
Foto: Reprodução
O apresentador Emilio Surita, do programa Pânico, da rádio Jovem Pan, teria sido internado no Hospital São Luiz, na zona sul de São Paulo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (16) pelo jornalista Odair Del Pozzo, num vídeo publicado em seu canal no YouTube.
A última edição do Pânico apresentada por Emílio Surita ocorreu no dia 5 de maio, uma sexta-feira. De lá para cá, o humorista Daniel Zukerman tem assumido o comando da atração.
Uma pessoa que trabalha com o radialista na Jovem Pan disse que o quadro é “delicado”. Ex-Band, ele se encontra no quarto do hospital neste momento para seguir o tratamento contra a doença. ”Não tem previsão de alta”, disse o colega de trabalho.
R7

Foto: VEJA
O deputado federal André Janones (Avante-MG) “previu” a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR), depois do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo o agora ex-deputado Deltan Dallagnol (Podemos-PR).
“Te segura Sergio Moro (sic), porque você é o próximo”, tuitou Janones, ao publicar a passagem bíblica: “Quando se faz justiça, o justo se alegra, mas os malfeitores se apavoram”.
Ao contrário de Dallagnol, por ora, Sergio Moro não é alvo de pedidos de cassação.

Janones não foi o único político de esquerda a se manifestar sobre a decisão do TSE envolvendo Dallagnol. A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse que Deltan Dallagnol “tem um Power Point para chamar de seu”. “Cassado”, publicou a parlamentar, que chegou a ser investigada pela Lava Jato, em virtude de supostos repasses irregulares para sua campanha ao Senado, em 2010, por meio da Odebrecht. “Responde a processos administrativos pendentes como procurador, ou seja, é ficha suja. Também foi condenado pelo TCU por gastos com diárias e passagens na operação Lava Jato. Eita que dia, hein.”
O ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, também comentou a cassação de Dallagnol. “Uma mentira só dura até que a verdade chegue”, observou. “Que a justiça continue a ser feita a todos que lucraram com a destruição da democracia.” Segundo investigações da Lava Jato, Pimenta era conhecido como “Montanha” no departamento de propinas da Odebrecht, por supostamente receber dinheiro indevido da empresa.
Revista Oeste

_Ele não tinha condições para ter um jet ski, mas o seu sonho o levou longe_
A Bahia e o Brasil estão sendo reconhecidos mundialmente em esportes aquáticos graças ao piloto de jet ski Bruno Jacob (@jacobjetski), atleta baiano que se destacou no mundo náutico, sendo considerado um dos melhores internacionalmente. Além de ser vice-campeão mundial de jet ski e multipremiado em todo o país, Bruno possui um currículo de grandes conquistas, que inclui os títulos de Campeão Sul-americano, Campeão Brasileiro, Campeão Baiano, Bicampeão Internacional de Freeride, Campeão do Mundial Jet Waves, o recorde mundial de maior salto de jet ski (27,6 metros) e os títulos de Campeão Brasileiro de Freeride e King of Freeride, esse último que culminou por ter conquistado mais títulos ao redor do mundo do que qualquer outro atleta.
O profissional, porém, não tinha condições para ter um jet ski quando o sonho de criança começou. “Meu pai conseguiu um jet usado para eu começar a treinar, competir”, conta, emocionado. Com toda a superação, Jacob passou, desde jovem, a treinar, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, visando garantir segurança para o futuro da família. “Sempre foi muito, muito duro, sempre com muita disciplina, sempre com muita batalha”, destaca Bruno, ao lembrar do seu início, tendo a família como apoiadora do seu sonho.
Bruno é agora inspiração para diversos brasileiros, já que a área de jet ski teve uma crescente constante de vendas após a pandemia de Covid-19. O Brasil é atualmente o segundo maior consumidor de jet, atrás somente dos EUA. A empresa Boatlux, por exemplo, que atua desde 2012, viu apenas no ano passado um crescimento de 50%.
Em outro país, ele criou gambiarras para sobreviver e o networking o levou longe:
”Não sabia falar direito outra língua. Estudei, me formei em inglês, comecei com a prática. Hoje sou fluente em inglês e espanhol também”, explica sobre a sua história de superação.
Continuar criando novas metas foi a chave do sucesso e da superação:
O ápice da carreira de Bruno ocorreu em 2016, quando ele conquistou um feito impressionante ao conquistar o vice-campeonato mundial de circuito, além de vencer a etapa do Mundial em Salvador, na categoria profissional. Este sucesso foi resultado de anos de dedicação e treinamento intenso, o que o levou a se tornar um dos principais atletas de jet ski do mundo.
‘’Hoje vejo essas mais de 200 conquistas e centenas de troféus, com meus títulos ao redor do planeta, em vários continentes, e sou muito grato. Mas a luta não para. Jamais devemos achar que alcançamos o máximo. Vou buscar o meu lugar no circuito mundial profissional, sem dúvidas estou realmente no melhor momento da minha carreira’’, conclui o atleta.

O deputado estadual Binho Galinha (Patriota) deu entrada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL – BA) em projeto de lei que Institui o Programa Estadual de Tratamento e Reciclagem de Óleos e Gordura de Origem Vegetal ou Animal no Estado, que deverá ser implementado pelo Governo do Estado. A ação será feita mediante a adoção de medidas estratégicas de controle técnico, para não se incidir na proibição de lançamento ou liberação de poluentes nas águas, no ar ou no solo, diz a lei. A proposta é não acarretar prejuízos à rede de esgotos, evitar a poluição dos mananciais, informar a população quanto aos riscos ambientais causados pelo despejo de óleos e gorduras de origem animal ou vegetal na rede de esgoto e as suas vantagens no processo de reciclagem.
“O que eu desejo é que a Secretaria de Meio Ambiente do Estado desenvolva ações de fomento à reciclagem de óleos vegetais no âmbito estadual, com atividades permanentes. Os baianos utilizam o óleo de cozinha para fritar diversos alimentos, não só em casa, como em estabelecimentos comerciais e industriais. Infelizmente essa prática possui um grande potencial poluidor e necessita receber a devida atenção não só do poder público, bem como de toda a sociedade”, argumenta Binho Galinha.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O plenário do TSE decidiu hoje, por unanimidade, derrubar o registro de candidatura e cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR), ex-procurador que coordenou a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. A cassação foi decidida com base na Lei da Ficha Limpa.
O TSE considerou que Dallagnol fraudou a Lei da Ficha Limpa ao sair do MPF, em novembro de 2021. Segundo o ministro Benedito Gonçalves, relator do caso, ele escapou de eventuais punições que poderiam resultar em sua demissão, o que o tornaria inelegível.
Dallagnol pode recorrer da decisão, mas a perda do mandato tem efeito imediato. O ex-procurador pode apresentar embargos contra o entendimento dos ministros do TSE e até levar o caso ao Supremo Tribunal Federal.
Os votos recebidos pelo ex-procurador passam a ser contabilizados pelo Podemos, partido do agora deputado cassado, de acordo com o voto do ministro do TSE. Leia a íntegra do voto do ministro Benedito Gonçalves.
Segundo a assessoria de Deltan, Luiz Carlos Hauly, segundo candidato mais votado do Podemos no Parará (11.925 votos), assumiria o mandato. Hauly, porém, não teria atingido o quociente individual, o que impediria que assumisse. Neste caso, o mandato ficaria com Itamar Paim, do PL, partido com maior quociente eleitoral.
Os ministros do TSE acataram dois recursos apresentados contra a candidatura de Deltan Dallagnol no ano passado. Um havia sido movido da Coligação Brasil da Esperança, do presidente Lula (PT), e outro pelo PMN.
Além de citar o pedido de exoneração, o recurso apontou que Dallagnol havia sido condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em um processo que avaliou o pagamento de diárias a procuradores da Lava Jato.
O TRE no Paraná rejeitou os pedidos, mas a coligação e o partido recorreram ao TSE, que reverteu a decisão nesta terça (16).
O vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet Branco, havia se manifestado a favor de Deltan. “É irrelevante cogitar da motivação do requerimento de exoneração antes do término dos procedimentos distintos do processo administrativo disciplinar”, disse.
Deltan foi o candidato a deputado mais votado do Paraná, com 345 mi, votos. O UOLpediu manifestação à defesa dele, mas não obteve resposta.
Relator dos recursos, Gonçalves apontou em seu voto que Deltan cometeu fraude eleitoralao pedir exoneração do Ministério Público Federal enquanto ainda respondia a processos internos no Conselho Nacional do MP.
Segundo o ministro, a exoneração de Deltan impediu que 15 procedimentos administrativos pudessem produzir apurações que, no limite, poderiam levar à sua aposentadoria compulsória ou a perda de cargo. Benedito lembrou que Deltan, no passado, já havia sido condenado às penas de advertência e censura – punições mais brandas em comparação às demais.
No caso dos autos, a somatória de cinco elementos, devidamente concatenados e contextualizados, revela de forma cristalina que o recorrido exonerou-se do cargo de procurador da República em 3/11/2021 com propósito de frustrar a incidência da inelegibilidade.”
Benedito Gonçalves, ministro do TSE
Para o ministro, ao pedir a exoneração, Deltan teve o propósito claro de “bular a incidência” de sua inelegibilidade
Em outras palavras, quem pretensamente renuncia a um cargo (direito a princípio conferido pelo ordenamento jurídico), para, de forma dissimulada, contornar vedação estabelecida em lei (impossibilidade de disputar eleição para o cargo de presidente de tribunal), incorre em fraude à lei”.
Benedito Gonçalves, ministro do TSE
Informações UOL

Foto: Reprodução
Um vídeo faz sucesso na web ao mostrar o momento em que um padrinho flagra uma noiva traindo seu marido com um garçom, segundo o jornal inglês “Metro”.
A mulher, que está de vestido branco e é identificada apenas Nina, fica um pouco embaraçada quando o padrinho a flagra trocando carícias com o garçom.
“Nina, o que está acontecendo aqui? Quem é esse cara?”, pergunta Bob Barker, que postou o vídeo com a cena no YouTube.
Publicada no dia 10 de novembro, a gravação alcançou mais de 1,1 milhão de visualizações.
Informações TBN

foto: reprodução
O apresentador Emílio Surita está internado em tratamento contra câncer de intestino, segundo informou o jornalista Odair Del Pozzo, através de um vídeo no Instagram, nesta terça-feira (16). O radialista, conhecido por trabalho na Jovem Pan, recebe cuidados no Hospital e Maternidade São Luiz, da Unidade Itaim, em São Paulo.
“Ele fez uma operação bastante delicada há quase uma semana e agora já está no quarto, ainda bem, com dreno, com tudo. Esta é a informação preliminar que eu tenho, estão tratando o caso com muita discrição”, disse.
O jornalista ainda acrescentou que o clima no programa Pânico está “muito chato”. No fim do vídeo, ainda deixou um recado para Emílio: “Como você sempre brincou, brinque em cima daquilo, que você supera. É grave, é, porque não é uma verruguinha. Força e sorte”.
Após o vídeo circular nas redes sociais, um amigo de Emílio, Ricardo Feltrin, desejou forças para os familiares, detalhando que Surita chegou a passar por uma operação por conta da doença.
“Agora que se tornou público, desejo bênçãos e recuperação ao Emílio Surita, internado, operado e fazendo tratamento contra um câncer. Desejo força para sua família e amigos. Que saia logo, pois é um dos grandes comunicadores da história do rádio brasileiro”, escreveu no Twitter, às 16h47 de hoje.
Informações TBN

Foto: Reprodução YouTube
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, disse que ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), “não é uma pessoa normal”. Declaração ocorreu em entrevista à GloboNews, nesta terça-feira (16).
“O Bolsonaro não é uma pessoa normal, já começa pelo carisma que ele tem, que é uma loucura, não dá para entender. Você vê a popularidade que ele tem, hoje o país está dividido infelizmente, mas o Bolsonaro tem esses problemas, ele tem dificuldade. Tem dificuldade. O problema dele é erro de comunicação”, acrescentou Valdemar da Costa Neto, quando questionado sobre a suposta responsabilidade de Bolsonaro nos atos de vandalismo do 8 de Janeiro.
“Ele é acima do normal, ele é um fenômeno”, disse. Como exemplos, citou a eleição dos ex-ministros Tarcísio Gomes e Marcos Pontes para o governo de São Paulo e para o Senado, respectivamente, que atribuiu à força de Bolsonaro como cabo eleitoral.
“O Bolsonaro ficou muito abatido depois do segundo turno, não conseguiu se dirigir a essa gente. Deixou essa gente triste, porque, inclusive, muita gente pensava que ele queria que o pessoal continuasse lá e ele não queria, mas ele não falou. O Bolsonaro não é uma pessoa como nós, ele não é uma pessoa normal. Eu não estou dizendo que ele é errado ou certo”, disse o presidente do PL.
Gazeta Brasil

Em evento coordenado em 2021, Alexandre de Moraes possibilitou que a Polícia Federal obtivesse acesso à nuvem que continha todas as conversas do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente da república Jair Bolsonaro. Pelo menos é isso que afirma matéria de hoje da Folha de SP.
Mensagens às quais a Folha teve acesso parcial revelam informações sobre a rotina da presidência e diálogos entre assessores sobre assuntos comuns, como escalas de horário e outras atividades costumeiras de servidores.
A partir das conversas de Mauro Cid, a Polícia Federal obteve pelo menos outras cinco autorizações, concedidas por Moraes, para quebra de sigilo bancário, de comunicações e fiscal de ao menos 13 indivíduos e uma empresa. Entre estas pessoas estavam três assessores de Bolsonaro e duas assessoras da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Até o momento, a corporação afirmou não ter alcançado nenhuma conclusão, apesar das conversas e contas analisadas.
Em relação aos dados bancários, Moraes chegou a autorizar o acesso inclusive a informações de 2018, período anterior ao governo Bolsonaro, que teve início apenas em 1 de janeiro de 2019.
ABIN PARALELA
A atividade relatada pela matéria da Folha de SP quase não difere daquela performada pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Porém, ao contrário da agência oficial de governo, a célula capitaneada por Moraes não conta com previsão legal para operar como tal; pior, a estrutura criada pelo ministro vai além, uma vez que a Lei 9.883 de 07 de dezembro de 1999, responsável pela regulação da atividade de inteligência no Brasil, não confere à Abin poder de polícia, enquanto a PF não tem essa limitação.
Em termos práticos, de acordo com o relatado pela Folha, Alexandre de Moraes teria sob seu comando uma agência de inteligência paralela, uma espécie de órgão independente dentro da Polícia Federal, funcionando a plenos pulmões e à margem da lei.
DE PONTA A PONTA
Em tese, toda operação da PF depende de provocação para ser deflagrada. Moraes, porém, conseguiu montar uma estrutura que independe de qualquer outra instituição para gerar resultados. Ele autoriza a operação, abre inquéritos, investiga e julga; e quando a legislação é um empecilho, como é o caso da atividade de inteligência, ela é peremptoriamente ignorada ou esgarçada. Fica nítido assim que Moraes hoje pode traçar um objetivo e executá-lo sem estar sujeito a limitações legais, burocracia ou resistência, seja ela interna ou externa, catalisando atos através da máquina persecutória que estruturou; sempre sob os olhares lenientes, preguiçosos, conformados e acovardados das outras instituições.
ARAPONGAGEM
Em 2020 a ministra Cármen Lúcia foi relatora de uma ação que pedia restrição do fornecimento pelo governo à Agência Brasileira de Inteligência de dados fiscais, bancários, telefônicos e de inquéritos policiais. Lúcia chegou a dizer à época que “arapongagem é crime, e quando praticada pelo Estado é ilícito gravíssimo”.
A ação havia sido impetrada por partidos da esquerda e alegava que “esse tipo de compartilhamento e devassa massivos a sigilos constituídos serve apenas para aparelhar o Estado com informações sensíveis sobre quem não for bem querido pelo governante de plantão”. A acusação era de que Bolsonaro usava a Abin para obter informações sigilosas sobre adversários políticos. Nada jamais foi provado contra o ex-presidente, mas a acusação se encaixaria como uma luva no caso presente, bastando apenas substituir o termo “governante de plantão” por “Alexandre de Moraes”.
Até o momento, Carmén Lúcia não se pronunciou.
NÃO SERIA A PRIMEIRA VEZ
Em setembro de 2022 Moraes criou o Núcleo de Inteligência do TSE, dedicado ao “combate da violência política” nas eleições presidenciais daquele ano. A iniciativa resultou de uma parceria entre o TSE e o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG). A forma de atuação desse núcleo especializado seria determinada pelo presidente do Tribunal, Alexandre de Moraes, que também assumiria sua presidência.
A semelhança com a célula de inteligência da PF é evidente. O ministro publicou portaria criando e dando atribuições a um grupo, se autoindicou presidente dele, e a partir dali comandou sua operação livremente, ao largo de legislações, jurisprudências ou órgãos de controle.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) errou nesta 2ª feira (16.mai.2023) ao dizer que foi ele quem criou a CGU (Controladoria Geral da União), em seu 1º mandato (2003-2006). O órgão nasceu por uma MP (Medida Provisória) de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2001, mas com outro nome: Corregedoria Geral da União. No 1º governo petista, em 2003, houve a mudança de nome da instituição, com lei publicada em 28 de maiodaquele ano.
“A verdade é que sem transparência não há democracia… foi exatamente por isso que, ainda no meu 1º mandato, fortalecemos os órgãos de controle e criamos o Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União”, disse Lula em cerimônia de comemoração aos 11 anos da LAI(Lei de Acesso à Informação).
Em 2001, a então CGU já recebia status de ministério. Segundo o site do órgão, acessado em 16 de maio, a instituição anterior “tinha o propósito de combater, no âmbito do Poder Executivo Federal, a fraude e a corrupção e promover a defesa do patrimônio público”.
Outras áreas de atuação da CGU, que Lula diz ter criado, já existiam antes de 2003 na Secretaria Federal de Controle Interno, vinculada ao Ministério da Fazenda, e pela Ouvidoria Geral da União, vinculada ao Ministério da Justiça. Essas duas unidades passaram a ser parte da então Corregedoria Geral da União em 2002, com a publicação do Decreto 4.177.
Poder 360