
O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) reagiu ao malabarismo linguístico da jornalista Míriam Leitão, do jornal O Globo, que tenta encontrar pontos positivos no aumento do desemprego.
Leitão escreveu uma nota nesta sexta-feira (28) com o título: Desemprego sobe em relação a dezembro, mas mercado de trabalho está muito melhor que início de 2022.
A jornalista ouviu economistas que dizem que a “taxa de desocupação do IBGE mostra emprego ainda aquecido”.
Não é raro encontrar reportagens parecidas, que mostram pontos negativos do atual governo, usando expressões para amenizar os problemas e assim não prejudicar a imagem da administração Lula.
Feliciano fez um seguinte comentário:
– O navio afundou com todos os tripulantes, mas foi em águas calmas, sob a luz de um Sol brilhante… – seguido por emoticon de raiva.
Nos comentários do tuíte do deputado, os internautas comentaram sobre a forma como a imprensa tenta enganar os leitores.
– O contorcionismo dessa senhora é deplorável – escreveu uma usuária do Twitter.
– É hipocrisia o nome? Ou é desonestidade intelectual? – questionou outro.
Informações Pleno News

O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou nesta sexta-feira (28) o arquivamento do requerimento de instalação de CPI para investigar as invasões de terra na Bahia após parecer da procuradoria jurídica da Assembleia Legislativa da Bahia que a considerou inconstitucional e norteou a decisão. Roma destacou que a apuração pretendida no requerimento apresentado pelo deputado Leandro de Jesus (PL) era para apurar quem financia as ações de invasões ilegais das propriedades rurais, o que, como destacou, promove clima de insegurança e afasta investimentos no setor.
“É muito frustrante você ver uma reunião como a que ocorreu na última terça-feira na Assembleia Legislativa da Bahia, com produtores que foram da Bahia inteira lá para Salvador, gente que viajou mais de 800 quilômetros, como o pessoal do extremo sul e do oeste e, de repente, no dia seguinte, você vê uma CPI sobre a invasão de terras, que tinha número de deputados suficientes para apurar quem está agindo de forma criminosa, financiando movimento de invasões ilegais, e simplesmente com parecer jurídico, arquiva-se um assunto tão importante”, declarou João Roma, em entrevista à Rádio Cidade FM, de Irecê.
O líder do PL na Bahia reiterou a frustração dos produtores rurais. “Foi muito frustrante para todos os produtores, pois são essas bandeiras que temos que abraçar, independente de caráter partidário, porque são coisas em benefício da Bahia, para termos mais investimento e melhorar a vida daqueles que mais precisam no estado”. Roma enfatizou que, na Bahia, há mais terras em poder do Incra que devem ser destinadas à reforma agrária que famílias que seriam beneficiadas. “Por que o governo não titula?”, questionou.
O dirigente partidário lembrou que, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, projetos como o do Baixio de Irecê avançaram em sua execução. Roma comentou que a região que será beneficiada pelo projeto é uma das mais férteis de todo o mundo e que teria nas culturas irrigadas garantia de desenvolvimento para as populações locais. Ele entretanto disse que os interesses dos governos federal e estadual caminham em direção oposta à da solução dos problemas.
“Temos um governo federal, do Lula, que é movido pelo rancor, pela perseguição aos adversários. É um governo que, ao invés de discutir projetos para o Brasil, não está somente com o freio de mão puxado, mas está dando marcha à ré”, avaliou. Sobre a gestão Jerônimo, discorreu: “é um governo que não realiza sequer ações triviais. O estado atrasa outorgas para a captação de água e, às vezes, é somente uma questão de ter atenção aos problemas, às demandas das pessoas”.
O presidente estadual do PL também foi questionado sobre as ações do partido na Bahia e voltou a destacar que seu objetivo é fortalecer e dar musculatura à sigla nos 417 municípios baianos. Roma também destacou conversas recentes que vem realizando com lideranças estaduais. “Conversei com o deputado federal Antônio Brito (PSD), com o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz. Não tenho dificuldades para conversar com quem quer que seja”, pontuou.
“Também mantive conversas com o deputado federal Leo Prates. Todas essas são conversas em que tratei do futuro de Salvador, quais são as pautas de Salvador. É a primeira capital do Brasil e preciso saber quais são os projetos para a cidade que esses atores políticos trazem”, disse Roma, que também reiterou sua pré-candidatura à prefeitura da capital, o que, ainda assim, não afasta a possibilidade de diálogos com o atual prefeito Bruno Reis (União Brasil). “É um diálogo sobre projetos, realizado sobre princípios claros, e não sobre a divisão de cargos e partilha de poder”, declarou.

A banda Biquíni Cavadão é um dos grandes nomes da música brasileira, com sucessos como “Vento Ventania”, “Dani”, “Janaína” e mais. Eles começaram a tocar juntos em 1985 e, em 2022, 37 anos depois, resolveram trocar o nome e adotaram apenas Biquíni.
Em abril do ano passado, o quarteto composto por Bruno Gouveia (voz), Carlos Coelho (guitarra), Miguel Flores da Cunha (teclados) e Álvaro Birita (bateria) oficializou a exclusão do “Cavadão” do nome da banda.
Em conversa em Splash, Bruno Gouveia explicou que a mudança “já acontece há muito tempo”. “Na verdade, ela vem acontecendo praticamente nos últimos 25 anos. Quando o Biquíni surgiu na internet a gente não quis colocar ‘www.biquinicavadão.com.br’, a gente já colocou ‘Biquíni’. Quando a gente quis lançar o nosso álbum de 1998, o nome do disco era ‘biquini.com.br’, em alusão ao site.”
As redes sociais da banda também são apenas “Biquíni”.
O vocalista conta que conversam há anos sobre simplificar o nome e iniciaram esse movimento, davam mais destaque para “Biquíni” do que “Cavadão” nas capas de álbum. No entanto, a certeza da mudança veio do público. “Nos shows, eles gritam apenas ‘Biquíni’, ‘Biquíni'”.
“Os radialistas anunciam as nossas músicas dizendo: ‘a nova do Biquíni’. Então a gente foi achando natural que usar somente Biquíni ao invés de Biquíni Cavadão. “A gente faz um teste e quando lançamos o álbum ‘Ilustre Guerreiro’, em que a gente só colocou Biquíni na capa e sabe o que aconteceu? Ninguém percebeu.”
A mudança foi percebida apenas quando a banda soltou uma nota oficializando, acredita Gouveia.
Ex-integrante nega que tenha processado colegas pelos direitos do nome. A Splash, o baixista e membro fundador André Sheik, que deixou o grupo em 2000, negou boatos de que tenha processado os ex-colegas. Bruno Gouveia também também diz que o grupo não foi processado por Sheik.
Herbert Vianna, d’Os Paralamas do Sucesso, foi quem sugeriu o nome. Ele disse aos membros da banda que gostava de “Hipopótamo de Kart” ou “Biquíni Cavadão”.
Com o passar dos anos, a banda foi deixando aos poucos de usar o nome completo.
Os álbuns “Ilustre Guerreiro” (2018) e “Através dos Tempos” (2021) já não contavam com o nome completo da banda em suas capas.
Em março de 2022, foi lançado o single “Quando eu te encontrar”, sem o nome “Cavadão”.
A mudança foi oficializada em abril de 2022.
Um logotipo foi criado por Bruno Valentim e Ricardo Leite e marca o início do Biquíni, sem “Cavadão”.
Bruno Gouveia diz que não é mudança na banda, e nega “rebranding”. “Só vai ser quando trocarmos o nome para BQN”, brincou.

Informações Splash UOL

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, ex-líderes de facções do Rio de Janeiro marcaram presença em uma festa da Rede Globo.
A comemoração ocorreu no dia 17 de abril e marcou o fim gravações da série “Veronika”, do Globoplay.
Celso Rodrigues (conhecido como Celsinho da Vila Vintém), ex-chefe da facção Amigos dos Amigos; Alexander Mendes (o Polegar), ex-chefe do tráfico na Mangueira; Nei da Conceição (o Facão) e Amabilio Gomes (o MB), ex-chefes do tráfico no Complexo da Maré foram alguns dos presentes.
Eles foram fotografados ao lado da atriz Roberta Rodrigues, que interpreta a protagonista da produção, e do diretor Silvio Guindane.
Confira:

Questionada, a Globo não comentou o fato.
Informações TBN

Foto: Antonio Cruz
A frase do presidente Lula foi dita nesta sexta-feira (28) quando sancionou o projeto de lei que reajusta em 9% os salários dos servidores públicos federais.
Na ocasião Lula afirmou:
“Se tem uma profissão honesta, é a do político. É o único concurso que a cada quatro anos você tem que refazer”,disse. O presidente ainda alude a Fernando Collor para dizer que a população brasileira foi “convencida a achar que todo político é corrupto”.
Sobre o reajuste:
O impacto neste ano será de R$ 11,6 bilhões nas contas públicas. O benefício será pago a partir de maio.
O reajuste foi negociado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos com as entidades representativas de servidores.
O Antagonista

Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados)
Exceto o comando petista na Câmara — que está afinado com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) —, os demais integrantes da articulação política do governo no Congresso não veem com bons olhos a escolha do deputado Arthur Maia (União-BA) para presidir a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre os atos golpistas de 8 de janeiro.
Maia é hoje o favorito do presidente da Câmara para o posto. Ele é conhecido em seu estado como homem da estrita confiança do ex-prefeito de Salvador ACM Neto, principal adversário do PT na Bahia.
O deputado disputa a indicação contra o líder do PP, André Fufuca (MA). Este é o nome favorito do Palácio do Planalto por sua proximidade na política do estado com o ministro da Justiça e ex-governador, Flávio Dino (PSB).
Apesar de pertencer a seu partido, foi Arthur Lira quem convenceu Fufuca a anunciar publicamente que não deseja comandar as investigações da CPMI. Com isso, abrindo espaço para Arthur Maia. O anúncio surpreendeu o governo.
O comando petista da Câmara, no entanto, está defendendo junto ao Palácio do Planalto a escolha do deputado baiano. A afirmação é de que o fato de Arthur Lira ter indicado é uma garantia de apoio ao governo e não de oposição.
O PT da Câmara vê Lira como um aliado fiel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apesar do apoio que emprestou ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Diferentemente dos deputados, os articuladores do governo no Senado temem a força excessiva de Lira e que ele passe à oposição quando algum de seus pedidos de cargos e verbas não for atendido.
Nesse caso, a CPMI será um dos principais instrumentos de pressão contra o Planalto.
O ministro chefe das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, está pessoalmente dividido sobre o assunto. Outro ministro importante no Planalto, por sua vez, o baiano Rui Costa, da Casa Civil, está junto com os senadores governistas quanto ao temor sobre a atuação de Lira.
O presidente Lula resolveu assumir pessoalmente as articulações para escolha dos integrantes da CPMI. Quer tentar decidir ainda neste final de semana ou, no máximo, no início da próxima semana.
Informações G1
15 clubes da Série A e um da B avançaram para a fase de oitavas de final

Foto: Divulgação/CBF
O Bahia está garantido nas oitavas de final depois de passar por Jacuipense, Camboriú e Volta Redonda nas três primeiras fases do torneio nacional de mata-mata.
Com a classificação confirmada, o Esquadrão será um dos clubes presentes no sorteio dos jogos das oitavas de final, marcado para acontecer na terça-feira (2), na sede da CBF. O evento será transmitido ao vivo, às 13h.
Diferentemente das fases anteriores, não haverá divisão por potes. Sendo assim, o Bahia poderá enfrentar qualquer um dos demais 15 times classificados.
Após eliminar equipes das Séries D e C, o Tricolor de Aço agora enfrentará obrigatoriamente uma equipe da A ou da B (apenas o
Sport).
Confira quem são os 16 classificados da Copa do Brasil:
Datas dos jogos das oitavas de final
Conforme calendário já anunciado pela Copa do Brasil, as oitavas vão acontecer nos dias 17 de maio e 31 de maio.
Informações EC Bahia

A Bahia assegurou junto ao Ministério da Saúde mais de R$ 42 milhões do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas. A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) executará cerca de R$ 27,7 milhões do total destinado ao estado, sendo responsável pela realização de procedimentos cirúrgicos em 381 dos 417 municípios. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (28).
Entre os procedimentos a serem executados estão: tratamento cirúrgico de varicocele, plástica mamária feminina não estética, histerectomia, litotripsia, retirada de placa e/ou parafuso e ressecção endoscópica de próstata. O acesso dos pacientes aos procedimentos elencados no Programa se dará a partir do cadastro Sistema Lista Única, no caso da gestão estadual. No caso da gestão municipal, a partir dos sistemas próprios de regulação.
Para a secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, “esse recurso comprova um novo momento para a saúde da Bahia na relação com o Governo Federal. Para além de diálogo, contamos com a sensibilidade do gestor federal para assegurar os recursos para os baianos”, ressalta a secretária.
Demanda represada pela Covid-19
O Governo do Estado já realizou 140 mil cirurgias eletivas desde março do ano passado, englobando mais de 45 tipos de procedimentos, levando atendimento de qualidade para quem mais precisa. Para acelerar a realização das cirurgias nos hospitais estaduais e unidades credenciadas a Sesab, foi adotada também uma estratégia itinerante, o que permitiu viabilizar a realização dos exames pré-operatórios e anatomopatológicos em localidades que não contavam com estrutura.

Órfãos de vítimas do feminicídio em Feira de Santana serão acolhidos pelo Município, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres. O projeto, que visa assegurar assistência afetiva e escuta humanizada, foi criado diante dos altos índices de violência contra a mulher. Nos últimos dois anos, Feira registrou 11 casos de feminicídio.
De acordo com a titular da Secretaria da Mulher, Gerusa Sampaio, através do projeto Vitimas Silenciosas do Feminicídio será colocado em prática um trabalho para “amparar e dignificar a vida dessas vítimas”.
“Nosso objetivo é intervir nas famílias propiciando o empoderamento de todos os membros e efetivação dos direitos. Teremos um olhar atencioso para os filhos (as) de vítimas do feminicídio, as denominadas vítimas silenciosas, no intuito de minimizar os impactos da violência sofrida por esses indivíduos com uma equipe especializada”, afirma.
De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública – Violência Contra a Mulher – 2021, de março de 2020 [início da pandemia da COVID-19] até dezembro de 2021 foram registrados 2.451 feminicídio e 103.398 casos de estupros e estupros de vulnerável no país. Dessa forma, só em 2021, em média, uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 7 horas.
Gerusa Sampaio observa que as agressões que culminam com a morte da mãe geram nos filhos insegurança, medo e o silêncio. “Sendo assim, o projeto vai ofertar atendimentos multidisciplinar com psicólogo, assistente social, advogado e um pedagogo que ficarão responsáveis pela triagem, acolhimento, orientação e encaminhamento dessas famílias”, pontua.
*SECOM

O Ministério Público estadual deflagrou na manhã de hoje, dia 28, uma operação contra um grupo criminoso responsável pela entrada de materiais ilícitos no Conjunto Penal de Feira de Santana.
A ‘Operação Sísifo’ foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) e contou com o apoio da Força Correcional da Secretaria de Segurança Pública (SSP), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e da Unidade de Monitoramento de Execução da Pena (Umep) do MP. Seis promotores de Justiça participaram da operação.
Agentes públicos investigados por envolvimento no esquema foram afastados das funções por determinação da Justiça. Eles são investigados por crimes crimes de prevaricação, favorecimento de entrada de celular em presídio e corrupção passiva e ativa, praticados por associação ou organização criminosa.

A operação cumpriu 18 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Feira de Santana, nos municípios de Feira de Santana, Irecê, Muritiba, Sapeaçu, Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Presidente Dutra e Santa Bárbara, com a finalidade de reunir mais provas sobre os fatos.
A investigação teve início após constatação pelo MP da “recorrente apreensão de diversos materiais ilícitos com os presos”, especialmente celulares, entorpecentes e armas perfurocortantes, “o que levantou evidências da participação ativa de detentos e de policiais penais”.