
Foto: Patrick T. FALLON / AFP
O Procon-SP anunciou nesta quarta-feira (24) que notificou a Netflix pela nova política da empresa de cobrar um adicional de R$ 12,90 por mês de usuários que compartilham suas senhas da plataforma com outras pessoas fora de sua residência.
Em comunicado, o órgão explicou o que busca com a notificação, enviada depois de receber diversas reclamações de consumidores sobre a gigante do streaming:
A Netflix explica que o titular da conta pode adquirir um ponto extra por R$ 12,90 ou transferir o perfil da outra pessoa, que, por sua vez, terá que arcar com uma nova assinatura.
“A conta Netflix deve ser usada por uma única residência. Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam”, explica a empresa.
Em abril de 2022, a Netflix reportou uma perda de 200 mil assinantes entre janeiro e março daquele ano. Segundo a Bloomberg, em balanços trimestrais, foi a primeira vez que a gigante do streaming registrou resultado negativo nesse quesito desde 2011.
Na época, a Netflix destacou o aumento da competição no segmento e apontou que tem perdido oportunidades de elevar o número de pagantes por conta de senhas compartilhadas.
A empresa estima que 100 milhões de usuários desfrutam de senhas compartilhadas em todo o mundo.
Informações G1

Com o recente anúncio da nova política de preços da Petrobras em relação à gasolina, o combustível já começa a ficar mais barato nas bombas de abastecimento.
Contudo, o custo da gasolina ao consumidor continua sujeito à cotação internacional do petróleo com o qual é fabricada no mercado internacional.
Os carros elétricos são substitutos naturais para veículos movidos por derivados do petróleo, mas existem alternativas: empresas como a Porsche estão investindo em uma gasolina sustentável e ecológica. A marca alemã, inclusive, já fabrica no Chile essa gasolina sem petróleo, também conhecida como e-fuel ou gasolina sintética.
Uma das vantagens é que ela dará uma sobrevida aos veículos a combustão, sem gastar uma gota de petróleo: sua produção utiliza como matéria-prima hidrogênio e o dióxido de carbono disponível na atmosfera.
Além da Porsche, o governo alemão e marcas como Audi e Bosch têm investido nessa tecnologia.
Ao mesmo tempo, a Fórmula 1 avalia a adoção do e-fuel a partir de 2025, quando deverá entrar o novo regulamento de motores, mantendo a propulsão híbrida já adotada, porém com o novo combustível e mais eletrificação. Esse seria o caminho para a mais importante categoria do automobilismo mundial não migrar, ao menos por ora, para motores totalmente elétricos.
A expectativa é de que a novidade, quando chegar aos consumidores, garanta a sobrevida dos motores a combustão interna, seja de forma “pura” ou com algum nível auxílio elétrico. Hoje, tudo indica que propulsores convencionais estão com os dias contados por conta dos limites cada vez exigentes dos governos em relação às emissões de poluentes.
A gasolina sem petróleo também contribuiria para combater o efeito estufa, que tem o dióxido de carbono entre seus principais vilões, e, de quebra, encerraria a dependência de um recurso natural que inevitavelmente irá acabar e tende a ficar cada vez mais caro.
De acordo com o engenheiro Everton Lopes, os combustíveis sintéticos têm a vantagem, como o etanol, de neutralizar na respectiva produção o carbono resultante de sua queima, além de aproveitar a infraestrutura atual de abastecimento.
Podem ser extraídos na forma de gasolina ou diesel e, portanto, não exigem alterações nos motores que utilizam a versão fóssil desses combustíveis.

A perspectiva de benefícios econômicos e ambientais proporcionados pela gasolina sintética é alentadora, porém sua produção ainda é cara ante a gasolina tradicional, destaca o engenheiro.
O desafio, afirma, é reduzir o custo da extração do hidrogênio necessário para fazer a gasolina sintética, a partir de um processo conhecido como eletrólise.
“É a grande a quantidade de eletricidade utilizada para separar o hidrogênio presente na água. Essa energia deve, preferencialmente, ser de origem limpa, como solar, eólica ou de hidrelétricas”, pontua Lopes.
“O combustível sintético já era usado pela Alemanha na época da Segunda Guerra Mundial e, desde então, as pesquisas têm evoluído. Porém, o petróleo ainda é muito mais fácil e barato de ser obtido e refinado”, conclui.
O hidrogênio é a grande aposta de países como a Alemanha para renovar sua matriz energética.
Além de servir para sintetizar combustível líquido, o gás também é visto como opção às caras e pesadas baterias de veículos a propulsão elétrica. Por meio das chamadas células de combustível, incorporadas a automóveis, o hidrogênio gera eletricidade para impulsionar as rodas. Modelos como o Toyota Mirai já trazem essa tecnologia e são abastecidos com hidrogênio.
Informações UOL Carros
Javier Tebas quer mudanças legislativas para que a liga espanhola tenha poderes punitivos para encarar o problema de maneira mais eficiente
Presidente da La Liga, Javier Tebas, em entrevista à Reuters 24/05/2023REUTERS/Guillermo Martinez
Por Fernando Kallas, da Reuters
O presidente de La Liga, Javier Tebas, pediu desculpas nesta quarta-feira pelos comentários publicados na internet contra o atacante Vinicius Júnior, do Real Madrid, após jogador brasileiro denunciar nas redes sociais os insultos racistas que recebeu durante uma partida e a falta de ação da liga espanhola.
O jogo do Real Madrid contra o Valencia, no último domingo, foi paralisado por 10 minutos, com Vinícius apontando para torcedores que o estavam insultando, antes de ele se envolver em uma confusão com adversários que o levou a ser expulso.
“Bom, parece que o resultado não tem sido muito bom, certo?”, disse Tebas, em entrevista à Reuters, referindo-se aos seus muito criticados comentários no Twitter, nos quais sugeriu que Vinicius deveria aprender mais sobre o que a liga estava fazendo para combater o racismo, “antes de criticar e difamar La Liga”.
“A todos que entenderam que foi um erro pela forma e pelo momento… eu peço desculpas”, disse, acrescentando que não era sua intenção atacar Vinícius e culpando “o calor do momento”.
Eu peço desculpas a Vinicius e a todos que entenderam que eu estava atacando ViniciusJavier Tebas, presidente de La Liga
Ele afirmou que se sentiu “impotente” para enfrentar o racismo no futebol porque, pela lei espanhola, a La Liga pode apenas identificar e relatar incidentes racistas. Tebas pediu mudanças legislativas para que tenha poderes punitivos para encarar o racismo de maneira mais eficiente.
“Se recebermos essas capacidades, encerraríamos isso em questão de meses”, disse Tebas, culpando a falta de vontade daqueles que “têm o poder de impor isso”.
Informações CNN

O Brasil vive uma fase de aumento nas denúncias e flagras de trabalho análogo à escravidão, mas não está sozinho. Os Estados Unidos aparecem à frente na estimativa do Índice de Escravidão Global 2023, divulgada nesta quarta-feira (24), em Londres, pela Walk Free, organização internacional de direitos humanos especialista neste assunto.
O ranking aponta os Estados Unidos como um dos 10 países com o maior número de pessoas em situação de escravidão contemporânea no mundo. Em números totais, os americanos aparecem no 10º lugar, com 1,1 milhão de pessoas nessa situação. O país está uma posição à frente do Brasil, que tem 1,05 milhão de pessoas escravizadas.
Quando considerada a prevalência de escravizados em relação ao tamanho da população, a Coreia do Norte surge na frente, com 104,6 de pessoas vivendo em escravidão para cada mil habitantes. No Brasil, são 5 pessoas para cada mil.
Estima-se que 50 milhões de pessoas viviam em situação de escravidão contemporânea em 2021, em levantamento divulgado no ano passado pela Organização Internacional do Trabalho em parceria com a Organização Internacional para Migração e a Walk Free.
Os EUA são vistos como um dos países que têm dado respostas mais contundentes como forma de enfrentar a situação, aparecendo ao lado de Holanda, Reino Unido, Austrália, Portugal, Irlanda, Noruega, Espanha e Suécia.
Coreia do Norte, Eritreia, Irã, Líbia, Somália, Guiné Equatorial, Rússia, Gabão e Chade são vistos como os menos ativos.
Países como Sudão do Sul, Afeganistão, Palestina, Síria e Iêmen foram excluídos do levantamento por viverem situação de conflito, com governos em dificuldade para colocar ações em prática.
Informações UOL

Relator da medida provisória que define a nova estrutura dos ministérios, o deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL) é considerado no Congresso o homem de ligação entre os dois maiores adversários na política de Alagoas: o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), e o senador Renan Calheiros (MDB). Isnaldo faz a ponte entre os dois especialmente quando ambos precisam trabalhar juntos pelo governo.
E foi justamente isto o que ocorreu com o relatório apresentado nesta terça-feira (23), pelo deputado na comissão especial encarregada de votar a MP. O texto retira do ministério comandado por Marina Silva o controle do Cadastro Ambiental Rural (CAR), um registro público usado pelo governo para controlar o desmatamento e manter uma base de dados sobre os imóveis rurais. Pela proposta, o cadastro passe para o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
Segundo o relatório, Marina também perde influência sobre a Agência Nacional de Águas (ANA) e a política nacional de recursos hídricos, que seriam transferidas para o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. A ANA ficaria com a regulação do saneamento básico e o Ministério das Cidades ganharia maior poder de decisão sobre os recursos hídricos.
Marina entendeu o recado, passado pelo Congresso e pelo Planalto um dia após o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) suspender os trabalhos iniciados pela Petrobras para exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas. A ministra tem dito a seus assessores que está disposta a negociar uma solução com o Congresso, mas, se tudo ficar como proposto por Isnaldo Bulhões, não hesitará em deixar o cargo.
Ela declarou, na terça-feira mesmo, que o desmonte de sua pasta é “um desserviço à sociedade brasileira”, mas convidou o deputado para uma conversa sobre a medida provisória nesta quarta-feira (24). Reservadamente, tem dito não acreditar que o presidente Lula concorde com o desmonte. No entanto admite não ter boa relação com Arthur Lira, nem com Renan Calheiros, muito menos com o centrão, e que acredita estar sendo alvo de pressões devido à exploração de petróleo na Amazônia.
Desde que o Ibama suspendeu as atividades da Petrobras, são sucessivos os discursos na Câmara e no Senado contra a sua atuação. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, eleito pelo Amapá, anunciou a desfiliação da Rede, o partido de Marina, em protesto contra o gesto do Ibama.
Até o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), normalmente comedido, declarou em entrevista ao UOL que o estado do Amapá tem o direito aos royalties da exploração do petróleo na região. O ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, que foi indicado para o cargo por Pacheco, protestou com o presidente Lula contra a suspensão dos trabalhos da Petrobras.
Informações UOL

Dentro de uma semana, precisamente no dia 1º de junho, a Câmara vai votar o projeto do Poder Executivo que prevê a doação de uma área pertencente ao Município para o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). O objetivo da proposta é a construção de um centro de excelência de formação profissional, no segmento agropecuário, dentro do Parque de Exposições João Martins da Silva. O compromisso foi feito hoje pela presidente da Casa da Cidadania, Eremita Mota (PSDB), ao anunciar em plenário, a todos os vereadores, um cronograma para a tramitação final da matéria. Na data estabelecida, ela informa, será convocada sessão extraordinária para que uma segunda votação da matéria aconteça imediatamente – caso seja aprovada em primeira discussão.
De acordo com a programação elaborada pela Presidência, em entendimento com a Gerência Legislativa, o prazo final para apresentação de emendas, pelos vereadores, é 30 de maio. As comissões legislativas responsáveis pelos respectivos pareceres terão até o dia 31 para cumprir esta etapa. Eremita acredita que eventuais emendas, fruto de contribuição da Câmara, podem ajudar a solucionar algumas pendências existentes, uma vez que o projeto “chegou de forma incompleta à Casa, sem sequer delimitar a área adequada para o equipamento, escritura e detalhamento das contrapartidas do Município”.
Ascom

Para ampliar o acesso da população e aumentar a cobertura vacinal, a Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado (27) mais um Dia D de vacinação contra a gripe Influenza e aplicação da bivalente em todas as unidades de saúde do município.
Serão 104 salas de vacina nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), com funcionamento das 8h às 16h. A vacina contra a gripe Influenza está liberada para toda a população acima dos seis meses de idade. É válido destacar que a aplicação em crianças e adolescentes é feita somente na presença dos pais ou responsável.
A vacina bivalente está disponível para pessoas a partir dos 12 anos inseridos nos grupos prioritários ou maiores de 18 anos, tendo tomado, ao menos, duas doses da vacina monovalente contra a Covid e com intervalo de quatro meses após a última aplicação.
Os menores de 14 anos poderão atualizar a caderneta vacinal com as doses de rotina nas UBSs e USFs. As pessoas devem comparecer com documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação.
De acordo com Carlita Correia, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, o Dia D de vacinação é mais uma oportunidade para as pessoas atualizarem a caderneta vacinal.
“A vacina é segura e a principal aliada contra a gravidade das doenças. É importante que aqueles que ainda não tomaram a dose do imunizante devem ir ao posto de saúde mais próximo e garantir sua imunização”, destacou.
Secom

O publicitário baiano Bruno Cartaxo recebeu o Grande Prêmio de Profissional de Propaganda do Ano (2022) na regional Norte e Nordeste do Prêmio Colunistas 2022.
Realizada pela Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda (Abracomp), o Prêmio Colunista é a mais antiga e tradicional premiação de comunicação de marketing do Brasil.
Bruno Cartaxo tem se destacado na publicidade pela originalidade e leveza de suas campanhas. Ultimamente, foi o autor de várias peças premiadas regionalmente e nacionalmente.
O talento do baiano não se restringe à publicidade. Cartaxo tem se revelado o grande nome da nova safra de marqueteiros baianos, com diversos trabalhos realizados na área.
No ano passado, comandou o marketing político da campanha a governador do ex-ministro da Cidadania, João Roma. Integrou depois a equipe de marketing do ex-presidente Bolsonaro, onde colaborou com a mudança de estilo da campanha no segundo turno.
Cantora lançou hits como ‘What’s Love Got to Do with It’, ganhou 8 prêmios do Grammy e vendeu mais de 100 milhões de discos. Assessor disse que ela morreu ‘após longa doença’ em sua casa na Suíça.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/i/F/5PMMKqTKihy4MwJzBTCg/ap04111308518.jpg)
Tina Turner durante apresentação em novembro de 2004 — Foto: AP Photo/Alexandra Winkler
Tina Turner, cantora americana considerada a rainha do rock n’ roll, morreu aos 83 anos. A morte foi confirmada pelo assessor dela nesta quarta-feira (24). A causa da morte não foi divulgada, mas ela morreu “após uma longa doença” em sua casa na Suíça.
A cantora de sucessos como “What’s Love Got to Do with It”, “The Best” e “We Don’t Need Another Hero” se lançou em carreira solo nos anos 1980. Antes, Tina e o ex-marido, Ike Turner, que morreu de uma overdose de cocaína em 2007, fizeram sucesso no final dos anos 1960 e início dos anos 1970.
Tina ganhou oito prêmios do Grammys e vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo.
Anna Mae Bullock nasceu em uma família pobre dos Estados Unidos. Aos 15 anos, foi abandonada pelos pais e cantou em boates para se sustentar.
Em uma das apresentações, ela conheceu Ike Turner com a banda The Kings of Rhythm. Anna Mae pediu para ser backing vocal e em pouco tempo se tornou uma das vozes principais. Ike e ela decidiram formar uma dupla e, após se casarem, ela adotou o nome artístico Tina Turner. Ao lado do marido, Tina dominou o cenário da música soul nos anos 60 e 70.
Na vida pessoal, o casamento foi marcado por brigas e escândalos. Alcóolatra e dependente de drogas, Ike culpava Tina pelo declínio da dupla, a agredia, humilhava e traía. Ela apareceu em público diversas vezes com o olho roxo ou com o lábio inchado. Depois de 18 anos, ela se cansou das agressões e decidiu abandonar o marido. Na justiça, propôs abrir mão de todo o patrimônio em troca de poder manter o sobrenome Turner.
Tina recomeçou do zero. Sem dinheiro, morou com uma amiga e abriu shows para outros grupos famosos, como os Bee Gees. Para voltar ao cenário musical, apostou no rock, influenciada pelos Rolling Stones e por David Bowie. Adotou também um novo estilo, com roupas ousadas e cabelos loiros espetados.
Em 1984, lançou o álbum ‘Private dancer’. O hit ‘Whats love gotta do with it’ teve ascensão meteórica e ajudou Tina a vender mais de dez milhões de cópias em todo o mundo. O título de rainha do rock surgiu aos 45 anos. Ela exibia as belas pernas, cantava e dançava sem perder o fôlego, levando a multidão ao êxtase.
Em 1986, lançou a biografia ‘Eu, Tina: a história da minha vida’, que conta a trajetória profissional e pessoal com o ex-marido, além de revelar as constantes agressões. O livro virou filme em 1993, estrelado por Angela Basset e Laurence Fishburne. Ike morreu em 2007.
O álbum seguinte foi ‘Break every rule’, com o qual Tina fez a maior turnê de sua carreira. Foram 14 meses viajando. Um show dessa turnê no Brasil entrou para o livro dos recordes: a cantora reuniu nada menos que 184 mil pessoas em uma única apresentação no Maracanã. O show foi transmitido ao vivo para todo o mundo.
No início dos anos 90, lançou a música ‘The best’, que chegou a ser tema de alguns atletas. Um deles foi Ayrton Senna, que subiu no palco ao lado de Tina durante uma apresentação.
Os trabalhos de Tina Turner não ficaram restritos à música. Ela estrou nos cinemas em 1975 no filme ‘Tommy’. Dez anos depois, fez outro sucesso: ‘Mad Max – Além da cúpula do trovão’. Ela foi responsável também pelo tema do longa-metragem, que dominou as paradas de sucesso. A cantora gravou a trilha de muitas outras produções, incluindo ‘007 contra Golden Eye’.
O sucesso da música fez com que Tina Turner, então com 56 anos, lançasse um novo álbum, ‘Wildest dreams’. No fim da década de 90, lançou o nono álbum da carreira solo e anunciou a aposentadoria dos palcos. ‘Twenty four seven’ teve apenas dois hits, mas o clima de despedida atraiu milhões para os shows.
Em 2008, para marcar os 50 anos dos prêmios Grammy, fez uma apresentação histórica. Além de cantar seus grandes sucessos, fez um dueto com a cantora pop Beyoncé. Aos 73 anos, Tina Turner superou Meryl Streep e foi a mulher mais velha a estampar a capa da revista Vogue.
Informações G1

Foto: Câmara
O texto-base do novo marco fiscal foi aprovado na noite desta terça-feira (23) na Câmara dos Deputados, com 372 votos a favor, 108 contra e uma abstenção. Outros 28 parlamentares não compareceram à sessão para votar. Confira abaixo como votou cada partido.
O PL, de Valdemar Costa Neto e do ex-presidente Jair Bolsonaro, liberou os parlamentares para votarem como quisessem. Dentre eles, 30 deputados votaram junto com o governo Lula, pela aprovação do novo marco fiscal. Outros 60 deputados da sigla votaram contra o projeto e mais sete não compareceram à votação.
A federação partidária PSOL-Rede, com 13 deputados, e o partido Novo, com três, votaram contra a aprovação.
A federação PT-PCdoB-PV teve recomendação das lideranças para votar a favor do marco fiscal. Contudo, o PT teve dois deputados que não apareceram na votação, Jilmar Tatto (PT-SP) e Waldenor Pereira (PT-BA); e o PV somou um voto negativo, com Prof. Reginaldo V. (PV-DF).
O bloco formado por União Brasil, Progressistas (PP) e a federação PSDB-Cidadania recebeu orientação de votar a favor. Ainda assim, o União teve sete votos contrários e duas faltas; o PP também teve sete votos contra e três faltosos; a federação teve três contrários, todos do PSDB.
Já o bloco formado por MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC também foi orientado a votar a favor. No entanto, o MDB teve três votos contrários e a única abstenção oficial, do deputado Newton Cardoso JR. (MDB-MG). Outros seis parlamentares da legenda não compareceram ao plenário da Casa Baixa para votar.
O PSD teve cinco votos contrários; o Republicanos também teve cinco votos contra e três faltas; o Podemos teve apenas dois votos contrários, incluindo o de Deltan Dallagnol, que ainda votou mesmo tendo tido o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na semana passada; o PSC teve apenas um voto contra.
O texto do novo marco fiscal precisava de, ao menos, 257 votos a favor para ser aprovado no plenário da Câmara.
Governistas e demais deputados envolvidos na articulação da matéria pretendiam que fosse aprovado com mais de 308 votos favoráveis, número necessário para aprovar uma Propostas de Emenda à Constituição (PECs) – mesmo o texto sendo apenas um Projeto de Lei Complementar (PLP).
Se aprovadas também no Senado, as novas regras econômicas vão substituir o teto de gastos, criado no governo Temer. O mecanismo visa impedir o crescimento da dívida pública, mas, diferentemente do arcabouço anterior, apresenta mais flexibilidade para o governo poder investir em algumas áreas.
O texto original foi entregue pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no mês passado, e apresentado aos líderes partidários pelo relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), na noite de segunda-feira da semana passada.
“Tem acordo com todos os líderes. Foi uma reunião muito longa, um debate muito intenso, porém o esboço, o sentindo maior do projeto, fica preservado, o que significa que estamos dando, depois de muito diálogo e discussão, uma lei que está extremamente acordada, firme para os seus propósitos de trazer o equilíbrio das contas públicas, com sustentabilidade, previsibilidade, com números concretizados”, disse Cajado.
CNN