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Pedido ocorre após a divulgação de vídeo que mostra o então comandante do Gabinete de Segurança Institucional no Palácio do Planalto em 8 de janeiro, durante atos golpistas.

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1 

O general da reserva Marco Edson Gonçalves Dias, conhecido como “G.Dias”, pediu demissão da chefia do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) nesta quarta-feira (19). A decisão foi tomada após a divulgação, pela CNN Brasil, de vídeo que mostra o então comandante do GSI no Palácio do Planalto em 8 de janeiro, durante atos golpistas em Brasília (veja vídeo acima)

Em entrevista à TV Globo após o pedido de exoneração, Dias afirmou que estava no Planalto para retirar invasores do local. 

Após a divulgação do vídeo, o GSI afirmou em nota que as imagens mostram a “atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto” e que ” as condutas de agentes públicos do GSI envolvidos estão sendo apuradas”. 

O nome de G.Dias havia sido anunciado por Lulaem 29 de dezembro, antes de sua posse como presidente. Ele era um dos homens de confiança do petista, tendo sido responsável pela segurança de Lula em dois mandatos presidenciais anteriores. 

Ministro do GSI pede exoneração do cargo após vídeo em que aparece no Planalto no 8/1

Ministro do GSI pede exoneração do cargo após vídeo em que aparece no Planalto no 8/1 

O GSI é responsável pela coordenação da área de inteligência do governo. Cabe ao GSI, por exemplo, acompanhar questões com “potencial de risco” à estabilidade institucional, fazer a segurança pessoal do presidente da República e prevenir crises. 

Marco Edson Gonçalves Dias é natural de Americana (SP) e tem 73 anos. Ele entrou para o Exército em 1969, por meio da Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1986 e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército em 1994. Chegou a ocupar o cargo de Comandante da Sexta Região Militar e a comandar o 19° Batalhão de Infantaria Motorizado. 

General da reserva Marco Edson Gonçalves Dias, conhecido como ‘G.Dias’ — Foto: Exército/Divulgação 

Foi alçado ao cargo de general e, atualmente, está na reserva (como os militares chamam a sua aposentadoria permanente). 

G.Dias foi Secretário de Segurança da Presidência da República nos dois mandatos anteriores de Lula e chefe da Coordenadoria de Segurança Institucional da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Informações G1


Pedido foi feito após reunião de Dias com Lula e outros ministros no Palácio do Planalto. Imagens mostram atuação do ministro durante atos golpistas de 8 de janeiro.

Gonçalves Dias (GSI) — Foto: José Cruz/Agência Brasil

Gonçalves Dias (GSI) — Foto: José Cruz/Agência Brasil 

O general Gonçalves Dias pediu nesta quarta-feira (19) demissão do cargo de ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. 

O pedido ocorre após vídeo mostrando o ministro no Palácio do Planalto durante invasões golpistas de 8 de janeiro. 

O general da reserva pediu demissão após reunião com Lula e chefes de outras pastas, no Palácio do Planalto. Ele é o primeiro ministro a deixar o governo no terceiro mandato de Lula. 

Em entrevista à TV Globo, Dias afirmou que estava no Planalto para retirar manifestantes. “Eu entrei no palácio depois que o palácio foi invadido e estava retirando as pessoas do 3º e 4º piso, para que houvesse a prisão no 2º”, afirmou. O general também disse que sua imagem foi retirada do contexto. 

A atuação do GSI durante os atos de 8 de janeiro, em que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, é alvo de críticas. 

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1

Ministro do Gabinete de Segurança Institucional estava no Planalto no momento da invasão do 8/1 

A presença e a atuação de Dias no Palácio do Planalto, sede do Executivo, no dia dos atos foi divulgada em vídeo pela CNN Brasil. 

As imagens mostram Gonçalves Dias e funcionários do GSI circulando entre os invasores no Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. 

Um dos funcionários do GSI conversa com invasores e os cumprimenta. Outro trecho mostra servidores do órgão entregando água aos vândalos. 

O GSI divulgou nota para justificar a presença do chefe do órgão no Palácio do Planalto, na qual afirma que as imagens mostram a “atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto”. 

“A respeito de reportagem veiculada no dia de hoje, sobre os ataques do 8 de janeiro, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) esclarece que as imagens mostram a atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto, concentrando os manifestantes no segundo andar, onde, após aguardar o reforço do pelotão de choque da PM/DF, foi possível realizar a prisão dos mesmos”, explicou o GSI. 

Segundo o blog do Camarotti, a situação de Dias foi agravada porque o presidente Lula lhe pediu as imagens de frente do gabinete presidencial durante a invasão, mas Dias, segundo fontes, respondeu que elas estavam indisponíveis. 

GSI negou pedido de acesso aos vídeos via LAI e colocou sigilo de cinco anos, diz Ana Flor

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Em nota divulgada após o pedido de demissão, a Secretaria de Comunicação da Presidência diz que “a violência terrorista que se instalou no dia 8 de janeiro contra os Três Poderes da República alcançou um governo recém-empossado, portanto, com muitas equipes ainda remanescentes da gestão anterior, inclusive no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foram afastados nos dias subsequentes ao episódio”. 

O órgão afirma que 81 militares, inclusive do GSI, já foram ouvidos no inquérito sobre os atos e que “o governo tem tomado todas as medidas que lhe cabem na investigação do episódio”. 

Envolvimento de militares com atos

O GSI, formado majoritariamente por militares, é o órgão responsável pela segurança das instalações da Presidência da República. Até o início de 2023, também fazia a segurança pessoal do presidente e de seus familiares. 

Mas Lula decidiu ter sua segurança composta por policiais federais, alguns que já o acompanharam durante a campanha presidencial. 

Lula e boa parte do governo têm receio da atuação de militares no núcleo da administração federal. A quantidade de militares que participaram do governo Bolsonaro deixou a impressão no governo petista de que parte das Forças Armadas assumiu uma atuação ideológica. 

Vídeos gravados durante o dia 8 de janeiro mostram, por exemplo, o então comandante do Batalhão de Guarda Presidencial (BGP) pedindo uma atuação mais branda da Polícia Militar do Distrito Federal com os invasores. 

Marco Edson Gonçalves Dias é natural de Americana (SP). Ele entrou para o Exército em 1969, por meio da Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1986 e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército em 1994. 

Chegou a ocupar o cargo de Comandante da Sexta Região Militar e a comandar o 19° Batalhão de Infantaria Motorizado. Foi alçado ao cargo de general e, atualmente, está na reserva (como os militares chamam a sua aposentadoria). 

Dentro do governo, já foi Secretário de Segurança da Presidência da República do governo Lula e chefe da Coordenadoria de Segurança Institucional da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Informações G1



_Discentes pedem ao Ministério Público e ao Governo do Estado agilidade no andamento do último concurso_

Estudantes da UNEB (Universidade do Estado da Bahia) realizaram uma manifestação durante todo o dia de hoje, 19, cobrando a convocação imediata dos professores aprovados no último concurso realizado em 2022. Os discentes alegaram estão prejudicados diante da falta de professores na instituição.

“O nosso curso está prestes a parar pela falta de professor e a primeira turma nem tem perspectiva de formar. Precisamos de uma solução tanto da reitora quanto do Governo do Estado e do Ministério Público. Até o momento, nada foi feito”_, lamentou a estudante Mariana Santos Campos do curso de Medicina Veterinária, campus IX.

Outra manifestante destacou que situação semelhante enfrentam os discentes dos campi de Paulo Afonso, Caetité e Seabra, onde a carência de professores tem afetado diretamente o cronograma de aulas. 

_“O Ministério Público não dá informações pra gente e a reitora [Adriana Marmori] só tem respostas vagas, deixando sempre os alunos, os próprios professores que fizeram o concurso e os coordenadores de cursos sem saber o que está acontecendo”_, revelou revoltada considerando uma atitude falta de respeito.


Imagens exclusivas da emissora CNN mostram mais detalhes sobre os atos de 8 de janeiro. Entre as pessoas flagradas, surge o general da reserva e ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula (PT), Marco Edson Gonçalves Dias.

Outros membros do GSI aparecem facilitando as invasões e oferecendo até água para os manifestantes dentro das sedes dos Três Poderes.

https://twitter.com/i/status/1648669493478948864

Imagens exclusivas da emissora CNN mostram mais detalhes sobre os atos de 8 de janeiro. Entre as pessoas flagradas, surge o general da reserva e ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula (PT), Marco Edson Gonçalves Dias.

Outros membros do GSI aparecem facilitando as invasões e oferecendo até água para os manifestantes dentro das sedes dos Três Poderes.

https://twitter.com/brom_elisa/status/1648669493478948864?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1648669493478948864%7Ctwgr%5E1d06732f3f83458af9111c47d628a576d7ee396e%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F04%2Furgente-imagens-exclusivas-mostram-membros-do-gsi-de-lula-e-ate-ministro-do-governo-petista-abrindo-portas-para-facilitar-entrada-de-invasores-no-8-de-janeiro-serviram-ate-agua-e-deram-orie%2F

Informações TBN


Cartão amarelo, vermelho, pênalti e escanteio estão entre os lances exigidos pelos apostadores e aliciadores para os jogadores investigados na operação que apura a manipulação de resultados de jogos de futebol. Segundo o Ministério Público de Goiás (MPGO), três suspeitos foram presos em São Paulo e 20 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo pelo menos nove deles em casas de atletas.

De acordo com o MP, dentre os suspeitos nesta segunda fase da Operação Penalidade Máxima, além de jogadores, estão pessoas suspeitas de integrar o esquema de apostas. A primeira fase da operação foi deflagrada em fevereiro deste ano e uma pessoa chegou a ser presa na época.

Até a última atualização, quatro atletas suspeitos de envolvimento nesta 2ª fase da operação já foram identificados, são eles:

Victor Ramos, ex-Palmeiras, Vasco e Vitória, e atualmente zagueiro na Chapecoense;
Igor Cariús, lateral-esquerdo do Sport Recife;
Kevin Lomonaco, jogador do Red Bull Bragantino;
Gabriel Tota, jogador do Esporte Clube Juventude.

O g1 não localizou a defesa dos jogadores até a última atualização desta reportagem.

Durante uma coletiva de imprensa na terça-feira, o Ministério Público detalhou quais foram os 11 jogos que são alvos da segunda fase da operação e explicou quais foram as ações pedidas pelos aliciadores para os jogadores envolvidos (veja detalhes abaixo).

“Não necessariamente quer dizer que o atleta tenha, de fato, cometido ou tenha praticado a punição para qual foi oferecido o valor financeiro para tanto”, esclareceu o promotor Fernando Cesconetto.

Jogos investigados na 2ª fase da operação:

Campeonato Brasileiro:

Santos 1 x 1 Avaí – 5 de novembro de 2022
Pediram que um atleta do Santos tomasse um tomar um cartão amarelo;

Red Bull Bragantino 1 x 4 América-MG – 5 de novembro de 2022
Pediram que um atleta do Bragantino tomasse um cartão amarelo;

Goiás 1 x 0 Juventude – 5 de novembro de 2022
Pediram que dois atletas do Juventude tomassem cartões amarelos;

Cuiabá 1 x 1 Palmeiras – 6 de novembro de 2022
Pediram que um jogador do Cuiabá tomasse cartão amarelo;

Botafogo 3 x 0 Santos – 10 de novembro de 2022
Pediram que um jogador do Santos tomasse cartão vermelho;

Palmeiras 2 x 1 Juventude – 10 de setembro de 2022
Pediram que um jogador do Juventude tomasse cartão amarelo.

As quantias envolvidas para a cooptação dos atletas da Série A do Campeonato Brasileiro, conforme o promotor, para punição de cartão amarelo e vermelho giravam em torno de R$ 50 mil a R$ 60 mil, por atleta, para cada evento esportivo.

Campeonatos estaduais:

Goiás x Goiânia – 12 de fevereiro de 2023
Pediram a derrota do Goiânia no primeiro tempo.

Caxias x São Luíz-RS – 12 de fevereiro de 2023
Pediram que um jogador do São Luiz cometesse pênalti.

Esportivo x Novo Hamburgo – 11 de fevereiro de 2023
Pediram para jogador do Novo Hamburgo cometesse um pênalti.

Luverdense x Operário – 11 de fevereiro de 2023
Pediram manipulação no número de escanteios.

Guarani x Portuguesa – 8 de fevereiro de 2023
Pediram que atleta recebesse cartão amarelo.

No caso dos campeonatos estaduais, os valores variavam entre R$ 70 mil a R$ 100 mil, conforme o promotor.

Informações G1


Para o parlamentar, não há elementos para a prisão preventiva do ex-ministro

Foto: Alan Santos/PR

Preso há três meses, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, tentou se suicidar, alegou o deputado federal Eduardo Bolsonaro, em um apelo pela soltura do aliado. Para o parlamentar, não há elementos para a prisão preventiva do ex-ministro.

“Não há qualquer motivo para a prisão. Anderson Torres já tem um quadro depressivo. Falam que já emagreceu mais de 12 quilos. Alguns chegam a suscitar que ele tenha procurado se suicidar”, diz Eduardo Bolsonaro.

“Por que uma pessoa que retornou ao Brasil está presa? A prisão preventiva se enquadra apenas quando existe risco de fuga, que não foi o caso. Anderson Torres, inclusive, retornou ao país. Ele não está atrapalhando as investigações nem pondo sob risco a ordem econômica ou a ordem pública”, pondera.

De acordo com informações da coluna de Paulo Capelli, do portal Metrópoles, nos últimos dias, aliados do ex-presidente passaram a monitorar o estado emocional de Torres. Há o temor de que, sem perspectiva de soltura, ele faça uma delação contra Bolsonaro.

Informações Bahia.ba


Cantora publicou uma carta aberta em seu Instagram

Foto: Assessoria

A cantora Preta Gil se pronunciou pela primeira vez após o fim do casamento com o personal trainer Rodrigo Godoy vir à tona. Na terça-feira (18), a artista, que está em tratamento oncológico, publicou uma carta aberta em seu Instagram afirmando que “as verdades estão vindo à tona” e que precisa de “paz” para se curar. 

“Amores meus, hoje acordei numa espécie de pesadelo. Pelo meu estado de saúde muito grave esses dias, minha equipe, amigos, família e médicos me blindaram de fofocas que estavam saindo a respeito do meu casamento, mas infelizmente hoje eles não conseguiram mais me poupar da crueldade que está rolando na internet. Muitas coisas eu tomei conhecimento hoje e estou muito abalada. No meio das fofocas tem muitas mentiras, como por exemplo, assuntos financeiros, rastreador no carro, trisal…”, começou Preta na plataforma. 

“No mais, as verdades estão vindo à tona, o que pra mim é muito doloroso e cruel. Eu peço que vocês também me ajudem a me proteger de toda essa nojeira, pois estou frágil, no meio de um tratamento oncológico, depois de quase morrer numa sepsemia. Eu preciso de paz pra me curar!!! Beijos com amor, Preta”, finalizou a voz de “Sinais de Fogo”. 

Na terça, a coluna Leo Dias, do Metrópoles, revelou que o casamento de Preta e Rodrigo Godoy teria chegado ao fim após a filha de Gilberto Gil descobrir que o então marido estava saindo com sua ex-estilista. 

Preta foi diagnosticada no início do ano com um câncer no intestino. Em março, a cantora sofreu um choque séptico. Rodrigo Godoy teria deixado, na sexta-feira (14), a casa onde morava com a ex-esposa um dia antes da cantora receber alta hospitalar. 

Informações Bahia.ba


Defensoria STF
A defensoria pede que as denúncias sejam rejeitadas e os processos encaminhados às instâncias competentes | Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

Defensoria Pública da União (DPU) enviou, na segunda-feira 17, documentos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes argumentando que as denúncias contra presos em Brasília no dia 8 de janeiro são genéricas e que o STF não possui competência para julgá-las. 

A defensoria pede a Moraes, relator do caso, que as denúncias sejam rejeitadas e os processos encaminhados às instâncias competentes.

De acordo com a DPU, as denúncias são genéricas por tentar enquadrar todos os denunciados em apenas dois grupos: pessoas que estavam nos Quartéis-Generais  e os que foram à Praça dos Três Poderes. A defensoria alega que não há individualização das denúncias.

Em relação à ausência de competência do STFem conduzir os processos, a Defensoria afirma que as pessoas presas não possuem foro. Dessa maneira, a DPU pede que os processos sejam encaminhados para juízes de primeira instância.

A DPU representa aproximadamente 400 pessoas no inquérito. Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) já apresentou quase 1,4 mil denúncias contra os envolvidos nos atos de vandalismo de 8 de janeiro.

Na madrugada de terça-feira 18, a Suprema Corte deu início à análise colegiada das denúncias apresentadas contra cem manifestantes. Em seu voto, Moraes defendeu tornar os denunciados réus. Ele foi acompanhado pelo ministro Dias Toffoli.

Informações Revista Oeste


Lula Mudança Discurso
A mudança de Lula se deu também por pressões internas de membros da oposição que condenaram sua fala | Foto: Foto: Joédson Alves/Agência Brasil 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recuou e mudou seu discurso a respeito da guerra no Leste Europeu e afirmou que o Brasil “condena a violação da integridade territorial da Ucrânia”, além de defender “uma solução política negociada para o conflito”. A declaração do petista foi dada na terça-feira 18, durante um encontro no Itamaraty com o presidente da Romênia, Klaus Iohannis. 

“Falei da nossa preocupação com o efeito da guerra, que extrapola o continente europeu”, declarou Lula. “Reiterei minha preocupação com as consequências globais desse conflito em matéria de segurança alimentar e energética, especialmente sob as regiões mais pobres do planeta”, concluiu.

O petista ainda defendeu a necessidade da criação de um grupo de países que seja capaz de “sentar-se à mesa tanto com a Ucrânia como com a Rússia para encontrar a paz”.

Lula muda o tom do discurso

No domingo 16, o presidente havia se colocado de forma totalmente diferente das ações tomadas pelos Estados Unidos e por países europeus integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) sobre quais medidas deveriam ser adotadas e o empenho em fornecer armas, equipamentos e assistência para o Exército de Kiev. 

Durante sua viagem ao Oriente, Lula fez escala nos Emirados Árabes Unidos e concedeu uma entrevista em que afirmou que: “A decisão da guerra foi tomada por dois países”.

Depois dessa declaração do petista, autoridades brasileiras sofreram fortes cobranças dos EUA e de integrantes da União Europeia para se retratar. A mudança de Lula se deu também por pressões internas de membros da oposição que condenaram sua fala.

Informações Revista Oeste