
Foto: Miguel Á. Padriñán/Pixabay
Três funcionários da Organização das Nações Unidas foram presos sob acusação de tentar contrabandear cocaína através da fronteira jordaniana para Israel. Os suspeitos foram detidos neste domingo (25), perto de Beit She’an, enquanto tentavam entrar em Israel pelo Cruzeiro da Fronteira do Rio Jordão.
De acordo com um comunicado conjunto da polícia e da Autoridade Tributária de Israel, a droga foi liquefeita e disfarçada como um componente de fabricação de perfume. Os suspeitos trabalham para a ONU na Síria e foram presos por autoridades israelenses após os inspetores detectarem a substância em kits de perfume que os funcionários estavam supostamente tentando trazer para o país.
Contrabandistas frequentemente dissolvem cocaína em forma líquida para disfarçar a droga, colocando-a em recipientes para produtos como bebidas alcoólicas ou perfume, e depois a convertem de volta em pó em seu destino. Um cão farejador de drogas ajudou a identificar a suposta cocaína no caso de domingo. As Forças de Defesa de Israel frustraram 30 tentativas de contrabando de drogas até agora este ano em meio ao aumento do uso de cocaína no país.
Os três funcionários da ONU não foram identificados. Eles trabalham na fronteira da Síria com Israel, de acordo com as autoridades israelenses.
Funcionários da ONU em todo o mundo estiveram envolvidos em crimes que variam de estupro a tráfico de drogas. Um ex-funcionário da ONU foi condenado no ano passado a 15 anos de prisão por drogar e agredir sexualmente pelo menos 13 mulheres nos Estados Unidos e no Iraque.
Gazeta Brasil
Ministros analisaram mudança fixada pela reforma da Previdência, em 2019. Cálculo estabelece que pensionista tem direito a receber 50% da aposentadoria do falecido, além de mais 10% por dependente.
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Corte validou cálculo introduzido pela reforma da Previdência, em 2019. — Foto: INSS/ Divulgação
Por 8 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou constitucional a regra fixada, em 2019, pela reforma da Previdência que estabeleceu novo cálculo da pensão por morte do segurado do INSS que falece antes de sua aposentadoria.
Esse sistema estabelece que o viúvo tem direito a receber:
A ação julgada pelo Supremo foi apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (Contar).
A entidade defendeu que a nova regra prejudicava os dependentes dos segurados, violando a Constituição que prevê o caráter contributivo da Previdência e que garante a proteção digna à família do falecido, em especial a proteção previdenciária.

Em sessão solene, Congresso promulga reforma da Previdência
Relator, o ministro Luís Roberto Barroso votou pela rejeição da ação. Para o ministro, a mudança não representa nenhuma violação da Constituição.
“É preciso ter em conta que as pensões por morte não visam à manutenção do padrão de vida alcançado pelo segurado falecido. Também não têm natureza de herança, uma vez que não compõem o patrimônio do instituidor. Em realidade, elas são um alento – normalmente temporário – para permitir que os dependentes reorganizem-se financeiramente, busquem novas alternativas e tenham condições, afinal, de prover recursos suficientes à sua própria subsistência”, escreveu.
Segundo o ministro, não há “ofensa à vedação ao confisco, ao direito de propriedade ou à proporcionalidade” na regra estabelecida em 2019.
O voto de Barroso foi seguido por Dias Toffoli, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Nunes Marques.
Os ministros Edson Fachin e Rosa Weber divergiram e consideraram a alteração na regra inconstitucional.
“A manutenção da forma de cálculo não permite, senão inviabiliza a reorganização familiar e financeira após o falecimento, ampliando a vulnerabilidade social. Há na prática, portanto, discrímen inconstitucional e injusto aplicado pela reforma constitucional”, afirmou Fachin.
A análise da ação ocorreu no plenário virtual da Corte, onde os ministros somente depositam os votos. O julgamento foi encerrado na última sexta-feira (23).
Informações G1
A Rússia esteve perto de um confronto entre duas forças armadas na semana passada, quando um grupo de mercenários, o Wagner, ameaçou ir a Moscou para confrontar o Ministério da Defesa do país.

Rússia e os mercenários do grupo Wagner: entenda a treta
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira (26), que o motim do Grupo Wagner seria destruído de qualquer maneira. Esse foi o primeiro discurso do líder do país após a ameaça dos mercenários, que se rebelaram contra o governo russo (assista acima).
No sábado (24), o líder do Grupo Wagner, formado por milhares de mercenários que apoiam a Rússia na guerra da Ucrânia, ameaçou atacar o Ministério da Defesa russo e iniciou uma marcha até Moscou. O chefe do Wagner, Yevgeny Prigozhin, disse que o exército russo havia atacado um acampamento dos paramilitares.
Antes de chegar à capital da Rússia, no entanto, Prigozhin e o governo negociaram um acordo, e os paramilitares abortaram a operação (leia mais abaixo nesta reportagem) .
No pronunciamento desta segunda, Putin disse que “eles queriam que os russos lutassem uns contra os outros, eles sonharam em se vingar pelos próprios fracasso no front, durante a chamada contraofensiva, mas eles calcularam mal”.
“Nenhuma chantagem vai ter resultados. Toda a sociedade russa, todos estávamos unidos pela responsabilidade e pelo destino da nossa terra mãe. Desde o começo houve esforços para neutralizar a ameaça do motim armado”, afirmou Putin.
Putin agradeceu os comandantes e soldados do próprio Grupo Wagner que não aderiram ao motim e que, segundo ele, evitaram o “derramamento de sangue”.
Ele afirmou ainda que a maior parte dos combatentes do Grupo Wagner é de patriotas, e que, agora, os paramilitares têm três opções:
Putin não mencionou Yevgeny Prigozhin, o líder do grupo paramilitar Wagner, em seu discurso.
Segundo o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, nesta segunda-feira Putin se reuniu com os chefes das forças de segurança (inclusive com o ministro da Defesa, o principal inimigo de Prigozhin).
Antes do pronunciamento de Putin, também nesta segunda, Prigozhin disse que a marcha em direção a Moscou não tinha por objetivo derrubar o governo. Ele afirma que seus adversários eram os generais que estão no comando do Ministério da Defesa.

Entenda a crise na Rússia
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Putin faz pronunciamento nesta segunda-feira (26). após fim do motim do Grupo Wagner — Foto: Reuters
A Rússia esteve perto de um confronto entre duas forças armadas na semana passada, quando um grupo de mercenários, o Wagner, ameaçou ir a Moscou para confrontar o Ministério da Defesa do país.
A marcha do grupo Wagner foi interrompida no sábado.
▶️O que é o grupo Wagner?
O grupo Wagner é uma empresa militar privada russa. Essa milícia já atuou em outros conflitos armados antes da guerra da Ucrânia, como na Síria, no Líbano e no Sudão.
▶️ Quem é Yevgeniy Prigozhin?
Prigozhin, de 62 anos, era um aliado de Vladimir Putin há mais de 20 anos. Ele ficou rico na Rússia fornecendo refeições para os órgãos de Estado e com a construção de edifícios para o governo russo. Ele é o líder do Grupo Wagner.
▶️ O que o Grupo Wagner faz na Ucrânia?
O Grupo Wagner ficou de fora do começo da guerra. Os mercenários só entraram em ação quando o exército russo começou a enfrentar dificuldades inesperadas na Ucrânia.
Agora, o Grupo Wagner tem um papel central na guerra: eles atuam como “batedores de frente”: são os primeiros e entrar em um território que a Rússia tenta conquistar, para que o soldados do exército formal entrem depois.
▶️ Quem são os adversários de Prigozhin e do Grupo Wagner?
Prigozhin e os líderes militares formais da Rússia estão em conflito político há meses. Prigozhin acusa o ministro da Defesa, Serguei Shoigu e o número 2 da corporação, Valery Gerasimov, de falhas na condução da guerra. Ele afirma que os generais russos boicotaram o Grupo Wagner ao não fornecer munição e, como resultado, culpou-os pelas mortes de seus combatentes “aos montes” na Ucrânia.
No fim de junho, Prigozhin afirmou que os militares russos atacaram seus combatentes em um acampamento na Ucrânia.
▶️ O que o Grupo Wagner fez no fim de junho?
Depois da acusação, Prigozhin e o Grupo Wagner avançaram e tomaram a cidade de Rostov-on-Don e começaram o a se dirigir a Moscou.
Prigozhin convocou os russos a se juntarem ao Wagner contra o ministro da Defesa, Serguei Shoigu e o número 2 da corporação, Valery Gerasimov.
O chefe do Wagner também acusou a dupla de mentir sobre a guerra na Ucrânia e subestimar as baixas. “Isso não é um golpe militar, mas uma marcha da justiça”, disse Prigozhin.
No sábado, Prigozhin concordou em dar meia-volta com suas forças e não marchar para Moscou.
Informações G1

O público compareceu e abrilhantou o São João em Feira de Santana. Foram três dias de festas em Maria Quitéria (São José) e Tiquaruçu. Em Jaguara, o arrasta-pé esquentou o público em dois dias. O Feira Cidade Forró levou a alegria, o clima acolhedor e festivo aos distritos. E não para aí. Tem mais forró no São Pedro.
“Tivemos atrações que resgataram o tradicional forró arrasta-pé com artistas regionais e do cenário nacional. A presença das famílias foi marcante, assim como das quadrilhas juninas que levaram brilho e beleza aos festejos. O prefeito Colbert Filho não mediu esforços para fazer um belo São João”, afirma o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho.
De acordo com o titular da Secel, diversas secretarias estiveram envolvidas na organização da festa. “Assim como no São João, o São Pedro promete ser animado. Estamos trabalhando para o sucesso do Feira Cidade Forró”.
O São Pedro vai ser realizado nos dias 30 de junho e 1º de julho, nos distritos de Humildes, Jaíba, Bonfim de Feira e no povoado de Morrinhos em Jaguara. A grade de atrações será divulgada em breve no site oficial (feiracidadeforro.ba.gov.br).

Com uma relação construída na base do acolhimento, afeto e respeito, o Consultório na Rua, programa da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, atende 512 pessoas em situação de vulnerabilidade em Feira de Santana.
Com uma equipe multidisciplinar, composta por médico, enfermeira, técnica de enfermagem, assistente social e psicólogo, que fazem a busca ativa e atendimento itinerante nas ruas da cidade.
Patricia de Jesus, de 41 anos, é acompanhada pelo Consultório na Rua, e a cada visita é um motivo de alegria.
“Eles são bem cuidadosos comigo, sempre preocupados com minha saúde e me ajudam com algumas marcações de consultas. Quando preciso de algum remédio eles trazem. Eu até brinco que todos são meus médicos particulares pela qualidade do serviço que eles oferecem”, salientou.
De acordo com Ritze Viegas, médico do Consultório na Rua, a relação de acolhimento facilita no atendimento de qualidade do serviço.
“Muitos destes pacientes têm dificuldades em ter acesso aos postos de saúde, e estamos sempre aqui oferecendo estes serviços para eles. Realizamos marcações de consulta e exames, testes rápidos e entrega de medicamentos”, destacou.

O negacionista é aquele que simplesmente não aceita uma ideia, a validade ou a verdade de algo ou de um fato, apesar de evidências ou argumentos que o comprovem, mesmo que seja apresentado, por exemplo, por uma comunidade científica, acadêmica ou filosófica. Trata-se de rejeitar, recusar-se a admitir e a reconhecer determinada questão.
O negacionismo está presente em diferentes esferas da nossa vida, inclusive quando falamos de saúde. Nesses casos, a negação pode ser vista como uma estratégia psicológica de enfrentamento, a escolha de negar a realidade para escapar de uma situação desconfortável.
Podemos fazer isso ao negligenciar ou minimizar fatores de risco, manter hábitos que sabemos ser prejudiciais, ignorar sintomas, evitar consultas e exames, fingir não notar dores e alterações no funcionamento do corpo. Mas quais são as consequências e os riscos de tais atitudes?
Sabe quando o corpo dá sinais de que algo não anda bem? De maneira geral, percebemos o alerta enviado, mas nem sempre damos a devida atenção.
Não é difícil ouvir histórias de quem deixou um quadro se agravar por acreditar que não era nada sério ou o problema se resolveria sozinho, sem buscar um especialista para investigar o que estava acontecendo. Quando nos referimos aos indivíduos mais novos então, essa situação pode ser ainda mais corriqueira.
Muitas das doenças que atingem o sistema cardiovascular são mais frequentes depois da quinta ou sexta década de vida, entretanto nem por isso os jovens estão livres de descobrir um problema cardíaco.
Vemos de forma recorrente casos na mídia de atletas, esportistas, celebridades que antes mesmo dos 30 anos apresentaram alguma disfunção ou evento envolvendo o coração, como sopros, arritmias, cardiopatias congênitas, insuficiência cardíaca e infarto.
De modo geral, as doenças cardiovasculares, quando não detectadas cedo, durante a gestação ou nos primeiros anos de vida, apresentam sintomas no decorrer da vida. E quanto antes são diagnosticadas e tratadas, mais chances temos de evitar sequelas ou complicações graves.none
Por isso, é de extrema importância ter essa percepção das mensagens que o corpo nos dá. Com as doenças do coração, esse alerta precisa ser ainda mais respeitado.
O coração é considerado uma máquina perfeita: executa o bombeamento de cerca de 100 mil contrações por dia, fazendo o sangue circular pelo organismo para manter a vitalidade de todos os órgãos e tecidos.
E como uma máquina, para garantir seu bom funcionamento, precisa que todas as peças e engrenagens estejam trabalhando.
Quando alguma delas para ou apresenta falhas, interfere em seu desempenho e pode provocar uma pane generalizada.
Assim, uma doença que não é devidamente tratada pode se agravar e trazer consequências. No caso de um infarto, elas podem ser até fatais. Diante de um ataque do coração, quanto mais rápido for iniciado o atendimento médico, menor será o tempo para o restabelecimento do fluxo de sangue, assim como os danos ao miocárdio e células do músculo cardíaco, com possibilidade de recuperação completa.
O fato é que os sintomas de anomalias envolvendo o coração e até de um ataque cardíaco nem sempre são óbvios, claros e fáceis de associar com questões relacionadas ao órgão, mas se percebidos, não devem jamais ser ignorados. Muito além das dores no peito, outros indícios podem sinalizar que tem alguma coisa errada com a saúde cardiovascular.
O simples controle dos batimentos e suas variações podem identificar desde adaptações fisiológicas até disfunções, permitindo tratar e tomar as medidas necessárias. Limitações físicas atípicas também devem servir como alerta.
Uma pessoa na faixa de 20 ou 30 anos que não consegue acompanhar os amigos em atividades diárias ou na prática de esportes, precisa ficar atenta.
Cansaço excessivo e fora do normal, falta de ar, palpitações, dor torácica e nas costas, sensação de pressão ou aperto no peito e pescoço, incômodo na mandíbula e no estômago, suor frio, náusea ou tontura, aceleração ou diminuição repentina dos batimentos, tudo isso poderá caracterizar problemas no coração, principalmente quando desencadeados pelo esforço, situações de ansiedade e estresse bem como quando há fatores de risco envolvidos.
Esperar que um sintoma se manifeste pode ser tarde quando falamos do coração. Isso porque eventos graves —e até fatais— podem não dar qualquer indício até que efetivamente aconteçam, como o infarto do miocárdio.
Por isso, para saber se há ameaças é necessário investigar, acompanhar e manter os cuidados ao longo de toda a vida. Agir proativamente quando o assunto é a saúde cardiovascular pode ser determinante no agravamento ou surgimento de doenças.
Segundo a OMS, aproximadamente 80% das mortes por doenças cardíacas no mundo seriam evitadas com mudanças de comportamento, a adoção de um estilo de vida mais saudável e o monitoramento de fatores de risco, entre eles o colesterol, diabetes, obesidade e pressão arterial.
Seja por imprudência, teimosia ou medo de identificar um problema e ter de enfrentar longos tratamentos, basta pensar na ideia de fazer um check-up que muitos fogem de imediato —diversas pesquisas apontam que os homens costumam ser mais negacionistas nesse sentido do que as mulheres.
O fato é que fazer um check-up cardiológico é essencial em qualquer fase da vida. Atualmente, em função da qualidade e ritmo de vida que temos, do estresse e desafios do dia a dia, a prevenção deve ser iniciada mais cedo.
A orientação é que a primeira avaliação seja feita a partir dos 30 anos em pessoas com casos de eventos cardiológicos na família (quando não existe nenhum indício para realizá-la antes).
Na ausência de fatores de risco, sintomas e histórico familiar, esse acompanhamento, para as mulheres, deve começar entre 35 e 40 anos, e para os homens, a partir dos 35 anos —com reavaliações anuais.
Para aqueles que já têm algum diagnóstico de cardiopatia ou problema no coração, a recomendação é uma visita ao médico especialista de 6 em 6 meses (ou até menos, dependendo do indicado pelo profissional que faz o acompanhamento do caso).
Outro grupo que precisa desse monitoramento semestral é dos hipertensos, diabéticos e pessoas que têm o colesterol elevado.
O negacionismo em relação aos exames de rotina costuma vir acompanhado do hábito da automedicação. Geralmente, assim que um sintoma aparece, é prático e cômodo recorrer a uma busca na internet, parentes e amigos. Porém, a atitude pode ser arriscada tanto por causa de possíveis efeitos colaterais quanto por “mascarar” um distúrbio grave.
A informação imprecisa pode ser mais barata e rápida, porém, ilusória e prejudicial, capaz de expor a saúde do coração ao risco de eventos fatais. Toda medicação deve sempre ser orientada por um profissional, de forma individualizada, considerando condições de saúde, possíveis fatores de risco e predisposição genética para algumas doenças.
Negar um fato por um curto período pode até ser um mecanismo de enfrentamento, um tempo para nos ajustarmos a uma questão dolorosa e estressante. Às vezes, se algo chocante ou angustiante acontece, uma fase de negação é útil para dar a mente a oportunidade de absorver inconscientemente as informações ou a nova realidade em um ritmo que não nos levará a um colapso psicológico.
Por exemplo, ao receber o diagnóstico da doença arterial coronariana ou após sofrer um ataque cardíaco ou uma cirurgia no coração é normal ter sentimentos como choque, negação, culpa, raiva, medo e tristeza.
O paciente pode tentar evitar qualquer coisa que leve a pensar sobre a doença, entre consultas, medicamentos e mudanças de hábitos.
Muitos necessitam de tempo e apoio para se acostumar com o cenário que exigirá cuidados pelo resto da vida.
A negação nesses casos pode ser um mecanismo de defesa usado para reduzir a ansiedade. Isso é normal, necessário e até considerado saudável. Passa a ser um problema quando se prolonga e afeta o tratamento.
A ideia de que a prevenção deve ser iniciada aos 40 anos é coisa do passado. Os cuidados com a saúde do coração têm de se estender durante toda a vida.
Se você tem 20, 30 anos e nunca notou nenhum sintoma, mantenha seu check-up sempre em dia.
Não deixe para procurar um médico apenas quando sentir algo muito errado.
Algumas doenças são descobertas sem querer, mas em fase inicial, o que aumenta a chance de tratamento e de recuperação mais rápida.
Informações Viva Bem UOL
O presidente esteve em nove países nos cinco primeiros meses do ano

Nas seis viagens internacionais a nove países feitas nos cinco primeiros meses do ano, o governo Lula gastou apenas com hospedagem o montante de R$ 7,3 milhões, segundo informações repassadas pelo Ministério das Relações Exteriores à Folha de S.Paulo.
O montante se refere aos gastos com hotéis de Lula e Janja e de toda a comitiva presidencial. O valor, no entanto, não inclui a última viagem de Lula, à Itália e à França, e não considera gastos com aluguel de carros nem contratação de intérpretes, por exemplo.publicidade
Nas viagens aos nove países nesses cinco primeiros meses de governo, o presidente ficou em hotéis luxuosos, de alto padrão, custeados com recursos públicos.
Apenas nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes a acomodação de Lula foi custeada pelos governos anfitriões. No EUA, o presidente ficou hospedado na Blair House, residência oficial do governo norte-americano destinada a chefes de Estado que visitam o país. Em Abu Dhabi, o governo local custeou a hospedagem de Lula no luxuoso Emirates Palace Mandarin Oriental.
O maior gasto da comitiva presidencial nas viagens foi na China — R$ 1,8 milhão em hospedagem para uma viagem de quatro dias, em abril. Tanto em Xangai quanto em Pequim, Lula ficou em hotéis de alto padrão: o Fairmont Peace Hotel, na primeira cidade, e o St. Regis, na capital chinesa.
Na comitiva de Lula, estavam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cinco governadores, oito ministros de Estado e 26 parlamentares, além de empresários. Até mesmo João Pedro Stédile, líder do MST, que fazia o “Abril Vermelho” no Brasil, invadindo propriedades rurais, foi à viagem ao país oriental.
Na China, Lula foi à posse de Dilma Rousseff (PT) na presidência Banco dos Brics e visitou o ditador chinês, Xi Jinping. O Itamaraty afirma que a viagem faz parte da reaproximação com o país governado pelo Partido Comunista Chinês (PCC), já que no governo de Jair Bolsonaro a relação entre os dois países ficou estremecida.
Bolsonaro era um crítico das ditaduras comunistas e cortou relações, por exemplo, com a Venezuela, comandada pelo ditador Nicolás Maduro, com quem Lula já reatou relações.

As outras viagens com os maiores gastos com hospedagem foram para Reino Unido (R$ 1,4 milhão), Portugal (R$ 1 milhão) e Espanha (R$ 815 mil). Lula esteve em Londres em maio para a cerimônia de coração do rei Charles III.
A viagem com o menor gasto de hospedagem para a comitiva brasileira foi a de Montevidéu. Lula chegou ao Uruguai na manhã de 25 de janeiro e não pernoitou na cidade. Depois de um encontro com o presidente Luis Lacalle Pou, voltou ao Brasil no mesmo dia. Mesmo assim, a comitiva teve gastos de hospedagem de R$ 59 mil.
Na Argentina, a comitiva presidente gastou R$ 716 mil com hospedagem durante a viagem de quatro dias em janeiro. Nessa viagem, a comitiva brasileira também gastou R$ 338 mil com diárias pagas a servidores, R$ 498 mil com aluguéis de veículos e R$ 25 mil com contratação de intérpretes, além de outros gastos.
Em nota à Folha, o Itamaraty diz que o objetivo das viagens “é não só recuperar a imagem do país no exterior, como também restabelecer as relações comerciais com parceiros importantes, o que resulta na atração de investimentos estrangeiros em áreas estratégicas que contribuem diretamente para recuperação da capacidade do mercado interno brasileiro, impulsionando a geração de emprego e renda”.
Nos encontros com os outros chefes de Estado, Lula tenta se colocar como candidato a mediador do processo de paz para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. Mas, até agora, tem sido alvo de críticas por suas declarações a favor de Vladimir Putin, que ordenou a invasão ao país vizinho em fevereiro. Na última viagem à Europa, o jornal francês Libération chamou o presidente brasileiro de “decepção” e “inimigo do Ocidente”.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução
A orientação para quem vive em território russo é evitar deslocamentos e aglomerações
A Embaixada do Brasil na Rússia recomendou que os brasileiros que vivem em território russo evitem aglomerações públicas e deslocamentos desnecessários. Também indicou estar acompanhando atentamente os recentes acontecimentos no país.
“A embaixada do Brasil em Moscou acompanha atentamente os recentes acontecimentos na Rússia e pede que seus nacionais sigam as orientações e medidas de segurança difundidas pelas autoridades locais por meios oficiais”, explicou.
“Sugere-se, ainda, que sejam evitadas aglomerações públicas e deslocamentos desnecessários”, informou a Embaixada brasileira, em comunicado publicado nas redes sociais.
O grupo mercenário Wagner iniciou uma rebelião na sexta-feira 23 contra o exército russo. O objetivo dos embates é destituir o comando militar do país.
Yevgeny Prigozhin, chefe da milícia, afirmou que os líderes militares russos atacaram uma de suas localizações militares. Ele também acusou as tropas de Moscou de matarem uma “grande quantidade” de soldados de suas forças.
O governo russo emitiu um comunicado em que declara que as afirmações de Prigozhin “não correspondem à realidade e são uma provocação informativa”.
No sábado 24, os mercenários suspenderam os ataques à Rússia depois de o ditador de Belarus, Alexander Lukashenko, entrar em cena para mediar um acordo de cessar-fogo entre o presidente Vladimir Putin e o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin.
Segundo Belarus, Prigozhin concordou em recuar, por ora, inclusive com caças a caminho de Moscou, de modo a também evitar “um banho de sangue”.
Revista Oeste

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE
Acusação contra o ministro será de perseguição ao ex-chefe do Executivo
O núcleo do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) vai ingressar com uma representação na Organização dos Estados Americanos (OEA) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação contra o magistrado será de suposta perseguição ao ex-chefe do Executivo. A informação foi publicada pelo colunista Paulo Cappelli, do site Metrópoles.
Segundo o jornalista, o texto da representação ainda está em fase de elaboração, mas já acumula centenas de páginas. No documento, a denúncia será baseada não em um ato específico do ministro, mas em um conjunto de fatores que serão utilizados para reforçar a tese.
Ao final, o objetivo é que, antes de ser protocolada na OEA, a representação seja assinada por dezenas de parlamentares apoiadores do ex-presidente. A intenção do movimento é levar ao âmbito internacional as críticas sobre a atuação de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal.
Atualmente, a OEA reúne os 35 estados independentes das Américas e constitui o principal fórum governamental político, jurídico e social da região. Além disso, a organização concedeu o status de observador permanente a 70 estados e à União Europeia (EU).
Pleno News
Jake Leal, de Feira de Santana, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores para tentar localizar Edileide Leal.

Após fazer um apelo emocionado para encontrar a mãe desaparecida há dois meses, a influenciadora digital e ex-BBB Jakeline Leal, de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, revelou que tem recebido trotes sobre o desparecimento.
“Infelizmente ainda não tenho nenhum retorno verídico de onde ela está. Tem muita gente mandando suposições, passando trotes, infelizmente. Mas eu vou mantendo vocês atualizados, todo mundo que está preocupado, que está compartilhando esse momento difícil comigo”, desabafou a ex-participante do BBB 12.
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Com mãe desaparecida há dois meses, ex-BBB revela trotes — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Jake Leal, como é conhecida nas redes sociais, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores e divulgou a foto de Edileide Leal, para que possa ser compartilhada. Segundo ela, Edileide tem transtornos psiquiátricos.
“Minha mãe tem depressão e bipolaridade, e ela fugiu de casa hoje faz dois meses. Meu pai já tentou encontrar ela, minha família já tentou encontrar ela, postando em redes sociais, em programas de tv”, disse.
Ex-BBB Jake Leal chora e revela que a mãe está desaparecida
Jakeline afirmou que o pai dela pediu que a situação não fosse exposta pela filha nas redes, para evitar “trotes ou pessoas oportunistas”. “Mas eu não estou mais conseguindo conviver com isso. Não aguento mais fingir que está tudo bem”, disse, aos prantos.
“Tem gente dizendo que só apareci agora para falar de minha mãe, mas a gente já está procurando desde o primeiro dia que ela desapareceu. Minha família pediu para não tornar a situação pública através do meu Instagram para evitar ataques, para evitar trotes, evitar o que está acontecendo agora”, disse Jakeline, acrescentando que o caso foi comunicado às autoridades policiais.
O g1 procurou a Polícia Civil, que informou que o boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia Territorial de Feira de Santana e que investiga o desaparecimento de Edileide Sena Leal, de 61 anos, registrado no dia 26 de abril.
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Edileide Leal está desaparecida há dois meses — Foto: Reprodução/Redes sociais
Informações G1