma só moeda”, afirmou.

Segundo Lula, não é justo “terminarmos o século XXI como começamos o século XX: quem era rico ficou mais rico, quem era pobre ficou mais pobre”.

Revista Oeste


Foto: Victor Chapetta/AgNews

Patrícia Poeta tem passado por momentos delicados após sofrer muitas críticas no comando do Encontro (Globo), especialmente pela percepção do público sobre sua relação com o colega Manoel Soares.

Este colunista de Splash, que adiantou que a apresentadora, segundo pessoas próximas, tem passado noites sem dormir e vem perdendo peso, descobriu novos bastidores de como Patrícia vem enfrentando a crise na TV.

“Na segunda-feira, Patrícia precisou refazer a maquiagem três vezes durante o Encontro. Imagina você ter que sorrir e só ter vontade de chorar?”, contou uma fonte da coluna, reforçando o que muitos da produção já notaram: a apresentadora tem trabalhado cabisbaixa e sem energia, inclusive chorando nos intervalos da atração da Globo.

Além das críticas, Patrícia vem recebendo mensagens de ódio contra ela e sua família. “Algumas ameaças estão surgindo e isso só piora as coisas”, afirma uma pessoa próxima da apresentadora.

A solução encontrada pela equipe da jornalista foi sugerir que ela se afastasse das redes sociais. Patrícia não tem mais lido comentários e notícias a seu respeito. Ela realmente tem se blindado de qualquer crítica.

Além disso, Patrícia tem ido de casa para o trabalho, e do trabalho para casa. Adotou uma rotina de reclusão, contando apenas com o apoio da mãe e do pai, que vivem no Rio de Janeiro e dão suporte.

Os momentos delicados vividos pela apresentadora se tornaram públicos após um flagra na praia, na última sexta-feira, quando ela foi vista caminhando e aparentemente bastante triste.

‘Já me desculpei’

Patrícia viralizou na segunda-feira passada (3) após interromper Manoel Soares no Encontro. O apresentador, pela expressão, não gostou de ser interrompido pela colega.

A este colunista de Splash, Patrícia se manifestou: “Foi uma casualidade, das várias, que podem acontecer num programa ao vivo. Estava tendo dificuldade com uma nova tecnologia e estava procurando ajuda para fazer acontecer. Tanto que no momento que percebi o que tinha acontecido, imediatamente já me desculpei. Coisas de programa ao vivo.”

Após a declaração de Patrícia, a apresentadora não pretende mais comentar o assunto.

Informações Splash UOL


Ofício apreciado foi enviado pelo vice-governador e governador em exercício, Geraldo Júnior, no último dia 5 de abril

Foto: Jorge Oliveira/ bahia.ba

A Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (12) por unanimidade, o Ofício 3.168/23, dando autorização para que o governador Jerônimo Rodrigues possa ficar ausente da Bahia desde o dia 29 de março até o próximo 16 de abril. Com uma extensa agenda, o chefe do Poder Executivo embarcou para a China com o objetivo de trazer investimentos para o estado.

O deputado Alan Sanches (UB), líder da minoria, pediu verificação de quorum com poucos minutos de iniciados os trabalhos, após a leitura das atas das sessões anteriores pelo presidente Adolfo Menezes (PSD). Porém, a bancada governista rebateu com o registro de um bom número de parlamentares.

O líder do governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), utilizou a palavra para avisar à presidência que sua bancada não utilizaria os horários do grande expediente nem das representações partidárias para abreviar o processo de votação. Adolfo pediu que os líderes encaminhassem a votação, ao tempo que Alan liberou a bancada e Rosemberg exortou, inclusive, a oposição a votar favoravelmente, dada a importância da viagem.

O ofício apreciado foi enviado pelo vice-governador e governador em exercício, Geraldo Júnior, no último dia 5 de abril, quando Jerônimo já havia embarcado para a viagem. De acordo com o Art. 104 da Constituição Estadual, o governador não pode se ausentar mais do que 15 dias do estado, sem receber a devida licença legislativa.

Informações Bahia.ba