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Jake Leal, de Feira de Santana, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores para tentar localizar Edileide Leal.

Influenciadora digital agradece apoio ao pedir ajuda para encontrar mãe desaparecida

Após fazer um apelo emocionado para encontrar a mãe desaparecida há dois meses, a influenciadora digital e ex-BBB Jakeline Leal, de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, revelou que tem recebido trotes sobre o desparecimento. 

“Infelizmente ainda não tenho nenhum retorno verídico de onde ela está. Tem muita gente mandando suposições, passando trotes, infelizmente. Mas eu vou mantendo vocês atualizados, todo mundo que está preocupado, que está compartilhando esse momento difícil comigo”, desabafou a ex-participante do BBB 12. 

Com mãe desaparecida há dois meses, ex-BBB revela trotes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com mãe desaparecida há dois meses, ex-BBB revela trotes — Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Jake Leal, como é conhecida nas redes sociais, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores e divulgou a foto de Edileide Leal, para que possa ser compartilhada. Segundo ela, Edileide tem transtornos psiquiátricos. 

“Minha mãe tem depressão e bipolaridade, e ela fugiu de casa hoje faz dois meses. Meu pai já tentou encontrar ela, minha família já tentou encontrar ela, postando em redes sociais, em programas de tv”, disse. 

Ex-BBB Jake Leal chora e revela que a mãe está desaparecida 

Jakeline afirmou que o pai dela pediu que a situação não fosse exposta pela filha nas redes, para evitar “trotes ou pessoas oportunistas”. “Mas eu não estou mais conseguindo conviver com isso. Não aguento mais fingir que está tudo bem”, disse, aos prantos. 

“Tem gente dizendo que só apareci agora para falar de minha mãe, mas a gente já está procurando desde o primeiro dia que ela desapareceu. Minha família pediu para não tornar a situação pública através do meu Instagram para evitar ataques, para evitar trotes, evitar o que está acontecendo agora”, disse Jakeline, acrescentando que o caso foi comunicado às autoridades policiais. 

O g1 procurou a Polícia Civil, que informou que o boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia Territorial de Feira de Santana e que investiga o desaparecimento de Edileide Sena Leal, de 61 anos, registrado no dia 26 de abril. 

Edileide Leal está desaparecida há dois meses — Foto: Reprodução/Redes sociais

Edileide Leal está desaparecida há dois meses — Foto: Reprodução/Redes sociais

Informações G1


Imagem: Adriano Machado/Reuters


Ocupando cargos públicos nas últimas duas décadas, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), construiu uma rede de empresas que englobam bens que valem ao menos R$ 79,1 milhões, segundo levantamento patrimonial feito pelo UOL.

Em termos reais, o valor dos ativos que estão no nome dele e das suas empresas em registros públicos —principalmente imóveis— cresceu 30 vezes desde 2006, quando ele se candidatou pela primeira vez a deputado.

A maior parte do crescimento ocorreu enquanto ele exercia cargos eletivos ou de confiança em Minas Gerais, sua base eleitoral, e Brasília. Silveira chegou ao governo Lula com o apoio de Rodrigo Pacheco (PSD), presidente do Senado, e Gilberto Kassab (PSD), secretário de Governo no estado de São Paulo. Antes de entrar na política, ele era delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.

  • Nos últimos anos, o político e firmas em nome dele passaram a ser donos de quatro casas de alto padrão em praias exclusivas do litoral baiano. Os imóveis estão à venda por R$ 43,5 milhões.
  • Ele e as empresas também são donos de três fazendas em Minas Gerais, quartos e vagas de garagem em um hotel e mais de uma centena de lotes em condomínios, entre outros ativos.
  • A maior parte dos bens está no nome de empresas controladas pelo ministro e, por isso, não aparece na declaração de bens informada ao TSE. Isso não é ilegal, mas dificulta para o eleitor saber qual é o verdadeiro patrimônio do agente público.
  • Ao UOL ele disse que o seu patrimônio é fruto de mais de “30 anos de atuação como empresário”.
  • O levantamento tem como base 1.254 documentos públicos, obtidos em cartórios de notas e de imóveis de três estados, juntas comerciais, prefeituras e tribunais de Justiça. Alguns endereços foram visitados pessoalmente.
  • A conta que totalizou em R$ 79,1 milhões o patrimônio do ministro é conservadora. Isso porque ficaram fora imóveis que constam em nome de empresas de Silveira em cartório de imóveis, mas que têm coproprietários em cadastros de prefeituras municipais, o que indica um processo de venda a prazo. Eles somam pelo menos R$ 27,2 milhões.
  • O patrimônio construído pelo ministro em propriedades rurais –como gado, resultado de colheitas e o preço atualizado do hectare– também não foi considerado.

Em alguns casos, o levantamento indica o uso pessoal por parte de Silveira de bens que estão no nome de empresas, como as casas na Bahia e as fazendas em Minas. A residência do ministro em Belo Horizonte, por exemplo, está no nome de uma firma de consultoria.

Quando foi eleito pela primeira vez, em 2006, para o cargo de deputado federal por Minas Gerais, Silveira e suas empresas reuniam bens na ordem de R$ 1,035 milhão (ou R$ 2,6 milhões, em valores atualizados pelo IPCA), segundo o TSE e informações de cartórios de imóveis.

O político, que tem por hábito apresentar-se publicamente como servidor público, dizia ter atuado na construção civil quando era um jovem de “vinte e poucos anos” —ele nunca divulgou que manteve a atividade empresarial após ter entrado na política.

Imagem: Arte/UOL

A maior fatia de seu patrimônio não foi declarada ao TSE nas últimas eleições porque está vinculada a sua holding patrimonial, a Solidez Participações. Ter uma holding não é ilegal —em geral, utiliza-se deste mecanismo para um melhor planejamento tributário ou de sucessão.

A Solidez é detentora de cotas de empresas de construção, agropecuária e consultoria que são propriedade indireta de Silveira e administradas formalmente por um primo do político.

A legislação eleitoral permite que um candidato deixe de divulgar estes ativos. Ou seja, a lei não obriga o detalhamento de imóveis e outros bens vinculados a empresas que estão em seu nome.

Pé na areia

Entre os bens atuais do político estão pouco mais de uma centena de lotes e imóveis em Minas Gerais e Bahia, aplicações financeiras, empréstimos oferecidos a terceiros e até dinheiro em espécie. No caso de imóveis, o levantamento considera valores registrados de compra em cartório, registrados em anúncios publicitários de venda, valor venal estimado por prefeituras e, em alguns casos, atualizados com preços de mercado.

A atualização de valores de imóveis no levantamento do UOL considerou, quando possível, a média de valores aplicados recentemente em operações de venda em um mesmo edifício ou loteamento. São operações realizadas pelas próprias empresas do ministro. A metodologia detalhada está disponível aqui.

Entram na conta também quatro casas de alto padrão, três delas “pé na areia” na praia de Guarajuba, no município de Camaçari, no disputado litoral norte da Bahia, a menos de uma hora de Salvador.

Uma das casas de Alexandre Silveira (PSD)Imagem: Reprodução

Elas são frequentadas pelo político, sua família e amigos, e estão à venda por R$ 43,5 milhões. A mais luxuosa, à venda por R$ 14 milhões, tem dois andares, piscina com cascata, hidro, sete suítes e está à beira-mar.

Uma das casas, na praia de Guarajuba, foi comprada em 2016 por R$ 1,25 milhão, conforme a declaração ao TSE. O mesmo imóvel está anunciado para venda atualmente por R$ 7,5 milhões.

Outra parte relevante do patrimônio é composta por 113 terrenos em loteamentos adquiridos ou construídos pelo político ao longo dos anos nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte e na região de Ipatinga. Esses bens somam pelo menos R$ 17,7 milhões.

Alexandre Silveira participa de reunião da Comissão de Constituição e Justiça em dezembro - Adriano Machado/Reuters - Adriano Machado/Reuters
Alexandre Silveira participa de reunião da Comissão de Constituição e Justiça em dezembro Imagem: Adriano Machado/Reuters

Uma outra empresa do ministro possui oito apartamentos e 54 vagas de garagem de um hotel construído na Pampulha, região turística da capital mineira, que valem pelo menos R$ 2,5 milhões.

Na fazenda em Açucena, no Vale do Aço, berço político de Silveira, há plantações de eucalipto cuja produção futura já foi vendida a uma empresa de celulose, acordo registrado em cédulas de produto rural com valor fiscal de R$ 4,6 milhões. O político fez nos últimos anos pedidos de autorização de supressão vegetal para realização de plantio e criação de gado na propriedade de Diamantina.

Entidades e especialistas em transparência pública criticam a omissão de dados na declaração ao TSE por entenderem que a construção do patrimônio desses agentes deveria ser submetida ao escrutínio público.

Silveira declarou ao tribunal eleitoral ser dono de ações da empresa Solidez e de uma franqueadora de cartões de benefícios em saúde, que ele diz não ter dado certo.

Após participar de um jantar com empresários organizado no final de maio pelo grupo Esfera, em São Paulo, o ministro foi questionado pela reportagem sobre como foi possível construir um patrimônio de cerca de R$ 80 milhões após entrar na política.

Tudo o que eu tenho está no meu Imposto de Renda e está declarado na Justiça Eleitoral, conforme determina a legislação vigente. Quem faz vida pública há mais de 20 anos tem que ter seu patrimônio todo na Justiça Eleitoral none

Ministro Alexandre Silveira

A reportagem, então, lembrou ao ministro que ele declarou no ano passado ao TSE ter um patrimônio de menos de R$ 9 milhões.

“Meu patrimônio é todo declarado, não tenho uma prata fora do meu Imposto de Renda, seja da pessoa física ou jurídica”, insistiu.

Posteriormente, em manifestação por escrito, o ministro informou que já tinha um patrimônio de 44 bens quando iniciou sua carreira na polícia, em 1998. Ele enviou uma relação de terrenos, lotes e apartamentos avaliados, na época, em R$ 1,04 milhão (R$ 4,7 milhões, em valores corrigidos).

A reportagem apurou que quase todos já estavam vendidos oito anos depois, no ano de sua primeira eleição.

Empreendedor discreto

A holding familiar, as construtoras e a consultoria de Silveira funcionam em um mesmo endereço: duas salas sem placas de identificação, em um prédio comercial na região da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).

Em biografias de canais oficiais dos cargos que ocupou e em peças da última campanha eleitoral, Silveira é apresentado como um ex-delegado de polícia do interior de Minas Gerais que migrou para a política no início dos anos 2000.

Não há menção à continuidade de sua atuação como empresário no ramo imobiliário depois da sua entrada na política, atuação que se dá por meio de diferentes empresas, algumas delas em sociedade com outros parentes.

A ausência é notada em seu canal no YouTube, onde Silveira destaca sua trajetória como funcionário público e ex-delegado em parte das 13 horas e 50 minutos de vídeos de campanha eleitoral e entrevistas.

Negócios em família

A holding patrimonial do ministro controla sozinha a maior parte das empresas que detêm este patrimônio.Imagem: Gabriela Biló/Folhapress

A empresa foi fundada em julho de 2012 por Alexandre Silveira, detentor de 2,1 milhões de cotas. Os filhos, que tinham 15 e 19 anos na época, também são sócios fundadores, detentores de 200 cotas, cada um.

Posteriormente, em 2013, Silveira transformou a empresa em uma S.A. (sociedade anônima), e reorganizou o capital sem alterá-lo numericamente, repassando 75% das cotas para a mulher e os dois filhos.

Uma parte dos bens do político está na empresa CAS —Construtora Ambientalmente Sustentável, com 80% das ações controladas por ele. A família de um tio, Cláudio Magalhães, detém 20% da empresa.

Neste último caso, o levantamento do UOL considerou valores de bens proporcionais à participação societária do ministro na empresa de construção.

Entre 2004 e 2005, no primeiro mandato do presidente Lula (PT), ele foi diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre).

Na primeira metade de sua carreira política (2006-2015), o primo Eunilson Silveira atuou como administrador das empresas de Alexandre em negócios imobiliários.

Na segunda metade (de 2016 aos dias atuais), este lugar passou a ser ocupado por outro primo, Athos Silveira, atualmente administrador das empresas de Silveira e detentor de pequena participação nelas —entre 0,5% e 1%.

Por essa razão, o nome do ministro quase nunca é mencionado nos registros cartoriais.

“Alexandria”

No início dos anos 2010, Silveira era secretário estadual de Gestão Metropolitana de Minas, durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB) e encabeçava a articulação em torno da construção de um loteamento em área de 5 milhões de metros quadrados, entre Caratinga e Ipatinga, no Vale do Aço, reduto político de Silveira.

Oficialmente batizado como Parques do Vale, o empreendimento ficou conhecido na cidade por outro nome, graças à atuação do político a seu favor: Alexandria.

Silveira defendia o empreendimento em entrevistas e admitiu ter intermediado os primeiros encontros entre proprietários —os sócios da construtora Egesa— e políticos responsáveis por destravar as obras —entre eles, o então governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), segundo noticiou a imprensa na época.

Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira - Gabriela Biló/Folhapress - Gabriela Biló/Folhapress
Ministro de Minas e Energia, Alexandre SilveiraImagem: Gabriela Biló/Folhapress

Depois disso, duas empresas de Silveira fizeram negócios com a empresa que é dona do loteamento.

Por meio de sua consultoria, a Conasteca, Silveira pagou R$ 800 mil por dois lotes de quase 10 mil metros quadrados, cada, em 2013, de acordo com documentos oficiais. Naquela data, a prefeitura de Caratinga atribuía a cada imóvel um valor fiscal de cerca de R$ 1,5 milhão.

Por meio da CAS, empresa que detém em sociedade com a família de um tio, o político recebeu outros 40 lotes que, em 2013, valiam R$ 9,6 milhões, como pagamento por serviços contratados à empresa de Silveira.

Atolada em dívidas, nos anos seguintes a Egesa cedeu a fundos de investimentos a sua carteira de crédito de vendas de lotes no empreendimento. Em troca, quitou dívidas bancárias.

A empresa de Silveira buscou o Judiciário para cobrar da Egesa a conclusão de obras de infraestrutura no condomínio, que julgava serem de sua responsabilidade. A empreiteira, por sua vez, considerava que o papel caberia aos fundos que assumiram seus direitos no empreendimento.

Após a celebração de um acordo da empresa de Silveira com os fundos, o processo foi extinto.

Um dos lotes adquiridos pela Conasteca por R$ 400 mil em 2013 foi vendido em 2019 por R$ 1,7 milhão.

Empresas do ministro ainda são donas de 39 lotes no empreendimento.

Informações UOL


Depois de críticas, Johns Hopkins se pronunciou

significado lésbica
De acordo com a instituição, a mudança se deu para acompanhar as novas transformações de gênero, que agora abarcam os ‘não binários’ | Foto: Foto: Divulgação/Agência Brasil 

A Universidade Johns Hopkins causou polêmica nas redes sociais e na imprensa, depois de dar um novo significado à palavra “lésbica”. Segundo o “Glossário LGBT+” da faculdade, a pessoa que escolhe essa orientação sexual é uma “não-homem atraída por outro não-homem”. Estranhou-se o fato de a palavra “mulher” ter sido removida.

Ao responder às críticas de internautas e jornalistas, a Johns Hopkins justificou o novo significado da palavra lésbica. De acordo com a instituição, a mudança se deu para acompanhar as novas transformações de gênero, que agora abarcam os “não binários”.publicidade

Em virtude da enxurrada de críticas, inclusive da autora dos livros Harry Potter, J.K. Rowling, a universidade tirou o glossário do ar e informou que o documento está “em análise”. No Twitter, internautas acusaram a Johns Hopkins de “misoginia” e “preconceito”.

harry potter
Foto: Divulgação/Flickr

“Homem: nenhuma definição necessária”, escreveu J.K. “Não-homem (anteriormente conhecido como mulher): um ser definível apenas por referência ao masculino. Uma ausência, um vácuo onde não há masculinidade.”

Megan Christin, diretora de um departamento da universidade, se manifestou a respeito. “O Glossário LGBT+ serve como uma introdução à gama de identidades e termos usados ​​nas comunidades LGBTQ e não pretende servir como respostas definitivas sobre como todas as pessoas entendem ou usam esses termos”, disse, em nota. “Embora o glossário seja um recurso publicado no site do Escritório de Diversidade e Inclusão da Universidade Johns Hopkins, as definições não foram revisadas ou aprovadas pela direção.”

Informações Revista Oeste


Acusado de ter fugido do Brasil, Deltan chegou de viagem dos Estados Unidos

Deltan Dallagnol Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Acusado de ter “fugido” do Brasil, após postar uma foto em suas redes sociais embarcando para os Estados Unidos, no último domingo (18), o deputado federal cassado, Deltan Dallagnol (Podemos-PR), está de volta ao seu país e já chegou “causando”.

Ele publicou em seu Twitter, neste domingo (25), uma mensagem com uma foto em frente à aeronave.

– Para tristeza da esquerda histérica, eu voltei – disse o ex-procurador da Lava Jato.

Na imagem, ele também escreveu que na volta ao Brasil se surpreendeu por não ter ninguém da “esquerda democrática” para lhe prender no aeroporto em razão de seu grande crime: “prender seus corruptos de estimação”.

Informações Pleno News


Foto: Adriano Machado/Crusoé.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (foto), divulgou uma nota neste domingo (25), por meio de sua assessoria, na qual afirma que os pagamentos de suas despesas têm origem “nos seus ganhos como agropecuarista e da remuneração como deputado federal”.

O comunicado foi divulgado após publicação de reportagem da revista piauí que mostra Lira no centro de investigações da PF sobre um suposto esquema de corrupção envolvendo seu ex-assessor Luciano Cavalcante.

Segundo a reportagem, agentes da PF encontraram em busca e apreensão no endereço do motorista de Cavalcante, Wanderson Ribeiro, anotações sobre saldos, repasses, destinatários e datas. 

Os manuscritos referem-se aos meses de abril e maio deste ano. De acordo com a matéria, o nome “Arthur” aparece onze vezes e vem acompanhado dos maiores valores, que totalizam pouco mais de R$ 265 mil. Os investigadores acreditam que o nome se refere ao presidente da Câmara.

Créditos: O Antagonista.

Netflix debocha de Anitta
25 de Junho de 2023

anitta
Durante a eleição de 2022, Anitta ‘fez o L’ e pediu votos ao então candidato a presidente Lula | Foto: Foto: Reprodução/Instagram/Anitta 

A cantora de esquerda Anitta criticou a 6ª temporada da série Black Mirror, da Netflix, neste domingo, 25. A empresa rebateu o ataque da funkeira.

“Alguém mais assistiu Black Mirror e não entendeu nada do por que (sic) a série não é mais o que era?”, perguntou Anitta. “Parece até outra série. Não é mais sobre tecnologia, agora é ‘thriller’ aleatório, os diálogos mal feitos, as histórias bobas sem propósito. Que doideira.”publicidade

Minutos depois do comentário, a companhia respondeu ao comentário. “Mudou porque Black Mirror agora tá focado na carreira internacional”, rebateu a Netflix, em alusão à carreira de Anitta, que decidiu investir em músicas para o público estrangeiro.

Depois do post jocoso, o gigante do streaming disse estar “brincando”.

Durante a eleição de 2022, Anitta “fez o L” e pediu votos ao então candidato a presidente Lula. A funkeira chegou a debochar de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral que a multou em R$ 50 mil, por propaganda eleitoral antecipada, durante um festival.

“R$ 50 mil? Poxa, menos uma bolsa. Fora, Bolsonaro”, escreveu Anitta, no Twitter. “Essa lei vale fora do país? Porque meus festivais são internacionais”, ironizou. O Lollapalooza se encerra na noite de hoje. Entre as apresentações, houve a de Pablo Vittar, que levantou uma toalha com o rosto de Lula.

Informações Revista Oeste


Lista inclui relógio da Arábia Saudita e vasos da China

Lula e Janja
Lula e Janja em Londres | Foto: Reprodução/Twitter

Desde o começo do mandato, o presidente Lula e a primeira-dama Janja receberam mais de 200 presentes, informou o jornal O Estado de S. Paulo, neste domingo, 26. A lista inclui objetos recebidos até 12 de junho.

Entre os 231 itens, há relógios, esculturas, quadros, camisetas e bonés. Parte deles (63) foi dado por autoridades estrangeiras. Da China, vieram vasos ornamentais; dos Emirados Árabes, um relógio de mesa; e, da Espanha, um jogo de xadrez.publicidade

O restante, Lula e Janja ganharam de associações ou empresas nacionais. Desses, a maior parte foi dada por populares e tem valor simbólico. Ao todo, a lista inclui 30 camisetas (sendo seis de times de futebol), 13 canetas, 12 esculturas e 12 pinturas. Também há na lista objetos como azulejo, bracelete, xale, adorno de cabeça, lenço, copo, moeda, imagens devocionais e leque.

Lula e Janja
Lula e Janja na viagem à China | Foto: Reprodução/Twitter

Presentes dado a Lula e Janja são catalogados

Os bens recebidos por qualquer presidente da República devem ser cadastrados. Inicialmente, ficam sob responsabilidade da Diretoria de Documentação Histórica, que faz parte do gabinete da Presidência.

O órgão analisa o que vai para o acervo pessoal do presidente e o que deve ser incorporado ao patrimônio da União. Apenas os itens desse último grupo têm seu valor avaliado.

O recebimento de presentes se tornou polêmico depois da apreensão de joias dadas pela Arábia Saudita a Michelle Bolsonaro, avaliadas em mais de R$ 5 milhões.

Informações Revista Oeste


Foto: Izinaldo Barreto

No segundo dia do Feira Cidade Forró, não faltou sofrência. Antes de iniciar o show, a música de Thiago Aquino já era ouvida nos quatro cantos do distrito de São José. Nas casas, bares e até no comércio só dava o menino da Queimadinha.

Recebido por uma multidão eufórica neste sábado (24), Thiago Aquino dominou a praça principal com o repertório mais gostoso do Brasil. A plateia esteve unida em uma só voz para cantar os hits “Erro que dá certo”,“Me bloqueia vida” e “Ligação Covarde”. 

Durante o show, a filha mais velha do artista feirense, Laura Valentina, fez o público ativar o fofurômetro ao dar uma palha da música dedicada à mãe, Thayná.

Com um cartaz rosa, cheio de corações e a frase “Thiago Aquino eu te amo”, a fã Loren Miranda, de apenas 7 anos, demonstrou a sua admiração pelo cantor. “Minha mãe sempre coloca as músicas dele pra tocar lá em casa. Eu comecei a ouvir na época da pandemia. Sou a fã número um dele”, declarou a pequena.

A microempresária, Maria Eunice, também faz parte do clube de fãs que veio junto com a família e os amigos somente para ver o artista. “Ele vem do mesmo local que a minha família mora. Na minha casa só dá Thiago Aquino. Ele é um fenômeno”, disse entusiasmada.

Segundo a avaliação do cantor, cerca de 25 mil pessoas compareceram à festa. “O coração tá feliz demais. Eu que vivo em São José o tempo todo, cheguei a ficar preocupado se daria gente e às 20h30 o espaço já estava completamente lotado. É maravilhoso demais receber tanto amor”, relatou.


Foto: Ana Clara Marinho/TV Globo

A Latam Airlines, em parceria com a Voepass Linhas Aéreas, iniciou a venda de passagens do voo entre Feira de Santana e Salvador. As operação ocorrerão às terças e quintas-feiras a partir do próximo dia 4 de julho e os voos serão operados pela Voepass, com o ATR 72, com capacidade para 70 assentos.

O voo ocorre às terças pela manhã e às quintas pela tarde. As passagens estão disponíveis através do site da Latam e o custo inicial é a partir de R$ 96.


Jornal quer o fim dos inquéritos conduzidos pelo juiz e mais vigilância dos membros da Corte sobre o colega de toga

moraes big techs
O ministro Alexandre de Moraes chega ao Senado para entregar sugestões ao Projeto de Lei da Censura – 25/04/2023 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

O jornal O Estado de S. Paulo publicou um editorial neste domingo, 25, no qual pede aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que controlem um de seus colegas, Alexandre de Moraes.

Conforme o texto, membros da Corte chancelaram decisões do juiz do STF. Dessa forma, são responsáveis por suas consequências e têm de impedir eventuais abusos. Além disso, o jornal vê “erros e incompreensões sobre o Direito e as próprias circunstâncias vividas no país” nos inquéritos inconstitucionais conduzidos pelo ministro.publicidade

“Afinal, se ao longo do governo Bolsonaro a democracia pareceu estar sob risco, o que poderia justificar medidas excepcionais, hoje não há ameaças que fundamentem decisões desse tipo”, observa o Estadão. “O Supremo não pode ignorar que, agora, a realidade é diferente. Para começar, não estamos mais em ano eleitoral, e, portanto, a legislação específica para o período de campanha, que serviu para fundamentar muitas intervenções do Judiciário, sobretudo nas redes sociais, só fazia sentido no contexto eleitoral, pois era preciso proteger a igualdade de condições entre os candidatos. Agora, o cenário factual e normativo é outro.”

8 de janeiro
A presidente do STF, Rosa Weber, conduz um julgamento no plenário da Corte | Foto: Nelson Jr./SCO/STF

De acordo com o jornal, uma medida abusiva recente tem relação com a censura ao podcaster Monark, em virtude críticas à Justiça Eleitoral e a Moraes. Adiante, o jornal menciona a decisão que enquadrou o Google e outras big techs, que supostamente impulsionaram conteúdos contra o PL das Fake News.

“Recordando a plena vigência da garantia do duplo grau de jurisdição, é preciso afirmar a responsabilidade dos outros ministros do STF pelo controle da atuação do relator dos inquéritos das ameaças à Corte e dos atos antidemocráticos”, afirma o jornal. “O Supremo não pode fechar os olhos ao que vem ocorrendo.”

Informações Revista Oeste