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Ao final da sessão ordinária desta quarta-feira, um grupo de vereadores irá visitar a unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-BA), em Salvador. Jurandy Carvalho (PL), Lu de Ronny (MDB), Professor Ivamberg (PT), Galeguinho SPA (PSB) e Pastor Valdemir (PV), formam a Comissão Especial criada pela Câmara de Feira de Santana com o objetivo de tratar de um projeto de lei, do Poder Executivo, que autoriza o Município a ceder de uma área de terra, no Parque de Exposições João Martins da Silva, para que o SENAR construa uma Escola Técnica do segmento. A Comissão foi formada pela presidente Eremita Mota (PSDB) para melhor conhecer a proposta e as garantias para o Município, já que se trata de doação de área pública.


Foto: Andrews Pedra Branca

A mobilidade do folião para o circuito Maneca Ferreira, principal palco da Micareta de Feira, está garantida. A Prefeitura inova este ano com quatro linhas exclusivas do transporte público urbano para facilitar o acesso ao corredor da folia momesca na Avenida Presidente Dutra, com o Expresso Micareta. A operação especial começa nesta quinta-feira, 20, ao meio-dia.

São as seguintes linhas: Expresso Micareta/ Praça do Tomba; Expresso Micareta/ Boulevard Shopping, Expresso Micareta/ Terminal Central e a Expresso Micareta/ Terminal da Noide (Shopping Avenida).

As linhas do Expresso Micareta vão circular na quinta, 20, e sexta-feira, 21, das 12h às 0h. No sábado, 22, e no domingo, 23, das 11h à meia-noite, e na segunda-feira, 24, até o início da tarde. Um total de dez veículos atenderá a operação especial.  

Também, uma mini estação de ônibus será implantada na avenida João Durval Carneiro, próximo ao posto de combustíveis ALE, na rua Brigadeiro Eduardo Gomes, onde haverá o desembargue e embarque dos foliões – ficará apenas a 270 metros do circuito da festa.

Segundo o diretor de Transportes da Secretaria de Transportes e Trânsito (SMTT), André Akio, o Expresso Micareta foi planejado pelo Governo Municipal para proporcionar ao folião comodidade e rapidez no deslocamento até o circuito e na volta pra casa. “A partir das 23h30 todas as linhas sairão do circuito para os bairros para facilitar o retorno do folião pra casa”, afirma.

O diretor da SMTT informa ainda que, nesse período de Micareta, as linhas que circulam pela avenida Presidente Dutra sofrerão mudanças de itinerário. São elas: linhas 008 – Fraternidade via João Durval; 014 – Terra Dura; 021 – Parque da Cidade via Marechal; 009 – Pólo Industrial/Terminal Central; 012 – Humildes via Limoeiro/Terminal Central; 018 – Aviário via 35º BI/Terminal Central; 015 – 35ºBI via Jomafa/Adenil; 025 – Subaé via 35ºBI; 020 – Feira VII/Oyama via João Durval.

OUTROS MODAIS

Segundo o secretário Saulo Figueiredo, a Prefeitura de Feira também vai implantar pontos de mototáxi, táxi e veículos por aplicativos em locais estratégicos que dão acesso ao Circuito Maneca Ferreira. As vans do STPAC (Serviço de Transporte Público Alternativo e Complementar) terão um ponto na rua Comandante Almiro [esquina do Terminal Rodoviário].

“Quem optar por táxi haverá um ponto na avenida Maria Quitéria, em frente à Localiza”, explica o gestor da pasta; enquanto que o ponto de mototáxi será instalado em frente à Defensoria Pública, também na av. Maria Quitéria. Já os veículos por aplicativo terão um ponto na rua Brigadeiro Eduardo Gomes, esquina do Pátio Buriti (av. Maria Quitéria).


Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A Micareta de Feira de Santana está batendo à porta, prevista para iniciar oficialmente nesta quinta-feira (20). E o comércio da cidade se preparou com antecedência para receber os foliões que vão curtir os dias de folia.

Os artigos para a festa são diversos e para todos os públicos no comércio de Feira de Santana, desde acessórios, roupas, óculos, maquiagem, dentre outros itens essenciais para curtir a Micareta com estilo, alegria e, principalmente, com aquele precinho leve que todo mundo ama.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Em entrevista ao Acorda Cidade, o vendedor de uma loja de calçados em Feira de Santana, Leandro Carvalho, relatou que o movimento deve melhorar até a Micareta.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Está vendendo bastante, temos tênis confortáveis e os preços estão a partir de R$ 90 e temos também aqueles tênis que são primeira linha, a partir de R$120”, contou.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A empresária do ramo de bijuterias e variedades, que atende ao público feminino, masculino e infantil, Érica Carvalho, destacou ao Acorda Cidade que o fluxo de clientes ainda está fraco e chamou os foliões para aproveitarem as variedades do comércio.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Já temos três anos nesse ramo de bijuterias, mas a expectativa está fraca, o movimento em Feira de Santana está bem baixo. Trouxemos bastante novidade para o setor, a fim de abranger uma variedade de públicos, mas no momento não veio esse movimento, o povo ainda está em casa”.

O que os foliões estão procurando?

As pessoas estão procurando muitos acessórios, maquiagem, adesivos faciais e presilhas para o cabelo, descreveu a empresária.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Temos presilhas a partir de R$ 3, pulseiras a partir de R$ 5, brincos a partir de R$ 2. Aqui tem preço para todo mundo, e colares em diversos formatos. Venha montar o seu look que ainda dá tempo. Temos batons, lip tint, gloss, para todos os gostos”, elencou.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A comérciária Karolaine Lobo possui uma loja de confecções e relatou que na loja em que trabalha o público está animado, mas aguarda aumento do movimento.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade


Foto: Reprodução

O Bloco Zero Hora vai desfilar na Micareta de Feira de Santana. Profissionais de imprensa vão invadir o circuito Maneca Ferreira, ao som da fanfarra, na quarta-feira (19), um dia antes da abertura oficial da festa, como manda a tradição.

A concentração será às 21h, no antigo Ponto do Zequinha. Os foliões sairão no sentido contrário do circuito, em direção ao camarote da Revista Alternativa, que completa 20 anos.

Além da homenagem à revista, outros nomes serão lembrados, como o do jornalista feirense Jorge Magalhães e José Roberto Cerqueira Coutinho – O Zequinha, em memória.

O bloco tem como tema, a paz.

“O Zero Hora não quer guerra com ninguém”, é o lema na camisa que será distribuída para comunicadores e amigos da imprensa, em troca de um quilo de alimento não perecível. A iniciativa é um apoio a campanha “Bahia Sem Fome”, do Governo do Estado.

As camisas serão entregues nas sedes dos veículos de comunicação. Os profissionais que desejarem, podem retirar a camisa no posto de arrecadação de alimentos, no Centro de Cultura Amélio Amorim, durante o dia, na quarta-feira (19).

O Zero Hora tem o apoio do Governo do Estado e da Prefeitura de Feira de Santana, que garantiram o policiamento e a alteração no trânsito durante o desfile.

Os jornalistas responsáveis pela organização e divulgação do Bloco Zero Hora são: Girlanio Guirra, Jorge Teles, Juarez Fernandes, Framário Mendes, Reni Alves, Fabrício Almeida, Reginaldo Pereira, Valdeir Uchoa e Dandara Barreto.

Sobre o Bloco

O Zero Hora foi criado na década de 80 pelo empresário Edson Felzemburgh, amigo de muitos jornalistas. Uma carroça puxada por um jegue serviu de “trio elétrico” e foi animada por ninguém menos que a banda Chiclete com Banana, que estava começando a carreira.

O objetivo era permitir que os jornalistas, que trabalham muito durante a folia, brincassem um pouco antes da maratona de trabalho que enfrentam nos dias de festa. Com a inauguração da TV Subaé, um grupo de jornalistas, formado por Edson Borges, Neire Matos, Reginaldo Pereira e Soraya Mesquita, recriou o bloco dentro dos mesmos moldes. Saindo na quarta, zero hora, com jornalistas e seus convidados.

A última vez que o bloco desfilou, foi em 2017.


Foto: Ascom/PC

Dois homens foram presos na manhã desta terça-feira (18), por policiais do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), após serem flagrados organizando entorpecentes. De acordo com as investigações e conforme confissão dos acusados, as drogas seriam vendidas durante a Micareta de Feira de Santana, que será realizada a partir desta quinta-feira (20).

Com eles, foram encontrados comprimidos de ecstasy e porções de maconha, crack e cocaína, já embaladas para a venda, além de cigarros, cigarros eletrônicos, maquininhas de cartão e cadernos para anotação.

“Recebemos a denúncia, e, ao verificar, nosso grupo de capturas localizou”, explicou o diretor do Draco, delegado José Bezerra.

Os dois estão sendo levados para a sede do departamento, onde serão autuados em flagrante por tráfico de drogas. O material apreendido será encaminhado para perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Fonte: Ascom da Polícia Civil


Créditos: Divulgação Gloob 

Em abril, as crianças vão poder encarar uma aventura incrível e interativa em Feira de Santana. O circuito Miraculous, inspirado no desenho que é sucesso no Gloob, chega ao Boulevard Shopping, e proporciona às crianças vivenciarem o universo da animação, ajudando os super-heróis a derrotar o vilão Hawk Moth e seu exército. A atração vai estar disponível no período de 7 de abril a 2 de maio, na Praça de Eventos do shopping.  

Gratuito, o circuito é dividido em quatro partes, inspiradas nos principais heróis da animação. Três desses espaços são destinados ao público de 4 a 12 anos: Hawk Moth Experience, Ladybug Aquática: desafio e ação e Miraculous. Para as crianças até 3 anos, há a opção do Espaço Baby, onde os pequenos terão uma experiência única. Além disso, há os espaços instagramáveis, que possibilitam fotos incríveis em painéis temáticos. 

Para participar, os responsáveis devem fazer cadastro presencialmente. Durante o cadastro, os pais só poderão fazer o agendamento para o próximo horário disponível, não sendo permitido escolher o dia e horário para a participação da criança. Após isso, os pequenos podem ter acesso ao interior do circuito e participar das aventuras.  

No circuito, 6 crianças entrarão por vez – podendo permanecer por um tempo máximo de 20 minutos. Já na área destinada aos pequenos de até 3 anos, poderão permanecer 2 crianças a cada 15 minutos, e devem ser acompanhadas de um responsável.  

“Ter uma atração de peso como essa sempre é marcante para quem frequenta o shopping. Queremos que o Boulevard seja um ambiente de diversão e lazer para todos, desde as crianças até os mais velhos. Para nós, é muito importante proporcionar momentos de aventura para os pequenos e gerar memórias afetivas com o nosso público. Esperamos que o circuito Miraculous proporcione momentos inesquecíveis para todos”, afirma João Almeida, Gerente de Marketing do Empreendimento. 

Serviço 

O que: Circuito Miraculous  

Quando: De 7 de Abril a 2 de Maio 

Local: Praça de Eventos do Boulevard Shopping 

Horário: Segunda à sábado das 09h às 21h30 e Domingo: das 14h às 19h30 

Quanto: Gratuito 


Foto: Divulgação/SYMPLA

Marcelo Nova está de volta ao ponto de partida. Em 2023, quando se completam 40 anos de lançamento do primeiro álbum do Camisa de Vênus, o sarcástico e iconoclasta rocker faz show em Salvador, ao lado do filho Drake Nova, no dia 28 de abril, a partir das 22 horas, no 30 Segundos Bar (Rua Ilhéus, 21 – esquina com a Rua Conselheiro Pedro Luz). Ingressos à venda pelo Sympla (http://www.sympla.com.br/evento/marcelo-nova-e-drake-nova/1898605).

No show, com Drake na guitarra, Marcelo fará um retrospecto de sua carreira, iniciada há mais de 40 anos, quando se encontrou com Robério Santana nos corredores da TV Aratu e decidiram fundar o Camisa de Vênus. Ao longo dessas mais de quatro décadas, são 11 discos lançados com a banda e 11 em carreira solo, incluindo a “Panela do Diabo”, com Raul Seixas.

Ninguém pense que a produção artística de Marceleza, como lhe chamava Raulzito, para por aí. Depois de “Agulha no Palheiro”, gravado pelo Camisa de Vênus em 2021, um novo trabalho solo está para ser lançado: “As Cartas Que Eu Nunca Enviei”, que estará disponível em CD e nas plataformas digitais em junho.

Dois singles deste novo álbum já podem ser ouvidos: “Fios Desencapados” e “O Lado Errado do Trilho do Trem”. Essa última, uma canção que flui por 10 minutos sem perder a tração.

Toda a obra de Marceleza, inclusive as criações mais recentes, poderá ser ouvida no FM também, na frequência de 98 MHz, a partir da próxima segunda-feira (24/04) até o dia do show (28) sem parar.

Imagem: Divulgação

Foto: Stevepb/Pixabay

Em tempos de recessão e crise financeira, nada melhor do que um bom planejamento financeiro.

Nesta terça-feira (18), em entrevista ao programa Rotativo News da Rádio Sociedade News FM 102.1, entrevistamos Letícia Rodrigues, Gerente Comercial da União Médica, que nos deu dicas de planejamento financeiro e também abordou sobre a importância de incluir o plano de saúde em seu orçamento anual.

Confira o podcast completo:


Arte/UOL
Imagem: Arte/UOL

Se “O Lobo de Wall Street” (2013) tivesse sido filmado no Brasil, o personagem de Leonardo DiCaprio poderia ser um gerente de banco.

Diferentemente da “matriz”, que é como a Faria Lima se refere à Bolsa de Nova York (NYSE), por aqui são os grandes bancos os principais intermediários entre o dinheiro das pessoas e o mercado de investimentos.

Seis das dez maiores gestoras de investimento do mercado brasileiro, as “assets”, estão nas mãos de instituições bancárias.

Nesta reportagem, o UOL publica o ranking dos 25 players com maior capital investido no Brasil e explica como eles influenciam o mercado.

Os ‘big boys’ do mercado

Juntos, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa, Santander e Safra fazem a gestão de quase 40% do mercado financeiro do país: R$ 3,75 trilhões, em valores.

Só que essa montanha de dinheiro não pertence a eles, mas às dezenas de milhões de clientes que compram fundos e produtos financeiros todos os dias através de suas agências bancárias.

As decisões sobre esses recursos são tomadas por especialistas contratados pelas assets, que têm times de analistas independentes e estruturas separadas para que os interesses dos cotistas não entrem em conflito com os dos bancos.

Essa separação é chamada no mercado de “Chinese Wall”.

No Brasil, assim como na maioria dos países latinos, como Espanha, Itália e França, a figura do gerente de banco é muito importante para decidir os investimentos. Há uma diferença crucial na cultura de investimentos em relação aos países anglo-saxões, onde o indivíduo é criado para ser responsável pelas suas decisões financeiras.
Alexandre Chaia, gestor de investimentos e professor de finanças do Insper

Essa diferença não torna o mercado financeiro americano mais racional do que o brasileiro, diz o professor, apenas mais líquido —isto é, como os ativos estão pulverizados nas mãos de muito mais participantes, há um número muito superior de ordens de compra e venda todos os dias.

“No final do dia, o mercado brasileiro tem a característica de ser muito mais especializado. Quem toma as decisões sobre a maior parte do capital em circulação acaba sendo um especialista de mercado”, afirma Chaia —ele próprio gestor de R$ 2,2 bilhões através da Carmel, uma firma independente de investimentos.

As ‘assets’ independentes

No ecossistema brasileiro, além dos grandes bancos, o mercado ainda é disputado, palmo a palmo, pelas “assets” independentes.

São firmas como Patria, Plural e Vinci Partners, fundadas e tocadas por profissionais experientes, com boas conexões, para captar recursos de grandes investidores dentro e fora do Brasil.

Pode ser o dinheiro do fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos para investimentos em ativos de infraestrutura no Brasil. Ou recursos de aposentados de alguma empresa estatal para investir no mercado imobiliário, por exemplo.

É provável que essas gestoras sejam o que de mais parecido exista no Brasil com a competição de Wall Street.

Sem a vasta clientela de um grande banco por trás, esses gestores têm de atrair investidores institucionais ou indivíduos de alta renda.

Nos últimos anos, a hegemonia dos bancões também vem sendo desafiada por emergentes responsáveis por levar ao mercado um enorme contingente de pessoas físicas, através de plataformas digitais de negociações instantâneas.

Em troca de remuneração pelas operações, a XP (R$ 153 bi sob gestão) e o BTG Pactual (R$ 282 bi) acabaram se tornando os dois titãs do investimento digital, além de distribuir para suas bases produtos financeiros próprios e de terceiros.

Para o analista independente Ricardo Schweitzer, o mercado de investidores pessoas físicas teve crescimento em três momentos nos últimos 20 anos.

Houve uma primeira onda no início dos anos 2000, que foi a chegada das pessoas físicas via agentes autônomos de investimento, depois com as plataformas de home broker e, por último, com o movimento de influenciadores, que democratizou muito a informação sobre investimentos.none

Renda fixa x renda variável

O fundamento básico para entender o mercado financeiro é que ele funciona como um meio de captar recursos para empresas e governos, ao mesmo tempo em que oferece oportunidades de investimento para indivíduos e instituições financeiras.

Em linguagem simples, é um ambiente onde ocorrem a compra e venda de ativos de renda fixa e de renda variável.

  • Renda fixa são obrigações (títulos) emitidas por governos e empresas com prazo pré-estabelecido para o pagamento de juros e do principal. Neste tipo de ativo, o investidor empresta dinheiro a juros para uma entidade pública ou privada. Quanto mais os juros estão altos, melhor para quem investe. Teoricamente, a renda fixa oferece um risco mais baixo, porém não inexistente. Uma grande companhia pode se ver em dificuldades e enfrentar problemas para pagar a sua dívida, como no caso das Americanas.
  • Renda variável é quando o dinheiro do investidor compra pedaços de empresas (ações), aposta na alta ou na queda de moedas estrangeiras (contratos de câmbio), investe em ativos lastreados em bois, soja, minério de ferro e petróleo, só para citar as commodities mais populares, ou em qualquer outra classe de ativo que não esteja baseado em pagamentos programados num calendário. O risco da renda variável costuma ser maior.

Carlos Alberto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles, acionistas da AmericanasImagem: Divulgação

Fundos de pensão “pesam mais” que bilionários da Forbes

Do outro lado do balcão das gestoras, que movimentam muito dinheiro, mas são intermediárias do capital de terceiros, está quem investe.

No Brasil, os colossos desse tipo de investimento são os fundos de pensão, com cerca de R$ 1 trilhão em dinheiro de aposentadorias de funcionários de empresas estatais e privadas.

Eles protagonizaram o movimento mais importante do mercado brasileiro dos últimos anos: a migração em peso da renda variável para ativos de renda fixa.

Foi durante a pandemia. Com juros Selic de 2% ao ano, os fundos de pensão atingiram o seu maior patamar histórico investido em ações na Bolsa: 20,6%.

Mas a euforia com a renda variável foi minguando à medida que o Banco Central foi subindo a Selic em meio a preocupações com a alta da inflação.

Em dezembro do ano passado, a Selic atingiu 13,75%, e pelo menos R$ 60 bilhões em dinheiro dos aposentados retornou com força à renda fixa, que com a alta de juros passou a oferecer remuneração mais competitiva com risco mais baixo.

No final de 2022, os fundos de pensão tinham R$ 860 bilhões em renda fixa, um novo recorde. Para se ter uma ideia, o patrimônio somado dos 51 brasileiros que integram a lista de bilionários da revista Forbes é de R$ 780 bilhões.

A debandada em massa do capital dos fundos da Bolsa fez com que os preços das ações despencassem. Quem ficou desde então só viu baixa.

Lula e André Esteves (ao fundo Abilio Diniz e João Camargo)Imagem: Arquivo pessoal

Por que Lula e a Faria Lima não se entendem

Há uma incompreensão mútua e duradoura entre a Faria Lima e Brasília. É comum que políticos se queixem da “insensibilidade” do mercado financeiro, assim como é comum que gestores reclamem da “irracionalidade” no gasto público.

De um jeito simplificado, a razão de todo desentendimento entre o mercado e a esquerda está no gasto público.

Para a indústria financeira, o governo precisa manter as despesas sob controle, reduzir a dívida pública para colher inflação baixa e crescimento sustentável.

Se o juro alto é o preço para controlar a inflação, a Faria Lima não tem problema com isso. Na mentalidade predominante do entorno de Lula, o governo precisa expandir o gasto público para obter crescimento econômico.

As recorrentes críticas de Lula ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por causa dos juros altos têm uma leitura negativa no mercado. O sócio da gestora Rio Bravo e ex-presidente do BC no governo FHC, Gustavo Franco, criticou o petista.

O argumento dele é que economias ricas e com rating AAA (grau máximo de investimento) terão combinações de inflação e juros melhores que países de rating BB, como o Brasil (dois degraus abaixo do chamado grau de investimento).

A lógica deveria indicar que o Brasil deveria perseguir o ‘grau de investimento’ em vez de perder tempo combatendo a independência do Banco Central.none

Embora tenha sido relacionado à alta da Bolsa no primeiro momento, o arcabouço fiscal, regra do atual governo para substituir o teto de gastos, foi recebido com ceticismo pelos gestores,

Na carta mensal aos investidores, o Verde, “asset” de Luís Stuhlberger, uma das vozes mais influentes do mercado, vocalizou o desconforto.

Para ele, a regra estabelecida pelo governo do PT é “pior que o necessário e melhor que o temido”.Imagem: Carol Malavolta/UOL

Mitos e verdades sobre o mercado

O mercado é coisa de rico.none

MITO: O maior contingente dos clientes das assets dos grandes bancos é formado por pessoas de classe média que procuram uma alternativa de rendimento para suas economias um pouco melhor que a poupança. São pessoas que compram CDBs ou investem em fundos imobiliários pensando em um projeto de médio ou longo prazo, como a compra de um imóvel, fazer uma reserva para a faculdade dos filhos ou trocar de carro.

O mercado tem ideologia.none

VERDADE: Basicamente, gestores preferem governos que mantenham sob controle o crescimento das despesas públicas, porque isso oferece maior previsibilidade para o pagamento da dívida pública. Ideologia do mercado é o lucro, não é fiel a partido A ou partido B. No primeiro governo de Lula (2003-2006), houve forte alta da Bolsa porque o governo, superando os temores antes da eleição, adotou uma política de superávits fiscais (gastar menos do que arrecada) e de controle da inflação. No governo Bolsonaro, tido como mais pró-mercado, os agentes econômicos aderiram às promessas de privatizações e de controle das contas públicas.

O mercado não gosta de Lula (e vice-versa).none

VERDADE: O mercado é cético quanto aos sinais dados pelo atual governo de expansão dos gastos públicos. Muitos gestores vêem o terceiro mandato de Lula mais próximo dos anos de Dilma Rousseff (2011-2016) do que do primeiro governo do petista, onde houve ênfase no combate à inflação. No PT, o mercado financeiro é descrito como uma das forças responsáveis pelo impeachment de Dilma e pela ascensão de Bolsonaro. De fato, a maioria dos gestores votou em peso em Bolsonaro em 2018, tendo Paulo Guedes como avalista, e aderiu à reeleição do presidente. A minoria que se opôs à reeleição de Bolsonaro em 2022 ganhou o apelido de “faria luler” entre os pares.

Informações UOL


Foto: Divulgação

A Micareta de Feira de Santana é um dos eventos mais esperados do ano na cidade baiana. Cancelada desde o início da pandemia em 2020, a festa está de volta e o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) já está preparado para receber os pacientes que podem chegar à unidade durante a Micareta, que acontecerá de 20 a 24 de abril.

Segundo a diretora-geral da unidade, Dra. Cristiana França, algumas ações foram organizadas para garantir que o hospital esteja pronto para atender a demanda da Micareta. “O efetivo aumentará em 20%, com médicos, enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e toda equipe multiprofissional da unidade. Sabemos que a demanda de trauma de face pode aumentar, diante disso reforçamos também a equipe de bucomaxilofacial. Estamos com estoque preparado de insumos, almoxarifado e medicamentos”, explicou.

“O Governo do Estado disponibilizou uma UTI móvel, e duas ambulâncias básicas que estarão de plantão no HGCA durante o período da festa, para caso algum paciente agrave e necessite ser transferido para um hospital da capital. Preparamos também um Plano de
Múltiplas Vítimas, para caso ocorra alguma catástrofe, teremos salas para atender um número maior de pacientes. Claro que não queremos que ocorra, mas estamos preparados”, pontuou a diretora.

Outra ação importante foi a instalação de um sistema de ocorrência de dados, chamado SOM (Sistema de Ocorrências Médicas) que contabilizará todas as ocorrências que chegarão à unidade por conta da Micareta de Feira. “Isso nos permitirá ter um controle mais efetivo e ágil sobre as demandas que chegam ao hospital durante a festa”, destacou Dra. Cristiana.

A unidade também suspendeu as cirurgias eletivas e está regulando os pacientes para outros hospitais em parceria com a Central Estadual de Regulação. “A ideia é deixar o Clériston Andrade com espaço para a demanda da Micareta”, acrescentou a diretora-geral.

Durante todo o período da festa, haverá plantão de diretores e coordenadores na unidade. “Este ano, por conta da demanda reprimida da festa, acreditamos que o número de ocorrências pode aumentar. De forma preventiva, estaremos de plantão todos os dias do evento, dentro da emergência do HGCA”, afirmou a Cristiana.

O diretor-médico do hospital, Dr. Karlos Figueredo, também acompanhou todo o planejamento das ações preparadas pela equipe da unidade para garantir a qualidade do atendimento durante a Micareta de Feira. “Estamos trabalhando para garantir que o hospital esteja pronto para receber todos os pacientes que possam chegar durante a festa. Sabemos que este é um evento muito esperado pelos feirenses e estamos nos preparando para atender todos com excelência”, disse.

*FONTE: ASCOM/HGCA*