
Foto: Reprodução
A Shutterstock, empresa de banco de imagens on-line, anunciou nesta terça-feira, 23, a compra da Giphy, uma plataforma de imagens animadas pertencente, até então, à Meta — dona das redes sociais Facebook e Instagram e do aplicativo de mensagens WhatsApp. A transação foi fechada em US$ 53 milhões e deve ser concluída em junho.
De acordo com o diretor-executivo da empresa de banco de imagens, Paul Hennessy, “esse é um passo empolgante na jornada da Shutterstock como uma plataforma criativa de ponta a ponta”, afirmou. “A Shutterstock está no negócio de ajudar pessoas e marcas a contarem suas histórias. Por meio da aquisição da Giphy, estamos ampliando nossos pontos de contato com o público”, concluiu.
A conta do Twitter da empresa também anunciou a aquisição da nova plataforma de imagens animadas.
“Sabe aquela sensação quando encontra o GIF de reação perfeita? Seremos nós o tempo todo agora que @GIPHY é oficialmente parte da Shutterstock. Além disso, se pronuncia GIF ou JIF? Pergunte a um amigo”, diz a publicação.
Revista Oeste

Foto: Senado
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu arquivar um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de falsidade ideológica no registro de sua candidatura em 2014.
A Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) já haviam defendido o arquivamento, mas aguardavam decisões do juiz Flávio Itabaiana, da 204ª zona eleitoral, e da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (MPF).
Na decisão, os desembargadores do TRE-RJ manifestaram o excesso de prazo razoável do inquérito para a conclusão, o que configuraria constrangimento ilegal.
O Antagonista

Foto: Nelson Jr
A descriminalização do porte de drogas para uso pessoal deve voltar a ser discutida no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (24).
A Corte analisa uma ação que pede a derrubada de um artigo da lei de drogas que diz que comete crime a pessoa que: “adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”.
A discussão está parada desde que o ministro Teori Zavascki pediu vista dos autos. Dois anos depois, em 2017, ele morreu em um acidente aéreo.
O ministro Alexandre de Moraes assumiu o lugar dele e, em 23 de novembro de 2018, devolveu os autos para a continuação do julgamento. Desde então, o processo estava na fila da pauta, aguardando a retomada.https://d-26390580942229492295.ampproject.net/2305051745001/frame.html
O julgamento do STF analisa a constitucionalidade do artigo 28 da Lei nº 11.343, de 2006 sobre “comprar, guardar ou portar drogas sem autorização para consumo próprio.”
Penas:
I – advertência sobre os efeitos das drogas;
II – prestação de serviços à comunidade;
III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo”, de acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
De acordo com o advogado criminalista e especialista em direito público Oberdan Costa, que defende a descriminalização do consumo pessoal de droga, é preciso mudar a lógica de combate ao tráfico, que fragiliza os direitos humanos do povo socialmente vulnerável.
“O combate estatal ao tráfico objetiva alvos irracionalmente escolhidos, e a apreensão modifica pouco ou nada no cenário da mercancia de entorpecentes, além de cometer diversos abusos processuais na decretação e execução de medidas cautelares”, disse.
Mestre em direito e advogado criminalista, Rodrigo Barbosa diz que “o uso de drogas deve ser tratado como questão de saúde pública, e não de segurança pública”.
Para ele, “a manutenção da criminalização da conduta resulta em diversas violações constitucionais, como privacidade e intimidade, além de contribuir com a estigmatização de usuários e dependentes”.
“A guerra às drogas e o tráfico causam muito mais mal à sociedade do que as drogas. Se o objetivo é proteger a população, tratar drogas como questão criminal alcança o resultado exatamente oposto. Medicamente, drogas são um problema sério. Mas são, assim como o consumo excessivo e o vício em álcool, um problema de saúde pública, e assim devem ser tratadas”, defendeu o especialista.
A ideia de regular o uso de drogas no país, contudo, não é bem avaliada por alguns especialistas.
O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e membro do Comitê Científico da Associação Mundial de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva acredita que a medida pode aumentar o tráfico de drogas no Brasil e elevar a quantidade de dependentes químicos.
“A proposta de descriminalizar o uso de drogas vai aumentar o consumo, trazendo muito mais doentes a um sistema de saúde que não suporta o que já tem. Descriminalizar é aumentar o número de pessoas com doenças mentais e a quantidade de pessoas perambulando pelas ruas. Não é isso que vai resolver o problema do tráfico e da criminalidade, pois a tendência é que haja um aumento da oferta de pontos de venda”, apontou.
“Descriminalizar o uso de drogas não traz benefício algum à sociedade e tende apenas a aumentar a violência urbana. Quem aprovar isso vai estar apenas atendendo aos interesses de quem quer vender mais drogas”, afirmou.
R7 e Estadão

Nesta terça-feira, 23, o prefeito Colbert Martins Filho (MDB). Conversamos com o prefeito acerca das buscas de investimentos que ele esta fazendo em Brasília.
Confira o podcast completo:
Federação Espanhola também anulou cartão vermelho recebido por jogador na partida. Comitê da Competição também fechou parte dos assentos do estádio do clube por cinco jogos.

Foto: Aitor Alcalde/Getty Images
Federação anula expulsão de Vinicius Junior e fecha setor de estádio do Valencia
A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) multou o clube Valencia em 45 mil euros (aproximadamente R$ 240 mil) após torcedores do time realizarem ataques racistas contra o jogador Vinícius Jr, que atua pelo Real Madrid, em uma partida no último domingo (21).
Em comunicado divulgado nesta terça-feira (23), o Comitê da Competição também declarou o fechamento de parte dos assentos do estádio do Valencia por cinco partidas.
“Considera-se comprovado que, conforme refletido pelo árbitro em sua súmula, houve gritos racistas dirigidos a Vinícius, jogador do Real Madrid, durante a referida partida, alterando o andamento normal do jogo e considerando as infrações gravíssimas”, afirma a declaração.
Além disso, o atacante do Real Madrid, que recebeu cartão vermelho no final da partida contra o Valencia, não será suspenso, como antes havia sido previsto.
“Diante das denúncias e das provas em vídeo fornecidas pelo Real Madrid sobre a expulsão de Vinícius”, o comitê disciplinar decidiu anular as “consequências disciplinares” e autorizar o brasileiro a jogar novamente na quarta-feira (24) contra o Rayo Vallecano.
De acordo com a RFEF, o Valencia tem o prazo de dez dias para entrar com recurso contra as sanções.

Polícia da Espanha detém suspeitos de pendurar boneco representando Vinicius Jr. enforcado
Três homens entre 18 e 21 anos que foram presos nesta manhã pela polícia espanhola por atitudes racistas contra o brasileiro Vini Jr. durante a partida de futebol entre o Valencia e o Real Madrid neste domingo (21) foram liberados pela polícia após prestar depoimento.
Os jornais “EFE” e “ABC” disseram ter ouvido fontes internas que garantem a liberdade dos rapazes. Eles estariam cientes de que podem ser chamados pela Justiça a qualquer momento para desdobramentos do caso.
Os três ficaram cerca de três horas na delegacia, de acordo com o “El País”.
Não é a primeira vez que Vini Jr. é vítima de ofensas racistas na Espanha. Ele sofreu pelo menos dez ataques desde 2021. O comentarista da TV Globo e do SportTV PC Vasconcellos explica que o jogador tem sido alvo constante de perseguições racistas na Europa porque “transcende” o papel reservado a jogadores negros no futebol.
“Dentro dessa estrutura branca que domina o mundo e também domina o futebol, reserva ao negro o papel de ‘pé de obra’: entra em campo, joga futebol, dribla e conquista títulos. Vinícius transcende isso: dança quando faz gol, não se encolhe no jogo quando o adversário começa a atuar de forma violenta”, afirma em entrevista a Natuza Nery.
Informações G1

foto: divulgação
Nesta terça-feira (23), a Netflix anunciou que começará a notificar os usuários que a conta na plataforma deve ser usado por apenas uma residência. De acordo com a nota oficial, todos os usuários que a empresa detectar que estão compartilhando a sua conta com pessoas que não morem no mesmo endereço receberão um e-mail reforçando que esta atitude fere as diretrizes da empresa.
No comunicado, a empresa disse que cada login excedente terá o valor de R$ 13 mensais. Atualmente, a mensalidade por aqui custa entre R$ 18,90 e R$ 55,90.
Eis a nota da Netflix:
A partir de hoje, começaremos a enviar este email para assinantes que compartilham a conta Netflix fora da própria residência no Brasil.
A conta Netflix deve ser usada por uma única residência. Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam. Além disso, podem aproveitar as vantagens dos novos recursos como “Transferir um Perfil” e “Gerenciar Acesso e Aparelhos”.
Sabemos que nossos assinantes têm muitas opções de entretenimento. Por isso continuamos investindo na variedade de filmes e séries, garantindo que independentemente do seu gosto, humor, idioma, ou com quem você assiste, sempre tenha algo para você na Netflix.
Você receberá este e-mail:

A implementação da cobrança adicional pelo compartilhamento de senhas já começou em alguns países no início deste ano, como no Canadá, Nova Zelândia, Portugal e Espanha.
Gazeta Brasil

Mantenha as mãos firmes: uma bola dessa delícia requintada provavelmente vai custar mais do que todo o sorvete que você terá durante vários verões. Chamado de “noite branca” em japonês, a sobremesa atualmente está sendo vendida por 880.000 ienes ou o equivalente a R$ 31,7 mil a porção, tornando-se oficialmente o sorvete mais caro do mundo, segundo o Guinness World Records da semana passada.
A marca de sorvete japonesa Cellato chama a noite branca de gelato em seu site, e o nome é uma dica de suas origens italianas. Proveniente exclusivamente de Alba – lar do que muitos consideram as melhores trufas brancas da Itália – esse ingrediente sozinho pode arrecadar até dois milhões de ienes ou R$ 72 mil por quilo, de acordo com o Guinness World Records.
O sorvete é finalizado com uma folha de ouro comestível, dois tipos de queijo e “Sakekasu”, um ingrediente pastoso derivado do processo de fabricação do saquê.
“Levamos mais de 1 ano e cinco meses anos para desenvolver, com muitas tentativas e erros para obter o sabor certo”, disse um representante da empresa ao Guinness World Records anteriormente.
O sorvete mais caro do mundo da fabricante japonesa Cellato é uma combinação de ingredientes de luxo da Itália e do Japão. A empresa disse que sua missão não é apenas fazer sobremesas caras de dar água na boca, mas criar uma aventura culinária que funde ingredientes europeus e comidas tradicionais japonesas.
Para isso, trouxe Tadayoshi Yamada, chefe de cozinha do RiVi, um restaurante com sede em Osaka conhecido por sua cozinha de fusão franco-japonesa, para conduzir o projeto, de acordo com o Guinness World Records.
O deserto está disponível para venda no Japão e é enviado diretamente aos consumidores, de acordo com o site da Cellato. A amostra da guloseima vem com precisão quase igual, pois a Cellato estabelece etapas meticulosas para orientar a maneira como deve ser consumida assim que chegar.
Os clientes são instruídos a derramar a trufa branca na textura certa assim que o sorvete amolecer, antes de misturá-lo com uma colher de metal artesanal que lhes foi dada. Eles são aconselhados a deixar o sorvete descongelar em temperatura ambiente ou micro-ondas a 500 watts por 10 a 20 segundos, se a textura for muito dura.
Embora a equipe do Guinness World Records não tenha tido a chance de provar a sobremesa, a Cellato ofereceu anteriormente uma sessão de degustação para sua equipe, que descreveu a guloseima como “rica em sabor e textura”.
Além disso, eles recomendaram harmonizar a degustação com saquê ou um vinho branco francês. A Cellato, que também tem uma oferta à base de trufa negra em seu cardápio, disse que planeja diversificar sua linha de produtos caríssimos para incluir champanhe e caviar no futuro.
Por CNN

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Procurador-geral considerou medida do ex-presidente ‘excessiva’ e ‘desproporcional’
O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o indulto natalino concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em dezembro de 2022. O pedido foi anunciado pelo órgão na segunda-feira 22.
Na petição, Aras critica o artigo 5ª da norma, a qual ampliou, “de forma excessiva e desproporcional”, o perdão das penas de crimes com penas de até cinco anos de prisão.
A PGR solicitou a suspensão imediata do indulto, para “evitar o esvaziamento de uma série de decisões condenatórias e o desencarceramento em massa de condenados”, sem estabelecer critérios mínimos de concessão”. Aras diz que isso “contraria” a Constituição, “suprime a eficácia da persecução penal e contribui para a impunidade”.
No entendimento do procurador, o perdão concedido por Bolsonaro engloba condenados por uma série de crimes previstos nos Códigos Penal e Eleitoral, como homicídio culposo, lesão corporal grave, posse irregular de arma de fogo de uso permitido, caça ilegal, desmatamento, boca de urna e divulgação de fake news em propaganda eleitoral, entre outros.
O decreto de Bolsonaro foi publicado na edição de 23 de dezembro do Diário Oficial da União. Quatro dias depois, em 27 daquele mês, o jurista enviou ao STF uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para impugnar trechos do decreto referente ao artigo 6° e 7º, que beneficia agentes condenados por crimes que, no momento de sua prática, não eram considerados hediondos.

O ex-deputado federal Paulo Maluf teve suas penas extinguidas pelo STF, na semana passada, graças ao indulto dado por Bolsonaro. O benefício restringiu-se à pena privativa de liberdade e manteve a inelegibilidade do político.
Informações TBN

Foto: @rosemiriamoficial
Rose Miriam, mãe dos três filhos de Gugu Liberato, precisou dar detalhes sobre sua vida íntima com o apresentador durante a audiência que ocorreu na segunda-feira, 22, na Justiça de São Paulo. A viúva pede o reconhecimento de união estável com Gugu, já que os dois não foram casados oficialmente e ele não a colocou em seu testamento, assinado em 2011.
Segundo informações da coluna Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o advogado Dilermando Cigagna, que representa a irmã de Gugu, Aparecida Liberato, e seus filhos, fez a pergunta incômoda. Aparecida e os sobrinhos do apresentador foram incluídos no testamento de Gugu e, por isso, contestam a tentativa de Rose de pedir a união estável.
“Rose diz que eles viviam em uma família como marido e mulher. Eles mantinham relações sexuais?”, questionou.
Rose respondeu que sim, eles mantinham relações sexuais. Mas não satisfeito, o advogado insistiu: “Quantas vezes nos 20 anos [em que viveram sob o mesmo teto]?”.
Ainda de acordo com a coluna, a insistência deu origem a uma pequena confusão durante a audiência. O advogado de Rose, Nelson Wilians, disse que a pergunta era “impertinente”. Para justificar ser descabida, Wilians perguntou se Dilermando mantinha relações sexuais com a mulher dele, Ângela, que estava no tribunal.
Apesar do tumulto, Rose pediu para responder: “A gente ficava junto quando tinha vontade”, afirmou.
Informações TBN

Foto: Reprodução
A mulher presa na tarde de segunda-feira (22) suspeita de mandar matar o pai e o irmão em Votuporanga (SP) é investigada por encomendar o crime por conta de herança e vingança familiar, informou a polícia.
Ainda conforme a polícia, Viviane More e o marido Carlos Ramos foram presos após contratarem dois homens por R$ 30 mil para cometerem os assassinatos. As vítimas Wladmyr Ferreira Baggio e Vitor Moré Baggio foram amarradas, vendadas e mortas a tiros no dia 11 de maio.
Wladmyr, o pai, teve o óbito constatado na propriedade rural. Vitor chegou a ser levado para a Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
De acordo com a Polícia Civil, o valor seria de R$ 10 mil para cada morte, pois a mãe da suspeita também deveria ser assassinada. Mas a mulher não estava no sítio no dia do crime.
A dupla contratada, de 29 e 34 anos, foi presa horas depois de matar as vítimas. A princípio, eles confessaram a autoria, disseram que conheciam a rotina da família e planejavam um roubo, porém nada foi levado do imóvel.
Após o avanço das investigações, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) constatou que o casal planejou a morte de Wladmyr e Vitor por conta de um desentendimento que tiveram com as vitimas e a herança que Viviane receberia.
A mulher e o esposo, genro e cunhado das vítimas, estão presos preventivamente. A DIG investiga o caso como latrocínio. Mas ainda conforme a polícia, outros crimes podem ser relacionados ao caso.
Com informaçoes de G1